sexta-feira, 29 de julho de 2016

Josquin Desprez (1440-1521) - Missa Hercules Dux Ferrariae etc & Johannes Martini (1440-1498) - Perfunde coeli rore

Que disco, meus amigos! Polifonia das mais altas e excelentes! Josquin Desprez ou, simplesmente, Josquin des Prés foi um célebre compositor europeu, nascido na Bélgica e falecido na França, em meados do século XVI. Para alguns especialistas, Desprez é o nome mais poderoso entre a música de Dufay (1397-1474) e Palestrina (1525-1594). O compositor franco-flamengo gozou de grande prestígio, tendo alcançado uma reputação que nomes como Martinho Lutero escreveram comentários positivos sobre o compositor. Desprez escreveu uma quantidade significativa de obras, incluindo mais de cem motetos e outras tantas missas. A textura de sua música é clara, primando pelas formas menos rígidas. O que temos, assim, é uma música com um aroma espiritual bastante delicado. É o que podemos constatar neste bonito disco. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Deus, in nomine Tuo salvum me fac
02. Johannes Martini Perfunde coeli rore
03. Missa Hercules Dux Ferrariae - Introit
04. Missa Hercules Dux Ferrariae - Kyrie
05. Missa Hercules Dux Ferrariae - Gloria
06. Missa Hercules Dux Ferrariae - Credo
07. Missa Hercules Dux Ferrariae - Sanctus, Benedictus
08. Missa Hercules Dux Ferrariae - Agnus Dei
09. Inviolata, integra, et casta es, Maria
10. Miserere mei, Deus
11. Eneas Dupre Chi a martello dio gl'il toglia

A Sei Voci
Maîtrise Notre Dame De Paris
Les Saqueboutiers de Toulouse
Ensemble Labyrinthes

Bernard Fabre-Garrus, direção

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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Jazz - John Coltrane (1926-1967) & Alice Coltrane (1937-2007) - Cosmic Music

Postagem sideral para finalizarmos os trabalhos de hoje. Apresentamos a parceria cosmogônica do casal John e Alice Coltrane. Os dois ficaram juntos por pouco tempo. Dois anos apenas. Alice construiu uma carreira sólida, gravando discos como o lendário Ptah, the El Daoud, de 1970, um disco cuja força transcendente e mística, torna uma experiência única escutá-lo. Aqui Alice e John fazem uma parceria que busca o primal, o grito agônico, o vagido incontrolável que brota da garganta escura do mistério. Em alguns momentos como, por exemplo, em Manifestation ou em Reverend King, temos a impressão de que um animal está sendo asfixiado e o que restam são as guturações agudas de protesto pela vida Ou simplesmente, uma dança caótica de elementos desencontrados que podem fermentar a ordem a partir da desordem. O que seria essa "música cósmica"? Somente ouvindo para tentar entendê-la. Ela fala de algo que existe em nós: de energia, de potência, de forças desarmônicas. Cosmic Music é um disco que desafia os sentidos. Não é uma música fácil de ser admitida numa primeira audição. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

John Coltrane (1926-1967) & Alice Coltrane (1937-2007) - Cosmic Music

01 - Manifestation
02 - Lord, Help Me To Be
03 - Reverend King
04 - The Sun

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Giovanni Battista Pergolesi (1710-1736) - Stabat Mater & Musica napoletana per la festa della Vergine dei Sette dolori

No mês de março fiz uma postagem do Stabat Mater, de Pergolesi, e o ouvinte e visitante Al Reiffer fez um relevante comentário, que segue: "Sou um fã de Pergolesi, não só do Stabat Mater, mas de sua obra em geral, que revela uma genialidade que nos espanta se imaginarmos onde chegaria se atingisse, pelo menos, 40 anos. Apenas acrescentaria, ao teu comentário, que o Stabat de Pergolesi não é UM dos melhores, mas sem sombra de dúvida O melhor. Nem Haydn, nem Vivaldi, nem Rossini (e o de Rossini é excelente, na minha opinião), nem Dvorák, enfim, ninguém rivaliza com Pergolesi quando o quesito é Stabat Mater. Experimente, se ainda não conhece, a versão dele de Franco Caracciolo, com a Orchestra Rossini di Napoli. Já ouvi muitas versões do Stabat de Pergolesi, mas nenhuma tão bela quanto essa". Então, para que nos harmonizemos com as palavras de Al Reiffer, escutemos o disco, que traz ainda outras obras: algumas de Francesco Durante e de manuscritos católicos anônimos. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Stabat Mater, intonation
02. Tarantella (Naples)
03. Stabat Mater à trois voix (MS Monopoli in alteration with MS Santoro)
04. Concerto No. 4 in E minor: Adagio
05. Concerto No. 4 in E minor: Ricercar del quarto tono
06. Concerto No. 4 in E minor: Largo
07. Concerto No. 4 in E minor: Presto
08. Stabat Mater (MS Menus Plaisirs du Roi)
09. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major: Stabat Mater Dolorosa
10. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major: Cujus animam gementem
11. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major: O quam tristis et afflicta
12. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major: Quae moerebat et dolebat
13. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major: Quis est homo
14. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major: Vidit suum dulcem Natum
15. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major: Eja mater, fons amoris
16. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major: Fac, ut ardeat cor meum
17. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major: Sancta mater, istud agas
18. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major: Fac, ut portem Christi mortem
19. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major: Inflammatus et accensus
20. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major: Quando corpus morietur

Le Poeme Harmonique
Les Pages & Les Chantres de la Chapelle

Vincent Dumestre, diretor

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Johannes Brahms (1833-1897) - String Quartets Nos. 1 & 3

Com relação a este disco, há duas questões que devem ser comentadas. Primeiro com relação à música de Brahms; e, segundo, com relação ao Artemis Quartet. Brahms foi um compositor espetacular. Ele foi um daqueles compositores que quantificava a qualidade e capacidade da música profunda. Suas obras camerísticas são obras não apenas para serem escutadas, mas para serem sentidas por conta do fluxo espiritual. É um dos mais representativos compositores do Romantismo. Já o Artemis Quartet foi formado em 1989, na Alemanha. É composto por músicos maduros e experimentados. Dos músicos do conjunto, apenas o violoncelista Eckart Runge permanece desde a fundação. Já fizeram gravações relevantes de obras camerísticas de Beethoven, Dvorak, Schumann, entre outros. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) -

String Quartet No. 1 in C Minor, Op. 51 No. 1
01. I. Allegro
02. II. Romanze - Poco adagio
03. III. Allegretto molto moderato e comodo
04. IV. Allegro

String Quartet No. 3 in B-Flat Major, Op. 67
05. I. Vivace
06. II. Andante
07. III. Agitato (Allegretto non troppo) - Trio - Coda
08. IV. Poco Allegretto con Variazioni

Artemis Quartet
Vineta Sareika, Gregor Sigl, violins
Friedemann Weigle, viola
Eckart Runge, cello

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terça-feira, 26 de julho de 2016

George F. Handel (1685-1759) - Music For Royal Occasions

Handel foi um compositor poderoso. Ao lado de Bach e Vivaldi, constitui-se como um dos nomes mais expressivos do movimento barroco. Nasceu no mesmo ano em que Bach nasceu (1685), mas viveu experiências diferentes daquelas vividas pelo seu patrício famoso. Enquanto Bach ficou na Alemanha, Handel fixou-se na Inglaterra e isso acabou pro marcar profundamente a sua produção musical. Em 1726, naturalizou-se britânico. Andou pela Itália, mas foi na Inglaterra que conheceu a fama. Na Terra da Rainha escreveu suas obras mais significativas - oratórios, missas, óperas e obras concertantes. Ocupou-se basicamente com as coisas reais, já que se tornou empregado dos monarcas ingleses. Neste disco, por exemplo, notamos um tipo de composição "para ocasião". Handel possuía uma habilidade e uma facilidade incrível para escrever. Suas melodias são de altíssima qualidade. É um mestre incontestável. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

George F. Handel (1685-1759) - 

01. Birthday Ode for Queen Anne - Eternal source of light divine
02. Birthday Ode for Queen Anne - The day that gave great Anna birth
03. Birthday Ode for Queen Anne - Let all the winged race with joy
04. Birthday Ode for Queen Anne - Let flocks and herds their fear forget
05. Birthday Ode for Queen Anne - Let rolling streams their gladness show
06. Birthday Ode for Queen Anne - Kind Health descends on downy wings
07. Birthday Ode for Queen Anne - The day that gave great Anna birth
08. Birthday Ode for Queen Anne - Let envy then conceal her head
09. Birthday Ode for Queen Anne - United nations shall combine
10. Te Deum in D Major - We praise thee O God
11. Te Deum in D Major - The glorious company of the Apostles praise thee
12. Te Deum in D Major - When thou tookest unon thee to deliver man
13. Te Deum in D Major - Day by day we magnify thee
14. Te Deum in D Major - Vouchsafe, O Lord, to keep us this day without sin
15. Te Deum in D Major - O Lord, in thee have I trusted
16. Sing unto God - Sing unto God, ye kingdoms of the earth
17. Sing unto God - Blessed are all they that fear the Lord
18. Sing unto God - Thy wife shall be as the fruitful vine
19. Sing unto God - Lo, thus shall the man be blessed
20. Sing unto God - Blessed be the Lord God of Israel
21. Sing unto God - And let all the people say

The King's Consort
Robert King, regente

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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Jean Sibelius (1865-1957) - Symphony No. 1 in E minor, Op. 39 e Symphony No. 3 in C major, Op. 52

E lá vamos nós para mais um Sibelius! Há alguns dias atrás postei três ou quatro de suas sinfonias com o Bernstein. Como sou encantado pelos trabalhos sinfônicos do finlandês, não hesito em trazer mais um disco com duas de suas sinfonias. Espero que não haja reclamações. Se analisarmos a distância da Primeira para a Terceira Sinfonia, observamos que há um intervalo de oito anos entre uma e outra. Sibelius foi um compositor curioso. Sua obra foi quase que escrita no final do século XIX e nos vinte primeiros anos do século XX. Por exemplo, sua Sétima Sinfonia é do ano de 1924. Sua morte se deu apenas em 1957. Ou seja, nos últimos vinte anos da sua vida ele quase não escreveu nada. Até evitava falar em música. Um prejuízo sem limites para aqueles que gostam de música admiram a sua obra. Por enquanto, fiquemos com aquilo que de melhor ele escreveu. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Jean Sibelius (1865-1957) -

Symphony No. 1 in E minor, Op. 39
01. I. Andante, ma non troppo - Allegro energico
02. II. Andante (ma non troppo lento)
03. III. Scherzo - Allegro
04. IV. Finale (quasi una Fantasia) - Andante - Allegro molto

Symphony No. 3 in C major, Op. 52
05. I. Allegro moderato
06. II. Andantino con moto, quasi allegretto
07. III. Moderato - Allegro (ma non tanto)

New Zealand Symphony Orchestra
Pietari Inkinen, regente

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domingo, 24 de julho de 2016

Great Conductors - Sir John Barbirolli - Wagner, Elgar, Ravel, Mahler & Puccini

Essa série que traz os grandes condutores do século XX é de alto nível. Já postei alguns dos discos que compõem a série por aqui. Hoje, temos o regente bretão Sir John Barbirolli. O maestro foi uma figura de sucesso. Pode ser considerado como um dos maiores regentes da história. Suas interpretações são impecáveis, por exemplo, é o que pode ser constatado no seu Mahler, encontrado neste disco. Esteve à frente das principais orquestras europeias e estadunidenses. Mas, a orquestra que está associada à sua pessoa é a Hallé Orquestra, da cidade inglesa de Manchester. Este disco traz uma seleção de obras de bom gosto. A começar pela maravilhosa regência de Os mestres cantores, de Wagner. Como falei acima, há ainda a excelente interpretação da Segunda Sinfonia de Mahler. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

DISCO 01

01. Wagner - Die Meistersinger von Nьrnberg - Prelude to Act I
02. Elgar - Enigma Variations Op.36 - Enigma- Andante
03. Elgar - Enigma Variations Op.36 - I (C.A.E.)- L'istesso tempo
04. Elgar - Enigma Variations Op.36 - II (H.D.S.P.)- Allegro
05. Elgar - Enigma Variations Op.36 - III (R.B.T.)- Allegretto
06. Elgar - Enigma Variations Op.36 - IV (W.M.B.)- Allegro di molto
07. Elgar - Enigma Variations Op.36 - V (R.P.A.)- Moderato
08. Elgar - Enigma Variations Op.36 - VI (Ysabel)- Andantino
09. Elgar - Enigma Variations Op.36 - VII (Troyte)- Presto
10. Elgar - Enigma Variations Op.36 - VIII (W.N.)- Allegretto
11. Elgar - Enigma Variations Op.36 - IX (Nimrod)- Adagio
12. Elgar - Enigma Variations Op.36 - X Intermezzo (Dorabella)- Allegretto
13. Elgar - Enigma Variations Op.36 - XI (G.R.S.)- Allegro di molto
14. Elgar - Enigma Variations Op.36 - XII (B.G.N.)- Andante
15. Elgar - Enigma Variations Op.36 - XIII Romanza (---)- Moderato
16. Elgar - Enigma Variations Op.36 - XIV Finale (E.D.U.)- Allegro - Presto
17. Ravel - Ma Mиre L'oye - I Pavane de la Belle au bois dormant
18. Ravel - Ma Mиre L'oye - II Petit Poucet
19. Ravel - Ma Mиre L'oye - III Laideronnette, Impиratrice des Pagodes
20. Ravel - Ma Mиre L'oye - IV Les Entretiens de la Belle et de la Bйte
21. Ravel - Ma Mиre L'oye - V Le Jardin fйerique
22. Mahler - Symphony No.2 'Resurrection' - I Allegro maestoso

DISCO 02

01. Mahler - Symphony No.2 'Resurrection' - II Andante moderato
02. Mahler - Symphony No.2 'Resurrection' - III (Scherzo) In ruhig fliessender Bewegung
03. Mahler - Symphony No.2 'Resurrection' - IV 'Urlicht' Sehr feirlich
04. Mahler - Symphony No.2 'Resurrection' -V Im Tempo des Scherzos
05. Mahler - Symphony No.2 'Resurrection' - Wieder sehr breit
06. Mahler - Symphony No.2 'Resurrection' - Molto ritenuto. Maestoso
07. Mahler - Symphony No.2 'Resurrection' - Wieder zurьckhaltend
08. Mahler - Symphony No.2 'Resurrection' - Langsam. Misterioso
09. Mahler - Symphony No.2 'Resurrection' - Etwas bewegter
10. Mahler - Symphony No.2 'Resurrection' - Mit Aufschwung aber nicht eilen
11. Puccini - Madama Butterfly- Conclusion of Act I - Quest'obi pomposa di
12. Puccini - Madama Butterfly- Conclusion of Act I - Bimba dagli occhi
13. Puccini - Madama Butterfly- Conclusion of Act I - Vagliatemi bene, un

London Symphony Orchestra
Hallé Orchestra
Radio-Sinfonieorchester Stuttgart etc
Sir John Barbirolli, regente

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sábado, 23 de julho de 2016

Musik auf Villa Hügel - G. F. Handel, Johann Sebastian Bach & Johann Bernhard Bach

Eis um disco sensacional, meus amigos! O disco é uma apresentação ao vivo, de grande vigor, de uma clareza impressionante do Amsterdamer Bach Solisten. Outro aspecto do disco fica por conta das gemas barrocas que ele traz - Bach e Handel. Certamente, os dois compositores, ao lado de Vivaldi, mais expressivos do período barroco. É música de grande beleza e de estilo densamente elegante. O disco ainda traz Johann Bernhard Bach, primo de segundo grau de Bach. O homem trazia no sangue o nome da família Bach e escreveu belas suítes; exerceu cargos importantes à frente de igrejas alemãs. Neste disco encontramos uma das suas obras. Não deixe de ouvir este fascinante disco. Uma boa apreciação!

DISCO 01

G. F. Handel (1685-1759) -

Concerto grosso in F-Dur op. 3 Nr. 4
01. 1. Andante - Allegro              
02. 2. Andante                    
03. 3. Allegro                  
04. 4. Menuet                          

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 

Konzert für Violine und Orchester in d-Moll, BWV 1052
06. 1. (ohne Satzbezeichnung)         
06. 2. Adagio             
07. 3. Allegro
           
Konzert für Violine und Orchester in g-Moll, BWV 1056
08. 1. (ohne Satzbezeichnung)  
09. 2. Largo          
10. 3. Presto            

G. F. Handel (1685-1759) - 

Concerto grosso in B-Dur op. 3 Nr. 2
11. 1. Vivace                     
12. 2. Largo                       
13. 3. Allegro                  
14. 4. Menuet                          
15. 5. Gavotte                    

DISCO 02

Johann Sebastian Bach (1685-1750) -  

Konzert für Violine und Orchester in E-Dur, BWV 1042
01. 1. Allegro              
02. 2. Adagio               
03. 3. Allegro assai        

Konzert für Violine und Orchester in a-Moll, BWV 1041
04. 1. (ohne Satzbezeichnung)      
05. 2. Andante             
06. 3. Allegro assai
           
Johann Bernhard Bach (1676-1759) - 

Ouvertüre in g-Moll
07. 1. Larghetto - Un poco Allegro                
08. 2. Torneo. Allegreto                  
09. 3. Aria. Adagio                    
10. 4. Menuetto alternativo                  
11. 5. Capriccio. Vivace  

Amsterdamer Bach Solisten
Thomas Zehetmair, violino

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sexta-feira, 22 de julho de 2016

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Complete music for lute

Bach escreveu para inúmeros instrumentos, inclusive para o alaúde, instrumento que já fazia parte da música ocidental antes mesma da era cristã. Sua história passa pela árabes e, mais tarde, pelo uso intenso durante a Renascença. A partir do século XIX, o instrumento entra em desuso, permanecendo nas tradições musicais de muitos países. Claro, minhas palavras são inexpressivas e sucintas para descrever a história desse belo instrumento. Como falei anteriormente, Bach produziu algumas obras para o instrumento. São bonitas. Possuem aquela textura típica da sua música - belas harmonias, uma arquitetura harmonicamente invejável. A performance de Mario D'Agosto é excelente. Há clareza, nitidez.  Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) -

DISCO 01

01. Suite in E minor, BWV996 - I. Prelude
02. Suite in E minor, BWV996 - II. Allemande
03. Suite in E minor, BWV996 - III. Courante
04. Suite in E minor, BWV996 - IV. Sarabande
05. Suite in E minor, BWV996 - V. Bourйe
06. Suite in E minor, BWV996 - VI. Gigue
07. Prelude, Fugue & Allegro in E flat major, BWV998 - I. Prelude
08. Prelude, Fugue & Allegro in E flat major, BWV998 - II. Fugue
09. Prelude, Fugue & Allegro in E flat major, BWV998 - III. Allegro
10. Suite in G minor, BWV995 - I. Prelude
11. Suite in G minor, BWV995 - II. Allemande
12. Suite in G minor, BWV995 - III. Courante
13. Suite in G minor, BWV995 - IV. Sarabande
14. Suite in G minor, BWV995 - V. Gavottes I & II 'en Rondeau'
15. Suite in G minor, BWV995 - VI. Gigue

DISCO 02

01. Partita in C minor, BWV997 - I. Prelude
02. Partita in C minor, BWV997 - II. Fugue
03. Partita in C minor, BWV997 - III. Sarabande
04. Partita in C minor, BWV997 - IV. Gigue - Double
05. Partita in E major, BWV1006a - I. Prelude
06. Partita in E major, BWV1006a - II. Loure
07. Partita in E major, BWV1006a - III. Gavotte 'en Rondeau'
08. Partita in E major, BWV1006a - IV. Menuets I & II
09. Partita in E major, BWV1006a - V. Bourйe
10. Partita in E major, BWV1006a - VI. Gigue
11. Prelude in C minor, BWV999
12. Fugue in G minor, BWV1000

Mario D'Agosto, lute

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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Dmitri Shostakovitch (1906-1975): Sinfonia Nº 4 em dó bemol, Op. 43

Esta interpretação do Inbal e o motivo da Sinfonia número 4 de Shostakovich são coisas que nos colocam num grande aturdimento. Par entendê-la é preciso visualizar o ambiente político e cultural da União Soviética na década de 30. Shostakovich era um menino prodígio. Um gênio respeitado além das fronteiras do país. Sua Sinfonia número 1, seguida da número 2, colocaram-no em um lugar de destaque. Em 1928, a ópera O Nariz, baseada em livro de Gogol, notabilizou ainda mais o jovem artista. O soberano da União Soviética, Josef Stálin, colocara os olhos em Shostakovich. O "grande camarada" era desconfiado sobremaneira para suportar os voos ascendentes do músico. Quando da estreia de sua ópera Lady Macbeth de Mtzensk, baseada na novela escrita por Leskov, Stálin entendeu em sua vaidade que Shostakovich havia ultrapassado fronteiras perigosas. Aquele tipo de arte não servia às pretensões revolucionárias do líder. Escreveu um artigo devastador no Pravda, o jornal oficial do Partido Comunista (PCUS), criminalizando o trabalho. Isso fez com que a obra ficasse banida dos palcos soviéticos por quase trinta anos. Shosta, um artista genial em todos os aspectos, escreve, assim, nos anos de 1935 e 1936, a sua Quarta Sinfonia. É uma obra profética. Sua intenção temática faz uma leitura bastante apropriada do momento histórico por que o país passava. Vale ressaltar, que foi na década de 30, que Stálin começou a sua caçada sangrenta a milhares de pessoas, inclusive elementos importantes do PCUS. A Sinfonia número Quatro é um vento poderoso, antiapoteótico, estridente, desarmônico, um estrépito contra a tirania. Ela denuncia a atmosfera cinzenta que permeava todas as coisas; que sugava a liberdade; que encapsulava a força criativa da arte. Shosta aproxima-se de Mahler. Seguidas passagens da estrutura da música fazem referência ao austríaco. Gradações enormes e colapsos marciais apontam para Mahler. São vales sombrios, de reflexões lúgubres; e montanhas que surgem como colunas gigantes, denunciado a força cruel e onipresente da férula stalinista. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Dmitri Shostakovitch (1906-1975): Sinfonia Nº 4, Op. 43

01. Symphony No. 4 In C Minor, Op. 43: I. Allegretto Poco Moderato 28:21
02. Symphony No. 4 In C Minor, Op. 43, II. Moderato Con Moto 9:11
03. Symphony No. 4 In C Minor, Op. 43: III. Largo - Allegro

Vienna Symphony Orchestra
Eliahu Inbal, regente

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Jazz - Sonny Rollins (1930 - ) - After the Bridge

Hoje, voltamos com nossas postagens jazzísticas de quinta-feira. Trazemos o terceiro ou quarto disco de Sonny Rollins. O sax-tenorista é uma das figuras mais prolíficas da história do jazz. Com mais de oitenta anos, Rollins ainda faz algumas apresentações. Enquanto nomes da sua geração - Art Blakey, John Coltrane, Miles Davis entre outros - já se foram, Rollins ainda permanece fazendo o seu barulho sagrado. A discografia dele também é outra coisa que impressiona. O primeiro disco saiu quando ele tinha 21 anos de idade. O seu último disco foi de 2006. Este disco é uma espécie de resposta ao seu clássico The Bridge (A ponte), de 1959. O músico é um improvisador prolífico. Explorou ritmos, aproximou-se de ritmos latinos. Vamos a mais um disco. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Sonny Rollins (1930 - ) - After the Bridge

DISCO 01

01. Fifty-Second Street Theme
02. Django
03. Now's the Time
04. I Remember Clifford

DISCO 02

01. St. Thomas
02. Afternoon in Paris
03. Four I
04. Four II
05. Winter Wonderland
06. When You Wish Upon a Star
07. Trav'lin' Light

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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Franz Schubert (1797-1828) - The Complete Symphonies

Cada vez que escuto a música de Schubert, sei que estou ouvindo algo de significação elevada. Possuo uma admiração pela obra de Schubert que, lá no fundo, difere da minha relação com os outros compositores. Talvez com Pergolesi, apenas. Associo sempre genialidade a juventude. Com Mozart também foi assim ou Mendelssohn. Ao ouvir as missas de Schubert, escritas na adolescência do compositor, fico a indagar como alguém possuía tão grandioso fluxo criativo, com um transparente e envolvente veio melódico sendo tão jovem! Como produzia com uma prodigalidade incrível, Schubert, por exemplo, escreveu suas cinco primeiras sinfonias antes dos vinte anos (no período entre 1813 e 1817). São trabalhos firmados no classicismo. É a partir da Sexta, que percebemos uma disruptiva ação ante o classicismo. Vislumbra-se uma outra linguagem. A Sétima não saiu do papel. Schubert fez um pequeno esboço e a abandonou por completo. É com a Oitava (pelo menos no meu humilde modo de ver), que Schubert alcança o seu zênite criativo. Está tudo lá! Temos o drama romântico. A apoteose existencial. O influxo. O mistério. O sugerido, mas não escrito com letras legíveis à primeira vista. A trilha espiritual. Os questionamentos de uma vida. O trabalho só foi achado em 1867. Tornou-se a sua sinfonia mais popular. Há ainda a Nove, mas penso que ela não seja tão "explosiva" quanto a Oitava. Não deixe de ouvir este conjunto. A regência fica a cargo do belga Jos Van Immerseel à frente de sua Anima Eterna Brugge. É um bom conjunto interpretativo. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828) - 

DISCO 01

01. Symphony No. 8 in B minor (-Unfinished-), D. 759 - Allegro moderato
02. Symphony No. 8 in B minor (-Unfinished-), D. 759 - Andante con moto
03. Symphony No. 6 in C major (-Little C Major-), D. 589 - Adagio - Allegro
04. Symphony No. 6 in C major (-Little C Major-), D. 589 - Andante
05. Symphony No. 6 in C major (-Little C Major-), D. 589 - Scherzo, Presto - Piu lento - Presto
06. Symphony No. 6 in C major (-Little C Major-), D. 589 - Allegro moderato


DISCO 02

01. Symphony No. 4 in C minor (-Tragic-), D. 417 - I. Andante molto - Allegro vivace
02. Symphony No. 4 in C minor (-Tragic-), D. 417 - II. Andante
03. Symphony No. 4 in C minor (-Tragic-), D. 417 - III. Menuetto. Allegro vivace
04. Symphony No. 4 in C minor (-Tragic-), D. 417 - IV. Allegro
05. Symphony No. 2 in B flat major, D. 125 - I. Largo - Allegro vivace
06. Symphony No. 2 in B flat major, D. 125 - II. Andante
07. Symphony No. 2 in B flat major, D. 125 - III. Minuetto
08. Symphony No. 2 in B flat major, D. 125 - IV. Presto vivace

DISCO 03

01. Symphony No. 3 in D major, D. 200 - I. Adagio maestoso - Allegro con brio
02. Symphony No. 3 in D major, D. 200 - II. Allegretto
03. Symphony No. 3 in D major, D. 200 - III. Menuetto. Vivace
04. Symphony No. 3 in D major, D. 200 - IV. Presto. Vivace
05. Symphony No. 5 in B flat major, D. 485 - I. Allegro
06. Symphony No. 5 in B flat major, D. 485 - II. Andante con moto
07. Symphony No. 5 in B flat major, D. 485 - III. Menuetto. Allegro molto
08. Symphony No. 5 in B flat major, D. 485 - IV. Allegro vivace
09. Symphony No. 1 in D major, D. 82 - I. Adagio - Allegro vivace
10. Symphony No. 1 in D major, D. 82 - II. Andante
11. Symphony No. 1 in D major, D. 82 - III. Menuetto. Allegro
12. Symphony No. 1 in D major, D. 82 - IV. Allegro vivace

DISCO 04

01. Symphony No. 9 in C major (-The Great-), D. 944 - I. Andante - Allegro ma non troppo
02. Symphony No. 9 in C major (-The Great-), D. 944 - II. Andante con moto
03. Symphony No. 9 in C major (-The Great-), D. 944 - III. Scherzo. Allegro vivace
04. Symphony No. 9 in C major (-The Great-), D. 944 - IV. Allegro vivace

Anima Eterna Brugge
Jos Van Immerseel, regete

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terça-feira, 19 de julho de 2016

Tomaso Albinoni (1671-1750) - The Complete Concertos, Op. 9 & Adagio for Strings and Organ in G minor

Tomaso Albinoni foi um compositor italiano dos mais renomados à sua época. Sua música possuia tanto respeito quando o artista estava vivo, quanto a música de Corelli ou a música do padre Antonio Vivaldi. Filho de um rico burguês do ramo de papel, Albinoni era respeitado pelas óperas que escrevia. Chegou a escrever oitenta. Pouco se sabe sobre elas. Foram perdidas durante a Segunda Guerra Mundial. As partituras de boa parte de sua obra foram destruídas pelos sucessivos bombardeios à cidade de Dresden, na Alemanha. Atualmente, Albinoni é mais conhecido pelas obras orquestrais, que possuem feições ricamente melódicas. A música de Albinoni é tão rica e maviosa, que causou impressão em Bach. O compositor alemão escreveu duas variações sobre um tema de Albinoni - BWV 950 e BWV 950. Este disco duplo do I Musici é uma verdadeira joia. A musicalidade é de uma elegância que faz bem. São mais de duas horas de boa música. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Tomaso Albinoni (1671-1750) - 

DISCO 01

01. Concerto No. 1 in B flat - 1. Allegro
02.Concerto  No. 1 in B flat - 2. Adagio
03.Concerto  No. 1 in B flat - 3. Allegro
04.Concerto  No. 2 in D minor - 1. Allegro e non presto
05. ConcertoNo. 2 in D minor - 2. Adagio
06.Concerto  No. 2 in D minor - 3. Allegro
07. Concerto No. 3 in F - 1. Allegro
08.Concerto  No. 3 in F - 2. Adagio
09. Concerto No. 3 in F - 3. Allegro
10. Concerto No. 4 in A - 1. Allegro
11. ConcertoNo. 4 in A - 2. Adagio
12. Concerto No. 4 in A - 3. Allegro
13. Concerto No. 5 in C - 1. Allegro
14. Concerto No. 5 in C - 2. Adagio
15.Concerto  No. 5 in C - 3. Allegro
16. Concerto No. 6 in G - 1. Allegro
17. Concerto No. 6 in G - 2. Adagio
18. Concerto No. 6 in G - 3. Allegro

DISCO 02

01.Concerto  No. 7 in D - 1. Allegro
02. Concerto No. 7 in D - 2. Andante e sempre piano
03. Concerto No. 7 in D - 3. Allegro
04. Concerto No. 8 in G minor - 1. Allegro
05. Concerto No. 8 in G minor - 2. Adagio
06. Concerto No. 8 in G minor - 3. Allegro
07. Concerto No. 9 in C - 1. Allegro
08. Concerto No. 9 in C - 2. Adagio
09. Concerto No. 9 in C - 3. Allegro
10. Concerto No. 10 in F - 1. Allegro
11. Concerto No. 10 in F - 2. Adagio
12. Concerto No. 10 in F - 3. Allegro
13. Concerto No. 11 in B flat - 1. Allegro
14. Concerto No. 11 in B flat - 2. Adagio
15. Concerto No. 11 in B flat - 3. Allegro
16. Concerto No. 12 in D - 1. Allegro
17. Concerto No. 12 in D - 2. Adagio
18. Concerto No. 12 in D - 3. Allegro
19. Adagio for Strings and Organ in G minor (Revised by Remo Giazotto)

I Musici

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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Piotr I. Tchaikovsky (1840-1893) - Complete String Quartets and Souvenir De Florence in D, Op.70

Tchaikovsky é mais conhecido pelas suas obras orquestrais, que dispensam apresentações. Estão entre as mais substanciosas e elogiosas já escritas. Tchai foi um dos maiores orquestradores da história. Era da escola de Rimsky-Korsakov. É só ouvir as suas sinfonias, com a exceção da Sexta que possui uma preocupação mais dramática e patética que as cinco anteriores. Mas o compositor escreveu, também, belas obras camerísticas. Não foram muitas. As obras estão envoltas por uma densa atmosfera emocional bastante complexa. São percebidas ainda temas do folclore russo. Há ainda o sexteto Souvenir De Florence, escrita em 1890 de grande e profusa beleza. Esta gravação do Borodin Quartet, realizada entre as décadas de 50 e 60 é uma das melhores que já escutei. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Piotr I. Tchaikovsky (1840-1893) -

DISCO 01

String Quartet Movement in B flat major (1865)
01. Adagio Misterioso - Allegro Con Moto

String Quartet No. 1, Op. 11 (1871)
02. I. Moderato E Semplice
03. II. Andante Cantabile
04. III. Scherzo. Allegro Non Tanto E Con Fuoco
05. 11: IV. Finale. Allegro Giusto


String  Quartet No. 2, Op. 22 (1874)
06. I. Adagio - Moderato Assai
07. II. Scherzo. Allegro Giusto
08. III. Andante Ma Non Tanto
09. IV. Finale. Allegro Con Moto

DISCO 02

String Quartet No. 3, Op. 30 
01. I. Andante Sostenuto - Allegro Moderato
02. II. Allegretto Vivo E Scherzando
03. III. Andante Funebre E Doloroso Ma Con Moto
04. IV. Finale. Allegro Non Troppo E Risoluto

Souvenir De Florence in D, Op.70*
05. I. Allegro Con Spirito
06. II. Adagio Cantabile E Con Moto
07. III. Allegretto Moderato
08. IV. Allegro Vivace

Borodin Quartet
Rostilav Dubinsky, violin
Yaroslav Alexandrov, violin
Dmitry Shebalin, viola
Valentin Berlinsky, cello
Genrikh Talalyan, second viola*
Mstilav Rostropovich, secondo cello*

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