domingo, 19 de maio de 2013

Franz Schubert (1797-1828) - Sinfonias 5, 6, 7, 8 e 9; e Rosamunde, Princess of Cyprus (D. 797) (CDs 3, 4 e 5 de 5 - final)

Vamos aos três últimos discos dessa caixa com as sinfonias de Schubert, sob a condução de Daniel Baremboin. Para ser franco, gosto bastante da forma como o Baremboin rege. Existe um senso de profundo respeito e elegância naquilo que ele conduz. Às vezes vou ao Youtube e assisto a alguns vídeos em que ele é o regente e me comovo bastante. Existe uma gravação, no Youtube, do Baremboim à frente da Orquestra Sinfônica de Chicago, numa apresentação no Carnegie Hall, regendo "Nimrod", de as Variações Enigmas, de Elgar. É um momento belíssimo. Emocionante. Nesta caixa, temos Baremboin conduzindo Schubert e o repertório clássico lhe fez muito bem. As gravações são elegantes e preservam a beleza da música de Schubert. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828) -

DISCO 01

Sinfonia No.5 em Si bemol maior, D.485
01. I. Allegro
02. II. Andante Con Moto
03. III. Menuetto (Allegro Molto)
04. IV. Allegro Vivace

Sinfonia No. 6 em Dó maior, D. 589
05. I. Adagio
06. II. Andante
07. III. Scherzo (Presto)
08. IV. Allegro Moderato

DISCO 02

Symphony No. 8, D. 759 (The Unfinished)
01. Allegro moderato
02. Andante con moto

Rosamunde, Princess of Cyprus (D. 797)
03. Overture
04. Entr'acte
05. Ballet Music

DISCO 03

Symphony No 9 'The Great'
01. I Andante
02. I Allegro Ma Non Troppo
03.  I Piu Moto
04. II Andante Con Moto
05. III Scherzo_ Allegro Vivace
06. III Trio
07.  III Scherzo Da Capo al fine
08.  IV Finale - Allegro Vivace
09. IV Allegro Vivace

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Berliner Philharmoniker
Daniel Barenboim, regente

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Ralph Vaughan Williams (1872-1958) - The Early Chamber Music

Eu, particularmente, ainda não conhecia essas obras de câmara. O que se pode dizer inicialmente é que a estética de Vaughan Williams pode parecer diferente em um primeiro encontro, mas profundamente agradável a partir do momento em que nos acostumamos à sua linguagem. As obras aqui colocadas foram escritas na juventude de Vaughan Williams. Algumas podem parecer meio inexpressivas, mas são caracterizadas pelo tom agradável de sua música. É possível notar algumas reminiscências de Brahms. De qualquer forma, não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) -

DISCO 01

01. Piano Quintet in C Minor I. Allegro con fuoco
02. Piano Quintet in C Minor II. Andante
03. Piano Quintet in C Minor III. Fantasia (quasi variazioni)
04. Nocturne & Scherzo - Nocturne-Largo sostenuto (sempre tempo rubato)
05. Nocturne & Scherzo - Scherzo-(Founded on English folksong) Allegro moderato
06. Suite de Ballet I. Improvisation - Andante
07. Suite de Ballet II. Humoresque - Presto
08. Suite de Ballet III. Gavotte - Quasi lento
09. Suite de Ballet IV. Passepied - Allegro vivacissimo
10. Romance & Pastorale - Romance-Andantino
11. Romance & Pastorale - Pastorale-Andante con moto
12. Romance - Andantino

DISCO 02

01. String Quartet in C Minor I. Allegro
02. String Quartet in C Minor II. Andantino
03. String Quartet in C Minor III. Intermezzo - Allegretto
04. String Quartet in C Minor IV. Variazione con finale fugato
05. Quintet in D major I. Allegro moderato
06. Quintet in D major II. Intermezzo - Allegretto
07. Quintet in D major III. Andantino
08. Quintet in D major IV. Finale - Allegro molto
09. Scherzo - string quartet
10. Three Preludes on Welsh Hymn Tunes I. Crug-y-bar (Fantasia - Andante sostenuto)
11. Three Preludes on Welsh Hymn Tunes II. St Denio (Scherzo - Allegro vivace)
12. Three Preludes on Welsh Hymn Tunes III. Aberystwyth (Variations)

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The Nash Esemble

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sábado, 18 de maio de 2013

Jean Sibelius (1865-1957) - Symphony No.1 in E minor, Op.39, Concerto para violino e orquestra em Ré menor, Op. 47, Symphony No.2 in D, Op.43 e Symphony No.3 in C, Op.52 (CDs 1 e 2 de 5)

Ah! Meus amigos, como é bom ouvir Jean Sibelius! O finlandês não era brincadeira. Sou um apaixonado pela suas sinfonias. E esta caixa sob a direção de Sir Simon Rattle é um excelente. A linguagem de Sibelius é soberba. Sinto uam empatia profunda pela sua música cada vez que a ouço. Esta caixa foi lançada em 2007 pela EMI. É uma gravação convincente. Bela. Com linguagem clara. Abordagem apaixonada. Existem outras gravações das sinfonias de Sibelius das quais eu gosto muito: Vanska, Bernstein, Karajan... Esta do Rattle veio para somar. Uma interpretação das obras de Sibelius deve levar em conta o aspecto poético dos trabalhos do finlandês, talvez falte isso às interpretações dessa caixa. Mas Rattle nos dá bastante emoção, o que já é um trunfo a seu favor. Uma boa apreciação!

Jean Sibelius (1865-1957) - 

DISCO 01

Symphony No.1 in E minor, Op.39
01. I. Allegro ma non troppo - Allegro energico
02. II. Andante (ma non troppo lento)
03. III. Scherzo (Allegro)
04. IV. Finale Quasi una fantasia (Andante - Allegro monto) 

Concerto para violino e orquestra em Ré menor, Op. 47
05. I. Allegro moderato
06. II. Adagio di molto
07. III. Finale (Allegro ma non tanto)
 
DISCO 02

Symphony No.2 in D, Op.43
01. I. Allegretto
02. II. Tempo andante, ma rubato
03. III. Vivacissimo
04. IV. Finale (allegro monto)

Symphony No.3 in C, Op.52
05. I. Allegro moderato
06. II. Andantino con moto, quasi allegretto
07. III. Moderato - Allegro (ma non tanto)

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City of the Brimigham Symphony Orchestra
Sir Simon Rattle, regente
Nigel Kennedy, violino

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Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 5 em Dó Sustenido Menor

Havia pensado em postar este disco ontem à noite. O sono não deixou. São por essas e outras que ele surge agora. Hoje, à tarde, enquanto corrigia provas, ouvi a interpretação da Quinta de Mahler sob a condução de Riccardo Chailly e me impressionei com a sonoridade da Royal Concertgebouw Orchestra. Assustou-me o fato de como a orquestra conseguiu captar, com muita transparência, as nuanças mais profundas e sofisticadas da linguagem mahleriana. Como estou de saída, encurto a fala e desejo uma boa audição. Disco excelente!

Gustav Mahler (1860-1911) -

Sinfonia No. 5 em Dó Sustenido Menor

01. 1. Trauermarsch
02. 2. Stürmisch bewegt. Mit grösster Vehemenz
03. 3. Scherzo - Kraftig, nicht zu schnell
04. 4. Adagietto - Sehr langsam
05. 5. Rondo - Finale - Allegro

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Royal Concertgebouw Orchestra
Riccardo Chailly, regente


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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Chamber Symphony in C minor, Op. Cit. 110a, Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Concerto para piano e Orquestra No. 4 em G maior, Op. 58 e Robert Schumann (1810-1856) - Sinfonie Nr. 3 in Es-Dur, Op. 97 "Rheinische"

Um broadcasting muito agradável, que traz três importantes compositores - Shostakovich, Beethoven e Schumann. Para ser sincero, meio que destoando do tom inicial, não gostei da qualidade da gravação. Achei-a demasiado acanhada para três peças tão expressivas. Acredito que tenha faltado brilho e energia na interpretação. Mas vale o registro. A gravação é do ano de 2008. Ouvimos para aprender a aprender. Uma boa apreciação!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - 

Chamber Symphony in C minor, Op. Cit. 110a
01. Largo
02. Allegro molto
03. Allegretto
04. Largo
05. Largo

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -

Concerto para piano e Orquestra No. 4 em G maior, Op. 58
06. Allegro moderato
07. Andante con moto
08. Rondo.Vivace

Robert Schumann (1810-1856) -  

Sinfonie Nr. 3 in Es-Dur, Op. 97 "Rheinische"
01. 1. Lebhaft
02. 2. Scherzo. Sehr m..ig
03. 3. Nicht schnell
04. 4. Feierlich
05. 5. Lebhaft

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Chicago Symphony Orchestra
John Eliot Gardiner, regente

Robert Levin, piano

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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Claude Debussy (1862-1918) - Children's Corner, Suite Bergamasque, Danse, Deux Arabesques etc

Vamos a mais uma postagem com obras de Claude Debussy. Quando se trata do francês, prefiro as obras orquestrais em detrimento das obras pianísticas. O que dizer, por exemplo,  de La Mer? Certamente, uma das obras mais belas do repertório erudito! Mas este disco é excelente. Qualidade sem máculas, até por quê temos a extraordinária pianista Angela Hewitt que magiciza tudo aquilo que toca. Com Debussy não seria diferente. Sua Suite Bergamasque ficou lindíssima. Toda aquela atmosfera de suspensão da música de Debussy foi preservada. Hewitt acrescentou à música uma tônica de humor e leveza fantásticos. Discaço. É como se a Hewitt tivesse tornado Debussy um pouco mais claro, mais transparente, mais agradável. Não deixe de ouvir este registro soberbo. Essa pianista é fora de série. Uma boa apreciação!

Claude Debussy (1862-1918) - 

Children's Corner
01. Doctor Gradus ad Parnassum (Children's Corner)
02. Jimbo's Lullaby
03. Serenade for the Doll
04. The snow is dancing
05. The Little Shepherd
06. Golliwog's Cake-Walk
 
Suite Bergamasque
07. Prelude (Suite bergamasque)
08. Menuet
09. Clair de lune
10. Passepied
 
Danse
11. Danse
 
 Deux Arabesques
12. Andantino (Duex Arabesques) 
13. Allegretto scherzando
 
Pour le piano
14. Prelude (Pour le piano)
15. Sarabande
16. Toccata
 
Masques
17. Masques
 
L'isle joyeuse
18. L'isle joyeuse
 
La plus que lente
19. La plus que lente

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Angela Hewitt, piano


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Alexander Glazunov (1865-1936) - Prelude and Fugue in d-moll, Op.62, Prelude and Fugue in a-moll, Op.101 No.1, 2, 3 e 4 e Prelude and Fugue in e-moll (1926) - vol.3

Havia começado a postar esta caixa com a obra pianística do russo Alexander Glazunov e acabei esquecendo de completar o ciclo de gravações. Hoje cedo, olhando os arquivos, lembrei-me do "dever" de continuar com as postagens. O terceiro volume de um total de quatro, agora traz as fugas de Glazunov, que carrega o grande trunfo de ter sido o professor de Shostakovich. Stephen Coombs, o pianista, continua ótimo. Não deixe de ouvir. Postaremos o mais rápido possível o quarto volume para que completemos a caixa. Uma boa apreciação!

Alexander Glazunov (1865-1936) - 

Prelude and Fugue in d-moll, Op.62
01. Prelude
02. Fugue

Prelude and Fugue in a-moll, Op.101 No.1
03. Prelude
04. Fugue

Prelude and Fugue in cis-moll, Op.101 No.2
05. Prelude
06. Fugue

Prelude and Fugue in c-moll, Op.101 No.3
07. Prelude
08. Fugue

Prelude and Fugue in C-dur, Op.101 No.4
09. Prelude
10. Fugue

Prelude and Fugue in e-moll (1926)
11. Prelude
12. Fugue


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Stephen Coombs, piano

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Otorrino Respighi (1879-1936) - Pini di Roma, Fontane di Roma e Feste Romane

Ormandy foi, com certeza, um dos nomes mais importantes da regência do século XX. Nestas gravações do final dos anos 50 e início dos anos 60, percebemos sua técnica afiadíssima. Não conheço muita coisa do compositor italiano Otorrino Respighi. As peças que, dele, mais ouvi, foram Os pinheiros de Roma e Fontana de Roma. São duas belíssimas obras, inscritas no expressionismo. Outra obra do disco é a animada e orgíaca Festa Romana. Vale a pena conferir, pois os motivos são enormes - obras e regente. Uma boa apreciação!

Otorrino Respighi (1879-1936) - 

Pini di Roma
01. I. I pini di Villa Borghese
02. II. Pini presso una catacomba
03. III. I pini del Gianicolo
04. IV. I pini della Via Appia

Fontane di Roma 
05. I. La fontana di Valle Giulia all'alba
06. II. La fontana del Tritone al mattino
07. III. La fontana di Trevi al meriggio
08. IV. La fontana di Villa Medici al tramonto

Feste Romane
09. I. Circenses
10. II. Il giubileo
11. III. L'ottobrata
12. IV. La befana

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Philhadelphia Orchestra
Eugene Ormandy, regente


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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Johannes Brahms (1833-1897) - Concerto in D Major for Violin and Orchestra, Op. 77 e Igor Stravinsky (1882-1971) - Concerto in D for Violin and Orchestra (1931)

Pensei em postar outro disco, mas me afeiçoei por este. Traz um dos mais belos concertos para violino já escritos na história da música. Acredito que se pedisse para apontar um concerto para violino a qualquer pessoa que gosta de música clássica, 8 em cada 10 indicariam o opus 77 de Brahms. Os  concertos - seja para piano ou violino -  de Brahms são quase sinfonias pela profusão de temas e complexidades. Este disco não é recente. É do início da carreira da jovem violinista Hilary Hahn. Pode se notar as feições ainda adolescentizadas da moça. O outro concerto é menos conhecida, porém importante, concerto para violino de Stravinsky. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) -

Concerto in D Major for Violin and Orchestra, Op. 77
01. I. Allegro non troppo 
02. II. Adagio 
03. III. Allegro giocoso, ma non troppo vivace

Igor Stravinsky (1882-1971) -

Concerto in D for Violin and Orchestra (1931)
04. I. Toccata (4:59)
05. II. Aria I (4:27)
06. III. Aria II (6:06)
07. IV. Capriccio (5:32)
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Academy of St. Martin-in-the-Fields Chamber Ensemble
Neville Marriner, violino
Hilary Hahn, violino

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terça-feira, 14 de maio de 2013

Gabriel Fauré (1845-1924) - Cello Sonata No.1 in D minor, Op.109, Cello Sonata No.1 in G minor, Op.117, Elegie, Op.24, Romance, Op.69 etc

Escrevi o texto que se segue para outra postagem de Fauré - mais um compositor francês que surge nesta noite: "Gabriel Fauré é um dos personagens principais da música francesa moderna. O compositor é inaugurador de um estilo que logo depois influenciaria Debussy. A sensibilidade musical de Fauré o perseguiu desde a infância. Teve a oportunidade de estudar com um dos maiores músicos do século XIX, Saint-Säens. Fez viagens para apreciar as óperas de Wagner, mas o curioso é que não se deixou levar pelo fascínio da linguagem megalomaníaca do alemão. Fixou-se em sua própria sensibilidade. Desenvolveu um estilo primoroso, de uma elegância, clareza poética e concisão ímpares. Fauré foge dos grandes dramas. Das elaborações grandiosas. Sua linguagem é singela; é terna. Cheia de rumores de tranquilidade; de uma quietude e de construção de fantasias mágicas. É uma música capaz de nos elevar. Por mais que a música de Fauré nos passe a fragrância de imobilidade, a flexibilidade harmônica é impressionante. Curioso que ele consiga construir harpejos enormes, mas com uma textura de subtileza, de leveza, de lhanezas incomparáveis". Excelente disco. Não deixe de ouvir. Uma boa aprecição!

Gabriel Fauré (1845-1924) -

Cello Sonata No.1 in D minor, Op.109
01. 1. Allegro deciso
02. 2. Andante
03. 3. Allegro commodo

Cello Sonata No.1 in G minor, Op.117
05. 1. Allegro
06. 2. Andante
07. 3. Allegro vivo

Elegie, Op.24
07. Elegie, Op.24

Romance, Op.69
08. Romance, Op.69

Papillon, Op.77
09. Papillon, Op.77

Serenade, Op.98
10. Serenade, Op.98

Sicilienne, Op.78
11. Sicilienne, Op.78

Cello Sonata No.1 in D minor, Op.109
12. 3. Allegro commodo (faster version)

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Alban Gerhardt, cello
Cecile Licad, piano


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Claude Debussy (1862-1918) - 12 Etudes, Estampes, Deux Arabesques e L'Isle joyeuse

Pensei em postar este disco no dia de ontem, mas fui vencido pelo sono. Hoje, retornei meio que redivivo para encetar a intenção. Já ouvi este disco por duas vezes, mas confesso que não me impressionou muito - apesar de gostar bastante dos programas sinestésico-simbolistas de Debussy. As minhas impressões não são geradas por causa da qualidade da gravação, mas por causa das obras que foram compostas no outono da vida do compositor francês. Ainda não conhecia a pianista Mariangela Vacatello. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Claude Debussy (1862-1918) - 

01. 12 Etudes  - I. Pour les cinq doigts
02. 12 Etudes  - II. Pour les tierces
03. 12 Etudes  - III. Pour les quartes
04. 12 Etudes  - IV. Pour les sixtes
05. 12 Etudes  - V. Pour les octaves
06. 12 Etudes  - VI. Pour les huit doigts
07. 12 Etudes  - VII. Pour les degres chromatiques
08. 12 Etudes  - VIII. Pour les agrements
09. 12 Etudes  - IX. Pour les notes repetees
10. 12 Etudes  - X. Pour les sonorites opposees
11. 12 Etudes  - XI. Pour les arpeges composes
12. 12 Etudes  - XII. Pour les accords
13. Estampes - I. Pagodes
14. Estampes - II. La soiree dans Grenade
15. Estampes - III. Jardins sous la pluie
16. Deux Arabesques - No.1 Andantino con moto
17. Deux Arabesques - No.2 Allegretto scherzando
18. L'Isle joyeuse

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Mariangela Vacatello, piano


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domingo, 12 de maio de 2013

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) - Symphony No. 6 in E minor, In the Fen Country, On Wenlock Edge, Sinfonia Antartica, No. 7, Symphony No.8, Symphony No. 9 (CDs 5, 6 e 7 de 7 - final)

Finalmente, vou postar os últimos discos dessa caixa necessária para que se conheça um pouco mais de Ralph Vaughan Williams, um grande compositor inglês. Ouvi os três últimos discos esta manhã e posso afirmar que preciso escutar um pouco mais o autor da Sinfonia Antártica. Existe por assim dizer uma espiritualidade diferente nas obras do inglês. É como se falasse de coisas antigas. É como se eu estivesse diante de campos imensos; de florestas verdes; de paisagens com nuvens cinzentas que marcham qual exército disciplinado. Posso dizer que, de um ponto de vista bem pessoal, eu me apaixonei pelos os trabalhos de Williams, posto que ainda não tinha escutado todos as suas sinfonias. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) -

DISCO 01

Symphony No. 6 in E minor
01. Allegro
02. Moderato
03. Scherzo_ Allegro vivace
04. Epilogue_ Moderato

In the Fen Country
05. In the Fen Country

On Wenlock Edge
06. 1. On Wenlock Edge
07. 2. From far, from eve and morning
08. 3. Is my team ploughing_
09. 4. Oh, when I was in love wIth you
10. 5. Bredon Hill
11. 6. Clun

DISCO 02

Sinfonia Antartica, No. 7
01. Prelude_ Andante maestoso
02. Scherzo_ Moderato
03. Landscape_ Lento
04. Intermezzo_ Andante sostenuto
05. Epilogue_ Alla marcia, moderato

London Philharmonic Chor
Sheila Armstrong, soprano

DISCO 03

Symphony No.8
01.  1. Fantasia
02. 2. Scherzo Alla Marcia
03. 3. Cavatina
04.  4. Toccata

Symphony No. 9
05.  1. Moderato Maestoso
06.  2. Andante Sostenuto
07. 3. Scherzo
08. 4. Andante Tranquillo

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London Philharmonic Orchestra
Lonon Philharmonic Choir
Bernard Haitink, regente

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sábado, 11 de maio de 2013

Charles Ives (1874-1954) - The Symphonies, Orchestral Sets 1 & 2

Charles Ives foi, ao meu modo de ver, o maior compositor da história dos americanos. Claro, naquela terra nasceram também Gershwin, Barber, Copland e Bernstein, mas a habilidade de Ives é invulgar. Seu experimentalismo, sua fusão da música europeia, com a ressonância da vida americana cria uma obra singular. Seu experimentalismo o torna "um moderno" antes dos modernos. Ives é essencialmente um cronista da vida americana. Suas ideias brotavam de suas expriências. Experiência e experimentalismo sonoro o levaram a produzir uma grande obra. Resolvi postar a integral de suas sinfonias por nutrir uma profunda admiração por elas. Sendo assim, não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

P.S. Curiosamente, a Sinfonia no. 2 não consta no disco 2. Peço perdão por isso! Tentarei localizar o disco que contenha a Sinfonia. Assim que conseguir, avisarei.

Charles Ives (1874-1954) -

DISCO 01

Symphony No. 1*
01. I. Allegro
02. II. Adagio molto (sostenuto)
03. III. Scherzo. Vivace
04. IV. Allegro molto

Symphony No. 4**
05.  I. Prelude. Maestoso
06.  II. Allegretto
07.  III. Fugue. Andante moderato
08.  IV. Very slowly - Largo maestoso

Orchestral Set No. 2**
10. I. An elegy to our forefathers
11. II. The rockstrewn hills join the people's outdoor mee
12.  III. From Hanover Square north, at the end of a tragic

DISCO 02

Symphony No.3 - 'The Camp Meeting'***
01. 1. Old Folks Gatherin' (Andante maest
02. 2. Children's Day (Allegro moderato)
03. 3. Communion (Largo) - Academy of St

3 Places in New England**
01. 1. The 'St. Gaudens' in Boston Common (Col. Shaw
02. 2. Putnam's Camp, Redding, Connecticut - The Cl
03.  3. From 'The Housatonic at Stockbridge' by Robe

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Los Angeles Philharmonic Orchestra*
Zubin Mehta, regente

The Cleveland Orcehstra and Chorus**
Christoph von Dohnanyi, regente

Academy of St Martin in the Fields***
Sir Neville Marriner, regente


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Franz Schubert (1797-1828) - Sinfonia No. 1 em Ré maior, D. 82, Sinfonia No. 2 em Si bemol maior, D. 125, Sinfonia No. 3 em Ré maior, D. 200 e Sinfonia No.4 em Dó Menor, D.417 - 'Trágica' (CDs 1 e 2 de 5)

Schubert é um compositor imensamente agradável. Gosto bastante dos seus trabalhos.  O austríaco se insere na categoria daqueles compositores que produziram de forma febril, como o foram Haydn ou Mozart. O que é mais espetacular é que enquanto este passou dos 35 anos e aquele chegou aos quase 80, Schubert viveu pouco, 30 anos. O que dizer de suas sinfonias? São belas. Se inserem na tradição clássica. Resolvi iniciar essa integral das sinfonias de Schubert com o propósito de apreciar mais detidamente esses trabalhos. É assim: à medida que vamos ouvindo, percebemos determinadas nuances que acentuam algumas impressões. O regente da vez é Barenboim. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828) - 

DISCO 1

Sinfonia No. 1 em Ré maior, D. 82
01. I. Adagio - Allegro vivace
02. II. Andante
03. III. Allegro
04. IV. Allegro vivace

Sinfonia No. 2 em Si bemol maior, D. 125
05. I. Largo - Alegro Vivace
06. II. Andante
07. III. Allegro Vivace
08. IV. Presto Vivace 

DISCO 02

Sinfonia No. 3 em Ré maior, D. 200
01. I. Adagio maestoso - Allegro con brio
02. II. Allegretto
03. III. Menuetto (Vivace)
04. IV. Presto. Vivace

Sinfonia No.4 em Dó Menor, D.417 - 'Trágica'
05. I. Adagio Molto-Allegro Vivace
06. II. Andante
07. III. Menuetto (Allegro Vivace)
08. IV. Allegro

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Berliner Philharmoniker
Daniel Barenboim, regente


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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Ludwig van Beethoven (1770-1935) - Violin Concerto in D major, Op.61 e Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Violin Concerto No. 4 In D Major, K. 218

Este disco é fantástico. A gravação é antiga, mas há dois motivos que o tornam especial. (1) traz um dos concertos para violino mais fantásticos e belos de toda a história da música - o opus 61, de Beethoven. Coloco-o numa posição de destaque, de privilégio irretocável. Beethoven mostra aqui o quanto era genial; o quanto a arte se constitui um elemento de distinção do ser humano na natureza. (2) o segundo motivo é a presença de David Oistrakh, um dos maiores violinistas da história. O outro compositor é nada menos do que Mozart, outro nome imensamente importante para a construção da beleza. Como se pode ver, não dá para não ouvir o disco. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1935) - 

Violin Concerto in D major, Op.61
01.  I. Allegro ma non troppo - Adagio
02. II. Larghetto
03. III. Rondo allegro

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) -  

Violin Concerto No. 4 In D Major, K. 218
04. Allegro
05. Andante Cantabile
06. Rondeau. Andante Grazioso
 
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Moscow Philharmonic Orchestra
Kirill Kondrashin, regente
David Oistrakh, violino


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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Aram Khachaturian (1903-1978) - Symphohy No. 2 (original version) e Gayeneh

Vamos a mais um compositor do Velho Mundo. Dessa vez, da distante Géorgia. Apesar de ter nascido em Tbilisi, capital da Géorgia,  Aram Khachaturian viveu a sua existência na Rússia, onde morreu. Foi lá que aprendeu a tocar sozinho e a escrever relevantes trabalhos. Não conheço muita coisa a seu respeito. Sei apenas que ele escreveu três sinfonias - aliás, sua lista de composições não é extensa. A primeira sinfonia foi escrita em 1934; a segunda foi escrita em 1943, mas existe uma segunda versão de 1944; a terceira, em 1947. Nesse registro, postarei a Sinfonia no. 2 em sua versão original. É um trabalho bastante expressivo. Digno da música russa. No CD ainda há ainda cenas do ballet Gayane, uma das suas peças mais famosas - entre elas, a famosa Dança do Sabre. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!!

Aram Khachaturian (1903-1978) - 

Symphohy No. 2 (original version)
01. I. Andante maestoso
02. II. Allegro risoluto
03. III. Andante sostenuto
04. IV. Andante mosso - Allegro sostenuto

Gayeneh
05. I. Sabre Dance
06. III. Dance of the Tose Maidens
07. V. Lullaby
08. VIII. Lezghinka

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Royal Scottish Orchestra
Neeme Järvi, regente

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Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) -The Snow Maiden, Op. 12 ("A donzela de neve")

Um dos visitantes do blog fez a gentileza de avisar que, dia 7 de maio, não é o aniversário de nascimento apenas de Brahms. Outro compositor importante nasceu nesse mesmo dia, em outro lugar do Velho Mundo - Tchaikovsky -, na Rússia. Para homenagear, também, esse russo do qual eu gosto bastante, resolvi postar uma peça não tão conhecida do repertório do autor de O Lago dos Cisnes, a The Snow Maiden, Op. 12 ("A donzela de neve"). Trata-se de uma obra bonita, com aquela orquestração tão peculiar do russo. O regente é Neeme Järvi. Nikolai Rymsky-Korsakov compôs uma ópera com esse mesmo nome. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) -

The Snow Maiden, Op. 12 ("A donzela de neve")

01. Introduction
02. Tanets I Khor Ptits
03. Monolog Moroza
04. Provody Maslenitsy
05. Melodrama
06. Entr'acte
07. Pervala Pesnia Lelia
08. Vtoraia Pesnia Lelia
09. Entr'acte
10. Khor Slepykh Gusliarov
11. Melodrama
12. Khor Naroda I Tsaredvortsev
13. Khorovod Devushek
14. Jester's Dance
15. Tret'ia Pesnia Lelia (A)
16. Tret'ia Pesnia Lelia (B)
17. Pesnia Brusily
18. Appearance Of The Wood Bird
19. Entr'acte
20. Deklamatsia Vensy
21. Marsh Tsaria Berendeia I Khor
22. Final

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Detroit Symphony Orchestra
Neeme Järvi, regente


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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Organ Works (Gustav Leonhardt)

Gosto de obras para órgão. Essas obras me fazem sentir como se eu estivesse em um daqueles mosteiros antigos; ou em uma daquelas igrejas habitadas por histórias sacrais; aqueles monumentos nos quais esperamos que anjos se movimentem em voos invisíveis. E quando as obras são de Bach, exceutadas por Gustav Leohardt, a coisa ganha dimensões bem mais profundas. Essas obras estão fincadas na tradição luterana. Bach foi um dos maiores compositores cristãos de todos os tempos. Levou a sério a tradição de Lutero que, também, era um grande músico. Essas obras nos aproximam do eterno. É como se a agenda da eternidade se tornasse presente no tempo. E  o eterno se imiscuísse em cintilações no efêmero. Muito bom! Um excelente disco. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 

01. Toccata d-Moll, BWV 913
02. Liebster Herr Jesu, wir sind hier, BWV 731
03. Christ lag in Todesbanden, BWV 718
04. Valet will ich dir geben, BWV 736
05. Lobt Gott, 'ihr Christen allzugleich, BWV 732
06. Kyrie, Gott Vater in Ewigkeit, BWV 669
07. Christe, aller Welt Trost, BWV 670
08. Kyrie, Gott heiliger Geist, BWV 671
09. Allein Gott in der Hoh' sei Ehr, BWV 675
10. Fughetta super_ Allein Gott in der Hoh' sei Ehr, BWV 677
11. Fughetta super_ Dies sind die heil'gen zehn Gebot', BWV 679
12. Fughetta super_ Wir glauben all' an einen Gott, BWV 681
13. Vater unser im Himmelreich, BWV 683
14. Christ, unser Herr, zum Jordan kam, BWV 684
15. Aus tiefer Not schrei' ich zu dir, BWV 687
16. Fuga super_ Jesus Christus unser Heiland, BWV 689
17. Praludium und Fuge e-Moll, BWV 533

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Gustav Leonhardt, órgão


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terça-feira, 7 de maio de 2013

Johannes Brahms (1833-1896) - Symphonies 1, 2, 3 & 4

Hoje, 7 de maior, como foi lembrado pelo Milton Ribeiro, é o aniversário de nascimento de Johannes Brahms (180 anos), um dos meus compositores favoritos. Não faria essa homenagem singela e particular, pois FDP Bach já o fez. Potencialmente, não há necessidade. Mas, como estamos falando de Brahms, sinto-me obrigado a fazê-lo. O compositor possui uma das linguagens mais profundas e belas da história da música. Brahms não era um mero compositor. Havia uma senso de competência nele que o obrigava a compor com esmero. Não era pródigo como um Haydn ou um Mozart. Demorou bastante para escrever sua primeira sinfonia. Enlargueceu os intervalos entre um trabalho e outro. Por exemplo, entre o primeiro e o segundo concerto para piano (espaço de 20 anos entre um e outro - 1858 e 1878, respectivamente). Mas, uma vez que os dois concertos estavam prontos, é como se não precisássemos de mais concertos para pianos. Compôs apenas quatro sinfonias. Pouco para um compositor que teve um intervalo de 50 anos compondo. Mas, para quê mais sinfonias? As quatro já seriam suficientes para preencher galáxias inteiras de tratados e teses. As obras de Brahms não possuem aquela esfuziante elegâcia sentimental de Chopin ou a técnica retórica de Liszt. Brahms, assim como Beethoven, fala pela ideia. Apesar de ser um defensor do romantismo de Beethoven, vivendo em uma época de mudanças - segunda metade do século XIX - soube se impor genialmente. Lauro Machado Coelho na biografia que escreveu sobre Anton Bruckner, conta que Brahms foi a muitos concertos ouvir as sinfonias do austríaco. Sabia respeitá-lo, quando a maior parte do mundo artístico de Viena queria defenestrar o autor da "Sinfonia Romântica".  É por essas e outras, que deixo-vos com essa integral das sinfonias do alemão. Wand nos ciceroneará. O que tenho a dizer sobre a gravação? Exclente! Não deixe de ouvir. Faz jus à data natalícia desse monstro sagrado chamado Johannes Brahms!

Johannes Brahms (1833-1896) - 

DISCO 01

Symphony No.1 in C minor, Op.68
01. I. Un poco sostenuto, Allegro
02  II. Andante sostenuto
03  III. Un poco allegretto e grazioso
04  IV. Adagio non troppo ma con brio

Symphony No.3 in F, Op.90
05.  I. Allegro con brio
06  II. Andante
07  III. Poco allegretto
08  IV. Allegro

DISCO 02

Symphony No.2 in D, Op.73
01. I. Allegro non troppo
02. II. Adagio non troppo
03. III. Allegretto grazioso (Quasi Andantino)
04. IV. Allegro con spirito

Symphony No.4 in E minor, Op.98
05.  I. Allegro non troppo
06. II. Andante moderato
07. III. Allegro giocoso, poco meno presto
08. IV. Allegro energico e passionato, P

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NDR Sinfonieorchester
Günter Wand, regente


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Edvard Grieg (1843-1907) - Peer Gynt Suite No.1, Op.46, Peer Gynt Suite No.2, Op.55, From Holberg's Time, Op.40 e Jean Sibelius (1865-1957) - Valse triste, Op.44, The Swan of Tuonela, Op.22 No.3, Legend e Finlandia, Op.26, Tone-poem

Aqui temos a presença de duas importantes personalidades da música nórdica - Grieg e Sibelius. Particularmente, admiro os dois compositores, principalmente, Sibelius. Mas Grieg é um compositor de uma sensiblidade incomum. Acredito que esses dois compositores externem um tipo de metafísica da natureza, pois percebo a beleza de seus países em seus trabalhos - Grieg, Noruega; Sibelius, Finlândia. De Grieg temos, neste disco, as duas suítes de uma de suas peças mais importantes, o Peer Gynt. O que dizer de movimentos como Morning Mood e Solveig's Song? Simplesmente duas das melodias mais belas que já foram escritas, de uma tristeza e beleza arrebatadoras. A outra peça presente neste maravilhoso CD é a Suite nos tempos de Holberg, obra cuja beleza e sensibilidade me enternece. De Sibelius temos a bela Valsa Triste, O lago de Tuonela e o poema sinfônico Finlândia. Excelente disco, tanto pelo conjunto das peças, quanto pela condução de Hebert von Karajan. Uma boa apreciação!

Edvard Grieg (1843-1907) -

Peer Gynt Suite No.1, Op.46
01. I. Morning Mood
02.  II. Aase's Death
03. III. Anitra's Dance
04. IV. In the Hall of the Mountain King

Peer Gynt Suite No.2, Op.55
05. I. The Abduction of the Bride
06. II. Arabian Dance
07. III. Peer Gynt's Return Home
08. IV. Solveig's Song

From Holberg's Time, Op.40
09.  I. Präludium
10. II. Sarabande
11.  III. Gavotte, Musette
12. IV. Air
13. V. Rigaudon

Jean Sibelius (1865-1957) - 

Valse triste, Op.44
14. Lento

The Swan of Tuonela, Op.22 No.3, Legend
15. The Swan of Tuonela, Op.22 No.3, Legend

Finlandia, Op.26, Tone-poem
16. Sibelius - Finlandia, Op.26, Tone-poem

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Berliner Philharmoniker
Hebert von Karajan, regente


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