Já a Quinta Sinfonia de
Tchaikovsky é um monumento existencial, uma confissão; um coração que se
revela. Escrita em 1888, a obra é estruturada em torno do "tema do destino", uma
melodia sombria que aparece em todos os quatro movimentos. É importante dizer
que existe uma conciliação de uma melancolia para um final em que uma esperança
luminosa se revela. É uma vitória por pontos contra a melancolia. Uma admissão
de que por mais que a vida seja um local de enormes dissabores, há espaço para
a esperança, para a estruturação de um sentido para a existência.
É curioso que, tempos depois,
Tchaikovsky escreveria a Sexta Sinfonia, a sua “Patética”, repleta de
confissões e silêncios sombrios. Nela, voltaria a melancolia e, dessa vez, não há
admissão de esperança. Não deixe de ouvir este disco. Uma boa apreciação!
01 - Bartok Piano Conceto No.2 (G. Sandor on Pinao) - I. Allegro
02 - Bartok Piano Conceto No.2 (G. Sandor on Pinao) - II. Adagio - Presto - Adagio
03 - Bartok Piano Conceto No.2 (G. Sandor on Pinao) - III. Allegro molto - Presto
04 - Tchaikovsky Symphony No.5 in E minor, op.64 - I. Andante - Allegro con anima
05 - Tchaikovsky Symphony No.5 in E minor, op.64 - II. Andante cantabile con alc...
06 - Tchaikovsky Symphony No.5 in E minor, op.64 - III. Valse Allegro moderato
07 - Tchaikovsky Symphony No.5 in E minor, op.64 - IV. Finale Andante maestoso ...
Wiener Symphoniker
Ferenc Fricsay, regente
György Sándor, piano
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