terça-feira, 8 de março de 2011

Dietrich Buxtehude (1637-1707) - Seven Sonatas, Op. 1

Estou já há algum tempo corrigindo redações dos meus alunos. Aqui em Brasília o clima anda indeciso, entre a chuva e o sol, o frio e o calor, a saber, com feições barrocas. Minha alma também anda barroca neste início de tarde. Arrimo-me em pedaços de dúvidas e desejos - sendo e não sendo. Escoro-me na máxima de Shaskepeare ("ser ou não ser"). Talvez aí resida a dialética da vida. O homem é um ponto entre o ser e não ser. A depender do momento em que situamos o nosso olhar, ele não mais é - ou passou a ser outra coisa. Pois na vida ou se é ou não é. Mesmo quando dizemos que não somos, já nos tornamos naquilo que dizemos não ser. Sei. Estou devaneando. Isso é filosofia barata. Como diz um colega meu: "Filosofia de buteco!". Então ouçamos o mestre Bux e o seu barroco alemão da melhor qualidade. Um bom deleite!

Dietrich Buxtehude (1637-1707) - Seven Sonatas, Op. 1

Sonata No I in F major - BuxWV252

01. Vivace - Lento
02.Allegro
03. Andante
04. Presto

Sonata No II in G major - BuxWV253
05. Lento - Vivace
06. Allegro
07. Arioso

Sonata No III in A minor - BuxWV254
08. Adagio
09. Allegro
10. Lento - Vivace
11. Presto

Sonata No IV in B flat major - BuxWV255
12. Vivace
13. Lento - Allegro

Sonata No V in C major - BuxWV256
14. Vivace
15. Solo
16. Allegro

Sonata No VI in D minor - BuxWV257
17. Grave - Allegro
18. Con discretione
19. Vivace
20. Poco presto

Sonata No VII in E minor - BuxWV258
21. Allegro
22. Presto
23. Vivace
24. Poco presto

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Elizabeth Wallfisch, violino
Richard Tunnicliffe, cello
Paul Nicholson, cravo

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domingo, 6 de março de 2011

Johannes Brahms (1833-1897) - Piano Concerto No.1 in D minor Op.15, Piano Concerto No.2 in B major Op.83 e Fantasias Op.116 (de 1 a 7)

Brahms é um dos meus compositores prediletos. Gosto bastante de sua música. Digo: sou apaixonado por sua música. Não há explicações claras e óbvias para isso. É uma espécie de paixão incontinenti, plena, abarcante. Sua música atinge-me fundo, nos interstícios do ser, nas regiões onde os desejos e segredos estão represados e escondidos. A natureza humana é misteriosa. Repleta de vozes quase ininteligíveis. De aspectos iluminados, mas repleta, também, de extensas regiões escuras. Consigo sentir e perceber e sentir muito do que é o ser humano quando escuto Brahms, o alemão que gostava da solidão. Seus dois concertos para piano são tocantes, dramáticos, principalmente, o primeiro. Estão entre o que de mais fino se produziu até hoje. Esse é um extraordinários post, figurando com facilidade entre os melhores que já disponibilizei nesse humilde blog. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - Piano Concerto No.1 in D minor Op.15, Piano Concerto No.2 in B major Op.83 e Fantasias Op.116 (de 1 a 7)

DISCO 01

Piano Concerto No.1 in D minor Op.15
01. 1. Maestoso
02. 2. Adagio
03. 3. Rondo. Allegro non troppo

DISCO 02

Piano Concerto No.2 in B major Op.83
01. 1. Allegro non tropo
02. 2. Allegro appassionato
03. 3. Andante
04. 4. Allegretto grazioso

Fantasias Op.116 No.1
05. Capriccio. Presto energico

Fantasias Op.116 No.2
06. Intermezzo. Andante

Fantasias Op.116 No.3
07. Capriccio. Allegro passionato

Fantasias Op.116 No.4
08. Intermezzo. Adagio

Fantasias Op.116 No.5
09. Intermezzo. Andante con grazia ed inimissimo sentimento

Fantasias Op.116 No.6
10. Intermezzo Andantino teneramente

Fantasias Op.116 No.7
11. Capriccio. Allegro agitato

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Berliner Philharmoniker
Eugen Jochum, regente
Emil Gilels, piano

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sábado, 5 de março de 2011

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - The Early String Quartets

Estes quartetos de cordas do mestre Ludwig van Beethoven estavam separados há muito tempo para serem postados. Não sei o porquê de não ter postado há mais tempo. O fato é que fui abandonando o empreendimento e uma certa omissão me tomou por completo. Mas como estou de bom humor no dia de hoje, resolvi-me por postar esta extraordinária caixa com os imortais quartetos do mestre de Bonn, tendo o Melos Quartett como porta voz. Na verdade, tratam-se de duas caixas, ambas com 3 CDs. A primeira chama-se The Early String Quartets e a segunda The Middle String Quartets. A primeira caixa sairá no dia de hoje e a segunda no próximo final de semana. Sobre os quartetos de cordas de Beethoven é importante dizer que estão entre as produções mais brilhantes e geniais do alemão. Sendo assim, comecemos a audição agora mesmo. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - The Early String Quartets

DISCO 01

String Quartet in F, op.18 No.1
01. I. Allegro con brio
02. II. Adagio affettuoso es appassionato
03. III. Scherzo. Allegro molto
04. IV. Allegro

String Quartet in G, op.18 No.2
05. I. Allegro
06. II. Adagio cantabile - Allegro - Tempo I
07. III. Scherzo. Allegro
08. IV. Allegro molto quasi Presto

DISCO 02

String Quartet in D, op.18 no.3
01. I. Allegro
02. II. Andante con moto
03. III. Allegro
04. IV. Presto

String Quartet in c, op.18 no.4
05. I. Allegro ma non tanto
06. II. Scherzo. Andante scherzoso quasi Allegretto
07. III. Menuetto. Allegretto
08. IV. Allegro - Prestissimo

DISCO 03

String Quartet in A, op.18 no.5
01. I Allegro
02. II Menuetto
03. III Andante canabile. Thema - Variationen I...
04. IV Allegro

String Quartet in B flat, op.18 no.6
05. I. Allegro con brio
06. II. Adagio ma non troppo
07. III. Scherzo. Allegro
08. IV. La Malinconia. Adagio - Allegretto ...

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Melos Quartett
Wilhelm Melcher, 1. violino
Gerhard Voss, 2. violino
Hermann Voss, viola (alto)
Peter Buck, Violoncello

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quinta-feira, 3 de março de 2011

L. v. Beethoven - Sinfonia No. 4 em Si bemol maior, Op. 60, Sinfonia No. 5 em Dó menor, Op. 67 e Sinfonia No. 9 em Ré menor, Op. 125 (CDs 4 e 5 de 5)

Chegamos ao final de mais essa ótima caixa. Não sei se ninguém percebeu, mas as faixas se encontram trocadas. Notei ontem enquanto ouvia. Todavia não é nada que contrarie a qualidade da gravação, que é assombrosa. Acertei quando escolhi essa caixa com Wand interpretando o meu compositor favorito. Certamente as sinfonias de Beethoven são verdadeiros tratados sobre a alma humana. Nestes dois últimos CDs da série encontramos três extraordinárias sinfonias - as de número 4, 5 e 9. O destino "bate à porta" na número 5 e nos sorri com bafejos de grande alegria na número 4 e exalta a existência na número 9. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonia No. 4 em Si bemol maior, Op. 60, Sinfonia No. 5 em Dó menor, Op. 67 e Sinfonia No. 9 em Ré menor, Op. 125

DISCO 4

Sinfonia No. 4 em Si bemol maior, Op. 60
01. Adagio. Allegro vivace
02. Adagio
03. Menuetto:Allegro vivace
04. Allegro ma non troppo

Sinfonia No. 5 em Dó menor, Op. 67
05. Allegro con brio
06. Andante con moto
07. Allegro
08. Allegro

DISCO 5

Sinfonia No. 9 em Ré menor, Op. 125
01. Allegro ma non troppo, un poco maestoso
02. Molto vivace - Presto
03. Adagio molto e cantabile
04. Presto
05. Presto - O Freunde, nicht diese Tone! - Allegro assai

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NDR-Sinfonieorchester
Günter Wand, regente
Edith Wiens, soprano
Hildergard Hartwig, alto
Roland Hermann, bass

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terça-feira, 1 de março de 2011

Igor Stravinsky (1882-1971) - Oedipus Rex e Symphonie de Psaumes

Oedipus Rex foi escrito no período neoclássico de Stravinsky. O libreto da peça foi concebido por Jean Cocteau. A obra é baseada na tragédia homônima de Sofócles. Já a Sinfonia dos Salmos de Stravinsky, "composta em 1930, foi o resultado da encomenda que lha havia feito Sergei Koussevitzky para celebrar o 50º aniversario da Orquestra Sinfônica de Boston. Para evitar as conotações ligadas à tradição romântica, utilizou meios alheios ao gênero: coro infantil e masculino a quatro vozes e uma peculiar orquestra que incluia metal, madeira, dois pianos, percussão e uma secção de cordas reduzida, pois eliminou violinos e violas.

Uma estranha sonoridade de claros e nítidos perfis onde domina a instrumentação arcaica, acentuada pelos frequentes ostinati que articulam numerosos trechos. No uso do latim, na combinação de modelos ligados à tradição ocidental e ao âmbito cultural russo-ortodoxo, há um desejo de superar a interpretação pessoal-expressiva e de alcançar certa objetividade, projetos que se materializam numa das criações mais importantes da música religiosa de nosso século.


O começo é áspero, um seco acorde em Mi menor introduz a prece a Deus, omnipotente e distante. Fagotes e oboés são interrompidos pelo mesmo acorde que reaparecerá ao longo do movimento. O piano e a trompa os substituem e as cordas expõem o tema com que entrará o coro, “Exaudi orationem meam”, sobre o fundo das madeiras (fagotes, oboés, corno inglês). Este tema é retomado pelos contraltos, após uma breve passagem executada pelas flautas e oboés.

Reaparece o acorde e entram os tenores e sopranos, com o acompanhamento dos dois pianos. De novo o acorde e , então somente com os instrumentos de sopro, desenvolve-se uma seção que leva ao crescendo e ao qual se une o resto dos instrumentos.

Com as repetições de “remite mihi” o final discorre até o Sol. A parte central é um canto de esperança. O prelúdio, na seção de sopro, mostra as inauditas complexidades contrapontísticas que Stravinsky condensa neste movimento, construído como uma dupla fuga vocal e instrumental, em perfeito e denso equilíbrio, onde se combinam os mais estritos desenvolvimentos e inversões com tratamentos canônicos pessoais, registrados na estrutura polifônica.

Depois da introdução, o coro, num clima tranqüilo começa sua declamação, “Expectus expectavi dominus”. Após uma passagem a capella e outra instrumental, todos os integrantes se unem fortissimo, para piano sobre “Sperabunt in Domino”. O salmo 150 é a base do canto de louvor final. O Dó menor de “aleluia” é levado, numa rápida modulação, ao Dó maior.

As vozes entoam o primeiro versículo, criando, com suas repetições e com a trama instrumental, uma hipnótica sensação. A respeito do trecho seguinte, mais rápido, Stravinsky comentou que lhe fora sugerido “pela visão do carro de Elias subindo ao céu”. Esta vivaz seção, na qual ressalta um potente ostinati instrumental, guarda em seu centro uma passagem mais tranqüila, que preludia a coda final, num ritmo de três por dois, e constitui “um hino sublime, quase imóvel, onde o tempo da música se une ao da eternidade”. Fonte.

Igor Stravinsky (1882-1971) - Oedipus Rex e Symphonie de Psaumes

Oedipus Rex
01. Prologue. Acte I
02. Acte II. Epilogue

Symphonie de Psaumes
03. I. Exaudi orationem meam, Domine
04. II. Exspectans exspectavi Dominum
05. III. Alleluia, laudate Dominum

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Czech Philharmonic Chorus And Orchestra
Karel Ancerl, regente

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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Anton Webern (1883-1945) e Arnold Schoenberg (1874-1954) - Orchestral Works

De passagem apenas para fazer esta postagem com dois dos artisitas mais proeminentes do século XX - Webern e Schoenberg. Um boa apreciação!

Anton Webern (1883-1945) - Im Sommerwind
01. Im Sommerwind

Arnold Schoenberg (1874-1954) - Chamber Symphony No. 1
02. Chamber Symphony No. 1

Anton Webern (1883-1945) - Passacaglia Op. 1
03. Passacaglia Op. 1

Arnold Schoenberg (1874-1954) - 5 Orchestral Pieces Op. 16
04. Vorgefühle (sejr rasch)
05. Vergangenes (Mässige Viertel)
06. Farben (Mässige Viertel)
07. Peripetie (Sehr rasch)
08. Das obligate Rezitativ (Bewegte Achtel)

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Royal Concertgebouw Orchestra
Riccardo Chailly, regente

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Gabriel Fauré (1845-1925) - Pelleas et Melisande, Suite, Op. 80, Edvard Grieg (1843-1907) - Concerto para piano e Orquestra em Lá menor, Op. 16 etc

De passagem apenas para postar esse delicioso broadcasting. Traz três compositores que produziram à mesma época, sendo importantes personalidades pós-românticas. Das peças encontradas no CD, dou destaque aobelo concerto para piano de Grieg e a Sinfonia no. 8 do checo Anton Dvorak, compositor o qual postei uma integral de suas sinfonias há algum tempo atrás. Aparece ainda o francês Fauré com a Suite Pélleas et Mélisande. Gravação ao vivo, o CD traz belos momentos para se pensar nessa noite fria e aconchegante na Capital do Brasil. A condução fica por conta do jovem maestro Stéphane Denève. Uma boa apreciação!

Gabriel Fauré (1845-1925) -

Pelleas et Melisande, Suite, Op. 80
01. Prelude. Quasi Adagio
02. Andantino quasi Allegretto
03. Sicilienne: Allegro molto moderato
04. Molto Adagio

Edvard Grieg (1843-1907) -

Concerto para piano e Orquestra em Lá menor, Op. 16

05. Allegro molto
06. Adagio
07. Allegro moderato molto e marcato

Anton Dvorak (1841-1905) -

Symphony No. 8 in G major, Op. 88
08. 1. Allegro con brio
09. 2. 2. Adagio
10. 3. Allegretto grazioso - Molto vivace
11. 4. Allegro, ma non troppo

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Royal Scottish National Orchestra
Stéphane Denève, regente
Lars Vogt, piano

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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Antonio Vivaldi (1678-1741) - Stabat Mater in F minor, RV 621, Concerto in G minor, RV 153 e Nisi Dominus in G minor, RV 608

Este CD era para ter sido postado pelo Natal, mas infelizmente não consegui fazê-lo em tempo hábil. Traz o belo Stabat Mater do "padre vermelho", Antonio Lucio Vivaldi. Obra de grande beleza e leveza, o Stabat Mater de Vivaldi está entre os que mais gosto das versões já feitas. Vale ressaltar que inúmeros compositores escreveram versões para o Stabat Mater, sendo que as versões mais famosas são as de Haydn, Pergolesi, Palestrina, Rossini, Dvorak e Vivaldi. Gosto, particularmente, dos Stabat Mater de Haydn, Pergolesi e Vivaldi. São verdadeiros exemplos de melodia refinada. Não deixe de ouvir o presente CD. Um bom deleite!

Antonio Vivaldi (1678-1741) - Stabat Mater in F minor, RV 621, Concerto in G minor, RV 153 e Nisi Dominus in G minor, RV 608

Stabat Mater in F minor, RV 621
01. Stabat Mater dolorosa / Cuius animam gementem / O quam tristis et afflicta
02. Quis est homo / Quis non posset contristari / Pro peccatis suae gentis
03. Eia Mater, fons amoris / Fac ut ardeat cor meum / Amen

Concerto in G minor, RV 153
04. Concerto in G minor, RV 153

Nisi Dominus in G minor, RV 608
05. Nisi Dominus
06. Vanum est vobis / Surgite postquam sederitis
07. Cum dederit dilectis suis somnum
08. Sicut sagittae in manu potentis
09. Veatus vir qui implevit
10. Gloria Patri et Filio / Sicut erat in principio / Amen

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The Academy of Ancient Music
Christopher Hogwood, diretor

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Trio Sonatas

Enquanto preparava seis aulas para o dia de amanhã, estava a ouvir este delicioso CD de Johann Sebastiam Bach. Os meus olhos parecem ter areia. Encontro-me bastante cansado. Estou de pé desde às cinco e meia da manhã. Dei aula o dia todo. Mas, após a audição me decidi a postá-lo. O Purcell Quartett desvela uma bela sonoridade da música do "grande pai". Sinta-se convidado a ouvir. Fato digno de nota é belíssima capa do CD. Uma boa audição.

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Trio Sonatas

Trio Sonata, BWV 525 in E flat (Transposed to F)
01. I. Allegro
02. II. Adagio
03. III. Allegro

Trio Sonata, BWV 526 in C
04. I. Vivace
05. II. Largo
06. III. Allegro

Trio Sonata, BWV 527 in D
07. I. Andante
08. II. Adagio e dolce
09. III. Vivace

Trio Sonata, BWV 528 in E
10. I. Adagio-Vivace
11. II. Andante
12. III. Un poc' allegro

Trio Sonata, BWV 529 in C (Transposed to D)
13. I. Allegro
14. II. Largo
15. III. Allegro

Trio Sonata, BWV 530 in G
16. I. Vivace
17. II. Lente
18. III. Allegro

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The Purcell Quartett
Catherine Mackintosh, violino
Catherine Weiss, violino
Richard Boothby, viola da gamba
Robert Woolley, cravo

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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -Sinfonia No. 3 em Mi bemol maior, Op. 55 - "Heróica" e Sinfonia No. 8 em Fá maior, Op. 93 (CD 3 de 5)

Vamos a mais um fenomenal CD com essa integral das sinfonias de Beethoven com Wand. Agora vamos a duas sinfonias que dispensam comentários. A primeira delas é a sinfonia no. 3, que revela o poder moral de Ludwig van Beethoven. A Sinfonia no. 3 é um poema do compositor em homenagem ao mistério do humano. Afirmam o mais entendidos que Beethoven fez essa sinfonia em homenagem a Napoleão, mas após o comandante francês ter se auto-intitulado "líder", Beethoven teria escrito: "Em memória de um grande homem". O segundo movimento traz uma marcha fúnebre de grande poder reflexivo e que atesta o quanto esta sinfonia destaca e assinala a grandiosidade do ser humano. Já a sinfonia no. 8 de Beethoven parece ser a mais despretensiosa das sinfonias do compositor, mas é de grande beleza. Gosto bastante dela. É a menor que ele compôs. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -Sinfonia No. 3 em Mi bemol maior, Op. 55 - "Heróica" e Sinfonia No. 8 em Fá maior, Op. 93

Sinfonia No. 3 em Mi bemol maior, Op. 55 - "Heróica"
01. Allegro con brio
02. Marcia funebre: Adagio assai
03. Scherzo: Allegro vivace
04. Finale: Allegro molto

Sinfonia No. 8 em Fá maior, Op. 93
05. Allegro vivace e con brio
06. Allegretto scherzando
07. Tempo di Menuetto
08. Allegro vivace

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NDR-Sinfonieorchester
Günter Wand, regente

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Giovanni Batista Sammartini (1700-1775) e Giuseppe Sammartini (1695-1750) - Concerti e Sinfonie

Este delicioso CD traz músicas dos irmãos Sammartini - Giuseppe e Giovanni Batista. É um CD de grande e encantável leveza. Os dois compositores são italianos. Viveram à mesma época em que viveu Bach e Vivaldi. Giuseppe Sammartini foi um importante oboísta; já, por sua vez, Giuseppe Sammartini foi um extraordinário violinista. Das peças aqui dispostas neste CD, gosto com extremoso carinho do concerto para flauta en Fá. Ouvi essa peça muitas vezes naquelas velhas fitas K-7. Agora possuo o arquivo em MP3 e isso me deixa bastante relizado. Uma boa apreciação!

Giovanni Batista Sammartini (1700-1775) -

Sinfonia en sol majeur
01. Sinfonia en sol majeur

Giuseppe Sammartini (1695-1750) -

Concerto pour flute а bec en fa majeur
02. Concerto pour flute а bec en fa majeur

Giovanni Batista Sammartini (1700-1775) -
Sinfonia en re majeur03. Sinfonia en re majeur
Giuseppe Sammartini (1695-1750) -

Concerto grosso No. 6 en mi mineur
04. Concerto grosso No. 6 en mi mineur
Giovanni Batista Sammartini (1700-1775) -

Quintette No. 3 en sol majeur
05. Quintette No. 3 en sol majeur
Giuseppe Sammartini (1695-1750) -

Concerto grosso No. 8 en sol mineur
06. Concerto grosso No. 8 en sol mineur

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Ensemble 415

Chiara Banchini, diretor

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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Otorrino Respighi (1879-1936) - Gli uccelli e Vetrate di chiesa e Domenico Scarlatti (1685-1757), V. Tommasini (1878-1950) - Le done di buone umore

Estou de passagem por aqui apenas para postar este agradável CD com peças de Respighi, Scarlatti e Tommasini. É um post que traz obras de grande beleza. Gosto muito da peça "Vitrais de Igreja" de Respighi. Já a peça Gli uccelli ("The Birds") possui características barrocas. Revela todo aquele sentir dos mosteiros e uma grande sensibilidade. Uma boa apreciação!

Otorrino Respighi (1879-1936) - Gli uccelli e Vetrate di chiesa e Domenico Scarlatti (1685-1757), Vincenzo Tommasini (1878-1950) - Le done di buone umore

Gli uccelli
01. I. Prelude
02. II. La Colomba
03. III. La galina
04. IV. L'usignuolo
05. V. Il cucu

Vetrate di chiesa
06. I. La fuga in Egitto
07. II. S. Michele Arcangelo
08. III. Il mattinatino di Santa Chiara
09. IV. Ss. Gregorio Magno

Philadelphia Orchestra
Eugene Ormandy, regente

Domenico Scarlatti (1685-1757), Vincenzo Tommasini (1878-1950) -
Le done di buone umore
10. I. Overture. Allegro
11. II. Presto
12. III. Allegro
13. IV. Andante
14. V. Non presto, in tempo di ballo
15. VI. 'Cat's fugue' and Finale

Cleveland Orchestra
Louis Lane, regente

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonias Nos. 1, 6, 2 e 7 (CDs 1 e 2 de 5)

Os poucos visitantes desse conturbado e irregular blog sabem o quanto gosto de Beethoven. Ele é o meu compositor favorito. Mas durante os quase dois anos de existência da página eu só postei uma integral das sinfonias do mestre alemão. Há algum tempo atrás eu tive a resolução de postar uma outra integral. Decidi-me, assim, por Wand, um regente para o qual eu tenho uma grande admiração. Sua integral com as sinfonias de Bruckner é coisa de outro mundo. O seu Beethoven também me agradou. Os Cds já haviam sido enviados há algum tempo. Pensei: "De hoje não passa!". Apesar de ter chegado em casa por volta das sete e ter preparado cinco aulas para amanhã cedo, decidi dar cabo à tarefa. Portanto, segue. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonias Nos. 1, 6, 2 e 7

DISCO 1

Sinfonia No. 1 in C major, Op. 21
01. Adagio molto: Allegro con brio
02. Andante cantabile con moto
03. Menuetto: Allegro molto e vivace
04. Adagio; Allegro molto e vivace

Sinfonia No. 6 em Fá maior, Op. 68 - Pastoral
05. Allefro ma no troppo
06. Andante molto nosso
07. Allegro
08. Allegro
09. Allegretto

DISCO 2

Sinfonia No. 2 em Ré maior, Op. 36
01. Adagio molto, Allegro con brio
02. Larghetto
03. Scherzo, Trio
04. Allegro molto

Sinfonia No. 7 em Lá maior, Op. 92
05. Poco sostenuto, Vivace
06. Allegretto
07. Presto, Assai menu presto, Presto
08. Allegro con brio

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NDR-Sinfonieorchester
Günter Wand, regente

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domingo, 13 de fevereiro de 2011

L. V. Beethoven (1770-1827) - Concerto para violino e orquestra em Ré maior, Op. 61, Romance No. 1 em Sol maior, Op. 40 e Romance No. 2 etc

O concerto para violino e orquestra de Beethoven é algo que nos faz serenar, aquietar; ele permite possibilidades arrebatadoras. É um dos primeiros concertos que tive a oportunidade de encontrar. Recordo-me de bons momentos de exultação que tive ao ouvir este concerto. Esta gravação em particular reserva-nos boas alegrias. Traz o mestre Furtwängler, um dos maiores regentes do século XX ( e por que não dizer da história?), na regência e Menuhin, o extraordinário violinista judeu, ao violino. O concerto para violino foi gravado em 1947, no Festival de Lucerne e os dois romances para violino foram gravados em 1953 pela poderosa Philharmonia Orchestra. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Concerto para violino e orquestra em Ré maior, Op. 61, Romance No. 1 em Sol maior, Op. 40 e Romance No. 2 em Fá maior, Op. 50

Concerto para violino e orquestra em Ré maior, Op. 61*
01. Allegro ma non troppo (Cadenza: Kreisler)
02. Larghetto
03. Rondo (Allegro) (Cadenza: Kreisler)

Romance No. 1 em Sol maior, Op. 40**
04. Romance No. 1 em Sol maior, Op. 40

Romance No. 2 em Fá maior, Op. 50**
05. Romance No. 2 em Fá maior, Op. 50

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Lucerne Festival Orchestra*
Philharmonia Orchestra
**
Wilhelm Furtwängler, regente
Yehudi Menuhin, violino

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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Antonín Dvorák (1841-1904) - Concerto para piano e orquestra em sol menor, Op. 33 e Concerto para violino e orquestra em Lá menor, Op. 53

Estive bastante ocupado nesta semana que ora passa. Infelizmente, não pude fazer qualquer postagem. Mas, hoje, estamos de volta ao nosso hábito sempre prazeroso de deixar estes posts; fazer essa espécie de semeadura da beleza. Plantamos beleza e colhemos alegria, sorrisos largos e gratidão. Resolvi-me por postar este belo CD, nesta tarde de sábado, com dois dos concertos que mais gosto de todo o repertório musical - o concerto para piano e orquestra e o concerto para violino e orquestra, ambos de Anton Dvorak. Penso que estes dois concertos estão entre as mais extraordinárias composições para cada um dos instrumentos aos quais foram compostos. Não deixe de ouvir. Um bom deleite sabático!

Antonín Dvorák (1841-1904) - Concerto para piano e orquestra em sol menor, Op. 33 e Concerto para violino e orquestra em Lá menor, Op. 53

Concerto para piano e orquestra em sol menor, Op. 33
01. I. Allegro agitato - Poco tranquillo
02. II. Andante sostenuto
03. III. Finale. Allegro con fuoco - Poco

BBC Philharmonic
Gianandrea Noseda, regente
Rustem Hayroudinoff, piano

Concerto para violino e orquestra em Lá menor, Op. 53
04. I. Allegro ma non troppo - Poco meno
05. II. Adagio ma non troppo - Poco più
06. III. Finale. Allegro giocoso, ma non troppo

BBC Philharmonic
Gianandrea Noseda, regente
James Ehnes, violino

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

J. S. Bach (1685-1750) - Variações Goldeberg, BWV 988 - (Tatiana Nikolayeva)

As variações Goldberg resultaram de uma extraordinária encomenda, para os padrões actuais, feita a Johann Sebastian Bach pelo Conde Kaiserling, um aristocrata melómano. As circunstâncias do conhecimento entre Bach e o conde são bem conhecidas .H. C. Kaiserling foi nomeado embaixador da Rússia na Saxónia, e na capital deste principado alemão, Dresden, ouviu falar da família Bach (família que estava ligada à música há mais de um século) e conheceu o mais velho dos filhos de J. S. Bach, Wilhelm Friedemann, organista na igreja de Santa Sofia, nessa cidade e, mais tarde, o próprio Bach que por várias vezes se deslocou a Dresden para dar concertos, estreou o órgão da Frauenkirche, escreveu várias cantatas para Frederico Augusto II, príncipe da Saxónia que viria a ser coroado rei da Polónia, na oportunidade do seu aniversário e da sua coroação.
A admiração de Kaiserling por J. S. Bach foi enorme e é conhecido o relacionamento que estabeleceram, visitando-se várias vezes em Dresden e deslocando-se o conde a Leipzig, onde na altura J. S. Bach residia, ocupando o cargo de Kantor, tendo mesmo sido padrinho do seu último filho.
Sobre a génese das chamadas Variações Goldberg, existe uma boa informação recolhida em depoimentos dos seus filhos.
Sofria o conde Kaiserling de persistentes insónias, pelo que decidiu, para minorar e ocupar as suas noites, encomendar a J.S.Bach «umas peças para cravo a serem tocadas por Johann Goldberg», um jovem e talentoso cravista – tinha 14 anos quando as tocou pela primeira vez – que Kaiserling protegia e que tinha enviado para Leipzig para aí estudar com J. S. Bach, depois de ter confiado a sua formação musical, em Dresden, ao já referido filho de Bach.
Goldberg retorna a Dresden, para casa e ao serviço de Kaiserling, transportando consigo o que viria a ser uma composição para cravo formada por uma ária que introduzia 30 variações que finalizam com uma ária que é uma evocação da inicial.
Esta obra musical que, mais tarde, ficaria conhecida por Variações Goldberg, foi na altura o mais importante ciclo de variações até aí escritas e só comparável a outras duas obras do mesmo Bach, os Livros 1 e 2 do Cravo Bem Temperado. Só muitos anos mais tarde surgirá obra equivalente em dimensão e valor musical: as Variações Diabelli, de Beethoven.



Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Variações Goldeberg, BWV 988

01 Goldberg Variations, BWV 988 - Aria
02 Variatio 1 A 1 Clav.
03 Variatio 2 A 1 Clav.
04 Variatio 3 Canone All'Unisono. A 1. Clav.
05 Variatio 4 A 1 Clav.
06 Variatio 5 A 1 Ovvero 2 Clav.
07 Variatio 6 Canone Alla Seconda. A 1 Clav.
08 Variatio 7 A 1 Ovvero 2 Clav. Al Tempo Di Giga
09 Variatio 8 A 2 Clav.
10 Variatio 9 Canone Alla Terza. A 1. Clav.
11 Variatio 10 Fughetta. A 1 Clav.
12 Variatio 11 A 2 Clav.
13 Variatio 12 Canone Alla Quarta. (A 1 Clav.)
14 Variatio 13 A 2 Clav.
15 Variatio 14 A 2 Clav.
16 Variatio 15 Canone Alla Quinta. A 1 Clav. Andante
17 Variatio 16 Ouverture. A 1 Clav.
18 Variatio 17 A 2 Clav.
19 Variatio 18 Canone All Sesta. A 1 Clav.
20 Variatio 19 A 1 Clav.
21 Variatio 20 A 2 Clav.
22 Variatio 21 Canone Alla Settima. A 1 Clav.
23 Variatio 22 Alla Breve A 1 Clav.
24 Variatio 23 A 2 Clav.
25 Variatio 24 Canone All'Ottava. A 1 Clav.
26 Variatio 25 A 2 Clav. Adagio
27 Variatio 26 A 2 Clav.
28 Variatio 27 Canone Alla Nona. A 2 Clav.
29 Variatio 28 A 2 Clav.
30 Variatio 29 A 1 Ovvero 2 Clav.
31 Variatio 30 Quodlibet. A 1 Clav.
32 Aria Da Capo

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Tatiana Nikolayeva, piano


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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Richard Wagner (1813-1883) - Tannhäuser, Die Walküre, Götterdämmerung, Die Meistersinger von Nürnberg e Tristan und Isolde - transcrições

Nesta semana, iniciarei uma nova fase em minha existência. Começarei a dar aula em duas escolas, o que com certeza tomará boa parte do meu tempo. Isso indica que as postagens diminuirão. Esforçar-me-ei para não deixar o blog parado. O dar aula é uma atividade que demanda tempo e esforço. Cansa. Exige dedicação. Tentarei programar as postagens da semana com antecedência. Por isso, se os textos já eram magros e parcos de conteúdo, a partir de agora sairão mais curtos e inexpressivos. Perdoem-me. Que a música me absorva da ignorância. Já pensei em retirar os textos e deixar apenas a capa do CD e o link para baixar o CD. Mas penso que a música exige sempre um falar, um abstrair, o que nos leva a tatear a sua superfície e permitir que a alma respire por meio de um colóquio de sensiblidade. É munido desse espírito que posto essas transcrições para algumas das obras de Richard Wagner. Uma boa apreciação!

Richard Wagner (1813-1883) - Tannhäuser, Die Walküre, Götterdämmerung,
Die Meistersinger von Nürnberg e Tristan und Isolde - transcrições

Tannhäuser
01. Ouvertüre (Transcription by Richard Wagner)
02. Albumblatt - Ankunft bei den schwarzen Schwänen (Original work by Richard Wagner)

Die Walküre
03. Erste szene - Siegmund und Sieglinde (Free arrangement by Joseph Rubinstein)
04. Siegmunds Liebesgesang (Transcription by Heinrich Rupp)
05. Walkürenritt (Free arrangement by Louis Brassin)
06. Feuerzauber (Free arrangement by Louis Brassin)

Götterdämmerung
07. Trauermarsch (Transcription by Ferruccio Busoni)

Die Meistersinger von Nürnberg
08. Reminiscenz Nr.4 - Walthers Preislied (Joachim Raff)
09. Reminiscenz Nr.4 - Aufzug der Zünfte (Joachim Raff)

Tristan und Isolde
10. Vorspiel (Transcription by Richard Wagner-Hans von Bülow)

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*Amazon inglesa

Cyprien Katsaris, piano

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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonia No. 5 em Dó menor, Op. 67 e Sinfonia No. 7 em Lá maior, Op. 92

Estava fora de casa desde o dia de ontem, o que me impediu de fazer qualquer postagem. Agora, estou de passagem para postar este baita CD do meu compositor predileto, Ludwig van Beethoven, sob a regência do carismático venezuelano, Gustavo Dudamel. As duas obras aqui colocadas estão entre os trabalhos mais importantes já compostos em toda a história da música - as sinfonias de número 5 e 7. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonia No. 5 em Dó menor, Op. 67 e Sinfonia No. 7 em Lá maior, Op. 92

Sinfonia No. 5 em Dó menor, Op. 67

01. Allegro con brio
02. Andante con moto
03. Allegro
04. Allegro

Sinfonia No. 7 em Lá maior, Op. 92
05. Poco sostenuto - Vivace
06. Allegretto
07. Presto
08. Allegro con brio

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Simón Bolívar Youth Orchestra of Venezuela
Gustavo Dudamel, regente

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Max Bruch (1838-1920) - String Quartet No.1 Op.9 in C minor e String Quartet No.2 Op.10 in E

Bruch é mais conhecido pelo seu vigoroso e belo concerto para violino ao estilo romântico. A lista de composições de Max Bruch não é tão vasta - compôs, mais expressivamente, 3 concertos para violino, 3 sinfonias, alguns lieders esparsos, obras concertantes relevantes como o Kol Nidrei para violoncelo e orquestra; e algumas obras de câmara. O CD que ora posto vem revelar este último aspecto mencionado, ou seja, o aspecto de um compositor camerista. Os dois quartetos são bons e foram compostos à época de mocidade de compositor. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Max Bruch (1838-1920) - String Quartet No.1 Op.9 in C minor e String Quartet No.2 Op.10 in E

String Quartet No.1 Op.9 in C minor
01. I. Andante
02. II. Adagio
03. III. Allegro
04. IV. Molto vivace

String Quartet No.2 Op.10 in E
05. I. Allegro maestoso. Un poco più
06. II. Andante quasi adagio
07. III. Vivace ma non troppo
08. IV. Finale - Vivace

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Mannheimer Streichquartett

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Joseph Haydn (1732-1809) - String quartet in G major, op.76, No.1, Hob. III:75, String quartet in D minor, op.76 No.2, Hob. III:76 etc

Haydn é um dos nomes mais importantes da história da música. Constitui, juntamente com Mozart e Beethoven, um dos vértices da trindade do classicismo. Haydn, que viveu quase oitenta anos, produziu de modo frenético. É dono de uma obra grandiosa e com grande importância para o repertório da música erudita. O compositor é tido como o pai do quarteto de cordas e da sinfonia clássica. Era um mestre e conselheiro. Mozart e Beethoven estudaram com o velho Haydn. Esta postagem é para atender o pedido de um dos visitantes-ouvintes desse espaço. Uma boa apreciação a todos!

Joseph Haydn (1732-1809) - String quartet in G major, op.76, No.1, Hob. III:75, String quartet in D minor, op.76 No.2, Hob. III:76 e String quartet in C major, op.76, No.3, Hob.III:77

String quartet in G major, op.76, No.1, Hob. III:75
01. 1. Allegro con spirito
02. 2. Adagio sostenuto
03. 3. Menuetto_ Presto
04. 4. Finale_ Allegro ma non troppo

String quartet in D minor, op.76 No.2, Hob. III:76 - "Fifths"
05. 1. Allegro
06. 2. Andante o piu tosto allegretto
07. 3. Menuetto_ Allegro ma non troppo
08. 4. Vivace assai

String quartet in C major, op.76, No.3, Hob.III:77 - "Emperor"
09. 1. Allegro
10. 2. Poco adagio, cantabile
11. 3. Menuetto_ Allegro
12. 4. Finale_ Presto

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Kodály Quartet

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