domingo, 9 de dezembro de 2012

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Symphony No. 1 in F minor, op. 10, Symphony No. 9 in E flat major, op. 70; Samuel Barber (1910-1981) - Adagio for Strings, op. 11 (CD 10 de 11)

Sigamos com um dos últimos CDs dessa caixa excelente com o regente romeno Sergiu Celibidache. No CD que surge agora, temos dois compositores de posições bastante antagônicas - ambos do século XX. O primeiro é o russo Dmitri Shostakovich, digno de grande veneração por parte dessa humilde figura que escreve estas parcas palavras. Celibidache nos apresenta dois trabalhos bastante importantes - A Sinfonia no. 1  e a Sinfonia no. 9. A primeira é resultado de um Shosta ainda muito novo, mas que já nos faz perceber a verve crítica, pautada no humor. É um trabalho com textura sombria, de uma linguagem áspera e que traz questões que  consolidariam nos trabalhos mais tardios dos russo.  Já na número 9 encontramos o humor, uma aparente contradição temática, mas que é fruto do gênio satírico de Shosta. E o segundo compositor é Samuel Barber e o seu famoso Adágio para cordas, uma música suave, delicada, mas de uma tristeza significativa. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01 - Applause
02 - Shostakovich, Symphony No. 1 in F minor, op. 10 - I. Allegretto - Allegro non troppo
03 - Shostakovich, Symphony No. 1 in F minor, op. 10 - II. Allegro
04 - Shostakovich, Symphony No. 1 in F minor, op. 10 - III. Lento
05 - Shostakovich, Symphony No. 1 in F minor, op. 10 - IV. Allegro molto - Lento - Allegro molto
06 - Applause
07 - Shostakovich, Symphony No. 9 in E flat major, op. 70 - I. Allegro
08 - Shostakovich, Symphony No. 9 in E flat major, op. 70 - II. Moderato
09 - Shostakovich, Symphony No. 9 in E flat major, op. 70 - III. Presto
10 - Shostakovich, Symphony No. 9 in E flat major, op. 70 - IV. Largo
11 - Shostakovich, Symphony No. 9 in E flat major, op. 70 - V. Allegretto
12 - Applause
13 - Barber, Adagio for Strings, op. 11
14 - Applause

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Münchner Philharmoniker
Sergiu Celibidache, regente


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Um comentário:

Dirceu Scarparo Vargas disse...

A primeira vez que tomei conhecimento do Adagio para Cordas de Samuel Barber foi assistindo o filme Platoon de Oliver Stone e confesso que fiquei petrificado com a transcendência da música.
Tem um profundo poder místico.
Grato. Saudações do Dirceu.