sábado, 16 de abril de 2016

Robert Schumann (1810-1856) - Cello Concerto in A minor, Op. 129 e Piano Trio No. 1 in D Minor, Op. 63

Sensacional este disco! A sonoridade é espetacular. Queyras é um grande celista - sem sombras de dúvidas. Isso é inquestionável. O belo Concerto para violoncelo de Schumann é exemplarmente executado. Consegue-se divisar com muita clareza a presença do instrumento executado pelo grande violoncelista. Vale mencionar ainda a qualidade da Freiburger Barockorchester. Disco necessário para se ouvir do selo Harmonia Mundi. O disco ainda traz o bonito Trio No. 1. A data de lançamento do registro é abril de 2016. Uma boa apreciação!

Robert Schumann (1810-1856) -

Cello Concerto in A minor, Op. 129
01. I. Nicht zu schnell
02. II. Langsam
03. III. Sehr lebhaft

Piano Trio No. 1 in D Minor, Op. 63
04.  I. Mit Energie und Leidenschaft
05. II. Lebhaft, Doch nicht zu rasch
06. III. Langsam, mit inniger Empfindung
07. IV. Mit Feuer

Freiburger Barockorchester
Pablo Heras-Casado, regente
Jean-Guihen Queyras, cello
Isabele Faust, violino
Alexander Melnikov, piano

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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Jazz - Chet Baker (1929-1988) - Somewhere Over The Rainbow

Este disco era para ter saído no dia de ontem. Infelizmente, fui a uma reunião e não pude postá-lo. Mas, sai hoje - o importante é sair. Novamente, temos a música de Chet Baker. A gravação das faixas deste disco foram realizadas na Itália. A qualidade é incrível. O talento de Chet, ligado ao talento dos músicos, proporciona um disco imperdível. Alguns arranjos bem diferentes como, por exemplo, Well You Needn't. Mas é o bom e marginal Chet. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Chet Baker (1929-1988) - Somewhere Over The Rainbow

01. Well You Needn't
02. These Foolish Things
03. Star Eyes
04. Somewhere Over The Rainbow
05. Pent-up House
06. Blues In The Closet

Benoit Quersin, bass
Daniel Humair, drums
René Thomas, guitar
Amedeo Tommasi, piano
Bobby Jaspar, tenor saxophone
Chet Baker, trumpet

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Sergei Rachmaninov (1873-1943) - Complete Works for Piano and Orchestra

Curiosamente, eu nunca havia postado este disco - que por sinal, é excelente! Há quem não goste de Rach. Durante muito tempo pertenci a esse grupo. Hoje, não credito a culpa ao compositor ou ao artista. Prefiro pensar que o problema esteja em mim; que não amadureci o suficiente para compreendê-lo. Foi assim que consegui exorcizar a minha indisposição contra o Rach. Ele foi um grande pianista. Os seus quatro concertos para piano são referências nesse sentido. Vale ouvir este disco! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Sergei Rachmaninov (1873-1943) - 

DISCO 01

Piano Concerto No. 1 in F sharp minor, Op. 1
01. Vivace
02. Andante
03. Allegro vivace

Piano Concerto No. 4 in G minor, Op. 40
04. Allegro vivace
05. Largo
06. Allegro vivace

Rhapsody on a Theme by Paganini, Op. 43
07 - 32 - Rhapsody on a Theme by Paganini, Op. 43

DISCO 02

Piano Concerto No. 2 in C minor, Op. 18
01. Moderato
02. Adagio sustenuto
03. Allegro scherzando

Piano Concerto Concerto No. 3 in D minor, Op. 30
04. Allegro ma non tanto
05. Intermezzo (Adagio)
06. Finale (Alla breve)


San Francisco Symphony 
Edo de Waart, regente
Zoltán Kocsis, piano


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Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Chamber Symphony for Strings in C Minor, Op. 110a, Ludwig van Beethoven (1770-1827) Piano Concerto No. 4 in G major e Robert Schumann (1810-1856) - Symphony No. 3 in E flat major, 'Rhenish'

Um excelente broadcasting. São três compositores escolhidos a dedo. Um grande regente. O resultado é um repertório grandioso, com uma interpretação louvável por um dos maiores regentes da atualidade: Sir John Eliot Gardiner. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) -

Chamber Symphony for Strings in C Minor, Op. 110a

Ludwig van Beethoven (1770-1827)

Piano Concerto No. 4 in G major

Robert Schumann (1810-1856) -

Symphony No. 3 in E flat major, 'Rhenish'

Chicago Symphony Orchestra
John Eliot Gardiner, regente
Robert Levin, piano

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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Arvo Pärt (1935) - 7 Magnificant-Antiphone, Arbos etc; William Byrd (1543-1623) - Senex Puerum Portabat, . Missa à 5 etc

Este é um disco bastante curioso. Sua linguagem é desafiadora. Todavia, trata-se de disco cuja beleza é bastante delicada. A novidade é William Byrd que não costuma aparecer por aqui. Byrd foi um importante compositor no reinado de Elizabeth I, da Inglaterra. O compositor era católico, mas escrevia, também, para o serviço da Igreja Anglicana. Já como compositor do século XX, temos Arvo Pärt, que tem aparecido por aqui com certa regularidade nas últimas semanas. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Senex Puerum Portabat A 5 -
02. 7 Magnificant-Antiphone: O Weisheit - Kai Wessel
03. 7 Magnificant-Antiphone: O Adonai - Kai Wessel
04. 7 Magnificant-Antiphone: O Spross Aus Isais Wurzel - Kai Wessel
05. 7 Magnificant-Antiphone: O Schussel Davids - Kai Wessel
06. 7 Magnificant-Antiphone: O Morgenstern - Kai Wessel
07. 7 Magnificant-Antiphone: O Konig Aller Volker - Kai Wessel
08. 7 Magnificant-Antiphone: O Immanuel - Kai Wessel K
09. Magnificant - Kai Wessel
10. Senex Puerum Portabat A 4 -
11. Arbos
12. Summa
13. Pari Intervallo
14. Missa A 5: Kyrie
15. Missa A 5: Gloria
16. Missa A 5: Credo
17. Missa A 5: Sanctus
18. Missa A 5: Benedictus
19. Missa A 5: Agnus Dei

Calefax Reed Quintet

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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Piano Concerto No.1, Op.35 e Joseph Haydn (1732-1809) - Piano Concerto in D major, Hob.WVIII11

Mais um disquinho sensacional nesta quarta-feira, trazendo outra argentina: Martha Argerich, uma das maiores pianistas da história. Argerich possui uma maneira bem singular de tocar. Por exemplo, as duas obras dispostas no disco são realizadas com grande desenvoltura; com uma técnica afiada, brilho e uma elegância incomum. É bom vê-la trabalhando. Em dadas ocasiões procuro vídeos dela no Youtube e fico impressionado com a sua agilidade. No Concerto de Haydn, ela demonstra sua perícia, o charme e a velocidade costumeira. Outro fator é a beleza da obra. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) -

Piano Concerto No.1, Op.35
01. 1. Allegro moderato - attacca
02. 2. Lento - attacca
03. 3. Moderato - attacca
04. 4. Allegro con brio

Joseph Haydn (1732-1809) - 

Piano Concerto in D major, Hob.WVIII11
05. 1. Vivace
06. 2. Un poco Adagio
07. 3. Rondo all'Ungarese. Allegro assai

Wüttembergisches Kammerorchester Heibronn
Jörg Faerber, regente
Martha Argerich, piano

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Robert Schumann (1810-1856) - Piano Concerto in A Minor, Op 54, Félix Mendelssohn (1809-1847) - Marchen von der schonen Melusine Op 32, Piano Concerto No 1 in G Minor, Op 25 etc

A bonita e talentosa pianista argentina Ingrid Fliter tem realizado gravações dignas de louvor. Um desses casos, por exemplo, é o seu Chopin, que certa vez postei por aqui (não lembro se os links ainda estão "vivos"). Neste disco, lançado este ano, ao vivo, Fliter esbanja técnica e uma forma de interpretar que revela alegria. A gravação foi realizada ao vivo. Percebe-se a qualidade apurada de uma pianista que já se consolidou como uma referência. Dizem que os dois concertos para piano de Chopin ficaram fantásticos com ela. Gostaria de vê-la executando o Concerto no. 1 de Tchaikovsky. Esperemos! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Robert Schumann (1810-1856) -

Piano Concerto in A Minor, Op 54
01. I Allegro affettuoso
02. II Intermezzo
03. III Allegro vivace

Félix Mendelssohn (1809-1847) - 

Marchen von der schonen Melusine Op 32 The Fair Melusina 1835 version
04. Marchen von der schonen Melusine Op 32 The Fair Melusina 1835 version

Piano Concerto No 1 in G Minor, Op 25
05. I Molto allegro con fuoco
06. II Andante
07. III Presto - Molto allegro e vivace

Calm Sea and Prosperous Voyage
08. Calm Sea and Prosperous Voyage

Scottish Chamber Orchestra
Antonio Méndez, regente
Ingrid Fliter, piano

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terça-feira, 12 de abril de 2016

Arnold Schoenberg (1874-1951) - Suite, Op. 29, Verklärte Nacht Op. 4, 3 Pieces for Chamber Orchestra

Schoenberg não aparece por aqui todos os dias, mas, quando aparece, deve ser em grande estilo. O compositor austríaco é uma das páginas mais eloquentes da música do século XX. Ele simplesmente "inverteu" revolucionariamente, à sua maneira, a forma de compor. Um exemplo disso é a Suite, Op. 29, que parece neste disco. Ela possui um beleza bem ao seu próprio modo. Schoenberg parece subverter a forma de escrever. É como se ela fosse tocada ao avesso. Esta peça é uma verdadeira obra-prima bem ao estilo do compositor. Vale a audição! E ainda temos uma das obras mais conhecidas do compositor: A transfiguração da Noite, obra cuja tragicidade a torna em outra obra-prima. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Arnold Schoenberg (1874-1951) - 

01. I. Ouvertüre - Suite, Op. 29
02. II. Tanzschritte - Suite, Op. 29
03. III. Thema mit Variationen - Suite, Op. 29
04. IV. Gigue - Suite, Op. 29
05. I. Verklärte Nacht Op. 4
06. I. Rasche Viertel - 3 Pieces for Chamber Orchestra
07. II. Mäßig Viertel - 3 Pieces for Chamber Orchestra
08. III. Gehende Viertel - 3 Pieces for Chamber Orchestra

Members of the Ensemble InterCorporation

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Dmitry Borisovich Kabalevsky (1904-1987) - Preludes and Fugues

Kabalevsky foi um importante compositor soviético, principalmente no que tange à música de cinema. Seu pai tinha intenções de torná-lo um matemático. Todavia, o jovem Kabalevsky se enveredou pelo muno artístico. Durante os anos de chumbo da união Soviética, o compositor, evitando uma posição mais vanguardista - como, por exemplo, Prokofiev -, buscou não contrariar o Partido Comunista da União Soviética. Sua música é boa! Era um grande compositor e um fabuloso orquestrador. Neste disco, temos a sua música pianística. Kabalevsky era uma grande pianista. Aprendeu a tocar ainda muito jovem. Essas peças são deliciosas. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Dmitry Borisovich Kabalevsky (1904-1987) - 

01. Preludes (4) for piano, Op. 5: No. 1. Semplice
02. Preludes (4) for piano, Op. 5: No. 2. Vivo e leggiero
03. Preludes (4) for piano, Op. 5: No. 3. Moderato quasi andante
04. Preludes (4) for piano, Op. 5: No. 4. Andantino
05. Preludes (24) for piano, Op. 38: No 1. Andantino
06. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 2. Scherzando
07. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 3. Vivace
08. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 4. Andantino
09. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 5. Andante sostenuto
10. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 6. Allegro molto
11. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 7. Moderato e tranquillo
12. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 8. Andante non troppo - Semplice e cantando
13. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 9. Allegretto scherzando
14. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 10. Non troppo allegro, ma agitato - Recitando, rubato
15. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 11. Vivace scherzando
16. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 12. Adagio
17. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 13. Allegro non troppo
18. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 14. Prestissimo possibile
19. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 15. Allegro marcato
20. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 16. Allegro tenebroso
21. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 17. Andantino tranquillo
22. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 19. Allegretto
23. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 20. Andantino semplice
24. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 21. Festivamente (non troppo allegro)
25. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 22. Scherzando. Non troppo allegro
26. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 23. Andante sostenuto
27. Preludes (24) for piano, Op. 38: No. 24. Allegro feroce
28. Preludes and Fugues (6) for piano, Op. 61: No. 1. in G major, 'A Summer Morning On The Lawn'
29. Preludes and Fugues (6) for piano, Op. 61: No. 2 in C major, 'Becoming A Young Pioneer'
30. Preludes and Fugues (6) for piano, Op. 61: No. 3 in E minor, 'An Evening Song Beyond The River'
31. Preludes and Fugues (6) for piano, Op. 61: No. 4 in A major, 'At The Young Pioneer Summer Camp'
32. Preludes and Fugues (6) for piano, Op. 61: No. 5 in C minor, 'The Story Of A Hero'
33. Preludes and Fugues (6) for piano, Op. 61: No. 6 in F major, 'A Feast Of Labour'

Alexandre Dossin, piano

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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Requiem in D minor K. 626 (Ed. R. Levin), Adagio & Fuge c-Moll, KV546

Penso que o Réquiem de Mozart seja daquelas músicas que sentimos, em tempos ou outros, a necessidade de ouvi-la para nos reorganizarmos. Pois justamente senti essa necessidade hoje à noite. Procurei uma versão à altura de minha necessidade e encontrei esta com o Mackerras. Diria que esta foge ao convencional, ou seja, a de Süssmayr, discípulo de Mozart. Trata-se da edição do musicólogo Robert Levin, que restaurou algumas obras do século XVIII - incluindo Johann S. Bach e Mozart - a partir dos manuscritos desses compositores. O resultado é uma versão mais dramática, mais intensa no que tange ao senso espiritualizante. Vale a pena ouvir e se deixar conduzir por  essa música eterna. Uma boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 

01 Mozart - Requiem d-Moll, KV626 (ed. R.Levin) - I.Introitus - Requiem 4:27
02 I.Introitus - Kyrie 2:22
03 II.Sequetia - Dies irae 1:43
04 II.Tuba mirum 3:11
05 II.Rex tremendae 1:56
06 II.Recordare 4:49
07 II.Confutatis 2:32
08 II.Lacrimosa 2:33
09 II.Amen 1:26
10 III.Offertorium - Domine Jesu 3:17
11 III.Hostias 3:33
12 IV.Sanctus 1:59
13 IV.Benedictus 5:00
14 V.Agnus Dei 2:46
15 VI.Communio - Lux aeterna 2:41
16 VI.Cum sanctis tuis 2:37
17 Mozart - Adagio & Fuge c-Moll, KV546 - I.Adagio 3:31
18 II.Fuge 4:26

Scottish Chamber Orchestra and Chorus
Sir Charles Mackerras, regente
Susan Gritton, soprano
Catherine Wyn-Rogers, contralto
Timothy Robinson, tenor
Peter Rose, bass

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Benjamin Britten (1913-1976) - Occasional Overture, Variations on a Theme of F. Bridge, Prelude and Fugue Op.29 e The Young Person's Guide to the Orchestra


Já deixei explícito aqui em outros momentos a minha grande admiração por Benjamin Britten. Penso que ele tenha sido um dos maiores compositores da história da Inglaterra. Britten era dono de uma sofisticação própria e de uma linguagem que destoava da estética do mundo inglês. Este belo disco da Naxos traz algumas de suas obras não tão conhecidas - com a exceção de The Young Person's Guide to the Orchestra, que foi escrita com finalidades pedagógicas. Eis um belo disco para começarmos bem a semana. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Benjamin Britten (1913-1976) -

01. Occasional Overture
02. Variations on a Theme of F. Bridge - 01. Introduction and Theme
03. Variations on a Theme of F. Bridge - 02. Adagio
04. Variations on a Theme of F. Bridge - 03. March
05. Variations on a Theme of F. Bridge - 04. Romance
06. Variations on a Theme of F. Bridge - 05. Aria italiana
07. Variations on a Theme of F. Bridge - 06. Bourrée Classique
08. Variations on a Theme of F. Bridge - 07. Wiener Waltzer
09. Variations on a Theme of F. Bridge - 08. Moto Perpetuo
10. Variations on a Theme of F. Bridge - 09. Funeral March
11. Variations on a Theme of F. Bridge - 10. Chant
12. Variations on a Theme of F. Bridge - 11. Fugue and Finale
13. Prelude and Fugue Op.29 - 1. Prelude - Grave
14. Prelude and Fugue Op.29 - 2. Fugue - Allegro energico
15. Prelude and Fugue Op.29 - 3. Coda - Grave coma prima
16. The Young Person's Guide to the Orchestra - 01. Theme
17. The Young Person's Guide to the Orchestra - 02. Variation A - The Flutes
18. The Young Person's Guide to the Orchestra - 03. Variation B - The Oboes
19. The Young Person's Guide to the Orchestra - 04. Variation C - The Clarinets
20. The Young Person's Guide to the Orchestra - 05. Variation D - The Bassoons
21. The Young Person's Guide to the Orchestra - 06. Variation E  The Violins
22. The Young Person's Guide to the Orchestra - 07. Variation F - The Violas
23. The Young Person's Guide to the Orchestra - 08. Variation G - The Cellos
24. The Young Person's Guide to the Orchestra - 09. Variation H - The Double Bass
25. The Young Person's Guide to the Orchestra - 10. Variation I - The Harp
26. The Young Person's Guide to the Orchestra - 11. Variation J - The Horns
27. The Young Person's Guide to the Orchestra - 12. Variation K - The Trumpets
28. The Young Person's Guide to the Orchestra - 13. Variation L - The Trombones a...
29. The Young Person's Guide to the Orchestra - 14. Variation M - The Percussion
30. The Young Person's Guide to the Orchestra - 15. Fugue - Allegro molto


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domingo, 10 de abril de 2016

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Flute Sonatas, BWV 1020, 1030-1032; Partita, BWV 1013

Que disco, meus amigos, que disco! Sonoridade clara. Melodia infinita. Verdadeiramente um disco especial. A dupla Nicolet-Richter dialoga com máximo entrosamento e elegância. O flautista francês, conhecido também pelas gravações realizadas com as obras de Mozart, eleva o quesito elegância, melodia e técnica afiada. Escuta-se o som do cravo de Richter como se este fosse um doce murmúrio a acompanhar a flauta melodicamente poética de Nicolet. Impossível ouvir este disco e não se entusiasmar com a beleza. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) -

Sonate h-moll BWV 1030
01. Andante
02. Largo e dolce
03. Presto – Allegro

Sonate Es-dur BWV 1031
04. Allegro moderato
05. Siciliano
06. Allegro

Sonate A-dur BWV 1032
07. Vivace
08. Largo e dolce
09. Allegro

Sonate G-moll BWV 1020 
10. Allegro
11. Adagio
12. Allegro

Partita a-moll für Flöte solo BWV 1013

13. Allemande
14. Corrente
15. Sarabande
16. Bourree anglaise

Aurèle Nicolet, falta
Karl Richter, cravo

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Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Concerto After Alessandro Marcello In D Minor, BWV 974, etc, Domenico Scarlatti (1685-1757) - Sonata In D, K 430, CPE Bach (1714-1788) - Sonata In A Minor, WQ 49, - Württemberg Sonata No. 1

Existe um estilo Glenn Gould de tocar - que é inconfundível. O músico canadense foi um gênio ao piano. É possível dizer à distância: "Isso é Gould!", simplesmente pela velocidade e pelas frases nítidas e soltas, com uma certa objetividade complexa e elegância - e, às vezes, excentricidade. Aqui, o grande pianista se debruça sobre três compositores - Johann Sebastian Bach (para quem Gould era uma referência) Domenico Scarlatti e CPE Bach. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 

Concerto After Alessandro Marcello In D Minor, BWV 974
01. 1. Allegro
02.  2. Adagio
03. 3. Presto

Fugue In B Flat, BWV 954
04. Fugue In B Flat, BWV 954

Fugue On A Theme By Albinoni In A, BWV 950
05. Fugue On A Theme By Albinoni In A, BWV 950

Domenico Scarlatti (1685-1757) -  

Sonata In D, K 430
06. 1. Non Presto Ma A Tempo Di Ballo
07. 2. Allegro
08. 3. Presto

CPE Bach (1714-1788) -  

Sonata In A Minor, WQ 49, _Württemberg Sonata No. 1
09. 1. Moderato
10. 2. Andante
11. 3. Allegro Assai

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 
 
Aria Variata In A, BWV 989, In The Italian Style
12. Aria Variata In A, BWV 989, In The Italian Style

Italian Concerto, BWV 971
13. 1. Moderato
14. 2. Andante
15. 3. Allegro Vivace

Chromatic Fantasia & Fugue In D Minor, BWV 903
16. Chromatic Fantasia & Fugue In D Minor, BWV 903

Fantasie In G Minor, BWV 917
17. Fantasie In G Minor, BWV 917

Fantasie In C Minor, BWV 919
18. Fantasie In G Minor, BWV 917

Fantasia & Fugue In C Minor, BWV 906
19. Fantasia & Fugue In C Minor, BWV 906

Glenn Gould, piano

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sábado, 9 de abril de 2016

Johannes Brahms (1833-1897) - Symphonies Nos. 1 - 3; Acdemic Festival Overture; Tragic Overture

Uma excelente postagem para finalizar os trabalhos no dia de hoje. Temos aqui as três primeiras sinfonias de Brahms, sendo primorosamente bem interpretadas. Jochum era um grande intérprete de Brahms. Seu Brahms é vigoroso, ágil, espontâneo, cheio de uma energia lancinante. O disco ainda traz a Abertura Trágica e a Abertura para um Festival Acadêmico. Não deixe de ouvir. Trata-se de material imperdível. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) -

DISCO 01

01. Symphonie Nr. 1 c-moll, Op. 68 I. Un poco sostenuto. – Allegro. – Meno Allegro
02. Symphonie Nr. 1 c-moll, Op. 68 II. Andante sostenuto
03. Symphonie Nr. 1 c-moll, Op. 68 III. Un poco Allegretto e grazioso
04. Symphonie Nr. 1 c-moll, Op. 68 IV. Adagio. – Più Andante. – Allegro non troppo, ma con brio. – Più Allegro
05. «Tragische Ouvertüre» d-moll, Op. 81
06. «Akademische Festouvertüre» c-moll, Op. 80

DISCO 02

01. Symphonie Nr. 2 D-Dur, Op. 73 I. Allegro non troppo
02. Symphonie Nr. 2 D-Dur, Op. 73 II. Adagio non troppo. – L'istesso tempo, ma grazioso
03. Symphonie Nr. 2 D-Dur, Op. 73 III. Allegretto grazioso (quasi Andantino). – Presto ma non assai
04. Symphonie Nr. 2 D-Dur, Op. 73 IV. Allegro con spirito
05. Symphonie Nr. 3 F-Dur, Op. 90 I. Allegro con brio. – Un poco sostenuto. – Tempo I
06. Symphonie Nr. 3 F-Dur, Op. 90 II. Andante
07. Symphonie Nr. 3 F-Dur, Op. 90 III. Poco Allegretto
08. Symphonie Nr. 3 F-Dur, Op. 90 IV. Allegro

London Philharmonic Orchestra
Eugen Jochum, regente

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Modest Mussorgsky (1839-1881) - Pictures at an Exhibition e Robert Schumann (1810-1856) - Fantasie, Op.17

É extremamente temerário empregar o termo "perfeição" em determinadas circunstância. Todavia, penso que o grande pianista Paul Lewis, um dos grandes artistas da atualidade, tenha conseguido um grande trunfo ao seu favor. Lewis parece ter aos mãos de Midas: tudo o que ele "toca" (desculpem o trocadilho) vira "perfeição". A gravação das Sonatas de Beethoven realizada por ele é um exemplo. Recentemente, ele gravou boa parte das obras para piano de Schubert. Novamente, o resultado foi encantador. Quadros de uma exposição, de Mussorgsky, é uma obra belamente colorida. A versão orquestral foi realizada por Ravel no verão de 1922. Originalmente, a obra foi escrita para piano. Ainda temos a delicada Fantasia de Schumann. Não deixe de ouvir este excelente disco. Uma boa apreciação!

Modest Mussorgsky (1839-1881) -

Pictures at an Exhibition
01. I. Gnomus
02. II. Il vecchio castello
03. III. Tuileries (Dispute d'enfants apres jeux)
04. IV. Bydlo
05. V. Ballet de poussins dans leurs coques
06. VI. Samuel Goldenberg und Schmuyle
07. VII. Limoges. Le marche
08. VIII. Catacombae (Sepulcrum romanum)
09. IX. La cabane sur des pattes de poule (Baba Yaga)
10. X. La grande porte de Kiev

Robert Schumann (1810-1856) -

Fantasie, Op.17
11. I. Durchaus phantastisch und leidenschaftlich vorzutragen
12. II. Massig. Durchaus energisch
13. III. Langsam getragen. Durchweg leise zu halten

Paul Lewis, piano

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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Complete Symphonies

No meio da semana, quarta-feira, o blog completou sete anos de existência. Como é praxe todos os anos, busco fazer uma postagem "de peso". Como trabalhei o dia todo na quarta, até à noite, vi-me impedido de fazer a postagem. Mas, eis que hoje surge a marcante postagem de aniversário. Traz uma das minhas paixões - Shostakovich. As gravações das sinfonias de Shostakovich realizadas por Kirill Kondrashin são uma das mais poderosas da história. É um conjunto formidável. Haitink e Kitajenko não ficam para trás, mas a gravação do grande Kirill é especial pelas implicações evocadas. Essas interpretações revelam o coração profundo da Rússia, principalmente da Rússia soviética, já que Kondrashin também era russo. Shostakovich experimentou os principais revezes dentro da União Soviética. E mesmo em meio aos olhares da censura, Shosta escrevia com as suas ironias finas, com um leve toque de bufonarias e brincadeiras variadas. Como, por exemplo, a poderosa Sinfonia no. 4. Hoje à tarde, estava a escutá-la. Pedi para a minha esposa descrever o que ela percebia nos momentos iniciais da obra e ela me disse: "É como se um gigante estivesse chegando, sendo anunciado". Sim. Esse gigante poderia ser o medo, a tensão, a perseguição, a censura, os olhares onipresentes dos asseclas stalinistas, que estavam infiltrados no aparelho estatal - ou mesmo o próprio Stálin. Vale ouvir. Realmente imperdível! Um belo presente de aniversário!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - 

CD01 - Symphonies Nos. 1-3

CD02 - Symphony No. 4, October

CD03 - Symphonies Nos. 5, 6

CD04 - Symphony No. 7

CD05 - Symphony No. 8, The Sun Shines on Our Motherland

CD06 - Symphonies Nos. 9, 10

CD07 - Symphony No. 11

CD08 - Symphony No. 12, The Execution of Stepan Razin

CD09 - Symphony No. 13

CD10 - Symphony No. 14

CD11 - Symphony No. 15, Violin Concerto No. 2


Moscow State Philharmonic
Kirill Kondrashin, regente


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Jazz - Chet Baker (1929-1988) - Chet Baker Sings

Este é daqueles discos que você escuta mais de uma vez - obrigatoriamente. Ele traz o estilo Chet Baker - a canção suave, a voz macia, sussurrada com grande blandícia. O disco reúne boa parte das canções do grande jazzista americano. Chet foi uma figura singular da história do movimento. Dono de um estilo singular, identificável à distância, o músico começou a carreira pra valer no início dos anos 50. Tocou em algumas big bands. Mas, ele era bom em excesso. Logo, desvinculou-se e começou a sua carreira. O vício com as drogas levou-o ao submundo da deterioração: dentes perdidos, o vício contumaz da heroína, as constantes crises de abstinência, o rosto (outrora bonito) que foi assumindo feições cadavéricas como se tivesse sido sugado por uma ventosa. Todavia, o cara era genial. Vale ouvir este disco. Não deixe de fazê-lo. Uma boa apreciação!


Chet Baker (1929-1988) -

01 That Old Feeling
02 It's Always You
03 Like Someone in Love
04 My Ideal
05 I've Never Been in Love Before
06 My Buddy
07 But Not for Me
08 Time After Time
09 I Get Along Without You Very Well
10 My Funny Valentine
11 There Will Never Be Another You
12 The Thrill Is Gone
13 I Fall in Love Too Easily
14 Look for the Silver Lining

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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Sonata in F Major, K. 377, Sonata in E-flat Major, K. 380, Sonata in C Major, K. 403 (fragment) e Sonata in F Major, K. 376


Quando Mozart escreveu estas obras tinha aproximadamente vinte e cinco anos de idade. Havia chegado a Viena. A partir dali escreveria uma sucessão de obras que o transformaria em um astro, um gigante da arte ocidental. Ele viveria ainda mais dez anos. Um tempo pequeno para alguém tão grande. O fato é ouvir a música do austríaco enche-nos de uma certeza: Mozart era uma supernova, capaz de gerar mundos variados, constelações, sistemas inteiros. Sua música possui a capacidade de nos elevar. As quatro sonatas encontradas neste disco são executadas com instrumentos de época por dois excelentes artistas. É interessante observar o equilíbrio que os dois estabelecem nesses trabalhos. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 

Sonata in F Major, K. 377
01. I. Allegro
02. II. Tema con variazioni
03. III. Tempo di Menuetto
   
Sonata in E-flat Major, K. 380
04. I. Allegro
05. II. Andante con moto
06. III. Rondeau
   
Sonata in C Major, K. 403 (fragment)
07. I. Allegro moderato
08. II. Andante
09. III. Allegretto ((Completed By Maximilian Stadler))
   
Sonata in F Major, K. 376
10. I. Allegro
11. II. Andante
12. III. Rondeau

Andrew Manze, violino
Richard Egarr, fortepiano

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Edward Elgar (1857-1934) - Concerto for Cello, Op. 85, Variations on an Original Theme (Enigma),Op. 36 e Serenade for String, Op. 20

Um baita disco da DG, com obras de Edward Elgar. Quem nunca tivesse escutado o compositor e se deparasse com as obras aqui encontradas, certamente ficaria com uma impressão positiva. Elgar foi um dos maiores compositores ingleses da primeira metade do século XX. Escreveu obras importantes como, por exemplo, suas três sinfonias, as obras encontradas aqui e Pompa e Circunstância. As variações Enigma, para mim, é a sua grande obra. Uma excelente interpretação do Sinopoli. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Edward Elgar (1857-1934) -

Concerto for Cello, Op. 85
01.  I. Adagio Moderato
02 - II. Lento, Allegro Molto
03 - III. Adagio
04 - IV. Allegro Moderato

Variations on an Original Theme (Enigma),Op. 36
07.  I. Theme
06 - II. C.A.E.
07 - III. H.D.S.-P.
08 - IV. R.B.T.
09 - V. W.M.B.
10 - VI. R.P.A.
11 - VII. Ysobel
12 - VIII. Troyte
13 - IX. W.N.
14 - X. Nimrod
15 - XI. Intermezzo
16 - XII. G.R.S.
17 - XIII. B.G.N.
18 - XIV. Romanza
19 XV. Finale-E.D.U.

Serenade for String, Op. 20
20.  I. Allegro Piacevole
21 - II. Larghetto
22 - III. Allegretto

Philharmonia Orchestra
Giuseppe Sinopoli, regente
Mischa Maisky, cello

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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Astor Piazzolla (1921-1990) - María de Buenos Aires

Discaço, meus amigos! Pretendia fazer algumas postagens por ocasião da data natalícia do blog, mas como trabalhei o dia todo, acabei ficando impedido. Cheguei por volta de nove da noite e escutei este disco. A sensação foi das melhores possíveis. María de Buenos Aires é uma obra fascinante. A obra é uma ópera-tango, ou seja, a primeira do gênero. Sua estreia se deu em 1968. Seu libreto foi escrito por Horacio Ferrer. A obra traz uma miscelânea complexa de temas e influências: em alguns momentos é surrealista; em outros é mística e esotérica. María é uma prostituta. A obra retrata, assim, temas que vão do popular ao erudito como era costumeiro em Piazzolla - cenas do cotidiano da capital argentino e particularidades da cultura daquele país. É uma obra envolvente, constituída por oito canções. Impossível ouvi-la em não se apaixonar. Uma boa apreciação!

Astor Piazzolla (1921-1990) -

DISCO 01

1-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Alevare
2-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Tema de Maria
3-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Balada Renga para un Organito Loco
4-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Yo soy Maria
5-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Milonga Carrieguera por Maria la Nina
6-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Fuga y Misterio
7-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Poema Valseado
8-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Tocata Rea
9-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Miserere Canyengue  de los Antiguos en las Alcantarillas

DISCO 02

1-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Contramilonga a la Funerala por la Primera Muerte de Maria
2-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Tangata del Alba
3-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Carta a los Arboles y a las Chimeneas
4-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Aria de los Analistas
5-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Romanza del Duende Poeta y Curda
6-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Allegro Tangabile
7-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Milonga de la Anunciacion
8-Piazzolla-L Desyatnikov-Maria de Buenos Aires-Tangus Dei

Gidon Kremer & Kremerata Musica

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Josef Suk (1874-1935) - Fantasy in G Minor, Op. 24, Anton Dvorak (1844-1904) - Violin Concerto in A Minor, Op. 53 e Romance in F Minor, Op. 11, B. 39

Um excelente disco para que comecemos bem a nossa tarde. Hoje, o blog completa sete anos de existência. A postagem é agendada. Estou a trabalhar neste instante. Não deu para fazer algo mais sofisticado. O fato é que nestes sete anos, tenho aprendido bastante. Tenho conhecido pessoas. Solidarizado com cada um que deixa os seus comentários. Todos são lidos - até mesmo as solicitações para "consertar" os links quebrados. Se não o faço é por pura dificuldade e tempo para localizar os arquivos em meio à bagunça. Mas, enquanto a paciência dos visitantes é exercida, ganhando músculos, tentamos trazer, pelo menos, duas postagens diárias. Os comentários realizados para apresentar os discos também expressam minhas limitações. São feitos às pressas. Em suma: tem sido bastante proveitoso este tempo. Não perco tempo. Eu ganho tempo. Investir em música é investir em humanização. Obrigado a todos os mais de mil visitantes diários que comparecem por aqui e tornam o espaço mais rico. UM forte abraço musical a todos!


Josef Suk (1874-1935) -

Fantasy in G Minor, Op. 24
01 - Fantasy in G Minor, Op. 24

Anton Dvorak (1844-1904) - 

Violin Concerto in A Minor, Op. 53
02. I. Allegro ma non troppo
03. II. Adagio ma non troppo
04. III. Finale: Allegro giocoso, ma non troppo
Romance in F Minor, Op. 11, B. 39
05 - Romance in F Minor, Op. 11, B. 39

Helsinki Philharmonic Orchestra
John Storgärds, regente
Christian Tetzlaff, violino

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terça-feira, 5 de abril de 2016

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Triple Concerto In C, Op.56 e Johannes Brahms (1833-1897) - Double Concerto In A Minor Op.102

Acredito que este disco reúna a nata, aquilo que é elevado em matéria de interpretação musical. O disco traz nomes expressivos, nomes pesados, densos em excesso. Imagine Rostrpovich, David Oistrakh e Richter juntos! Certamente, trata-se de uma verdadeira perfeição, de uma interpretação que fica como referência, um marco para as gravações realizadas no século XX. Estas gravações já eram conhecidas. O que existe de novo é o processo de remasterização, que tornou o som mais encorpado. Vale ouvir com a atenção e devoção! Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -

Triple Concerto In C, Op.56
01. I. Allegro
02. II. Largo
03. III. Rondo alla polacca

Johannes Brahms (1833-1897) -

Double Concerto In A Minor Op.102
04. I. Allegro
05. II. Andante
06. III. Vivace non troppo

Cleveland Orchestra (4-6)
Berliner Philharmoniker (1-3)
George Szell, regente (4-6)
Herbert von Karajan, regente (1-3)
David Oistrakh, violino
Mtslav Rostropovich, cello
Svuatoslav Richter, piano (1-3)

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Johann Baptist Vanhal (1739-1813) - Stabat Mater in F minor & Symphony in D major, Bryan D4

É a primeira vez que Johann Baptist Vanhal aparece por aqui. Vanhal foi um compositor tcheco, um dos nomes mais importantes da música do seu país. Apesar de ter escrito, mais de 1300 obras, não é muito conhecido do lado de cá. Dedicou-se com grande paixão à música religiosa. Vanhal foi um dos primeiros compositores a viver dos rendimentos de sua obra. De origem humilde e bastante talentoso, o compositor firmou amizade com Gluck e foi professor de Ignaz Pleyel. O compositor, ao lado de Haydn, contribuiu bastante para a evolução da sinfonia. Assim como o compositor austríaco, escreveu mais de uma centena delas. Não deixe de ouvir este disco. Vale a pena! Uma boa apreciação!

Johann Baptist Vanhal (1739-1813) -

01. Stabat Mater in F minor Stabat Mater. Andante
02. Stabat Mater in F minor O quam tristis. Adagio
03. Stabat Mater in F minor Quis est homo. Andante
04. Stabat Mater in F minor Pro peccatis. Andante
05. Stabat Mater in F minor Eja Mater. Allegro moderato
06. Stabat Mater in F minor Sancta Mater. Andante
07. Stabat Mater in F minor Tui nati. Andante
08. Stabat Mater in F minor Fac me vere. Andante
09. Stabat Mater in F minor Virgo virginum. Allegro moderato
10. Stabat Mater in F minor Fac me plagis. Adagio - Allegro moderato
11. Stabat Mater in F minor Fac me cruce. Adagio - Allegro moderato
12. Stabat Mater in F minor Amen - Alla capella
13. Symphony in D major, Bryan D4 Allegro moderato
14. Symphony in D major, Bryan D4 Andante
15. Symphony in D major, Bryan D4 Allegro
16. Symphony in D major, Bryan D4 Menuetto

Prager Kammerorchester
Prager Kammerchor
Václav Neumann, regente
Natalia Melnik, soprano
Marta Benackova, alto

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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Anton Bruckner (1824-1896) - Symphony No.9 in D minor

A Nona Sinfonia de Bruckner, repleta de força mística e permeada por simbologias, é um trabalho especial. É uma espécie de celebração da grandeza artística do seu grande compositor. Somente um Bruckner para escrevê-la. Todo o conjunto de dramas que ensejaram a sua materialidade, já a torna válida. Ela parece reunir a maviosidade espiritual e a procura pela qual Bruckner ansiou por toda a vida. A Royal Concertgebouw Orchestra, uma das mais espetaculares orquestras dos mundo, possui uma história de boas realizações com a música de Bruckner. Esta gravação com o letão Mariss Jansons se justapõe positivamente a esta tradição. Trata-se de grande registro. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Anton Bruckner (1824-1896) - 

Symphony No.9 in D minor
01. I. Feierlich. Misterioso
02. II. Scherzo. Bewegt, lebhaft - Trio. Schnell
03. III. Adagio. Langsam feierlich

Royal Concertgebouw Orchestra
Mariss Jansons, regente

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Paul Hindemith (1895-1963) - Sonata for viola and piano, Op.11 No.4, Sonata for solo viola, Op.25 No.1, Der Schwanendreher e Trauermusik



Este disco é do ano de 2014. Foi lançado após o cinquentenário da morte do compositor alemão, um dos mais influentes do século XX. Neste disco, encontramos obras de grande beleza. A qualidade da gravação é de deixar o queixo caído. Tomamos um susto logo na primeira obra, o Op. 11. Obra leve e bela! Sua singeleza é evocativa! Senti-me muito bem ouvindo este disco. O grande violista Antoine Tamestit, um dos nomes mais importantes da atualidade, desvela a sua técnica. O resultado é um grande disco. Um excelente reforço para a primeira segunda-feira do mês de abril, semana esta em que o blog completa sete anos. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Paul Hindemith (1895-1963) -

Sonata for viola and piano, Op.11 No.4
01. 1. Fantasie (03:04)
02. 2. Thema mit Variationen (04:05)
03. 3. Finale (10:39)

Sonata for solo viola, Op.25 No.1
04. 1. Breit (01:48)
05. 2. Sehr frisch und straff (01:51)
06. 3. Sehr langsam (05:45)
07. 4. Rasendes ZeitmaЯ (01:25)
08. 5. Langsam, mit viel Ausdruck (05:01)

Der Schwanendreher
09. 1. 'Zwischen Berg und tiefem Tal' (07:50)
10. 2. 'Nun laube, Lindlein, laube!' (09:07)
11. 3. Variationen 'Seid ihr nicht der Schwanendreher' (09:07)

Trauermusik
12. 1. Langsam (03:13)
13. 2. Ruhig bewegt (00:42)
14. 3. Lebhaft (01:10)
15. 4. Sehr langsam - Choral (02:18)

Frankfurt Radio Symphony Orchestra
Paavo Järvi, regente
Markus Hadulla, piano
Antoine Tamestit, viola

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domingo, 3 de abril de 2016

Arvo Pärt (1935 - ) - Summa, Symphony No. 3, Cantus in memory of Benjamin Britten etc

Arvo Pärrt é um nome denso da música atual. O músico já passou dos oitenta anos. É uma sumidade. Ao lado de Penderecki, Gubaidulina, entre outros, coloca-se como um dos maiores e mais importantes. As composições encontradas neste disco são austeras, de uma beleza dura, maciça, de feições contemplativas, desoladamente contemplativas. A música é quase minimalista em seu jogo misterioso. Evoca paisagens frias, abandonadas. Mosteiros alpinos chicoteados pelo vento. Um exemplo é a bela música de abertura ("Summa") ou a Sinfonia no. 3, de 1971. Vale ouvir e se impressionar com este maravilhoso disco. Trata-se de um disco indispensável. Uma boa apreciação!

Arvo Pärt (1935 - ) - 

01. “Summa” for string orchestra
02. “Trisagion” for string orchestra
03.  Symphony No. 3
06. “Fratres” for string orchestra and percussion
07. “Silouans Song” for string orchestra
08. “Festina lente” for string orchestra and harp
09. “Cantus in memory of Benjamin Britten” for string orchestra and bell

Estonian National Symphony Orchestra
Paavo Järvi, regente

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Frédéric Chopin (1810-1849) - Piano Concerto No.2 in F minor, Op.21, Mazurkas, Op.50, Ballade No.4 in F minor, Op.52 etc

Há alguns dias eu postei um disco que trazia o extraordinário Nelson Freire executando Bach. Naquela ocasião disse com bastante humildade que o território nelsoniano não é Bach - pelo menos não naquele disco. Seu território, sua ambiência natural é o repertório romântico. É o que fica constatado neste excelente disco. É só ouvir, por exemplo, a Balada no. 4. Freire eleva o lirismo, transpõe as pontes sentimentais exigidas por Chopin. A interpretação do Concerto para piano número 2 é outro grande trunfo. Freire é um gigante. Neste disco fica evidente a sua estatura de grande pianista, um dos maiores da atualidade. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Frédéric Chopin (1810-1849) -

01. Impromptu No.3 in G flat major, Op.51
02. Ballade No.4 in F minor, Op.52
03. Berceuse in D flat major, Op.57
04. Mazurkas, Op.50 - No.1 in G major- Vivace
05. Mazurkas, Op.50 - No.2 in A flat major- Allegretto
06. Mazurkas, Op.50 - No.3 in C sharp minor- Moderato
07. Polonaise in A flat major, Op.53 'Polonaise hйroпque'
08. Piano Concerto No.2 in F minor, Op.21 - I. Maestoso
09. Piano Concerto No.2 in F minor, Op.21 - II. Larghetto
10. Piano Concerto No.2 in F minor, Op.21 - III. Allegro vivace

Gürzenich-Orchester Köln
Lionel Bringuier, regente
Nelson Freire, piano

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sábado, 2 de abril de 2016

Rimsky-Korsakov (1844-1908) - Fantasy on Russian Themes, Op.33 & Sergey Taneyev (1889-1915) - Suite de Concert, Op.28


Este é um disco de alma russa e, por isso, passa a ser reverenciado duplamente por este que fala. Admiro em sentido lato a música russa. Existe um drama existencial no povo russo, que o impele à produção de grandes obras. Um exemplo disso é a literatura e os seus questionamentos. No século XX eles provaram que eram grandes. A Revolução Socialista de 1917 aconteceu lá. O sonho de liberdade, igualdade e justiça materializou-se por lá. Resistiram às instabilidades stalinistas nos anos seguintes. Suportaram os alemães no gelo terrível, em meio à fome e a necessidade extrema da Segunda Grande Guerra. Ouvir os russos é sempre um prazer. Vale mencionar ainda que neste disco temos Rynski-Korsakov, que conhecia com bastante propriedade os subterrâneos da alma russa. Sua capacidade para os grandes movimentos, para a música larga é única. Temos ainda Taneyev, um dos mais brilhantes alunos de Tchaikovsky. Não deixe de ouvir este emblemático disco. Uma boa apreciação!

Rimsky-Korsakov (1844-1908) -

Fantasy on Russian Themes, Op.33
01. Allegro moderato -
02. Lento -
03. Allegro animato

Sergey Taneyev (1856-1915) - 

Suite de Concert, Op.28
04. I. Prelude
05. II. Gavotte
06. III. Fairy-tale
07. IV. Theme and Variations. Theme
08. IV. Variation 1
09. IV. Variation 2
10. IV. Variation 3
11. IV. Variation 4
12. IV. Variation 5
13. IV. Variation 6
14. IV. Variazione finale e coda
15. V. Tarantella

Royal Scottish National Orchestra
Neeme Järvi, regente
Daniel Bell, guest leader
Lydia Mordokovitch, violino

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Duo - Mozart, Handel & Rolla

Augustin Dumay é um grande músico. Aqui no blog é possível encontrar algumas de suas parcerias com Maria João Pires, executando Mozart, Beethoven, Brahms e Franck - se não me engano. É um músic que consegue impelir grande sensibilidade. Neste disco, ele estabelece parceria com o músico Gérard Caussé. Para repertório, temos Mozart, Handel e Rolla. É um disco bonito com certeza. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Duo Pour Violon & Alto Sol Majeur  Allegro -Mozart
02. Duo Pour Violon & Alto Sol Majeur  Adagio - Mozart
03. Duo Pour Violon & Alto Sol Majeur  Rondo Allegro - Mozart
04. Duo Pour Violon & Alto Si Bémol Majeur  Adagio- Mozart
05. Duo Pour Violon & Alto Si Bémol Majeur  Allegro - Mozart
06. Duo Pour Violon & Alto Si Bémol Majeur  Andante Cantabile- Mozart
07. Duo Pour Violon & Alto Si Bémol Majeur  Andante Con Variazioni - Mozart
08. Passacaglia Pour Violon & Alto Sol Mineur  Georg Friedrich HäNdel
09. Duo Concertant Pour Violon & Alto Ut Majeur  Allegro - Alessandro Rolla
10. Duo Concertant Pour Violon & Alto Ut Majeur  Allegro Tema Di Caraffa- Alessa...
11. Duo Concertant Pour Violon & Alto Ut Majeur  Presto - Alessandro Rolla

Augustin Dumay, violino
Gérard Caussé, viola

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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Arvo Pärt (1935 - ) - De profundis, Missa Sillabica, Seven Magnificat Antiphons

A cada novo disco que escuto de Arvo Pärt, acabo desfrutando uma experiência de forte energia espiritual. Pärt sempre elogia a voz humana, dizendo que "ela é o instrumento mais perfeito que existe". Concordo. É justamente desse instrumento, desse oceano infinito de possibilidades, que Pärt extrai a sua matéria, a sua capacidade singular de fazer música. E funde técnicas modernas de composição com o canto medieval, criando experiências indeléveis de beleza. Vale ouvir este disco - um dos mais bonitos que já escutei dele. Uma boa prece - digo - apreciação!

Arvo Pärt (1935 - ) - 

1-Arvo Pärt - De profundis (psalm 129) (De Profundis)
2.-Arvo Pärt - Missa Sillabica; I. Kyrie (De Profundis)
3.-Arvo Pärt - Missa Sillabica; II. Gloria (De Profundis)
4.-Arvo Pärt - Missa Sillabica; III. Credo (De Profundis)
5.-Arvo Pärt - Missa Sillabica; IV. Sanctus (De Profundis)
6.-Arvo Pärt - Missa Sillabica; V. Agnus Dei (De Profundis)
7.-Arvo Pärt - Missa Sillabica; VI. Ite missa est (De Profundis)
8.-Arvo Pärt - Solfeggio (De Profundis)
9.-Arvo Pärt - 'And one of the Pharisees' (De Profundis)
10.-Arvo Pärt - Cantate Domino (psalm 95) (De Profundis)
11.-Arvo Pärt - Summa (Credo) (De Profundis)
12.-Arvo Pärt - Seven Magnificat Antiphons; I. O Weisheit (De Profundis)
13.-Arvo Pärt - Seven Magnificat Antiphons; II. O Adonai (De Profundis)
14.-Arvo Pärt - Seven Magnificat Antiphons; III. O Sproß (De Profundis)
15.-Arvo Pärt - Seven Magnificat Antiphons; IV. O Schlüssel (De Profundis)
16.-Arvo Pärt - Seven Magnificat Antiphons; V. O Morgenstern (De Profundis)
17.-Arvo Pärt - Seven Magnificat Antiphons; VI. O König (De Profundis)
18.-Arvo Pärt - Seven Magnificat Antiphons; VII. O Immanuel (De Profundis)
19.-Arvo Pärt - The Beatitudes (De Profundis)
20.-Arvo Pärt - Magnificat (De Profundis)

Theatre of Voices
Paul Hiller, diretor

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Igor Stravinsky (1882-1971) - Petrushka (1947) e Gustav Mahler (1860-1911) - Symphony No. 1 in D major

Um belo disco com duas obras extraídas diretamente da sala de concerto. Como sempre afirmo, sinto-me muito bem ao escutar essas gravações. Elas são cheias de charme. De um realismo que tornam nítidas as reações mais variadas do expectadores - pigarros, respiração, cochichos, os movimentos da orquestra etc. Penso sobre isso e imagino cada um dos sujeitos com a mão no queixo, com o olhar atento, com os sentidos reunindo os pedaços de ações da orquestra. Deve ser salientado ainda que a qualidade desse broadcasting é de altíssimo nível. São dois trabalhadores que gravitam naquela constelação de obras imperecíveis; marcos da grandiosidade do ser humano; da sua capacidade de criar o incriado e injetar na coisa criada seus sonhos, anseios e dramas. O letão Mariss Jansons interpreta essas obras com bastante qualidade. A gravação é do ano de 2007. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Igor Stravinsky (1882-1971) -

Petrushka (1947) 36’

Gustav Mahler (1860-1911) - 

Symphony No. 1 in D major 57’

Berlin Philharmonic Orchestra
Mariss Jansons, regente

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