sábado, 14 de setembro de 2019

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13, Bagatelle in F Major, Op.33 No.3, Piano Sonata No.23 in F minor, Op.57 etc

"Quando criança, Richter teve a sua introdução musical dada pelo seu pai, Teofil Danilovich Richter (1872–1941), que era um organista que emigrara da Alemanha para a Rússia; desde cedo, Richter mostrava-se autodidata e assim foi desenvolvendo a sua técnica excepcional, tocando as músicas que mais gostava. Aos oito anos, ele tocava passagens de óperas (principalmente de Wagner, Tchaikovsky e Verdi), costume que manteria quando adulto em reuniões informais com amigos. Richter cresceu em Odessa onde seu pai lecionava no Conservatório; lá, ele convivia com Emil Gilels e David Oistrakh, que futuramente tornar-se-iam parceiros de concertos. A sua primeira apresentação em público aconteceu em 19 de fevereiro de 1934, em Odessa; o repertório incluía obras a solo de Chopin, como a Balada nº 4, Polonaise-fantaisie, e Scherzo em Mi Maior, e uma seleção de noturnos, estudos, prelúdios, todas obras de grande dificuldade. O recital foi um sucesso e sua carreira como virtuoso havia começado. Em 1937, Richter partiu de Odessa para Moscou para estudar com o grande pianista e pedagogo Heinrich Neuhaus; ele não havia feito o exame para o ingresso no Conservatório, apenas perguntou para Neuhaus se ele poderia ser seu tutor. Após Neuhaus ouvi-lo tocar, ele declarou: "Aqui está o aluno que estive esperando durante toda minha vida. Na minha opinião, um gênio". Neuhaus declarou ainda que ele nada tinha a ensinar a Richter, mas mesmo assim o aceitou como seu pupilo (...)". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - 

01. Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13 - Grave, Allegro di molto e con brio
02. Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13 - Adagio cantabile
03. Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13 - Allegro
04. Bagatelle in F Major, Op.33 No.3 (Allegretto)
05. Bagatelle in C Major, Op.33 No.5 (Allegro ma non troppo)
06. Bagatelle in C Major, Op.119 No.2 (Andante con moto)
07. Bagatelle in C Major, Op.119 No.7 (Allegro ma non troppo)
08. Bagatelle in a minor, Op.119 No.9 (Vivace moderato)
09. Bagatelle in G Major, Op.126 No.1 (Andante con moto catabile e compiacevole)
10. Bagatelle in b minor, Op.126 No.4 (Presto)
11. Bagatelle in E-flat Major, Op.126 No.6 (Presto - Andante amabile e con moto)
12. Piano Sonata No.23 in F minor, Op.57 - Allegro assai
13. Piano Sonata No.23 in F minor, Op.57 - Andante con moto
14. Piano Sonata No.23 in F minor, Op.57 - Allegro ma non troppo- Presto
15. Fantasy in C minor, Op.80 - Adagio
16. Fantasy in C minor, Op.80 - Finale - Allegro
17. Fantasy in C minor, Op.80 - Allegretto ma non troppo

Sviatoslav Richter, piano

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sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Johannes Brahms (1833-1897) - String Sextet No. 1 in B-Flat Major, Op. 18 e String Sextet No. 2 in G Major, Op. 36

Texto do visitante Al Reiffer: "Os dois sextetos para cordas que Brahms escreveu, o Op. 18 e o Op.36, são os melhores sextetos da história da música. Tudo bem, está certo que sempre sou suspeito quando falo de Brahms, mas não conheço nenhum outro sexteto que se compare aos do gênio de Hamburgo. Não entre os compositores mais conhecidos (que não fizeram muitos sextetos, diga-se de passagem) e alguns menos conhecidos. E duvido que exista algum compositor entre os que não conheço que tenha feito algo melhor que essas maravilhas de Brahms. Os sextetos não estão entre as obras mais conhecidas do compositor, o que é uma grande injustiça. São composições com o típico lirismo carregado de Brahms. Por um lado, trazem suas características melancolia e densidade, com alguns toques trágicos entre a renúncia e o pessimismo. Por outro, são de grande força vital, ternura, colorido e sensualidade, atingindo a rústica alegria campestre em alguns pontos. Escritos para dois violinos, duas violas e dois violoncelos, exigem muita técnica dos executantes. Difícil decidir qual gosto mais. O Sexteto n°2 talvez seja mais consistente e mais bem acabado, porém o n°1 traz melodias de intensa inspiração, sem falar que o seu andante é uma das páginas mais marcantes da obra de câmara de Brahms. Há também uma versão para piano do andante. Composto entre 1864 e 1865, o Sexteto n°2 foi escrito após o rompimento de Brahms com Agathe von Siebold, com quem manteve uma relação apaixonada. Entende-se a paixão de Brahms por Agathe, pois conta-se que era uma mulher de grande inteligência, espírito e sensibilidade. Bem, talvez não fosse tão bela quanto a Clara Schumann (a foto acima é de Agathe). Mas nem tudo é beleza. E nem todas são a Clara. Aliás, também se conta que Clara Schumann viu Brahms e Agathe em uma cena de beijinhos e ficou puta de ciúmes. Brahms quase se casou com Agathe. Mas ele tinha dúvidas quanto ao casamento. Expressou-se assim: "Te amo! Necessito ver-te novamente, porém não posso me colocar ataduras. Escreva-me para dizer se posso voltar e estreitar-te em meus braços, beijar-te e dizer que te quero". Bem, dizer a uma mulher sensível que "não posso me colocar ataduras"? É óbvio, que magoada e ferida, Agathe rompeu com o Johannes e nunca mais voltaram a encontrar-se. O que restou foi que no primeiro movimento do Sexteto n°2, os violinos executam as notas A-G-A-D-H-E, que correspondem a lá-sol-lá-re-mi-si. Brahms teria dito sobre o seu segundo sexteto: "Nesta obra, libertei-me de meu último amor". E Agathe von Siebold foi eternizada em um dos maiores sextetos de todos os tempos". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!
Johannes Brahms (1833-1897) - 

01. String Sextet No. 1 in B-Flat Major, Op. 18: I. Allegro ma non troppo
02. String Sextet No. 1 in B-Flat Major, Op. 18: II. Andante ma moderato
03. String Sextet No. 1 in B-Flat Major, Op. 18: III. Scherzo
04. String Sextet No. 1 in B-Flat Major, Op. 18: IV. Rondo. Poco allegretto e grazioso
05. String Sextet No. 2 in G Major, Op. 36: I. Allegro non troppo
06. String Sextet No. 2 in G Major, Op. 36: II. Scherzo
07. String Sextet No. 2 in G Major, Op. 36: III. Poco adagio
08. String Sextet No. 2 in G Major, Op. 36: IV. Poco allegro

Trio Jean Paul

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Music for viola and piano

Maravilhoso este disco com algumas obras retrabalhadas do compositor russo Dmitri Shostakovich. "Nesse disco, o violista Lawrence Power se junta a seu parceiro pianista, Simon Crawford-Phillips, em uma pesquisa sobre a música de câmara de Shostakovich. A peça central é a Viola Sonata, o último trabalho concluído de Shostakovich, que estreou postumamente, no que teria sido o sexagésimo nono aniversário do compositor. Seu final lento e arrebatador retrabalha a abertura do Moonlight Sonata de Beethoven, uma homenagem a um compositor que ele reverenciava. Os Prelúdios para piano de Shostakovich também se mostraram irresistíveis para os transcritores, e aqui temos os sete brilhantemente retrabalhados por um aluno de Borisovsky, Yevgeny Strakhov". Não deixe de ouvir. Disco, simplesmente, maravilhoso. Uma boa apreciação!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - 

01. 7 Preludes from 24 Preludes, Op.34 - 1. Un peu triste (No.10)
02. 7 Preludes from 24 Preludes, Op.34 - 2. Marche funebre (No.14)
03. 7 Preludes from 24 Preludes, Op.34 - 3. Une valse vite (No.15)
04. 7 Preludes from 24 Preludes, Op.34 - 4. Une valse militaire (No.16)
05. 7 Preludes from 24 Preludes, Op.34 - 5. Melodie amoureuse (No.17)
06. 7 Preludes from 24 Preludes, Op.34 - 6. Une danse ironique (No.18)
07. 7 Preludes from 24 Preludes, Op.34 - 7. Finale (No.24)
08. Sonata for viola & piano, Op.147 - 1. Moderato
09. Sonata for viola & piano, Op.147 - 2. Allegretto
10. Sonata for viola & piano, Op.147 - 3. Adagio
11. 5 Pieces from 'The Gadfly', Op.97 - 1. Scene- Moderato
12. 5 Pieces from 'The Gadfly', Op.97 - 2. Intermezzo- Andante
13. 5 Pieces from 'The Gadfly', Op.97 - 3. Sharmanka (Barrel-Organ Waltz)
14. 5 Pieces from 'The Gadfly', Op.97 - 4. Romance
15. 5 Pieces from 'The Gadfly', Op.97 - 5. Folk Festival

Simon Crawford-Phillips, piano
Lawrence Power, viola

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segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Walter Piston (1894-1976) - Symphony No. 6, Samuel Jones (1935 - ) - Symphony No. 3 "Palo Duro Canyon" e Symphony No. 2

Que disco espetacular. Escutei embevecido os três trabalhos. A Sinfonia número 3 de Samuel Jones me encheu de satisfação. "Quando os compositores americanos começaram a escrever sinfonias em meados de 1800, seus trabalhos estavam muito na tradição européia. Entretanto, durante a primeira metade do século XX, o grande inovador Charles Ives injetou um som reconhecidamente americano no gênero, e desde então o legado sinfônico americano tem sido amplo e variado.  O disco começa com a Sinfonia nº 6 de Walter Piston. Foi concluído em 1955, quando muitos consideravam Piston (1894-1976) como apegado à tradição diante do modernismo. Quando Samuel Jones (nascido em 1935) apresentou sua Terceira Sinfonia 'Palo Duro Canyon' em 1992, o pêndulo estava recuando, no entanto, e a música tradicional construída com melodia, harmonia e ritmo não era mais considerada irremediavelmente ultrapassada. O trabalho, no entanto, começa de uma maneira não tradicional com o som gravado do vento das planícies do Texas, onde está localizado o Palo Duro Canyon. O colega ligeiramente mais jovem de Jones, Stephen Albert (1941–92), estava completando sua Segunda Sinfonia quando foi morto em um acidente de carro. O trabalho havia sido encomendado pela Filarmônica de Nova York e a orquestração foi concluída pelo colega e amigo de Albert, Sebastian Currier". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Walter Piston (1894-1976) - 

01. Symphony No. 6 : I. Fluendo espressivo 06:46
02. Symphony No. 6 : II. Scherzo: Leggerissimo vivace 03:25
03. Symphony No. 6 : III. Adagio sereno 09:14

Samuel Jones (1935 - ) - 

04. Symphony No. 6 : IV. Allegro energico 04:13
05. Symphony No. 3 "Palo Duro Canyon" : Allegro inquieto - 09:05
06. Symphony No. 3 "Palo Duro Canyon" : Adagio cantabile - 02:55
07. Symphony No. 3 "Palo Duro Canyon" : Andante - 01:34
08. Symphony No. 3 "Palo Duro Canyon" : Allegro vivo - 01:39
09. Symphony No. 3 "Palo Duro Canyon" : Andante maestoso - 04:06
10. Symphony No. 3 "Palo Duro Canyon" : Andante solenne 04:24

Stephen Albert (1941-1992) - 

11. Symphony No. 2 (Completed by S. Currier) : I. Allegro 12:48
12. Symphony No. 2 (Completed by S. Currier) : II. Adagio 04:38
13. Symphony No. 2 (Completed by S. Currier) : III. Allegro 13:15

London Symphony Orchestra
Lance Friedel, regente

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domingo, 8 de setembro de 2019

Robert Schumann (1810-1856) - Symphonies 1 & 2; Concertos

Uma gravação especial. Os solistas estão entre os melhores do século XX - Gendron, Lipatti, Ansermet. As gravações são de momentos bastante variados. A Sinfonia No. 1 é do ano de 1951; a Sinfonia no. 2 é do ano de 1966; o Concerto para piano e orquestra é do ano de 1970; o Concerto para violoncelo é do ano de 1954; e a Abertura Manfredo é do ano de 1966. Por causa da questão do tempo, as gravações possuem os inconvenientes da questão técnica. Mas, para quem gosta, trata-se de um disco duplo de peso, que vale ser escutado. São duas horas e vinte minutos com algumas das obras mais bonitas e ensolaradas do romantismo alemão. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Robert Schumann (1810-1856) - 

DISCO 01

01. Symphonie Nr. 1 B-dur «Frühling», Op. 38_ I. Andante un poco maestoso. — Allegro molto vivace
02. Symphonie Nr. 1 B-dur «Frühling», Op. 38_ II. Larghetto
03. Symphonie Nr. 1 B-dur «Frühling», Op. 38_ III. Scherzo_ Molto vivace
04. Symphonie Nr. 1 B-dur «Frühling», Op. 38_ IV. Allegro animato e grazioso
05. Symphonie Nr. 2 C-dur, Op. 61_ I. Sostenu
06. Symphonie Nr. 2 C-dur, Op. 61_ II. Scherzo_ Allegro vivace
07. Symphonie Nr. 2 C-dur, Op. 61_ III. Adagio espressivoto assai. — Allegro ma non troppo
08. Symphonie Nr. 2 C-dur, Op. 61_ IV. Allegro molto vivace

DISCO 02

01. Klavierkonzert a-moll, Op. 54_ I. Allegro affettuoso
02. Klavierkonzert a-moll, Op. 54_ II. Intermezzo_ Andantino grazioso
03. Klavierkonzert a-moll, Op. 54_ III. Allegro vivace
04. Violoncellokonzert a-moll, Op. 129_ I. Nicht zu schnell
05. Violoncellokonzert a-moll, Op. 129_ II. Langsam
06. Violoncellokonzert a-moll, Op. 129_ III. Sehr lebhaft
07. Adagio und Allegro für Horn und Orchester As-dur, Op. 70
08. Manfred-Ouvertüre, Op. 115

L'Orchestre de la Suisse Romande
Ernest Ansermet, regente
Dina Lippati, piano
Maurice Gendron, cello
Edmund Leloir, horn

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sábado, 7 de setembro de 2019

Richard Strauss (1864–1949) - Burleske in D Minor, TrV 145, Duett-Concertino, TrV 293, Romanze in E-Flat Major, TrV 80 e Violin Concerto in D Minor, Op. 8, TrV 110

Um disco que impressiona pela qualidade e pela sensibilidade. Curiosamente, impressionamo-nos com o Richard Strauss dos poemas sinfônicos; o Richard Strauss que busca até as últimas consequências tirar tudo o que de mais necessário ele extrai da orquestra. No entanto, as obras deste disco são bem diferentes. Elas parecem tornar evidente um lado mais experimentalista do compositor alemão. Algumas são de obras compostas na juventude; outras, numa fase mais tardia da vida do compositor. "O Romanze é a primeira tentativa de Strauss de escrever para solista e orquestra. A influência dos concertos para piano de Mozart, que Strauss estava estudando na época, é aparente, principalmente nos escritos para clarinete solo e fagote orquestral, e re-visitada por Strauss em seu trabalho instrumental final, o Duett-Concertino, de 1947. Em outras de suas últimas composições, esse trabalho parece rejeitar o expressionismo completo pelo qual conhecemos melhor Strauss e reflete um som mais neoclássico. Outro trabalho inicial, o Concerto para Violino, foi realizado pela primeira vez em 1882 e demonstra a crescente habilidade técnica de Strauss e o desenvolvimento da voz composicional. Strauss acabou por se distanciar de uma peça que ele presumivelmente considerava não representativa de seu estilo maduro. Muitos comentaristas das obras de Strauss consideraram que Burleske foi um ponto de virada significativo em seu desenvolvimento, aparentemente apontando o caminho a seguir para a destreza técnica e a paleta emocional de seus poemas posteriores. Originalmente escrito para o mentor de Strauss em Dresden, Hans von Bülow, o trabalho foi estreado por Eugen d'Albert, em 1890". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Richard Strauss (1864–1949) - 

01. Burleske in D Minor, TrV 145 (20:19)
02. Duett-Concertino, TrV 293: I. Allegro moderato (05:53)
03. Duett-Concertino, TrV 293: II. Andante (03:03)
04. Duett-Concertino, TrV 293: III. Rondo. Allegro ma non troppo (09:41)
05. Romanze in E-Flat Major, TrV 80 (08:30)
06. Violin Concerto in D Minor, Op. 8, TrV 110: I. Allegro (15:07)
07. Violin Concerto in D Minor, Op. 8, TrV 110: II. Lento, ma non troppo (06:03)
08. Violin Concerto in D Minor, Op. 8, TrV 110: III. Rondo. Presto (08:14)

BBC Symphony Orchestra
Tasmin Little, violin
Michael McHale, piano
Michael Collins, clarinet
Julie Price, bassoon

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Antonio Vivaldi (1678-1743) - Les Quatre Saisons

Um disco bastante curioso, com duas sequências de As quatro estações. A primeira há execução da obra com um recitativo, um narrador, que conduz o ouvinte para entender a passagem das estações. Em um segundo momento, a obra é reproduzida sem esse tipo de participação. "Le quattro stagioni, conhecidos em português como As Quatro Estações, são quatro concertos para violino e orquestra do compositor italiano Antonio Vivaldi, compostos em 1723 e parte de uma série de doze publicados em Amsterdão em 1725, intitulada Il cimento dell'armonia e dell'inventione. Ao contrário da maioria dos concertos de Vivaldi, esses quatro têm um programa claro: vinham acompanhados por um soneto ilustrativo impresso na parte do primeiro violino, cada um sobre o tema da respectiva estação. Não se sabe a origem ou autoria desses poemas, mas especula-se que o próprio Vivaldi os tenha escrito. As Quatro Estações é a obra mais conhecida do compositor, e está entre as peças mais populares da música barroca.". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!


Antonio Vivaldi (1678-1743) - 

01. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 1 en Mi Majeur, Op. 8, RV 269 "Le Printemps": I. Allegro (With Narrator)
02. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 1 en Mi Majeur, Op. 8, RV 269 "Le Printemps": II. Largo (With Narrator)
03. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 1 en Mi Majeur, Op. 8, RV 269 "Le Printemps": III. Allegro (With Narrator)
04. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 2 en Sol Mineur, Op. 8, RV 315 "L'Été": I. Allegro non molto – Allegro (With Narrator)
05. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 2 en Sol Mineur, Op. 8, RV 315 "L'Été": II. Adagio – Presto – Adagio (With Narrator)
06. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 2 en Sol Mineur, Op. 8, RV 315 "L'Été": III. Presto (With Narrator)
07. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 3 en Fa Majeur, Op. 8, RV 293 "L'Automne": I. Allegro (With Narrator)
08. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 3 en Fa Majeur, Op. 8, RV 293 "L'Automne": II. Adagio molto (With Narrator)
09. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 3 en Fa Majeur, Op. 8, RV 293 "L'Automne": III. Allegro (With Narrator)
10. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 4 en Fa Mineur, Op. 8, RV 297 "L'Hiver": I. Allegro non molto
11. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 4 en Fa Mineur, Op. 8, RV 297 "L'Hiver": II. Largo (With Narrator)
12. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 4 en Fa Mineur, Op. 8, RV 297 "L'Hiver": III. Allegro (With Narrator)
13. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 1 en Mi Majeur, Op. 8, RV 269 "Le Printemps": I. Allegro
14. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 1 en Mi Majeur, Op. 8, RV 269 "Le Printemps": II. Largo
15. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 1 en Mi Majeur, Op. 8, RV 269 "Le Printemps": III. Allegro
16. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 2 en Sol Mineur, Op. 8, RV 315 "L'Été": I. Allegro non molto – Allegro
17. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 2 en Sol Mineur, Op. 8, RV 315 "L'Été": II. Adagio – Presto – Adagio
18. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 2 en Sol Mineur, Op. 8, RV 315 "L'Été": III. Presto
19. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 3 en Fa Majeur, Op. 8, RV 293 "L'Automne": I. Allegro
20. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 3 en Fa Majeur, Op. 8, RV 293 "L'Automne": II. Adagio molto
21. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 3 en Fa Majeur, Op. 8, RV 293 "L'Automne": III. Allegro
22. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 4 en Fa Mineur, Op. 8, RV 297 "L'Hiver": I. Allegro non molto
23. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 4 en Fa Mineur, Op. 8, RV 297 "L'Hiver": II. Largo
24. Les Quatre Saisons, Concerto pour violon No. 4 en Fa Mineur, Op. 8, RV 297 "L'Hiver": I. Allegro non molto

Orchestre Baroque de Barcelone
Nelson Monfort, recitant
Gilles Colliard, violon

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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Violin concerto No. 7 in D major, KV271a e Violin concerto No. 6 in E-Flat major, KV268 (365b)

"Mozart, o menino prodígio, começou a tocar em público e compor suas primeiras obras por volta dos cinco anos de idade. Seu talento precoce logo chamou a atenção da população e da realeza europeia, e todos queriam ver esse verdadeiro gênio. Ainda muito criança, ele realizou exaustivos concertos, viagens, testes e audições que muitas vezes chegavam até a prejudicar a sua saúde. Como vimos nos outros programas, mesmo demonstrando inegável talento, boa parte do que Mozart foi se deve ao incentivo e educação rigorosa que recebeu de seu pai Leopold Mozart, ao apoio emocional de sua mãe Anna Maria, ao suporte da sua esposa Constanze e à inspiração em sua irmã mais velha Maria Anna, apelidada Nannerl, que também era uma exímia pianista.  Mozart trabalhou como músico da corte de Salzburgo e futuramente em Viena, onde alcançou o auge da sua fama. Apesar de todo o seu sucesso, ele não apresentava muitas habilidades com questões financeiras, o que o fez morrer em situação muito precária. O seu estilo de composição se destaca, principalmente, pelo equilíbrio, graça e perfeição formal, que são características típicas do Classicismo. Ele foi, talvez, o único compositor de seu tempo a escrever com maestria praticamente todos os gêneros musicais, tanto vocais quanto instrumentais. Seu catálogo musical possui mais de 600 obras, incluindo óperas, missas, um réquiem, concertos, música de câmara e sinfonias, levando alguns gêneros comuns da época a um alto nível de excelência".  Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 

Violin concerto No. 7 in D major, KV271a (anhC14.04)
01. Allegro
02. Andante
03. Rondo  Allegro

Violin concerto No. 6 in E-Flat major, KV268 (365b)
04. Allegro
05. Un poco Adagio
06. Rondo  Allegretto

Netherlands Chamber Orchestra
Leopold Hager, regente
Jean-Jacques Kantorow, violino

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terça-feira, 3 de setembro de 2019

Modest Mussorgsky (1839-1881) - Pictures at an Exhibition

Este disco é bastante interessante. Traz uma das obras mais conhecidas da história da música - Quadros de uma exposição, de Mussorgsky. O disco traz a versão original, conforme surgiu no mundo pelo músico russo. Ou seja, em uma versão para piano. Quem interpreta a obra é Ashkenazy, alguém que conhece como ninguém os pormenores da música russa. E, logo em seguida, aparece a versão orquestrada da famosa obra. A orquestração da obra foi realizada por Maurice Ravel. Fico aqui pensando: caso Ravel não a tivesse musicado, ela seria tão conhecida como o é nos dias de hoje? A versão para piano é inspiradíssima, mas, ao meu humilde modo de ver, a orquestração de Ravel é indescritível. O compositor foi um dos principais orquestradores da história da música. Ele conseguiu encaixar todas as intenções de Mussorgsky na orquestração realizada. "Reconhecido atualmente como o grande gênio do nacionalismo musical russo, Mussorgsky teve uma vida profissional difícil. Trabalhou como pianista acompanhador de músicos medíocres e foi funcionário de repartições que o impediam de dedicar-se com regularidade à composição. Muito sensível e afetivo, viveu atormentado por problemas nervosos que se agravaram quando buscou refúgio emocional na bebida. A valorização de sua obra só aconteceu postumamente, principalmente pela influência de dois grandes admiradores franceses. Debussy, mediante entusiástico artigo de 1901, chamou a atenção para a originalidade de Mussorgsky. Quanto a Ravel, o êxito de sua versão para os Quadros de uma exposição (feita em 1922) consagrou o feliz encontro da genialidade criativa do compositor russo com o talento do mais admirável orquestrador moderno. Mussorgsky escreveu a partitura para piano sob o impacto da visita à exposição póstuma do pintor e arquiteto Viktor Hartmann. Sobre esboços e aquarelas do amigo falecido construiu uma suite de contrastantes sugestões expressivas – poéticas, realistas, humorísticas ou melancólicas". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Modest Mussorgsky (1839-1881) - 

01. Pictures at an Exhibition - Promenade - Gnomus
02. Promenade - The Old Castle
03. Promenade - Tuileries
04. Bydlo
05. Promenade - Ballet of the Unhatched Chicks
06. Samuel Goldenberg and Schmuyle
07. Promenade - The Marketplace at Limoges
08. Cum Mortuis in Lingua Morta
09. The Hut on Fowls' Legs
10. The Great Gate of Kiev
11. Pictures at an Exhibition - Promenade - Gnomus
12. Promenade - The Old Castle
13. Promenade - Tuileries
14. Bydlo
15. Promenade - Ballet of the Unhatched Chicks
16. Samuel Goldenberg and Schmuyle
17. The Marketplace at Limoges
18. Cum Mortuis in Lingua Morta
19. The Hut on Fowls' Legs
20. The Great Gate of Kiev

London Philhamonic Orchestra
Zubin Mehta, regente
Vladimir Ashkenazy, piano

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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Max Bruch (1838-1920) - Violin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26, Felix Mendelssohn (1809-1847) - iolin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26 e Jules Massenet (1842-1912) - Thaïs: Méditation

"Os concertos de violino de Mendelssohn e Bruch são há muito tempo os pilares populares do repertório da Era Romântica. Kinga Augustyn, violinista polonesa, acompanha a Orquestra Filarmônica Janacek e o maestro Jakub Klecker nesta gravação de 2016". Compostos no século XIX, os dois concertos representam duas abordagens muito diferentes para as possibilidades expressivas do violino como instrumento solo. Há ainda neste bonito e eloquente disco, a delicada "meditação" de Jules Massenet. A jovem Kinga Augustyn coloca-nos diante do inominável. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Kinga Augustyn - Violin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26: I. Prelude. Allegro moderato
02. Kinga Augustyn - Violin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26: II. Adagio
03. Kinga Augustyn - Violin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26: III. Finale. Allegro energico
04. Kinga Augustyn - Violin Concerto in E Minor, Op. 64, MWV O14: I. Allegro molto appassionato
05. Kinga Augustyn - Violin Concerto in E Minor, Op. 64, MWV O14: II. Andante
06. Kinga Augustyn - Violin Concerto in E Minor, Op. 64, MWV O14: III. Allegretto non troppo - Allegro molto vivace
07. Kinga Augustyn - Thaïs: Méditation

Janacek Philharmonic Orchestra
Jakub Klecker, regente
Kinga Augustyn, violino

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Franz Schubert (1797-1828) - Quartet, D 804 'Rosamunde' e Quartet, D 810 'Der Tod und das Madchen'

Neste disco, encontro dois dos quartetos de cordas de que mais gosto. São obras sensacionais. São belíssimas. Revolucionárias; de um Schubert genial; inspiradíssimo. Melodias que ficam gravitando; que grudam em nossa mente. Provocam  efeitos fantásticos. Tive a oportunidade de ouvir por duas vezes este disco no dia de hoje, executado pelo Doric String Quartet.  O quarteto foi formado em 1998 na Inglaterra. É tecnicamente impecável. As duas obras presentes neste disco estão entre as mais belas da história da música. É uma obra misteriosa. Enfeitiçante. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828) -

01. Quartet, D 804 'Rosamunde' - I. Allegro ma non troppo
02. Quartet, D 804 'Rosamunde' - II. Andante
03. Quartet, D 804 'Rosamunde' - III. Menuetto e Trio
04. Quartet, D 804 'Rosamunde' - IV. Allegro moderato
05. Quartet, D 810 'Der Tod und das Madchen' - I. Allegro
06. Quartet, D 810 'Der Tod und das Madchen' - II. Andante con oto
07. Quartet, D 810 'Der Tod und das Madchen' - III. Scherzo e Trio
08. Quartet, D 810 'Der Tod und das Madchen' - IV. Presto

Doric String Quartet


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domingo, 1 de setembro de 2019

Niels W. Gade (1817-1890) - Echoes from Ossian in A minor, Op. 1, Hamlet, concert overture, Op. 37, A Summer's Day in the Country, Op. 55 etc

"Filho de um fabricante de instrumentos musicais, começou uma carreira de violinista. A sua primeira obra como compositor foi a abertura para orquestra Recordações de Ossian (1836), que estreou a Sociedade Musical de Copenhagen em 1840. Depois decidiu dedicar a sua primeira sinfonia a Felix Mendelssohn que, entusiasmado, a estreou com a orquestra Gewandhaus de Leipzig em março de 1843; depois de uma estadia em Itália, Gade tomaria o comando dessa orquestra durante 4 anos (1844-1848) como director. Chegou a Leipzig, Alemanha, graças a uma bolsa outorgada pelo governo dinamarquês. Formou-se, como organista, com o compositor alemão Christoph Ernst Friedrich Weyse e com o seu compatriota, o compositor Andreas Peter Berggreen. Foi muito amigo de Mendelssohn, e também de Robert Schumann que viu em Gade um "compositor excepcional". Em finais de 1840 voltou à Dinamarca, onde se ficou com o cargo de direcção da Sociedade Musical de Copenhaga, lugar que ocupou até à sua morte, cinquenta anos depois. Durante este período, criou uma nova orquestra e um novo coração, além de trabalhar como organista. Alentou toda uma geração de compositores nórdicos, incluindo Edvard Grieg. Compôs obras sinfónicas, instrumentais, corais e de gosto romântico. Casou com a filha do compositor dinamarquês Johann Peter Emilius Hartmann". Baita disco! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Niels W. Gade (1817-1890) - 

01. Echoes from Ossian in A minor, Op. 1
02. Hamlet, concert overture, Op. 37
03. A Summer's Day in the Country, Op. 55_ I. Early, Allegro vivo
04. A Summer's Day in the Country, Op. 55_ II. Stormy
05. A Summer's Day in the Country, Op. 55_ III. Solitude of the Woods
06. A Summer's Day in the Country, Op. 55_ IV. Humoresque
07. A Summer's Day in the Country, Op. 55_ V. Evening. Merry Folk Life
08. Holbergiana, Op. 61_ I. Moderato (Tempo di Minuetto)
09. Holbergiana, Op. 61_ II. Allegro scherzando
10. Holbergiana, Op. 61_ III. Andantino
11. Holbergiana, Op. 61_ IV. Finale. Allegro festivo

Staatsphilharmoniae Rheinland-Pfalz
Ole Schmidt, regente

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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Violin Concerto in D major, Op. 61 e Erich Wolfgang Korngold (1897-1957) - Violin Concerto in D major, Op. 35

Um disco sensacional, com um dos grandes músicos da atualidade, o francês Renaud Capuçon. O violinista toca fácil. Derrama agradavelmente fortes emoções e uma inebriante sedução em cada nota que executa. Ele sabe dosar a força com a leveza que a música exige. O Concerto para piano de Beethoven é uma obra-prima. Possui aquele apelo típico das obras do compositor alemão. O primeiro movimento é de uma beleza intraduzível. Capuçon sabe interpretar isso. Além disso, ele sabe arrancar a beleza velada no Concerto para violino do austríaco Korngold. Não deixe de ouvir. O presente disco. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -

Violin Concerto in D major, Op. 61
01. Allegro ma non troppo
02. Larghetto
03. Rondo: Allegro

Erich Wolfgang Korngold (1897-1957) - 

Violin Concerto in D major, Op. 35
04. Moderato nobile
05. Romance: Andante
06. Finale: Allegro assai vivace

Rotterdam Philharmonic Orchestra
Yannick Nezet-Seguin, regente
Renaud Capucon, violino

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Piano Concerto No. 17 in G, K. 453 & Piano Concerto No. 20 in D minor, K. 466

Leif Ove Andsnes é um pianista norueguês, um dos mais respeitados pianistas da atualidade. O músico possui uma grande intimidade com o repertório clássico e com o repertório romântico. Nomes como Mozart, Haydn, Schubert, Schumann e Rachmaninov fazem parte de sua experiência. Possui uma quantidade considerável de discos gravados. Neste disco, Andsnes encara dois dos mais famosos concertos para piano de Mozart - os de número 17 e 20. O segundo movimento do Concerto número 20 é um dos mais bonitos do repertório mozartiano. A gravação não é das mais extraordinárias, mas é a música de Mozart. O pianista é bom e isso nos leva até o fim com um certo deleite no canto do sorriso. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 


01. K. 453 - 1. Allegro (cad. Mozart)
02. K. 453 - 2. Andante (cad. Mozart)
03. K. 453 - 3. Allegretto
04. K. 466 - 1. Allegro (cad. Beethoven arr. Fischer)
05. K. 466 - 2. Romanze
06. K. 466 - 3. Rondeau. Allegro assai (cad. Andsnes)

Norwegian Chamber Orchestra
Leif Ove Andsnes, piano e regência

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terça-feira, 27 de agosto de 2019

Johannes Brahms (1833-1897) - Concerto For Violin And Orchestra In D Major, Op. 77 e onata For Violin And Piano No. 3 In D Minor, Op. 108

Este disco era para ter sido postado no dia de ontem. Infelizmente não consegui. Acabei dormindo. Não consegui terminar a postagem. O cansaço venceu. Hoje, acabei saindo de casa bem cedo e nem deu tempo de concluir. Trabalho em dois empregos - em média de dez a doze horas de trabalho, sem contar os deslocamentos. Às vezes fica complicado escrever e postar. Faço o que posso. Há dias que nem consigo efetivar qualquer postagem. Mas, continuamos a resistir. O presente disco traz dois músicos sensacionais e um repertório fundamental. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - 

Concerto For Violin And Orchestra In D Major, Op. 77 (Live Recording):
01. I. Allegro non troppo (22:56)
02. II. Adagio (08:57)
03. III. Allegro giocoso, ma non troppo vivace (07:58)

Sonata For Violin And Piano No. 3 In D Minor, Op. 108:
04. I. Allegro (08:23)
05. II. Adagio (04:46)
06. III. Un poco presto e con sentimento (02:58)
07. IV. Presto agitato (05:50

Chicago Symphony Orchestra
Maxim Vengerov, violin
Daniel Barenboim, piano & condução

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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Sergei Rachmaninov (1873-1943) - Symphony No. 2 in E Minor, Op. 27

"No verão de 1906, sobrecarregado com inúmeros compromissos e brigas políticas, Rachmaninov pediu demissão do cargo de regente titular do Teatro Bolshoi e transferiu-se, com a família, para a Alemanha. Em Dresden, longe da agitação musical de Moscou e dos tumultos políticos que começavam a assolar a Rússia, ele viveu momentos de paz e intensa felicidade e pôde se dedicar com mais atenção à composição. Em outubro começava a compor sua Segunda Sinfonia, que seria finalizada em abril do ano seguinte. Dedicada a Sergei Taneyev, sua estreia se deu em 8 de fevereiro de 1908, em São Petersburgo, sob a direção do compositor. Ao longo de sua vida, Rachmaninov soube construir uma carreira de sucesso como compositor, concertista e regente comparável à de Liszt no século anterior. Ele jamais amou a música moderna, o que não o impediu de ser moderno à sua maneira. Ele acreditava que a música não deveria seguir os modismos da época, mas apenas expressar a personalidade do compositor. Só assim ela seria eterna. Para ele, a originalidade não derivava das características técnicas da obra, mas da substância íntima da personalidade de seu criador. A Sinfonia nº 2 foi, talvez, sua obra mais pessoal". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Sergei Rachmaninov (1873-1943) - 

01. Symphony No. 2 in E Minor, Op. 27: I. Largo – Allegro moderato
02. Symphony No. 2 in E Minor, Op. 27: II. Allegro molto
03. Symphony No. 2 in E Minor, Op. 27: III. Adagio
04. Symphony No. 2 in E Minor, Op. 27: IV. Allegro vivace

Philharmonia Orchestra
Vladimir Ashkenazy, regente

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domingo, 25 de agosto de 2019

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Symphony No.4, Op.60 e Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony No.2, Op.73

Algumas palavras sobre um dos regentes míticos de que mais gosto: "Mravinsky aprimorou implacavelmente a qualidade dos músicos individuais e da orquestra como um todo. Ele ensaiava incansável e impiedosamente com as seções individuais da orquestra, expulsando qualquer um que não atendesse às suas expectativas e realizava substituições pelos melhores. Na sala de concertos, ele conseguiu aplicar de maneira tecnicamente perfeita e precisa sua  técnica afiada, sua imensa paleta de tons e explosões vulcânicas. Ele nunca gesticulava loucamente e muitas vezes nem sequer usava uma batuta para reger. "Sua" Orquestra Filarmônica de Leningrado poderia medir-se com os melhores do mundo.  Foi, nas palavras do comentarista musical Norman Lebrecht, "o mais capaz de todos os regentes soviéticos". Neste espetacular disco, encontramo-lo conduzindo Beethoven e Brahms. Trata-se de um Beethoven com alma russa e um Brahms com a sensibilidade também russa. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Beethoven. Symphony No.4, Op.60 - I. Adagio. Allegro vivace
02. II. Adagio
03. III. Menuetto. Allegro vivace
04. IV. Allegro non troppo
05. Brahms. Symphony No.2, Op.73 - I. Allegro non troppo
06. II. Allegro non troppo
07. III. Allegretto grazioso
08. IV. Allegro con spirito

Leningrad Philharmonic Orchestra
Evgeny Mravinsky, regente

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