terça-feira, 3 de julho de 2012

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Piano Concerto No.4 in G major, op.58 e Hector Berlioz (1803-1869) - Te Deum, Op. 22

O Concerto para piano e orquestra no. 4 de Ludwig van Beethoven é um dos mais belos que o mestre alemão compôs. Possui uma leveza e um profundo senso lírico. O tema inicial é de um surto de afirmação da vida, digno de Beethoven e do bom Romantismo. Como sempre, Pollini ao piano (e ainda mais ao vivo!) é sempre um evento à parte. A outra peça desses dois registros ao vivo é o Te Deum do francês Hector Berlioz. Não conhecia a peça desse francês mais para chato do que qualquer coisa. Gosto da música francesa, mas Berlioz é "um picadinho de chuchu": o gosto é prevísivel e pouco marcante. O seu Te Deum prima pela solenidade. A abertura com órgão transmite um tom sacro, mas fica somente nisso. Em alguns momentos, de suprema leveza, faz lembrar o maravilhoso Réquiem de Fauré. Este broadcasting vale a pena ser conferido. Possui um grande conjunto. Claudio Abbado na condução sempre vale a audição. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - 

Piano Concerto No.4 in G major, op.58
01.  I. Allegro moderato
02.  II. Andante con moto
03.  III. Rondo. Vivace

Berlin Philharmonic Orchestra
Claudio Abbado, regente 
Maurizio Pollini, piano

Hector Berlioz (1803-1869) - 

Te Deum, Op. 22
04. Te Deum
05. Tibi Omnes
06. Dignare
07. Christe, Rex Gloria
08. Te Ergo Quasumus
09. Judex Crederis 

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Rundfunkchor Berlin
Chor des Bayerischen Rundfunks
Knaben des Staats- und Domchors Berlin
Rundfunk-Kinderchor Berlin
Berliner Mädchenchor
Mädchenchor der Sing-Akademie zu Berlin
Claudio Abbado, regente  
Marius Brenciu, tenor
Iveta Apkalna, órgão


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4 comentários:

Jessé de Almeida Primo disse...

Meus parabéns pelo blogue e pelo bom gosto das escolhas. Inclusive, pus meu nome entre os seguidores e coloquei o seu blogue na lista dos recomendados no meu espaço Antologia Personal. Em tempo, já ouviu a gravação do Festival de Bayreuther da ópera Tristão e Isolda. Uma excelente gravação pela Philips de 1966 sob a regência de Karl Böom e participação de Birgit Nilsen no papel de Isolda.

Abraços

Vivelo disse...

Agradeço muito, adoro Pollini e Abbado!!

mariano disse...

Dúas grandes versións de dúas obras capitais da historia da música. Os meus parabéns polo seu blog.

frenchman disse...

Hi,could you re-up this concert? many Thanks and compliment for your blog!