quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Jazz - The Australian Jazz Quartet - The Australian Jazz Quartet

Quinta-feira especial! Dia jazzístico! Hoje trazemos o primeiro (acho) disco do The Australian Jazz Quartet. Semana passada eu postei certo disco dos músicos famosos da terra dos cangurus. Foi uma descoberta inusitada. Gostei da experiência de tal modo, que resolvi postar mais três discos da trupe. Nas próximas duas semanas, haverá discos do grupo. Este aqui, por exemplo, não possui a energia do primeiro. É mais contido! Acredito que eles não estivessem tão experimentados quanto nos discos vindouros. Este é do ano de 1955. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

The Australian Jazz Quartet - The Australian Jazz Quartet

01 - Spring Is Here
02 - Autumn Leaves
03 - Thou Swell
04 - Nostalgia
05 - Platypus
06 - Tune For Jaimey
07 - April In Paris
08 - There Foolish Things
09 - Saxophone Pads
10 - Have You Met Miss Jones

Dick Healey - flute
Errol Buddle - bassoon
Bryce Rohde - piano
Jack Brokensha - vibes
Jimmy Gannon - bass
Nick Stabulas - drums

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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Francesco Geminiani (1687-1762) - Concerti Grossi Op. 7

Belíssimo disco! Já fazia um tempo relativamente grande que não apareciam obras barrocas por aqui. Eis que surge o compositor italiano Francesco Geminiani. O compositor "foi aluno de Alessandro Scarlatti, Carlo Ambrogio Lonati e Arcangelo Corelli. A partir de 1711 foi maestro em Nápoles. Em 1714 foi a Londres para dar concertos como violinista, onde recebeu a proteção de William Capel, conde de Essex. Em 1715 se apresentou em duo com Haendel diante do rei Jorge I. Nesse país estabeleceu residência, compôs e deu aulas, além de reunir uma coleção de obras de arte".  Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Francesco Geminiani (1687-1762) - Concerti Grossi Op. 7

Concerto in D Major, H.115, Op. 7
01. I. Andante 01:55
02. II. L'arte della fuga, a 4 parte reale 03:01
03. III. Andantino - Adagio 01:31
04. Concerto in D Major, H.115, Op. 7: IV. Allegro Moderato 03:05

Concerto in D Minor, H.116, Op. 7
05. I. Grave
06. II. Allegro assai
07. III. Andante
08.  IV. Allegro

Concerto in C Major, H.117, Op. 7
09. I. Francese Presto
10. II. Inglese Andante
11. III. Italiano Allegro Assai

Concerto in D Minor, H.118, Op. 7
12. I. Andante
13. II. Andante
14. III. Allegro

Concerto in C Minor, H.119, Op. 7
15. I. Andante
16. II. Allegro - Grave
17. III. Allegro

Concerto in B-Flat Major, H.120, Op. 7

18.  I. Allegro moderato - Adagio - Andante - Andante
19. II. Adagio - Presto
20. III. Affetuoso - Andante
21. IV. Allegro moderato
22. V. Andante - Adagio - Allegro assai - Adagio - Presto

Café Zimmermann

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terça-feira, 11 de setembro de 2018

George Gershwin (1898-1937) - Of Thee I Sing - Overture, Concerto in F, Three Preludes e An American in Paris

Disco fabuloso! A musicalidade é grandiosa e as melodias são repletas de energia e beleza. Gershwin era um mestre das melodias extraordinárias. É só ouvir, por exemplo, a sua famosa ópera Porgy and Bess. A música reproduz uma época de grandeza cultural. Existe uma beleza evidente nas composições de Gershwin. Sua música possui fortes e indubitáveis influências do jazz. Tudo o que o compositor escreveu é grandioso. O estadunidense era um gênio. Disputa o título de maior compositor da sua terra facilmente pelas qualidades da sua música. Este disco é de grande forte beleza. Vale a pena ouvir. Coisa mais linda!

George Gershwin (1898-1937) -

01. Of Thee I Sing_ Overture (radio version)
02. I. Allegro
03. II. Adagio
04. III. Allegro agitato
05. I. Allegro ben ritmato e deciso
06. II. Andante con moto e poco rubato
07. III. Agitato
08. An American in Paris

Harmonie Ensemble / New York
Lincoln Mayorga, piano (2-4)
Steven Richman, regente

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segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Franz Schubert (1797-1828) - Quartets Nos. 10 & 14 "Death and the Maiden"

Postagem de final de noite! Um grande disco. Em um destacado lugar, a música de Schubert. A música de câmara de Schubert está entre aquilo que de mais bonito e fantástico já foi escrito nesse gênero. Claro, não esqueçamos Beethoven, Brahms, Mendelssohn, Bartók, Shhostakovich etc. Vale mencionar que neste disco temos duas obras especiais - o D.87 e D.810 ("A morte e a donzela") - esta última, uma das obras mais famosas da história. O Quatuor Van Kuijk, formado por jovens músicos, dignifica a música do compositor austríaco. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828) -

1. String Quartet No. 10 in E-Flat Major, D. 87: I. Allegro moderato
2. String Quartet No. 10 in E-Flat Major, D.87: II. Scherzo. Prestissimo
3. String Quartet No. 10 in E-Flat Major, D.87: III. Adagio
4. String Quartet No. 10 in E-Flat Major, D.87: IV. Allegro
5. String Quartet No. 14 in D Minor, D.810 "Death and the Maiden": I. Allegro
6. String Quartet No. 14 in D Minor, D.810 "Death and the Maiden": II. Andante con moto
7. String Quartet No. 14 in D Minor, D.810 "Death and the Maiden": III. Scherzo (Allegro - Trio)
8. String Quartet No. 14 in D Minor, D.810 "Death and the Maiden": IV. Presto - Prestissimo

Quatuor Van Kuijk

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domingo, 9 de setembro de 2018

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Violin Concertos 1 & 2

Baita disco! O registro traz os dois concertos de violino para orquestra, de Dmitri Shostakovich. O compositor russo certamente é uma das figuras mais importantes do século XX. Primeiro por ter vivido em um país, melhor dizendo, em uma "civilização", em um mundo completamente diferente das experiências humanas já construídas. Shostakovich foi um sujeito mergulhado nas contradições e demandas de seu tempo. Não pôde se afastar dos humores da política. Em segundo lugar, vale mencionar que Shostakovich produziu arte, beleza, com uma estética repleta de humores ácidos, crespos; tudo isso envolvido por um horizonte completamente taciturno. Seu modo de externalizar seu ponto de vista diante da situação política da União Soviética era por meio de trabalhos refinados e de forte clima soturno. É o que podemos perceber, por exemplo, neste dois concertos para violinos - duas verdadeiras obras-primas. Suas sinfonias também são fontes inesgotáveis da psicologia de uma época. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - 

01. I. Nocturne Adagio
02. Violin Concerto No. 1 in A Minor, Op. 77 II. Scherzo Allegro non troppo
03. Violin Concerto No. 1 in A Minor, Op. 77 III. Passacaglia Andante
04. IV. Burlesca Allegro con brio
05. Violin Concerto No. 2 in C-Sharp Minor, Op. 129 I. Moderato
06. violin Concerto No. 2 in C-Sharp Minor, Op. 129 II. Adagio
07. Violin Concerto No. 2 in C-Sharp Minor, Op. 129 III. Adagio - Allegro

NDR ELbphilharmonie Orchester
Alan Gilbert, regente
Frank Peter Zimmermann, violino

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sábado, 8 de setembro de 2018

Carl Maria von Weber (1786-1826) - Symphony No. 2 in C major, Andante e Rondo Ungarese for bassoon and orchestra, Concerto in F major for bassoon and orchestra etc

Belo disco! As obras orquestrais deste disco são de excelente nível. Devo tê-las escutado em algum momento, mas, como Weber não é daqueles compositores que visito com certa frequência, não lembro se as ouvi. O fato é que as duas sinfonias são excelentes. Carl Maria von Weber faz parte daquele time de compositores que se foram muito jovem. Há outros nomes, por exemplo, como de Schubert ou Pergolesi, que se foram em plena forma. Poderiam ter produzido mais, mas os deuses os levaram para si. De qualquer forma, apreciemos as obras do grande compositor. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Carl Maria von Weber (1786-1826) -

01. Symphony No. 2 in C major - I. Allegro
02. Symphony No. 2 in C major - II. Adagio, ma non troppo
03. Symphony No. 2 in C major - III. Menuetto - Trio. Allegro
04. Symphony No. 2 in C major - IV. Finale. Scherzo Presto
05. Andante e Rondo Ungarese for bassoon and orchestra - Andante
06. Andante e Rondo Ungarese for bassoon and orchestra - Allegretto ungarese
07. Concerto in F major for bassoon and orchestra - I. Allegro ma non troppo
08. Concerto in F major for bassoon and orchestra -II. Adagio
09. Concerto in F major for bassoon and orchestra -III. Rondo. Allegro
10. Symphony No. 1 in C major - I. Allegro con fuoco
11. Symphony No. 1 in C major - II. Andante
12. Symphony No. 1 in C major - III. Scherzo - Trio. Presto
13. Symphony No. 1 in C major - IV. Finale. Presto

Tapiola Sinfonietta
Jean-Jacques Kantorow, regente
Jaako Luoma, bassoon

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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Jazz - The Australian Jazz Quintet - In Free Style (1958)

Vamos à nossa postagem costumeiramente "clássica" de jazz. O disco era para ter sido postado no dia de ontem. Saiu somente agora. Antes tarde do que nunca. O The Australian Jazz Quintet foi um importante e prolífico grupo de jazz de origem australiana, que esteve em atividade entre os anos de 1954 a 1958. Gravou importantes discos. Na esteira, o bom e velho bop. Esteve em associação com Gerry Mulligan e David Brubeck. Existem belas canções no presente disco. Destaque para a última faixa ("Take Three Parts Jazz"). In Free Style é o penúltimo disco do quinteto. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

The Australian Jazz Quintet - In Free Style (1958)

01 - Swingin' Goatsherd Blues
02 - Bewitched
03 - Taking A Chance On Love
04 - The Way You Look Tonight
05 - I'll Remember April
06 - Detour Ahead
07 - Too Marvelous For Words
08 - Take Three Parts Jazz


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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Richard Strauss (1864-1949) - Ein Heldenleben, Op.40 e Edgard Varèse (1883-1965) - Amériques

Um disco verdadeiramente interessante. A música orquestral é colocada num plano de destaque aqui. Primeiro aparece Richard Strauss e seus costumeiros e exatos poemas sinfônicos. Ein Heldenleben ("Vida de herói") é uma das principais obras do compositor alemão. Do outro lado, encontramos Amériques, a principal obra (e que obra!) do franco-estadunidense Edgard Varèse. Olhando a sua foto, ficamos com a impressão de que estamos diante daqueles cientistas malucos. Todavia, o homem era bom. Sua estética não obedecia a parâmetros. Era um visionário, sempre a buscar novas formas de encontrar a harmonia, o timbre perfeito. Este disco é de alto nível. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Ein Heldenleben, Op.40_Der Held
02. Ein Heldenleben, Op.40_Des Helden Widersacher
03. Ein Heldenleben, Op.40_Des Helden Gefährtin
04. Ein Heldenleben, Op.40_Des Helden Walstatt
05. Ein Heldenleben, Op.40_Des Helden Friedenswerke
06. Ein Heldenleben, Op.40_Des Helden Weltflucht und Vollendung
07. Amériques

Deutsches Symphonie-Orchester Berlin
Ingo Metzmacher, regente

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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Violin Concerto in D Op. 61 e Robert Schumann (1810-1856) - Piano Concerto in A Minor Op. 54

Vamos a um disco necessário. Belo. Repleto de melodias maviosas. De planícies repletas de ventos airosos. Sim. Temos a música romântica. Compositores que escreviam poesias inspiradas. A primeira obra é o monumental Concerto para violino e orquestra, de Beethoven, o único concerto para violino escreveu. Foi o suficiente para eternizar a beleza. Do outro lado, temos o Concerto para piano e orquestra, de Schumann, belo à sua maneira. O disco possui uma sonoridade espetacular. A gravação dos dois concertos é do ano de 1967, com músicos excelentes. Eu não estou mentindo! A qualidade é alta! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Beethoven - Violin Concerto in D Op. 61 - Allegro ma non Troppo
02. Beethoven - Violin Concerto in D Op. 61 - Larghetto
03. Beethoven - Violin Concerto in D Op. 61 - Rondo
04. Schumann - Piano Concerto in A Minor Op. 54 - Allegro Affettuoso
05. Schumann - Piano Concerto in A Minor Op. 54 - Intermezzo - Andantino Grazioso
06. Schumann - Piano Concerto in A Minor Op. 54 - Allegro Vivace

New Philharmonia Orchestra
Royal Philharmonic Orchestra 
Eric Gruenberg, violino

Malcolm Frager, piano
Jascha Horenstein, regente

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domingo, 2 de setembro de 2018

Antonio Vivaldi (1678-1741) - Les Sonates por flûte transversière

Não me lembro de ter escutado estas obras de Antonio Vivaldi. Fiquei impressionado com a qualidade e com a sensibilidade do disco.  O padre italiano era um compositor excepcional. As melodias do disco são bem bonitas. Possuem toda aquela atmosfera espiritual da música barroca. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Antonio Vivaldi (1678-1741) -

Sonate en Fa majeur RV 52
01. I. Prelude
02. II. Allemande
03. III. Siciliano
04. IV. Allegro (Aria di Giga)

Sonate en Re mineur RV 49
05. I. Prelude
06. II. Preludio (Largo)
07. III. Siciliana (Adagio)
08. IV. Allegro (Sarabanda)
09. V. Allegro

Sonate en Mi mineur RV 50
10. I. Andante
11. II. Siciliano
12. III. Allegro
13. IV. Arioso

Sonate en Sol mineur RV 58
14. I. Prelude
15. II. Vivace
16. III. Alla breve (Fuga a capella)
17. IV. Largo
18. V. Allegro ma non presto

Sonate en Ut mineur RV 53
19. I. Adagio
20. II. Allegro
21. III. Andante
22. IV. Allegro

Sonate en Re majeur RV 48
23. I. Affettuoso
24. II. Allegro assai
25. III. Larghetto
26. IV. Allegro

Sonate en Sol mineur RV 51
27. I. Prelude
28. II. Largo
29. III. Allegro
30. IV. Andante
31. V. Allegro

XVIII-21 Musique des Lumieres
Jean-Christophe Frisch, flute traversiere baroque
Christine Plubeau, viole de gambe
Pascal Bouquet, archiluth
Claude Wassmer, basson baroque
Alessandro de Marchi, clavecin

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sábado, 1 de setembro de 2018

Dmitri Kabalevsky (1904-1987) - Cello Concerto No.2, Felix Mendelssohn (1809-1847) - Piano Trio No.1 e Johannes Brahms (1833-1897) - Cello Sonata No.1

Vamos ao primeiro disco do mês de setembro. Pensei em postar os dois concertos para violino do Shostakovich (que certamente sairão por esses dias), mas acabei sendo impulsionado pela beleza grave e delicada deste disco. O disco reúne um time poderoso (Hough, Bell e Isserlis), certamente está entre os melhores músicos da atualidade. As três obras são bem distintas. A primeira obra é o Concerto para violoncelo, de Kabalevsky; em seguida, vem a delicadeza do jovem e inspirado Mendelssohn; e o disco fecha com uma das sonatas mais bonitas da história - escrita, claro, por Johannes Brahms. Vale a audição do disco! Uma boa apreciação!

01. D.Kabalevsky - Cello Concerto No.2_ I. Molto sostenuto
02. II. Presto marcato
03. III. Andante con moto
04. F.Mendelssohn - Piano Trio No.1_ I. Molto allegro agitato
05. II. Andante con moto tranquillo
06. III. Scherzo_ Leggiero e vivace
07. IV. Finale_ Allegro assai appassionato
08. J.Brahms - Cello Sonata No.1_ I. Allegro non troppo
09. II. Allegretto quasi menuetto
10. III. Allegro

Bournemouth Symphony Orchestra
Kirill Karabits, regente
Steven Isserlis, cello
Stephen Hough, piano
Joshua Bell, violino
Dénes Várjon, piano

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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Jazz - The Dave Brubeck Quartet - Concord On A Summer Night

Tentaremos retornar com nossas postagens jazzísticas de quinta-feira. A última aconteceu no dia 4 de janeiro deste ano. Buscaremos cumprir com bastante disciplina a postagem semanal. Já havíamos alcançado o número de mais de duzentas postagens de jazz, mas houve uma interrupção abrupta. Continuemos. No dia de hoje, traremos um disco gravado ao vivo, no ano de 1982, pelo The Dave Brubeck Quartet. O destaque fica com a faixa Take Five. Vale a audição! Uma boa apreciação!

The Dave Brubeck Quartet - Concord On A Summer Night

01. Benjamin
02. Koto Song
03. Black And Blue
04. Softly, William, Softly
05. Take Five

Dave Brubeck, piano
Bill Smith, clarinet
Chris Brubeck, electric bass, bass trombone
Randy Jones, drums

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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Edward Elgar (1857-1934) - Cockaigne Overture, Enigma Variations, for orchestra, Op. 36, Serenade, for strings in E minor, Op. 20

Elgar é considerado um dos maiores compositores ingleses de todos os tempos. No início do século XX, ele teve um enorme prestígio. Sua obra possui algumas das composições mais bonitas do século XX. Suas composições possuem a calma, a delicadeza, a sensibilidade bretã, diferente da francesa, alemã ou italiana. Vale citar, por exemplo, suas duas primeiras sinfonias; o belo Concerto para violoncelo e orquestra; Pompa e circunstância; e duas outras obras que aparecem neste disco - As variações enigma e a Serenata para cordas. Escutei o disco prestando atenção a essas características do compositor. A experiência foi bem prazerosa. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Edward Elgar (1857-1934) -

01. Cockaigne Overture ('In London Town'), concert overture for orchestra & organ
02. Enigma Variations, for orchestra, Op. 36
03. Serenade, for strings in E minor, Op. 20_ 1. Allegro piacevole
04. Serenade, for strings in E minor, Op. 20_ 2. Larghetto
05. Serenade, for strings in E minor, Op. 20_ 3. Allegretto
06. Salut d'amour, for violin & piano, Op. 12

Baltimore Symphony Orchestra
David Zinman, regente

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domingo, 26 de agosto de 2018

Johannes Brahms (1833-1897) - Violin Concerto & Double Concerto

Decidi postar este disco após ouvi-lo por duas vezes. Fiquei bastante entusiasmado com a interpretação. O Concerto para violino é bastante robusto; uma das melhores interpretações que já tive a oportunidade de ouvir. O disco é do ano de 1993. Quando aconteceram as gravações das duas obras, Karajan era um maestro bastante experimentado. Neste disco, por sua vez, ele conduz ao lado de duas grandes promessas - António Meneses e  Anne-Sophie Mutter - à época da gravação. A interpretação coloca Brahms no lugar devido de sua grandiosidade. Vale a pena ouvir o disco. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) -

01. 1. Allegro non troppo
02. 2. Adagio
03. 3. Allegro giocoso, ma non troppo vivace - Poco piu presto
04. 1. Allegro
05. 2. Andante
06. 3. Vivace non troppo

Berliner Philharmoniker
Herbert von Karajan, regente
Anne-Sophie Mutter, violino
António Meneses, violoncelo

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sábado, 25 de agosto de 2018

Robert Schumann (1810-1856) - String Quartet No.1 in A minor, Op.41 No.1 e String Quartet No.3 in A major, Op.41 No.3

Excelente disco! Tenho uma admiração profunda pelas obras camerísticas de Robert Schumann. O compositor era um excelente compositor nesse sentido, assim como o eram Schubert ou Mendelssohn, outros compositores contemporâneos de Schumann.  Neste disco encontramos uma obra-prima: o quarteto número 3. O Zehetmair Quartett foi formado em 1997. Tem realizado gravações sólidas. Possui um repertório bastante variado. Aqui eles se debruçam sobre a música do compositor alemão. A música ganha em fluência, agilidade e dinamismo. Vale a pena ouvir. Uma boa apreciação!

Robert Schumann (1810-1856) -

01. String Quartet No.1 in A minor, Op.41 No.1_ Introduzione. Andante espressivo - Allegro
02. String Quartet No.1 in A minor, Op.41 No.1_ Scherzo. Presto - Intermezzo
03. String Quartet No.1 in A minor, Op.41 No.1_ Adagio
04. String Quartet No.1 in A minor, Op.41 No.1_ Presto
05. String Quartet No.3 in A major, Op.41 No.3_ Andante espressivo - Allegro molto moderato
06. String Quartet No.3 in A major, Op.41 No.3_ Assai agitato
07. String Quartet No.3 in A major, Op.41 No.3_ Adagio molto
08. String Quartet No.3 in A major, Op.41 No.3_ Finale. Allegro molto vivace

Zehetmair Quartett
Thomas Zehetmair, violine
Matthias Metzger, violine
Ruth Kilius, viola
Françoise Groben, violoncelo

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terça-feira, 21 de agosto de 2018

Franz Schubert (1797-1828) - Symphonies 2 & 5; Piano Sonata No.13 in A, D.664

Estava preparando uma outra postagem, mas percebi que o disco já estava no blog. Foi postado o ano passado. Tive que readaptar o meu projeto. Procurei algo que eu tivesse escutado por estes dias e encontrei esta joia com duas das sinfonias de um dos meus compositores queridos. O disco possui uma qualidade indiscutível. É Schubert! E quando se trata do compositor austríaco, todo elogio é pouco. O disco faz parte da fabulosa série da Decca ("Decca Concerts"). A qualidade é sempre alta - tanto pelos compositores quanto pelos regentes. Neste temos Schiff à frente da Philharmonia Orchestra. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Symphony No.2 in B flat, D.125_1. Largo - Allegro vivace
02. Symphony No.2 in B flat, D.125_2. Andante
03. Symphony No.2 in B flat, D.125_3. Menuetto (Allegro vivace)
04. Symphony No.2 in B flat, D.125_4. Presto
05. Piano Sonata No.13 in A, D.664_1. Allegro moderato
06. Piano Sonata No.13 in A, D.664_2. Andante
07. Piano Sonata No.13 in A, D.664_3. Allegro
08. Symphony No.5 in B flat, D.485_1. Allegro
09. Symphony No.5 in B flat, D.485_2. Andante con moto
10. Symphony No.5 in B flat, D.485_3. Menuetto (Allegro molto)
11. Symphony No.5 in B flat, D.485_4. Allegro vivace

Philharmonia Orchestra
András Schiff, regente

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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Jean Sibelius (1865-1957) - Violin Concerto in D minor, Op. 47; Serenade in G minor, Op. 69b e Christian Sinding (1856-1941) - Violin Concerto No. 1 in A major, Op. 45; Romance in D major, Op. 100

Vamos a uma postagem bastante interessante. O disco traz dois compositores - um mais conhecido; outro, nem tanto. O primeiro deles é o finlandês Jean Sibelius, mais conhecido pelo seu fabuloso repertório sinfônico. Neste disco delicado do selo Naxos, encontramos o famoso Concerto para violino, um dos mais bonitos e difíceis do gênero. A outra obra é de Christian Sinding, um importante compositor norueguês. Apesar de ter uma obra relevante, Sinding acabou sendo ofuscado pela grandiosidade de Grieg. Outro elemento contraditório de sua vida foi o apoio ao partido nazista. Este fato o colocou em profunda desvantagem em sua terra. Neste disco, encontramos um dos três concertos para violino. Vale a pena ouvir o disco. Uma boa apreciação!

01. Sibelius Violin Concerto in D minor, Op. 47 - I Allegro moderato
02. Sibelius Violin Concerto in D minor, Op. 47 - II Adagio di molto
03. Sibelius Violin Concerto in D minor, Op. 47 - III Allegro, ma non tanto
04. Sibelius Serenade in G minor, Op. 69b - Lento assai
05. Sinding Violin Concerto No. 1 in A major, Op. 45 - I Allegro energico
06. Sinding Violin Concerto No. 1 in A major, Op. 45 - II Andante
07. Sinding Violin Concerto No. 1 in A major, Op. 45 - III Allegro giocoso
08. Sinding Romance in D major, Op. 100

Bournemouth Symphony Orchestra
Bjarte Engeset, regente
Henning Kraggerud, violino

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sábado, 11 de agosto de 2018

Richard Strauss (1864-1949) - An Alpine Symphony, Op. 64, TrV 233

Uma Sinfonia Alpina é um dos principais poemas sinfônicos escritos pelo compositor alemão Richard Strauss. A obra começou a ser escrita no ano de 1911 e se estendeu até o ano de 1915. É um dos trabalhos mais belos do compositor. Strauss a considerava como a obra melhor acabada e orquestrada. É música para contempladores, para saudosistas - apesar de sua beleza arrojada. O que ela busca revelar é a escalada aos Alpes Bávaros, por meio de uma magnífica orquestração. Como é típico da música de Strauss, encontramos um trabalho belíssimo realizado com a orquestra. Strauss aos quatorze anos visitou esse conjunto de montanhas e aquela experiência indelével ficou marcada em sua alma. Mais tarde, ele buscou descrever essa experiência por intermédio da composição desta obra extraordinária. Percebe-se o quanto Strauss conferiu à obra um forte colorido orquestral a fim de transmitir ao ouvinte a sensação da subida. Escutei duas vezes! Não deixe de fazê-lo. Uma boa apreciação!

Richard Strauss (1864-1949) -

01. 01 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 1, Nacht
02. 02 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 2, Sonnenaufgang
03. 03 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 3, Der Anstieg
04. 04 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 4, Eintritt in den Wald
05. 05 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 5, Wanderung neben dem Bache
06. 06 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 6, Am Wasserfall
07. 07 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 7, Erscheinung
08. 08 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 8, Auf blumigen Wiesen
09. 09 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 9, Auf der Alm
10. 10 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 10, Durch Dickicht und Gestrüpp auf Irrwegen]
11. 11 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 11, Auf dem Gletscher
12. 12 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 12, Gefahrvolle Augenblicke
13. 13 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 13, Auf dem Gipfel
14. 14 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 14, Vision
15. 15 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 15, Nebel steigen auf
16. 16 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 16, Die Sonne verdüstert sich allmählich
17. 17 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 17, Elegie
18. 18 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 18, Stille vor dem Sturm
19. 19 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 19, Gewitter und Sturm, Abstieg
20. 20 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 20, Sonnenuntergang
21. 21 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 21, Ausklang
22. 22 Eine Alpensinfonie, Op. 64, TrV 233_ No. 22, Nacht

Frankfurt Radio Symphony
Andrés Orozco-Estrada, regente

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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Requiem

Algumas informações daqui: "Em Março de 1791, Mozart rege em Viena um de seus últimos concertos públicos; tocando o Concerto para piano n.º 27 (KV 595). Seu último filho, nasceu em 26 de Julho. Poucos dias antes, bateu à sua porta um desconhecido, que se recusou a identificar-se e deixou Mozart encarregado da composição de um Réquiem em Ré menor. Deu-lhe um adiantamento e avisou que retornaria em um mês. Mas pouco tempo depois, o compositor é chamado de Praga para escrever a ópera A clemência de Tito, para festejar a coroação de Leopoldo II. Quando subia com sua esposa Constanze na carruagem que os levaria a esta cidade, o desconhecido ter-se-ia apresentado outra vez, perguntado por sua encomenda. Posteriormente supôs-se que aquele sombrio personagem era um enviado do conde Walsegg-Stuppach, cuja esposa havia falecido, tal pedido havia sido pedido a ele pelo simples fato de Mozart ser cristão. O viúvo desejava que Mozart compusesse a missa de requiem para os ritos fúnebres no enterro de sua esposa, mas faria crer - como diz-se que já fizera antes - aos presentes que fora ele quem compôs a obra (por isso o anonimato). Diz-se que Mozart, obsessivo com ideias de morte desde o falecimento de seu pai, Leopold, debilitado pela fadiga e pela doença que lhe atingia, muito sensível ao sobrenatural devido às suas vinculações com a franco-maçonaria e impressionado pelo aspecto misterioso do homem que encomendou a missa, terminou por acreditar que este era um mensageiro do Destino e que o requiem que iria compor seria para seu próprio funeral. Antes de sua morte, Mozart, conseguiu terminar apenas três secções com o coro e composição completa: Introito, Kyrie e Dies Irae. Do resto da sequência deixou os trechos instrumentais, o coro, vozes solistas e o cifrado do contrabaixo e órgão incompletos, deixando anotações para seu discípulo Franz Xaver Süssmayer. Também havia indicações para o Domine Jesu e Agnus Dei. Não havia deixado nada escrito para o Sanctus nem para o Communio. Seu discípulo Süssmayer completou as partes em falta da composição, agregou música onde faltava e compôs completamente o Sanctus. Para o Communio, simplesmente utilizou dos temas do Introito e do Kyrie, à maneira de uma reexposição, para dar sentido integral à obra". Uma boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 

01. (Opening)
02. Betracht dies Herz (Sopran) from Grabmusik KV 42 (35a)
03. Laudate Dominum (Sopran, Chor) from Vesperae solennes de confessore KV339
04. Requiem in D Minor - i. INTROITUS_ Requiem aeternam (Chor, Sopran)
05. ii. KYRIE (Chore)
06. iii. SEQUENTIA_ 1. Dies irae (Chor)
07. 2. Tuba mirum (Soli)
08. 3. Rex tremendae (Chor)
09. 4. Recordare (Soli)
10. 5. Confutatis (Chor)
11. 6. Lacrimosa (Chor)
12. iv.OFFERTORIUM_ 1.Domine Jesu (Chor, Soli)
13. 2. Hostias (Chor)
14. v.SANCTUS (Chor)
15. vi.BENEDICTUS (Chor, Soli)
16. vii.AGNUS DEI (Chore)
17. viii.COMMUNIO_ Lux aeterna (Chor, Sopran)

Berliner Philharmoniker
Claudio Abbado, regente

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sábado, 4 de agosto de 2018

Astor Piazzolla (1912-1992) - Oblivion

"Em 1929, Astor Piazzolla, então um garoto de oito anos, ganhou do pai um bandoneón. Tomou-se de amores pelo instrumento e, em 1933, aos 12, começou a tomar aulas de piano com Bela Wilde, um húngaro que havia sido discípulo de Rachmaninoff. Na sequência, em Nova York, onde se mantinha entregando jornais, conheceu o lendário Carlos Gardel, que já era um astro na Argentina e filmava, nos EUA, El Dia Que Me Quieras. Foi um encontro decisivo e o tango entrou, de forma definitiva, na vida do jovem Piazzolla. Mas sua vocação nunca foi o tango tradicional. Houve outro encontro importante, e foi com a diretora de orquestra francesa, Nadia Boulanger, com quem estudou harmonia. Sua formação erudita levou-o a subverter cânones. Piazzolla incorporou jazz e música erudita em suas criações. Aos que lhe diziam que não fazia tango, ele retrucava que era a música contemporânea de Buenos Aires". Uma boa apreciação!

Daqui

Astor Piazzolla (1912-1992) - Oblivion

01. OBLIVION
02. ESCUALO
03. MILONGA EN RE
04. INTRODUCCION AL ANGEL
05. REVIRADO
06. MILONGA SIN PALABRAS
07. FINALE
08. TRES MINUTOS CON LA REALIDAD
09. RECORDANDO _SUITE PER ARCHI_

Orchestra da Camera Italiana
Salvatore Accardo, violino e direção

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