sábado, 8 de maio de 2010

Johannes Brahms (1833-1897) - As Quatro Sinfonias - Toscanini (1952)

O escritor Sylvio Lago Júnior no seu livro A Arte da Regência, um calhamaço de quase 700 páginas, afirma que "Toscanini passou para a história dos maestros como um dos seus maiores, e o ponto de interseção das mudanças consideráveis de estilo, técnica e concepção da regência do século XX. Pela extraordinária inteligência ordenadora, pelas sábias recriações das grandes obras, pela generosidade de sua natureza e, principalmente, pela influência poderosa que exerceu sobre toda a direção no século XX, o maestro italiano foi responsável, pela transição da regência do século XIX para os modernos conceitos de intérpretes de nosso tempo". São por essas e outras que eu não deveria de deixar de postar essa integral das sinfonias de um dos meus compositores favoritos com um excelente regente. Já postei aqui no blog uma integral das sinfonias de Beethoven com o próprio Toscanini. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - As Quatro Sinfonias - Toscanini (1952)

Disco 1

Applause
01. Applause

British National Anthem
02. British National Anthem

Tragic Overture, Op. 81
03. Tragic Overture, Op. 81

Symphony No. 1 in C minor, Op. 68
04. I. Un poco sostenuto - Allegro
05. II. Andante sostenuto
06. III. Un poco allegretto e grazioso
07. IV. Adagio - Più andante - Allegro non troppo, ma con brio

Disco 2

Symphony No. 2 in D major, Op. 73
01.I. Allegro non troppo
02. II. Adagio non troppo
03. III. Allegretto grazioso (Quasi andantino - Presto, ma non assai
04. IV. Allegro con spirito

British National Anthem
05. British National Anthem

Variations on a Theme by Haydn, Op. 56a
06. Chorale (St. Antoni)
07. I. Poco più animato
08. II. Più vivace
09. III. Con moto
10. IV. Andante con moto
11. V. Vivace
12. VI. Vivace
13. VII. Grazioso
14. VIII. Presto non troppo
15. Finale

Disco 3

Symphony No. 3 in F major, Op. 90
01. I. Allegro con brio - Un poco sostenuto - Tempo I
02. II. Andante
03. III. Poco allegretto
04. IV. Allegro - Un poco sostenuto

Symphony No. 4 in E minor, Op. 98
05. I. Allegro non troppo
06. II. Andante moderato
07. III. Allegro giocoso - poco meno presto
08. IV. Allegro energico e passionato - Più allegro

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Live Royal Festival Hall, London, England
Philharmonia Orchestra
Arturo Toscanini, regente

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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Bernstein conduz Mozart, Mendelssohn, Tchaikovsky e Dvorak

Interessante que não achei estes quatro CDs em local nenhum. São 4 CDs que trazem peças de uma grandiosidade clássica inquestionável regidas pelo regente americano Leonard Bernstein. Bernstein foi um dos nomes mais importantes da música do século XX. Pianista, compositor, maestro, entusiasta, promotor da carreira de outros músicos, em tudo isso Bernstein atuou como nenhum outro. Suas gravações são uma referência. Esteve à frente das principais orquestra dos mundo - Berlin, Nova York, Boston, Viena, entre outras. Aqui temos uma oportunidade de ver o maestro em ação. Mozart, Mendelssohn, Tchaikovsky e Dvorak são interpretados com bastante primor. Na minha opinião, acredito que tenha faltado Beethoven e Brahms para que o repertório ficasse completo. Boa apreciação!

Bernstein conduz Mozart, Mendelssohn, Tchaikovsky e Dvorak

Disco 1

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) -
Sinfonia No. 41 em Dó maior, K 551 - "Júpiter"
01. Allegro vivace
02. Andante cantabile
03. Menuetto.Allegreto - Trio
04. Molto allegro

Sinfonia No. 40 em Sol menor, K. 550
05. Molto Allegro
06. Andante
07. Menuetto: Allegreto
08. Allegro Assai

Wiener Philharmoniker
Leonard Bernstein, regente

Disco 2

Felix Mendelssohn (1809-1847) -

Sinfonia No. 3 em A maior, Op. 56 - "Escocesa
"
01. Andante con moto-Allegro un poco agitato
02. Vivace non troppo
03. Adagio
04. Allegro vivacissimo-Allegro maestoso assai

Sinfonia No. 4 em A menor, Op. 90 - "Italiana"
05. Allegro vivace
06. Andante con moto
07. Con moto moderato
08. Saltarello

Israel Philharmonic Orchestra
Leonard Bernstein, conductor

Disco 3

Piotr Ilytch Tchaikovsky (1840-1893) -

Sinfonia No. 6 in B minor, Op. 74 - "Patética"

01. Adagio – Allegro non troppo
02. Allegro con grazia
03. Allegro molto vivace
09. Finale
— Adagio lamentoso

New York Philharmonic
Leonard Bernstein, regente

Disco 4

Antonín Dvorak (1841-1904) -

Sinfonia No. 9 em E menor, Op. 95 - "Do Novo Mundo"
01. Adagio - Allegro Molto
02. Largo
03. Scherzo - Molto Vivace - Poco Sostenuto
04. Allegro con Fuoco

3 Slavonic Dances op. 46
05. No.1 in C major. Presto
06. No.3 in A flat major. Poco allegro
07. No.8 in G minor. Presto

Israel Philharmonic Orchestra
Leonard Bernstein, regente

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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Johannes Brahms (1833-1897) - Concertos para piano e orquestra No.1 em Ré menor, Op. 15 e Concerto para piano e orquestra em B bemol maior, Op. 83

Diga o que quiserem, mas não abro mão de determinados compositores. Um deles é Brahms. Há pessoas que tentam transformar opiniões pessoais em dogmas. Esse é o primeiro passo para a tirania. Mas há realidades que, digamos, é resultado de algo consensual. Por mais que não gostemos, temos que admitir que ali está algo de valor - mesmo que não simpatizemos ou não esteja consoante com as nossas preferências estéticas. Acredito que isso diga respeito aos dois concertos para piano e orquestra de Brahms. Juntamente com os cinco concertos para piano e orquestra de Beethoven e alguns de Mozart, julgo que se trata das peças mais belas e profundas que já escritas para o piano. O concerto no. 1 foi escrito quando Brahms era um jovem de 25 anos de idade. Como muitas das obras de Brahms, o compositor levou bastante tempo para concluir. Os acordes iniciais do concerto nos faz pensar numa sinfonia grandiosa. A tensão provocante, tonitruante, chega a nos assustar. Quando o piano aparece um mar de lirismo e uma amenidade trágica toma-nos pelas mãos e nos guia por mares de beleza. Já o concerto número 2 foi composto 21 anos após o primeiro, ou seja, em 1881. Não quero transformar minhas palavras em dogma, mas é preciso ouvir este CD. Traz um time poderoso: Karl Bohm e Maurizio Pollini. Boa apreciação!

P.S. Infelizmente não achei o CD. Acredito que esteja esgotado. Vai a indicação do DVD.

Johannes Brahms (1833-1897) - Concertos para piano e orquestra No.1 em Ré menor, Op. 15 e Concerto para piano e orquestra em B bemol maior, Op. 83

Disco 1

Concerto para piano e orquestra No. 1 em Ré menor, Op. 15
01. Maestoso
02. Adagio
03. Rondo - Allegro non troppo

Disco 2

Concerto para piano e orquestra em B bemol maior, Op. 83
04. Allegro non troppo
05. Allegro appassionato
06. Andante
07. Allegretto grazioso

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Wiener Philharmoniker
Karl Böhm, regente
Maurizio Pollini, piano

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Jean Sibelius (1865-1857) - Symphony No. 1 in E minor, Op. 39 e Symphony No. 3 in C major, Op. 52 (CD 1 de 4)

Como gosto das sinfonias de Sibelius! As sete são para mim um grande refrigério. Tenho uma relação de carinho com cada uma delas. São de grande beleza e profundidade. Sibelius assim como Beethoven usou estas construções para trabalhar suas ideias. Há quem considere Sibelius um grande reacionário por trabalhar aspectos da música do século XIX em pleno século XX. Mas penso que o seu romantismo tardio é imenso, assim como também em Tchaikovsky ou Dvorak. Acredito de modo particular que ele não trabalhou temas esgotados. Sua música possui uma limpidez fascinante, uma relação de respeito para com a natureza que é tão exuberante em sua terra, a Finlândia. Durante algum tempo andei a procurar uma versão que fizesse jus ao tamanho das sinfonias de Sibelius. Pensei na famosa versão de Rattle; separei a de Loren Maazel; e até mesmo Blomstedt. Mas assim que ouvi esta interpretação primorosa com Bernstein, pensei: "É essa!" Portanto, aqui vai! Neste primeiro post teremos as sinfonias de número 1 e 3. Uma boa apreciação!

Jean Sibelius (1865-1857) - Symphony No. 1 in E minor, Op. 39 e Symphony No. 3 in C major, Op. 52

Symphony No. 1 in E minor, Op. 39
01. Andante ma non troppo - Allegro energico
02. Andante (ma non troppo lento)
03. Scherzo. Allegro
04. Finale (Quasi una fantasia). Andante - Allegro molto

Recorded 1967

Symphony No. 3 in C major, Op. 52
05. Allegro moderato
06. Andantino con moto, quasi allegretto
07. Moderato - Allegro (ma non tanto)

Recorded 1965

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New York Philharmonic
Leonard Bernstein, regente

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Arnold Schoenberg (1874-1951) Serenade, Op. 24, 5 Pieces for Orchestra, Op. 16 e Ode to Napoleon Buonaparte, Op. 41

Um post de extraordinário calibre. Um CD que revela hiatos bem interessantes da produção de Schoenberg. Empregar adjetivos de grande, revolucionário, importante, a Schoenberg é patinar no que já foi dito. Qualquer estudo que se faça na história da música deve incluir esse austríaco que além de músico era pintor, amante da literatura e filosofia. Dizem que Schoenberg era fascinado pelos números, tendo criado uma relação "zagálica" com o número "13". Mas isso é outra história. Ouçamos a música de Arnold. Boa apreciação!

Arnold Schoenberg (1874-1951) Serenade, Op. 24, 5 Pieces for Orchestra, Op. 16 e Ode to Napoleon Buonaparte, Op. 41

Serenade, op.24 (1920-23) for clarinet, bass clarinet, mandolin, guitar, violin, viola, cello, and a deep male voice 01. I. Marsch
02. II. Menuett
03. III. Variationen
04. IV. Sonett von Petrarca: "O könnt' ich je der Rach' an ihr genesen"
05. V. Tanzscene
06. VI. Lied (ohne Worte)
07. VII. Finale

Recorded in Paris, April 10, 1979

5 Pieces for Orchestra, op.16 (1909, rev. 1922)
08. I. Vorgefühle
09. II. Vergangenes
10. III. Farben
11. IV. Peripetie
12. V. Das obligate Rezitativ

Recorded in London, September 23, 1976

Ode to Napoleon Buonaparte, op.41 (1942) for string quartet, piano, and reciter
13. Ode to Napoleon Buonaparte, op.41

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BBC Symphony Orchestra
Esemble InterContemporain
Pierre Boulez, regente

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terça-feira, 4 de maio de 2010

Karol Maciej Korwin-Szymanowski (1882-1937) - Complete Works For Violin & Piano

Szymanowski estudou piano com Henrich Neuhaus. Em seguida, recebeu instrução de Zawirski e Noskowski, nas disciplinas de harmonia, contraponto e composição. Suas composições foram apresentadas por grandes intérpretes, entre eles o violinista Pawel Kochanski e o pianista Artur Rubinstein. Sua ópera "Rei Roger" (1924) é um de seus maiores sucessos. Compôs dois Concertos para Violino e Orquestra, quatro sinfonias, música de câmara, canções e várias obras para piano. A sua Sonata nº2 para piano, Opus 21, é de 1911, e teve sua primeira execução pública realizada por Artur Rubinstein. Szymanowski é autor também de Metópes e Mirtis, peças para piano que revelam influência de Debussy. Suas vinte mazurkas, Opus 50, são obras escritas numa linquagem moderna e em nada se assemelham às de Chopin. Entre seus quatro Estudos para piano, Opus 4, o terceiro é provavelmente uma de suas mais belas criações. Boa apreciação!

Extraído DAQUI

Karol Maciej Korwin-Szymanowski (1882-1937) - Complete Works For Violin & Piano

Nocturne & Tarantella, Op. 28
01. 1. Nocturne
02. 2. Tarantella

Mythes, Op. 30
03. 1. La Fontaine D'Aréthuse
04. 2. Narcisse
05. 3. Dryades & Pan

Romance In D, Op. 23
06. Romance In D, Op. 23

Violin Sonata In D Minor, Op. 9
07. 1. Allegro Moderato: Patetico
08. 2. Andantino Tranquillo & Dolce
09. 3. Finale: Allegro Molto, Quasi Presto

3 Paganini Caprices, Op. 40
10. 1. Andante Dolcissimo (#20)
11. 2. Adagio (#21)
12. 3. Tema: Vivace (#24)

Lullaby, Op. 52, 'La Berceuse D'Aïtacho Enia'
13. Lullaby, Op. 52, 'La Berceuse D'Aïtacho Enia'

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Alina Ibragimova, violino
Cédric Tiberghien, piano

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

César Franck (1822-1890) - Sinfonia em Ré menor e Vincent d'Indy (1851-1931) - Variações Sinfônicas Istar, Op. 42

César-Auguste-Jean-Guillaume-Hubert Franck foi um organista e compositor belga. Com quinze anos, após os estudos em sua cidade natal, foi para Paris onde passou a freqüentar o conservatório. Suas primeiras composições datam desta época e incluem quatro trios para piano e cordas (Trio op.1 no.1), além de peças para piano. Já separei os 4 trios para postar. Rute, uma cantata bíblica, foi composta com sucesso no conservatório em 1846. Deixou inacabada a ópera Le Valet de Ferme, iniciada em 1851. Durante muitos anos, Franck levou uma vida retirada, dedicando-se ao ensino e a seus deveres de organista, adquirindo renome como improvisador. Escreveu também uma missa, motetos, peças para órgão e outros trabalhos de cunho religioso. Professor do Conservatório de Paris em 1872, naturalizou-se francês no ano seguinte. Sua obra-prima é o poema sinfônico Les Béatitudes. Foi recebida, no entanto, com frieza na única execução pública durante a vida do autor. Possivelmente, venha a postar este extraordinário poema sinfônico. Outros poemas sinfônicos de Franck são Les Éolides, de 1876, Le Chasseur Maudit, de 1883 e Psyche, de 1888, sendo que os dois primeiros já foram postados aqui e o último ainda será postado. Já, por sua vez, Paul Marie Théodore Vincent d'Indy (Paris, 27 de março de 1851 — Paris, 2 de dezembro de 1931) foi um compositor e professor francês. Em 1894, foi o principal fundador da "Schola Cantorum". Compôs três sinfonias, as Variações Sinfônicas Istar, três óperas, canções, música de câmara, aberturas, e algumas peças para piano.

Textos com adaptações extraídos DAQUI e DAQUI.

César Franck (1822-1890) - Sinfonia em Ré menor

01. Lento - Allegro non troppo
02. Allegretto
03. Allegro non troppo

Chicago Symphony Orchestra
Pierre Monteux, regente

Vincent d'Indy (1851-1931) - Variações Sinfônicas Istar, Op. 42

05 - I. Très lent
06 - II. Un peu plus animé
07 - III. Très animé
08 - IV. Le double plus vite

San Francisco Symphony
Pierre Monteux, regente

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domingo, 2 de maio de 2010

Claude Debussy (1862-1918) - Préludes - Book 1, D'un Cahier D'esquisses, Children's Corner e Suite Bergamasque

O pianista brasileiro Nelson Freire tornou-se alguém de suma importância no mundo da interpretação pianística. Respeitado no mundo inteiro, Nelson tem frequentado as principais salas de concertos de todo os cantos do planeta. Neste CD que dispensa comentários, temos um pouco das habilidades do moço de mineiro. Boa apreciação!

Claude Debussy (1862-1918) - Préludes - Book 1, D'un Cahier D'esquisses, Children's Corner e Suite Bergamasque

01. Préludes - Book 1 - 1. Danseuses De Delphes 3:14
02. Préludes - Book 1 - 2. Voiles 3:12
03. Préludes - Book 1 - 3. Le Vent Dans La Plaine 1:59
04. Préludes - Book 1 - 4. Les Sons Et Les Parfums Tournent Dans L'air Du Soir 3:31
05. Préludes - Book 1 - 5. Les Collines D'Anacapri 2:44
06. Préludes - Book 1 - 6. Des Pas Sur La Neige 3:56
07. Préludes - Book 1 - 7. Ce Qu'a Vu Le Vent D'ouest 3:10
08. Préludes - Book 1 - 8. La Fille Aux Cheveux De Lin 2:23
09. Préludes - Book 1 - 9. La Sérénade Interrompue 2:21
10. Préludes - Book 1 - 10. La Cathédrale Engloutie 7:04
11. Préludes - Book 1 - 11. La Danse De Puck 2:28
12. Préludes - Book 1 - 12. Minstrels 2:14
13. D'un Cahier D'esquisses 4:53
14. Children's Corner - 1. Doctor Gradus Ad Parnassum 2:09
15. Children's Corner - 2. Jimbo's Lullaby 3:10
16. Children's Corner - 3. Serenade For The Doll 2:36
17. Children's Corner - 4. The Snow Is Dancing 2:28
18. Children's Corner - 5. The Little Shepherd 1:59
19. Children's Corner - 6. Golliwogg's Cakewalk 2:47
20. Suite Bergamasque - 3. Clair De Lune 4:53

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Nelson Freire, piano

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sábado, 1 de maio de 2010

Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 4 em G e Sinfonia No. 5 em Dó Sustenido Menor

Quarta Sinfonia: Muitos biógrafos e musicólogos ainda incluem nesta fase [dos pensamentos profundos sobre a existência humana, o sofrimento e a salvação] a sua Quarta Sinfonia, por ela ainda manter inspiração nos textos do Knaben Wunderhorn, e por seu último movimento ter sido pensado originalmente para o final da Terceira. Mas são universos já bastante distintos, apesar das semelhanças físicas, pois, ao contrário das anteriores, sua Quarta Sinfonia é uma das mais simples e objetivas. Talvez já tendo esgotado os recursos grandiloqüentes da Segunda e Terceira, Mahler procurou nesta a extrema simplicidade, pureza de timbres e de temas, síntese de idéias e evitando os efeitos de massa instrumental das sinfonias precedentes. Com isso conseguiu apurar ainda mais sua técnica de composição, mas ainda aproveitou a voz humana no último movimento, com um texto do Wunderhorn sobre as impressões de uma criança no Paraíso. Um final extremamente simples, mas também muito significativo na obra de Mahler, que prima pelo discurso claro, de transparência cristalina, mas cuja riqueza de idéias e de temas nada fica a dever às Sinfonias anteriores.

Quinta Sinfonia: As três sinfonias que se sucederam são puramente instrumentais, e Mahler inaugura com elas um novo ciclo, mais "musical", sem interferências de textos e narrativas extra-musicais. Mas, apesar disso, são sinfonias que não abandonam as intenções filosóficas, apenas as deixa mais subjetivas. Sua Quinta Sinfonia é a mais conhecida e também a mais importante, obra divisora de águas, em que Mahler busca uma fusão de suas convicções pessoais com sua poderosa intuição estética, na tentativa de transformar suas idéias em música pura. Dividida em três partes, ela organiza de uma maneira bastante convicta o que antes aparecia de maneira implícita, ou seja, a narrativa musical saindo do trágico e caminhando para o triunfo. A primeira parte abre com uma marcha fúnebre, seguida de um movimento tempestuoso e enérgico (não sem a indicação da esperança, num tema que depois será retomado com alegria abundante no final), caracterizando o conflito e definindo suas metas. A segunda parte engloba um único movimento, o Scherzo, mais descontraído e musicalmente muito bem arquitetado, como se fortalecendo as bases para a terceira e última parte. Esta inicia com o famoso adagietto, talvez a mais conhecida passagem de Mahler, um movimento escrito apenas para cordas, lento e de beleza incomparável em sua obra. Um grande hino de amor e esperança. O final mescla temas dos movimentos anteriores, mas sempre direcionando-os para a resolução dos conflitos, com passagens simples, quase infantis, concluindo com uma grande explosão de alegria. A Quinta é, para muitos, sua mais característica obra, onde suas idéias musicais e convicções pessoais estão dispostas de maneira mais equilibrada e segura (apesar do próprio Mahler ter revisto várias vezes a partitura e se espantava em verificar erros de orquestração cada vez que fazia uma nova revisão).

Extraído DAQUI

P.S. Infelizmente achei o CD apenas na Amazon inglesa.

Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 4 em G

Disco 1

01. I. Bedächtig. Nicht eilen
02. II. In gemächlicher Bewegung. Ohne Hast
03. III. Ruhevoll
04. IV. Das himmlische Leben. Sehr behaglich

Concertgebouw Orchestra
Sylvia Stahlman, soprano
Sir George Solti, regente

Disco 2

Sinfonia No. 5 em Dó Sustenido Menor

01. 1. Trauermarsch
02. 2. Stürmisch bewegt. Mit grösster Vehemenz
03. 3. Scherzo - Kraftig, nicht zu schnell
04. 4. Adagietto - Sehr langsam
05. 5. Rondo - Finale - Allegro

Chicago Symphony Orchestra
Sir Georg Solti, regente

Na Amazon

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Nikolay Rimsky-Korsakov (1844-1908) - Scheherazade (Suíte Sinfônica), Op. 35 e Russion Easter, Op. 36 e A.P. Borodin - Symphony No. 2 in B minor

Fiquei entusiasmado com este CD após ouvi-lo. É uma das melhores gravações que eu já escutei da obra Scheherazade de Rimsky-Korsakov. Maravilhosa. É uma peça de grande beleza, de passagens magnificentes. Kirill Kondrashin, apresentado neste post, foi um extraordinário regente. Borodin que estava ausente de O SER DA MÚSICA também surge neste Cd primoroso. Boa apreciação!

Nikolay Rimsky-Korsakov (1844-1908) - Scheherazade (Suíte Sinfônica), Op. 35 e Russion Easter, Op. 36
01. 1 The sea and Sindbad's ship
02. 2 The story of the Kalender prince
03. 3 The young prince and the princess
04. 4 Festival at Baghdad - The sea - Shi

Aleksandr Porfirevich Borodin (1833-1887) - Symphony No. 2 in B minor
05. I. Allegro
06. II. Scherzo_ prestissimo - Trio
07. IV. Andante
08. V. Finale_ Allegro
Na Amazon
Concertgebouw Orchestra
Kirill Kondrashin, regente
 

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Leos Janácek (1854-1928) - Sinfonietta for Orchestra e Preludes to Operas

Eu geralmente posto aquilo que ouço. Isso me disciplina a ouvir aquilo que está em minhas mãos. Se assim não proceder, o prejuízo torna-se imenso. Foi assim que eu procedi para postar este CD com o compositor tcheco Leos Janécek, patrício de Dvorak. A música de Janacek está repleta de um forte tom folclórico. Janáček pertence a uma geraçãode compositores que procuraram um maior realismo e uma maior conexão com a vida cotidiana, combinada com uma utilização mais abrangente de recursos musicais. Neste magnífico CD temos a Sinfonieta para Orquestra e Prelúdios de suas principais óperas. A Sinfonieta em particular foi feita em homenagem às Forças Armadas da Checoslováquia. Após ouvir uma banda de metais, Janácek encontrou uma tema motivador para compor a peça. Segundo Janácek, a obra enfatizava "o homem livre contemporâneo, a beleza, alegria, determinação e força para lutar pela vitória". Uma boa apreciação desse importante material!

P.S. Infelizmente não achei o CD na Amazon

Leos Janácek (1854-1928) - Sinfonietta for Orchestra e Preludes to Operas

Sinfonietta for Orchestra
01. I. Allegretto-Allegro-Maestoso
02. II. Andante-Allegretto-Maestoso
03. III. Moderato-con moto-Tempo primo-Prestissimo-Moderato
04. IV. Allegretto
05. V. Andante con moto-Maestoso-Allegretto-Allegro-Maestoso-Adagio

Prelude to The Makropulos Affair
06. Prelude to The Makropulos Affair

Prelude to Katya Kabanova
07. Prelude to Katya Kabanova

Prelude to The House of the Dead
08. Prelude to The House of the Dead

Prelude to Jealousy (Jenufa)
10. Prelude to Jealousy (Jenufa)

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The Pro Arte Orchestra
Charles Mackerras, regente

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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Dmtri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 5 em Ré menor, Op. 47 e Sinfonia No. 6 em Si menor, Op. 54

Apesar de ter mais de 200 posts separados para serem postados, hoje me bateu uma profunda indecisão sobre o que postar. Olhei, analisei e acabei encontrando esta maravilha. Duas sinfonias - as de números 5 e 6 - de um dos meus compositores favoritos - Shostakovich. E não se trata de qualquer gravação. A regência das mencionadas sinfonias do Shosta é executada pelo deus da regência - Evgeny Mravinsky - e por Mstslav Rostropovich. Apenas fazendo uma digressão: encontrava-me entendiado antes de ouvir a música de Shosta com Mravinsky e após a sonoridade inconfundível da Filarmônica de Leningrado entrar pelos meus ouvidos e tomar todo o meu ser com a Quinta Sinfonia, fui acometido por um profundo entusiasmo. Boa apreciação dessa CD imperdível.

Dmtri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 5 em Ré menor, Op. 47 e Sinfonia No. 6 em Si menor, Op. 54

Sinfonia No. 5 em Ré menor, Op. 47
01. Moderato
02. Allegretto
03. Largo
04. Allegro non troppo

Leningrad Philharmonic Orchestra
Evgeny Mravinsky, regente

Sinfonia No. 6 em Si menor, Op. 54
05. Largo
06. Allegro
07. Presto

National Symphony Orchestra
Mstislav Rostropovich, regente

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Trio en Si bémol majeur, Op. 11 e Trio en Mi bémol majeur, Op. 38

Quanto mais escuto Beethoven, mais robustece dentro de mim a percepção de que estou diante de uma dádiva, de um evento sacralizante. Beethoven era um homem de personalidade dura, indomável, mas de um gênio, de uma capacidade de fecundar ímpetos de sensibilidade. Não me canso de ouvir o mestre alemão. Minha paixão pela sua música é um acontecimento que me aviva. Faz surgir dentro de mim uma alegria fecunda. É uma alegria silenciosa e reverente. Não é a alegria que surge de dentes escancarados, cínica, extravagante. É uma alegria que me leva a mim mesmo e me torna mais complacente para com comigo e para com os demais homens. Beethoven depura em mim o "sim"e o "não" da vida e me torna capaz de acreditar de que viver vale a pena. Estes dois deliciosos trios traduz em completa exatidão aquilo que minhas palavras parcas não foram capazes de pintar. Ouça e aprecie!

P.S. Encontrei o CD somente na Amazon francesa.

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Trio en Si bémol majeur, Op. 11 e Trio en Mi bémol majeur, Op. 38

Trio en Si bémol majeur, Op. 11
01. I. Allegro con brio
02. II. Adagio
03. III. Tema con variazioni 'Pria ch'io l'impregno'

Trio en Mi bémol majeur, Op. 38
04. I. Adagio- Allegro con brio
05. II. Adagio cantabile
06. III. Tempo di minuetto
07. IV. Tema con variazioni
08. V. Scherzo
09. VI. Andante con moto alla marcia - Presto

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Florent Héau, clarinete
Jérome Ducros, piano
Henri Demarquette, violoncelo

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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Marin Marais (1656 -1728) -Sonnerie De Sainte-Geneviève Du Mont De Paris, Suite N°1 e Suite N°4

Marin Marais foi um extraordinário compositor francês. Afirmam os inventores de causos que Marin Marais aprendeu viola da gamba tão rápido que em seis meses superou o mestre. Escreveu quatro óperas, mas ficou conhecido mesmo pelas composições instrumentais. Marais escreveu perto de 600 peças para viola, repartidas em 5 livros, cada um deles compreendendo, entre outras, uma quarentena de suites, às vezes com peças de caracteres, como Tombeau pour Monsieur de Sainte-Colombe. Este belo CD revela um pouco da arte de Marin. Boa apreciação!

Marin Marais (1656 -1728) -Sonnerie De Sainte-Geneviève Du Mont De Paris, Suite N°1 En Do Majeur Pour Flute, Dessus De Viole Et Clavecin e Suite N°4 En Re Majeur Pour Basse De Viole Et Clavecin

Sonnerie De Sainte-Geneviève Du Mont De Paris
01 - Sonnerie De Sainte-Geneviève Du Mont De Paris

Suite N°1 En Do Majeur Pour Flute, Dessus De Viole Et Clavecin
02 -Prelude
03. Sarabande
04. Fantaisie
05. Loure
06. La Bagatelle
07. Gavotte
08. Menuet
09. Rondeau

Suite N°4 En Re Majeur Pour Basse De Viole Et Clavecin
10. Prélude
11. Allemande
12. Courante
13. Sarabande
14. La Folette
15. Gigue
16. Gavotte
17. Menuet La Chanterelle
18. Menuet La Trompette
19. Rondeau
20. Plainte
21. Charivary

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Nikolaus Harnoncourt, dessus de viole, basse de viole
Alice Harnoncourt, violon
Leopold Stastny, flute travesiere
Herbert Tachezi , cravecin

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sábado, 24 de abril de 2010

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sonata para flauta e piano em Si bemol maior, Sonata para flauta e piano em Fá maior, Op. 17 e Serenata em Ré, Op.

Um CD de rara e delicada beleza, digno de Beethoven. Estas peças para flauta e piano de Beethoven são doces, alegres, repletas de beleza. Percebo aqui um Beethoven jovem, apesar de não ter encontrado uma referência histórica sobre a época de composição das peças. É um CD para se ouvir com bastante recorrência. Ele tranquiliza-nos. Sopra as melhores impressões numa alma que anseia pela solidão. Solidão é terapia. Apenas um piano e uma flauta são capazes para nos elevar. De nos transformar. Permite que acessemos, pela imaginação, as sensações mais nobres de um outono sábatico. Boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sonata para flauta e piano em Si bemol maior, Sonata para flauta e piano em Fá maior, Op. 17 e Serenata em Ré, Op. 41

Sonata para flauta e piano em Si bemol maior
01. Allegro
02. Polonaise
03. Largo
04. Thème et variations

Sonata para flauta e piano em Fá maior, Op. 17
05. Allegro moderato
06. Poco adagio quasi andante
07. Rondo

Serenata em Ré, Op. 41
08. Entrata - Allegro
09. Tempo Ordinario d'un Menuetto
10. Allegro molto
11. Andante con variazoni
12. Allegro scherzando e vivace
13. Adagio
14. Allegro vivace desinvolto

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Emmanuel Pahud, flauta
Eric Lesage, piano Steinway

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Robert Schumann (1810-1856) - Sinfonia No. 3 in E flat major Op. 97 - "Renana", Franz Schubert (1797-1829) - Gesang der Geister über den Wassern e etc

Este CD traz duas peças que muito estimo - A Sinfonia No. 3 de Schumann - "Renana" - e a Sinfonia No. 8 de Schubert - "Inacabada". Esta última constitui para mim um hino. Entrei no mundo da música erudita por intermédio dessa peça. Ela foi a para mim a porta dimensional que me conduziu a um mundo de fascínio, beleza e revelações sublimes. Nunca deixei de ouvi-la. Sempre que posso, faço o meu dever. É um imperativo revigorante. Nesta gravação ao vivo, regida pelo competente Nikolaus Harnoncourt, temos uma excelente registro. Não deixe de apreciar!

Robert Schumann (1810-1856) - Sinfonia No. 3 in E flat major Op. 97 - "Renana" 
01. I. Lebhaft 
02. II. Scherzo - Sehr maessig 
03. III. Nicht schnell 
04. IV. Feierlich 
05. V. Lebhaft 

Franz Schubert (1797-1829) - Gesang der Geister über den Wassern 
06. Gesang der Geister über den Wassern 

Sinfonia No. 8 em B menor, D. 759 - "Inacabada" 
07. Allegro moderato 
08. Andante con moto 

Vienna Philharmonic Orchestra 
Arnold Schoenberg Choir 
Nikolaus Harnoncourt, regente 


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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Hector Berlioz (1803-1869) - Le Carnaval Romain Overture, Op. 9 e Symphonie Fantastique for Orchestra, H.48, Op. 14

A Sinfonia Fantástica Opus 14, nome oficial Episódio da Vida de um Artista, Sinfonia Fantástica em Cinco Partes (em francês Épisode de la vie d’un artiste, symphonie fantastique en cinq parties), foi a primeira sinfonia de Hector Berlioz , composta no ano de 1830. é o verdadeiro nome da obra, apresentada no dia 5 dezembro de 1830 no Conservatório de Paris, sob a batuta do maestro François-Antoine Habeneck. Esta apresentação difere da que conhecemos hoje, uma vez que Berlioz revisou o trabalho durante anos e só veio a republicá-la em 1845.

É o trabalho mais conhecido de Berlioz e foi criado por inspiração de sua paixão pela atriz irlandesa Harriet Smithson, após vê-la representar o papel de Ofélia na peça Hamlet, de Shakespeare, no Teatro de Paris, em 1827, e também pela leitura de Fausto, de Johann Wolfgang von Goethe. A obra é um marco na música francesa, pois inaugura o sinfonismo na França. Berlioz quebra a estrutura formal da sinfonia, formada de quatro movimentos, quando a apresenta com um movimento a mais. Berlioz redigiu um roteiro impresso em 1831 em que indicava o que o protagonista imaginava em cada movimento da obra. Para o autor, o artista, sob efeito do ópio, tem alucinações e estas são traduzidas em cinco situações indicadas através dos cinco movimentos.

Movimentos

* Movimento I
Visões e Paixões - Largo; Allegro Agitato e Appassionato Assai.

* Movimento II
Um Baile - Valse: Allegro Ma Non Troppo.

* Movimento III
Cena Campestre - Adagio.

* Movimento IV
Marcha para o Cadafalso - Allegretto Non Troppo.

* Movimento V
Sonho de uma Noite de Sabá - Larghetto; Allegro Assai.

História

A Sinfonia Fantástica foi executada pela primeira vez em 5 de dezembro de 1830 com a Orquestra formada por membros do Conservatório de Paris, tendo como condutor François-Antoine Habeneck. Sofreu inúmeras revisões pelo autor até ser publicada em 1845. O seu roteiro explicativo, que segundo o autor "é indispensável à completa intelecção do plano dramático da obra" também sofreu revisões ao longo do tempo.

Texto extraído DAQUI

Hector Berlioz (1803-1869) - Le Carnaval Romain Overture, Op. 9 e Symphonie Fantastique for Orchestra, H.48, Op. 14
Le Carnaval Romain Overture, Op. 9
01. Le Carnaval Romain Overture, Op. 9

Symphonie Fantastique for Orchestra, H.48, Op. 14
02. 1. Rêveries, Passions
03. 2. Un Bal
04. 3. Scène Aux Champs
05. 4. Marche Au Supplice
06. 5A. Songe D'Une Nuit Du Sabbat (Opening)
07. 5B. Dies Irae
08. 5C. Ronde Du Sabbat
09. 5D. Dies Irae & Ronde Du Sabbat

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Berlin Philhamonic Orchestra
Chicago Simphony Orchestra

Claudio Abbado, regente

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Frédéric Chopin (1810-1849) - Ballades Nos. 1, 2, 3, 4 e Scherzi Nos. 1, 2, 3, 4 (CD 2 de 13)

Iniciei esta integral de um box com 13 CDs do moço polaco, sendo interpretado por Vladimir Ashkenazy e como diz o Chico Buarque: “Mas vou até o fim!” Como estou com certa pressa neste instante, evitarei maiores “falas”. Verborragia magra é o que teremos. Bom deleite!

Frédéric Chopin (1810-1849) - Ballades Nos. 1, 2, 3, 4 e Scherzi Nos. 1, 2, 3, 4 (CD 2 de 13)

01 - Ballade No.1 in G minor, Op.23
02 - Ballade No.2 in F, Op.38
03 - Ballade No.3 in A Flat, Op.47
04 - Ballade No.4 in F minor, Op.52
05 - Scherzo No.1 in B minor, Op.20
06 - Scherzo No.2 in B flat, Op.31
07 - Scherzo No.3 in C sharp minor, Op.39
08 - Scherzo No.4 in E minor, Op.54

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Vladimir Ashkenazy, piano

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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Dmtri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No.4 em Dó menor, Op.43

Apesar da correria, busquei não olvidar o compromisso de postar este monumental CD. Tenho uma paixão inconteste por Shostakovich. Outra dia conversando com a minha namorada, ela me disse que não gostava da música russa por conta do forte tom bélico que pode se ouvir nas peças oriundas dessa terra. Pois é justamente desse "belicismo", dessa tensão, dessa constante luta que permeia a música russa, que me sinto atraído. Aqui nesta Sinfonia No. 4 de Shosta, meu compositor russo favorito, podemos encontrar esses aspectos. Só tenho a dizer: "Boa apreciação".

Dmtri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No.4 em Dó menor, Op.43
01. Allegro poco moderato
02. Presto
03. Moderato con moto
04. Largo
05. Allegro

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Philadelphia Orchestra
Myung-Whun Chung, regente

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terça-feira, 20 de abril de 2010

Johan Svendsen (1840-1911) - Sinfonia No. 1 em Ré maior, Op. 4, Sinfonia No. 2 em Si bemol maior, Op. 15 e Two Swedish Folk Tunes, for string orchestr

Johan Svendsen não é muito conhecido no Brasil. Eu, particularmente, ouvi pouca coisa do compositor. Possuo uma gravação das Rapsódias Norueguesas em fita K-7, peça cuja beleza é inconteste. O presente registro traz as sinfonias números 1 e 2. São sinfonias de extraordinária orquestração. Svendsen nasceu na Noruega, mas passou a maior parte de sua vida na Dinamarca. Escreveu majoriatariamente obras para orquestra. Durante a vida, relacionou-se com vários compositores, sendo que os principais deles são Grieg, Liszt e Wagner. Não deixe de apreciar estas duas sinfonias, que estão entre as principais obras do compositor. Boa apreciação!

Johan Svendsen (1840-1911) - Sinfonia No. 1 em Ré maior, Op. 4, Sinfonia No. 2 em Si bemol maior, Op. 15 e Two Swedish Folk Tunes, for string orchestra

Sinfonia No. 1 em Ré maior, Op. 4
01. Molto allegro
02. Andante
03. Allegro scherzando
04. Finale: Maestoso

Sinfonia No. 2 em Si bemol maior, Op. 15
05. Allegro
06. Andante sostenuto
07. Intermezzo: Allegro giusto
08. Finale: Andante - Allegro con fuoco

Two Swedish Folk Tunes, for string orchestra
09. Allt under himmelens fäste
10. Du gamla, du friska, du fjellhöga nord

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The Gothenburg Symphony Orchestra
Neeme Järvi, regente

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