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domingo, 20 de setembro de 2026

Andris Nelsons & City of Birmingham Symphony Orchestra - Richard Strauss, Stravinsky e Shostakovich (CDs 5, 6, 7, 8 & 9 de 9)

Vamos à segunda e última postagem com os discos dessa formidável caixa. O repertório é de primeira linha. Nos cinco discos finais, encontramos Richard Strauss, Stravinsky e Shostakovich. Para ser franco, tenho uma grande predileção por esse tipos de material, pois sou um grande admirador de música orquestral. 

Três do cinco discos trazem os poemas sinfônicos de Richard Strauss - "Sinfonia Alpina", "Assim falou Zaratustra", "Don Juan", entre outros. Em seguida, encontramos "O pássaro de fogo", de Stravinsky; e, para finalizar, o registro da "Sinfonia Leningrado", de Shostakovich. É um material cuja excelência é inquestionável.

Uma boa apreciação! 

DISCO 05

01 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Nacht
02 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Sonnenaufgang
03 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Der Anstieg
04 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Eintritt in den Wald
05 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Wanderung neben dem Bache
06 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Am Wasserfall
07 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Erscheinung
08 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Auf blumigen Wiesen
09 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Auf der Alm
10 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Durch Dickicht und Gestrüpp auf Irrwegen
11 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Auf dem Gletscher
12 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Gefahrvolle Augenblicke
13 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Auf dem Gipfel
14 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Vision
15 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Nebel steigen auf
16 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Die Sonne verdüstert sich allmählich
17 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Elegie
18 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Stille vor dem Sturm
19 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Gewitter und Sturm, Abstieg
20 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Sonnenuntergang
21 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Ausklang
22 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Nacht (Reprise)
23 - Salomes Tanz, TrV 215a
24 - Applause

DISCO 06

01 - Also sprach Zarathustra, Op. 30, TrV 176_ Einleitung
02 - Also sprach Zarathustra, Op. 30, TrV 176_ Von den Hinterweltlern
03 - Also sprach Zarathustra, Op. 30, TrV 176_ Von der großen Sehnsucht
04 - Also sprach Zarathustra, Op. 30, TrV 176_ Von den Freuden- und Leidenschaften
05 - Also sprach Zarathustra, Op. 30, TrV 176_ Das Grablied
06 - Also sprach Zarathustra, Op. 30, TrV 176_ Von der Wissenschaft
07 - Also sprach Zarathustra, Op. 30, TrV 176_ Der Genesende
08 - Also sprach Zarathustra, Op. 30, TrV 176_ Das Tanzlied
09 - Also sprach Zarathustra, Op. 30, TrV 176_ Nachtwandlerlied
10 - Don Juan, Op. 20, TrV 156
11 - Till Eulenspiegels lustige Streiche, Op. 28, TrV 171

DISCO 07

01 - Der Rosenkavalier Suite, WoO 145, TrV 227d
02 - Ein Heldenleben, Op. 40, TrV 190_ I. Der Held
03 - Ein Heldenleben, Op. 40, TrV 190_ II. Des Helden Widersacher
04 - Ein Heldenleben, Op. 40, TrV 190_ III. Des Helden Gefährtin
06 - Ein Heldenleben, Op. 40, TrV 190_ V. Des Helden Friedenswerke
07 - Ein Heldenleben, Op. 40, TrV 190_ VI. Des Helden Weltflucht und Vollendung

DISCO 08

01 - The Firebird (Original Version)_ No. 1, Introduction
02 - The Firebird (Original Version)_ No. 2, The Enchanted Garden of Koschei
03 - The Firebird (Original Version)_ No. 3, Appearance of the Firebird, Pursued by Prince Ivan
04 - The Firebird (Original Version)_ No. 4, Dance of the Firebird
05 - The Firebird (Original Version)_ No. 5, Capture of the Firebird by Prince Ivan
06 - The Firebird (Original Version)_ No. 6, Supplication of the Firebird
07 - The Firebird (Original Version)_ No. 7, Appearance of the Thirteen Enchanted Princesses
08 - The Firebird (Original Version)_ No. 8, The Princesses' Game with the Golden Apples
09 - The Firebird (Original Version)_ No. 9, Sudden Appearance of Prince Ivan
10 - The Firebird (Original Version)_ No. 10, Round Dance. The Princesses' Khorovod
11 - The Firebird (Original Version)_ No. 11, Daybreak
12 - The Firebird (Original Version)_ No. 12, Prince Ivan Penetrates Koschei's Palace
13 - The Firebird (Original Version)_ No. 13, Magic Carillon - Appearance of Koschei's
14 - The Firebird (Original Version)_ No. 14, Arrival of Koschei the Immortal
15 - The Firebird (Original Version)_ No. 15, Dialogue of Koschei and Prince Ivan
16 - The Firebird (Original Version)_ No. 16, Intercession of the Princesses
17 - The Firebird (Original Version)_ No. 17, Appearance of the Firebird
18 - The Firebird (Original Version)_ No. 18, Dance of Koschei' Retinue,
19 - The Firebird (Original Version)_ No. 19, Infernal Dance of All Koschei's Subjects
20 - The Firebird (Original Version)_ No. 20, Lullaby
21 - The Firebird (Original Version)_ No. 21, Koschei's Awakening
22 - The Firebird (Original Version)_ No. 22, Koschei's Death
23 - The Firebird (Original Version)_ No. 23, Profound Darkness
24 - The Firebird (Original Version)_ No. 24, Disappearance of Koschei's Palace
25 - Symphony of Psalms_ I. Exaudi orationem meam, Domine
26 - Symphony of Psalms_ II. Expectans expectavi, Dominum
27 - Symphony of Psalms_ III. Alleluia. Laudate Dominum

DISCO 09

01 - Symphony No. 7 in C Major, Op. 60 _Leningrad__ I. Allegretto
02 - Symphony No. 7 in C Major, Op. 60 _Leningrad__ II. Moderato (Poco allegretto)
03 - Symphony No. 7 in C Major, Op. 60 _Leningrad__ III. Adagio
04 - Symphony No. 7 in C Major, Op. 60 _Leningrad__ IV. Allegro non troppo

City of Birminghan Symphony Orchestra
Andris Nelsons, regente 

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quinta-feira, 23 de julho de 2026

Richard Strauss (1864-1949) - Burleske in D Minor, TrV 145 e Ein Heldenleben, Op. 40, TrV 190

No final do século XIX, quando a tradição sinfônica alemã parecia ter alcançado seu auge com Beethoven, Brahms e Wagner, Strauss encontrou um caminho próprio: transformou a orquestra em um poderoso instrumento narrativo, capaz de contar histórias, criar personagens e retratar estados psicológicos com uma riqueza de detalhes inédita. O álbum apresentado pela Netherlands Philharmonic Orchestra, sob a regência de Marc Albrecht, reúne duas obras que revelam momentos muito diferentes dessa trajetória: Burleske para piano e orquestra e o poema sinfônico Ein Heldenleben (Uma Vida de Herói).

Composta entre 1885 e 1886, a Burleske pertence ao período de juventude de Strauss. Escrita inicialmente como um Scherzo, a obra nasceu sob forte influência de Johannes Brahms e foi dedicada ao célebre maestro e pianista Hans von Bülow. O curioso é que Bülow recusou a peça por considerá-la excessivamente difícil para o pianista, obrigando Strauss a deixá-la de lado durante quatro anos. Quando finalmente estreou, em 1890, o compositor já havia iniciado uma nova fase criativa e passou a enxergar a obra como um testemunho de um estilo que havia superado.

Hoje, porém, a Burleske é vista de forma bem diferente. Embora dialogue claramente com Brahms, a obra está longe de ser mera imitação. Strauss brinca com o modelo clássico, exagerando suas características e transformando-as em uma espécie de paródia musical. O humor aparece desde a inesperada abertura com um solo de tímpanos, enquanto o piano alterna passagens de virtuosismo quase acrobático com momentos de surpreendente lirismo. É uma música espirituosa, ousada e tecnicamente desafiadora, que já revela a personalidade irreverente do jovem compositor.

Se a Burleske apresenta um Strauss em formação, Ein Heldenleben, concluída em 1898, mostra um artista no auge da maturidade criativa. Trata-se do mais ambicioso de seus poemas sinfônicos, uma obra de grandes proporções dividida em seis seções que narram a trajetória de um herói: seus adversários, sua companheira, suas batalhas, suas realizações e sua retirada do mundo. Embora Strauss jamais tenha admitido tratar-se de um autorretrato explícito, o caráter autobiográfico é difícil de ignorar. O "herói" enfrenta críticos implacáveis, celebra suas conquistas artísticas e revisita temas de obras anteriores, como Don Juan, Till Eulenspiegel, Assim Falou Zaratustra e Dom Quixote, numa espécie de balanço de sua própria carreira.

Musicalmente, Ein Heldenleben impressiona pela escala monumental. Strauss emprega uma orquestra gigantesca e explora cada instrumento para criar uma narrativa cinematográfica muito antes do surgimento do cinema sonoro. Os sopros caricaturam os críticos do herói; um solo de violino retrata sua companheira, inspirada na esposa Pauline; a batalha transforma a orquestra em um turbilhão de sons; e o desfecho substitui o triunfo convencional por uma conclusão contemplativa, sugerindo que a verdadeira vitória do herói reside em sua obra e em seu legado.

A interpretação da Netherlands Philharmonic Orchestra, conduzida por Marc Albrecht, especialista no repertório germânico, valoriza tanto a exuberância orquestral de Ein Heldenleben quanto a energia e o brilho da Burleske, que conta com a participação do pianista Denis Kozhukhin, um dos nomes mais destacados de sua geração.

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

Richard Strauss (1864-1949) - 

01. Burleske in D Minor, TrV 145
02. Ein Heldenleben, Op. 40, TrV 190 - I. Der Held
03. Ein Heldenleben, Op. 40, TrV 190 - II. Des Helden Widersacher
04. Ein Heldenleben, Op. 40, TrV 190 - III. Des Helden Gefährtin
05. Ein Heldenleben, Op. 40, TrV 190 - IV. Des Helden Walstatt
06. Ein Heldenleben, Op. 40, TrV 190 - V. Des Helden Friedenswerke
07. Ein Heldenleben, Op. 40, TrV 190 - VI. Des Helden Weltflucht und Vollendung

Netherlands Philharmonic Orchestra
Marc Albrecht, regente
Denis Kazhukhin, piano 

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segunda-feira, 11 de maio de 2026

Joshua Bell - Voice of the Violin

Texto de apresentação do disco: 

"Temo que isso ainda subestime a qualidade etérea com que Bell extrai notas musicais vivas de seu Stradivarius. A comunhão espiritual que se estabelece entre um virtuose e seu instrumento é o que torna possível a conexão entre intérprete e ouvinte. O instrumento transforma-se em uma voz singular, capaz de transmitir a essência da música - ela própria uma extensão do compositor. Quando essa relação é pura, sua qualidade torna-se imensurável e indizível, comunicando-se apenas entre espíritos, e alcançando plenitude ainda maior nas mãos de uma alma afim. Joshua Bell possui exatamente esse tipo de vínculo: não apenas entre o autor da obra e a excelência do instrumento, mas também entre o compositor e o público. Bell se destaca como a ponte perfeita entre todos eles.

Constantemente incentivados a “cantar” através de seus instrumentos, músicos de cordas naturalmente buscam reproduzir o mais belo de todos os instrumentos musicais: a voz humana. Não surpreende, portanto, que desejem literalmente colocar os dedos sobre os tesouros do repertório vocal. Joshua Bell apropriou-se de algumas das mais célebres canções e árias operísticas, de Mozart aos românticos, passando por Orff. Lentamente conduzidas, sustentadas, líricas e, sim, profundamente “cantáveis”, essas melodias sedutoras e de ampla carga emocional adaptam-se com extraordinária naturalidade ao violino.

Grande parte dos arranjos leva a assinatura de J.A.C. Redford, conhecido compositor de cinema e televisão. E, de fato, as cordas pulsantes e as modulações abruptas típicas de trilhas sonoras permeiam suas orquestrações, em contraste surpreendente com a linguagem original dos compositores. Em “Beau soir”, de Debussy, o pianista Frederic Chiu acompanha Bell com tamanha sensibilidade que se chega a desejar que o piano tivesse substituído a orquestra em todas as canções. As transcrições violinísticas da linha vocal permanecem fiéis aos originais, exceto pelo hábito quase compulsivo de Redford de adicionar oitavas nas repetições e saltar do registro mais grave ao mais agudo.

Naturalmente, Bell executa tudo isso com maestria — e é justamente a interpretação o grande destaque. Seu timbre é arrebatadoramente belo: quente nas cordas graves, luminoso nos registros agudos e sempre intensamente expressivo. Seu amor pela música e sua compreensão instintiva de sua simplicidade interior, de seu anseio romântico e de seu ardor apaixonado atingem diretamente o coração do ouvinte.

Na única participação violinística autenticamente escrita para o instrumento, o obbligato de “Morgen!”, de Richard Strauss, Bell divide a cena com a soprano Anna Netrebko, dona de uma voz dourada. Inicialmente intensa em excesso, ela gradualmente se entrega a um desfecho mágico e sereno".  

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

01. Vocalise, Op. 34, No. 14 (Rachmaninoff) (5:51)
02. Ave Maria (Schubert) (4:43)
03. Pourquoi me reveiller from Werther (Massenet) (2:37)
04. Apres un reve, Op. 7, No. 1 (Faure) (2:50)
05. Song To The Moon from Rusalka (Dvorak) (5:28)
06. Laudate Dominum from Vesperae solennes de confessore (Mozart) (4:43)
07. None But The Lonely Heart, Op. 6/6 (Tchaikovsky) (2:51)
08. Una Furtiva Lagrima from L'Elisir d'Amore (Donizetti) (4:17)
09. In trutina from Carmina Burana (Orff) (2:34)
10. May Breezes from Songs without Words, Op. 62, No. 1 (Mendelssohn) (2:18)
11. Beau soir (Debussy) (2:32)
12. Estrellita (Ponce) (3:16)
13. Nana (Bercuese) from Siete conciones populares Espanolas (De Falla) (2:12)
14. Je crois entendre encore from The Pearl Fishers (Bizet) (3:31)
15. Morgen! Op. 27, No. 4 (R. Strauss) (3:41)

Joshua Bell, violino

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quinta-feira, 7 de maio de 2026

Richard Strauss (1864-1949) - Elektra, Op. 58, TrV 223

Apresentada pela primeira vez em Dresden, em 1909, Elektra marcou a primeira de muitas colaborações entre Richard Strauss e o libretista Hugo von Hofmannsthal, consolidando-se como a mais modernista de todas as óperas do compositor. Inspirada na peça — profundamente reinterpretada — de Sófocles, a versão de Hofmannsthal concentra-se nos pensamentos e conflitos interiores de Elektra, explorados em diálogos individuais com diferentes membros de sua família.

A partitura de Strauss é marcada por ousadia harmônica incomum e ficou célebre pelo chamado “Acorde de Elektra”, combinação simultânea de Mi maior e Dó sustenido maior. A orquestração também impressiona pela grandiosidade - mesmo para os padrões do compositor - reunindo oito trompas, seis trompetes, tímpanos duplos e duas harpas.

A gravação foi realizada ao vivo em Bergen, em dezembro de 2023, sob regência de Edward Gardner, com elenco liderado pela soprano dramática sueca Iréne Theorin, considerada uma das maiores intérpretes de Elektra da atualidade.

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Richard Strauss (1864-1949) - 

01. Elektra, Op. 58, TrV 223: Wo bleibt Elektra? (First, Second, Third, Fourth, Fifth Maid Servant, The Overseer) (6:21)
02. Elektra, Op. 58, TrV 223: Allein! Weh, ganz allein (Elektra) (9:17)
03. Elektra, Op. 58, TrV 223: Elektra! (Chrysothemis, Elektra) (2:31)
04. Elektra, Op. 58, TrV 223: Ich kann nicht sitzen und ins Dunkel starren (Chrysothemis, Elektra) (6:15)
05. Elektra, Op. 58, TrV 223: Es geht ein Lärm los (Elektra, Chrysothemis) (2:52)
06. Elektra, Op. 58, TrV 223: Was willst du? Seht doch, dort! (Klytemnestra) (4:43)
07. Elektra, Op. 58, TrV 223: Ich will Nichts hören! (Klytemnestra) (4:49)
08. Elektra, Op. 58, TrV 223: Ich habe keine guten Nächte (Klytemnestra, Elektra) (6:01)
09. Elektra, Op. 58, TrV 223: Wenn das rechte Blutopfer unter'm Beile fällt (Klytemnestra, Elektra) (4:57)
10. Elektra, Op. 58, TrV 223: Was bluten muß? (Elektra, Klytemnestra) (4:10)
11. Elektra, Op. 58, TrV 223: Orest! Orest - ist tot! (Chrysothemis, Elektra) (3:22)
12. Elektra, Op. 58, TrV 223: Platz da! Wer lungert so vor einer Tür? (Young Servant, Old Servant) (0:56)
13. Elektra, Op. 58, TrV 223: Nun muß es hier von uns geschehn (Elektra, Chrysothemis) (2:06)
14. Elektra, Op. 58, TrV 223: Wie stark du bist (Elektra, Chrysothemis) (4:52)
15. Elektra, Op. 58, TrV 223: Nun denn, allein (Elektra) (1:18)
16. Elektra, Op. 58, TrV 223: Was willst du, fremder Mensch? (Elektra, Orestes) (6:50)
17. Elektra, Op. 58, TrV 223: Wer bist denn du? (Orestes, Elektra) (2:26)
18. Elektra, Op. 58, TrV 223: Orest! (Elektra) (8:46)
19. Elektra, Op. 58, TrV 223: Was schaust du ängstlich um dich? (Elektra, Orestes, The Tutor of Orestes) (3:42)
20. Elektra, Op. 58, TrV 223: Ich habe ihm das Beil nicht geben können! (Elektra, Klytemnestra) (1:38)
21. Elektra, Op. 58, TrV 223: Es muß etwas geschehen sein (Chrysothemis, First, Second, Third, Fourth Maid Servants) (1:06)
22. Elektra, Op. 58, TrV 223: He, Lichter! Lichter! (Aegisthus, Elektra) (4:19)
23. Elektra, Op. 58, TrV 223: Helft! Mörder! (Aegisthus, Elektra) (1:05)
24. Elektra, Op. 58, TrV 223: Elektra! Schwester! (Chrysothemis, Chorus, Elektra) (3:27)
25. Elektra, Op. 58, TrV 223: Wir sind bei den Göttern, wir Vollbringenden (Elektra, Chrysothemis) (3:44)
26. Elektra, Op. 58, TrV 223: Schweig, und tanze! (Elektra, Chrysothemis) (2:20)

Bergen Philharmonic Orchestra

Edward Gardner, regente 

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sexta-feira, 27 de março de 2026

Richard Strauss (1864-1949) - Also Sprach Zarathustra, Op. 30, TrV 176, Tod und Verklärung, Op. 24, TrV 158, Till Eulenspiegels Lustige Streiche, Op. 28, TrV 171 e Salome, Op. 54, TrV 215 - Dance Of The Seven Veils

 
 
Quem visita este espaço já teve a percepção de que gosto bastante dos poemas sinfônicos de Richard Strauss. A força orquestral, o brilho, a potência, a evocação extraordinária de elementos literários e filosóficos são as razões da atração. Outro dia, estava indo para o trabalho pela manhã. Caminhava pela Asa Sul, aqui em Brasília. Observava as árvores. Os carros apressados que passavam. As pessoas alheias à minha admiração absorta. 

Estava a ouvir "Morte e Transfiguração". A certa altura, aquela música bonita, poderosa, cheia de  poéticos, deixou-me profundamente emocionado. Naquele momento, a vida ganhou um sabor especial. Foi atingido pelos efeitos extraordinários da música. 

Abaixo, algumas palavras do texto de apresentação do disco:

"Após o reconhecimento da crítica pela gravação de estreia mundial de Funeral Song, de Stravinsky, a Orquestra do Festival de Lucerna e o maestro Riccardo Chailly voltam a colaborar em um novo projeto que reúne algumas das mais importantes obras do repertório orquestral de Richard Strauss. Entre os destaques estão Also sprach Zarathustra e Till Eulenspiegel, em registro ao vivo realizado no concerto de abertura do Festival de Lucerna de 2017". 

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

Richard Strauss (1864-1949) - 

Also Sprach Zarathustra, Op. 30, TrV 176

01. 1. Einleitung (Sonnenaufgang)
02. 2. Von den Hinterweltlern
03. 3. Von der großen Sehnsucht
04. 4. Von den Freuden und Leidenschaften
05. 5. Das Grablied
06. 6. Von der Wissenschaft
07. 7. Der Genesende
08. 8. Das Tanzlied
09. 9. Nachtwandlerlied

Tod und Verklärung, Op. 24, TrV 158

10. 1. Largo
11. 2. Allegro molto agitato
12. 3. Meno mosso
13. 4. Moderato
14. Till Eulenspiegels Lustige Streiche, Op. 28, TrV 171
15. Salome, Op. 54, TrV 215 - Dance Of The Seven Veils

Lucerne Festival Orchestra
Riccardo Chailly, regente 

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quarta-feira, 18 de março de 2026

Richard Strauss (1864-1949) - Salome

Texto da apresentação do disco:

"A peça Salomé, de Oscar Wilde, foi concebida para a atriz Sarah Bernhardt e inicialmente planejada para estrear em Londres, em 1892. No entanto, a encenação foi barrada pela censura — à época, era proibido representar personagens bíblicos nos palcos britânicos — e acabou sendo apresentada pela primeira vez em Paris, em 1896.

Wilde jamais assistiu à sua obra em cena. Durante as únicas duas apresentações realizadas enquanto ainda estava vivo, o autor cumpria pena de prisão por atos homossexuais. Posteriormente, a peça ganhou notoriedade na Alemanha. Após assistir a uma montagem em Berlim, em 1902, o compositor Richard Strauss decidiu transformá-la em sua terceira ópera.

Estreada em 1905, Salome, de Strauss, tornou-se muito mais conhecida do que o texto original de Wilde e permanece em cartaz com frequência em casas de ópera ao redor do mundo.

A gravação ao vivo mencionada foi realizada no Usher Hall, em Edimburgo, durante o Edinburgh International Festival, em agosto de 2022. Sob a regência de Edward Gardner, a Bergen Philharmonic Orchestra é acompanhada por um elenco de destaque, liderado por Malin Byström no papel-título, Gerhard Siegel como Herodes, Katarina Dalayman como Herodíades e Johan Reuter como João Batista".

 Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

Richard Strauss (1864-1949) - Salome

01. Salome, Scene 1: Wie schön ist die Prinzessin Salome heute Nacht!
02. Salome, Scene 1: Nach mir wird Einer kommen
03. Salome, Scene 2: Ich will nicht bleiben
04. Salome, Scene 2: Siehe, der Herr ist gekommen
05. Salome, Scene 2: Jauchze nicht, du Land Palästina
06. Salome, Scene 2: Du wirst das für mich tun, Narraboth, nicht wahr?
07. Salome, Scene 3: Wo ist er, dessen Sündenbecher jetzt voll ist?
08. Salome, Scene 3: Jochanaan! Ich bin verliebt in deinen Leib, Jochanaan!
09. Salome, Scene 3: Wird dir nicht bange, Tochter der Herodias?
10. Salome, Scene 4: Wo ist Salome?
11. Salome, Scene 4: Es ist kalt hier
12. Salome, Scene 4: Salome, komm, trink Wein mit mir
13. Salome, Scene 4: Sieh, die Zeit ist gekommen
14. Salome, Scene 4: Siehe, der Tag ist nahe
15. Salome, Scene 4: Eine Menge Menschen wird sich gegen sie sammeln
16. Salome, Scene 4: Tanz für mich, Salome
17. Salome, Scene 4: Salome’s Dance
18. Salome, Scene 4: Ah! Herrlich! Wundervoll, wundervoll!
19. Salome, Scene 4: Still, sprich nicht zu mir!
20. Salome, Scene 4: Salome, bedenk, was du tun willst
21. Salome, Scene 4: Man soll ihr geben, was sie verlangt!
22. Salome, Scene 4: Es ist kein Laut zu vernehmen
23. Salome, Scene 4: Ah! Du wolltest mich nicht deinen Mund küssen lassen, Jochanaan
24. Salome, Scene 4: Sie ist ein Ungeheuer, deine Tochter
25. Salome, Scene 4: Ah! Ich habe deinen Mund geküßt, Jochanaan

Bergen Philharmonic Orchestra
Edward Gardner, regente 

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sexta-feira, 13 de março de 2026

Richard Strauss (1864-1949) - Don Juan, Op. 20 e Ein Heldenleben, Op. 40

Do encarte do disco:

"O “Tondichtung”, ou poema sinfônico, foi um gênero musical europeu bastante popular entre meados do século XIX e o início do século XX. O compositor alemão Richard Strauss destacou-se nessa forma, criando ao todo dez obras nesse formato.

Um poema sinfônico consiste em uma peça orquestral de movimento único, concebida para evocar atmosferas, histórias ou cenas, sem necessariamente seguir uma narrativa rígida. A intenção é sugerir imagens e emoções por meio da música, explorando o poder expressivo da orquestra.

Entre os exemplos mais conhecidos está Don Juan, Op. 20 (1888), obra inspirada na interpretação poética da lenda de Don Juan escrita por Nikolaus Lenau. Na versão de Lenau, o personagem é retratado como um homem em busca da mulher perfeita, cuja jornada termina em desilusão e desespero.

A composição de Strauss traduz essa narrativa em linguagem musical. A obra se inicia com temas vigorosos e enérgicos, que evocam as aventuras e o ímpeto do protagonista. Em seguida, surgem passagens líricas e delicadas, associadas às figuras femininas que marcam sua trajetória. O desfecho é marcado por acordes sombrios e dramáticos, simbolizando a queda e o fim trágico de Don Juan".

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

01. Strauss- Don Juan, Op. 20
02. Strauss- Der Held (The Hero) (From Ein Heldenleben, Op. 40)
03. Strauss- Des Helden Widersacher (The Hero’s Adversaries) (From Ein Heldenleben, Op. 40)
04. Strauss- Des Helden Gefährtin (The Hero’s Companion) (From Ein Heldenleben, Op. 40)
05. Strauss- Des Helden Walstatt (The Hero at Battle) (From Ein Heldenleben, Op. 40)
06. Strauss- Des Helden Friedenswerke (The Hero’s Works of Peace) (From Ein Heldenleben, Op. 40)
07. Strauss- Des Helden Weltflucht und Vollendung (The Hero’s Retirement from the World and Completion) (From Ein Heldenleben, Op. 40)

Singapore Symphony Orchestra
Hans Graf, regente 

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Richard Strauss (1864-1949) - Eine Alpensinfonie, Op. 64

Para mim, estas é uma das obras mais bonitas e filosoficamente intensas escritas no século XX. É a minha composição favorita entre aquelas que Richard Strauss escreveu. Abaixo, algumas palavras da apresentação do disco:

"Uma Sinfonia Alpina (Eine Alpensinfonie), Op. 64, é um poema sinfônico para grande orquestra composto pelo alemão Richard Strauss e estreado em 1915. Trata-se de uma das maiores obras não operísticas do compositor: a partitura prevê cerca de 125 músicos, e uma execução típica costuma durar aproximadamente 50 minutos.

O programa de Uma Sinfonia Alpina retrata as experiências de onze horas — do romper do dia, pouco antes do amanhecer, até o cair da noite — durante a escalada de uma montanha nos Alpes".

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Richard Strauss (1864-1949) - 

01. Eine Alpensinfonie, Op. 64: I. Nacht
02. Eine Alpensinfonie, Op. 64: II. Sonnenaufgang
03. Eine Alpensinfonie, Op. 64: III. Der Anstieg
04. Eine Alpensinfonie, Op. 64: IV. Eintritt in den Wald
05. Eine Alpensinfonie, Op. 64: V. Wanderung neben dem Bache
06. Eine Alpensinfonie, Op. 64: VI. Am Wasserfall
07. Eine Alpensinfonie, Op. 64: VII. Erscheinung
08. Eine Alpensinfonie, Op. 64: VIII. Auf blumige Wiesen
09. Eine Alpensinfonie, Op. 64: IX. Auf der Alm
10. Eine Alpensinfonie, Op. 64: X. Durch Dickicht und Gestrüpp auf Irrwegen
11. Eine Alpensinfonie, Op. 64: XI. Auf dem Gletscher
12. Eine Alpensinfonie, Op. 64: XII. Gefahrvolle Augenblicke
13. Eine Alpensinfonie, Op. 64: XIII. Auf dem Gipfel
14. Eine Alpensinfonie, Op. 64: XIV. Vision
15. Eine Alpensinfonie, Op. 64: XV. Nebel steigen auf
16. Eine Alpensinfonie, Op. 64: XVI. Die Sonne verdüstert sich allmählich
17. Eine Alpensinfonie, Op. 64: XVII. Elegie
18. Eine Alpensinfonie, Op. 64: XVIII. Stille vor dem Sturm
19. Eine Alpensinfonie, Op. 64: XIX. Gewitter und Sturm, Abstieg
20. Eine Alpensinfonie, Op. 64: XX. Sonnenuntergang
21. Eine Alpensinfonie, Op. 64: XXI. Ausklang
22. Eine Alpensinfonie, Op. 64: XXII. Nacht

Vienna Philharmonic Orchestra
Andre Previn, regente 

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segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Richard Strauss (1864-1949) - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233



Eu tenho escutado com certa recorrência a chamada “Eine Alpensinfonie”, Op. 64, de Richard Strauss. Ela me motiva a pensar em realidades grandiosas e filosoficamente instigantes; inspira-me a imaginar um mundo alto, repleto de materialidade enquanto aprecio os estrépitos wagnerianos.

Ela é descrita como uma experiência de subida à montanha. O compositor, ainda jovem, teve a oportunidade de subir os Alpes Bávaros. Esse evento marcou profundamente o compositor. Em 1902 e 1903, ele terminou a Sinfonia Domestica, um dos seus mais importantes poemas sinfônicos. A partir disso, ele realiza uma tour de force e compõe três óperas – Salomé, Elektra e O Cavaleiro da Rosa; parece ter perdido o entusiasmo pelos poemas sinfônicos. Em 1911, ele começa a realizar os primeiros traços para aquilo que seria sua monumental Sinfonia Alpina.

A obra impressiona pelos recursos orquestrais. Strauss consegue extrair efeitos sonoros grandiosos da orquestra como, por exemplo, o som de tempestades e trovões. O resultado é extraordinário. São ao todo 23 partes, cada uma perfazendo uma experiência na reveladora subida. O sentido que ele infunde na incursão é filosófico. Há ecos da filosofia de Nietzsche e a inquietação de compositores como Mahler. Trabalho maravilhoso.

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

Richard Strauss (1864-1949) -

01 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Night
02 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Sunrise
03 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ The Ascent
04 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Entry into the Forest
05 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Wandering by the Brook
06 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ At the Waterfall
07 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Apparition
08 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ On Flowering Meadows
09 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ On the Alpine Pasture
10 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Through Thickets and Undergrowth on the Wrong Path
11 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ On the Glacier
12 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Dangerous Moments
13 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ On the Summit
14 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Vision
15 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Mists Rise
16 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ The Sun Gradually Becomes Obscured
17 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Elegy
18 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Calm Before the Storm
19 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Thunder and Tempest, Descent
20 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Sunset
21 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Quiet Settles
22 - Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ Night (2)

Rundfunk-Sinfonieorchester Berlin
Vladimir Jurowski, regente 

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sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Richard Strauss (1864-1949) - Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 e Jacques Ibert (1890-1962) - Le Chevalier errant

Extraído do encarte do disco:

"A Orquestra Nacional de Lyon (ONL) e seu novo diretor musical, Nikolaj Szeps-Znaider, iniciaram uma colaboração com a gravadora Channel Classics. O acordo prevê diversas gravações que combinarão grandes obras do repertório clássico com peças menos conhecidas do público.

Reconhecido como um dos violinistas mais importantes da atualidade, Szeps-Znaider consolidou uma carreira internacional também como regente, estando hoje à frente de algumas das maiores orquestras do mundo.

O álbum de estreia desta parceria, intitulado Strauss & Ibert, traz o violista Amihai Grosz e o violoncelista Jian Wang nos papéis musicais de Sancho Pança e Dom Quixote, respectivamente, no poema sinfônico virtuoso Dom Quixote, de Richard Strauss.

O projeto inclui ainda a suíte sinfônica Le chevalier errant (O Cavaleiro Andante), de Jacques Ibert, que também retrata momentos da obra-prima de Cervantes. A composição é repleta de cenas das aventuras do cavaleiro, incluindo a célebre batalha contra os Moinhos de Vento, a Dança dos Condenados à Galé e diversas outras danças, entre elas um flamenco".

 Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 

01. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 I. Introduktion. Massiges Zeitmass
02. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 II. Don Quixote, Der Ritter von der Traurigen Gestalt
03. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 III. Sancho Panza
04. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 IV. Variation 1. Gemachlich
05. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 V. Variation 2. Kriegerisch
06. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 VI. Variation 3. Massiges Zeitmass
07. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 VII. Variation 4. Etwas Breiter
08. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 VIII. Variation 5. Sehr Langsam
09. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 IX. Variation 6. Schnell
10. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 X. Variation 7. Ein Wenig Ruhiger als Vorher
11. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 XI. Variation 8
12. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 XII. Variation 9. Schnell und Sturmisch
13. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 XIII. Variation 10. Viel Breiter
14. Don Quixote, Fantastic Variations on a Theme of Knightly Character, Op. 3 XIV. Finale. Sehr Ruhig
15. Ibert Le Chevalier errant I. Les moulins
16. Ibert Le Chevalier errant II. Danse des galeriens
17. Ibert Le Chevalier errant III. L'age d'or
18. Ibert Le Chevalier errant IV. Les comediens. Finale

Orchestre National de Lyon
Nikolaj Szeps-Znaider, regente
Amihai Grosz, violino
Jian Wang,violoncelo

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domingo, 9 de novembro de 2025

Klaus Tennstedt - The Great EMI Recordings - Bruckner, Mahler, Schumann & Richard Strauss (CDs 5, 6, 7, 8 e 9 de 14)

Vamos a mais alguns discos regidos por Klaus Tennstedt. Dessa vez, aparecem Bruckner, Mahler, Schumann e Richard Strauss. São gravações que possuem uma potência elétrica. O regente ficou famoso pela competência com que conduzia os compositores do mundo austro-alemão. É justamente o que encontramos neste disco. Era um ardorosamente apaixonado pela obra de Mahler.

Tennstedt procurava transformar sua arte de reger em ações emocionalmente carregadas. Possuía uma predileção pelo repertório romântico, o que se nota nesta caixa. Havia uma preocupação em restaurar a visão original do compositor; por exemplo, em uma obra de Schubert, ele considerava sua missão restaurar um decrescendo longo na nota final que ele acreditava ter sido reduzido a uma marca de acento nas partituras impressas. 

Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação! 


DISCO 05

01 - Symphony No.4 - Bewegt, nicht zu schnell
02 - Symphony No.4 - Andante, quasi allegretto
03 - Symphony No.4 - Scherzo (bewegt) & Trio (Nicht zu schnell, keinesfalls schlep...
04 - Symphony No.4 - Finale (bewegt, doch nicht zu schnell)

DISCO 06

01 - Symphony No. 8 in C minor, WAB 108- 1. Allegro moderato
02 - Symphony No. 8 in C minor, WAB 108- 2. Scherzo- Allegro moderato
03 - Symphony No. 8 in C minor, WAB 108- 3. Adagio. Feierlich langsam, doch nicht ...
04 - Symphony No. 8 in C minor, WAB 108- 4. Finale- Feierlich, nicht schnell

DISCO 07

01 - Symphony No. 1 in D major (-Titan-)- I. Langsam. Schleppend - Im Anfang sehr ...
02 - Symphony No. 1 in D major (-Titan-)- II. Kräftig bewegt, doch nicht zu schnell
03 - Symphony No. 1 in D major (-Titan-)- III. Feierlich und gemessen, ohne zu sch...
04 - Symphony No. 1 in D major (-Titan-)- IV. Stürmisch bewegt

DISCO 08

01 - Symphony No.3 in E flat major op.97 'Rhenish' - I. Lebhaft
02 - Symphony No.3 in E flat major op.97 'Rhenish' - II. Scherzo Sehr mässig
03 - Symphony No.3 in E flat major op.97 'Rhenish' - III. Nicht schnell
04 - Symphony No.3 in E flat major op.97 'Rhenish' - IV. Feierlich
05 - Symphony No.3 in E flat major op.97 'Rhenish' - V. Lebhaft
06 - Symphony No.4 in D minor op.120 - I. Ziemlich langsam - Lebhaft
07 - Symphony No.4 in D minor op.120 - II. Romanze Ziemlich langsam
08 - Symphony No.4 in D minor op.120 - III. Scherzo Lebhaft & Trio
09 - Symphony No.4 in D minor op.120 - IV. Langsam - Lebhaft - Schneller - Presto

DISCO 09

01 - Also sprach Zarathustra op.30 - Anfang
02 - Also sprach Zarathustra op.30 - Von den Hinterweltern
03 - Also sprach Zarathustra op.30 - Von der grossen Sehnsucht
04 - Also sprach Zarathustra op.30 - Von den Freuden
05 - Also sprach Zarathustra op.30 - Das Grablied
06 - Also sprach Zarathustra op.30 - Von der Wissenschaft
07 - Also sprach Zarathustra op.30 - Der Genesende
08 - Also sprach Zarathustra op.30 - Das Tanzlied
09 - Don Juan op.20
10 - Tod und Verklärung op.24

Berliner Philharmoniker
Chicago Symphony Orchestra

Klaus Tennestedt, regente  

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