domingo, 29 de maio de 2011

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - The Late String Quartets

Havia postado dois outros conjuntos com os quartetos de corda de Beethoven. Agora, sai o último pacote com os trabalhos finais do mestre alemão.

Gostei desse depoimento repleto de reminiscências, verbalizado por um sujeito pródigo em intenções poéticas chamado Milton Ribeiro. Servirá de introdução a essas obras graúdas, geniais, para os quais os adjetivos são insuficientes. Leia o depoimento abaixo:

É sempre difícil escrever sobre uma música que amamos muito e que nos faz lembrar fatos pessoais. A primeira coisa que me vem à mente quando penso no Opus 132 foi aquele momento mágico em que eu, sentado na pior sala de meu passado, ouvi iniciar o Allegro Appassionato (último movimento do quarteto) e vislumbrei que, logo aos primeiros compassos, minha filha, aos cinco anos de idade, entrava girando na sala, improvisando uma valsa que dançava sozinha, de olhos fechados, por puro prazer de ouvir a música… Foi tão marcante que hoje soa-me hipócrita dizer que o movimento principal deste quarteto é o imenso Heiliger Dankgesang eines Genesenen an die Gottheit, in der lydischen Tonart, um agradecimento à divindade pela recuperação que Beethoven obteve após grave enfermidade. Mas é, claro que é. O terceiro movimento, com suas duas explosões de alívio é o centro e razão de ser desta grande e fundamental obra.

Quando os últimos quartetos foram apresentados pela primeira vez, não foram bem recebidos pelo público. Ao receber a notícia, Beethoven deu a célebre resposta:

- Gostarão mais tarde.

Como ele sabia que estava escrevendo para o futuro é algo que consigo mais ou menos entender observando a evolução de sua música. Outro fato que chama a atenção é que, estética e conceitualmente, estes quartetos parecem projetar-se na evolução da história da música para colocarem-se quase 100 anos sua época, talvez logo antes dos grandes quartetos de Schoenberg e Bartók. É um mundo à parte. Ouço a Claudia dizer que, na opinião dela, ISTO é Beethoven, e não seus concertos ou sonatinhas iniciais. Ela refere-se aos últimos quartetos, às últimas sonatas para piano, às Diabeli e certamente à Nona Sinfonia. O restante seria grandioso, mas menos pessoal e significativo. Lembro que quando era adolescente, nós tínhamos que nos aproximar destes quartetos respeitosamente e o Dr. Herbert Caro dizia que talvez fosse necessária maior maturidade para que um jovem pudesse entendê-los. Discordo postumamente do grande Dr. Caro, meu amigo e tradutor de Doutor Fausto, da Montanha Mágica, de Auto-de-Fé e outras tantas obras-primas; acho que sempre ouvi o Op.132 e 130 (o último acompanhado de sua Grande Fuga) da mesma forma e o respeito que sempre tive por estes quartetos emanava deles e não de minha atitude. O fato é que o Op. 132 é uma música que passou a fazer parte de mim muito cedo. Eu, um adolescente na casa de meus pais, costumava ficar deitado, antes de dormir, tentando reproduzir nota a nota o terceiro movimento. Cronometrava para ver se chegava perto de seus 15 minutos… Às vezes, pensava conseguir reproduzi-lo por inteiro. Mas nunca ninguém pode comprovar, nem eu.

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - The Late String Quartets
DISCO 01

String Quartet No. 12 in E flat major, Op. 127:
1. Maestoso - Allegro
2. Adagio, ma non troppo e molto cantabile
3. Scherzando vivace - Presto
4. Finale

String Quartet No. 14 in C sharp minor, Op. 131
5. Adagio, ma non troppo e molto espressivo
6. Allegro molto vivace
7. Allegro moderato
8. Andante, ma non troppo e molto cantabile - Piu mosso
9. Andante moderato e lusinghiero
10. Adagio
11. Allegretto
12. Adagio, ma non troppo e semplice
13. Allegretto
14. Presto
15. Molto poco adagio
16. Adagio quasi un poco andante
17. Allegro

DISCO 02

String Quartet No. 13 in B flat major, Op. 130
1. Adagio ma non troppo - Allegro
2. Presto
3. Andante con moto, ma non troppo
4. Alla danza tedesca. Allegro assai
5. Cavatina. Adagio molto espressivo
6. Finale. Allegro

Fugue for string quartet in B flat major ('Grosse Fuge'), Op. 133
7. Overtura. Allegro - Fuga
8. Meno mosso e moderato
9. Allegro molto e con brio
10. Meno mosso e moderato
11. Allegro molto e con brio
12. Allegro

DISCO 03

String Quartet No. 15 in A minor ('Heiliger Dankgesang'), Op. 132
1. Assai sostenuto - Allegro
2. Allegro ma non tanto
3. Heiliger Dankgesang eines Genesenden an die Gottheit, in der lydischen Tonart. Molto adagio
4. Alla marcia, assai vivace - Più allegro
5. Allegro appassionato

String Quartet No. 16 in F major, Op. 135
6. Allegretto
7. Vivace
8. Lento assai e cantante tranquillo
9. Der schwer gefaßte Entschluß. Grave (Muß es sein?) - Allegro (Es muß sein!) - Grave, ma non troppo tratto — Allegro

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Melos Quartett
Wilhelm Melcher, 1. violino
Gerhard Voss, 2. violino
Hermann Voss, viola (alto)
Peter Buck, Violoncello


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sábado, 28 de maio de 2011

Ferruccio Busoni (1866-1924) - String Quartet in C, Op.19 e String Quartet in D, Op.26

Não tenho conseguido parar de ouvir estes quartetos do compositor italiano Ferruccio Busoni. É a primeira vez que ele aparece por aqui. Era filho de músicos e possuía habilidades incomuns. Deu o seu primeiro concerto público, o que o coloca na categoria de um Mozart ou de um Mendelssohn. Sua música é complexa. A wikipédia diz que a música de Busoni "é feita de diversas linhas melódicas entremeadas. Ainda que sua música não seja jamais de fa(c)to atonal no sentido schönbergiano do termo, suas obras tardias distinguem-se freqüentemente por uma tonalidade indeterminada, como as últimas de Franz Liszt. Nas notas de programa para sua Sonatina seconda de 1912, Busoni descreve sua peça como sendo senza tonalità (italiano para: sem tonalidade). Johann Sebastian Bach e Franz Liszt são regularmente citados como tendo tido uma influência decisiva sobre o compositor italiano, pois sua música contém elementos de neoclassicismo, e inclui melodias que se assemelham à aquelas de Wolfgang Amadeus Mozart. Busoni escreveu numerosas peças para piano". Ouça e tire as suas conclusões. Uma boa experimentação.

Ferruccio Busoni (1866-1924) - String Quartet in C, Op.19 e String Quartet in D, Op.26

String Quartet in C, Op.19
01. I. Allegro moderato, patetico
02. II. Andante
03. III. Menuetto
04. IV. Finale. Andante con moto, alla marcia

String Quartet in D, Op.26
05. I. Allegro energico
06. II. Andante con moto
07. III. Vivace assai
08. IV. Andantino - Allegro con brio

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Pellegrini-Quartett
Antonio Pellegrini, violino
Thomas Hofer, violino
Charlotte Geselbracht, viola
Helmut Menzler, cello


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sexta-feira, 27 de maio de 2011

The Baroque Experience - Handel, Vivaldi, Marcello (CD 5 de 5 - final)

Concluo com esta postagem mais uma deliciosa caixa com excelentes gravações. Hogwood é um mestre. Consegue dar vida e expressividade a essas célebres e imortais obras. Nomes como Bach, Handel, Vivaldi, Marcello e tantos outros que surgiram nessas gravações são ícones imorredouros. Enquanto estudava num seminário, ouvi um colega dizer certa vez que não possuía paciência para apreciar música barroca por muito tempo. Ele se cansava rápido. A música era "redonda" de mais. Talvez o meu colega tenha certa razão, mas a música barroca é necessária. Todo sujeito que deseje ter uma boa sanidade, necessita ouvi uma vez ou outra boas goladas de Bach, Vivaldi, Handel e seus asseclas dos séculos XVII e XVIII. Esta caixa é uma boa oportunidade, pois ela enfatiza o que de mais significativo foi produzido nesse período. É uma ótima seleção feita pela sensibilidade de Hogwood. Não deixe de ouvir. Boa apreciação.

George Frideric Handel (1685-1759) -

Water Music - Horn Suite in F
01. Water Music - Horn Suite in F

Antonio Vivaldi (1678-1741) -

Concerto for Two Trumpets and Strings
02. I. Allegro
03. II. Adagio
04. III. Allegro

Benedetto Marcello (1686-1739) -

Concerto for Oboe and Strings
05. I. Andante e spiccato
06. II. Adagio
07. III. Presto

George Frideric Handel (1685-1759) -

Concerto a due cori No 2
08. I. Pomposo
09. II. Allegro
10. III. Tempo guisto IV Largo
11. V. Allegro ma non troppo
12. VI A tempo ordinario

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The Academy of Ancient Music
Christopher Hogwood, regente

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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) - Concerto para violino e orquestra em Ré maior, Op. 35 e Variações sobre um tema rococó para violoncelo e etc

O opus 35 de Tchaikovsky é um dos meus concertos favoritos. Ele possui uma voz, uma expressividade doce, carregada de tristeza. Gosto desse concerto porque ele possui uma densidade, uma força comovente. É uma obra difícil, complexa, para os violinistas. Os soluços, a voz comovente do violino só pode ser expressada com uma técnica apurada pelo músico. Tchaikovsky o compôs no ano de 1878. A obra estreiou em 1881. Esse concerto faz parte dos meus inícios na música clássica. Ouvi-o com certa instância, com certa demasia. As passagens iniciais me traz à lembrança dias frios e chuvosos. Ele se transforma numa porta dimensional todas as vezes que eu o escuto. Essa gravação é um primor. Uma verdadeira obra prima. Uma das melhores que já ouvi para este concerto. A limpidez do som do violino, aliado ao virtuosismo de Oistrakh, assustam. Tornam mais belo aquilo que já é belo. Não deixe de apreciar!

Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) -

Concerto para violino e orquestra em Ré maior, Op. 35
01. I. Allegro moderato - Moderato assai
02. II. Canzonetta - Andante
03. III. Finale - Allegro vivacissimo

The USSR Symphony ORchestra
Kirill Kondrashin, regente
David Oistrakh, violino

Variações sobre um tema rococó para violoncelo e orquestra, Op. 33
04. Variations on a Rococo Theme

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The Leningrad Philharmonic Orchestra
Gennady Rozhdestvensky, regente
Mstilav Rostropovich, violoncelo

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terça-feira, 24 de maio de 2011

The Baroque Experience - Pachelbel, Handel, Arne, Purcell, Vivaldi (CD 4 de 5)

Mais um belo CD dessa caixa com a música barroca, sob a condução de Hogwood, especialista no quesito. Hoje pela manhã, enquanto caminhava para o trabalho, no frio engelante do cerrado, pensava nessas gravações - e em especial na virtuosidade da música. Refletia no quanto a música barroca está habitada por uma linguagem espiritual que gera pacificação, aconchego. Essa estética é resultado de uma melodia fina, envolvente, elegante; às vezes, triste, desolada, como se fosse um sol envelhecido. Desde o dia de ontem que eu desejava postar este CD. Não deu para fazê-lo antes. Faço-o agora! Bom deleite!

Johann Pachelbel (1653-1706) -

Canon & Gigue in D major
01. Canon & Gigue in D major

George Frideric Handel (1685-1759) -

Arrival of the Queen of Sheba (Solomon)
02. Arrival of the Queen of Sheba (Solomon)

Berenice - Overture, Minuet, & Gigue
03. Berenice - Overture, Minuet, & Gigue

Thomas Arne (1710-1778) -

Overture No. 3 in G
04. Overture No. 3 in G

Henry Purcell (1659-1695) -

Abdelazer - Suite - Overture
05. Abdelazer - Suite - Overture

Abdelazer - Suite - Rondeau - Air - Air - Minuet
06. Abdelazer - Suite - Rondeau - Air - Air - Minuet

Abdelazer - Suite - Air - Jig - Hornpipe - Air
07. Abdelazer - Suite - Air - Jig - Hornpipe - Air

Antonio Vivaldi (1678-1741) -

Concerto 'Per Flautino' in C Major, RV 443
08. Allegro
09. Largo
10. Allegro molto
George Frideric Handel (1685-1759) -

Music for thr Royal Fireworks


1. Ouverture 8:24
2. Bourée 1:28
3. La Paix 3:46
4. La Réjouissance 3:41
5. Menuet I-II 4:27

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The Academy of Ancient Music
Christopher Hogwood, regente
 

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domingo, 22 de maio de 2011

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonia No. 9 em Ré menor, Op. 125

Há muitas afirmações e teses sobre a Nona Sinfonia de Ludwig van Beethoven. Trata-se de um dos momentos mais sublimes já conseguidos pelo homem. É uma obra imortal, com certeza. Utilizo abaixo um pequeno trecho explicativo da wikipédia: "Beethoven estava ansioso para ver sua obra executada em Berlim o mais rápido possível, após terminá-la. Acreditava que o gosto musical de Viena estivesse dominado por compositores italianos como Gioacchino Rossini. Quando seus amigos e patronos ouviram isso, insistiram para que ele estreasse a sinfonia em Viena. A Nona Sinfonia foi executada pela primeira vez no dia 7 de maio de 1824, no Kärntnertortheater, juntamente com a abertura Die Weihe des Hauses ("A Consagração da Casa") e as primeiras três partes da Missa Solene. Esta era a primeira aparição do compositor sobre um palco em doze anos; a casa estava cheia. As partes para soprano e contralto da sinfonia foram executadas por duas jovens e famosas cantoras da época, Henriette Sontag e Caroline Unger. Embora a performance tenha sido regida oficialmente por Michael Umlauf, mestre de capela do teatro, Beethoven dividiu o palco com ele. Dois anos antes, Umlauf havia presenciado a tentativa do compositor de reger um ensaio de sua ópera, Fidelio, que terminou em desastre, e desta vez pediu aos cantores e músicos que ignorassem Beethoven, então já totalmente surdo. No início de cada parte, Beethoven, sentado ao palco, dava indicações de tempo, virando as páginas de sua partitura e dando marcações à uma orquestra que não podia ouvir. O violista Josef Böhm escreveu: "O próprio Beethoven regeu a peça; isto é, ele ficou diante do atril e gesticulou furiosamente. Em certos momentos se erguia, noutros se encolhia no solo, e se movimentava como se quisesse tocar ele mesmo todos os instrumentos e cantar por todo o coro. Todos os músicos não prestaram atenção ao seu ritmo enquanto tocavam." Alguns relatos de testemunhas sugerem que a execução da sinfonia na noite de estréia teria sido pouco apurada, devido ao pouco número de ensaios que haviam sido realizados (apenas dois com a orquestra inteira). Por outro lado, foi um grande sucesso. Enquanto a platéia aplaudia - os testemunhos não deixam claro se isto teria ocorrido no final do scherzo ou da sinfonia - Beethoven, que, em sua "regência", ainda estava atrasado em diversos compassos em relação à música que havia acabado de ser executada, continuava a reger, acompanhando a partitura. Então, a contralto Caroline Unger teria ido a ele e o virado em direção ao público, para aceitar suas exortações e aplausos. De acordo com um dos presentes, "o público recebeu o herói musical com o mais absoluto respeito e simpatia, e ouviu às suas criações maravilhosas, gigantescas, com a mais concentrada das atenções, irrompendo em jubilantes aplausos, frequentemente durante os movimentos, e, repetidamente, ao fim de cada um." Toda a plateia o aplaudiu de pé por cinco diversas vezes; lenços foram erguidos ao ar, assim como chapéus e mãos, para que Beethoven, que não podia ouvir o aplauso, pudesse ao menos vê-lo. Beethoven deixou o concerto extremamente comovido". Esta gravação é histórica. Realizada em 1975, pela New York Philharmonic, tem sob a direção o consagrado Pierre Boulez. Não deixe de ouvir e apreciar!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonia No. 9 em Ré menor, Op. 125

01. Announcer
02. Allegro ma non troppo, un poco maestoso
03. Molto Vivace
04. Adagio Molto e Cantabile; Andante moderato
05. Finale: Presto assai

Live Oct. 1975

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New York Philharmonic
Pierre Boulez, regente

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sábado, 21 de maio de 2011

Aram Khachaturian (1903-1978) - Masquerade Suite e Dimitri Kabalevsky (1904-1987) - The Comedians

Um CD bastante pândego. Resolvi postá-lo após ter chegado em casa, após ter ficado o dia todo correndo de um lado para o outro. Tarefas e mais tarefas. Hoje à noite, mais trabalho. A noite do Planalto Central está fria. Boa para o recolhimento. Mas, deixemos de maiores delongas e vamos à música desses dois compositores russos. Um deles, Dimitri Kabalevsky, é a primeira vez que surge por aqui. Kabalevsky foi um extraordinário pianista. A peça encontrada neste post possui um cheiro de hilariedade, de bufonaria. O primeiro contato, talvez, tenha me deixado com a impressão de que precise degustar com uma maior detença a peça. Boa apreciação!

Aram Khachaturian (1903-1978) - Masquerade Suite
01. I. Waltz*
02. II. Nocturne (Oscar Shumsky violin)*
03. III. Mazurka
04. IV. Romance
05. V. Galop

Dimitri Kabalevsky (1904-1987) - The Comedians
06. I. Prolgue
07. II. Comedian's Galop
08. III. March
09. IV. Waltz
10. V. Pantomime
11. VI. Intermezzo
12. VII. Little Lyrical Scene
13. VIII. Gavotte
14. IX. Scherzo
15. X. Epilogue

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RCA Victor Symphony Orchestra
Kiril Kondrashin, regente
*Oscar Shumsky, violino

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sexta-feira, 20 de maio de 2011

F. Bridge (1879-1941) - The Sea-Suite For Orchestra, B. Britten (1913-1976) - Violin concerto, op. 15 e W. Lutoslawski (1913-1994) - Concerto etc

O maestro Yan Pascal Tortelier tem um currículo respeitável. Não havia escutado nada ainda sob a sua condução. Sou sabedor de que, após os problemas com John Neschling, em 2009, Tortelier foi contratado para ser o regente titular da Osquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Tortelier é francês de nascimento. Mas já eteve a oportunidade de conduzir importantes orquestras como a de Londres, São Francisco, Montréal, Paris e São Petersburgo. Vale ressaltar que o seu principal protagonismo foi à frente da orquestra da BBC de Londres. Seu trabalho na BBC lhe rendeu um laureamento (inclusive, as peças regidas neste post estão a cargo da sinfônica inglesa). A primeira impressão foi positiva. As três peças (broadcastings) que surgem nesta postagem, deixaram-me feliz. Conhecia somente o concerto para violino de Britten, compositor que se sempre provoca admiração e surpresa quando o escuto. A suite de Bridge também provocou uma impressão de contentamento. Fato importante é que Frank Bridge foi professor de Britten, o maior compositor inglês de todos os tempos. Lutoslawski, por sua vez, com sua linguagem áspera, continua a ser um desafio. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Frank Bridge (1879-1941) - The Sea-Suite For Orchestra
01. 1. Seascape (Allegro ben moderato)
02. 2. Sea-foam (Allegro vivo)
03. 3. Moonlight (Adagio ma non troppo)
04. 4. Storm (Allegro energico)

Benjamin Britten (1913-1976) - Violin concerto, op. 15
05. I. Moderato Con Moto-
06. II. Vivace-Cadenza-
07. III. Passacaglia Andante Lento (Un Poco Meno Mosso)

Witold Lutoslawski (1913-1994) - Concerto for Orchestra
08. I. Intrada: Allegro maestoso
09. II. Capriccio notturno e arioso: Vivace
10. III. Passacaglia, toccata e corale: Andante con moto

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BBC Symphony Orchestra
Yan Pascal Tortelier, conductor
Daniel Hope, violin

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terça-feira, 17 de maio de 2011

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonia No. 5 em Dó menor, Op. 67 e Sinfonia No. 7 em Lá maior, Op. 92

A Quinta Sinfonia de Beethoven é uma daquelas obras marcantes, de tema fácil, que seria pouco grácil com outro compositor, mas que com Beethoven tornou-se um hino para a eternidade. Isso apenas ressalta a genialidade do mestre de Bonn. Este CD regido por Mravinsky, o que o torna especial, é fantástico. Possui força, graça, timbres claros, cristalinos e todo o rigor que uma boa interpretação de Beethoven deve possuir. Aparece ainda a Sinfonia no. 7, outro trabalho para o qual os elogios são insuficientes. Ou seja, trata-se de um registro imponente. Não deixe de ouvir!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonia No. 5 em Dó menor, Op. 67 e Sinfonia No. 7 em Lá maior, Op. 92

Sinfonia No. 5 em Dó menor, Op. 67
01. Allegro con brio
02. Andante con moto
03. Allegro
04. Allegro

Sinfonia No. 7 em Lá maior, Op. 92
05. Poco sostenuto, Vivace
06. Allegretto
07. Presto, Assai menu presto, Presto
08. Allegro con brio

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Orquestra Filarmônica de Leningrado
Evgeny Mravinsky, regente

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sábado, 14 de maio de 2011

The Baroque Experience - J.S. Bach, Torelli e Corelli (CD 3 de 5)

Seguindo com nossas postagens barrocas, apresento mais um belo CD dessa caixa promotora de exultação. Estava ouvindo à pouco enquanto elaborava uma prova para os meus alunos. Um ótimo combustível para uma noite fria de sábado. Toda a elegância e aquele marca dos trabalhos Hogwood se mostram nessas gravações. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1865-1750) -

Orchestral suite No 2 in B minor
01. Overture
02. Rondeau
03. Sarabande
04. Bourrée I & II
05. Polonaise
06. Menuet
07. Badinerie

Orchestral suite No 3 in D major
08. Overture
09. Air
10. Gavotte I & II
11. Bourrée
12. Gigue

Giuseppe Torelli (1658-1709) -
Concerto grosso - Op 8 No 6
13. Concerto grosso - Op 8 No 6
Arcangelo Corelli (1653-1713) -

Christmas concerto
14. Vivace - Grave - Allegro
15. Adagio - Allegro - Adagio
16. Vivace
17. Allegro - Pastorale

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The Academy of Ancient Music
Christopher Hogwood, regente

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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Giovanni Pierluigi da Palestrina (1525-1594) - Tu es Petrus, Asumpta est Maria, Veni sponsa, Sine nomine, Ecce ego Joannes

Giovanni Pierluigi da Palestrina teve um importante papel no desenvolvimento da música do Ocidente - especialmente, a música religiosa. Quando falamos de Palestrina estamos simplesmente diante daquele que foi um dos nomes mais festejados antes de Bach. Enquanto Bach tem o seu nome ligado ao luteranismo, Palestrina tem o seu nome ligado à fé Católica. Mesmo tendo vivido no século XVI, o compositor conquistou uma reputação tal que muitas autoridades europeias requisitaram os seus serviços. "" Palestrina foi denominado como "O Príncipe da Música", e suas obras foram classificadas como a "perfeição absoluta" do estilo eclesiástico. Reconheceu-se que Palestrina captou, melhor que nenhum outro compositor, a essência do aspecto sóbrio e conservador da Contra-Reforma numa polifonia de extrema pureza, apartada de qualquer sugerência profana. O estilo palestriniano pode-se verificar, com claridade nas suas Missas;a sua índole objectiva, friamente impessoal, resulta extremamente apropriada aos textos formais e rituais do Ordinário. Desde logo a base do seu estilo é o contraponto imitativo franco-flamengo; as partes vocais fluem num ritmo continuo, com um motivo melódico novo para cada frase do texto. Palestrina mostra o caráter que vem associado ao gênio: plenamente consciente das suas capacidades e forte popularidade obtidos através de suas composições, nunca foi forçado a aceitar encomendas desagradáveis para sobreviver. Pelo contrário, soube fazer-se recompensar generosamente por todos os seus protetores, de modo que o Vaticano se viu constrangido a aumentar continuamente o seu salário anual, para mantê-lo em Roma, por causa de tantas propostas que recebia. Foi um homem volitivo, mas com fortes impulsos que o levaram a súbitas e surpreendentes escolhas, tais como o segundo casamento, celebrado após receber ordenações religiosas menores. Compositor prolífero, publicou muito em vida, e suas obras não caíram no esquecimento; ao contrário, foram sempre apreciadas como obras-primas da polifonia". Sendo assim, ouçamos a música beatífica do grande compositor italiano. Uma boa reverência!

Giovanni Pierluigi da Palestrina (1525-1594) - Tu es Petrus, Asumpta est Maria, Veni sponsa, Sine nomine, Ecce ego Joannes

DISCO 01

Tu es Petrus
01. Tu es Petrus
02. Kyrie
03. Gloria
04. Credo
05. Sanctus
06. Benedictus
07. Agnus Dei I
08. Agnus Dei II

Asumpta est Maria
09. Asumpta est Maria
10. Kyrie
11. Gloria
12. Credo
13. Sanctus
14. Benedictus
15. Agnus Dei I
16. Agnus Dei II

DISCO 02

Veni sponsa
01. Veni sponsa
02. Kyrie
03. Gloria
04. Credo
05. Sanctus
06. Benedictus
07. Agnus Dei I
08. Agnus Dei II

Sine nomine
09. Kyrie
10. Gloria
11. Credo
12. Sanctus
13. Benedictus
14. Agnus Dei

Ecce ego Joannes
15. Kyrie
16. Gloria
17. Credo
18. Sanctus
19. Benedictus
20. Agnus Dei

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Choir Kings Col

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) - Symphony No. 6 in B Minor, Op. 74 'Pathétique'

Após alguns dias de completo afastamento tácito, estou de volta com um belo CD. A Sinfonia no. 6, "Patética", de Tchaikovsky possui humores variados. Ela é quase trágica. Uma atmosfera lúgubre e repleta de um clima de sonho perpassa toda a extensão da obra. O quarto movimento, por exemplo, provoca-me arrepios e uma melancolia doce, habitada por flocos de emoções suaves e desoladas. Foi uma das primeiros trabalhos do russo que eu tive a oportunidade de ouvir. Desde que a ouvi pela primeira, a sua melodia me soa profundamente emotiva. À frente de tudo isso, temos Leonard Bernstein. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) - Symphony No. 6 in B Minor, Op. 74 'Pathétique'

Symphony No. 6 in B Minor, Op. 74 'Pathétique'
01. Adagio - Allegro non troppo
02. Allegro con grazia
03. Allegro molto vivace
04. Finale, Adagio lamentoso

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New York Philharmonic
Leonard Bernstein, regente

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sábado, 7 de maio de 2011

Serge Prokofiev (1891-1853) - Romeo and Juliet [highlights]

Antes de ouvir esta interpretação que faz jus à peça de Prokofiev, leia o texto que segue, encontrado AQUI: "Balé Romeu e Julieta é a obra mais conhecida do compositor russo Sergei Sergeievich Prokofiev. Um enfant terrible. Era assim que Sergei Sergeievich Prokofiev era conhecido pelo exagero em suas composições. Pianista e compositor do modernismo clássico, ganhou fama por suas obras muitas vezes incompreensíveis. Natural de Sontsovka, cidade localizada na atual Ucrânia (antigo Império Russo), nasceu no dia 23 de abril de 1891. Filho único, era mimado pelos pais, o engenheiro agrônomo Sergei Alekseevitch e a pianista amadora Maria Grigoryevna. Demonstrando, ainda criança, um grande fascínio pela música, foi levado pela mãe a estudar no Conservatório de São Petersburgo, onde conheceu o compositor russo Rimsky-Korsakov, principal mentor de seu carreira. Ainda pequeno, já era uma promessa na música e com apenas 16 anos produzia sua Sonata para piano n. 1. Sempre dedicado aos estudos, foi homenageado em 1911 com o Prêmio Anton Rubinstein como melhor aluno do conservatório. Em 1914, o coreógrafo russo Diaghilev, impressionado com seu trabalho ultra-moderno, encomenda uma peça para ballet a Prokofiev. A obra, intitulada Ala e Lolli, foi rejeitada, mas uma segunda chance lhe foi dada. Compõe então O Bufão, encenada em 1921. Mais tarde, modificou a obra recusada e a transformou na suíte orquestral Suíte Scythian, que estreou na Rússia em 1916. Execrada pela crítica, que a considerou muito extravagante, a composição foi diversas vezes aplaudida pelo público. Já muito famoso, em 1915, Prokofiev é solicitado pelo Teatro Maryinsky a realizar uma ópera. O resultado foi O Jogador, baseado em uma história de Dostoievsky. Com a Revolução Russa de 1917, deixa o país e passa a viver entre os Estados Unidos e a França". Uma boa apreciação!

Serge Prokofiev (1891-1853) - Romeo and Juliet

01. The Montagues and the Capulets (op. 64b-1)
02. Romeo at the fountain (op. 101-1, fig. 2)
03. The street awakens (op. 64-3)
04. Morning Dance (op. 101-2)
05. The quarrel (op 64-5)
06. The fight (op. 64-6)
07. Dance with mandolins (op. 64-25)
08. The nurse (op. 64-26)
09. Juliet the Young Girl (op. 64b-2)
10. Dance of the five couples (op. 64-24)
11. Interlude (op. 64-8)
12. Masks (op. 64-12)
13. Romeo and juliet (op. 64a-6)
14. Tybalt's death (op. 64a-7)
15. Romeo and Juliet before parting (op. 64b-5)
16. Morning Serenade (op. 64-48)
17. Dance of the young girls with the lilies (op 64-49)
18. At Juliet's bedside (op. 64-50, fig. 345)
19. Juliet's funeral (op. 64-51)
20. Death of Juliet (op. 64-52)

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Berliner Philharmoniker
Claudio Abbado, regente

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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Antonio Salieri (1750-1825) - Ouvertures

Salieri é um caso curioso de incompreensão. A importância do compositor para a música do século XIX é grandiosa. Sua relevância foi minimizada em decorrência de boatos históricos. Sua música, entretanto, foi bastante conhecida à época em que o compositor viveu. Salieri não foi, historicamente, o sujeito invejoso e mesquinho retratado pelo cinema - mais precisamente no filme Amadeus (1984), de Milos Forman. O compositor gozou de um prestígio social considerável. Foi preceptor de Liszt, Mozart, Schubert, Meyerbeer, Beethoven, Hummel, entre outros. Esse quadro pintado por mim é uma pequena amostra do talento de Salieri. Talvez ele não possua a versatilidade de Mozart; a prodigalidade de Haydn; ou a passionalidade de Beethoven, mas Salieri merece ser conhecido por aquilo que fez. Não deixe de ouvir!

Antonio Salieri (1750-1825) - Ouvertures

01 - La secchia rapita
02 - Les Danaides
03 - Palmira Regina di Persia
04 - La fiera di Venezia
05 - Axur Re d'Ormus
06 - La Grotta di Trofonio
07 - Ouverture in Re maggiore
08 - Europa Riconosciuta
09 - Variazioni sulla Follia di Spagna

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Moldavian National Symphony Orchestra
Silvano Frontalini, regente

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Maurice Ravel (1875-1937) - Piano Concerto for the Left Hand, Piano Concerto in G e Miroirs

O Concerto para mão esquerda de Ravel é uma das peças do repertório pianístico que mais gosto. Há drama, suspense, força, indecisão. Aspectos que para mim são bastantes relevantes numa obra musical. A música de Ravel é repleta de encanto e sonho. Ao ouvir Ravel somos conduzidos por bosques e florestas mágicas. Avistamos gnomos, fadas, dríades e musas aladas. Este CD encanta! Boulez e Aimard, dois nomes necessariamente grandes da música contempôranea. Boulez, reverenciado pela sua história como grande compositor e regente; e, Aimard, pelas interpretações sóbrias, equilibradas. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Maurice Ravel (1875-1937) - Piano Concerto for the Left Hand, Piano Concerto in G e Miroirs

Piano Concerto for the Left Hand
01. Lento - Andante - Allegro - Tempo I

Piano Concerto in G
02. I. Allegramente - Andante - Tempo I
03. II. Adagio assai
04. III. Presto

Miroirs
05. I. Noctuelles Très léger
06. II. Oiseaux tristes Très lent
07. III. Une barque sur l'ocean D'un rythme souple
08. IV. Alborado del gracioso Assez vif
09. V. La Valle des cloches Trèl lent

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The Cleveland Orchestra
Pierre Boulez, regente
Pierre-Laurent Aimard, piano

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Edvard Grieg (1843-1907) - Sonata in F major, Op.8,Sonata in G major, Op.13 e Sonata in C minor, Op.45

De passagem apenas para postar, trazer à tona esse baita CD. Fiquei impressionado a com a leveza e a singeleza das sonatas de Grieg - ainda não as conhecia. Outro aspecto positivo a se ressaltar é a extraordinária parceria Maria João Pires e Augustin Dumay. A dupla tem produzido CDs fantásticos. E o registro que ora posto tem essa característica. A música de Grieg possui uma fragrância diferente; uma sensibilidade que nã ose encontra em qualquer lugar. É como se em seu mundo encontrássemos o sussurro dos bosques, dos ventos. A sua Noruega estava presente em tudo o que o compositor fazia. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação.

Edvard Grieg (1843-1907) - Sonata in F major, Op.8,Sonata in G major, Op.13 e Sonata in C minor, Op.45

Sonata in F major, Op.8
01. I. Allegro con brio
02. II. Alleggreto quasi Andatino - Più vivo - Tempo I
03. III. Allegro molto vivace

Sonata in G major, Op.13
04. I. Lento doloroso - Poco allegro - Allegro vivace
05. II. Allegretto tranquillo
06. III. Allegro animato

Sonata in C minor, Op.45
07. I. Allegro molto ed appassionato
08. II. Allegretto espressivo alla Romanza - Allegretto molto - Tempo I
09. III. Allegro animato

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Augustin Dumay, violino
Maria João Pires, piano

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