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sexta-feira, 12 de abril de 2019

Jazz - Chick Corea (1941 - ) - Now He Sings, Now He Sobs

"Armando Anthony "Chick" Corea  é um pianista e tecladista de jazz estadunidense e um compositor bastante conhecido por seu trabalho na década de 1970 no gênero chamado jazz fusion, apesar de ter contribuições significativas para o jazz tradicional. Participou da criação do movimento electric fusion como membro da banda de Miles Davis na década de 1960, e, nos anos 1970, fez parte do grupo Return to Forever. Continuou a buscar outros colaboradores e a explorar vários estilos e gêneros musicais nos anos 1980 e 1990. Entre os pianistas de jazz, Corea é considerado um dos mais influentes, desde Bill Evans (junto com Herbie Hancock, McCoy Tyner e Keith Jarrett). Também é conhecido por ser um promotor da cientologia". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Chick Corea (1941 - )

01. Steps-What Was
02. Matrix
03. Now He Sings, Now He Sobs
04. Now He Beats The Drum, Now He Stops
05. The Law Of Falling And Catching Up

Chick Corea, piano
Roy Haynes, drums
Miroslav Vitous, double bass

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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Jazz - Grant Green (1935-1979) - Born To Be Blue

"Começou a tocar profissionalmente aos 13 anos de idade. Suas primeiras e maiores influências foram Charlie Christian e Charlie Parker. Grant começou tocando Boogie-woogie antes de tocar jazz. Suas primeiras gravações foram com o saxofonista Jimmy Forrest para o selo Delmark. O baterrista da banda era Elvin Jones. Grant gravou novamente com Elvin durante os anos 60. Lou Donaldson descobriu Grant tocando num bar em St. Louis. Após uma turnê com Lou, Grant chegou a Nova Iorque entre 1959 e 1960. Entre 1961 e 1965 Grant fez mais gravações pelo selo Blue Note como lider e acompanhante que qualquer outro músico".  Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!


01. Someday My Prince Will Come (6:30)
02. Born To Be Blue (4:55)
03. Born To Be Blue (alternate take) (4:41)
04. If I Should Lose You (6:06)
05. Back In Your Own Back Yard (8:04)
06. My One And Only Love (5:50)
07. Count Every Star (6:21)
08. Cool Blues (7:58)
09. Outer Space (8:44)

Grant Green - g
Ike Quebec - ts
Sonny Clark - p
Sam Jones - b
Louis Hayes - d

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sábado, 6 de abril de 2019

Jazz - Jonathan Bauer - Walk, Don't Run

Jonathan Bauer é canadense. De início eu achei que era estadunidense. A música segue o compasso do bom e velho bop. Todas as faixas são espetaculares. Uma atenção para Blue's Funk e The Closer. Bauer não titubeia. Não se intimida. Segue os passos de nomes como Lee Morgan. Reedita a tradição da boa música. Com ele, é como se estivéssemos naqueles clubes de jazz de Nova York ou qualquer outra cidade dos Estados Unidos. Mais um disco para comemorar o aniversário do blog. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Chattin'
02. Precious Moments
03. Walk, Don't Run
04. Ella (For Ella Ell)
05. Violet
06. Blue's Funk
07. We Need to Do Better
08. The Closer

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sábado, 30 de março de 2019

Jazz - Charlie Haden (1937-2014) - The best of quartet west

"Haden nasceu numa família de músicos que atuava frequentemente na rádio, tocando música country e canções folk americanas. Haden estreou-se profissionalmente como cantor quando tinha apenas dois anos de idade e continuou a cantar com a sua família até aos quinze anos, quando contraiu uma forma ligeira de poliomielite que lhe danificou permanentemente as cordas vocais. Alguns anos antes, Haden começara a interessar-se por jazz e a tocar no contrabaixo do seu irmão. Algum tempo depois, mudou-se para Los Angeles em 1957 e começou a tocar profissionalmente, nomeadamente com o pianista Hampton Hawes e com o saxofonista Art Pepper. Charlie Haden tornou-se famoso tocando com Ornette Coleman no final dos anos 50, culminando no disco The Shape of Jazz to Come (1959). Este álbum foi muito controverso, na época, e o próprio Haden confessou que, a princípio, o estilo de Coleman o deixava completamente confundido e que se limitava a repetir as linhas melódicas de Coleman no contrabaixo. Foi só mais tarde que ganhou a confiança para criar as suas próprias linhas.  Haden é mais conhecido pela sua associação de longa data com o saxofonista Ornette Coleman, mas também pelas suas caraterísticas linhas de baixo melódicas e é hoje um dos mais respeitados contrabaixistas e compositores de jazz da atualidade". Uma boa apreciação!

01. Hello My Lovely
02. Body And Soul
03. First Song (for Ruth)
04. Our Spanish Love Song
05. Always Say Goodbye
06. Where Are You, My Love
07. Here's Looking At You
08. Alone Together
09. The Left Hand Of God
10. Lonely Town
11. Moonlight Serenade
12. Wayfaring Stranger

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quarta-feira, 6 de março de 2019

Jazz - Nina Simone (1933-2003) - 'Live At Town Hall'

"Cantora. Mulher. Negra. Nina Simone tinha plena consciência de sua posição social e usou todo seu talento e carisma para criar uma das grandes personas da história da música, da resistência pessoal, da identidade negra. Eunice Waymon é o nome de batismo. Nina Simone é o de guerra. Nina mudou de nome ao começar a cantar em cabarés escondida de seus pais. Saiu da Carolina do Norte para ser imortalizada no mundo cantando jazz, blues, folk, soul. Com sorriso e carisma maiores do que seu imenso coração, a diva negra é a voz da famosa canção Feeling Good". (...)

Daqui

DISCO 01

01. Exactly Like You (03:12)
02. The Other Woman (Live) (02:59)
03. Under The Lowest (Live) (05:32)
04. You Can Have Him (Live) (05:52)
05. Summertime (Live) (05:35)
06. Cotton Eyed Joe (02:57)
07. Return Home (Live) (05:26)
08. Wild Is The Wind (Live) (03:28)
09. Fine And Mellow (03:27)
10. Black Is The Colour (Live) (03:33)
11. Love Me Or Leave Me (03:20)
12. My Baby Just Cares For Me (03:35)

DISCO 02


01. Blue Prelude (03:19)
02. Children Go Where I Send (05:58)
03. Tomorrow (02:59)
04. Stompn' At The Savoy (02:09)
05. It Might As Well Be Spring (03:53)
06. You've Been Gone To Long (02:10)
07. That's Him Over There (02:29)
08. Chilly Winds Don't Blow (02:41)
09. Theme From 'Milddle Of The Night' (02:28)
10. Can't Get Out Of This Mood (02:31)
11. Willow Weep For Me (03:12)
12. Solitare (03:22)

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terça-feira, 5 de março de 2019

Jazz - Chick Corea (1941 - ) - Converge (1969)

"Armando Anthony "Chick" Corea é um pianista e tecladista de jazz estadunidense e um compositor bastante conhecido por seu trabalho na década de 1970 no gênero chamado jazz fusion, apesar de ter contribuições significativas para o jazz tradicional.  Participou da criação do movimento electric fusion como membro da banda de Miles Davis na década de 1960, e, nos anos 1970, fez parte do grupo Return to Forever. Continuou a buscar outros colaboradores e a explorar vários estilos e gêneros musicais nos anos 1980 e 1990. Entre os pianistas de jazz, Corea é considerado um dos mais influentes, desde Bill Evans (junto com Herbie Hancock, McCoy Tyner e Keith Jarrett). Também é conhecido por ser um promotor da cientologia". Uma boa apreciação!

Chick Corea (1941 - ) -

01. Fiesta
02. Converge
03. Sundance
04. Waltz For Bill Evans
05. Vamp
06. Song Of Wind
07. The Brain

Chick Corea - piano
Jack DeJohnette - drums
Dave Holland - bass
Hubert Laws - flute
Bennie Maupin - tenor saxophone
Woody Shaw - trumpet
Horace Arnold - drums

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Jazz - Pat Metheny Group - First Circle

"Iniciando com o trompete já aos 8 anos de idade, Metheny trocou para a guitarra ao 12 anos. Aos 15 anos, já estava trabalhando com os melhores músicos de jazz do Kansas, adquirindo experiência em bandas desde muito jovem. O seu primeiro sucesso na cena internacional do jazz foi em 1974, com o lançamento de seu primeiro álbum, Bright Size Life (1976), que segundo a crítica, reinventara "o som tradicional da guitarra jazz" para uma nova geração de guitarristas. Durante a sua carreira, continuou a redefinir o gênero, utilizando novas tecnologias e trabalhando constantemente para refinar sua capacidade sonora e de improvisação no seu instrumento. Planeando a sua carreira com sabedoria, trabalhou primeiro com uma produtora de grande prestígio na música moderna (ECM), depois noutra de inclinações mais pop (Geffen) e finalmente com a multi-nacional (Warner Bros). Flertou com o jazz-rock, com grande sucesso e chegou mesmo a ter videoclipes exibidos na rede MTV. Segundo os críticos Richard Cook e Brian Morton, "Metheny tornou-se uma figura-chave na música instrumental dos últimos 20 anos".

01. Forward March (02:49)
02. Yolanda, You Learn (04:49)
03. The First Circle (09:16)
04. If I Could (07:01)
05. Tell It All (07:59)
06. End Of The Game (08:02)
07. Mas Alla (Beyond) (05:40)
08. Praise (04:18)

Pat Metheny – guitar, Synclavier guitar, sitar, slide guitar, acoustic guitar, acoustic 12-string guitar
Lyle Mays – piano, synthesizers, Oberheim, agogô bells, organ, trumpet
Steve Rodby – acoustic and electric bass, bass drum
Paul Wertico – drums, field drum, cymbal
Pedro Aznar – glockenspiel, voice, bells, acoustic guitar,
percussion, whistle, guitar, acoustic 12-string guitar

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sábado, 23 de fevereiro de 2019

Jazz - John Coltrane (1926-1967) - My Favourite Things

Já fazia um certo tempo que os discos de jazz não são postados por aqui. Dessa vez, temos a música John Coltrane. Coltrane foi uma verdadeira lenda. Gravou discos espetaculares. Sendo assim, não deixe de ouvirr. Uma boa apreciação!

John Coltrane (1926-1967) -

DISCO 01

01. My Favorite Things
02. Everytime We Say Goodbye
03. Summertime
04. But Not For Me

DISCO 02

01. Bags & Trane
02. Three Little Words
03. The Night We Called It A Day
04. Be-Bop
05. The Late Late Blues


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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Jazz - George Lewis - Homage to Charles Parker (1979)


Quando li no título do disco de que se tratava de uma homenagem à lenda Charlie Parker, não hesitei e decidi escutar o disco imediatamente. Todavia, a música que temos neste registro é bem diversa daquela feita pelo ícone do bop. O objetivo do disco, pelo menos eu entendi assim, é celebrar o espírito de Parker. Criar uma música improvisada, o que coloca as duas canções mais no cenário do free jazz e, não do bop, como somos impelidos a pensar num primeiro momento. A sonoridade agradável em alguns momentos é substituída pelo apelo áspero, primal, com texturas incomuns, o que provoca uma experiências bastante singular. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

George Lewis - Homage to Charles Parker

01. Blues
02. Homage to Charles Parker

Anthony Davis, piano
Douglas Ewart, bass clarinet, cymball, alto saxophone
George Lewis, tenor trombone, eletronics
Richard Teitelbaum, polymoog, multimoog and micromoog synthesizers

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Jazz - Miles Davis (1926-1991) - The Unissued Japanese Concerts

Miles Davis se apresentou no Japão pela primeira vez em 1964. Foi ao Japão com o seu quinteto, que incluía nomes como Herbie Hancock, Sam Rivers, Ron Carter e Tony Williams. Havia várias apresentações agendadas. Infelizmente, poucas aconteceram. A apresentação de 14 de julho virou LP pelo seu caráter antológico. O presente disco traz duas outras apresentações - aquelas acontecidas nos dias 12 e 14 de julho. Como se trata daqueles documentos preciosos, que precisam ser mostrados a qualquer custo, a qualidade da gravação não é das melhores. Deixa a bastante a desejar, principalmente no segundo disco. Mas nada que peça a apreciação do trabalho do quinteto inspirado, tendo Miles ao centro como um bruxo que soprava cada nota de forma única. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

DISCO 01

01 - Autumm Leaves
02 - So What
03 - Stella By Starlight
04 - Walkin' Into The Theme

DISCO 02

01 - If I Were a Bell
02 - Oleo
03 - Stella By Starlight
04 - Walkin'
05 - All Of You
06 - Seven Steps To Heaven

Miles Davis - trumpet
Sam Rivers - tenor sax
Herbie Hancock - piano
Ron Carter - bass
Tony Williams - drums

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sábado, 12 de janeiro de 2019

Jazz - Arnett Cobb & Eddie 'Lockjaw' Davis - Blow, Arnett, Blow (1959)

Vamos ao velho e bom bop. Nas últimas duas semanas, salvo engano, as postagens revelaram uma face mais diversa do jazz. Este disco foi gravado no final dos anos cinquenta do século XX. Cobb nasceu em 1918 e morreu em 1989. O músico entrou numa big band ainda na década de 1930. Na década de 40, passou por inúmeros grupos até formar o seu. Em 1956, sofreu um grave acidente de carro que o deixou de molho por bastante tempo. Este disco foi o primeiro gravado por ele para a Prestige. Sairiam mais quatro com a gravadora. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. When I Grow Too Old To Dream (6:42)
02. Go Power (5:09)
03. Dutch Kitchen Bounce (7:01)
04. Go Red, Go (5:39)
05. The Eely One (8:18)
06. The Fluke (5:32)

Tenor Saxophone – Arnett Cobb, Eddie "Lockjaw" Davis
Bass – George Duvivier
Drums – Arthur Edgehill
Organ – Wild Bill Davis

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Jazz - Jaco Pastorius (1951-1987) - Truth, Liberty & Soul (Live - 1982)


Vamos à nossa clássica postagem jazzística de quinta-feira. Dessa vez, temos a lenda Jaco Pastorius, considerado por muitos como um dos maiores e mais influentes baixistas de todos os tempos. Esta gravação, cujo nome - "Verdade, liberdade e alma" busca retratar o espírito da música, foi realizada no ano de 1982. O extraordinário é perceber Pastorius à frente de uma equipe de 22 músicos. Ele parece ter uma percepção musical que se encaixa em cada instrumento presente. Sua versatilidade, junto com o alto grau de improviso, torna a apresentação espetacular. É bom ouvi-lo. Seus pés fincados na música negra; no soul; na linguagem percussiva de origem africana. Pastorius morreu muito, vitimado por uma besteira, por uma briga estúpida. Poderia ter produzido mais. Poderia está por aí como um Herbie Hancock ou um Al Di Meola. De qualquer forma, não deixe de ouvir o disco duplo. Uma boa apreciação!

Jaco Pastorius (1951-1987) -

DISCO 01

01. Invitation (13:04)
02. Soul Intro-The Chicken (9:02)
03. Donna Lee (13:16)
04. Three Views Of A Secret (6:36)
05. Liberty City (10:04)
06. Sophisticated Lady (7:43)
07. Bluesette (5:44)

DISCO 02
01. I Shoot The Sheriff (6:49)
02. Okonkole Y Trompa (15:05)
03. Reza-Giant Steps (Medley) (10:25)
04. Mr Fonebone (10:34)
05. Bass And Drum Improvisation (14:07)
06. Twins (2:50)
07. Fannie Mae (6:00)


Jaco Pastorius: bass, vocals
Bob Mintzer: reeds; Randy Brecker: trumpet;
Othello Molineaux: steel drums; Don Alias: percussion;
Peter Erskine: drums; Bob Stein: alto saxophone;
Lou Marini: tenor saxophone; Frank Wess: tenor saxophone;
Howard Johnson: baritone saxophone;
Randy Emerick: baritone saxophone; Alan Rubin: trumpet;
Lew Soloff: trumpet; Jon Faddis trumpet; Ron Tooley: trumpet;
Kenny Paulk: trumpet; David Taylor: trombone;
Jim Pugh: trombone; Wayne Andre: trombone;
John Clark: French horn; Peter Gordon: French horn;
David Bargeron: tuba; Toots Thielemans: harmonica

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sábado, 29 de dezembro de 2018

Jazz - Miles Davis (1926-1991) - Tutu (1986)

Em 1986, Miles Davis já tinha mais de 40 anos de atividade como trompetista de jazz, algo praticamente impensável. Isso era perceptível em seus solos mais espaçosos e com menos notas. Entretanto, ele seguia como um dos músicos mais inventivos de que se tinha notícia por nunca deixar-se cair na zona de conforto que grande parte dos músicos de sua idade caíam.  

Foi neste contexto que veio Tutu, provando que ele ainda tinha muito a mostrar mesmo depois dos tempos difíceis entre o final dos anos 70 e início dos 80. Agora, esta grandiosa obra completa 25 anos e, para tanto, nada melhor do que uma edição de luxo honrosa. Além das 8 faixas que integram o álbum original, esta nova versão da Warner Jazz traz um CD bônus registrado em sua apresentação no Nice Jazz Festival, que ocorreu na França naquele mesmo ano de 86.

Vale lembrar que, nessa fase pós-anos 80, Miles Davis estava tentando criar uma ligação com a música pop daquele período. Aqui, percebe-se uma aproximação muito forte com a música de Prince e uma conexão com o funk, tornando o som mais dançante. Toda essa ambientação veio das técnicas aprendidas pelo baixista Marcus Miller a dar um novo tratamento nas gravações: não era mais preciso tocar horas de jam session para extrair takes; bastava trabalhar com samplers e utilizar os novos sintetizadores que estavam em voga para dar aquele tom elétrico-dançante que fazia parte da música de Miles.

Mesmo com sua extensa obra, o trompetista não achava que tinha o reconhecimento pela comunidade negra. Não só pela capa absolutamente afro, em Tutu Miles Davis quis fazer com que todos dançassem ao som de sua música. O que brotava de inventividade não eram mais suas notas complexas e difíceis, mas uma espécie de abordagem futurista à música pop. Em “Full Nelson”, o músico homenageia Nelson Mandella com uma marcha que branda a luta pelos direitos. O próprio nome do disco foi uma menção ao arcebispo Desmond Tutu, da África do Sul, o primeiro pontíficie negro.

Nesta edição de luxo, podemos vislumbrar toda a sutileza dada a “Human Nature”, uma das principais baladas de Michael Jackson. Outra canção pop que mereceu uma versão sua foi “Time After Time”, de Cindy Lauper. Talvez de toda a discografia de Miles Davis, Tutu é o disco em que ele mais conseguiu se aproximar do pop, sem tentativas comprometedoras que deglutissem sua obra. Ele fez porque quis. E também porque Marcus Miller tornou isso possível.

Daqui

Miles Davis (1926-1991) - Tutu (1986)

DISCO 01

Tutu Remastered Album
01. Tutu
02. Tomaas
03. Portia
04. Splatch
05. Backyard Ritual
06. Perfect Way
07. Don’t Lose Your Mind
08. Full Nelson

DISCO 02

Live At Nice Fest 1968
01. Opening Medley
02. New Blues
03. Maze
04. Human Nature
05. Portia
06. Splatch
07. Time After Time
08. Carnival


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quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Jazz - Larry Young (1940-1978) - In Paris

Larry Young nasceu em Newark, em Nova Jersey, Estados Unidos. Desde muito cedo, estudou piano clássico e jazz. Todavia, possuía uma paixão pelo Hammond, o famoso órgão, cuja inspiração inicial fora seu pai, um bom organista - possivelmente, de alguma igreja. Em 1958, irrompe na cena de Nova Jersey, tocando o instrumento que o tornaria famoso. Em 1964, esteve em Paris para apresentações bastante elogiadas. Ainda nos anos 60, flerta com o fusion. Do meu ponto de vista, quiçá, empobrecido, sempre achei a presença do órgão um tanto quanto descabida no jazz. Cria uma sonoridade "estranha" nos ouvidos menos acostumados com esse tipo de experiência. Mas, escutando este disco duplo, acredito que tenha sido a melhor experiência que tive até hoje com o instrumento. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Larry Young (1940-1978) -

DISCO 01

01 - Trane of Thought
02 - Talkin' About J.C.
03 - Mean to Me
04 - La Valse Grise
05 - Discotheque

DISCO 02

01 - Luny Tune
02 - Beyond All Limits
03 - Black Nile
04 - Zoltan
05 - Larry's Blues

Larry Young – organ
Woody Shaw – trumpet
Nathan Davis – saxophone
Billy Brooks – drums
Jean-Claude Fohrenbach – tenor sax
Sonny Grey – trumpet
Jack Diéval – piano
Jacques B. Hess – bass
Franco Manzecchi – drums
Jacky Bamboo – conga

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Jazz - Art Pepper (1925-1982) - Smack Up

Baita disco de jazz! Algumas informações sobre a lenda Art Pepper: "Art Pepper nasceu em Gardena, Califórnia, mas viveu vários anos nos montes de Echo Park, em Los Angeles. Iniciou a sua carreira musical nos anos 40, tocando nas orquestras de Benny Carter e de Stan Kenton. Entre 1944 e 1946, cumpre o serviço militar. Na década seguinte, Pepper torna-se um dos músicos principais do jazz da costa oeste dos EUA, juntamente com Chet Baker, Gerry Mulligan, Shelly Manne, entre outros. Ao mesmo tempo que cumpria o serviço militar, Pepper consumia heroína, o que levou a várias interrupções na sua carreira, e alguns períodos na prisão, nos anos 50 e 60. Estes períodos na sua vida, influenciam os seus trabalhos, levando-o a adotar um som mais pesado, característico de John Coltrane. Entre 1969 e 1971, passou algum tempo em Synanon, um grupo de reabilitação para toxicodependentes. Após iniciar um tratamento de metadona, em meados dos anos 70, Pepper voltou às gravações, editando diversos álbuns". 

Art Pepper (1925-1982) -

01 - Smack Up
02 - Las Cuevas de Mario
03 - A Bit of Basie
04 - How Can You Lose
05 - Maybe Next Year
06 - Tears Inside
07 - Solid Citizens [Take 33]
08 - Solid Citizens [Take 37]

Art Pepper — alto saxophone
Jack Sheldon — trumpet
Pete Jolly — piano
Jimmy Bond — bass
Frank Butler — drums

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Jazz - Stanley Clarke (1951- ) - Live 1976-1977

Algumas informações biográficas sobre Stanley Clarke: "Clarke nasceu na Filadélfia. Aprendeu a tocar baixo na escola, pois chegou atrasado no dia em que seriam distribuídos instrumentos musicais para o aprendizado dos alunos, e o único que sobrou foi o baixo acústico. Formou-se no Ensino Médio na Roxborough High School in Philadelphia, e gradou-se em Música pela Philadelphia Musical Academy, absorvida pela University of the Arts em 1985. Em 1971, Clarke mudou-se para Nova York, onde começou a trabalhar com muitos músicos famosos como Horace Silver, Art Blakey, Dexter Gordon, Gato Barbieri, Joe Henderson, Chick Corea, Pharoah Sanders, Gil Evans e Stan Getz. Nestes primeiros trabalhos, Stanley Clarke mostra uma faceta pouco conhecida de sua arte: sua ávida adesão à Cientologia, em várias faixas de seus primeiros LP's ele faz referências a L. Ron Hubbard". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!


Stanley Clarke (1951-  ) - Live 1976-1977

01. School Days 7:10
02. Lopsy Lu 8:18
03. Quiet Afternoon 7:04
04. Silly Putty 5:55
05. Dayride 9:25
06. Bass Folk Song No. 3 13:32
07. The Magician 5:57
08. Desert Song 7:30
09. Vulcan Princess 3:25

Stanley Clarke – electric bass guitar, acoustic bass, piccolo bass
Gerry Brown – drums
Ray Gomez – electric guitar
Peter Robinson – organ, ARP String Ensemble, Fender Rhodes, Mini-Moog bass
John McLaughlin – acoustic guitar
James Tinsley – trumpet, flugelhorn, piccolo trumpet
Al Harrison – trumpet, flugelhorn, piccolo trumpet, slide whistle
Bob Malach – tenor saxophone, flute
Alfie Williams – soprano, alto, & baritone saxophones, flute
Darryl Munyungo Jackson – percussion
David Sancious – piano, Mini-Moog, Poly Moog, Fender Rhodes, organ

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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Jazz - Lee Morgan (1938-1972) - Candy (1958)

Lee Morgan "surgiu no cenário da música dos EUA como membro da banda de Dizzy Gillespie e ganhou projeção no Jazz Messengers, grupo liderado pelo baterista Art Blakey. Dono de um estilo fluente, lírico e fortemente ligado ao blues, Morgan foi morto com um tiro no coração por sua mulher em um clube de jazz de Nova York. Até hoje, o episódio não foi completamente esclarecido. O ciúme teria sido o motivo do crime que privou o jazz de uma estrela ascendente".  Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Daqui

Lee Morgan (1938-1972) -

01 - Candy
02 - Since I Fell For You
03 - C. T. A.
04 - All The Way
05 - Who Do You Love, I Hope
06 - Personality
07 - Untitled (All At Once You Love Her)

Lee Morgan - trumpet
Sonny Clark - piano
Doug Watkins - bass
Art Taylor - drums

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Jazz - Weather Report - Mysterious Traveller


Procurei um disco de fusion para ouvir e encontrei este. A coisa me pareceu promissora no início, mas, após alguns minutos, estranhei a sonoridade. O fusion é uma música experimental. O virtuosismo e a técnica dos músicos é colocada à serviço de sonoridades heterodoxas. Mysterious Traveller é o quarto disco do Weather Report, um grupo estadunidense que existiu por quase duas décadas e tinha nomes como o de Wayne Shorter. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Nubian Sundance (10:43)
02. American Tango (03:42)
03. Cucumber Slumber (08:25)
04. Mysterious Traveller (07:22)
05. Blackthorn Rose (05:05)
06. Scarlet Woman (05:44)
07. Jungle Book (07:23)

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domingo, 18 de novembro de 2018

Jazz - Bobo Stenson Trio - Contra La Indecision (2018)

Última postagem do dia - em grande estilo! O Bobo Stenson Trio é de origem sueca. É lá do Norte do Planeta, de um espaço afastado, mas está "antenado" à produção musical do mundo. O grupo demonstra o ecletismo global em canções que vão de Satie ao extraordinário compositor cubano Silvio Rodriguez. As canções são leves, mas encorpadas. Ótimas para serem escutadas em momentos de calmaria e solidão. Um belíssimo disco! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01 - Cancion Contra La Indecision
02 - Doubt Thou The Stars
03 - Wedding Song From Poniky
04 - Three Shades Of A House
05 - Elegie
06 - Cancion Y Danza VI
07 - Alice
08 - Oktoberhavet
09 - Kalimba Impressions
10 - Stilla
11 - Hemingway Intonations

Bobo Stenson Piano
Anders Jormin Double Bass
Jon Fält Drums 

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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Jazz - Dizzy Gillespie And Stan Getz - Diz And Getz (1955)

Este disco era para ter sido postado semana passada. Saiu somente hoje! Estamos com o atraso de uma semana com as postagens jazzísticas. Melhor sair atrasado do que não sair. O disco é um registro com nomes de peso como Dizzy Gillespie, Stan Getz e Max Roach. Ainda vale mencionar o Oscar Peterson Trio. Ou seja, é um material com um bop de primeira. Último registro do dia. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. It Don't Mean A Thing (If It Ain't Got That Swing)
02. I Let A Song Go Out Of My Heart
03. Exactly Like You
04. It's The Talk Of The Town
05. Impromptu
06. One Alone
07. Girl Of My Dreams
08. Siboney (Parts 1 & 2)

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