quarta-feira, 23 de março de 2016

Anton Bruckner (1824-1896) - Symphony No. 7 in E

Se Bruckner foi vilipendiado em todos os sentidos por causa da incompreensão que os seus trabalhos geravam, foi a Sétima Sinfonia que o tirou da obscuridade, catapultando-o ao estrelato. Sou um fã de Herreweghe. Gosto dos seus trabalhos. Suas gravações de compositores antigos - do barroco - são excelentes. Outro ponto colocado em evidência pelo grande regente, é a sua defesa ao uso de instrumento originais. Mas penso que essa gravação de Bruckner não tenha ficado à altura do grande regente. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Anton Bruckner (1824-1896) - 

01. Symphony No. 7 in E - I Allegro moderato
02. Symphony No. 7 in E - II Adagio. Sehr feierlich und sehr langsam
03. Symphony No. 7 in E - III Scherzo. Sehr schnell
04. Symphony No. 7 in E - IV Finale. Bewegt doch nicht schnell

Orchestre des Champs-Elysées
Philippe Herreweghe, regente

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3 comentários:

Dirceu Scarparo Vargas disse...

Penso que o melhor resultado da Massa Sonora Bruckneriana, é obtida por grandes orquestras, como a Filarmônica de Viena e Berlim, por exemplo. Entre os regentes de Bruckner que me agradam,listaria Wand - Jochum - Karajan - Giulini - Solti - Celibidache.
Tem uma gravação definitiva para mim da Sinfonia nº7, que você já postou aqui no Blog Carlinus, que é com a Filarmônica de Viena, sob a regência de Karajan já no finalzinho da vida. É simplesmente perfeita.
Grato e um forte abraço do Dirceu.

Carlinus disse...

Concordo contigo, Dirceu!

Abraços!

Leonardo Linhares disse...

Caramba Carlinus, mais uma vez discordo de você! Eu gostei muito dessa versão da sétima. Talvez tenha me deixado impressionar pela qualidade técnica da gravação, típica do selo Harmonia Mundi. Grande abraço!