sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Igor Stravinsky (1882-1971) - The Rite of Spring e Alexander Scriabin (1872-1915) - The Poem of Ecstasy, Op. 54

Este disco traz dois compositores russos importantes. O primeiro é o "bruxo telúrico" Igor Stravinsky e sua famosa e emblemática Sagração da Primavera. O registro não traz a obra toda, mas, alguns excertos dela. O segundo compositor é o "russo místico" Alexander Scriabin e sua famosa obra "O poema do êxtase". A regência fica a cargo de Valéry Gergiev, um dos grandes mestres da regência da atualidade. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Stravinsky - The Rite of Spring Part I The Adoration of the Earth - Introduction
02. Augurs of spring - Dances of the young girls
03. Ritual of Abduction
04. Spring Rounds
05. Ritual of the Rival Tribes
06. Procession of the Sage
07. The Sage
08. Dance of the Earth
09. Part II The Sacrifice - Introduction 2
10. Mystic Circles of the Young Girls
11. Glorification of the Chosen One
12. Evocation of the Ancestors
13. Ritual Action of the Ancestors
14. Sacrificial Dance (The Chosen One)
15. Alexander Scriabin - The Poem of Ecstasy, op. 54

Kirov Orchestra, Mariinsky Theatre, St Petersburg
Valery Gergiev, regente

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Um comentário:

Dirceu Scarparo Vargas disse...

Me pareceu que a Sagração da Primavera está completa Carlinus.
Em Setembro de 2016 minha esposa e eu compramos um pacote de viagem para a Suiça e Alemanha. Busquei pela Internet os possíveis eventos musicais naqueles dias e encaixei um Concerto no KKL Festival de Lucerna e outro na Filarmônica de Berlim. O ingresso para a F. de Berlim chegou pelo Correio e o de Lucerna foi só passar o código de barra do bilhete impresso. Em Lucerna ouvimos a Filarmônica de Munique regida por Valery Gergiev, sendo que dentro do programa estava o Poema do Extase de Scriabin (Obra Admirável). Dias após chegou a vez de assistirmos a Filarmônica de Berlim na batuta de Andris Nelsons e no repertório estava o Prelúdio do Fauno de Debussy e a Sinfonia Fantástica de Berlioz. A acústica de ambos os teatros são de tirar o fôlego. Foi uma emoção intensa poder estar nestes templos sagrados da Música Clássica. As lágrimas querendo descerem, junto aos aplausos intermináveis.
Grato e um forte abraço do Dirceu.