Como é bom ouvir Mendelssohn! Sua música é fina, é suave, é delicada. Félix Mendelssohn me faz lembrar de Mozart. Acredito que sua música exprima os sentimentos de Wolfgang. Mendelssohn possuía uma alma delicada, de impressões sensíveis. Era um gênio morto precocemente, assim como morreram também Chopin e Mozart. Nos seus 38 anos de existência, compôs peças maravilhosas. Estou ouvindo neste instante o Concerto para violino, piano e orquestra. E como é bom ouvir Mendelssohn! Espero que você aprecie este CD, com peças não tão conhecidas, de um dos meus compositores favoritos. Boa apreciação!
O PRESENTE BLOG SE PROPÕE UNICAMENTE A SER UM LOCAL DE DIVULGAÇÃO DA BOA MÚSICA - NO CASO A MÚSICA CLÁSSICA. NÃO HÁ FINALIDADES LUCRATIVAS NO EMPREENDIMENTO. TANTO É ASSIM QUE INDICAMOS ÀQUELES QUE ACESSAM AO BLOG QUE BUSQUEM SÍTIOS COMO O DO SUBMARINO OU A AMAZON PARA COMPRAREM AS OBRAS QUE GOSTAREM. DIVULGAR A BOA MÚSICA; MERGULHAR NO SER DA MÚSICA - EIS A FINALIDADE.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Félix Mendelssohn Bartolt (1809-1847) - Concerto para violino, piano e orchestra, Capricho brilhante, Rondo brilhante para piano e orquestra, Serenata
Como é bom ouvir Mendelssohn! Sua música é fina, é suave, é delicada. Félix Mendelssohn me faz lembrar de Mozart. Acredito que sua música exprima os sentimentos de Wolfgang. Mendelssohn possuía uma alma delicada, de impressões sensíveis. Era um gênio morto precocemente, assim como morreram também Chopin e Mozart. Nos seus 38 anos de existência, compôs peças maravilhosas. Estou ouvindo neste instante o Concerto para violino, piano e orquestra. E como é bom ouvir Mendelssohn! Espero que você aprecie este CD, com peças não tão conhecidas, de um dos meus compositores favoritos. Boa apreciação!
sábado, 27 de junho de 2009
Johannes Brahms - Concertos para piano e orquestra No.1 e 2, Variação sobre um tema de Haydn e Abertura Trágica
Compareci por aqui hoje à noite somente para postar esta obra fenomenal, fundamental. Ouvi este registro duplo hoje mais cedo. Desde então me bateu o desejo de postá-lo. É uma gravação soberba que reúne grandes mestres - Abbado, Pollini e Böhm. Para uma noite de sábado, nada mal. Não deixe de ouvir este CD poderoso com os 2 concertos de Brahms para piano e orquestra. Vai ainda os deliciosos e vigorosos Variação para um tema de Haydn e A Abertura Trágica, Op.81 que são extraordinários. Bom deleite!
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Giovanni Gabrieli - The Canzonas and Sonatas from Sacrae Symphoniae (1597)
Vamos à Renascença! Caminhemos pela Itália, pela gênese da música clássica. Como estou com preguiça para escrever, peguei o texto da wikipédia:2. Canzon primi toni a 8
3. Canzon primi toni a 10
4. Toccata quinti toni
5. Canzon duodecimi toni a 10
6. Canzon quarti toni a 15
7. Canzon duodecimi toni a 10
8. Toccata
9. Sonata pian' e forte a 8, alla bassa
10. Canzon septimi toni a 8
11. Toccata
12. Canzon septimi toni a 8
13. Canzon in echo duodecimi toni a 10
14. Canzon duodecimi toni a 8
15. Canzon in echo duodecimi toni a 10
16. Canzon septimi et octavi toni a 12
17. Sonata octavi toni a 12
18. Canzon in echo duodecimi toni a 10, per concertar con l'organo
19. Intonazione noni toni
20. Canzon noni toni a 8
21. Canzon noni toni a 12
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His Majestys Sagbutts and Cornetts
Timothy Roberts
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Por Carlos Antônio M. Albuquerque
Have Joy!
Felix Mendelssohn Bartholdy - Sinfonias No. 4 e No. 5
Separei este CD desde o dia de ontem para postá-lo. Ao chegar em casa por volta de meio dia, coloquei-o para ouvir. Estava ansioso para empreender essa ação. Não se trata de uma grande gravação. Não temos aqui um Solti, um Abbado, um Bernstein, mas von Pitamic consegue dá conta incrivelmente do recado. Deve ser por causa da maravilha que são essas duas obras de Mendelssohn - A Sinfonia Italiana, a No. 4 e Da Reforma, a No. 5. Fico imensamente feliz quando escuto a Sinfonia Italiana. Já na Sinfonia No. 5, Da Reforma, Mendelssohn, como luterano que era, fez um "hino" em homenagem à Reforma Protestante. Inseriu a música composta por Lutero Castelo Forte na sinfonia de modo que deu um tom solene á peça. Para muitos, essa é a maior de todas as sinfonias de Mendelssohn. Eu particularmente gosto da No. 4, a Italiana. O encarte do CD traz as seguintes informações sobre a Sinfonia Italiana, já postada anteriormente aqui com Bernstein:Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847) - Sinfonias No. 4 e No. 5
Sinfonia No. 4 em Lá maior, Op. 90 - "Sinfonia Italiana"
1. Allegro Vivace 11:29
2. Andante com moto 5:41
3. Com moto moderato 6:52
4. Saltarello (presto) 5:55
Sinfonia No. 5 em Ré maior, Op. 107 - "Da Reforma"
5. Andante - Allegro com fuoco 11:01
6. Allegro vivace 5:31
7. Andante 3:14
8. Coral: Uma firme fortaleza é o nosso Deus
Andante com moto - Allegro vivace - Allegro maestoso
London Festival Orchestra
Alexander von Pitamic, regente
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Por Carlos Antônio M. Albuquerque
Have Joy!
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Ludwig van Beethoven - Concertos para piano, Seis Bagatelas e Für Elise
Eis que surge o inominável Ludwig van Beethoven. Diante de nome tão celso, o que dizer, o que afirmar? É o sujeito mais refinado do Romantismo musical. Uma das minhas paixões! Outro dia conversava com um amigo sobre música. Falavámos sobre nossas preferências musicais. Afirmei quais os compositores que mais gosto, respeito, admiro. Citei Mozart, Mahler, Bach, Brahms, Shostakovich. Mas ele fez uma pergunta indelicada. A inquirição dele: "Se fossem retiradas todas as peças de música da história e restasse apenas um compositor, qual você gostaria que ficasse?" Sei que é uma pergunta medonha. Como ficar sem Mahler, sem Shostakovich, sem Bach, sem Mozart? Para aquele que se devota perante estes nomes, como alguém que se devota perante um ícone sagrado, aquela pergunta era um sacrilégio. Pensei. Ponderei. Até que respondi: "Beethoven!" Ludwig possui os matizes certos, o espírito mais avassalador no que tange a composição, a inquietude do grande homem. Nas suas peças grita o homem angustiado, cheio de valores elevados, sonhos, frustrações e utopias. Beethoven é um romântico no bom sentido do termo. Aqui temos os seus 5 concertos para piano e orquestra com Vladimir Ashkenazy, sob a regência de Georg Solti. Simplesmente um excelente registro. Não farei a menção "imperdível", pois Beethoven não precisa de tamanho patrocínio. O bom ouvinte sabe distinguir isso. Bons momentos com Ludwig, o gênio de Bonn. Boa apreciação!Ludwig van Beethoven(1770-1827) - Concertos para piano, Seis Bagatelas e Für Elise
CD1
Piano Concerto No.1 In C major, op. 15
1. Allegro con brio
2. Largo
3. Rondo - Allegro
Six Bagatelles, Op. 126
4. Andante con moto, cantabile e compiacevole
5. Allegro
6. Andante cantabile e grazioso
7. Presto
8. Quasi allegretto
9. Presto - Andante amabile e con moto
10. Fur Elise
Tempo total: 58:29
CD2
Piano Concerto No.3 in C minor, op.37
1. Allegro con brio
2. Largo
3. Rondo Allegro
Piano Concerto No.4 in G major, op.58
4. Allegro moderato
5. Andante con moto
6. Rondo Vivace
Tempo total: 71:03
CD3
Piano Concerto No.5 in E flat major, Op. 73
1. Allegro
2. Adagio un poco mosso
3. Rondo Allegro
Piano Concerto No.2 in B flat major, Op. 19
4. Allegro con brio
5. Adagio
6. Rondo - Molto Allegro
Tempo total: 69:37
Chicago Synphony Orchestra
Georg Solti, regente
Vladimir Ashkhenazy
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Have Joy!
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Tchaikovsky, Prokofiev e Bartok - Piano Concertos
Já há algum tempo eu intentava postar este box com dois CDs. Trata-se de um registro formidável com três compositores com relevantes obras orquestrais - Tchaikovsky, Prokofiev e Bartok. Já tive oportunidade de ouvi inúmeras vezes os concertos aqui contidos, sou uma pessoa pouco aconselhável para fazer indicações impessoais. Ou seja, as referências serão resultado de minha paixão. Eu simplesmente tenho uma devoção por este CD. Estou ouvindo o Concerto número 1 de Tchaikovsky, que acredito, depois desta postagem, ser o terceiro registro aqui no blogger. Duas com Argerich e outra, agora, com Emil Gilels. Espero que os possíveis visitantes do blogger possam me perdoar pelos acúmulos deste concerto. Todavia, ele é tão maravilhoso, tão cheio de vigor e melodia delicados que podemos ouvir cem vezes seguidas sem enjoar. Segue ainda na postagem, os dois outros concertos para piano e orquestra de Tchaokovsky - não tão conhecidos como o primeiro. Prokofiev surge com o Concerto número 5; e, Bartok, com o número 2. Como diz a música do MPB4: "Amigo é para essas coisas". Por isso, baixe e ouça esse espantoso CD. Bom deleite estético!
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Los Romeros - Celebração do Jubileu de Ouro
Os Romeros constituem um Quarteto de Violão de origem espanhola. Eles são chamados de "A Família Real do Violão", dada a fama e o requinte da capacidade interpretativa dos seus membros. O Quarteto é formado inteiramente por membros da família Romero. O grupo foi fundado na década de 60 por Caledônio Romero. Atualmente, os músicos residem nos Estados Unidos. O grupo é formado por três dos filhos de Caledonio - Celin, Angel e Pepe. Inicialmente o pai fazia parte do quarteto, todavia com a sua morte em 1996, o filho de Angel ocupou o lugar do avô. São donos de uma habilidade e de uma competência incomum para executar o violão e dar-lhe feições de espanholidade. Nesta obra que ora posto, temos a formação original, ainda com Caledonio Romero. O fato é que é um CD formidável. Já o ouvi duas vezes no dia de hoje. O repertório é maravilhoso - Vivaldi, Torroba, Scarlatti, Rodrigo (Concerto de Aranjuez e etc), Bizet (Carmen) entre outros. Boa apreciação!Los Romeros - Celebração do Jubileu de Ouro
CD 1
Antonio Lucio Vivaldi (1678-1741)
Concerto para 4 violões in B menor, RV 580*
01. Allegro
02. Largho Larghetto
03. Allegro
Caledonio Romero (1913-1996)
Noche en Málaga
04. Noche en Málaga
Romantic Prelude
05. Romantic Prelude
Francisco Moreno Torroba (1891-1982)
Sonatina trianera
06. Torroba - Sonatina trianera
Domenico Scarlatti (1685-1757)
Sonata in G major, Kk 391
07. Sonata in G major, Kk 391
Antonio Lucio Vivaldi (1678-1741)
Concerto em C maior para violão, RV 425*
08. Allegro
09. Largo
10. Allegro
Enrique Granados (1867-1916)
Intermezzo (Goyescas)
11. Intermezzo (Goyescas)
Joaquín Rodrigo (1901-1999)
Concerto Madrigal**
12. Fanfarre (Allegro marziale)
13. Madrigal (Andante nostálgico)
14. Entrada (allegro vivace)
15. Pastorcito (Allegro vivace)
16. Girardilla (Presto)
17. Pastoral (Allegro)
18. Fandango
19. Arieta (andante nostálgico)
20. Zapateado (Allegro vivace)
21. Caccia a la española ( Allegro...)
CD2
Antonio Lucio Vivaldi (1678-1741)
Concerto para 2 violões em G maior, RV 532*01. Allegro
02. Andante
03. Allegro
Manuel de Falla (1876-1946) El Sombrero de tres picos
04. Danza del corregidor
05. Danza del molinero
Joaquín Rodrigo (1901-1999)
Concerto de Aranjuez*
06. Allegro con spirito
07. Adagio
08. Allegro gentile
Georges Bizet (1838-1875)
Suíte da Ópera Carmen
09. Prélude
12. Séguedille
13. Chanson bohème
14. Entr'acte
15. Chanson du toreador
Joaquín Rodrigo (1901-1999)
Concerto Andaluz**
16. Tiempo de Bolero
17. Adagio
18. Allegretto
Você pode comprar na Amazon
* San Antonio Symphony Orchestra
Victor Alessandro, regente
** Academy of St Martin in the Fields
Sir Neville Marriner, regente
Angel Romero, violão
Caledonio Romero, violão
Celin Romero, violão
Pepe Romero, vilão
Angelita Romero castanhetas in
Sonatine trianera, El sombrero de tres picos and Carmen Suite
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Have Joy!
sábado, 20 de junho de 2009
Rachmaninov - Sinfonia No. 2 em Mi menor, Op. 27
Minha intenção era primeiro, entre as sinfonias de Rach, postar a número 1, que julgo ser a mais encorpada, mais densa. Mas no dia de ontem, resolvi ouvir esta Segunda Sinfonia e gostei do que ouvir. Ouvi-a enquanto estava no metrô, depois caminhando pela rua à noite. A treva fria da sexta-feira candanga, revelava uma multiplicidade de faces. Encontrei todos os tipos, mas estava detido na música de Rach. Em alguns momentos pensei, enquanto retornava para casa depois de ter ido à Universidade de Brasília, isso por volta de meia-noite, que esta sinfonia é um excelente aperitivo para "almas desencarnadas". É uma música vaga, habitada por intervalos propensos a nos elevarem a galáxias leitosas, desconhecidas. É um céu cheio de estrelas miúdas num planeta abandonado. O romantismo tardio de Rachmaninov não me empolga. Deixa-me na verdade com impressão de que caminho por um mundo sem geografia demarcável. Ou seja, é música que impele a um arrebatamento e nos deixa soltos. Atualmente, tenho tentado mudar minha opinião em relação a Rach. Aqui vai esta sinfonia, que ontem me impressionou. Ela foi gravada em 1908. O primeiro movimento é bom, mas possui momentos de extrema "meladeira". O segundo movimento é típico em Rach, mas com demarcações de encorpamento e gradações de um romantismo caduco. O terceiro movimento é lento (um adagio), com passagens que lembram aqueles filmes antigos. No quarto movimento, a Orquestra ressurge com um Allegro-vivace, o que surgere mais energia. Resultado: é uma boa sinfonia, afora os excessos "melados". Uma vez que se retirassem esses excessos, a peça ganharia em robustez. Claro, essas obervações são minhas, um pequeno admirador da música clássica. Ainda surge a Fantasia Sinfônica The Rock ("Rocha") , composta em 1893. Pletnev conduz a Orquestra Nacional Russa. Posso afirmar que trata de um interessante registro. Bom para ser ouvido numa noite fria, de silêncio e solidão enquanto se caminha à noite. Boa apreciação!Sergei Rachmaninov (1873-1943) - Sinfonia # 2 em mi menor, op.27 e A Rocha, Op. 7
Sinfonia No. 2 in E minor, Op. 27
01 Largo - Allegro moderato
02 Allegro molto - Meno mosso - Tempo I
03 Adagio
04 Allegro vivace - Adagio - Tempo precedente
A Rocha, poema sinfônico para orqustra (ou piano, 4 mãos), Op. 7
05 A Rocha, Fantasy Op. 7
Você pode comprar este CD na Amazon
Russian National Orchestra
Mikhail Pletnev, regente
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*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Shostakovich e Tchaikovski - Trios para piano, violino e violoncelo
Como estou ocupando e evitando muita verbosidade nesta noite, já vou logo me dirigindo ao fim dessa lacônica conversa. Mas antes queria dizer que este CD com trios de Shostakovich e Tchaikovski é, simplesmente, imperdível. Temos grandes interprétes - Argerich ao piano, Gidon Kremer ao violino e Mischa Maisky ao violoncelo. É um CD envolvente. Nos empurra para sentimentos ríspidos, lancinantes, metálicos. e ao mesmo tempo doces e vagos, delicados. Resultado: ouça para experimentar os eflúvios emanados de Shosta e Tchaikovski. O CD está num bloco maciço, à semelhança de um tijolo compacto. Boa audição!Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Trio para piano, violino e violoncelo no.2 in E minor, Op. 67
01. Applause 0:22
02. Andante - Moderato - Poco piu mosso 07:59
03. Allegro con brio 02:59
04. Trio. Largo 05:53
05. Trio. Allegretto - Adagio 12:11
Peter Ilyich Tchaikovski (1840-1893) - Trio para piano, violino e violoncelo in A menor, Op. 50
06. Pezzo elegiaco: Moderato assai - Allegro giusto - In tempo 18:29
07. Tema con variazioni: Andante con moto 00:58
08. Var. I 00:45
09. Var. II 00:31
10. Var. III: Allegro moderato 00:48
11. Var. IV: L'istesso tempo (Allegro moderato) 00:58
12. Var. V: L'istesso tempo 00:37
13. Var. VI: Tempo di Valse 02:12
14. Var. VII: Allegro moderato 01:08
15. Var. VIII: Fuga (Allegro moderato) 02:16
16. Var. IX: Andante flebile, ma non tanto 03:18
17. Var. X: Tempo di Mazurka 01:27
18. Var. VI: Moderato 02:17
19. Variazione finale e Coda: Allegretto risoluto econ fuoco 06:42
20. [Coda.] Andante con moto -- Lugubre 05:01
21. Encore. Peter Kiesewetter: 02:19
Tango pathétique
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Martha Argerich, piano
Gidon Kremer, violino
Mischa Maisky, violoncelo
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Have Joy!
Georg Friedrich Händel - Concerto para órgão e concerto para harpa
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Dmitri Shostakovich - Sinfonia No. 9 em Mi bemol menor, Op. 70
Já faz duas semanas que parei de postar a integral das sinfonias de Shostakovich com Rostropovich. As necessidades foram surgindo e eu acabei adiando a publicização. Agora eis que surge a estranha Nona Sinfonia. Uma sinfonia, poderíamos dizer, "pouco pretenciosa". Após a Sétima e a Oitava Sinfonias, que são verdadeiros monumentos artísticos, Shosta compõe uma sinfonia cheia de motivos brincalhões. Talvez esse tenha sido o protesto de Shosta contra os terrores ufanos de Stálin após a Segunda Guerra Mundial.A Sinfonia em Mi bemol menor, Op. 70, foi composta em 1945. Possui 5 movimentos e aproximadamente 25 minutos de duração. A União Soviética saíra vitoriosa da Guerra. Era de se esperar que Shosta compusesse um hino nacionalista cheio de poderes heróicos. O que vemos é uma sinfonia com encorpamento macial, mas sem uma seriedade mais saliente. O que seria isso? Apesar dos dois movimentos sérios, no qual os instrumentos de sopro surgem com destaque, acredito que este tom pretensamente "sério" confira mais ironia à peça. Ou seja, que quer ser uma peça séria, sem o ser. Shostakovich acabou sendo censurado pelo partido comunista, pois a Sinfonia contrariava o Realismo Soviético, resgatando por assim dizer, os elementos "formais" das sinfonias clássicas. Isso era o mesmo que dizer, em linguagem stalinista, que a peça não passava de mero capricho "burguês". Mas de qualquer forma fica aqui o registro desta sinfonia com Rostropovich. Boa audição!Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 9 em Mi bemol menor, Op. 70
1. Allegro
2. Moderato. Adagio
3. Presto
4. Largo
5. Allegretto. Allegro
National Symphony Orchestra
Mstilav Rostropovich, regente
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Por Carlos Antônio M. Albuquerque
Have Joy!
Maurice Ravel - Complete Orchestral Works
A obra de Maurice Ravel é imponente e cheia de sutilezas. Acredito que esteja entre as mais belas já compostas. Ele viveu numa época em transição. Foi juntamente com Debussy o nome mais influente da música francesa do início do século XX. Ravel era descendente de uma família culta. Foi por conta dessa influência, do contato com o meio artístico, que surge o espírito aguçado de Maurice. Paris lhe propiciou motivos para uma desenvolvimento efervescente no que tange à sua relação com o piano. Em 1889, ingressou no Conservatório de Paris e ali fortaleceu seu engenho. Estudou com Gabriel Fauré. Em matéria musical e, até pelos seus dotes intelectuais, o compositor sempre demonstrou um espírito crítico e independente. Leitor de Poe, Mallarmé, Condillac, entre outros, Ravel proporcionou imensos desconfortos ao público do seu tempo. Apesar de ter um público restrito, sua música foi bem aceita pela crítica musical, e o sucesso foi sendo construído à medida que as obras estreavam. A partir daí, o nome de Ravel foi engradecido em toda França, vindo a tornar-se inevitavelmente num dos maiores compositores da Europa. Em 1932, sofre um acidente de carro que degrada a sua saúde. Esse incidente traria sérios problemas motores que o perseguiriam até à sua morte, em 1937. Desde à época do acidente, Ravel não pôde mais compor. Este CD com a obra orquestral de Ravel é extraordnário. Não posso deixar de me entusiasmar. É uma experiência única ouvir Ravel. A lhaneza de suas peças, a melodia que se esvai, os rompentes, tudo causa um fragor estético. Estou ouvindo Daphnis et Chloé neste instante. Há pouco ouvia Rapsódia Espanhola e Ma Me're L'Oye e não há como não se entusiasmar. É um grande presente. Em suma: trata-se de uma gavação que reúne o melhor da música orquestral de Ravel, interpretada pela Orquestra Sinfônica de Londres, sob a regência de Claudio Abbado. IMPERDÍVEL!!! Boa apreciação!
terça-feira, 16 de junho de 2009
Antonín Dvorák - Piano Concerto in G minor, Op. 33 e Zlaty kolovrat, Op. 109
Hoje estou sem cordialidade para muito papo, por isso não haverá maiores entendimentos. As exigências dessa hora da noite demandam atenção. Compareci por aqui hoje somente para postar esta peça de arte de Dvorak. É uma grande obra desse compositor que tanto aprecio e com certeza aparecerá por aqui muitas vezes. Na regência temos um já conhecido, elogiado e responsável Nikolaus Harnoncourt e ao piano temos Aimard. Bom deleite!
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Jean Sibelius - Sinfonias Nrs. 5 e 7
Tenho uma admiração toda especial pela obra de Sibelius. Suas 7 sinfonias são grandiosas. Tenho uma satisfação enorme com a sinfonia no. 2 de caráter nacionalista. Há muitas opiniões acerca de suas sinfonias. Alguns gostam da 3; outros da 4; outros ainda, da 5 ou 7. Sua obra orquestral é sólida. O que me atrai a Sibelius é que suas peças nos deixa em suspenso. É uma espécie de música rarefeita, mas cheia de luminosidade e de tons melifluamente melancólicos. Todas as vezes que escuto as sinfonias de Sibelius eu tenho um transe emotivo. Outro dia estava ouvindo a Sinfonia No.3 e acabei sendo elevado. Quando ouço Sibelius me vem à mente paisagens alpinas com tinturas lúgubres e misteriosas. Talvez o grande Sibelius enquanto escrevesse suas composições olhasse pela janela e visse ao longe paisagens como as da Terra Média de Tolkien. Há mitologia em sua música. Deve ser este intervalo, esse mistério, essa propriedade que me prende a Sibelius. As duas peças que temos aqui - As sinfonias # 5 e 7 são expressivas. Para muitos a sinfonia no. 7 é a grande sinfonia do compositor finlandês. Resolvi postar este Cd, porque ando sorumbático e silencioso. Nada melhor do que Sibelius para psicologizar as nossas almas. Na condução temos o grande Bernstein à frente da Orquestra Filarmônica de Viena. Simplesmente, um CD imperdível! Boa apreciação!
Gustav Holst - Os Planetas, Op. 32
Resolvi postar esta gravação por duas questões: (1) por se tratar de uma peça que tenho grande predileção; e (2) por ter ninguém mais ninguém menos do que Eugene Ormandy como regente. Consegui esta gravação por aí, mas ela veio sem muitas informações. Acredito que Ormandy esteja conduzindo a Orquestra da Filadélfia, na qual foi diretor por mais de 40 anos. Ormandy é um dos grandes regentes do século XX. Os Planetas é a peça mais conhecida de Gustav Holst, um inglês meio amalucado que gostava de astrologia e de religião hindu. Sou apaixonado por esta peça de Holst. Tenho algumas outras interpretações, mas no momento lembro somente de Karajan. Gustav escreveu esta peça nos finais de semana, entre os anos de 1913 e 1916. Sua paixão pelo hinduísmo o impeliu a escrever uma ópera denominada Sita. Mas é em Os Planetas que Holst consegue sua maior proeza. Trata-se de uma peça grande beleza, de um pronfundo senso místico; o surgimento do côro no final causa uma impressão de eteridade. O compositor faz uma incursão pela personalidade do homem, fazendo uma leitura bela dos planetas do Sistema Solar. Assim, Marte expressa o espírito conquistador e ambicioso; Vênus, afeto e capacidade emotiva; Mercúrio, adaptalidade, celeridade e inteligência; Júpiter, a capacidade de encher de grandiosidade, perseverança.Mais sobre Holst AQUI
Gustav Holst (1874-1934) - Os Planetas, Op.32
1. Marte, Deus da Guerra
2. Vênus, Deus da Paz
3. Mercúrio, Mensageiro Alado
4. Júpiter, Deus da Alegria
5. Saturno, Deus da Velhice
6. Urano, o Mago
7. Netuno, o Místico
Orquestra da Filadélfia (?)
Eugene Ormandy, regente
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Have Joy!
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) - Liturgia de São João Crisóstomo, Op. 41
Hoje, como é sexta-feira, e acabamos de sair de um feriado cristão, resolvi postar a obra que se segue - não muito conhecida - de Tchaikovsky, A Liturgia de São João Crisóstomo. Trata-se de uma obra de beleza incomum. Para os possíveis leitores-ouvintes desse blogger, a audição desta liturgia nos remete aos desertos, aos monastérios do início da era cristã. Segundo a História, Crisóstomo (cognominado "o boca de ouro", pelo poder de sua oratória), um dos pais da igreja cristã do oriente, teria elaborado esta liturgia a partir da Liturgia de São Basílio. Esta liturgia compõe juntamente com a Liturgia dos Dons Pré-Santificados as formas de celebração eucarística do rito bizantino. A Liturgia de São João Crisóstomo é usada na maior parte do ano litúrgico das igrejas orientais. A grande questão é que este CD imprime profundos efeitos na alma do ouvinte. A última vez que senti efeitos tão marcantes em minha interioridade, foi quando comecei a ver ao filme São Jerônimo, do diretor brasileiro Júlio Bressane. A película de Bressane é cheia de arrebatamentos místicos, por simbolismos metafísicos. Não é brincadeira ouvir uma peça desta numa noite de sexta-feira, enquanto a alma solitária gravita em busca de paisagens idílicas. Numa noite em que a indústria capitalista festeja o Dia dos Namorados. Noite de contentamentos frágeis e intangíveis para a maioria dos homens. Ausente dessas vechações, estou no deserto com Crisóstomo a recitar a sua liturgia e a me sentir alado e puro como os anjos. Não deixe de ouvir este CD e se transformar num eremita, num ermitão. que não se corrompe com o ouro e com a prata oferecida pelo mundo. Mas se volta para os valores etéreos de possibilidades arrebatadoras. Minha nossa! Hoje eu estou impossível. Chega!
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Platti, Salieri, Besozzi, Rosetti - Italian Oboe Concertos
Só porque amanhã é feriado eu resolvir postar este CD. Observe, trata-se de uma condicional. Afirmo isso pela beleza, pela delicadeza à italiana do registro. No último sábado eu assistir ao filme Amadeus, uma obra excitante e dramática sobre a vida de Mozart. Já vi esse filme tantas vezes que perdi as contas. Na película, o compositor Antonio Salieri vive uma angústia pessoal, um crise de relação com a divindade por causa do gênio de Mozart. Amadeus é um "muleque" brincalhão, mas possui um dom incomum, a capacidade de compor músicas divinas, arrebatadoras - e Salieri sabe disso. Enquanto o compositor, luta, envida esforços e suor para compor uma peça, Mozart o faz "brincando". Há um diálogo interessante no início do filme. Salieri está num manicômio após uma tentativa de suícidio. Um padre é chamado para ouvi-lo e receber a confissão. O compositor começa a dedihar algumas músicas ao piano e pergunta se o vigário conhecia. O padre diz que não. Aquelas composições eram do próprio Salieri. Quando o compositor toca uma das peças (creio que a Sinfonia No.40 de Mozart) , o padre se entusiasma. Por que escrevo tais palavras? Justamente para reforçar as intuições de Salieri. Quem tem o nome na história é Mozart. Salieri ficou como um compositor "menor". Quase não o conhecemos. Neste Cd agradável, temos Salieri e outros compositores italianos. Um bom Cd para ouvir num feriado. Epa! escrevi demais! O dever me chama! Boa apreciação!Platti, Salieri, Besozzi, Rosetti - Concertos Italianos para Oboé
Giovanni Platti (1692-1763) -
Concerto in G minor for oboe, strings and continuo
1. Allegro 4:00
2. Largo 4:39
3. Allegro 3:54
Antonio Salieri (1750 - 1825) -
Concerto in C major for flaute, oboe and orchestra*
4. Allegro spirituoso 7:02
5. Largo 6:31
6. Allegretto 5:33
Carlo Besozzi (1738 - after 1798) -
Concerto No. 1 in C major for oboe and orchestra
7. Allegro 7:24
8. Andante 6:06
9. Allegretto 8:00
Antonio Rosetti (c.1750 - 1792) -
Concerto in F major for oboe and orchestra
10. Rondeau in F 3:52
City of London Sinfonia
Nicholas Waard, regente
Anthony Camden, oboé
Peter Lloyd, flauta*
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Have Joy!
Wolfgang Amadeus Mozart - Sonatas para piano e violino - parte 2
Eu hoje como não estou para brincadeira, já vou sacando os outros dois CDs de Mozart, executados pela minha musa: Anne Sophie Mutter. Estes Cds são deliciosos. Dignos de Mozart. Como estou medindo as palavras, encerro por aqui. Boa apreciação!Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Sonatas para piano e violino
CD 3
01 - Sonate C-dur K296 1. Allegro vivace
02 - Andante sostenuto
03 - Rondeau. Allegro
04 - Sonate Es-dur K380 1. Allegro
05 - Andante con moto
06 - Rondeau. Allegro
07 - Sonate F-dur K547 1. Andante cantabile
08 - Allegro
09 - Thema. Andante - Var. I-VI
10 - Sonate D-dur K306 1. Allegro con spirito
11 - Andantino cantabile
12 - Allegretto
Total: 72:56
CD 4
01 - Mozart_ Sonata in C major, K. 303 (293c)_ 1. Adagio - Molto Allegro
02 - 2. Tempo di Menuetto
03 - Mozart_ Sonata in F major, K. 377 (374e)_ 1. Allegro
04 - 2. Thema. Andante - Var. I - V - Var. VI. Siciliana
05 - 3. Tempo di Menuetto
06 - Mozart_ Sonata in E minor, K. 304 (300c)_ 1. Allegro
07 - 2. Tempo di Menuetto
08 - Mozart_ Sonata in A major, K. 526_ 1. Molto Allegro
09 - 2. Andante
10 - 3. Presto
Total: 64:04
Anne-Sophie Mutter, violino
Lambert Orkis, piano
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Have Joy!
terça-feira, 9 de junho de 2009
Wolfgang Amadeus Mozart - Sonatas para piano e violino - parte 1
Já há alguns dias eu planejava postar esta sequência de 4 CDs das Sonatas para piano e violino de Mozart com Anne-Sophie Mutter e Orkis. Confesso que tenho uma propensão platônica pela bela Mutter. Além de bela, a moça tem predicados formidáveis quando toca violino. Esta semana me encontro com algumas tarefas inadiáveis, por isso os textos sairão curtos, sem os comentários devidos, necessários. A música é quem falará! Escute! Hoje o verbo será de Mozart com a bela Anne-Sophie Mutter. As sonatas de Mozart são extraordinárias. Boa apreciação!Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Sonatas para piano e violino
CD 1
01 - Sonate F-dur K376 1. Allegro
02 - Andante
03 - Rondeau. Allegretto grazioso
04 - Sonate Es-dur K302 1. Allegro
05 - Rondeau. Andante grazioso
06 - Sonate G-dur K379 1. Adagio - Allegro
07 - Thema. Andantino cantabile - Var. I-V Thema. Allegretto
08 - Sonate B-dur K454 1. Largo - Allegro
09 - Andante
10 - Allegretto
Total: 68:19
CD 2
01 - Sonata for Piano and Violin No.29 in A major, K.305(293d). Allegro di molto
02 - Sonata for Piano and Violin No.29 in A major, K.305(293d). Thema. Andante ...
03 - Sonata for Piano and Violin No.34 in B flat major, K.378(317d). Allegro mo...
04 - Sonata for Piano and Violin No.34 in B flat major, K.378(317d). Andantino ...
05 - Sonata for Piano and Violin No.34 in B flat major, K.378(317d). Rondeau. A...
06 - Sonata for Piano and Violin No.25 in G major, K301(293a). Allegro con spir...
07 - Sonata for Piano and Violin No.25 in G major, K301(293a). Allegro
08 - Sonata for Piano and Violin No.41 in E flat major, K.481. Molto Allegro
09 - Sonata for Piano and Violin No.41 in E flat major, K.481. Adagio
10 - Sonata for Piano and Violin No.41 in E flat major, K.481. Thema. Allegretto -
Total: 70:12
Anne-Sophie Mutter, violino
Lambert Orkis, piano
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Franz Schubert - Impromptus para piano, Op. 90, Op.142
Gosto muito desse CD. Comprei-o numa loja que estava com o seu material em liquidação. Custou-me barato. Não é uma das melhores interpretações dos Impromptus de Schubert. Todavia, a eslovaca Silvia Capova faz um bom trabalho. Resolvi postar o CD pela importância que ele possui para a minha caminhada como apreciador da música clássica. Como estou um pouco apressado para maiores reflexões, transcreverei as informações que vem no encarte do CD. Ah! Boa apreciação!Franz Schubert (1797-1828) - Impromptus para piano, Op. 90, Op.142
Impromptus Op. 90
01 Nº 1 Moderato en Do menor 8:37
02 Nº 2 Allegro en Mi bemol mayor 4:40
03 Nº 3 Andante mosso en Sol mayor 6:35
04 Nº 4 Allegretto en La bemol mayor 7:12
Impromptus Op. 142
05 Nº 1 Allegro moderato en Fa menor 10:05
06 Nº 2 Allegretto (Trio) en La bemol mayor 6:41
07 Nº 3 Andante en Si bemol mayor 11:54
08 Nº 4 Allegro scherzando en Fa menor 7:24
Silvia Capova, piano
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Por Carlos Antônio M. Albuquerque
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sábado, 6 de junho de 2009
Johann Sebastian Bach - Suítes Francesas, BWV 812-817
Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Suítes Francesas, BWV 812-817
Suíte No. 1 in D Minor, BWV 812
1. Allemande 1:31
2. Courante 1:03
3. Sarabande 2:50
4. Menuett I 1:12
5. Menuett II 2:28
6. Gigue 2:07
Suíte No. 2 in C Minor, BWV 813
1. Allemande 2:35
2. Courante 2:08
3. Sarabande 2:16
4. Air 00:54
5. Menuett 00:50
6. Gigue 1:41
Suite No. 3 in B Minor, BWV 814
1. Allemande 1:34
2. Courante 1:10
3. Sarabande 1:39
4. Menuett - Trio 2:01
5. Anglaise 00 :49
6. Gigue 1:39
Suite No. 4 in E-Flat Major, BWV 815
1. Allemande 1:09
2. Courante 1:08
3. Sarabande 2:09
4. Menuett, BWV 815a :56
5. Gavotte :45
6. Air 1:04
7. Gigue 1:53
Suite No. 5 in G Major, BWV 816
1. Allemande 1:47
2. Courante 1:16
3. Sarabande 2:52
4. Gavotte 00:40
5. Bourée 00:48
6. Loure 1:07
7. Gigue 2:25
Suite No. 6 in E Major, BWV 817
1. Allemande 1:33
2. Courante 1:00
3. Sarabande 2:38
4. Gavotte 00:36
5. Polonaise 00:54
6. Menuett 00:47
7. Bourée 00:58
8. Gigue 2:03
Glenn Gould, piano
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Sergei Rachmaninov - The Four Piano Concertos - Ashkenazy
Confesso que nutro algumas indiposições contra Rachmaninov. Nunca consegui explorá-lo, excitar-me quando o escuto. Mas, talvez, o problema esteja comigo. A peça dele que escuto com maiores exarcebamentos é a Sinfonia No.1 e o segundo movimento da terceira sinfonia; outra peça que ouço com um pouco de entusiasmo é o poema sinfônica A Ilha dos Mortos. Rach enquanto vivo, dizem, era um excelente pianista, do alto do seu 1 metro e novento de altura. Suas mãos, afirmam, eram enormes, o que possibilitava acrobacias com o piano. O compositor é considerado um dos últimos expoentes do século XX propriamente românticos da música européia. Daí, talvez, derive a crítica que o envolve: de que suas peças tivessem um requinte artificialista. No filme Shine, um dos meus preferidos, foi quando pude entrar em contato com o compositor. Na película australiana, o personagem principal perde o juízo quando é forçado pelo pai a interpretar um dos concertos para piano de Rachmaninov. Não sei qual o concerto - talvez o No. 2. Essa impressão ficou represada, guardada, dentro de mim, de que Rach é um compositor complexo e difícil. Hoje, passados alguns anos do meu primeiro contato com o filme Shine, muitos daqueles conceitos se esmigalharam, diminuíram. Mas tenho tentado dar uma atenção maior ao compositor russo, radicado nos Estados Unidos, onde era imensamente respeitado. Fica aqui uma boa oportunidade para conhecer os seus 4 concertos para piano e orquestra com Vladimir Ashkenazy, sob a regência de Bernard Haitink no Concertgebouw Orchestra. Em suma: uma boa gravação sobre todos os aspectos. Boa apreciação estética!
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Johannes Brahms - Concerto para Violino e Oquestra em D maior, Op. 77 e Concerto para violino, celo e Orquestra em A menor
Tenho uma admiração profunda pelo trabalho de Brahms. Ele é sem dúvidas um dos compositores que mais admiro. Seu trabalho orquestral é extraordinário. Brahms é conhecido mais pela qualidade do que pela quantidade. Não compôs como Mozart ou Haydn, por exemplo, mas aquilo que compôs está vestido por um arrojo difícil de se achar em qualquer compositor, observando as devidas proporções. Ouvi-lo é sempre uma experiência grata, fundante. Apresento-vos dois dos mais singinificativos trabalhos para orquestra - O concerto para violino e orquestra em D maior, op. 77 e o concerto para violino, cello e orquestra em Lá menor. Os concertos de Brahms são verdadeiras sinfonias. Este é daqueles Cds que ouvimos incansavelmente. A gravação é muito boa. Tem-se um bom violinista, um bom celista, um extraordinário regente, Leonard Bernstein e uma excelente Orquestra, a de Viena. Só poderia resultar num trabalho que deve ser reverenciado. Boa apreciação!Johannes Brahms (1833-1897) - Concerto para Violino e Orquestra em D maior, Op. 77 e Concerto para violino, Cello e Orquestra em A menor
01 Violin Concerto In D, Op. 77 - 1. Allegro Non Troppo
02 Violin Concerto In D, Op. 77 - 2. Adagio
03 Violin Concerto In D, Op. 77 - 3. Allegro Giocoso, Ma Non Troppo Vivace
04 Concerto For Violin, Cello & Orchestra In A Minor, Op. 102, - 1. Allegro
05 Concerto For Violin, Cello & Orchestra In A Minor, Op. 102, - 2. Andante
06 Concerto For Violin, Cello & Orchestra In A Minor, Op. 102, - 3. Vivace Non Troppo
Wiener Philharmoniker
Leonard Bernstein, regente
Gidon Kremer, violino
Mischa Maisky, cello
Tempo de Duração: 73'50''
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quarta-feira, 3 de junho de 2009
Ludwig van Beethoven - Symphony No.9 in D minor, Op.125 - "Choral"
A Sinfonia No. 9 de Beethoven é uma obra que foi alçada à condição de patrimônio artístico da humanidade. Ela possui a "cara" de Beethoven. É uma sinfonia que celebra a alegria, no entanto, por trás dela o que existe é o trágico. O compositor a concluiu no ano de 1824, já completamente surdo. É por assim dizer uma das obras mais conhecidas de todos os tempos. O seu quarto movimento (Coral), quem não o conhece, sem mesmo que tenha intimidade com Beethoven? A Nona Sinfonia pode ser reputada como um das peças mais fabulosas que o engenho humano já foi capaz de produzir. Acredito que somente um Beethoven, com seus valores elevados, com sua personalidade ríspida, sua interioridade marcada por acontecimentos infaustos, pudesse escrever algo assim. Ela é em sua essência um espécie de símbolo para o romantismo. Ela nos faz pensar, pela sua grandiosidade, no empreendimento beethoveano. Como um indivíduo completamente surdo foi capaz de compor algo como a Nona Sinfonia? Por exemplo, como colocar versos de um poema de Schiller, para que um Coral cantasse, sendo que o compositor não pode ouvi a matéria sonora? Acredito em minha simplicidade que havia uma orquestra na interioridade de Beethoven. Deixemos de fomentações e vamos à Nona Sinfonia com o grande Abbado. Ouvi esta versão da peça, entre as muitas que tenho, enquanto caminhava na manhã fria de domingo aqui em Brasília, e me senti estimulado a postá-la. Boa apreciação desse monumento à alegria, à possibilidade de ser.
Johannes Brahms - Serenade Nr. 1 D maior, Op. 1
Estava pensando no que postar. Decidi ouvir esta Serenata de um dos meus compositores favoritos, Brahms, e aí a dúvida cessou. Possui um início extraordinário, leve, suave, como em quase todo o trabalho orquestral de Brahms -afora, claro, o concerto no. 1 para piano e orquestra, que qualquer dia desses eu postarei. Como hoje estou lacônico, o texto sairá objetivo. Ah! já ia esquecendo! O regente é o grande Claudio Abbado à frente da Filarmônica de Berlim, numa gravação de 1983. Boa apreciação estética!Johannes Brahms (1833-1897) - Serenata Nr. 1 D maior, Op. 11
01 Allegro molto 13:16
02 Scherzo. Allegro non troppo - Trio. Poco piu moto 8:13
03 Adagio non troppo 14:49
04 Menuetto I - Menuetto II 4:08
05 Scherzo. Allegro - Trio 2:40
06 Rondo. Allegro 5:52
Berliner Philharmoniker
Claudio Abbado, regente.
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terça-feira, 2 de junho de 2009
Joseph Haydn - Die Schopfung (The Creation)
Prometi que postaria, para os possíveis visitantes do blogger, a obra A Criação de Haydn, em homenagem ao bicentenário da morte do compositor austríaco. Mas não o fiz. Agora vai! No último domingo, dia 31, completaram-se 200 anos da morte do grande compositor - um dos maiores que já passou por esta terra. A Criação é para muitos a mais expressiva obra de Joseph Haydn. Trata-se de uma das maiores obras de arte que já foram feitas. É uma peça de um Haydn tardio. É provável que Haydn foi inspirado a escrever um grande oratóriao durante suas visitas à Inglaterra em 1791-1792 e 1794-1795, quando ele ouviu oratórios de Handel executados com grande primor. Acredita-se que o oratório Israel no Egito tenha sido um deles. Haydn tentou obter resultados comparáveis aos de Handel, utilizando a linguagem musical do clássico estilo maduro. O compositor teria se quedado durante dois anos - 1796 a 1798 - para escrever a obra. É a peça com a qual Haydn debruçou-se por mais tempo, algo incomum na história do aerista. A Criação retrata a feitura do mundo, tal como descrito no livro de gênesis. É sobre muitos aspectos a obra de um homem religioso. O próprio Haydn comentou mais tarde, "Eu nunca fui tão devoto como quando eu estava no trabalho sobre" A Criação; caí sobre meus joelhos a cada dia, e implorei a Deus que me desse a força necessária para terminar o trabalho". Pude ouvi-lo ontem à noite. Quase duas horas de música celsa. Esta versão de Gardiner é muito boa! Fica aqui mais um presente para os possíveis visitantes desse espaço - e uma pequena homenagem ao grande Haydn.Joseph Haydn (1732-1809) - Die Schopfung (The Creation)
01. Die Vorstellung des Chaos
02. Recit - Im Anfange schuf Gott Hi...
03. Tenor Aria & Chorus - Nun schwan...
04. Acc. Recit - Und Gott machte das...
05. Solo Chorus - Mit Staunen sieht...
06. Recit - Und Gott sprach - Es sam...
07. Bass Aria - Rollend in schaumend...
08. Recit - Und Gott sprach - Es bri...
09. Soprano Aria - Nun beut die Flur...
10. Recit - Und die himmlischen Heer...
11. Chorus - Stimmt an die Saiten
12. Recit - Und Gott sprach- Es sei'...
13. Acc. Recit - In vollem Glanze st...
14.- Trio & Chorus - Die Himmel erza...
15. Recit - Und Gott sprach- Es brin...
16. Soprano Aria - Auf starkem Fitti...
17. Acc. Recit - Und Gott schuf gros...
18. Recit - Und die Engel ruhrten ih...
19. Trio & Chorus - In holder Anmut stehn
20. Recit - Und Gott sprach - Es bri...
21. Acc. Recit - Gleich offnet sich ...
22. Bass Aria - Nun scheint in volle...
23. Recit - Und Gott schuf den Menschen
24. Tenor Aria - Mit Wurd' und Hohei...
25. Recit - Und Gott sah jedes Ding
26. Chorus & Trio - Vollendet ist da...
27. Acc. Recit - Aus Rosenwolken bricht
28. Duet & Chorus - Von deiner Gut' ...
29. Recit - Nun ist die erste Pflich...
30. Duet - Holde Gattin, dir zur Seite
31. Recit - O glucklich Paar, und gl...
32. Chorus - Singt dem Herren, alle ...
Gabriel, Sylvia McNair
Eva, Donna Brown
Uriel, Michael Schade
Raphael, Gerald Finley
Adam, Rodney Gilfry
The Monteverdi Choir
The English Baroque Soloists
John Eliot Gardiner, regente
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Tchaikovsky, Schumann etc - Piano Concertos - Argerich
Outro dia postei uma interpretação desse concerto para piano e orquestra de Tchaikovsky com Argerich. O fato é que gosto tanto desse concerto que o importante mesmo é postá-lo para podermos comparar versões. A Orquestra Filarmônica Nacional sob a condução do maestro Kazimierz Kord, dá vivacidade a esse extraordinário monumento da composição musical. Argerich é uma das minhas pianistas favoritas. Schumann também comparece com seu concerto para piano in A menor, Op. 54 já bem conhecido. Como se trata de uma postagem polivalente, ainda temos Bach, Chopin, Scarlatti e o argentino Alberto Ginastera com peças bem reduzidas. Ou seja, trata-se de grande gravação feita ao vivo. Boa apreciação!Piotr I. Tchaikovsky (1840 -1893) - Piano Concerto No. 1 in B flat minor Op. 23
1. Allegro non tropo e molto maestoso 19:06
2. Andante semplice 6:50
3. Allegro con fuoco 6.35
Robert Schumann (1810 - 1856) - Piano Concerto in A minor, Op. 54
4. Allegro affetuoso 14:16
5. Intermezzo, Andante grazioso 5:00
6. Finale. Allegro vivace 10:10
Johann Sebastian Bach (1685 - 1750) - Bourrée, I, II
7. Bourrée, I, II (from English Suite No.2 in A minor, BWV 807) 3:48
Fryderyk Chopin (1810 - 1839) - Mazurck
8. Mazurck f-moll - Mazurka in F minor, Op. 63 No. 2 1:49
Domenico Scarlatti (1685 - 1757) - Sonata d-moll
9. Sonata in D minor I... 422 3:13
Alberto Ginastera (1916 - 1983) - Danza de la moza donoza
10. Danza de la moza donoza 2:59
National Philharmonic Orchestra
Kazimierz Kord, regente.
Martha Argerich, piano.
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