sábado, 11 de maio de 2013

Charles Ives (1874-1954) - The Symphonies, Orchestral Sets 1 & 2

Charles Ives foi, ao meu modo de ver, o maior compositor da história dos americanos. Claro, naquela terra nasceram também Gershwin, Barber, Copland e Bernstein, mas a habilidade de Ives é invulgar. Seu experimentalismo, sua fusão da música europeia, com a ressonância da vida americana cria uma obra singular. Seu experimentalismo o torna "um moderno" antes dos modernos. Ives é essencialmente um cronista da vida americana. Suas ideias brotavam de suas expriências. Experiência e experimentalismo sonoro o levaram a produzir uma grande obra. Resolvi postar a integral de suas sinfonias por nutrir uma profunda admiração por elas. Sendo assim, não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

P.S. Curiosamente, a Sinfonia no. 2 não consta no disco 2. Peço perdão por isso! Tentarei localizar o disco que contenha a Sinfonia. Assim que conseguir, avisarei.

Charles Ives (1874-1954) -

DISCO 01

Symphony No. 1*
01. I. Allegro
02. II. Adagio molto (sostenuto)
03. III. Scherzo. Vivace
04. IV. Allegro molto

Symphony No. 4**
05.  I. Prelude. Maestoso
06.  II. Allegretto
07.  III. Fugue. Andante moderato
08.  IV. Very slowly - Largo maestoso

Orchestral Set No. 2**
10. I. An elegy to our forefathers
11. II. The rockstrewn hills join the people's outdoor mee
12.  III. From Hanover Square north, at the end of a tragic

DISCO 02

Symphony No.3 - 'The Camp Meeting'***
01. 1. Old Folks Gatherin' (Andante maest
02. 2. Children's Day (Allegro moderato)
03. 3. Communion (Largo) - Academy of St

3 Places in New England**
01. 1. The 'St. Gaudens' in Boston Common (Col. Shaw
02. 2. Putnam's Camp, Redding, Connecticut - The Cl
03.  3. From 'The Housatonic at Stockbridge' by Robe

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Los Angeles Philharmonic Orchestra*
Zubin Mehta, regente

The Cleveland Orcehstra and Chorus**
Christoph von Dohnanyi, regente

Academy of St Martin in the Fields***
Sir Neville Marriner, regente


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Franz Schubert (1797-1828) - Sinfonia No. 1 em Ré maior, D. 82, Sinfonia No. 2 em Si bemol maior, D. 125, Sinfonia No. 3 em Ré maior, D. 200 e Sinfonia No.4 em Dó Menor, D.417 - 'Trágica' (CDs 1 e 2 de 5)

Schubert é um compositor imensamente agradável. Gosto bastante dos seus trabalhos.  O austríaco se insere na categoria daqueles compositores que produziram de forma febril, como o foram Haydn ou Mozart. O que é mais espetacular é que enquanto este passou dos 35 anos e aquele chegou aos quase 80, Schubert viveu pouco, 30 anos. O que dizer de suas sinfonias? São belas. Se inserem na tradição clássica. Resolvi iniciar essa integral das sinfonias de Schubert com o propósito de apreciar mais detidamente esses trabalhos. É assim: à medida que vamos ouvindo, percebemos determinadas nuances que acentuam algumas impressões. O regente da vez é Barenboim. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828) - 

DISCO 1

Sinfonia No. 1 em Ré maior, D. 82
01. I. Adagio - Allegro vivace
02. II. Andante
03. III. Allegro
04. IV. Allegro vivace

Sinfonia No. 2 em Si bemol maior, D. 125
05. I. Largo - Alegro Vivace
06. II. Andante
07. III. Allegro Vivace
08. IV. Presto Vivace 

DISCO 02

Sinfonia No. 3 em Ré maior, D. 200
01. I. Adagio maestoso - Allegro con brio
02. II. Allegretto
03. III. Menuetto (Vivace)
04. IV. Presto. Vivace

Sinfonia No.4 em Dó Menor, D.417 - 'Trágica'
05. I. Adagio Molto-Allegro Vivace
06. II. Andante
07. III. Menuetto (Allegro Vivace)
08. IV. Allegro

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Berliner Philharmoniker
Daniel Barenboim, regente


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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Ludwig van Beethoven (1770-1935) - Violin Concerto in D major, Op.61 e Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Violin Concerto No. 4 In D Major, K. 218

Este disco é fantástico. A gravação é antiga, mas há dois motivos que o tornam especial. (1) traz um dos concertos para violino mais fantásticos e belos de toda a história da música - o opus 61, de Beethoven. Coloco-o numa posição de destaque, de privilégio irretocável. Beethoven mostra aqui o quanto era genial; o quanto a arte se constitui um elemento de distinção do ser humano na natureza. (2) o segundo motivo é a presença de David Oistrakh, um dos maiores violinistas da história. O outro compositor é nada menos do que Mozart, outro nome imensamente importante para a construção da beleza. Como se pode ver, não dá para não ouvir o disco. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1935) - 

Violin Concerto in D major, Op.61
01.  I. Allegro ma non troppo - Adagio
02. II. Larghetto
03. III. Rondo allegro

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) -  

Violin Concerto No. 4 In D Major, K. 218
04. Allegro
05. Andante Cantabile
06. Rondeau. Andante Grazioso
 
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Moscow Philharmonic Orchestra
Kirill Kondrashin, regente
David Oistrakh, violino


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  orts

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Aram Khachaturian (1903-1978) - Symphohy No. 2 (original version) e Gayeneh

Vamos a mais um compositor do Velho Mundo. Dessa vez, da distante Géorgia. Apesar de ter nascido em Tbilisi, capital da Géorgia,  Aram Khachaturian viveu a sua existência na Rússia, onde morreu. Foi lá que aprendeu a tocar sozinho e a escrever relevantes trabalhos. Não conheço muita coisa a seu respeito. Sei apenas que ele escreveu três sinfonias - aliás, sua lista de composições não é extensa. A primeira sinfonia foi escrita em 1934; a segunda foi escrita em 1943, mas existe uma segunda versão de 1944; a terceira, em 1947. Nesse registro, postarei a Sinfonia no. 2 em sua versão original. É um trabalho bastante expressivo. Digno da música russa. No CD ainda há ainda cenas do ballet Gayane, uma das suas peças mais famosas - entre elas, a famosa Dança do Sabre. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!!

Aram Khachaturian (1903-1978) - 

Symphohy No. 2 (original version)
01. I. Andante maestoso
02. II. Allegro risoluto
03. III. Andante sostenuto
04. IV. Andante mosso - Allegro sostenuto

Gayeneh
05. I. Sabre Dance
06. III. Dance of the Tose Maidens
07. V. Lullaby
08. VIII. Lezghinka

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Royal Scottish Orchestra
Neeme Järvi, regente

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Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) -The Snow Maiden, Op. 12 ("A donzela de neve")

Um dos visitantes do blog fez a gentileza de avisar que, dia 7 de maio, não é o aniversário de nascimento apenas de Brahms. Outro compositor importante nasceu nesse mesmo dia, em outro lugar do Velho Mundo - Tchaikovsky -, na Rússia. Para homenagear, também, esse russo do qual eu gosto bastante, resolvi postar uma peça não tão conhecida do repertório do autor de O Lago dos Cisnes, a The Snow Maiden, Op. 12 ("A donzela de neve"). Trata-se de uma obra bonita, com aquela orquestração tão peculiar do russo. O regente é Neeme Järvi. Nikolai Rymsky-Korsakov compôs uma ópera com esse mesmo nome. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) -

The Snow Maiden, Op. 12 ("A donzela de neve")

01. Introduction
02. Tanets I Khor Ptits
03. Monolog Moroza
04. Provody Maslenitsy
05. Melodrama
06. Entr'acte
07. Pervala Pesnia Lelia
08. Vtoraia Pesnia Lelia
09. Entr'acte
10. Khor Slepykh Gusliarov
11. Melodrama
12. Khor Naroda I Tsaredvortsev
13. Khorovod Devushek
14. Jester's Dance
15. Tret'ia Pesnia Lelia (A)
16. Tret'ia Pesnia Lelia (B)
17. Pesnia Brusily
18. Appearance Of The Wood Bird
19. Entr'acte
20. Deklamatsia Vensy
21. Marsh Tsaria Berendeia I Khor
22. Final

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Detroit Symphony Orchestra
Neeme Järvi, regente


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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Organ Works (Gustav Leonhardt)

Gosto de obras para órgão. Essas obras me fazem sentir como se eu estivesse em um daqueles mosteiros antigos; ou em uma daquelas igrejas habitadas por histórias sacrais; aqueles monumentos nos quais esperamos que anjos se movimentem em voos invisíveis. E quando as obras são de Bach, exceutadas por Gustav Leohardt, a coisa ganha dimensões bem mais profundas. Essas obras estão fincadas na tradição luterana. Bach foi um dos maiores compositores cristãos de todos os tempos. Levou a sério a tradição de Lutero que, também, era um grande músico. Essas obras nos aproximam do eterno. É como se a agenda da eternidade se tornasse presente no tempo. E  o eterno se imiscuísse em cintilações no efêmero. Muito bom! Um excelente disco. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 

01. Toccata d-Moll, BWV 913
02. Liebster Herr Jesu, wir sind hier, BWV 731
03. Christ lag in Todesbanden, BWV 718
04. Valet will ich dir geben, BWV 736
05. Lobt Gott, 'ihr Christen allzugleich, BWV 732
06. Kyrie, Gott Vater in Ewigkeit, BWV 669
07. Christe, aller Welt Trost, BWV 670
08. Kyrie, Gott heiliger Geist, BWV 671
09. Allein Gott in der Hoh' sei Ehr, BWV 675
10. Fughetta super_ Allein Gott in der Hoh' sei Ehr, BWV 677
11. Fughetta super_ Dies sind die heil'gen zehn Gebot', BWV 679
12. Fughetta super_ Wir glauben all' an einen Gott, BWV 681
13. Vater unser im Himmelreich, BWV 683
14. Christ, unser Herr, zum Jordan kam, BWV 684
15. Aus tiefer Not schrei' ich zu dir, BWV 687
16. Fuga super_ Jesus Christus unser Heiland, BWV 689
17. Praludium und Fuge e-Moll, BWV 533

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Gustav Leonhardt, órgão


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terça-feira, 7 de maio de 2013

Johannes Brahms (1833-1896) - Symphonies 1, 2, 3 & 4

Hoje, 7 de maior, como foi lembrado pelo Milton Ribeiro, é o aniversário de nascimento de Johannes Brahms (180 anos), um dos meus compositores favoritos. Não faria essa homenagem singela e particular, pois FDP Bach já o fez. Potencialmente, não há necessidade. Mas, como estamos falando de Brahms, sinto-me obrigado a fazê-lo. O compositor possui uma das linguagens mais profundas e belas da história da música. Brahms não era um mero compositor. Havia uma senso de competência nele que o obrigava a compor com esmero. Não era pródigo como um Haydn ou um Mozart. Demorou bastante para escrever sua primeira sinfonia. Enlargueceu os intervalos entre um trabalho e outro. Por exemplo, entre o primeiro e o segundo concerto para piano (espaço de 20 anos entre um e outro - 1858 e 1878, respectivamente). Mas, uma vez que os dois concertos estavam prontos, é como se não precisássemos de mais concertos para pianos. Compôs apenas quatro sinfonias. Pouco para um compositor que teve um intervalo de 50 anos compondo. Mas, para quê mais sinfonias? As quatro já seriam suficientes para preencher galáxias inteiras de tratados e teses. As obras de Brahms não possuem aquela esfuziante elegâcia sentimental de Chopin ou a técnica retórica de Liszt. Brahms, assim como Beethoven, fala pela ideia. Apesar de ser um defensor do romantismo de Beethoven, vivendo em uma época de mudanças - segunda metade do século XIX - soube se impor genialmente. Lauro Machado Coelho na biografia que escreveu sobre Anton Bruckner, conta que Brahms foi a muitos concertos ouvir as sinfonias do austríaco. Sabia respeitá-lo, quando a maior parte do mundo artístico de Viena queria defenestrar o autor da "Sinfonia Romântica".  É por essas e outras, que deixo-vos com essa integral das sinfonias do alemão. Wand nos ciceroneará. O que tenho a dizer sobre a gravação? Exclente! Não deixe de ouvir. Faz jus à data natalícia desse monstro sagrado chamado Johannes Brahms!

Johannes Brahms (1833-1896) - 

DISCO 01

Symphony No.1 in C minor, Op.68
01. I. Un poco sostenuto, Allegro
02  II. Andante sostenuto
03  III. Un poco allegretto e grazioso
04  IV. Adagio non troppo ma con brio

Symphony No.3 in F, Op.90
05.  I. Allegro con brio
06  II. Andante
07  III. Poco allegretto
08  IV. Allegro

DISCO 02

Symphony No.2 in D, Op.73
01. I. Allegro non troppo
02. II. Adagio non troppo
03. III. Allegretto grazioso (Quasi Andantino)
04. IV. Allegro con spirito

Symphony No.4 in E minor, Op.98
05.  I. Allegro non troppo
06. II. Andante moderato
07. III. Allegro giocoso, poco meno presto
08. IV. Allegro energico e passionato, P

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NDR Sinfonieorchester
Günter Wand, regente


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Edvard Grieg (1843-1907) - Peer Gynt Suite No.1, Op.46, Peer Gynt Suite No.2, Op.55, From Holberg's Time, Op.40 e Jean Sibelius (1865-1957) - Valse triste, Op.44, The Swan of Tuonela, Op.22 No.3, Legend e Finlandia, Op.26, Tone-poem

Aqui temos a presença de duas importantes personalidades da música nórdica - Grieg e Sibelius. Particularmente, admiro os dois compositores, principalmente, Sibelius. Mas Grieg é um compositor de uma sensiblidade incomum. Acredito que esses dois compositores externem um tipo de metafísica da natureza, pois percebo a beleza de seus países em seus trabalhos - Grieg, Noruega; Sibelius, Finlândia. De Grieg temos, neste disco, as duas suítes de uma de suas peças mais importantes, o Peer Gynt. O que dizer de movimentos como Morning Mood e Solveig's Song? Simplesmente duas das melodias mais belas que já foram escritas, de uma tristeza e beleza arrebatadoras. A outra peça presente neste maravilhoso CD é a Suite nos tempos de Holberg, obra cuja beleza e sensibilidade me enternece. De Sibelius temos a bela Valsa Triste, O lago de Tuonela e o poema sinfônico Finlândia. Excelente disco, tanto pelo conjunto das peças, quanto pela condução de Hebert von Karajan. Uma boa apreciação!

Edvard Grieg (1843-1907) -

Peer Gynt Suite No.1, Op.46
01. I. Morning Mood
02.  II. Aase's Death
03. III. Anitra's Dance
04. IV. In the Hall of the Mountain King

Peer Gynt Suite No.2, Op.55
05. I. The Abduction of the Bride
06. II. Arabian Dance
07. III. Peer Gynt's Return Home
08. IV. Solveig's Song

From Holberg's Time, Op.40
09.  I. Präludium
10. II. Sarabande
11.  III. Gavotte, Musette
12. IV. Air
13. V. Rigaudon

Jean Sibelius (1865-1957) - 

Valse triste, Op.44
14. Lento

The Swan of Tuonela, Op.22 No.3, Legend
15. The Swan of Tuonela, Op.22 No.3, Legend

Finlandia, Op.26, Tone-poem
16. Sibelius - Finlandia, Op.26, Tone-poem

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Berliner Philharmoniker
Hebert von Karajan, regente


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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - The Well-Tempered Claiver

Simplesmente imperdivel este disco. Bach foi um mestre na arte do contraponto. É muito bom ouvi-lo. Este disco realça a qualidade das melodias do compositor alemão. É uma interpretação técnica, mas que soa leve e alegre. Faz transparecer ainda mais o conceito de gênio em Bach. A qualidade do som é formidável. O som do cravo possui uma clareza extraordinária. De qualquer forma, para finalizar a noite, deixo-vos sobre os cuidados de Johann Sebastian Bach - mestre da beleza e da matemática do infinito. Não deixe de ouvir. Uma bioa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - The Well-Tempered Claiver

DISCO 01

01 - Prelude & Fugue No.1 in C-dur (BWV 846)
02 - Prelude & Fugue No.2 in c-moll (BWV 847)
03 - Prelude & Fugue No.3 in Cis-dur (BWV 848)
04 - Prelude & Fugue No.4 in cis-moll (BWV 849)
05 - Prelude & Fugue No.5 in D-dur (BWV 850)
06 - Prelude & Fugue No.6 in d-moll (BWV 851)
07 - Prelude & Fugue No.7 in Es-dur (BWV 852)
08 - Prelude & Fugue No.8 in es-moll (BWV 853)
09 - Prelude & Fugue No.9 in E-dur (BWV 854)
10 - Prelude & Fugue No.10 in e-moll (BWV 855)
11 - Prelude & Fugue No.11 in F-dur (BWV 856)
12 - Prelude & Fugue No.12 in f-moll (BWV 857)
13 - Prelude & Fugue No.13 in Fis-dur (BWV 858)
14 - Prelude & Fugue No.14 in fis-moll (BWV 859)
15 - Prelude & Fugue No.15 in G-dur (BWV 860)
16 - Prelude & Fugue No.16 in g-moll (BWV 861)
17 - Prelude & Fugue No.17 in As-dur (BWV 862)
18 - Prelude & Fugue No.18 in gis-moll (BWV 863)
19 - Prelude & Fugue No.19 in A-dur (BWV 864)
20 - Prelude & Fugue No.20 in a-moll (BWV 865)
21 - Prelude & Fugue No.21 in B-dur (BWV 866)
22 - Prelude & Fugue No.22 in b-moll (BWV 867)
23 - Prelude & Fugue No.23 in H-dur (BWV 868)
24 - Prelude & Fugue No.24 in h-moll (BWV 869)

DISCO 02

01 - Prelude & Fugue No.1 in C-dur (BWV 870)
02 - Prelude & Fugue No.2 in c-moll (BWV 871)
03 - Prelude & Fugue No.3 in Cis-dur (BWV 872)
04 - Prelude & Fugue No.4 in cis-moll (BWV 873)
05 - Prelude & Fugue No.5 in D-dur (BWV 874)
06 - Prelude & Fugue No.6 in d-moll (BWV 875)
07 - Prelude & Fugue No.7 in Es-dur (BWV 876)
08 - Prelude & Fugue No.8 in dis-moll (BWV 877)
09 - Prelude & Fugue No.9 in E-dur (BWV 878)
10 - Prelude & Fugue No.10 in e-moll (BWV 879)
11 - Prelude & Fugue No.11 in F-dur (BWV 880)
12 - Prelude & Fugue No.12 in f-moll (BWV 881)
13 - Prelude & Fugue No.13 in Fis-dur (BWV 882)
14 - Prelude & Fugue No.14 in fis-moll (BWV 883)
15 - Prelude & Fugue No.15 in G-dur (BWV 884)
16 - Prelude & Fugue No.16 in g-moll (BWV 885)
17 - Prelude & Fugue No.17 in As-dur (BWV 886)
18 - Prelude & Fugue No.18 in gis-moll (BWV 887)
19 - Prelude & Fugue No.19 in A-dur (BWV 888)
20 - Prelude & Fugue No.20 in a-moll (BWV 889)
21 - Prelude & Fugue No.21 in B-dur (BWV 890)
22 - Prelude & Fugue No.22 in b-moll (BWV 891)
23 - Prelude & Fugue No.23 in H-dur (BWV 892)
24 - Prelude & Fugue No.24 in h-moll (BWV 893)

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Davitt Moroney, cravo

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domingo, 5 de maio de 2013

Anton Bruckner (1824-1896) - Sinfonia No. 9 em Ré menor, Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony no. 4 in E minor, op. 98 e Igor Stravinsky (1882-1971) - The Firebird Suite (1919) e Petrushka Suite (1917) (CDs 3 e 4 de 4 - final)

Vamos aos dois últimos dessa excelente caixa que traz registros efetuados por Carlo Maria Giulini enquanto esteve à frente da Sinfônica de Chicago. Nos dois últimos discos, temos três siginificativos trabalhos - a Sinfonia no. 9, de Bruckner; a número 4, de Brahms; e cenas do Petrushka e o Firebird, ambos de Stravinsky. Explosões lancinantes. Qualidade sonora impressionável. Sendo assim, não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

DISCO 01

Anton Bruckner (1824-1896) - 

Sinfonia No. 9 em Ré menor
01. I. Feierlich, Misterioso
02. II. Scherzo. Bewegt, lebhaft - Trio. Schnell
03. III. Adagio. Langsam, Feierlich

Johannes Brahms (1833-1897) -  

Symphony no. 4 in E minor, op. 98
04. Allegro non troppo

DISCO 02
01. Andante moderato
02. Allegro giocoso -- Poco meno presto
03. Allegro energico e passionato -- Piú allegro

Igor Stravinsky (1882-1971) -  

The Firebird Suite (1919)
04.  Introduction -
05. Dance of the Firebird -
06. Round Dance of the princess -
07. Dance of King Kastchei -
08.  Berceuse -
09. Finale

Petrushka Suite (1917)
10.  Russian Dance -
11. Petrushka's Room -
12. The Moor's Room -
13. The Shrovetide Fair

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Chicago Symphony Orchestra
Carlo Maria Giulini, regente

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) - 4 Great Piano Sonatas - Pathétique, Waldstein, Moonlight, Appassionata

Ouvir Beethoven é experimentar uma grande catarse. Ainda mais quando ouvimos aquelas peças que revelaram a profundidade existencial dos seus trabalhos. Nestas quatro sonatas (Patética, Waldstein, Sonata ao Luar e Appassionata), percebemos a genialidade do alemão. Percebemos o quanto Beethoven é largo; o quanto a sua música fala de emoções escondidas; de ideiais que moram no coração do homem. A interpretação de Stanislav Bunin é excelente. Não deixe de ouvir e se humanizar um pouco, em um mundo cada vez mais frio e idiotizado. Definitivamente: essas sonatas emocionam! Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - 

Piano Sonata No. 8 in C minor, Op. 13 - "Pathétique"
01. Grave - Allegro di molto e con brio
02. Adagio cantabile
03. Rondo: Allegro

Piano Sonata No. 21 in C major, Op. 53 - "Waldstein"
04. Allegro con Brio
05. Introduzione. Adagio molto - Attaca
06. Rondo. Allegretto moderato - prestissimo

Piano Sonata No. 14 in C minor Op. 27 no. 2 - "Moonlight"
07. Adagio Sostenuto
08. Allegretto
09. Presto agitato

Piano Sonata no. 23 in F minor Op. 57 - "Appassionata"
10. Allegero assai
11. Andante con moto
12. Allegro ma non troppo

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Stanislav Bunin, piano

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sábado, 4 de maio de 2013

Anton Dvorak (1841-1904) - Symphony No. 7 in D minor, Op. 70, Othello, Op.93 e Holoubek (The Wild Dove), Op.110

Este disco foi lançado o ano passado. Traz um dos trabalhos sinfônicos do compositor tcheco Anton Dvorak de que mais gosto. Trata-se da bela e mais taciturna das sinfonias de Dvorak. Para ser franco, ainda preciso ouvir mais as sinfonias escritas pelo tcheco. Particularmente, admiro as de número 7 e 8. Acho-as elegantes, principalmente a número 8. Já a número 7 possui uma densidade incrível. Esse disco, que ouvi hoje cedo, é muito bom. A orquestra é convincente. O regente, que eu não conhecia, consegue nos presentear com um Dvorak leve, bem agradável. Não deixe de ouvir. Uma boa pareciação!

Anton Dvorak (1841-1904) - 

Symphony No. 7 in D minor, Op. 70
01. I. Allegro maestoso
02. II. Poco adagio
03. III. Scherzo. Vivace
04. IV. Finale. Allegro

Othello, Op.93
05. Othello, Op.93

Holoubek (The Wild Dove), Op.110
06. Holoubek (The Wild Dove), Op.110

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Malaysian Philharmonic Orchestra
Claus Peter Flor, regente


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Modest Mussorgsky (1839-1881) - Pictures at an Exhibition, Zoltan Kodaly (1882-1967) Harry Janos Suite e Sergei Prokofiev (1891-1953) - Lieutenant Kije, Symphonic Suite, Op. 60

De saída para o dentista. Uma ansiedade infame. Respiração entremeada por suspensões. Para relaxar, resolvi postar este belo disco. Traz uma gravação importante da obra-prima de Mussorgsky. A orquestração foi realizada por Maurice Ravel. A regência fica a cargo do grande maestro George Szell. Kodaly e Prokofiev também aparecem no post. Cedezinho especial esse, embora não tenha gerado maiores impressões! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Modest Mussorgsky (1839-1881) -

Pictures at an Exhibition
01. Promenade, Allegro giusto 
02. I. Gnomus   
03. Promenade, Moderato comodo   
04. II. Il vecchio castello  
05. Promenade, Moderato non tanto   
06. III. Tuileries   
07. IV: Bydlo  
08. Promenade, Tranquillo   
09. V. Ballet des poussins dans leurs coques.   
10. VI. Samuel Goldenberg et Schmuyle   
11. VII. Limoges. Le Marche  
12. VIII. Catacombae. Sepulcrum Romanum   
13. Cum mortuis in lingua mortua 
14. IX. La Cabane sur des pattes de poule   
15. X. La Grande Porte de Kiev   

Zoltan Kodaly (1882-1967)

Harry Janos Suite
16. I. Prelude. The Fairy Tale Begins  
17. II. Viennese Musical Clock   
18. III. Song   
19. IV. The Battle and Defeat of Napoleon  
20. V. Intermezzo.   
21. VI. Entrance of the Emporer and his Court 

Sergei Prokofiev (1891-1953) -

Lieutenant Kije, Symphonic Suite, Op. 60
22. I. The Birth of Kije
23. II. Romance   
24. III. Kije's Wedding  
25. IV. Troika  
26. Kije's Funeral  

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Cleveland Orchestra
George Szell, regente

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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Antonio Carlos Gomes (1836-1896) - Abertura & Prelúdios

"Carlos Gomes nasceu em Campinas e ficou conhecido por Nhô Tonico, nome com que assinava, até, suas dedicatórias. Nasceu numa segunda-feira numa humilde casa da Rua da Matriz Nova, na "cidade das andorinhas". Foram seus pais Manuel José Gomes (Maneco Músico) e dona Fabiana Jaguari Gomes.  A vida de Antônio Carlos Gomes foi, sempre, marcada pela dor. Muito criança ainda, perdeu a mãe, tragicamente, assassinada aos vinte e oito anos. Seu pai vivia em dificuldades, com diversos filhos para sustentar. Com eles, formou uma banda musical, onde Carlos Gomes iniciou seus passos artísticos. Desde cedo, revelou seus pendores musicais, incentivado pelo pai e depois por seu irmão, José Pedro de Sant'Ana Gomes, fiel companheiro das horas amargas. É na banda do pai, que mais tarde Carlos Gomes viria a substituir,  que ele vai fazer, em conjunto com seus irmãos, as primeiras apresentações em bailes e em concertos. Nessa época, Antônio Carlos Gomes alternava o tempo entre o trabalho numa alfaiataria costurando calças e paletós, e o aperfeiçoamento dos seus estudos musicais. Aos quinze anos de idade, compõe valsas, quadrilhas e polcas. Aos dezoito anos, em 1854, compõe a primeira Missa, Missa de São Sebastião, dedicada ao pai e repleta de misticismo. Na execução cantou alguns solos. A emoção que lhe embargava a voz comoveu a todos os presentes, especialmente ao irmão mais velho, que lhe previa os triunfos. Em 1857, compõe a modinha Suspiro d'Alma com versos do poeta romântico português Almeida Garrett.  Ao completar 23 anos, já apresentara vários concertos, com o pai. Moço ainda, lecionava piano e canto, dedicando-se, sempre, com afinco, ao estudo das óperas, demonstrando preferência por Giuseppe Verdi. Era conhecido também em São Paulo, onde realizava, freqüentemente, concertos, e onde compôs o Hino Acadêmico,  ainda hoje cantado pela mocidade da Faculdade de Direito. Aqui, recebeu os mais amplos estímulos e todos, sem discrepância, apontavam-lhe o rumo da Corte, em cujo conservatório poderia aperfeiçoar-se. Todavia, Carlos Gomes não podia viajar porque não tinha recursos" . Texto da wikipédia.

Antonio Carlos Gomes (1836-1896) - 

01. Noite Do Castelo Ouverture
02. Joana De Flandres Ouverture
03. Il Guarany Prelude
04. Il Guarany Ouverture
05. Fosca Ouverture
06. Salvator Rosa Ouverture
07. Maria Tudor Ouverture
08. Lo Schiavo Prelude
09. Lo Schiavo Alvorada (Dawn)
10. Condor Ouverture

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Orquestra Sinfônica Brasileira
Yeruham Scharovsky, regente


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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Gustav Mahler (1860-1911) - Symphony No. 1 in D major - "Titã", Hector Berlioz (1803-1869) - Romeo and Juliet, Dramatic Symphony Op.17 e Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Symphony No.7 in A major Op.92 (CDs 1 e 2 de 4)

Vamos a dois excelentes discos. Na verdade, trata-se de uma caixa que traz gravações realizadas pelo grande regente Carlo Maria Giulini, nos anos em que esteve à frente da Orquestra Sinfônica de Chicago. São ao todo quatro discos com um material de primeira - Mahler, Beethoven, Bruckner, Stravinsky etc. Nos dois primeiros discos, temos Giulini regendo Mahler, Berlioz e Beethoven. Destaco Mahler, para quem as apresentações são dispensáveis e sua "Titã", trabalho cuja envergadura é indescrítivel e Beethoven com sua galáxia de humores ensolarados em sua Sinfonia no. 7. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

DISCO 01

Gustav Mahler (1860-1911) - 

Symphony No. 1 in D major - "Titã"
01. I. Langsam, schleppend
02. II. Kraftig, bewegt
03. III. Feierlich und gemessen, onhe zu schleppen
04. IV.Sturmich, bewegt
 
Hector Berlioz (1803-1869) -
 
Romeo and Juliet, Dramatic Symphony Op.17
01. Combat and Tumult - Inter
02. Romeo alone - Melancholy

DISCO 02

01. Scherzo _ Queen Mab, or the Dream Fairy
02.  Love Scene - Night - The Capulet's Garden
03. Romeo at the Tomb of the Capulets - Invocati

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - 

Symphony No.7 in A major Op.92
04. I. Poco sostenuto - Vivace
05. II. Allegretto
06. III. Presto - Assai meno presto -
07. IV. Allegro con brio

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Chicago Symphony Orchestra
Carlo Maria Giulini, regente


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Villa-Lobos (1887-1959) - Choros Nos. 1, 4, 6, 8 e 9

Os Choros de Villa-Lobos são uma declaração, uma afirmação, da imagem do Brasil. São composições belíssimas, exóticas, repletas de brasilidades. Villa declarou sobre o Choro no. 6: "O clima, a cor, a temperatura, a luz, os pios dos pássaros, o perfume do capim melado entre as capoeiras, e todos os elementos da natureza do sertão serviram e motivos de inspiração para esta obra que, no entanto, não representa nenhum aspecto objetivo nem sabor descritivo". Todavia, cada choro funde determinado característica, possuindo uma psicologia própria - que ora ressalta a natureza, ora ressalta a urbanidade de nosso país; os ecos da voz do povo. No Choro no. 8, percebemos "as emanações" telúricas de uma influência stravinskyana (A Sagração da Primeavera), embora Villa não aaceitasse tal assertiva. Ele era inamistoso com influências. Gostava de afirmar que sua música era necessarimente do continente americano. Este disco mostra a música "selvagem" de Villa-Lobos, repleta de florestas, rios caudolosos, cidades povoadas por marchas características, dos ventos do sertão, de essência de capim-gordura etc. A capa é um primor. Traz uma pintura do artista brasileiro Almeida Júnior (O violeiro, de 1899). Fico meio reticente com as consequências dessa postagem, mas sigamos... Boa apreciação!

Villa-Lobos (1887-1959) -

01. Choros No.6 (for orchestra)
02. Choros No.1 (for guitar)
03. Choros No.8 (for large orchestra and 2 pianos)
04. Choros No.4 (for 3 horns and trombone)
05. Choros No.9 (for orchestra)

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São Paulo Symphony Orchestra (OSESP)
John Neschiling, regente


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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Johannes Brahms (1833-1897) - Piano Concerto No. 1 in D minor, Op.. 15 e Piano Concerto No. 2 em B bemol Maior, op. 83

Os dois concertos para piano de Johannes Brahms constituem um dos momentos mais belos e dramáticos da história da música. O drama existe em decorrência da profundidade e das reflexões que experimentamos cada vez que os ouvimos. Os dois possuem características estéticas bem díspares. Enquanto o primeiro possui uma torrente dramática - o que dizer dos lances iniciais? -, o concerto número 2 é repleto de fragrâncias mais tranquilas. Mas, nos dois concertos encontramos a psicologia da música de Brahms - sempre bela e dramática. É como se falasse de todas as coisas do universo; como se nos fizesse refletir sobre todas elas. Particularmente, essa gravação não me impressionou muito, apesar de temos Harnoncourt na regência. Achei-a lenta. O pianista não deixou transparecer o lirismo tão presente na música de Brahms. De qualquer forma, uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - 

DISCO 01

Piano Concerto No. 1 in D minor, Op.. 15
01. Maestoso
02. Adagio
03. Rondo: Allegro non troppo

DISCO 02

Piano Concerto No. 2 em B bemol Maior, op. 83

01. Allegro non troppo
02. Allegro appassionato
03. Andante
04. Allegretto grazioso

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Royal Concertgebouw Orchestra
Nikolaus Harnoncourt, regente
Rudolf Buchbinder, piano


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Joaquín Turina (1882-1949) - Piano Quartet in A minor, Op.67, Violin Sonata No.2 in G major, Op.82, Escena andaluza, Op.7, Piano Trio No.1, Op.35 e La oracion del torero, Op. 34

Após dois dias afastado do blog por causa do excesso de trabalho, reapareço neste espaço de catarses variadas. Trago comigo um compositor espanhol e alguns de seus deliciosos trabalhos para a música de câmara. O compositor da vez é Joaquín Turina, que viveu na primeira metade do século XIX, um momento de grande eferversência musical. Turina conheceu Debussy. Estudou com Vincent d'Indy. Fez boa música. O disco ora apresentado revela as qualidades do compositor espanhol. Música clara. Repleta de um colorido especial - muitas delas extraídos do folclore de seu país. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Joaquín Turina (1882-1949) - 

Piano Quartet in A minor, Op.67
01. 1. Lento - Andante mosso
02. 2. Vivo
03. 3. Andante - Allegretto

Violin Sonata No.2 in G major, Op.82
04.  1. Lento - Tema - Variations 1-3 - And
05.  2. Vivo
06.  3. Adagio - Allegro Moderato

Escena andaluza, Op.7
07. 1. Crepuscule du soir Allegretto mosso - Serenata A
08. 2. À La Fenetre Andantino mosso

Piano Trio No.1, Op.35
09. 1. Lento - Fugue (a l'inverse) - Allegro moderato
10. 2. Theme & Variations 1-5
11. 3. Sonate Allegro

La oracion del torero, Op. 34
12. La oracion del torero, Op. 34

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The Nash Esemble


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domingo, 28 de abril de 2013

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) - Symphony No. 3 "Pastoral", Symphony No. 4, Symphony No. 5, Norfolk Rhapsody #1 e The Lark Ascending (CDs 3 e 4 de 7)

Estou desde cedo ouvindo Rauph Vaughan Williams. E qual a característica proeminente do compositor? A beleza. Creio que essa palavra explique bem os seus trabalhos. Ouvi a bela Sinfonia no. 3 ("Pastoral"), um hino expressivamente delicado. Fiquei extasiado com a fantástica número 5. E com a beleza triste da Rapsódia no. 1 e do The Lark Ascendig. A estética de Williams fala de uma eteridade, de uma espiritualidade fina; de uma forte transcendência. Música de uma singeleza única. Williams foi um compositor que buscou traduzir o folclore e a alma inglesa. E o fez. Mais dois extraordinários discos. Não deixe de ouvir. Uma boa pareciação!

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) - 

DISCO 01

Symphony No. 3 "Pastoral"
01. I - Molto moderato
02. II - Lento moderato
03. III - Moderato pesante
04. IV - Lento – Moderato Maestoso

Symphony No. 4
05.  I. Allegro
06. II. Andante Moderato
07. III. Scherzo (Allegro Molto)
08. IV. Finale con Epilogo Fugato

DISCO 02

Symphony No. 5
01. I_ Preludio (moderato)
02. II_ Scherzo (Presto)
03. III_ Romanza (Lento)
04. IV_ Passacaglia (Moderato)

Norfolk Rhapsody #1
05. Norfolk Rhapsody #1

The Lark Ascending
06. The Lark Ascending

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London Philharmonic Orchestra
Lonon Philharmonic Choir
Bernard Haitink, regente

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sábado, 27 de abril de 2013

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - The Complete Piano Trios

Mozart é exato demais! Enquanto escuto esses trios para piano, fico a pensar como ele é sempre "redondo". Sua música possui excesso de beleza; excesso de virtude - se é que estou conseguindo me expressar. Não sei se os anjos enjoam de serem anjos; se deus enjoa de ser deus. Não sei se o sublime se cansa de ser sublime. O que estou querendo dizer é que a blandícia pode fazer cansar. Alguém ao andar por uma rua reta pode desejar uma curva; um intervalo para quebrar a regularidade da paisagem. Mozart é regular por demais. Sua música é perfeitamente bela. Toda matematicamente exata. Singela. E ouvi-lo por demais pode nos fazer cansar da paisagem. Atualmente prefiro as paisagens irregulares. Os grandes ideais. Os dramas mahlerianos; ou a angústia pessimista e irônica de Shostakovich. Mas sigamos ouvindo esse belo disco com os trios para piano. As paisagens são sempre belas. Ainda não sei se os anjos cansam de serem anjos... Uma boa apreciação desse disco fantástico com o Beaux Arts Trio

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 

DISCO 01

Piano Trio in E major, K.542
01. 1. Allegro
02. 2. Andante grazioso
03. 3. Allegro

Piano Trio in B-flat major, K.502
04. 1. Allegro
06. 2. Larghetto
05. 3. Allegretto

Piano Trio in G major, K.564
06. 1. Allegro
08. 2. Andante. Thema mit Variationen
09. 3. Allegretto

Piano Trio in C major, K.548
10. 1. Allegro
12. 2. Andante cantabile
11. 3. Allegro

DISCO 02

Piano Trio in B-flat major, K.254
01. 1. Allegro assai
02. 2. Adagio
03.  3. Rondeau. Tempo di menuetto

Piano Trio in G major, K.496
04. 1. Allegro
05. 2. Andante
06. 3. Allegretto. Tehma mit Variationen

Trio for piano, clarinet and viola in E-flat, K.498 'Kegelstatt'
07. 1. Andante
08. 2. Menuetto
09. 3. Rondeau...

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Beaux Arts Trio
Stephen Kovacevich, piano
Patrick Ireland, viola
Jack Brymer, clarinete


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