quarta-feira, 25 de julho de 2012

Josef Haydn (1732-1809) - The Natural Horn

Josef Haydn foi um dos maiores compositores de todos os tempos - tanto no quesito quantidade de obras, quanto na relevância das obras. O compositor austríaco recebeu alguns epítetos dignos e imortalizadores - "pai da sinfonia", "pai do quarteto de cordas", etc. Foi professor de gigantes como Mozart e Beethoven e de tantos outros compositores menores. Alguns números alcançados pelo compositor são impresisonantes como, por exemplo, as 104 sinfonias e grande extensão de sonatas, cantatas, etc. Haydn compunha aos borbotões. Era uma produção que fluía como as águas de uma catadupa, ou seja, em torrente. Aqui está um cedezinho doce, melífluo, delicado, com obras para chifre, mais conhecido como trompa. São obras de marcação clássica, que têm por finalidade, despertar aqueles prazeres costumeiros. Uma boa apreciação!

Josef Haydn (1732-1809) - The Natural Horn

Cassatio in D major for 4 Horns & String Trio, Hob. deest.
01. I. Allegro moderato
02. II. Menuet-Trio
03.  III. Adagio
04.  IV. Menuet-Trio
05. V. Finale (Allegro)

Divertimento in E-flat major for 2 Horns & String Quartet, Hob. II21
06. I. Allegro molto 
07. II. Menuet-Trio
08. III. Adagio
09.  IV. Menuet (Poco allegro)-Trio
10. V. Finale (Presto)

Concerto for Horn in D major, Hob. VIId3
11. I. Allegro
12.  II. Adagio
13.  III. Allegro

Divertimento a tre in E-flat major, Hob. IV5
14.  I. Moderato assai (Thema con
15.  II. Finale (Allegro di molto)

Divertimento in D major for 2 Horns & String Quartet, Hob.II22
16. I. Presto
17. II. Menuet-Trio
18. III. Largo
19. IV. Menuet-Trio
20.  V. Finale (Allegro molto)

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L'Archibudelli


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4 comentários:

Pedro disse...

Caro Carlinus, não sei direito como postar. Solidarizo-me com você (posso chamá-lo assim?) quanto às críticas a que se refere na postagem anterior. Agradeço por seu trabalho, mas me atrevo a sugerir que os textos sobre Haydn possam ser um pouco mais consistentes. A tendência é sempre a de tomá-lo como um compositor fácil, fútil, frívolo (como o qualificou seu aluno mal-agradecido Beethoven). Tenho grande parte do que se gravou recente sobre este que é meu mestre do coração, e poderia partilhar, além de textos. Haydn é muito mais que as superficialidades que se dizem dele!
Abraço cordial do Pedro

Carlinus disse...

Ok, Pedro!

Desculpe se o texto saiu rápido e superficial. Fi-lo rapidnho apenas para preencher as intenções da postagem.

Obrigado pelo comentário!

Saudações musicais!

João Marcos T. Theodoro disse...

Estou pasmo com o que Pedro falou de Beethoven. Mas este aplaudiu já a alguém? Quem?

Pedro disse...

Fique, meu caro João Marcos: Beethoven estimulava seus entusiastas a debocharem do "velho" Haydn, chegou a desdenhar de "A criação" (embora depois tenha tentado retratar-se, em parte). Maiores detalhes, nas biografias de Haydn, não nas do Beethoven, que tratam de incensar o superior que este seria em relação ao mestre...
Quanto ao que disse do texto, prezado Carlinus, não disse em relação a este, nem disse que seu texto seria superficial. O que disse foi que o teor deles, em relação ao meu mestre, tende a sugerir que a música dele seria superficial (como quis o aluno ingrato). De toda forma, quero me colocar à disposição para partilhar o acervo que dele tenho (e também de outros, claro), e ao mesmo tempo lhe agradeço pela gentileza da resposta.
Saudações haydnianas!