domingo, 3 de novembro de 2013

George Frideric Handel (1685-1760) - Messiah, HWV 56

O Messias, de Handel, é uma das obras mais belas já compostas em toda a história da música - tanto pela forma, quanto pela beleza evocadora e estética. É, com certeza, um das obras que mais escutei em minha existência. Ela possui uma divisão didática bastante interessante: uma sinfonia inicial, como que a proclamar a vinda do messias; em um segundo momento, surge a vida e obra propriamente dita do messias; e em um terceiro momento, Handel nos coloca diante da expectativa da ressurreição e da vida, já que o messias foi o primeiro a vencer a morte e triunfar na eternidade. O texto é uma colagem de passagens bíblicas extraídos dos livros proféticos, da poesia hebraica (salmos), dos evangelhos, apocalipse e cartas de Paulo. A grandiosidade dessa obra enaltece o gênio humano. Não consigo ouvir sem sentir um grande prazer e uma profunda emoção. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

 George Frideric Handel (1685-1760) -

DISCO 01 

01. Sinfony Grave/Allegro Moderato
02. Accompagnato: Tenor 'Comfort Ye My People'
03. Air: Tenor 'Ev'ry Valley Shall Be Exalted'
04. Chorus 'And The Glory Of The Lord Shall Be Revealed'
05. Accompagnato:Tenor 'Thus Saith The Lord Of Hosts'
06. Air: Countertenor 'But Who May Abide The Day Of His Coming'
07. Chorus 'And He Shall Purify'
08. Recitative: Alto 'Behold, A Virgin Shall Conceive'
09. Chorus 'O Thou That Tellest Good Tidings To Zion'
10. Accompagnato: Bass 'For Behold, Darkness Shall Cover The Earth'
11. Air: Bass 'The People That Walked In Darkness'
12. Chorus 'For Unto Us A Child Is Born'
13. Pifa Larghetto E Mezzo Piano
14. Recitative & Accompagnato: Soprano II 'There Were Shepherds'/Recitative: Soprano II 'And The Angel Said Unto Them'/Accoompagnato: Soprano II 'And Suddenly There Was With The Angel'
15. Chorus 'Glory To God In The Highest'
16. Air: Soprano I 'Rejoice Greatly, O Daughter Of Zion'
17. Recitative: Countertenor 'Then Shall The Eyes Of The Blind Be Open'd'
18. Air: Soprano I 'He Shall Feed His Flock Like A Shepherd'
19. Chorus 'His Yoke Is Easy, His Burthen Is Light'
20. Chorus 'Behold, The Lamb Of God'
21. Air: Alto 'He Was Despised'
22. Chorus 'Surely, He Hath Borne Our Griefs'
23. Chorus 'And With His Stripes We Were Healed'
24. Chorus 'All We Like Sheep Have Gone Astray'

DISCO 02

01. Accompagnato: Tenor 'All They That See Him, Laugh Him To Scorn'
02. Chorus 'He Trusted In God'
03. Accompagnato: Tenor 'Thy Rebuke Hath Broken His Heart'
04. Arioso: Tenor 'Behold, And See If There Be Any Sorrow'
05. Accompagnato: Soprano II 'He Was Cut Off Out Of The Land Of The Living'
06. Air: Soprano II 'But Thou Didst Not Leave His Soul In Hell'
07. Chorus 'Lift Up Your Heads, O Ye Gates'
08. Recitative: Tenor 'Unto Which Of The Angels'
09. Chorus 'Let All The Angels Of God Worship Him'
10. Air: Countertenor 'Thou Art Gone Up On High'
11. Chorus 'The Lord Gave The Word'
12. Air: Soprano I 'How Beautiful Are The Feet'
13. Chorus 'Their Sound Is Gone Out Into All Lands'
14. Air: Bass 'Why Do The Nations So Furiously Rage Together'
15. Chorus 'Let Us Break Their Bonds Asunder'
16. Recitative: Tenor 'He That Dwelleth In Heaven'
17. Air: Tenor 'Thou Shalt Break Them'
18. Chorus 'Hallelujah!'
19. Air: Soprano I 'I Know That My Redeemer Liveth'
20. Chorus 'Since By Man Came Death'
21. Accompagnato: Bass 'Behold, I Tell You A Mystery'
22. Air: Bass 'The Trumpet Shall Sound'
23. Recitative: Countertenor 'Then Shall Be Brought To Pass The Saying'
24. Duet: Countertenor & Tenor 'O Death, Where Is Thy Sting'
25. Chorus 'But Thanks Be To God'
26. Air: Alto 'If God Be For Us'
27. Chorus 'Worthy Is The Lamb That Was Slain... Amen'

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Taverner Choir & Players
Emma Kirkby, soprano I
Emily Van Evera, soprano II
Margaret Cable, alto
James Bowman, contra-tenor
Joseph Cornwell, tenor
David Thomas, baixo
Andrew Parrot, regente


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Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Motetten (Motetos), BWV 225 - 230

Este post era para ter sido realizado no dia de ontem, em homenagem ao feriado do dia dos mortos. Mesmo sendo sabedor de que o feriado de finados é católico e Bach era protestante, não deixarei de realizá-lo. Acredito que as ambivalências da música ultrapasse o cenário das crenças institucionalizadas. O moteto é gênero musical polifônico que surgiu na Europa, em meados dos séculos XII e XIII. Conheceu a sua elaboração com Victoria, Lasso e Palestrina. Scarlatti também possui a sua parcela de contribuição. No período Barroco, alguns compositores também dedicaram algumas de suas páginas ao gênero - Couperin, Rameau, Schütz, Charpentier. Bach, como não poderia deixar de ser, também escreveu os seus motetos. O compositor alemão escreveu ao todo seis dessas obras. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 

01. Singet dem Herrn ein neues Lied
02. Aria_ Gott, nimm dich ferner unser an - Choral_ Wie sich ein Vat'r erbarmet
03. Lobet den Herrn
04. Komm, Jesu komm
05. Aria_ Drum schliess ich mich in deine Hände
06. Choral_ Jesu, meine Freude
07. Es ist nun nichts
08. Choral_ Unter deinem Schirmen
09. Denn das Gesetz
10. Trotz dem alten Drachen
11. Ihr aber seid nicht fleischlich
12. Coral_ Weg mit allen Schätzen
13. Andante_ So aber Christus in euch ist
14. Choral_ Gute Nacht, o Wesen
15. So nun der Geist
16. Choral_ Weicht, ihr Trauergeister
17. Lobet den Herrn, alle Heiden
18. Fürchte dich nicht
19. Der Geist hilft unsrer Schwachheit auf
20. Alla breve. Der aber die Herzen forscht
21. Choral_ Du heilige Brunst

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Collegium Vocale Gent
Philippe Herreweghe, regente


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sábado, 2 de novembro de 2013

Peter Philips (1560/1561-1628) - Cantiones Sacrae Quinis et Octonibus Vocibus

Peter Philips foi um dos primeiros compositores que postei aqui no blog. O compositor viveu no período da Reforma e Contra-Reforma, no século XVI. Sendo padre, ficou preso por algum tempo por causa de sua fé. O único disco que ouvi dele causou impressão positiva. Por isso, ao achar este segundo disco, alimentei uma expectativa benfazeja. Philips não decepciona. Sua música, mais uma vez, possui um frescor e leveza espirituais bastante agradáveis. As canções deste disco foram compostas nos anos de 1612 e 1613. Muito bom! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Peter Philips (1560/1561-1628) - 

01. Christus resurgens
02. Disciplinam et sapientiam
03. Loquebantur variis linguis
04. Ne reminiscaris, Domine
05. Gabriel Angelus apparuit
06. Vi. Sion lugent
07. Ave Jesu Christe
09. Beata Agnes
08. Pater noster
10. Elegerunt Apostoli
11. Media vita
13. Ave gratia plena
12. Ave Regina caelorum
15. Ne tiemas, Maria
14. Ecce vicit Leo
16. Gaude Maria virgo
17. Virgo prudentissima
18. Cum jucunditate
19. Salve Regina
20. Eia ergo

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The Sarum Consort
Andrew Mackay, diretor


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Giuseppe Verdi (1813 - 1901) - Messa da Requiem

Como hoje é um feriado religioso de origem católica, resolvi postar alguns discos com belas composições espirituais. O primeiro disco é poderoso Requiem de Verdi. Belíssimo e dramático em suas intenções. Curiosamente, após ter escutado este disco, percebi o quanto a gravação não "emplaca". Quando percebi que a regência ficara a cargo de Gergiev e o poderoso coro da Kirov Orchestra, enchi-me de entusiasmo. Todavia, a gravação não me atraiu. Faltou força. A beleza dramática e apoteótica da peça de Verdi ficou minimizada. De qualquer forma, aí segue o post. Uma boa degustação!

Giuseppe Verdi (1813 - 1901) - Messa da Requiem

01. Requiem and Kyrie   
02. Dies Irae    
03. Tuba mirum    
04. Liber scriptus    
05. Quid sum miser    
06. Rex tremendae    
07. Recordare    
08. Ingemisco    
09. Confutatis   
10. Lacrymosa  
11. Offertorio    
12. Sanctus   
13. Agnus Dei  
14. Lux Aeterna   
15. Libera Me   

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Kirov Orchestra and Chorus
Mariinsky Theatre, St. Petersburg
Reneé Fleming, soprano
Olga Borodina, mezzo-soprano
Andrea Bocelli, tenor
Ildebrando D'Ancarngelo, baixo
Valéry Gergiev, regente


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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Georges Bizet (1838-1875) - Complete Piano Works

Este disco está comigo desde a fundação do blog - talvez até mesmo antes disso. Infelizmente, nunca o ouvi. Fi-lo hoje. Quando falamos em Bizet, imaginamos o homem da ópera. O todo-poderoso compositor da Carmen, uma das obras mais populares de todos os tempos. Lindíssima. A obra cuja beleza encantou Nietzsche. O francês era um poeta sensível. E se aventurou, também, pelo campo pianístico. Sua música é doce e agradável. Fez-me lembrar do Chopin. Vai aqui o conteúdo com a obra completa para piano do compositor francês. Uma boa apreciação!

Georges Bizet (1838-1875) -


DISCO 01

01. 1st Nocturne In F Major
02. Variations Chromatiques
03. 1st Caprice En Ut Dieses Mineur
04. 2nd Caprice In Ut Majeur
05. La Chasse Fantastique
06. Romance Sans Paroles
07. Theme
08. Valse En Ut Majeur
09. Trois Esquisses Musicales

DISCO 02

01. Grand Valse De Concert
02. Marine
03. Nocturne
04. Magasin Des Familles
05. Les Chants Du Rhin
06. Quatre Preludes

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Setrak, piano


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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Franz Schubert (1797-1828) - Piano Trio No.1 em B bemol, Op.99 D.898 e Piano Trio No. 2 em Mi bemol, D.929 Op.100

Schubert foi um compositor de aguda percepção estética e artística. Produziu com uma prodigalidade incrível. Viveu pouco. Isso é um fato. Mas a obra que produziu foi suficiente para preencher uma vida de 70 ou 80 anos. A qualidade de suas obras são inquestionáveis. Escrevia como um exercício de melhoramento. Cada obra escrita parecia trazer o gérmen para uma próxima. Havia dentro dele uma sensibilidade e um requinte genial. Schubert é aquilo que podemos chamar de verdadeiro prodígio, de gênio. Imagine se tivesse vivido 70 ou 80 anos como o seu patrício Joseph Haydn! Tinha feito "estragos" artísticos embasbacantes. Este disco que ora posto é de uma beleza incomum. As peças são executadas com dinamismo e sensibilidade. O time de intérpretes é de alto nível. Resultado: um Schubert como Scubert deve ser tratado. Uma boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828)  - 

DISCO 01

Piano Trio No.1 em B bemol, Op.99 D.898
01. 1. Allegro moderato
02. 2. Andante un poco mosso
03. 3. Scherzo (Allegro)
04. 4. Rondo (Allegro vivace)

DISCO 02

Piano Trio No. 2 em Mi bemol, D.929 Op.100
01. 1. Allegro
02. 2. Andante con moto
03. 3. Scherzo. (Allegro moderato - Trio)
04. 4. Allegro moderato

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Vladimir Ashkenazy, piano
Pinchas Zukerman, violino
Lynn Harrell, cello

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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 4 em G major

Belíssima interpretação da poderosa e delicada Sinfonia no. 4 de Mahler, por Fritz Reiner. Vale ressaltar que as gravações dessa série são belíssimas. Como estou caindo de sono pelas tabelas por ter acordado às cinco e meia da manhã, ter trabalhado o dia todo e está acordado, mesmo assim resolvi fazer a postagem. Após ter ouvido o registro de grande beleza, eu resolvi compartilhar. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Gustav Mahler (1860-1911) - 

Sinfonia No. 4 em G major
01. I. Bedächtig. Nicht eilen
02. II. In gemächlicher Bewegung. Ohne Hast
03. III. Ruhevoll
04. IV. Sehr behaglich

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Chicago Symphony Orchestra
Fritz Reiner, regente
Lisa Della Casa, soprano

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Ernest Chausson (1855-1899) - Poéme de l'amour et de la mer, Maurice Ravel (1875-1937) - Une barque sur l'océan e Claude Debussy (1862-1918) - La Mer

Este disco possui um frescor e um aroma francês. É atravessado por um tema: o mar. Traz três importantes compositores da música da França - Debussy, Chausson e Ravel. Admiro a música daquele país. Dos três, o que menos ouvi foi Chausson. Sua obra retratada neste disco me soou bastante bonita e exaladora de boas impressões. A obra de Ravel não me era, também, conhecida. Já, por sua vez, a obra de Debussy é um verdadeiro deleite. La Mer é uma das minhas obras favoritas. Debussy rouba a cena neste disco. A obra me pareceu mais colorida e fluída sob a regência de Muti; e caminha para um final belíssimo. O que me deixa feliz ao ouvir La Mer é parte final, quando parece que o mar despeja toda a sua força para terminar em puro silêncio. Excelente. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ernest Chausson (1855-1899) - 

Poéme de l'amour et de la mer
01. I. La Fleur Des Eaux
02. II. Interlúdio 
03. III. La Mort De L'amour

Maurice Ravel (1875-1937) - 

Une barque sur l'océan 
04. Une Barca Sur L'ocean

Claude Debussy (1862-1918) -

La Mer
05. I. De L'Aube A Midi Sur La Mer
06. II. Jeux De Vagues
07. III. Diálogo du Vent Et De La Mer

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The Philadelphia Orchestra
Riccardo Mut, regente


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domingo, 27 de outubro de 2013

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - The Complete String Quartets (CDs 3, 4 e 5 de 5 - final)

Finalizamos aqui mais esta sensacional caixa com os quartetos de cordas de Shostakovich, uma das minhas admirações - infelizmente com um grande hiato entre a primeira e esta postagem de agora.  Como nos primeiros discos, o Quatuor Danel não deixa a bola cair. Senti apenas que nos dois últimos discos, as gravações perderam um pouco a qualidade. Ficaram um pouco mais baixas. Todavia, os humores shostakovichianos estão lá com todo o "azedume" e gravidade a ele inerente. Vale a pena ouvir. Uma excelente apreciação!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) -

DISCO 03

Quartet Nr. 14 in F-sharp major op. 142 (1970)
01. I. Allegretto  
02. II. Adagio  
03. III. Allegretto   

Quartet Nr. 8 in C minor op. 110  (1960)
04. I. Largo  
05. II. Allegretto molto  
06. III. Allegretto  
07. IV. Largo 
08. V. Largo 

Quartet Nr. 12 in D-flat major op. 133 (1968)
09. I. Moderato  
10. II. Allegretto 

DISCO 04

Quartet Nr. 4 in D major op. 83 (1949)
01. I. Allegretto  
02. - II. Andantino  
03. - III. Allegretto  
04. - IV. Allegretto  

Quartet Nr. 11 in F mnor op. 122 (1966)
05. I. Introduction (Andantino)  
06. - II. Scherzo (Allegretto)  
07. - III. Recitative (Adagio)  
08. - IV. Etude (Allegro) 
09. - V. Humoresque (Allegro) 
10. - VI. Elegy (Adagio)  
11. - VII. Finale (Moderato) 

Quartet Nr. 9 in E-flat major op. 117 (1964)
12.  I. Moderato con moto  
13. - II. Adagio  
14. - III. Allegretto  
15. - IV. Adagio  
16. - V. Allegro  

DISCO 05

Quartet No. 1 in C major op. 49 (1938)
01.  I. Moderato  
02. II. Moderato  
03. III. Allegro molto  
04. IV. Allegro   

Quartet No. 10 in A-moll major op. 118 (1964)
05. I. Andante  
06. II. Allegretto furioso  
07. III. Adagio 
08. IV. Alllegretto 

Quartet No. 15 in E-flat minor op. 144 (1974)
09. I. Elegy (Adagio) 
10. II. Serenade (Adagio)   
11.  III. Intermezzo (Adagio)  
12. IV. Nocturne (Adagio)
13. V. Funeral march (Adagio molto)
14. VI. Epilogue (Adagio)  

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Quatuor Danel 
Mare Danel, violino 1
Gilles Millet, violino 2
Tony Nys, viola
Guy Danel, cello

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Johannes Brahms (1833-1896) - Piano Concerto No. 1 in D minor, Op. 15, Juchhe, Op. 6 No. 4, Wiegenlied, Op. 49 No. 4, etc, Ein deutsches Requiem, Op. 45 (CDs 3 e 4 de 4 - final)

Caminhemos para a postagem dos dois últimos discos dessa caixa, regidos por James Levine. Verdadeiramente, os dois primeiros discos causaram um grande impacto admirativo em mim. Todavia, os dois últimos, não. Todo aquele contágio de força, entusiasmo e emoção ficaram obscurecidos. Quero entender que, talvez, isso tenha se dado em decorrência do caráter das obras, que são mais intimistas nos dois últimos discos. Até mesmo o poderoso Réquiem de Brahms não causou grande admiração.  De qualquer forma, não deixe de ouvir e apreciar estes dois últimos CDs. Uma boa degustação!

Johannes Brahms (1833-1896) - 

DISCO 03

Piano Concerto No. 1 in D minor, Op. 15
01. I. Maestoso
02. II. Adagio
03. III. Rondo. Allegro non troppo

Juchhe, Op. 6 No. 4
04. Juchhe, Op. 6 No. 4

Wiegenlied, Op. 49 No. 4
05. Wiegenlied, Op. 49 No. 4

Das Madchen spricht, Op. 107 No. 3
06. Das Madchen spricht, Op. 107 No. 3

Heimweh II - 'O wusst ich doch den Weg zuruck', Op. 63 No. 8
07. Heimweh II - 'O wusst ich doch den Weg zuruck', Op. 63 No. 8

Junge Lieder I - 'Meine Liebe ist qrun', Op. 63 No. 5
08. Junge Lieder I - 'Meine Liebe ist qrun', Op. 63 No. 5

Von ewiger Liebe, Op. 43 No. 1
09. Von ewiger Liebe, Op. 43 No. 1

Wir wandelten, Op. 96 No. 2
10. Wir wandelten, Op. 96 No. 2

Nachtwandler, Op. 86 No. 3
11. Nachtwandler, Op. 86 No. 3

DISCO 04

Ein deutsches Requiem, Op. 45
01. I. Selig sind, die da Leid tragen
02. II. Denn alles Fleisch es ist wie Gras
03. III. Herr, lehre doch mich
04. IV. Wie lieblich sind deine Wohnungen
05. V. Ihr habt nun Traurigkeit
06. VI. Denn wir haben hie keine bleibende Statt
07. VII. Selig sind die Toten

Chicago Symphony Orchestra & Chorus
James Levine, regente
Emmanuel Ax, piano
Kathleen Battle, soprano
Hakan Hagegard, barítono

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sábado, 26 de outubro de 2013

Antonio Salieri (1750-1825) - Requiem in C minor, Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Meeresstille und gluckliche Fahrt, Op. 112 e Franz Schubert (1797-1828) - Offertory: Intende voci in B flat major, D. 963

Antonio Salieri permanece uma figura controversa. Foi pintada uma caricatura negativa de sua pessoa. Salieri foi marginalizado. Ficou na periferia. Desenharam a sua imagem como sendo um sujeito invejoso, mesquinho e de capacidade duvidosa. Essa construção se deve ao - em muito - ao filme Amadeus. Todavia, Salieri foi um sujeito imensamente competente. Aos poucos, constatamos a beleza e a profundidade de seu trabalho. Se não fosse assim, Salieri não teria sido o prestigiado compositor da corte de José II, da Áustria. Aqui, temos o belíssimo Réquiem em Dó menor. Escutei-o com uma grande admiração. Enquanto o ouvia, lembrava-me de Verdi. Salieri opta pela força. E utiliza, ao máximo, os recursos das vozes. Cria certos efeitos, enfatizando o drama tão costumeiro em réquiens. Aparece ainda neste disco, Beethoven e Schubert. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Antonio Salieri (1750-1825) -

Requiem in C minor
01. Introitus - Kyrie
02. Sequence
03. Offertory
04. Sanctus
05. Benedictus
06. Agnus Dei - Communio
07. Libera me, Domine

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - 

Meeresstille und gluckliche Fahrt, Op. 112
09. Gluckliche Fahrt
08. Meeresstille

Franz Schubert (1797-1828) - 

Offertory: Intende voci in B flat major, D. 963
10. Offertory: Intende voci in B flat major, D. 963

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Coro Gulbenkian
Orquestra Gulbenkian
Lawrence Foster


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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Gabriel Fauré (1845-1924) - Piano Quartet No.1, Op.15, Piano Quartet No.2, Op.45 e Nocturne No.4, Op.36

Belo disco com o material camerístico de Fauré - mais um! Um disco bastante refinado. Gabriel Fauré era poeta sensível, capaz de produzir belas paisagens musicais. Sua obra mais conhecida é o Réquiem. Mas Fauré era um artista de muitas facetas. Aqui temos dois belos pianos quartetos. A gravação não me agradou tanto. Todavia, o disco deve ser considerado. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Gabriel Fauré (1845-1924) - 

Piano Quartet No.1, Op.15
01. I. Allegro molto moderato
02. II. Scherzo. Allegro vivo
03. III. Adagio
04. IV. Allegro molto

Piano Quartet No.2, Op.45
05. I. Allegro molto moderato
06. II. Allegro molto
07. III. Adagio non troppo
08. IV. Allegro molto - Più mosso

Nocturne No.4, Op.36
09. Andante molto moderato

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The Hermitage String Trio

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Jesús Villa-Rojo (1940 - ) - Music for Cello - Sonata 2, Lamento (version B), Oracion serena e Expresiones

Jesus Villa-Arrojo é um dos nomes mais proeminentes da música espanhola atual. Villa-Arrojo é multi-instrumentista. Fundou o famoso Laboratório de Interpretação de Música. Suas obras chegam a quase duas centenas. As experiências com múltiplas sonoridades colocam o compositor como produtor de música aleatória, mas as suas obras atingem também uma expressividade refinada. O presente disco é belíssimo. Vale ressaltar o belíssimo Lamento, cujo vídeo pode ser visto no Youtube. Muito bom! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Jesús Villa-Rojo (1940 - ) - 

Sonata 2
01. I. Allegro impetuoso
02. II. Lento
03. III. Allegro scherzando

Lamento (version B)
04. Lamento (version B)

Oracion serena
05. Oracion serena

Expresiones
06. I. Mis sentidos suspendia
07. II. Con alegria y amor
08. III. En el corazon ardia
09. IV. En la noche dichosa
10. V. Cuan manso y amoroso
11. VI. Con su mano serena
12. VII. Desnudez y libertad del espiritu

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Asier Polo, Cello
Amaia Zipitria, piano
Rafael Romero 'El Gallina', vocals
Gerardo López Laguna, piano


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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - The English Suites, BWV 806-811

As Suítes Inglesas de Bach são um conjunto de seis peças. O nome das Suítes Inglesas é derivada da opinião do biógrafo do compositor. Segundo Johann Nikolaus Forkel, essas suítes poderiam ter sido escritas para um nobre inglês. A presente gravação é uma gravação de referência. Glenn Gould é o intérprete. Isso já é um motivo a mais para se ouvir o disco. Não deixe de fazê-lo. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 

DISCO 01

01     English Suite No.1 BWV806 I. Prelude                        
02     English Suite No.1 BWV806 II. Allemande                    
03     English Suite No.1 BWV806 III. Courante 1                    
04     English Suite No.1 BWV806 IV. Courante 2                     
05    English Suite No.1 BWV806 V. Double 1                         
06     English Suite No.1 BWV806 VI. Double 2                         
07     English Suite No.1 BWV806 VII. Sarabande                     
08     English Suite No.1 BWV806 VIII. Bourree 1                    
09     English Suite No.1 BWV806 IX. Bourree 2 Bourree   
10     English Suite No.1 BWV806 X. Gigue                         
11     English Suite No.2 BWV807 I. Prelude                         
12     English Suite No.2 BWV807 II. Allemande                     
13     English Suite No.2 BWV807 III. Courante                     
14     English Suite No.2 BWV807 IV. Sarabande Les Agrements De La Meme Sarabande     
15     English Suite No.2 BWV807 V. Bourree 1                        
16     English Suite No.2 BWV807 VI. Bourree 2 Bourree           
17     English Suite No.2 BWV807 VII.Gigue                         
18     English Suite No.3 BWV808 I. Prelude                         
19     English Suite No.3 BWV808 II. Allemande                     
20     English Suite No.3 BWV808 III. Courante                     
21     English Suite No.3 BWV808 IV. Sarabande Les Agrements De La Meme Sarabande     
22     English Suite No.3 BWV808 V. Gavotte 1 Ou La Musette                 
23     English Suite No.3 BWV808 VI. Gavotte 2 Gavotte           
24     English Suite No.3 BWV808 VII. Gigue                        

DISCO 02

01     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Prelude                     
02     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Allemande                 
03     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Courante                 
04     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Sarabande                 
05     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Menuett I                 
06     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Menuett II - Menuett I da capo         
07     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Gigue                     
08     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Prelude                 
09     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Allemande                 
10     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Courante                 
11     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Sarabande                 
12     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Passepied I (En Rondeau)         
13     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Passepied II   
14     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Gigue                 
15     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Prelude                 
16     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Allemande                 
17     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Courante                 
18     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Sarabande                 
19     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Double                 
20     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Gavotte I                 
21     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Gavotte II - Gavotte   
22     uite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Gigue    

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Glenn Gould, piano


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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 6 em Lá Menor - "Trágica"

Baita disco! Excelente interpretação de Georg Solti, que quase sempre conseguiu sucesso com aquilo que gravou. Mahler exatificado em sua densidade. Trata-se de uma interpretação pouco sentimentalóide, cravada na força e no drama. Muito bom. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Gustav Mahler (1860-1911) -  

Sinfonia No. 6 em Lá Menor - "Trágica"
01. I. Allegro energico, ma non troppo
02. II. Scherzo
03. III. Andante moderato
04. IV. Finale (allegro)
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Chicago Symphony Orchestra
Sir Georg Solti

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domingo, 20 de outubro de 2013

Tomás Luis de Victoria (1548-1611) - Officium Defunctorum

Victoria, Palestrina, Lassus e Montervedi foram compositores singulares. Suas produções se inscreveram numa tradição imensamente bela. Victoria é um dos mais célebres compositores do Renascimento e se estabeleceu como um dos compositores mais relevantes de sua terra, a Espanha. Suas composições possuíam uma estilo avançado, o que o fez antecipar o Barroco. Tenho uma admiração profunda pela música desses compositores e Victoria é um dos preferidos. Por  isso, não cesso de postá-los - sempre que posso. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Tomás Luis de Victoria (1548-1611) -

01. Lectio secunda ad matutinum - Taedet animam meam
02. Missa pro defunctis - Introitus
03. Missa pro defunctis - Kyrie
04. Missa pro defunctis - Graduale
05. Missa pro defunctis - Offertorium
06. Missa pro defunctis - Sanctus & Benedictus
07. Missa pro defunctis - Agnus Dei
08. Missa pro defunctis - Communio
09. Motectum - Versa est in luctum
10. Absolutio - Libera me
11. O Domine Iesu Christe
12. Domine, non sum dignus
13. Salve Regina
14. Vadam et circuibo civitatem

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Collegium Vocale Gent
Philippe Herreweghe, regente


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Anton Dvorak (1841-1904) - Sonatina in G major, Op.100, Rondo in G minor, Op.94, Silent Woods, Op.68 No.5, Songs My Mother Taught Me, Op.55 No.4 etc

Que disco delicioso! Outra questão importante: a capa do disco é tão bela quanto o elemento imaterial que está lá dentro. Ou seja, a beleza desse disco começa pela capa, que bem traduz o espírito da música de Dvorak. Simplesmente não entendi por que este disco aparece apenas com três estrelas na Amazon. O disco nos traz um colorido criativo todo especial, revelando as qualidades poéticas da música do compositor checo. Uma maviosidade lírica delicada. É um disco para se ouvir em muitas ocasiões. É, acima de tudo, algo que faz bem. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Anton Dvorak (1841-1904) - 

Sonatina in G major, Op.100
01. I. Allegro risoluto
02. II. Larghetto
03.  III. Scherzo
04. IV. Finale

Rondo in G minor, Op.94
05. Rondo in G minor, Op.94

Silent Woods, Op.68 No.5
06. Silent Woods, Op.68 No.5

Songs My Mother Taught Me, Op.55 No.4
07. Songs My Mother Taught Me, Op.55 No.4

Good Night, Op.73 No.1
08. Good Night, Op.73 No.1

Polonaise in A major, Op. posth
09. Polonaise in A major, Op. posth

Larghetto in G minor, Op.75a No.4
10. Larghetto in G minor, Op.75a No.4

Song to the Moon from 'Rusalka', Op.114
11. Song to the Moon from 'Rusalka', Op.114

Lasst mich allein, Op.82 No.1
12. Lasst mich allein, Op.82 No.1

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Christian Poltéra, cello
Kathryn Stott, piano


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sábado, 19 de outubro de 2013

Igor Stravinsky (1882-1971) - Complete Music for Piano & Orchestra

Excelente disco! Tive a oportunidade de ouvi-lo por duas vezes. É um disco que se propõe a trazer a obra completa para piano e orquestra de Stravinsky. O disco foca na fase neo-clássica do grande bruxo. O brilho da interpretação é significativo. Steven Osborne se adequa muito bem às exigências da música de Stravinsky. Mais um belo disco da Hyperion. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Igor Stravinsky (1882-1971) -

01. Song of the Volga Boatman de sopro e percussão
02. Largo-Allegro-Maestoso (Concerto para piano e instrumentos de sopro)
03. Larghissimo
04. Allegro-Agitato-Lento-Stringendo
05. Presto (Capriccio para piano e orquestra)
06. Andante rapsodico
07. Allegro ma capriccioso ritmo giusto
08. 1/8th = 110 (movimentos para piano e orquestra)
09. 1/8th = 52
10. 1/8th = 72
11. 1/8th = 80
12. 1/8th = 104
13. Vivace (Concerto em D para orquestra de cordas)
14. Arioso: Andantino
15. Rondo: Allegro
16. Canon (em uma canção popular russa)

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BBC Scottish Symphony Orchestra
Ilan Volkov, regente
Steven Osborne, piano


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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Alexander Glazunov (1865-1936) - Violin Concerto in A minor Op 82 e Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Violin Concerto No 1 in A minor Op 77

Excelente disco! Surpreendi-me com o Concerto para violino e orquestra de Glazunov. Mostra uma beleza incomum. O lirismo impressiona. O dinamismo produz uma elegância extraordinária. O russo o concluiu em 1904. A outra obra do disco é mais conhecida do que o concerto de Glazunov. Refiro-me ao Concerto para violino no. 1, de uma dureza e um pessimismo acachapantes de Shostakovich. Gennady e Sasha Rozhdestvensky posicionam-nos diante de algo belo e que nos faz imaginar coisas grandes, belas, mas também amargas. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Alexander Glazunov (1865-1936) - 

Violin Concerto in A minor Op 82
01. Moderato Cadenza Allegro

Dmitri Shostakovich (1906-1975) -

Violin Concerto No 1 in A minor Op 77
02.  Nocturne Moderato
03. Scherzo Allegro
04. Passacaglia Andante Cadenza
05. Burlesque Allegro con brio Presto

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State Symphony Capella of Russia
Gennady Rozhdestvensky, regente
Sasha Rozhdestvensky, violino

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Anton Bruckner (1824-1896) - Sinfonia No. 7 em Mi Maior

As Sinfonias de Bruckner passaram por gradações, rumo a um crescendo extraordinário. Penso que Bruckner "engrene" a partir da Quarta, embora a Terceira - "Wagner" - já possua os gérmenes da grandiosidade que se seguiriam nos trabalhos futuros. A Sétima em específico é uma apoteose. Ela consagra a grandiosidade de Bruckner. Do conjunto das nove sinfonias, penso que a Quarta, a Sétima e a Oitava sejam as mais expressivas, vindo em seguida a Nona, a Quinta e a Sexta. Aqui temos a Sétima regida por Wilhelm Furtwangler. Trata-se de uma gravação realizada em 1951, em Roma. É uma gravação antiga. Percebemos isso ao longo da execução. Mas Furtwangler nos transmite determinados matizes que tornam o trabalho bruckeneriano mais belo. Uma boa apreciação! 

Anton Bruckner (1824-1896) -

Sinfonia No. 7 em Mi Maior 
01. I. Allegro moderato
02. II. Adagio (Sehr feierlich und sehr langsam)
03. III. Scherzo (Sehr schnell) & Trio (Etwas lang
04. IV. Finale (Bewegt, doch nicht zu schnell)

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Berliner Philharmoniker
Wilhelm Furtwangler, regente

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