domingo, 20 de outubro de 2013

Anton Dvorak (1841-1904) - Sonatina in G major, Op.100, Rondo in G minor, Op.94, Silent Woods, Op.68 No.5, Songs My Mother Taught Me, Op.55 No.4 etc

Que disco delicioso! Outra questão importante: a capa do disco é tão bela quanto o elemento imaterial que está lá dentro. Ou seja, a beleza desse disco começa pela capa, que bem traduz o espírito da música de Dvorak. Simplesmente não entendi por que este disco aparece apenas com três estrelas na Amazon. O disco nos traz um colorido criativo todo especial, revelando as qualidades poéticas da música do compositor checo. Uma maviosidade lírica delicada. É um disco para se ouvir em muitas ocasiões. É, acima de tudo, algo que faz bem. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Anton Dvorak (1841-1904) - 

Sonatina in G major, Op.100
01. I. Allegro risoluto
02. II. Larghetto
03.  III. Scherzo
04. IV. Finale

Rondo in G minor, Op.94
05. Rondo in G minor, Op.94

Silent Woods, Op.68 No.5
06. Silent Woods, Op.68 No.5

Songs My Mother Taught Me, Op.55 No.4
07. Songs My Mother Taught Me, Op.55 No.4

Good Night, Op.73 No.1
08. Good Night, Op.73 No.1

Polonaise in A major, Op. posth
09. Polonaise in A major, Op. posth

Larghetto in G minor, Op.75a No.4
10. Larghetto in G minor, Op.75a No.4

Song to the Moon from 'Rusalka', Op.114
11. Song to the Moon from 'Rusalka', Op.114

Lasst mich allein, Op.82 No.1
12. Lasst mich allein, Op.82 No.1

Você pode comprar este disco na Amazon

Christian Poltéra, cello
Kathryn Stott, piano


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2 comentários:

Marcos Paulo disse...

Carlinus,

creio que é a primeira vez que posto um comentário neste blog, embora já o visite diariamente há anos. Queria só dizer que seus textos são encantadores! Traduzem de uma forma inédita aquele sentimento emanado da música, tão subjetivos e ao mesmo tempo tão universais que, muitas vezes me identifico com os seus comentários. E, confesso, te invejo um pouco nessa capacidade com as palavras. Depois de lê-las, tenho sempre vontade de baixar o álbum, nem importa qual seja ele! Parabéns!

E sobre o post, adoro Dvorák; sua oitava sinfonia é uma das minhas prediletas, e uma das poucas obras que considero perfeitas, sem nada a tirar nem por nem a mudar. É incrível como suas músicas nos deixam embasbacados, com uma alegria contagiante e sincera, simples mas envolvente, pouco comum nos outros românticos que já ouvi.

Baixando...

Carlinus disse...

Marcos, obrigado pelas palavras. Abração!

Fique à vontade!

Abraços!