terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Joseph Haydn (1732-1809) - The Last Seven Words of Our Saviour on the Cross

O profundo significado dos Evangelhos provocou muitos estudos dos religiosos, cientistas e artistas. Na música, tratando-se, especificamente, do caso das "sete palavras", três nomes são conhecidos: Johann Sebastian Bach (1685-1770), que explorou fatores bíblicos, segundo as mensagens de São João e São Mateus (discípulos do Senhor), dando a forma de "Oratório" com grandes coros, orquestra e solistas. Nas suas obras, J. S. Bach narra a vida e a obra de Jesus Cristo, dando a mesma importância tanto a Jesus como a Cristo, fielmente abordando o sofrimento do "Homem Jesus" e a glória de "Cristo-Deus", seguindo a interpretação da Igreja popular; Joseph Haydn (1732-1809) que interpreta as "Sete Palavras" como etapas diferentes da vida e obra de Jesus Cristo, partindo do "Homem Jesus" até a glória do Cristo, Filho e mensageiro do Pai; e Gubaidúlina Sofia, compositora russa nascida em 1931 na República Tártara, na cidade de Chistopol. Nesta obra, a compositora demonstra a maior preocupação com o sofrimento do "Homem Jesus", usando para isto toda a técnica e conhecimento de instrumentos tais como o violoncelo e o "baião", instrumento folclórico russo, espécie de acordeão simplificado, para impressionar os ouvintes com o sofrimento de Jesus que se sacrificou para salvar e redimir a humanidade. Esta preocupação se justifica por ela viver e ter crescido num país dominado pelo materialismo e total desrespeito à religião, até as radicais mudanças acontecidas nos últimos anos. Escolhemos a interpretação de Haydn que fica mais próxima da compreensão que temos do Drama Cósmico e da verdadeira relação entre o "Homem Jesus" e "Cristo, Filho de Deus" e Seu mensageiro. Daqui

Joseph Haydn (1732-1809) - The Last Seven Words of Our Saviour on the Cross

01. Introduzione
02. No.1_ Vater, vergib ihnen, Denn sie wissen nicht, was sie tun
03. No.2_ Furwahr, ich sag’ es dir_ Heute wirst du bei mir in Paradiese sein
04. No.3_ Frau, hier siehe deinen Sohn, Und du, siehe deine Mutter!
05. No.4_ Mein Gott! Warum hast du mich verlassen_
06. Introduzione
07. No.5_ Jesus rufet_ Ach, mich durstet!
08. No.6_ Es ist vollbracht
09. No.7_ Vater, in deine Hande empfehle ich meinen Geist
10. Il terremoto. Er ist nicht mehr

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London Philharmonic Orchestra and Choir
Vladimir Jurowski, condutor
Lisa Milne, soprano 
Ruxandra Donose, mezzo-soprano 
Andrew Kennedy, tenor
Christopher Maltman, barítino


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Peter Tchaikovsky (1840-1893) - Symphonies 1 - 3; The Nutcracker, Op 71a, The Tempest, Op. 18 (Symphonic Fantasy after Shakespeare) e “1812” Overture, Op. 49 (CDs 1, 2 e 3 de 6)

Sou um incondicional apaixonado pelas sinfonias do russo Tchaikovsky. Gosto da força marcial dessas sinfonias. Podemos notar uma evolução nos trabalhos sinfônicos do russo. As de número 4, 5 e 6 são verdadeiras obras primas. As gravações aqui postadas são realizadas por Abbado e pela Chicago Symphony Orchestra. Percebi que a força eslava e aquele mundo fundo de angústias ebulientes  ficaram represados nessa interpretação. Abbado primou por uma interpretação mais romântica, mais rarefeita; um corte que deve ser considerado. Mas, prefiro a força a esses "golpes com o vento". Não é uma crítica.  Apenas força de expressão. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Peter Tchaikovsky (1840-1893) - 

DISCO 01

Symphony No.1 in G minor, Op. 13 "Winter Dreams"
01. I. Allegro tranquillo
02. II. Land of Desolation, Land of Mists - Adagio cantabile ma non tanto
03. III. Scherzo. Allegro scherzando giocoso
04. IV. Finale. Andante lugubre - Allegro moderator - Allegro maestoso - Allegro vivo

The Nutcracker, Op 71a
01. I. Ouverture. Allegro giusto
02. II. Danses caracteristiques - a. Marche. Tempo di marcia viva
03. II. Danses caracteristiques - b. Danse de la Fee Dragee. Andante non troppo
04. II. Danses caracteristiques - c. Danse Russe Trepak. Molto vivace
05. II. Danses caracteristiques - d. Danse Arabe. Allegretto
06. II. Danses caracteristiques - e. Danse Chinoise. Allegro moderato
07. II. Danses caracteristiques - f. Danse des Mirlitons. Moderato assai
08. III. Valse des Fleurs. Tempo di valse

DISCO 02

The Tempest, Op. 18 (Symphonic Fantasy after Shakespeare)
01. Andanto con moto – Allegro moderato – Andante con moto

Symphony No. 2 in C minor, Op. 17 "Little Russian"
02. I. Andante sostenuto - Allegro vivo
03. II. Andantino marziale, quasi moderato
04. III. Scherzo. Allegro molto vivace
05. IV. Finale. Moderato assai - Allegro vivo

DISCO 03

Symphony No. 3 in D Major, Op. 29 "Polish"
01. I. Introduzione. Moderato assai (Tempo di marcia funebre) – Allegro brilliante
02. II . Alla Tedesca. Allegro moderato e semplice
03. III. Andante. Andante elegiaco
04. IV. Scherzo. Allegro vivo
05. V. Finale. Allegro con fuoco (Tempo di Polacca)

“1812” Overture, Op. 49
06. Largo – Andante - Allegro giusto
07. Largo - Allegro vivace

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Chicago Symphony Orchestra
Claudio Abbado, regente

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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Piano concerto No. 3 in C minor, op. 37, Piano concerto No. 4 in G major, op. 58 e Piano concerto No. 5 in E flat major, op. 73 "Emperor"

Postagem de final de noite - para fechar bem o dia! Na verdade, não tinha a intenção de fazê-la. Mas entendo que não realizá-la seria uma grande sacrilégio, pois hoje é o aniversário de nascimento de Ludwig van Beethoven. Procurei algo e o primeiro registro que encontrei eu resolvi postar. Fico a pensar: e se Beenthoven não tivesse existido?! Como seria a música sem a Nona Sinfonia - e as demais sinfonias do mestre? Como ficariam as almas apaixonadas pela beleza sem as sonatas para piano, sem as sonatas para violino e piano? Como seria não ouvir os quartetos de cordas, ou seja, o lado visceral da coisa? Melhor nem pensar! Segue então o registro. Parabéns, mestre Beethoven! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -

DISCO 01

Piano concerto No. 3 in C minor, op. 37
01. Allegro con brio (1)
02. Largo
03.  Rondo allegro

Piano concerto No. 4 in G major, op. 58

04. Allegro moderato
05. Andante con moto
06. Rondo vivace

DISCO 02

Piano concerto No. 5 in E flat major, op. 73 "Emperor"
01. Allegro (1)
02. Adagio un poco mosso
03. Rondo Allegro ma non troppo

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Scottish Chamber Orchestra
Sir Charles Mackerras, regente
Artur Pizarro, piano

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Giovanni Battista Sammartini(1700-1775) - Della Passione di Gesu Cristo e L'Addolorata Divina Madre

Vamos a mais um disco com as cantatas sacras de Giuseppe Sammartini. Este já o terceiro disco com a música do italiano que aparece por aqui. Como se pode notar pelo disco, Sammartini se destaca pelo estilo galante com forte "sotaque" italiano. É uma música que foge ao barroco convencional, posto que o autor viveu em um período de passagem para o classicismo. A qualidade do disco é notável. Vale a pena ouvir mais este belo disco.Uma boa apreciação!

Giovanni Battista Sammartini(1700-1775) -

01. Della Passione di Gesu Cristo_ Introduzione (Sinfonia)
02. Recitativo_ Oh portenti, oh stupor!
03. Aria_ S'alma illustre si nasconde
04. Recitativo_ Tutto questo m'e noto
05. Aria_ So che nel cor volgea
06. Recitativo_ Di cosi ingrati cori
07. Aria_ D'iniqua mente
08. Recitativo_ Chi mai pensar potea
09. Coro (Terzetto)_ Chi si colma il sen d'amore
10. L'Addolorata Divina Madre_ I. Introduzione (Sinfonia)
11. Recitativo_ Quanta pieta per le sventure altrui
12. Aria_ Non basto l'immenso affanno
13. Recitativo_ Oh qual da lunghi stenti amaro frutto
14. Aria_ Ben lo predisse
15. Recitativo_ E pur di qual Alma forte
16. Aria_ Non cosi d'Alpe in cima
17. Recitativo_ Tronchiam gl'indugi
18. Coro (Terzetto)_ Madre purissima, Fonte d'Amore

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Symphonica Esemble
Silvia Mapelli, soprano
Miroslava Yordanova, mezzo-soprano
Giorgio Tiboni, tenor
Filipo Ravizza, cravo
Daniele Ferrari, regente

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Heitor Villa-Lobos (1887-1959) - Bachianas Brasileiras No.7 for Orchestra, Bachianas Brasileiras No.9 for String Orchestra e Bachianas Brasileiras No.8 for orchestra

Completo com este CD os três posts com as Bachianas do mestre Villa, um dos nossos maiores compositores - se não o maior! As Bachianas são um conjunto de 9 suítes com dois, três ou quatro movimentos com forte sabor e cheiro do Brasil. As peças se inspiram na grandiosidade monumental da música de Bach e dialogam com a nossa história, com a nossa cultura, com os "brasileirismos" variados da nossa terra. Neste disco temos as três últimas Bachianas - a de número 7 foi escrita em 1942 e dedicado ao Ministro da Educação Gustavo Campanema; a de número 8 foi escrita em 1944 e dedicada à sua segunda esposa; e a de número 9 foi escrita em 1945, quando Villa estava em Nova York e se constitui em uma das obras mais complexas. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Heitor Villa-Lobos (1887-1959) - 

Bachianas Brasileiras No.7 for Orchestra
01. I. Prelude
02. II. Giga
03. III. Toccata
04. IV. Fuga

Bachianas Brasileiras No.9 for String Orchestra
05. I. Prelude
06. II. Fuga
07. I. Prelude
08. II. Fuga

Bachianas Brasileiras No.8 for orchestra
09. I. Prelude
10. II. Aria
11. III. Toccata
12. IV. Fuga

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São Paulo Symphony Orchestra
São Paulo Symphony Orchestra Choir
Roberto Minczuk, regente


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domingo, 15 de dezembro de 2013

Krzysztof Penderecki (1933- ) - Sacred Choral Works

Disco que revela aquele lado desolado, esdrúxulo, de emoções intensas e sonoridade áspera da música do polonês Krzysztof Penderecki. As obras aqui colocadas fogem ao convencional. Penderecki se utiliza de sussurros, de gritos espasmódicos, de sibilações e outros recursos para provocar efeitos estéticos díspares. As obras são bonitas e enlevantes ao seu próprio modo. Vale destacar o Stabat Mater, o Song of the cherubin e o  Benedicamus Domino - que escuto neste instante. Este último, por exemplo, tem o frescor de nuvens brancas que se arrastam em um dia límpido e fresco, uma antítese em relação ao Stabat Mater. Penderecki é assim: nos fornece "o burlesco", "o esquisito", ao mesmo tempo em que nos oferta a graça e o frescor espiritual. Ouça o Benedictus, por exemplo. Uma boa apreciação!

Krzysztof Penderecki (1933- ) - 

01. Stabat Mater
02. Two Choruses From The Passion According To St. Luke: Miserere
03. Two Choruses From The Passion According To St. Luke: In Pulverem Mortis
04. Sicut Locutus Est From Magnificat
05. Agnus Dei
06. Song Of The Cherubim
07. Veni Creator
08. Benedicamus Domino
09. Benedictus

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Tapiola Chamber Choir
Juha Kuivanen, regente


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Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Piano Concerto No.2 in F major, Op.102 e Symphony for Strings in A flat Op.118a

Este disco é um primor. Sinceramente faz jus à música do russo, uma das minhas personalidades musicais diletas. Aqui temos duas peças bem ao estilo Shostakovich: densas, repletas de ironias e com um mundo convulso de labirintos emocionais. A música é tangida de forma espontânea. Tudo é de ótimo gosto. A execução se dá pelos descendentes diretos do velho Shosta: Maxim, o filho; e Dmitri Jr, o neto - no caso do Concerto para piano no. 2. Não dá para fazermos um julgamento valorativo com relação à qualidade das duas obras, pois as duas são belas e profundas ao seu próprio estilo. O concerto para piano no. 2 possui esperança, algo que o distingue da Sinfonia para cordas. Excelente disco. Já estava comigo há uns quatro anos. Agora que saiu da alcova. Boa apreciação!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - 

Piano Concerto No.2 in F major, Op.102
01. 1. Allegro
02. 2. Andante
03. 3. Allegro

I Musici de Montreal
Maxim Shostakovich, regente
Dmitri Shostakovich Jr., piano

Symphony for Strings in A flat Op.118a
04. 1. Andante
05. 2. Allegretto furioso
06. 3. Adagio
07. 4. Allegretto

I Musici de Montreal
Yuli Turovsky, regente

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sábado, 14 de dezembro de 2013

Gabriel Fauré (1845-1924) - Requiem, Op.48, Cantique De Jean Racine, Op.11, Messe Basse, Maurice Duruflé (1902-1986) - Requiem, Quatre Motets, Op.10, Francis Poulenc (1900-1963) - Mass in G Major, etc

Continuemos com nossas postagens que fazem alusão à data natalícia de Cristo. Tenho tentado seguir uma programação com música sacra, pois este é um mês especial para os cristãos. Agora, vamos com este belo disco com compositores franceses - Fauré, Duruflé e Poulenc. O ponto alto do disco é a presença dos réquiens de Fauré, já conhecido pela sua beleza e expressiva delicadeza; e o outro trabalho de destaque é belo réquiem de Duruflé, cuja profundidade e nível trágico aproxima-se da aludida obra de Fauré. O Réquiem de Duruflé foi encomendado em 1947 e escrito em homenagem à morte do pai do compositor. O disco vale ser ouvido com bastante atenção. Surgem ainda algumas obras de Francis Poulenc. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

DISCO 01

Gabriel Fauré (1845-1924) -

Requiem, Op.48
01. 1. Introitus: Requiem aeternam - Kyrie
02. 2. Offertorium: Domine Jesu Christe
03. 3. Sanctus
04. 4. Pie Jesu
05. 5. Agnus Dei
06. 6. Libera me
07. 7. In paradisum

Cantique De Jean Racine, Op.11

08. Cantique De Jean Racine, Op.11

Messe Basse
09. Kyrie
10. Sanctus
11. Benedictus
12. Agnus Dei

Francis Poulenc (1900-1963) -  

Mass in G Major
13. Kyrie
14. Gloria
15. Sanctus
16. Benedictus
17. Agnus Dei

Salve regina
18. Salve regina

DISCO 02

Maurice Duruflé (1902-1986) -

Requiem
01. Introït: Kyrie
02. Domine Jesu Christe
03. Sanctus
04. Pie Jesu
05. Agnus Dei
06.  Lux Aeterna
07. Libera me
08. In paradisum

Prelude Et Fugue sur le nom d'Alain
09. Prelude Et Fugue sur le nom d'Alain

Quatre Motets, Op.10
10. Ubi caritas et amor
11. Tota pulchra es
12. Tu es petrus
13. Tantum ergo sacramentum

Francis Poulenc (1900-1963) -  

Litanies à la vierge noire
14. Litanies à la vierge noire

Exultate Deo
15. Exultate Deo

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Choir of St John's College, Cambridge
George Guest, regente


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Peter Tchaikovsky (1840-1893) - Liturgy of the St John Chrysostom e 7 Sacred Works

Escrito há algum tempo neste mesmo espaço. A Liturgia de São João Crisóstomo é uma obra de beleza incomum. Para os possíveis leitores-ouvintes deste blog, a audição desta liturgia nos remete aos desertos, aos monastérios do início da era cristã. Segundo a História, Crisóstomo (cognominado "o boca de ouro", pelo poder de sua oratória), um dos pais da igreja cristã do oriente, teria elaborado esta liturgia a partir da Liturgia de São Basílio. Esta liturgia compõe juntamente com a Liturgia dos Dons Pré-Santificados as formas de celebração eucarística do rito bizantino. A Liturgia de São João Crisóstomo é usada na maior parte do ano litúrgico nas igrejas orientais. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Peter Tchaikovsky (1840-1893) -

01 - 2. After the First Antiphon_ 'Slava Otsu i S'inu' - 'Edinorodn'i S'ine i Slav
02 - 3. After the Little Entrance_ 'Priidite, poklonimsya' - 'Svyati Bozhe'
03 - 6. Cherubic Hymn_ 'Izhe cheruvim'i'
04 - 8. Symbol of Belief_ 'Veruyu vo Edinogo Boga Otsa'
05 - 9. After the Symbol of Belief_ 'Milost' mira'
06 - 10. After the Exclamation 'Thine from Thine'_ 'Tebe poem'
07 - 11. After the words 'Especially for our Most Holy'_ 'Dostoino est'
08 - 13. The Lord's Prayer_ 'Otche nash'
09 - 13. Communion Hymn_ 'Khavalite Gospoda s nebes'
10 - 1. Cherubic Hymn No. 1
11 - 4. Tebe poem
12 - 5. Dostoino est
13 - 6. Otche nash
14 - 7. Blazheni, yazhe
15 - 8. Da ispravitsya
16 - 9. Nine sil'i nebesn'iya

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St Petersburg Chamber Choir
Nikolai Forniev, regente


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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Sir Edward Elgar (1857-1934) - Cello Concerto In E Minor, Op. 85, Introduction And Allegro, Op. 47, Elegy, Op. 58 e Military Marches, Op. 39, _Pomp And Circumstance

Belíssimo disco com a música de um dos maiores compositores ingleses de todos os tempos, Edward Elgar. O ponto alto do disco é a presença do maravilhoso concerto para cello, uma das obras mais populares do compositor inglês. Não deve se esquecer de Pompa e Circunstância e as Variações Enigma - as duas outras obras que podem ser inscritas nesse mesmo rol da popularidade. O concerto é executado com grande desenvoltura e técnica refinada pelo celista Paul Watkins. A regência fica a cargo de Sir Andrew Davis, um regente calcado em um profundo conhecimento da música inglesa, à frente da BBC Philharmonic. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Sir Edward Elgar (1857-1934) - 

Cello Concerto In E Minor, Op. 85
01. I. Adagio, Moderato
02. II. Lento, Allegro Molto
03. III. Adagio
04. IV. Allegro, Moderato, Allegro Ma Non Troppo

Introduction And Allegro, Op. 47
05. Introduction, Moderato -
06. Allegro -

Elegy, Op. 58
07. Elegy, Op. 58

Military Marches, Op. 39, _Pomp And Circumstance
08. No. 1 In D Major
09. No. 2 In A Minor
10. No. 3 In C Minor
11. No. 4 In G Major
12.  No. 5 In C Major

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BBC Philharmonic 
Sir Andrew Davis, regente
Paul Waltkins, cello

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Agostino Steffani (1654-1728) - Stabat Mater, Beatus Vir, Non Plus Me Ligate, Triduanas A Domino etc

Sigamos com nossas postagens que fazem alusão à data natalícia de Cristo - o Natal. Dessa vez, temos uma belíssima obra de Agostino Steffani - o Stabat Mater. Steffani foi um compositor de origem italiana e que estabeleceu relações musicais com a Alemanha e com a Inglaterra. Nasceu em uma família pobre e completou seus estudos na Alemanha, se tornando compositor da corte naquele país. Como era um bispo a serviço de Roma podia viajar e estabelecer contatos variados com alguns países. Foi assim que direcionou sua principal obra - o Stabat Mater - aos ingleses. A obra possui forte estilo italiano. Steffani contribuiu bastante para a popularização da ópera no Norte da Europa. Handel ficou bastante impressionado com os trabalhos do italiano. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Agostino Steffani (1654-1728) - 

01. Stabat Mater Dolorosa
02. Cuius animam gementem?. O quam tristis
03. Quis est homo qui non Fleret?. Quis não posset
04. Pro peccatis suae gentis
05. vidit suum dulcem natum
06. Eja Mater, fons amoris? Fac, ut ardeat? Sancta Mater? Tui nati vulnerati
07. Fac me vere tecum Flere?. Juxta Crucem
08. Virgo virginum praeclara
09. Fac ut portem Christi mortem
10. FAC me plagis vulnerário
11. Inflammatus e accensus?. Fac me cruce custodiri
12. Quando corpus morietur? Fac ut animae donetur
13. Beatus Vir
14. Non Plus Me Ligate
15. Triduanas A Domino
16. Laudate Pueri
17. Sperate in Deo
18. Qui Diligit Mariam

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Coro della Radiotelevisione Svizzera
Diego Fasolis, diretor

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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Johannes Brahms (1833-1897) - Fantasias, Op.116, Intermezzos, Op.117, Piano Pieces, Op.118 e 119, 2 Rhapsodies, Op.79, Waltzes, Op.39 e Variations and Fugue on a Theme by Handel, Op.24 (CDs 3 e 4 de 4 - final)

Vamos aos dois últimos discos com esta caixa imperdível, de alto nível. Kovacevich nestes dois últimos discos, assim como nos dois primeiros, mantém a forma. Sustenta a técnica. Labora de forma primorosa sobre estas obras delicadas do grande mestre alemão. Algumas peças de tão delicadas que são chegam a se constituírem em grandes "murmúrios" de beleza. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - 

DISCO 03

Fantasias, Op.116
01. I. Capriccio Presto energico D minor
02. II. Intermezzo Andante A minor
03. III. Capriccio Allegro passionato G minor
04. IV. Intermezzo, E major
05. V. Intermezzo¡ Andante con grazia ed intimissimo sentimento E minor
06. VI. Intermezzo¡ Andantino teneramente E major
07. VII. Capriccio Allegro agitato D minor

Intermezzos, Op.117
08. I. Andante moderato E flat major
09. II. Andante non troppo e con molto espressione B flat minor
10. III. Andante con moto C sharp minor

Piano Pieces, Op.118
11. I. Intermezzo Allegro non assai, ma molto appassionato A minor 
12. II. Intermezzo Andante teneramente A major 
13. III. Ballade¡ Allegro energico G minor 
14. IV. Intermezzo Allegretto un poco agitato F minor
15. V. Romanze Andante F major    [0:02:58.22]
16. VI. Intermezzo¡ Andante, largo e mesto E flat minor    [0:05:41.20]

Piano Pieces, Op.119
17. I. Intermezzo¡ Adagio B minor
18. II. Intermezzo¡ Andantino un poco agitato - Andantino grazioso E minor 
19. III. Intermezzo¡ Grazioso e giocoso C major 
20. IV. Rhapsody¡ Allegro risoluto E flat major

DISCO 04

2 Rhapsodies, Op.79
01.  I. Agitato B minor 
02.  II. Molto passionato, ma non troppo allegro G minor

Waltzes, Op.39
03. I. B major 
04. II. E major
05. III. G sharp minor
06. IV. E minor 
07. V. E major
08. VI. C sharp major 
09. VII. C sharp minor
10. VIII. B flat major 
11. IX. D minor
12. X. G major
13.  XI. B minor
14. XII. E major
15. XIII. B major
16.  XIV. G sharp minor
17. XV. A flat major 
18. XVI. C sharp minor

Variations and Fugue on a Theme by Handel, Op.24
19. Variations and Fugue on a Theme by Handel, Op.24  

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Stephen Kovacevich, piano

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Jean Sibelius (1885-1957) - Finlandia, Op.26, n º 7, Of The Swan Tuonela, op.22, No.2, Valse Triste, op.44 e Tapiola, Op.112

Adoro Sibelius. Nunca me decepcionei com ele. Gosto da natureza profunda e reflexiva de sua música. Tenho uma admiração incondicional pelas suas sete sinfonias, cuja arquitetura e beleza estão entre as maiores que já foram compostas. Sibelius também se enveredou pelo mundo dos poemas sinfônicos. Aqui temos algumas dessas obras - pelo menos três. A condução fica a cargo de Karajan, que deu uma dimensão mais lenta aos trabalhos. Isso acabou por gerar uma força evocativa grave ainda maior a esses trabalhos. Vide, por exemplo, Finlandia e o Tapiola. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Jean Sibelius (1885-1957) -

 Finlandia, Op.26, n º 7
01.  Finlandia, Op.26, n º 7

Of The Swan Tuonela, op.22, No.2
02.  Of The Swan Tuonela, op.22, No.2

Valse Triste, op.44

03. Valse Triste, op.44

Tapiola, Op.112
04. Tapiola, Op.112

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Berliner Philharmoniker
Herbert von Karajan, regente

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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Giuseppe Verdi (1813 - 1901) - Messa da Requiem

Seguindo com as postagens que imprimem um espírito religioso, eis que aparece um dos réquiens mais importantes de todos os tempos, assim como o são o de Brahms, Mozart, Fauré, Cherubini etc. Verdi como era um grande operista, conseguiu urdir uma bela estrutura digna das grandes óperas ao seu réquiem. Esta gravação com o Fricsay é uma das mais emocionantes que já tive o prazer de ouvir. Curiosamente, a gravação foi realizada em 1954. Mas, apesar de ter sido realizada em mono e apresentar uma intervalo de tempo tão grande, a qualidade por conta da remasterização, ficou de primeiro nível. Graças a isso, temos a oportunidade de ouvir, assim como foi realizada por Fricsay à frente da RIAS-Symphonie-Orchester Berlin. A gravação possui força impactante, emoção e um halo espiritual de muita delicadeza. Coisa de grande fineza. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Giuseppe Verdi (1813 - 1901) - Messa da Requiem

01. Requiem and Kyrie   
02. Dies Irae    
03. Tuba mirum    
04. Liber scriptus    
05. Quid sum miser    
06. Rex tremendae    
07. Recordare    
08. Ingemisco    
09. Confutatis   
10. Lacrymosa  
11. Offertorio    
12. Sanctus   
13. Agnus Dei  
14. Lux Aeterna   
15. Libera Me  

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RIAS-Symphonie-Orchester Berlin
Ferenc Fricsay, regente
Mariana Radev,
Maria Stader,
Helmut Krebs,
Kim Borg

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Krzysztof Penderecki (1933- ) - String Quartets 1 - 3; Witold Lutoslawski (1913-1994) - String Quartet

Um disco de repertório bem contemporâneo. As obras aqui postas são desafios estéticos. Penderecki tem aparecido por aqui com certa recorrência nestes últimos dias. O disco traz os quartetos de número 1, 2 e 3. Os dois primeiros foram escritos ainda na década de 60 do século XX. Já o número 3, em 2008. Todas as vezes que escuto Pendereki, que é um compositor versátil e prolífico, fico com a sensação de que arames farpados estão arranhando o meu mundo interior. Ainda aparece outro compositor relevante do século XX, Witold Lutoslawski. Disquinho curioso este da ótima Hyperion. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Krzysztof Penderecki (1933- )

String Quartet No.1
01. String Quartet No.1

String Quartet No.2
02. String Quartet No.2

String Quartet No.3, 'Leaves of an Unwritten Diary'
03. String Quartet No.3, 'Leaves of an Unwritten Diary'

Witold Lutoslawski (1913-1994) -  
 

String Quartet

04.  1. Introductory
05. 2. Main

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Royal String Quartet

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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Gustav Holst (1874-1934) - Os Planetas, Op.32 e Colin Matthews (1946 - ) - Pluto - The Renewer

Quando analisamos a brilhante peça de Holst, Os Planetas, notamos que de fora ficaram A Terra e Plutão, que à época da escrita da obra ainda não havia sido descoberto. Sabemos que esse astro foi rebaixado e deixou de ser um planeta como o são os oito restantes do Sistema Solar. Hoje, Plutão é um planeta-anão. Mas o fato é quando Plutão foi descoberto, a obra Os Planetas já havia sido escrita. Holst se negou - penso que acertadamente - a escrever um movimento para esse astro dos confins longínquos do nosso sistema planetário. Mas, estranhamente Collin Matthews resolveu fazer aquilo que Holst não fez recentemente. O resultado ficou, no mínimo curioso. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Gustav Holst (1874-1934) - 

Os Planetas, Op.32
01. Mars, the Bringer of War
02. Venus, the Bringer of Peace
03. Mercury, the Winged Messenger
04. Jupiter, the Bringer of Jollity
05. Saturn, the Bringer of Old Age
06. Uranus, the Magician
07. Neptune, the Mystic

Colin Matthews (1946-) 

Pluto - The Renewer
08. Pluto - The Renewer

Gustav Holst (1874-1934) -

Lyric Movement for Viola and Small Orchestra, H191
09. Lyric Movement for Viola and Small Orchestra, H191

The Planets Suite for Orchestra, H 125, Op.32
10. VII. Neptune - The Mystic (with original endi

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The Hallé Orchestra
The Ladies of the Hallé Choir
Lyn Fletcher, leader
Keith Orrell, chorus master
Mark Elder, regente

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domingo, 8 de dezembro de 2013

Johannes Brahms (1833-1896) - Ein deutsches Requiem, Op. 45

Talvez, esta tenha sido a primeira versão do Réquiem de Brahms cuja audição realizei. E como todo primeiro amor, as marcas são inesquecíveis. É uma gravação primorosa, realizada por Carlo Maria Giulini, esse grande regente italiano, morto no ano de 2005. Por si só, o Réquiem de Brahms já uma realização que foge aos adjetivos. É uma música elegante, digna das grandes arquiteturas musicais. Brahms como era costumeiro, realizou uma obra cujo nível de paixão e profundidade embriaga a todo aquele escuta esse trabalho de grande envergadura. Em dados momentos, eu preciso ouvir esta obra para restaurar a minha sanidade. É assim que fiz hoje à noite. Aconselho que você faça o mesmo. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1896) - 

Ein deutsches Requiem, Op. 45
01. I. Selig sind, die da Leid tragen
02. II. Denn alles Fleisch es ist wie Gras
03. III. Herr, lehre doch mich
04. IV. Wie lieblich sind deine Wohnungen
05. V. Ihr habt nun Traurigkeit
06. VI. Denn wir haben hie keine bleibende Statt
07. VII. Selig sind die Toten

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Wiener Philharmoniker
Carlo Maria Giulini, regente
Barbara Bonney, soprano
Andreas Schmidt, barítono
Rudolf Scholz, órgão


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Giovanni Battista Sammartini(1700-1775) - Sacred Cantata - Il pianto degli Angeli della Pace

Vamos a mais um disco com as belas cantatas sacras de Giovanni Battista Sammartini. Como no primeiro disco, notamos o estilo galante do compositor e que, mais tarde, influenciaria Haydn, alguns dos filhos de Bach, entre outros compositores. Aqui temos a cantata  Il pianto degli Angeli della Pace, escrita em 1751, e que estreou no mesmo ano, na Igreja de San Fedele, em Milão. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Giovanni Battista Sammartini(1700-1775) - Il pinto degli Angeli della Pace

01. Introduzione (Sinfonia)
02. Terzetto_ Amare lagrime
03. Recitativo I_ Gia pel comun misfatto
04. Terzetto_ Amare lagrime
05. Recitativo II_ Io de l'alte Promesse a primi Padri
06. Aria dell'Angelo di Allianza_ Oscurata impallidita
07. Recitativo III_ Io di clemenza, e pace
08. Aria dell'Angelo del Testamento_ Rasserenate il ciglio
09. Recitativo IV_ Itene pur Compagni
10. Aria dell'Angelo di Grazia_ Dal profondo de' squallidi Abissi
11. Recitativo V_ Sotto l'Albero a morte
12. Terzetto_ Amare lagrime
13. Symphony in E flat major, J-C 26_ I. Allegro assai
14. II. Allegrino
15. III. Allegrissimo

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Capriccio Italiano Ensemble
Silvia Mapelli, soprano
Ainhoa Soraluze, mezzo-soprano
Giorgio Tiboni, tenor
Filipo Ravizza, cravo
Daniele Ferrari, regente

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Giovanni Battista Sammartini(1700-1775) - Sacred Cantatas - Maria Addolorata e Il pianto di San Pietro

Giovanni Battista Sammartini era italiano, nascido na cidade de Milão, em 1700. Era irmão do também compositor Giuseppe Sammartini. Giovanni acabou por se tornar mais famoso do que o irmão Giuseppe. O fato é que cabe a Giovanni o trunfo de ser um excelente professor. Chegou a ser professor de Gluck e era tido com grande estima por um dos filhos de Bach - Johann Christian. Influenciou bastante o surgimento do estilo clássico. Aqui temos duas de suas cantatas sacras bem ao estilo italiano. Vale a pena a audição! Mais um disco para o espírito do natal. Uma boa apreciação!

Giovanni Battista Sammartini(1700-1775) - Maria Addolorata e Il pianto di San Pietro

01. Maria Addolorata_ Introduzione (Sinfonia)
02. Recitativo I_ Figlio, ah Figlio ove sei_
03. Aria di Cleofe_ Almen potesse chiudere
04. Recitativo II_ Forse Cleofe credi
05. Aria di Giovanni_ Rupe in mar, se irato frema
06. Recitativo III_ Cleofe, Giovanni, ah voi
07. Aria della Beata Vergine_ Il caro suo pegno
08. Recitativo IV_ L'Uomo, te stessa, e 'l Ciel Madre rimira
09. Coro Finale_ Col magnanimo Consiglio
10. Il Pianto di San Pietro_ Introduzione (Sinfonia)
11. Recitativo I_ Potessi, almen col sangue
12. Aria di Giacomo_ N'empie d'orrore
13. Recitativo II_ O voi felici nel dolore!
14. Aria di Pietro_ Porto il rimorso al fianco
15. Recitativo III_ Infelice! Che ascolto_
16. Aria di Giovanni_ Da tenebroso velo
17. Recitativo IV_ Dunque giova sperar_
18. Coro Finale_ Perche buon Dio t'involi_

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Capriccio Italiano Ensemble
Silvia Mapelli, soprano
Sonia Prina, contralto
Mirko Guadagnini, tenor
Filipo Ravizza, cravo
Daniele Ferrari, regente


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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Claude Debussy (1862-1918) - La Mer e Gustav Mahler (1860-1911) - Symphony No. 2 in C minor 'Ressurection'

Já faz alguns anos que tenciono postar este disco. Desde a primeira vez que o ouvi, fiquei impressionado. Hoje cedo, por sua vez, ao escutar o disco na íntegra, parece que meu entusiasmo esmoreceu um pouco. Mas tentarei explicar! Talvez, na minha concepção, aqui tenhamos uma das melhores gravações de La Mer, de Debussy. Tenho uma paixão incondicional por esta obra. Fico fascinado todas as vezes que a escuto. O conjunto de eventos e mudanças por que passa o mar - e as descrições de como isso acontece - dão uma razão especial à obra. Abbado deu mais força, colorido e dramaticidade à interpretação. O ponto baixo do disco, talvez, seja a Sinfonia no. 2 de Mahler. Penso que a interpretação tenha sido demasiadamente "burocrática". De qualquer forma, o disco é excelente. Vale a audição! Abbado, apesar da idade, continua como um regente respeitado. Sua história é grandiosa e digna dos grandes intérpretes. Uma boa apreciação!

DISCO 01

Claude Debussy (1862-1918) - 

La Mer
01. I. De l 'aube 'a midi sur la mer. Tr'es lent
02. II. Jeux de vagues. Allegro (dans un rythme tr`es souple)
03. III. Dialogue du vent et de la mer. Anim'e et tumultueux

Gustav Mahler (1860-1911) - 

Symphony No. 2 in C minor 'Ressurection'

04. I. Allegro maestoso [Totenfeier].

DISCO 02

01. II. Andante moderato. Sehr gemachlich
02. III. Scherzo. In ruhig fliessender bewegung - attacca
03. IV.  Urlicht . Sehr feierlich, aber schlicht
04. V. Im tempo des scherzo. Wild herausfahrend


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Lucern Festival Orchestra
Orfeón Donostiarra. 

Chorus master: José Antonio Sainz Alfaro
Eteri Gvazava, soprano
Anna Larsson, mezzo-soprano
Claudio Abbado, regente

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Modest Mussorgsky (1839-1881) - Pictures at an Exhibition e Otorrino Respighi (1879-1936) - Pini de Roma - Poema Sinfonico per Orchestra

Vamos a uma postagem de final de noite. Dessa vez, "saquei" o Leo Bernstein, um dos maiores regentes de todos os tempos - e um dos maiores nomes da música da América o Norte. Aqui, o grande regente nos conduz por dois caminhos díspares: primeiro nos leva à Rússia e, lá, nos coloca diante dessa baita obra que é Quadros de uma exposição. A qualidade da regência de Bernstein é arrebatável. Em um segundo momento, o compositor nos leva à Roma dos pinheiros encantados, com a bonita e delicada peça de Respighi, Os pinheiros de Roma. A gravação é impecável. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Modest Mussorgsky (1839-1881) - 

Pictures at an Exhibition
01. Promenade
02. I. Gnomus
03. Promenade
04. II. Il vecchio castello
05. Promenade
06. III. Tuileries
07. IV. Bydlo
08. Promenade
09. V. Ballet des poussins dans leurs coques
10. VI Samuel Goldenberg and Schmuyle
11. VII. Limoges. Le Marche
12. VIII. Catacombae. Sepulchrum romanum
13. Cum mortis in lingua mortua
14. IX. La Cabane sure des pattes de poule
15. X La grande porte de Kiev
16. Night on Bald Mountain

Otorrino Respighi (1879-1936) - 

Pini de Roma - Poema Sinfonico per Orchestra
17. I pini di villa Borghese
18. Pini presso una catacomba
19. I pini del Gianicolo
20. I pini della via Appia

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New York Philharmonic
Leonard Bernstein, regente

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Luigi Cherubini (1760-1842) - Réquiem em Ré menor

Ontem, postei o maravilhoso Réquiem em Dó, de Cherubini, compositor cuja importância, no século XIX, foi marcante. Como afirmei, o compositor escreveu dois réquiens para ocasiões bem diversas. O primeiro foi escrito em 1816 para uma solenidade. Já o segundo, por sua vez, foi escrito em 1836 com uma finalidade bem singular: ou seja, Cherubini escreveu uma "missa dos mortos" para si mesmo. Queria que ela fosse executada pela ocasião da sua morte, que se daria seis anos depois da composição da obra. Tive a oportunidade de ouvir os dois trabalhos e entendo que o seu primeiro réquiem é mais poderoso que este segundo, que alterna momentos de beleza grave com frescura espiritual. A regência dessa vez fica a cargo de Riccardo Muti. Uma boa apreciação!

Luigi Cherubini (1760-1842) - Réquiem em Ré menor

01 Introitus et Kyrie
02. 02 Graduale
03. 03 Dies irae
04. 04 Offertorium
05. 05 Sanctus
06. 06 Pie Jesu
07. 07 Agnus Dei

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New Philharmonia Orchestra
The Ambrosian Singers
Riccardo Muti, regente

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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Luigi Cherubini (1760-1842) - Marche funebre e Requiem No. 1 in C minor

Luigi Cherubini não é um compositor tão popular. Todavia, à época em que viveu, Cherubini foi dono de uma fama incrível. Era italiano, mas radicou-se na França, depois de ter passado pela Inglaterra. Na França conseguiu as mais distintas honrarias, inclusive sendo o compositor da corte de Napoleão. Possuía habilidade incomuns na composição de música sacra. Escreveu dois réquiens para propósitos bem diversos.  O Réquiem em Dó menor foi escrito em 1816, com o propósito de comemorar o aniversário da execução de Luís XVI. O sucesso foi extraordinário. Um trunfo a favor do Réquiem em Dó de Cherubini era a admiração que Brahms e Beethoven dispensavam.  O outro réquiem foi escrito em 1836 e o compositor o fez como um preparatório de sua morte. Todavia, o Réquiem em Dó é uma obra prima inquestionável. O espírito do natal nos emula. Vale a audição! Uma boa apreciação!

Luigi Cherubini (1760-1842) - 

Marche funebre
01. Marche funebre

Requiem No. 1 in C minor
02. Introitus et Kyrie: Requiem aeternam
03. Graduale: Requiem aeternam
04. Dies irae
05. Offertorium: Domine Jesu Christe
06. Sanctus
07. Pie Jesu
08. Agnus Dei

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Orchestra della Radio Svizzera Italiana
Gruppo Vocale Cantemus
Coro della Radio Svizzera Italiana

Diego Fasolis, regente


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Felix Mendelssohn (1809-1847) - String Octet Op.20 e Max Bruch (1838-1920) - String Octet Op.posth

Este disco, pela capa e pela promessa, já me deixou imensamente feliz. É bastante conhecido a fama do Octeto de Mendelssohn, cuja composição se deu quando o alemão tinha apenas dezesseis tenros anos. Coisa de gênio. É dessa época a música incidental para Sonho de uma noite de verão, também. Sim. Mendelssohn era um baita de um compositor. Quando falamos em música de câmara temos que fazer referência a esta obra, assim como mencionamos o quinteto "A truta", de Schubert; ou ainda, os quartetos de Beethoven, Brahms ou Bartok, por exemplo. É para se ouvir e "alegrar os olhos". A outra obra é o menos conhecido Octeto de Bruch. É uma das últimas obras escritas pelo compositor, meses antes de morrer, em 1920. Ficou certo tempo perdido. Mas acharam o trabalho - para a nossa felicidade. Não deixe de ouvir mais este belo - excelente! -  disco do charmoso selo Naxos. Uma boa apreciação!

Felix Mendelssohn (1809-1847) - 

String Octet Op.20
01. I. Allegro Moderato, Ma Con Fuoco
02.  II. Andante
03. III. Scherzo Allegro Leggierissimo
04. IV. Presto

Max Bruch (1838-1920) - 

 String Octet Op.posth
05. I. Allegro Moderato
06. II. Adagio
07. III. Allegro Moderato

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Kódaly Quartet
Auer Quartet


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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Anton Dvorak (1841-1904) - Stabat Mater, Op. 58

A perda de alguns filhos em dado período da vida de Dvorak - entre 1875 e 1877 -, levou o compositor a iniciar o projeto de composição de seu Stabat Mater. Nota-se com muita clareza a atmosfera carregada de tristeza proporcionada pela obra. Mas apesar do langor, vale ressaltar que o Stabat Mater de Dvorak é uma obra muita bonita, de atmosfera delicada e de uma espiritualidade refinada, sendo pouco executado. Esta gravação com Philippe Herreweghe é excelente. Apesar de não ter escutado a obra em muitas ocasiões - talvez esta seja a segunda ou a terceira vez - posso atestar que o coro do Collegium Vocale Gent nos faz sentir todo o poder e fineza da obra do checo. Os solistas estão inspiradíssimos neste registro. Vale a pena a audição. Uma boa apreciação!

Anton Dvorak (1841-1904) - Stabat Mater, Op. 58

01. I. Stabat Mater dolorosa (Quartet, Chorus). Andante con moto
02. II. Quis est homo, qui non fleret (Quartet). Andante sostenuto
03. III. Eja, Mater, fons amoris (Chorus). Andante con moto
04. IV. Fac, ut ardeat cor meum (Bass Solo, Chorus). Largo
05. V. Tui nati vulnerati (Chorus). Andante con moto, quasi allegretto
06. VI. Fac me vere tecum flere (Tenor Solo, Chorus). Andante con moto, quasi allegretto
07. VII. Virgo virginum praeclara (Chorus). Largo
08. VIII. Fac, ut portem Christi mortem (Duet). Larghetto
09. IX. Inflammatus et accensus (Alto solo). Andante maestoso
10. X. Quando corpus morietur (Quartet and Chorus). Andante con moto

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Ghent Collegium Vocale,
Royal Flemish Philharmonic

Philippe Herreweghe


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domingo, 1 de dezembro de 2013

Tresors des Requiem - 5 grandes réquiens - Mozart, Brahms, Fauré, Verdi, Duruflê, Lotti, Cherubini, Berlioz, etc

Como chegamos ao último mês do ano 2013 - e este mês é conhecido como um dos meses mais religiosos pelos cristãos do mundo todo - resolvi fazer uma série de postagens com motivos sacros em homenagem à data tão relevante e singular: réquiem, cantatas, oratórios, stabat mater, ofícios de defuntos etc. Apesar de não ser um sujeito simpático à religião institucional, considero-me um sujeito religioso. Tenho minha espiritualidade e a música é uma forma inevitável de culto. Pensando nisso, resolvi fazer esta postagem. Traz um conjunto de réquiens - e fragmentos de réquiens - entre os mais belos que já foram compostos. Temos Mozart, Verdi, Brahms, Fauré etc. E outros não muito conhecidos como os trabalhos de Saint-Säens, Lotti, Durufle etc. Não gosto de coletâneas por causa do aspecto fragmentário. Gosto de ouvir as obras em sua integralidade. Mas vamos lá! Uma boa apreciação!

DISCO 01

01. MOZART - REQUIEM K626: I. INTROITUS REQUIEM AETERNAM (5:00)
02. II. KYRIE (2:38)
03. III. SEQUENTIA. Dies irae (1:45)
04. IV. Tuba mirum (3:45)
05. V. Rex tremendae (2:18)
06. VI. Recordare (6:37)
07. VII. Confutatis (2:59)
08. VIII. Lacrimosa (3:19)
09. IX. OFFERTORIUM. Domine Jesu Christe (4:33)
10. X. Hostias (4:45)
11. XI. SANCTUS. Sanctus (1:47)
12. XII. Benedictus (4:43)
13. XIII. AGNUS DEI (3:40)
14. XIV. COMMUNIO. Lux Aeterna (5:31)
15. BRAHMS - UN REQUIEM ALLEMAND: Ihr habt nin Traurigkeit (6:53)
16. Herr, lehre doch mich (9:47)
17. SCHUMANN - REQUIEM: Requiem arternam (3:42)

DISCO 02

1. LOTTI - REQUIEM: Quaerens me (0:51)
2. Juste judex (1:26)
3. CHERUBINI - REQUIEM: Pie Jesu (4:03)
4. BERLIOZ - REQUIEM, op5: Requiem & Kyrie - Introitus (9:36)
5. BRUNEAU - REQUIEM: Requiem et Kyrie (4:24)
6. VERDI - MESSA DA REQUIEM: I. Requiem & Kyrie (8:35)
7. II. DIES IRAE (2:22)
8. III. Tuba mirum (3:03)
9. IV. Liber scriptus (4:55)
10. V. Squid sum miser (3:37)
11. VI. Rex tremendare (3:26)
12. VII. Recordare (4:03)
13. VIII. Ingemisco (3:22)
14. IX. Confutatis (5:36)
15. X. Lacrymosa (6:01)

DISCO 03

01. VERDI - MESSA DA REQUIEM (suite): XI. Offertorio (9:58)
02. XII. Sanctus (2:40)
03. XIII. Agnus Dei (4:27)
04. XIV. Lux aeterna (6:14)
05. XV. Libera me (13:13)
06. FAURE - REQUIEM, Op.48: I. Introit et Kyrie (6:30)
07. II. Offertoire (7:54)
08. III. Sanctus (3:14)
09. IV. Pie Jesus (4:40)
10. V. Agnus Dei (5:57)
11. VI. Libera me (5:11)
12. VII. In Paradisum (3:17)

DISCO 04


1. SAINE-SAENS - REQUIEM, Op.54:I. Requiem Kyrie (6:22)
2. II. Dies Irae (6:26)
3. III. Rex tremendae (3:55)
4. IV. Oro Supplex (4:16)
5. V. Hostias (2:13)
6. VI. Sanctus (1:35)
7. VII. Benedictus (2:08)
8. VIII. Agnus (7:59)
9. DURUFLE - REQUIEM, Op.9 (2 version): I. Introit (3:45)
10. II. Kyrie (3:49)
11. III. Domine Jesu Christie (8:59)
12. IV. Sanctus (3:23)
13. V. Pie Jesu (3:58)
14. VI. Agnus Dei (3:42)
15. VII. Lux aeterna (4:18)
16. VIII. Libera me (5:53)
17. IX. In Paradisium (3:34)

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Johannes Brahms (1833-1897) - Piano Concerto No. 1 in D minor Op. 15, Scherzo in E flat minor, Op. 4, 4 Ballades, Op. 10, Piano Concerto No. 2 in B flat major, Op. 83 etc (CDs 1 e 2 de 4)

Vamos a mais uma postagem com um dos meus compositores favoritos. Ontem, fiz uma postagem apressada e Al Reiffer acabou me chamando a atenção para o meu "desleixo" para com as palavras. Afinal de contas, eu não estava postando qualquer coisa, qualquer compositor, qualquer música naquele instante. Tratava-se de Brahms - e pelo que pude perceber - o compositor predileto dele - e um dos meus também. O fato é que já estava há um certo tempo querendo postar esta famosa caixa com Stephen Kovacevich. A abordagem do pianista é mais séria. Mais propensa à reflexão grave, o que faz com que a música de Brahms ganhe contornos mais sérios do que já possui. Acredito que Brahms nesse sentido, seja um continuador do espírito beethoveano. Beethoven conseguiu criar em seus trabalhos pianísticos, principalmente com as suas sonatas, um universo complexo e infinito de possibilidades artísticas. Brahms não escreveu muito. Primava mais pela qualidade do que pela quantidade. Escreveu apenas dois concertos para piano, o que é pouco para um compositor que passou quase quarenta anos da vida escrevendo. Mozart escreveu quase trinta e viveu pouco mais de trinta anos. Mas Brahms é uma galáxia onde se fecundavam supernovas de profundidade e beleza; e um tipo de música que cada vez que ouvimos sentimos que a vida se faz mais delicada e humana. Não deixe de ouvir. Os dois próximos discos eu disponibilizarei no meio da semana. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - 

DISCO 01

Piano Concerto No. 1 in D minor Op. 15
01. 1. Maestoso - Poco piu moderato  
02. 2. Adagio    
03. 3. Rondo. Allegro non troppo  

Scherzo in E flat minor, Op. 4 
04. Scherzo in E flat minor, Op. 4  

4 Ballades, Op. 10
05. No. 1 in D minor  
06. No. 2 in D major   
07. No. 3 in B minor   
08. No. 4 in B major   

DISCO 02

Piano Concerto No. 2 in B flat major, Op. 83
01. 1. Allegro non troppo    
02. 2. Allegro appassionato   
03. 3. Andante - Più adagio  
04. 4.  Allegretto grazioso - Un poco più presto   

Klavierstucke, Op. 76
01. 1. Capriccio in F sharp minor   
06. 2. Capriccio in B minor    
07. 3. Intermezzo in A flat major    
08. 4. Intermezzo in B flat major   
09. 5. Capriccio in C sharp minor    
10. 6. Intermezzo in A major    
11. 7. Intermezzo in A minor    
12. 8. Capriccio in C major    

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London Symphony Orchestra
Sir Colin Davis (Op. 15 e Op. 83), regente
Stephen Kovacevich, piano


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