terça-feira, 24 de março de 2026

Giuseppe Torelli (1658-1709) - 12 Concerti Grossi, Op. 8


O compositor italiano Giuseppe Torelli é um nome que não aparece com frequência por aqui. Nem lembro qual foi a última postagem com a sua música. O fato é que Torelli é um nome importantíssimo dentro da tradição do barroco. Quando falamos de Barroco, é comum lembrarmos imediatamente a música de Corelli, Telemann, Bach ou Vivaldi. Com frequência, a música de Torelli fica de fora.

No período em que viveu, a música coral ainda possuía uma força considerável. A influência da música renascentista ainda se fazia sentir. Torelli ajudou a mudar isso. Ele foi responsável por contribuir com a ideia de concerto como veio a se consolidar mais tarde.

Embora o concerto como forma musical não tenha sido inventado por um único compositor, Torelli desempenhou um papel crucial em sua consolidação. Ele foi um dos primeiros a estruturar o diálogo entre solista e orquestra de maneira clara e dramática — uma ideia que se tornaria central no gênero.

Em suas mãos, o concerto ganhou forma: movimentos contrastantes, alternância entre tutti (todos os instrumentos) e solo, e um senso de tensão e resolução que antecipava práticas posteriores. Esse modelo seria amplamente explorado por compositores como Antonio Vivaldi, que o expandiria com vigor e virtuosismo.

Neste disco, encontramos uma boa mostra de seu estilo elegante. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!  

Giuseppe Torelli (1658-1709) - 

01. Concerto Primo [in Do maggiore]
02. Concerto Secondo [in La minore]
03. Concerto Terzo [in Mi maggiore]
04. Concerto Quarto [in Si bemolle maggiore]
05. Concerto Quinto [in Sol maggiore]
06. Concerto Sesto «Per il Santissimo Natale» [in Sol minore]
07. Concerto Settimo [in Re minore]
08. Concerto Ottavo [in Do minore]
09. Concerto Nono [in Mi minore]
10. Concerto Decimo [in La maggiore]
11. Concerto Undicesimo [in Fa maggiore]
12. Concerto Dodicesimo [in Re maggiore]

Ensemble Locatelli 

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segunda-feira, 23 de março de 2026

Henri Vieuxtemps (1820-1881) - Violin Concerto No. 5 in A Minor, Op. 37, Violin Concerto No. 6 in G Major, Op. 47 e Violin Concerto No. 7 in A Minor, Op. 49

Como afirmei no último post, o compositor franco-belga Henri Vieuxtemps, escreveu sete concertos para violino e orquestra ao longo de sua vida. Era um virtuose do instrumento. Esses sete concertos são marcados pelo lirismo, pela exacerbação da exigência do intérprete; a performance deve ser quase paganiniana. Nesta postagem, aparecem os três últimos concertos escritos pelo compositor – os de número 5, 6 e 7. São obras escritas já na fase de maturidade do compositor; portanto, é possível perceber algumas marcas que criam pequenas inovações na escrita.

O Concerto No. 5 é um dos principais concertos do compositor. Ele possui um equilíbrio consistente. Vieuxtemps procura conciliar o lirismo expansivo, a estrutura formal com grande coesão interna e o lirismo sempre presente. O belga constrói um concerto “sinfônico” por excelência.

O Concerto No. 6 foi escrito entre os anos de 1865 e 1866. É um dos seus concertos menos executados. Foi escrito em um período mais tardio da vida do compositor. Nele, a primeira coisa que surge é a percepção de que o compositor se afasta consideravelmente da grandiloquência das obras anteriores. A obra possui um caráter mais introspectivo.

E, por fim, O concerto No. 7, que foi escrito entre os anos de 1869 e 1870. É uma obra cujo rigor formal continua expresso, todavia é possível perceber uma busca por uma maior liberdade. O discurso é mais fluído e menos rigoroso; há momentos de quase improvisação.

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação.   

Henry Vieuxtemps (1820-1881) - 

01. Violin Concerto No. 5 in A Minor, Op. 37, Gretry - I. Allegro non troppo - Moderato
02. Violin Concerto No. 5 in A Minor, Op. 37, Gretry - Adagio
03. Violin Concerto No. 5 in A Minor, Op. 37, Gretry - Allegro con fuoco
04. Violin Concerto No. 6 in G Major, Op. 47 - Allegro moderato
05. Violin Concerto No. 6 in G Major, Op. 47 - Pastorale. Andante con moto
06. Violin Concerto No. 6 in G Major, Op. 47 - Intermezzo siciliano
07. Violin Concerto No. 6 in G Major, Op. 47 - Rondo final -  Allegretto
08. Violin Concerto No. 7 in A Minor, Op. 49 - Moderato
09. Violin Concerto No. 7 in A Minor, Op. 49 - Melancolie
10. Violin Concerto No. 7 in A Minor, Op. 49 - Allegro vivo

Slovak Radio Symphony Orchestra
Andrew Mogrelia, regente
Arnhem Philharmonic Orchestra
Takuo Yuasa, regente
Misha Keylan, violino 

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Chopin & Scriabin - Préludes

Textinho básico de apresentação do disco:

"O renomado pianista e maestro Mikhail Pletnev anunciou o lançamento de seu próximo álbum, Chopin & Scriabin: Préludes.

As 24 prelúdios de Chopin, inspirados em parte por Bach, percorrem todas as tonalidades maiores e menores, formando um caleidoscópio de atmosferas e sensações musicais. Já os prelúdios de Scriabin, menos frequentemente executados, seguem a mesma estrutura tonal, oferecendo um panorama fascinante da linguagem musical inicial do visionário compositor russo, também influenciado pelo conjunto de Chopin.

O álbum marca a primeira gravação de Pletnev para a Deutsche Grammophon em quase duas décadas, além de representar o primeiro lançamento principal da gravadora em formato totalmente analógico (AAA) desde a década de 1980, com engenharia de som assinada pelos Emil Berliner Studios".

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!  

01 No. 1 in C Major. Agitato
02 No. 2 in A Minor. Lento
03 No. 3 in G Major. Vivace
04 No. 4 in E Minor. Largo
05 No. 5 in D Major. Molto allegro
06 No. 6 in B Minor. Lento assai
07 No. 7 in A Major. Andantino
08 No. 8 in F-Sharp Minor. Molto agitato
09 No. 9 in E Major. Largo
10 No. 10 in C-Sharp Minor. Molto allegro
11 No. 11 in B Major. Vivace
12 No. 12 in G-Sharp Minor. Presto
13 No. 13 in F-Sharp Major. Lento
14 No. 14 in E-Flat Minor. Allegro
15 No. 15 in D-Flat Major _Raindrop Prelude_
16 No. 16 in B-Flat Minor. Presto con fuoco
17 No. 17 in A-Flat Major. Allegretto
18 No. 18 in F Minor. Molto allegro
19 No. 19 in E-Flat Major. Vivace
20 No. 20 in C Minor. Largo
21 No. 21 in B-Flat Major. Cantabile
22 No. 22 in G Minor. Molto agitato
23 No. 23 in F Major. Moderato
24 No. 24 in D Minor. Allegro appassionato
25 No. 1 in C Major. Vivace
26 No. 2 in A Minor. Allegretto
27 No. 3 in G Major. Vivo
28 No. 4 in E Minor. Lento
29 No. 5 in D Major. Andante cantabile
30 No. 6 in B Minor. Allegro
31 No. 7 in A Major. Allegro assai
32 No. 8 in F-Sharp Minor. Allegro agitato
33 No. 9 in E Major. Andantino
34 No. 10 in C-Sharp Minor. Andante
35 No. 11 in B Major. Allegro assai
36 No. 12 in G-Sharp Minor. Andante
37 No. 13 in G-Flat Major. Lento
38 No. 14 in E-Flat Minor. Presto
39 No. 15 in D-Flat Major. Lento
40 No. 16 in B-Flat Minor. Misterioso
41 No. 17 in A-Flat Major. Allegretto
42 No. 18 in F Minor. Allegro agitato
43 No. 19 in E-Flat Major. Affettuoso
44 No. 20 in C Minor. Appassionato
45 No. 21 in B-Flat Major. Andante
46 No. 22 in G Minor. Lento
47 No. 23 in F Major. Vivo
48 No. 24 in D Minor. Presto

Mikhail Pletnev, piano 

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domingo, 22 de março de 2026

Leonard Bernstein - Bernstein Conducts Stravinsky

Nascido em 1882, nos arredores de São Petersburgo, Stravinsky cresceu em um ambiente musical privilegiado: seu pai era cantor da Ópera Imperial. Ainda assim, sua formação não seguiu o caminho acadêmico tradicional. Foi sob a orientação de Nikolai Rimsky-Korsakov que o jovem compositor desenvolveu suas habilidades - absorvendo, inicialmente, o colorido orquestral típico da escola russa.

Mas a história de Stravinsky é também a de um exilado permanente. A Revolução Russa o afastou definitivamente de sua terra natal. Viveu na Suíça, na França e, por fim, nos Estados Unidos, onde se naturalizou. Essa trajetória geográfica fragmentada se refletiria diretamente em sua estética: múltipla, mutante, sempre inquieta.

Stravinsky foi o compositor das rupturas. Foi alguém que contribuiu significativamente com as mudanças estéticas ocorridas ao longo do século XX. Suas obras possuem um sabor disruptivo. Em 1913, em Paris, na estreia de "A Sagração da Primavera", houve um cismo que abalou praticamente com as convenções da época. Ritmos irregulares, dissonâncias agressivas e uma energia primitiva substituíam a elegância do balé clássico. Aquilo indicava o que seria ouvir música no século XX.

Ao longo de sua trajetória, o compositor se reinventou algumas vezes. Desse modo, é possível falar de um Stravinsky do período russo - o Stravinsky da juventude; de um Stravinsky neoclássico, que buscava olhar para o passado e reenquadrar sua leitura com uma linguagem moderna; o Stravinsky do serialismo, tendência que seguiu o compositor até os anos finais.  

Neste disco, encontramos obras que mudaram em definitivo a maneira de ouvir música, conduzidas por Leonard Bernstein. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

Igor Stravinsky (1882-1971) - 

DISCO 01

01. The Soldier's Tale (Excerpts) : The Soldier's March
02. The Soldier's Tale (Excerpts) : Music to Scene 1
03. The Soldier's Tale (Excerpts) : The Royal March
04. The Soldier's Tale (Excerpts) : Music to Scene 2
05. The Soldier's Tale (Excerpts) : The Little Concert
06. The Soldier's Tale (Excerpts) : 3 Dances: Tango - Waltz - Ragtime
07. The Soldier's Tale (Excerpts) : Little Chorale
08. The Soldier's Tale (Excerpts) : The Devil's Dance
09. The Soldier's Tale (Excerpts) : The Great Chorale
10. The Soldier's Tale (Excerpts) : Triumphal March of the Devil
11. Octet for Wind Instruments : I. Sinfonia
12. Octet for Wind Instruments : II. Tema con variazioni
13. Octet for Wind Instruments : III. Finale

DISCO 02

01. The Rite of Spring (1913 Version) : Adoration of the Earth, Part I: Introduction
02. The Rite of Spring (1913 Version) : Adoration of the Earth, Part I: The Augurs of Spring - Dances of the Young Girls
03. The Rite of Spring (1913 Version) : Adoration of the Earth, Part I: Ritual of Abduction
04. The Rite of Spring (1913 Version) : Adoration of the Earth, Part I: Spring Rounds
05. The Rite of Spring (1913 Version) : Adoration of the Earth, Part I: Ritual of the Rival Tribes
06. The Rite of Spring (1913 Version) : Adoration of the Earth, Part. I: Procession of the Sage
07. The Rite of Spring (1913 Version) : Adoration of the Earth, Part. I: The Sage
08. The Rite of Spring (1913 Version) : Adoration of the Earth, Part. I: Dance of the Earth
09. The Rite of Spring (1913 Version) : The Sacrifice, Part II: Introduction
10. The Rite of Spring (1913 Version) : The Sacrifice, Part II: Mystic Circles of the Young Girls
11. The Rite of Spring (1913 Version) : The Sacrifice, Part II: Glorification of the Chosen One
12. The Rite of Spring (1913 Version) : The Sacrifice, Part II: The Summoning of the Ancients
13. The Rite of Spring (1913 Version) : The Sacrifice, Part II: Ritual of the Ancients
14. The Rite of Spring (1913 Version) : The Sacrifice, Part II: Sacrificial Dance
15. The Firebird Suite (1919 Version) (Remastered) : Introduction
16. The Firebird Suite (1919 Version) (Remastered) : The Firebird and its Dance
17. The Firebird Suite (1919 Version) (Remastered) : Variation of the Firebird
18. The Firebird Suite (1919 Version) (Remastered) : The Princesses' Round
19. The Firebird Suite (1919 Version) (Remastered) : Infernal Dance of King Kashchei
20. The Firebird Suite (1919 Version) (Remastered) : Lullaby
21. The Firebird Suite (1919 Version) (Remastered) : Finale

DISCO 03

01. Concerto for Piano and Wind Instruments (1950 Version) : I. Lento - Allegro - Lento
02. Concerto for Piano and Wind Instruments (1950 Version) : II. Largo
03. Concerto for Piano and Wind Instruments (1950 Version) : III. Finale. Allegro
04. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : I. Sinfonia (Ouverture). Allegro moderato
05. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : II. Serenata. Larghetto
06. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : IIIa. Scherzino
07. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : IIIb. Allegro
08. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : IIIc. Andantino
09. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : IV. Tarantella
10. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : V. Toccata. Allegro
11. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : VIa. Gavotta con due variazioni. Allegro moderato
12. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : VIb. Variazione I. Allegretto
13. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : VIc. Variazione II. Allegro più tosto moderato
14. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : VII. Vivo
15. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : VIIIa. Minuetto. Molto moderato
16. Pulcinella Suite for Chamber Orchestra - Music after Pergolesi : VIIIb. Finale. Allegro assai

DISCO 04

01. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene I: Fête populaire de la semaine grasse
02. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene I: La Cabine du Charlatan
03. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene I: Danse russe
04. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene II: Chez Pétrouchka
05. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene III: Chez le Maure
06. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene III: Danse de la Ballerine
07. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene III: Valse - La Ballerine et le Maure
08. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene IV: Fête populaire de la semaine grasse (vers le soir)
09. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene IV: Danse des nounous
10. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene IV: L'Ours et un paysan
11. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene IV: Un marchand fêtard avec deux tziganes
12. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene IV: Danse des cochers et des palefreniers
13. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene IV: Les Déguisés
14. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene IV: La Rixe: Le Maure et Pétrouchka
15. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene IV: Mort de Pétrouchka
16. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene IV: La Police et le Charlatan
17. Pétrouchka - Burlesque in four scenes for Orchestra (1947 version) : Scene IV: Apparition du Double de Pétrouchka
18. Leonard Bernstein Discusses Stravinsky and the Petrushka Ballet

DISCO 05

01. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part One - Adoration of the Earth. Introduction. Lento
02. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part One - The Augurs of Spring
03. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part One - Mock Abduction
04. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part One - Spring Round Dances
05. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part One - Games of the Rival Tribes
06. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part One - Procession of the Wise Elders
07. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part One - Dance of the Earth
08. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part Two - The Sacrifice. Introduction. Largo
09. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part Two - Mystical Circles of the Young Girls
10. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part Two - Glorification of the Chosen Victim
11. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part Two - Summoning of the Ancestors
12. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part Two - Ritual of the Ancestors
13. The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in Two Parts) : Part Two - Sacrificial Dance (The Chosen One)

DISCO 06

01. Oedipus Rex : Prologue: Your Are About to Hear a Latin Version of Oedipus the King
02. Oedipus Rex : Act I: "Caedit nos pestis"
03. Oedipus Rex : Act I: "Liberi vos liberabo"
04. Oedipus Rex : Act I: This is Creon, Brother-In-Law of Oedipus
05. Oedipus Rex : Act I: "Respondit Deus"
06. Oedipus Rex : Act I:" Oedipus Questions the Fountain of Truth
07. Oedipus Rex : Act I: "Dicere non possum"
08. Oedipus Rex : Act I: "Gloria!"
09. Oedipus Rex : Act II: The Dispute of the Princess Attracts the Attention of Jocasta
10. Oedipus Rex : Act II: "Nonn'erubescite, reges"
11. Oedipus Rex : Act II: "Ne Probentur Oracula"
12. Oedipus Rex : Act II: "Ego senem cecici"
13. Oedipus Rex : Act II: The Witness to the Murder Comes Out of the Shadow
14. Oedipus Rex : Act II "Adest omniscius pastor"
15. Oedipus Rex : Act II: "Nonne monstru rescituri"
16. Oedipus Rex : Act II: And Now You Are Going to Hear That Famous Monolog
17. Oedipus Rex : Act II: "Divum locastae caput mortuum!"
18. Oedipus Rex : Act II: "Ecce! Regem Oedipoda"
19. Symphony of Psalms (1948 Version) : I. Exaudi orationem meam, Domine - Psalmus 38, 13:14 (Vulgata)
20. Symphony of Psalms (1948 Version) : II. Expectans expectavi Dominum - Psalmus 39, 2-4 (Vulgata)
21. Symphony of Psalms (1948 Version) : III. Alleluja. Laudate Dominum - Psalmus 150 (Vulgata)

New York Phiharmonic
London Symphony Orchestra
Boston Symphony Orchestra

Leonard Bernstein, regente 

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sábado, 21 de março de 2026

Richard Wagner (1813-1886) - Lohengrin, WWV 75

Lohengrin é um personagem das lendas medievais arturianas. É um dos cavaleiros do Santo Graal, filho de Parsifal. Ele é enviado, em um barco movido por cisnes (daí ser também chamado Cavaleiro do Cisne), para salvar Elsa, a jovem Duquesa de Brabant, ameaçada por famílias inimigas.

Ele aceita protegê-la com a condição de nunca revelar seu nome. Se isto acontecer, ele será forçado a abandoná-la. Os dois se casam. Lohengrin acaba revelando seu nome e tem de deixar sua esposa para sempre.

A ópera Lohengrin pertence ao segundo período das óperas de Richard Wagner, juntamente com O Holandês Voador (conhecida entre nós como O Navio Fantasma) e Tannhäuser. Posteriormente virão suas grandes óperas do terceiro período, dentre as quais podemos destacar Tristão e Isolda, a tetralogia O Anel do Nibelungo e sua última, Parsifal, também baseada na lenda do Santo Graal.

Lohengrin foi concluída em 1848, quando Wagner tinha 35 anos. Como de costume, o libreto e a música são de sua autoria.

Vamos ouvir o Prelúdio do 3º Ato seguido pelo Coro Nupcial (muito conhecido e usado em casamentos; em inglês é apelidado de Here comes the bride: “aí vem a noiva”).

Elsa, a personagem principal, é interpretada pela grande soprano Anna Netrebko (que, nesta cena, não diz uma palavra sequer!)

Daqui

Richard Wagner (1813-1886) - 

DISCO 01

01 - Lohengrin, WWV 75, Act I_ Prelude
02 - Lohengrin, WWV 75, Act I_ Hört, Grafen, Edle, Freie von Brabant (Herald, The King)
03 - Lohengrin, WWV 75, Act I_ Dank, König, dir, daß du zu richten kamst! (Friedrich, Herald, The Ki
04 - Lohengrin, WWV 75, Act I_ Seht hin! Sie naht, die hart Beklagte! (The King, Elsa)
05 - Lohengrin, WWV 75, Act I_ Einsam in trüben Tagen (Elsa, The King)
06 - Lohengrin, WWV 75, Act I_ Mich irret nicht ihr träumerischer Mut (Friedrich, The King, Elsa)
07 - Lohengrin, WWV 75, Act I_ Wer hier im Gotteskampf zu streiten kam (Herald, Friedrich, Elsa)
08 - Lohengrin, WWV 75, Act I_ Nun sei bedankt, mein lieber Schwan! (Lohengrin, The King)
09 - Lohengrin, WWV 75, Act I_ Zum Kampf für eine Magd zu stehn (Lohengrin, Elsa)
10 - Lohengrin, WWV 75, Act I_ Nun hört! Euch, Volk und Edlen mach' ich kund (Lohengrin, Friedrich,
11 - Lohengrin, WWV 75, Act I_ Nun höret mich und achtet wohl (Herald, Lohengrin, Friedrich, The Kin
12 - Lohengrin, WWV 75, Act I_ Durch Gottes Sieg ist jetzt dein Leben mein (Lohengrin, The King, Els

DISCO 02


01 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ Introduction
02 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ Erhebe dich, Genossin meiner Schmach! (Friedrich, Ortrud)
03 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ Du wilde Seherin (Friedrich, Ortrud)
04 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ Euch Lüften, die mein Klagen (Elsa, Ortrud, Friedrich)
05 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ Elsa! (Ortrud, Elsa)
06 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ Entweihte Götter! Helft jetzt meiner Rache! (Ortrud, Elsa)
07 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ Wie kann ich solche Huld dir lohnen (Ortrud, Elsa, Friedrich)
08 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ In Frühn versammelt uns der Ruf
09 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ Des Königs Wort und Will' tu ich euch kund (Herald, Four Nobles, Fri

DISCO 03


01 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ Gesegnet soll sie schreiten
02 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ Zurück, Elsa! Nicht länger will ich dulden (Ortrud, Elsa, The King,
03 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ O König! Trugbetörte Fürsten! Haltet ein! (Friedrich, The King, Lohe
04 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ Welch ein Geheimnis muß der Held bewahren_ (The King, Ortrud, Friedr
05 - Lohengrin, WWV 75, Act II_ Lohengrin, WWV 75, Act II Mein Held, entgegne kühn dem Ungetreuen (T

DISCO 04

01 - Lohengrin, WWV 75, Act III_ Prelude
02 - Lohengrin, WWV 75, Act III_ Treulich geführt ziehet dahin (Ladies, Men, Women)
03 - Lohengrin, WWV 75, Act III_ Das süße Lied verhallt (Lohengrin, Elsa)
04 - Lohengrin, WWV 75, Act III_ Fühl' ich zu dir so süß mein Herz entbrennen (Elsa, Lohengrin)
05 - Lohengrin, WWV 75, Act III_ Atmest du nich mit mir die süßen Düfte_ (Lohengrin, Elsa)
06 - Lohengrin, WWV 75, Act III_ Höchstes Vertraun hast du mir schon zu danken (Lohengrin, Elsa)
07 - Lohengrin, WWV 75, Act III_ Weh, nun ist all unser Glück dahin! (Lohengrin, Elsa)
08 - Lohengrin, WWV 75, Act III_ Heil König Heinrich! (All The Men, The King, Four Nobles)
09 - Lohengrin, WWV 75, Act III_ Macht Platz dem Helden von Brabant! (The King, Lohengrin, The King'
10 - Lohengrin, WWV 75, Act III_ In ferner Land, unnahbar euren Schritten (Lohengrin, The King, Men,
11 - Lohengrin, WWV 75, Act III_ Mein lieber Schwan! (Lohengrin, The King, Men, Women, Ortrud, Elsa)

Rundfunk-Sinfoniorchester Berlin
Marek Janowski, regente 

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sexta-feira, 20 de março de 2026

Antonio Vivaldi (1678-1643) - Complete Cello Sonatas

Vamos a uma espetacular postagem com a música do padre Antonio Vivaldi, um dos compositores mais prolíficos da história da música. Estamos a falar de "il prete rosso" ("o padre ruivo"). O compositor foi ordenado jovem ainda muito jovem. Todavia, a sua carreira litúrgica foi rapidamente ofuscada por causa da paixão pela música. Problemas de saúde - talvez, asma - afastaram-no dos serviços religiosos, permitindo que ele se dedicasse em definitivo à música.

Ao longo da vida, Vivaldi escreveu mais de 500 concertos, além das óperas, motetos e obras sacras. Os números e qualidade impressionam. O compositor era um virtuose. Escreveu inúmeras obras para serem executadas por alunos. Pelos canais e igrejas, sua música era tocada no século XVIII. Neste disco, por exemplo, encontramos as sonatas para violoncelo. A execução da obra fica a cargo de Ophélie Gaillard. 

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

Antonio Vivaldi (1678-1643) - 

01. Vivaldi: Cello Sonata in A Minor, RV 43: I. Largo (4:21)
02. Vivaldi: Cello Sonata in A Minor, RV 43: II. Allegro (3:09)
03. Vivaldi: Cello Sonata in A Minor, RV 43: III. Largo (4:13)
04. Vivaldi: Cello Sonata in A Minor, RV 43: IV. Allegro (3:03)
05. Vivaldi: Cello Sonata in E Minor, RV 40: I. Largo (3:12)
06. Vivaldi: Cello Sonata in E Minor, RV 40: II. Allegro (2:47)
07. Vivaldi: Cello Sonata in E Minor, RV 40: III. Largo (3:39)
08. Vivaldi: Cello Sonata in E Minor, RV 40: IV. Allegro (2:06)
09. Vivaldi: Cello Sonata in G Minor, RV 42: I. Preludio. Largo (4:30)
10. Vivaldi: Cello Sonata in G Minor, RV 42: II. Allemanda. Andante (3:43)
11. Vivaldi: Cello Sonata in G Minor, RV 42: III. Sarabanda. Largo (4:55)
12. Vivaldi: Cello Sonata in G Minor, RV 42: IV. Gigue. Allegro (2:14)
13. Vivaldi: Cello Sonata in F Major, RV 41: I. Largo (3:03)
14. Vivaldi: Cello Sonata in F Major, RV 41: II. Allegro (2:24)
15. Vivaldi: Cello Sonata in F Major, RV 41: III. Largo (3:35)
16. Vivaldi: Cello Sonata in F Major, RV 41: IV. Allegro (2:33)
17. Vivaldi: Cello Sonata in A Minor, RV 44: I. Largo (2:14)
18. Vivaldi: Cello Sonata in A Minor, RV 44: II. Alegro poco (2:25)
19. Vivaldi: Cello Sonata in A Minor, RV 44: III. Largo (3:31)
20. Vivaldi: Cello Sonata in A Minor, RV 44: IV. Alegro (2:27)
21. Vivaldi: Cello Sonata in B-Flat Major, RV 46: I. Preludio. Largo (2:24)
22. Vivaldi: Cello Sonata in B-Flat Major, RV 46: II. Allemanda. Allegro (2:27)
23. Vivaldi: Cello Sonata in B-Flat Major, RV 46: III. Largo (2:49)
24. Vivaldi: Cello Sonata in B-Flat Major, RV 46: IV. Corrente. Allegro (2:36)
25. Vivaldi: Cello Sonata in B-Flat Major, RV 45: I. Largo (4:05)
26. Vivaldi: Cello Sonata in B-Flat Major, RV 45: II. Allegro (2:33)
27. Vivaldi: Cello Sonata in B-Flat Major, RV 45: III. Largo (4:49)
28. Vivaldi: Cello Sonata in B-Flat Major, RV 45: IV. Allegro (3:10)
29. Vivaldi: Cello Sonata in B-Flat Major, RV 47: I. Largo (3:32)
30. Vivaldi: Cello Sonata in B-Flat Major, RV 47: II. Allegro (3:09)
31. Vivaldi: Cello Sonata in B-Flat Major, RV 47: III. Largo (3:22)
32. Vivaldi: Cello Sonata in B-Flat Major, RV 47: IV. Allegro (2:08)
33. Vivaldi: Cello Sonata in E-Flat Major, RV 39: I. Larguetto (4:06)
34. Vivaldi: Cello Sonata in E-Flat Major, RV 39: II. Allegro (2:44)
35. Vivaldi: Cello Sonata in E-Flat Major, RV 39: III. Andante (2:39)
36. Vivaldi: Cello Sonata in E-Flat Major, RV 39: IV. Allegro (2:53)

Pulcinella Orchestra
Ophélie Gaillard, violoncelo 

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quinta-feira, 19 de março de 2026

Maurice Ravel (1875-1937) - Gaspard de la Nuit e Piano Concerto in G major e Claude Debussy (1862-1918) - Children's Corner

Da apresentação do disco:

"Um tributo a Arturo Benedetti Michelangeli, pianista italiano de aura quase mítica e temperamento imprevisível; um perfeccionista de repertório rigorosamente selecionado, no qual as obras de Scarlatti dialogavam com Debussy e Ravel, enquanto os grandes românticos alemães, de Beethoven a Brahms, eram elevados e amplificados, evidenciando a solidez de sua construção musical.

Seu catálogo de gravações é enxuto, concentrado sobretudo em peças de Debussy e Ravel, além de algumas de Beethoven. Curiosamente, costumava adquirir gravações piratas ao vivo de seus próprios concertos para presentear amigos, em vez de recorrer às suas versões “oficiais”.

Esta antologia francesa reúne interpretações lendárias, marcadas por um toque inimitável — reconhecível pela flexibilidade sonora e pela pureza de estilo. Um clássico revivido".

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

Maurice Ravel (1875-1937) - 

Gaspard de la Nuit (1908)
01. Ondine
02. Gibet
03. Scarbo

Piano Concerto in G major (1929-31)
04. I. Allegramente
05. II. Adagio assai
06. III. Presto
07. Valses nobles et sentimentales (1911)

Claude Debussy (1862-1918) - 

Children's Corner (1910)
08. Doctor Gradus ad parnassum (modérément animé)
09. Jimbo's Lullaby (assez modéré)
10. Serenade for the doll (allegretto ma non troppo, léger et gracieux)
11. The snow is dancing (modérément animé)
12. The little shepherd (très modéré)
13. Golliwog's cake-walk (allegro giusto)

London Philharmonia Orchestra
Ettore Gracis, regente
Arturo Benedetti Michelangeli, piano 

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quarta-feira, 18 de março de 2026

Richard Strauss (1864-1949) - Salome

Texto da apresentação do disco:

"A peça Salomé, de Oscar Wilde, foi concebida para a atriz Sarah Bernhardt e inicialmente planejada para estrear em Londres, em 1892. No entanto, a encenação foi barrada pela censura — à época, era proibido representar personagens bíblicos nos palcos britânicos — e acabou sendo apresentada pela primeira vez em Paris, em 1896.

Wilde jamais assistiu à sua obra em cena. Durante as únicas duas apresentações realizadas enquanto ainda estava vivo, o autor cumpria pena de prisão por atos homossexuais. Posteriormente, a peça ganhou notoriedade na Alemanha. Após assistir a uma montagem em Berlim, em 1902, o compositor Richard Strauss decidiu transformá-la em sua terceira ópera.

Estreada em 1905, Salome, de Strauss, tornou-se muito mais conhecida do que o texto original de Wilde e permanece em cartaz com frequência em casas de ópera ao redor do mundo.

A gravação ao vivo mencionada foi realizada no Usher Hall, em Edimburgo, durante o Edinburgh International Festival, em agosto de 2022. Sob a regência de Edward Gardner, a Bergen Philharmonic Orchestra é acompanhada por um elenco de destaque, liderado por Malin Byström no papel-título, Gerhard Siegel como Herodes, Katarina Dalayman como Herodíades e Johan Reuter como João Batista".

 Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

Richard Strauss (1864-1949) - Salome

01. Salome, Scene 1: Wie schön ist die Prinzessin Salome heute Nacht!
02. Salome, Scene 1: Nach mir wird Einer kommen
03. Salome, Scene 2: Ich will nicht bleiben
04. Salome, Scene 2: Siehe, der Herr ist gekommen
05. Salome, Scene 2: Jauchze nicht, du Land Palästina
06. Salome, Scene 2: Du wirst das für mich tun, Narraboth, nicht wahr?
07. Salome, Scene 3: Wo ist er, dessen Sündenbecher jetzt voll ist?
08. Salome, Scene 3: Jochanaan! Ich bin verliebt in deinen Leib, Jochanaan!
09. Salome, Scene 3: Wird dir nicht bange, Tochter der Herodias?
10. Salome, Scene 4: Wo ist Salome?
11. Salome, Scene 4: Es ist kalt hier
12. Salome, Scene 4: Salome, komm, trink Wein mit mir
13. Salome, Scene 4: Sieh, die Zeit ist gekommen
14. Salome, Scene 4: Siehe, der Tag ist nahe
15. Salome, Scene 4: Eine Menge Menschen wird sich gegen sie sammeln
16. Salome, Scene 4: Tanz für mich, Salome
17. Salome, Scene 4: Salome’s Dance
18. Salome, Scene 4: Ah! Herrlich! Wundervoll, wundervoll!
19. Salome, Scene 4: Still, sprich nicht zu mir!
20. Salome, Scene 4: Salome, bedenk, was du tun willst
21. Salome, Scene 4: Man soll ihr geben, was sie verlangt!
22. Salome, Scene 4: Es ist kein Laut zu vernehmen
23. Salome, Scene 4: Ah! Du wolltest mich nicht deinen Mund küssen lassen, Jochanaan
24. Salome, Scene 4: Sie ist ein Ungeheuer, deine Tochter
25. Salome, Scene 4: Ah! Ich habe deinen Mund geküßt, Jochanaan

Bergen Philharmonic Orchestra
Edward Gardner, regente 

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Karl A. Hartmann (1905-1963) - Concerto Funebre for Violin and String Orchestra e Paul Hindemith (1895-1963) - Concerto for Violin and Orchestra e Concerto for Cello and Orchestra

Acredito que nunca tenha escutado os concertos encontrados neste disco. Confesso que gostei bastante, principalmente do Concerto para violoncelo de Hindemith. Vamos lá!

Composto em 1939, às vésperas da eclosão da Segunda Guerra Mundial, o Concerto Fúnebre de Hartmann é uma obra profundamente marcada pelo clima opressivo da Alemanha Nazista. Diferente de muitos contemporâneos que optaram pelo exílio, Hartmann permaneceu na Alemanha, adotando uma postura de resistência silenciosa: recusou-se a colaborar com o regime e praticamente retirou sua música da vida pública. 

O concerto nasce como um gesto de luto e denúncia. Estruturado em quatro movimentos, ele incorpora elementos que evocam tradições antigas - como corais e melodias folclóricas - reinterpretados sob uma ótica moderna e sombria. O uso de uma canção russa no último movimento não é casual: trata-se de um símbolo de solidariedade internacional diante do avanço do fascismo.

Hindemith, diferente de Hartmann, não ficou na Alemanha. Emigrou primeiramente para a Suíça e, depois, para os Estados Unidos. Sua importância diz respeito à contribuição que fez a uma organização estética em tempos de crise. Sua música não fica indiferente. 

O concerto para violino de Hindemith surge no mesmo ano do de Hartmann, mas com uma abordagem distinta. Aqui, não há lamento explícito, e sim uma busca por equilíbrio e racionalidade. Foi composto em 1939, o ano em que começou a Guerra. O solista dialoga com a orquestra de maneira integrada, sem o protagonismo romântico tradicional. A harmonia é densa, porém organizada segundo princípios próprios do compositor, afastando-se tanto do tonalismo clássico quanto do atonalismo radical.

Já o concerto para violoncelo aprofunda essa estética. O instrumento solista assume um papel introspectivo, explorando registros graves e uma expressividade contida. É uma obra que parece refletir o deslocamento do compositor - não apenas geográfico, mas cultural. 

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

01 - Concerto Funebre for Violin and String Orchestra_ I. Introduction. (Largo) att
02 - Concerto Funebre for Violin and String Orchestra_ II. Adagio att
03 - Concerto Funebre for Violin and String Orchestra_ III. Allegro di molto att
04 - Concerto Funebre for Violin and String Orchestra_ IV. Choral. Langsamer Marsch
05 - Concerto for Violin and Orchestra (1939)_ I. Mässig bewegte Halbe
06 - Concerto for Violin and Orchestra (1939)_ II. Langsam
07 - Concerto for Violin and Orchestra (1939)_ III. Lebhaft
08 - Concerto for Cello and Orchestra (1940)_ I. Mässig schnell (Allegro moderato)
09 - Concerto for Cello and Orchestra (1940)_ II. Ruhig bewegt (Andante con moto)
10 - Concerto for Cello and Orchestra (1940)_ III. Marsch. Lebhaft (Allegro marciale)

Czech Philharmonic Orchestra
Karel Ancerl, regente
André Gertler, violino
Paul Tortelier, violoncelo 

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terça-feira, 17 de março de 2026

Henry Vieuxtemps (1820-1881) - Violin Concerto No. 2 in F-Sharp Minor, Op. 19 e Violin Concerto No. 3 in A Minor, Op. 25

Vamos a mais dois concertos do compositor franco-belga Henri Vieuxtemps. O compositor escreveu sete violinos ao todo. Nesta postagem, aparecem o número 2 e o número 3. Esses concertos são conhecidos pelo virtuosismo característico do período romântico e são extraordinários exemplos da escola franco-belga. O Segundo Concerto à semelhança do Primeiro é uma obra de juventude. Ele possui aquele sabor paganiniano do virtuose. Todavia, nota-se uma preocupação por parte do compositor em produzir uma linguagem própria. De certa forma, as inovações iniciadas pelo compositor foram, mais tarde, aprofundadas no Concerto para violino de Mendelssohn, por exemplo.

Já o Concerto No. 3, nota-se a concepção mais amadurecida do compositor. A influência de Beethoven também se faz sentir. Observa-se, por exemplo, a preocupação em uma escrita orquestral mais refinada. O lirismo e o virtuosismo ainda continuam, mas em doses certas. Todavia, o que permanece na obra do compositor é a nobreza melódica, o brilho e a elegância instrumentais.

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

Henry Vieuxtemps (1820-1881) -

01. Violin Concerto No. 2 in F-Sharp Minor, Op. 19 - I. Allegro
02. Violin Concerto No. 2 in F-Sharp Minor, Op. 19 - II. Andante
03. Violin Concerto No. 2 in F-Sharp Minor, Op. 19 - III. Rondo
04. Violin Concerto No. 3 in A Minor, Op. 25 - I. Allegro
05. Violin Concerto No. 3 in A Minor, Op. 25 - II. Adagio
06. Violin Concerto No. 3 in A Minor, Op. 25 - III. Rondo

Janácek Philharmonic Orchestra

Dennis Burkh, regente
Misha Keylin, violino 

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William Byrd (1539/40-1623) - Infelix ego & Other Sacred Music

 

 
William Byrd é um dos maiores compositores renascentistas da Inglaterra. Byrd viveu no reinado de Elizabeth I. Vale mencionar que, nesse período, a Inglaterra consolidava sua nova identidade religiosa à medida que se afastava da Igreja Católica. William Byrd, mesmo em face dessa conjuntura histórica, manteve-se um católico convicto durante toda a sua vida.

Sua obra parece possuir essa característica, pois assumiu posições de respeito dentro da nova estrutura estatal com a religião anglicana. Essa situação singular permitiu que ele escrevesse tanto música para o culto anglicano quanto obras profundamente ligadas à tradição católica. Algumas de suas obras foram escritas para a liturgia inglesa, enquanto outras foram escritas para as comunidades católicas que praticavam a fé em segredo.

Neste disco, por exemplo, temos a coleção Cantione Sacrae, de 1591. Trata-se de motetos latinos, um dos pontos mais altos da escrita de Byrd. São obras de forte intensidade espiritual; além disso, possuem uma polifonia altamente elaborada. Já o Gradulia era um projeto ambicioso, composto entre 1605 e 1607. Esses dois volumes constituem um conjunto quase completo de música para o próprio da missa católica, cobrindo diversas festas do calendário litúrgico. Diferentemente de coleções de motetos isolados, o Gradualia oferece peças específicas para momentos da missa, como Introits, Graduals e Alleluias.

O estilo de Byrd impressiona pela estrutura. As linhas vocais se encaixam com precisão matemática, o que o transforma em um dos mais refinados compositores da polifonia renascentista. Essa combinação faz com que Byrd seja frequentemente comparado a grandes mestres continentais como Giovanni Pierluigi da Palestrina e Orlando di Lasso, embora sua linguagem possua uma identidade tipicamente inglesa.

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

William Byrd (1539/40-1623) - 

01 - Venite, exsultemus Domino a 6, T. 164 (Gradualia, 1607)
02 - Domine, non sum dignus a 6 (Cantiones Sacrae, 1591)
03 - Visita quaesumus, Domine a 4, T. 98 (Gradualia, 1605)
04 - Domine, salva nos a 6 (Cantiones Sacrae, 1591)
05 - Haec dies a 6 (Cantiones Sacrae, 1591)
06 - Cunctis diebus a 6 (Cantiones Sacrae, 1591)
07 - Gaudeamus omnes … Sanctorum omnium a 5, T. 78 (Gradualia, 1605)
08 - Timete Dominum – Venite ad Me a 5, T. 85 (Gradualia, 1605)
09 - Iustorum animae a 5, T. 86 (Gradualia, 1605)
10 - Beati mundo corde a 5, T. 87 (Gradualia, 1605)
11 - Deo gratias a 4, T. 107 (Gradualia, 1605)
12 - Afflicti pro peccatis nostris a 6, T. 51 (Cantiones Sacrae II, 15
13 - Cantate Domino a 6 (Cantiones Sacrae II, 1591)
14 - Laudate Dominum, omnes gentes a 6, T. 163 (Gradualia, 1607)
15 - Infelix ego a 6, T. 50 (Cantiones Sacrae, 1591)

The Cardinall's Musick

Andrew Carwood, regente 

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segunda-feira, 16 de março de 2026

Franz Schubert (1797-1828) - Piano Trio in B-Flat Major, D. 898 e Adagio, D. 897


Já revelei por aqui, em outros momentos, o quanto admiro a música de Franz Schubert. Em minha humilde opinião, Schubert é um dos maiores poetas da história da música. Ele conseguiu como ninguém, no espaço reduzido, quase intimista da música de câmara, produzir alguns das maiores obras da história da humanidade. Cito aqui, por exemplo, o Quinteto “A Truta” ou o fascinante e profundo quarteto “A morte e a donzela”. São obras cuja beleza fascina e nos coloca diante do delicado, do inominado, que revela muito sobre o ser humano.

Nesta postagem, aparece o D. 898, um dos seus trios mais bonitos e delicados.  Schubert nessas obras é o compositor do intimismo e do lirismo. Esse Trio foi composto em 1827, um ano antes da morte do compositor – mas, ano da morte de Beethoven. Schubert procura um equilíbrio entre a imaginação romântica e a estrutura clássica. Essa é uma característica elementar de sua obra.

Em 1827, o compositor já havia alcançado a maturidade na arte de compor. A doença que o levou à morte o dominara. Algumas das obras do período, como a já citada “A morte e a donzela” são repletas de melancolia. Todavia, o D. 898 não o é. Ele é revestido por uma atmosfera em que o equilíbrio e uma tepidez luminosa domina a obra. Possui aquele charme, aquela marca que somente o compositor era capaz de realizar.

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

Franz Schubert (1797-1828) - 

01 - Max Brod Trio - Piano Trio in B-Flat Major, D. 898- I. Allegro mod
02 - Max Brod Trio - Piano Trio in B-Flat Major, D. 898- II. Andante un
03 - Max Brod Trio - Piano Trio in B-Flat Major, D. 898- III. Scherzo.
04 - Max Brod Trio - Piano Trio in B-Flat Major, D. 898- IV. Finale. Al
05 - Max Brod Trio - Notturno, D. 897

Max Brod Trio 

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domingo, 15 de março de 2026

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Symphony No. 5 in C Minor, Op. 67, Symphony No. 8 in F Major, Op. 93 e Symphony No. 9 in D Minor, Op. 125 "Choral"

Texto extraído da apresentação do disco: 

O maestro Herbert von Karajan foi o mais renomado regente a surgir na Europa no período posterior à Segunda Guerra Mundial. Beneficiado por momentos decisivos ao longo de sua carreira - e apesar das controvérsias que marcaram seus primeiros anos - tornou-se o maestro mais gravado do século XX, posição que provavelmente o manterá como um dos regentes mais visíveis e comercialmente bem-sucedidos também no século XXI.

Nascido em Salzburgo, Karajan descendia de uma família de origem grega profundamente enraizada na Áustria, com antecedentes que incluíam estudiosos e médicos em Viena e na própria Salzburgo. Desde cedo demonstrou talento excepcional para a música: começou a tocar piano aos três anos de idade e apresentou seu primeiro recital apenas um ano depois.

Durante a adolescência, recebeu incentivo para transferir seu foco do piano para a regência. A decisão foi reforçada após assistir a uma apresentação conduzida por Arturo Toscanini durante uma visita a Viena — experiência que o levou a seguir definitivamente o caminho da batuta.

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -

01. Symphony No. 5 in C Minor, Op. 67: I. Allegro con brio (7:27)
02. Symphony No. 5 in C Minor, Op. 67: II. Andante con moto (10:43)
03. Symphony No. 5 in C Minor, Op. 67: III. Allegro - (4:57)
04. Symphony No. 5 in C Minor, Op. 67: IV. Allegro - Presto (8:55)
05. Symphony No. 8 in F Major, Op. 93: I. Allegro vivace e con brio (7:46)
06. Symphony No. 8 in F Major, Op. 93: II. Allegretto scherzando (3:44)
07. Symphony No. 8 in F Major, Op. 93: III. Tempo di menuetto (4:30)
08. Symphony No. 8 in F Major, Op. 93: IV. Allegro vivace (7:52)
09. Symphony No. 9 in D Minor, Op. 125 "Choral": I. Allegro ma non troppo, un poco maestoso (16:03)
10. Symphony No. 9 in D Minor, Op. 125 "Choral": II. Molto vivace - Presto (10:14)
11. Symphony No. 9 in D Minor, Op. 125 "Choral": III. Adagio molto e cantabile - Andante moderato (15:44)
12. Symphony No. 9 in D Minor, Op. 125 "Choral": IV. Presto - "O Freunde, nicht diese Töne!" (Ode to Joy) (24:17)

Wiener Philharmonic Orchestra
Herbert von Karajan, regente 

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sábado, 14 de março de 2026

Robert Schumann (1810-1856) - Symphony No. 1 in B flat, Op. 38 - "Spring" e Symphony No. 2 in C, Op. 61

 

Schumann foi o compositor das melodias sofisticadas. Sua obra destila o romantismo puro. A alma alemã. Muito respeitado pela escrita pianística para piano, o compositor, em 1841, deu uma guinada para o mundo sinfônico. No início de 1841, nasceu a sua Sinfonia No. 1, também conhecida como "Primavera" ("Frühlingssymphonie"). Segundo o próprio Schumann, a obra foi inspirada por um poema do escritor Adolf Böttger, cujo verso inicial evocava o despertar da primavera. O compositor chegou a imaginar títulos programáticos para cada movimento, embora os tenha abandonado antes da publicação. 

O trabalho possui uma elástica relevância, pois insere Schumann no terreno sinfônico, dominado pelos feitos beethoveanos. A estreia ocorreu em Leipzig em março de 1841, regida por Felix Mendelssohn, então diretor do Gewandhaus Orchestra. Mendelssohn foi um defensor decisivo da música de Schumann, e sua condução ajudou a legitimar o compositor no campo sinfônico.

Já a Segunda Sinfonia - a minha favorita entre as quatro escritas pelo compositor - é do ano de 1846. Ela possui uma atmosfera bem diferente da Primeira. Foi escrita em circunstâncias em que o compositor enfrentava constantes crises nervosas. Schumann a escreveu em meio a esse estado de fragilidade. Em carta, afirmou que a música lhe servia como um ato de resistência espiritual, quase uma forma de superação da enfermidade. O Adagio expressivo é uma das reflexões mais bonitas do período romântico. É dramático; é introspectivo; é grave; é solene. 

O último movimento da Segunda - Allegro molto vivace - é de força, entusiasmo e proclama um final arrebatador. A vida se coloca acima do sofrimento. É a afirmação do própria vida. Analisando por uma perspectiva romântica, Schumann explicita a vitória moral sobre o sofrimento. 

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

Robert Schumann (1810-1856) - 

01 - I. Andante un poco maestoso - Allegro molto vivace
02 - II. Larghetto
03 - III. Scherzo. Molto vivace
04 - IV. Allegro animato e grazioso
05 - I. Sostenuto assai - Allegro ma non Troppo
06 - II. Scherzo. Allegro vivace
07 - III. Adagio espressivo
08 - IV. Allegro molto vivace

Czech Philharmonic Orchestra
Lawrence Foster, regente 

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sexta-feira, 13 de março de 2026

Jazz - Chick Corea Elektric Band - "Inside Out"

Do encarte do disco:

"A Elektric Band, liderada por Chick Corea, sempre se destacou como um conjunto altamente coeso. O grupo reunia solos intensos do guitarrista de pegada roqueira Frank Gambale e do saxofonista de forte influência de R&B Eric Marienthal, além de intervenções marcantes do próprio líder. Corea utilizava uma ampla variedade de teclados, mas ainda assim mantinha um estilo facilmente reconhecível.

Com John Patitucci - frequentemente apontado como um dos maiores baixistas elétricos do jazz - e o baterista Dave Weckl impulsionando o ritmo do conjunto, a banda consolidou-se como uma referência da fusão jazzística. Neste registro, o grupo aparece em seu auge interpretando composições originais de Corea que ajudaram a definir o ritmo e a direção desse influente projeto musical".

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!  

01. Inside Out
02. Make A Wish
03. Make A Wish, Pt. 2
04. Stretch It
05. Stretch It, Pt. 2
06. Kicker
07. Child's Play
08. Tale Of Daring
09. Tale Of Daring, Chap. 2
10. Tale Of Daring, Chap. 3
11. Tale Of Daring, Chap. 4

Chick Corea – acoustic piano, synthesizers, arrangements
Frank Gambale – guitars
John Patitucci – basses
Dave Weckl – drums
Eric Marienthal – saxophones 

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Richard Strauss (1864-1949) - Don Juan, Op. 20 e Ein Heldenleben, Op. 40

Do encarte do disco:

"O Tondichtung”, ou poema sinfônico, foi um gênero musical europeu bastante popular entre meados do século XIX e o início do século XX. O compositor alemão Richard Strauss destacou-se nessa forma, criando ao todo dez obras nesse formato.

Um poema sinfônico consiste em uma peça orquestral de movimento único, concebida para evocar atmosferas, histórias ou cenas, sem necessariamente seguir uma narrativa rígida. A intenção é sugerir imagens e emoções por meio da música, explorando o poder expressivo da orquestra.

Entre os exemplos mais conhecidos está Don Juan, Op. 20 (1888), obra inspirada na interpretação poética da lenda de Don Juan escrita por Nikolaus Lenau. Na versão de Lenau, o personagem é retratado como um homem em busca da mulher perfeita, cuja jornada termina em desilusão e desespero.

A composição de Strauss traduz essa narrativa em linguagem musical. A obra se inicia com temas vigorosos e enérgicos, que evocam as aventuras e o ímpeto do protagonista. Em seguida, surgem passagens líricas e delicadas, associadas às figuras femininas que marcam sua trajetória. O desfecho é marcado por acordes sombrios e dramáticos, simbolizando a queda e o fim trágico de Don Juan".

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

01. Strauss- Don Juan, Op. 20
02. Strauss- Der Held (The Hero) (From Ein Heldenleben, Op. 40)
03. Strauss- Des Helden Widersacher (The Hero’s Adversaries) (From Ein Heldenleben, Op. 40)
04. Strauss- Des Helden Gefährtin (The Hero’s Companion) (From Ein Heldenleben, Op. 40)
05. Strauss- Des Helden Walstatt (The Hero at Battle) (From Ein Heldenleben, Op. 40)
06. Strauss- Des Helden Friedenswerke (The Hero’s Works of Peace) (From Ein Heldenleben, Op. 40)
07. Strauss- Des Helden Weltflucht und Vollendung (The Hero’s Retirement from the World and Completion) (From Ein Heldenleben, Op. 40)

Singapore Symphony Orchestra
Hans Graf, regente 

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