sábado, 3 de agosto de 2019

Johannes Brahms (1833-1897) - Violin Concerto in D major, Op.77, Academic Festival Overture, Op.80, Tragic Overture, op.81 etc

Um disco com um repertório bastante conhecido de Johannes Brahms. Todavia, neste disco, essas gravações ganham um peso enorme pelos nomes envolvidos. O famoso opus 77, de Brahms, é uma verdadeira pérola. Possui uma eloquência sinfônica inigualável. Seu primeiro movimento possui o selo de qualidade da música de Brahms. É denso. Belo. Carregado por uma linguagem envolvente e de forte apelo às emoções. Há ainda duas outras obras com uma bela estrutura orquestral. A primeira é a Abertura de um Festival Acadêmico e, a segunda, é a Abertura Trágica. A regência é do lendário Van Beinum. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - 

01. Violin Concerto in D major, op.77 - I. Allegro non troppo
02. II. Adagio
03. III. Allegro giocoso, ma non troppo vivace - Poco più presto
04. Academic Festival Overture, op.80
05. Tragic Overture, op.81
06. Alto Rhapsody, op.53 (Aafje Heynis- contralto; Apollo Male Choir)

Concertgebouwn Orchestra, Amsterdam
Eduard van Beinum, regente
Arthur Grumiaux, violino
Aafje Heynis, contralto

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

Piotr I. Tchaikovsky (1840-1893) - Violin Concerto in D Major, Op. 35, Eugene Onegin, Op. 24, Sérénade mélancolique, Op. 26 e Valse-scherzo, Op. 34

Ao longo da existência deste espaço, já perdi a conta de quantas versões do Concerto para violino e orquestra, de Tchaikovsky, já postei. Trata-se de um dos mais bonitos e difíceis concertos para o instrumento. É um dos meus preferidos. Foi escrito no ano de 1878, enquanto o compositor estava na Suíça. Segundo informações, Tchaikovsky procurava se recuperar de uma infelicidade pessoal. Até tentara o suicídio. Nem parece, já que o concerto está cheio de vida por todos os lados. A estreia se deu no ano de 1881. Este disco com obras de Tchaikovsky é excelente. Traz o violinista Guy Braunstein, executando ainda outras obras do russo. Um bonito e imperdível disco. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Piotr I. Tchaikovsky (1840-1893) - 

01. Violin Concerto in D Major, Op. 35, TH 59: I. Allegro moderato (17:59)
02. Violin Concerto in D Major, Op. 35, TH 59: II. Canzonetta. Andante (06:32)
03. Violin Concerto in D Major, Op. 35, TH 59: III. Finale. Allegro vivacissimo (10:07)
04. Swan Lake, Op. 20, TH 12: No. 5, Pas de deux (Arr. G. Braunstein for Violin & Orchestra) (04:44)
05. Eugene Onegin, Op. 24, TH 5 (Arr. G. Braunstein for Violin & Orchestra): Lensky's Aria (04:51)
06. Eugene Onegin, Op. 24, TH 5 (Arr. G. Braunstein for Violin & Orchestra): Letter Scene (11:02)
07. Sérénade mélancolique, Op. 26, TH 56 (09:10)
08. Valse-scherzo, Op. 34, TH 58 (05:54)

BBC Symphony Orchestra
Kirill Karabits, regente
Guy Braunstein, violino

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Olivier Messiaen (1908-1992) - La Nativité du Seigneur

"Nove meditações extraordinárias de um dos titãs musicais do século XX, apresentadas no magnífico órgão da King's College Chapel pelo ex-estudioso de órgãos Richard Gowers. Escrito em 1935, La Nativité du Seigneur é uma das obras de órgão mais populares de Messiaen, e uma peça que ajudou a estabelecer o então jovem de 27 anos como uma figura importante na música contemporânea. Tocada a primeira vez em fevereiro de 1936, na Église de la Sainte-Trinité em Paris, onde Messiaen foi organista por mais de sessenta anos, a apresentação de estreia foi compartilhada entre três de seus amigos mais próximos: com Daniel-Lesur, Jean Langlais e Jean-Jacques Grunenwald, cada um abordando três movimentos. Um testemunho do catolicismo devoto de Messiaen, cada movimento segue uma parte da história de Natal, desde o nascimento virginal até a epifania, com o número de movimentos simbólicos dos nove meses de gravidez de Maria. Significativamente, o trabalho contém os primeiros exemplos dos elementos compositivos de assinatura de Messiaen, como o canto dos pássaros, a inspiração rítmica das tradições musicais hindustani e carnática, e os "modos de transporte limitado", que ele publicaria mais tarde na La musical de mon langage musical". Belíssimo disco. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Olivier Messiaen (1908-1992) - La Nativité du Seigneur

01. I. La Vierge et l'enfant 06:54
02. II. Les bergers 07:10
03. III. Desseins éternels 06:51
04. IV. Le Verbe 16:19
05. V. Les enfants de Dieu 03:59
06. VI. Les anges 03:42
07. VII. Jésus accepte la souffrance 05:13
08. VIII. Les mages 07:56
09. IX. Dieu parmi nous 09:32

Richard Gowers, órgão

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

* Se possível, deixe um comentário. Sua participação e importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Léos Janácek (1854-1928) - Sinfonietta, Taras Bulba e The Cunning Little Vixen

Que disco espetacular! "De origem checa, Leoš Janáček destacou-se como director orquestral, organista e pedagogo, tendo‐se revelado, nomeadamente a partir do final da Primeira Guerra Mundial, um dos mais apreciados compositores de ópera do século XX. Filho e neto de professor e diretor coral, estudou em Praga e, mais tarde, no Conservatório de Leipzig, tendo-se transferido, em 1880, para o Conservatório de Viena, onde estuda com Franz Krenn. Em 1888, foi convidado por Frantisek Bartos para trabalhar na recolha de música tradicional no norte da Morávia, então império austríaco, de onde Janáček era originário. Desenvolveu, então, um cuidadoso trabalho de pesquisa de frases e expressões populares checas (fazendo anotações minuciosas das entoações que, mais tarde, serviriam de base à construção de melodias e a experimentações tonais, nomeadamente através do uso dos materiais tradicionais e de linhas melódicas originadas a partir dos ritmos e cadências da fala, como se observará sobretudo no seu trabalho operático – de que é exemplo a sua ópera Jenufa de 1904 ou Kátia Kabanová (1921) – e antecipando correntes de composição como a de Béla Bartók, numa busca de realismo musical e de ligação com o quotidiano e a vida das pessoas)". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Léos Janácek (1854-1928) - 

01. Sinfonietta - 1. Allegretto - Allegro - Maestoso
02. Sinfonietta - 2. Andante - Allegretto - Maestoso - Tempo I - Allegretto
03. Sinfonietta - 3. Moderato - Con moto - Prestissimo - Tempo I - Moderato
04. Sinfonietta - 4. Allegretto - Adagio - Presto - Andante - Presto - Prestissimo
05. Sinfonietta - 5. Andante con moto - Maestoso - Tempo I - Allegretto - Allegro - Maestoso - Adagio
06. Taras Bulba - 1. The Death Of Andri
07. Taras Bulba - 2. The Death Of Ostap
08. Taras Bulba - 3. The Prophecy and the Death Of Taras Bulba
09. The Cunning Little Vixen - Orchestral Suite - 1. Andante

Wiener Philharmoniker
Charles Mackerras, regente

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI (Zippy)

BAIXAR AQUI (Media)

* Se possível, deixe um comentário. Sua participação e importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Béla Bartók (1881-1945) - The Wooden Prince, Op. 13 & Concert Suite from The Miraculous Mandarin Op. 19

"Bartók compôs o balé O Príncipe de Madeira logo depois da ópera O Castelo do Barba Azul, entre 1914 e 1916, período em que, na Hungria, a população ressentia-se do confinamento imposto pela Primeira Guerra. Nas duas obras ele contou com a parceria do poeta Béla Balazs, que as concebeu como soturnas fábulas simbolistas. No caso da ópera, os autores tiveram o suporte da lenda bastante conhecida do Barba Azul; porém, o libreto e a música do balé foram considerados muito sombrios para uma simples fantasia coreográfica. Mais tarde, Bartók extraiu do bailado uma suíte de orquestra. A instrumentação exuberante privilegia os instrumentos de percussão (sobretudo o papel solista do xilofone) e traz a curiosidade tímbrica de uma celesta a quatro mãos". A obra foi escrita entre os anos de 1914 e 1917. Foi revisada em 1932. Aparece ainda neste excelente disco a famosa O mandarim milagroso ou miraculoso. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Béla Bartók (1881-1945) - 

01. (The Wooden Prince, Op. 13) - Introduction
02. (The Wooden Prince, Op. 13) - First Dance: Dance of the Princess in the Forest
03. (The Wooden Prince, Op. 13) - The Prince falls in love
04. (The Wooden Prince, Op. 13) - Towards the castle of the Princess - Second Dance: Dance of the trees
05. (The Wooden Prince, Op. 13) - The Prince continues on his way - Third Dance: Dance of the Waves
06. (The Wooden Prince, Op. 13) - The Prince has an idea
07. (The Wooden Prince, Op. 13) - The Princess is curious - Fourth Dance: Dance of the Princess with the Wooden Prince
08. (The Wooden Prince, Op. 13) - The Prince despairs
09. (The Wooden Prince, Op. 13) - The Prince is restored
10. (The Wooden Prince, Op. 13) - Return of the Princess - Fifth Dance
11. (The Wooden Prince, Op. 13) - Collapse of the Wooden Prince - Sixth Dance
12. (The Wooden Prince, Op. 13) - Seventh Dance - The despair of the Princess
13. (The Wooden Prince, Op. 13) - The Happy End
14. (Concert Suite from The Miraculous Mandarin Op. 19) - Introduction – The three Tramps and the Girl
15. (Concert Suite from The Miraculous Mandarin Op. 19) - First decoy game: the old rake
16. (Concert Suite from The Miraculous Mandarin Op. 19) - Second decoy game: the young boy
17. (Concert Suite from The Miraculous Mandarin Op. 19) - Third decoy game: The Mandarin appears
18. (Concert Suite from The Miraculous Mandarin Op. 19) - The Girl begins to dance for the Mandarin
19. (Concert Suite from The Miraculous Mandarin Op. 19) - The Mandarin chases the Girl

Helsinki Philharmonic Orchestra
Susanna Mälkki, regente

Você pode comprar este disco na Amazon


*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

terça-feira, 30 de julho de 2019

Aram I. Khachaturian (1903-1978) - Suites 1, 2 & 3; Russian Fantasy, Ode In Memory Of Vladimir Ilych Lenin etc

"Nasceu em Tbilisi, atual capital da Geórgia, que na época era parte do Império Russo, filho de pais armênios. Ao contrário da maioria dos músicos, que iniciam sua formação na infância, só começou a estudar música seriamente aos 19 anos. Criança autodidata, prendeu sozinho a tocar tuba e piano. Em 1921, mudou-se para Moscovo, onde estudou violoncelo e composição. Apaixonado pela música popular e folclórica, viajou pelo seu país natal, a Armênia, para pesquisar canções populares e compor baseado nesses temas. Teve uma grande contribuição para a música moderna. Suas obras mais famosas são a música do ballet Spartacus e Gayane. É no último ato desse ballet que se encontra a famosa "Dança do Sabre"." Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Aram I. Khachaturian (1903-1978) - 

(01)_[Armenian_Philharmonic_Orchestra;_Loris_Tjeknavorian]_Lermontov_Suite_-_I_-_Introduction
(02)_[Armenian_Philharmonic_Orchestra;_Loris_Tjeknavorian]_Lermontov_Suite_-_II_-_Mazurka
(03)_[Armenian_Philharmonic_Orchestra;_Loris_Tjeknavorian]_Lermontov_Suite_-_III_-_Valse
(04)_[Armenian_Philharmonic_Orchestra;_Loris_Tjeknavorian]_Lermontov_Suite_-_IV_-_Intermezzo-Finale
(05)_[Armenian_Philharmonic_Orchestra;_Loris_Tjeknavorian]_Russian_Fantasy
(06)_[Armenian_Philharmonic_Orchestra;_Loris_Tjeknavorian]_Ode_in_Memory_of_Lenin
(07)_[Armenian_Philharmonic_Orchestra;_Loris_Tjeknavorian]_Greeting_Overture
(08)_[Armenian_Philharmonic_Orchestra;_Loris_Tjeknavorian]_Festive_Poem

Armenian Philharmonic Orchestra
Loris Tjeknavorian, regente

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Suite No.3, Concerto BWV 1052, Concerto BWV 1061

[Richter é] "Considerado um virtuoso, Richter tinha um repertório muito amplo, variando de Bach e Haydn até Debussy e Shostakovich. É também tido como um dos mais importantes pianistas do século XX. Richter tinha um espírito independente, preferia seguir os seus instintos a aprender com outros pianistas e, por isso, as suas interpretações são únicas. No entanto, ele podia interpretar uma obra magnificamente bem ou, segundo ele mesmo admitia, como um aluno medíocre. A sua obsessão pela qualidade e perfeccionismo tornou-o um crítico feroz, sobretudo dele mesmo". Um baita disco. Indispensável a audição!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 

01. English Suite No.3 - 1. Prelude
02. English Suite No.3 - 2. Allemande
03. English Suite No.3 - 3. Courante
04. English Suite No.3 - 4. Sarabande
05. English Suite No.3 - 5. Gavotte I - Gavotte II ou la Musette
06. English Suite No.3 - 6. Gigue
07. Concerto for Piano and Orchestra, BWV 1052 - 1. Allegro
08. Concerto for Piano and Orchestra, BWV 1052 - 2. Adagio
09. Concerto for Piano and Orchestra, BWV 1052 - 3. Allegro
10. Concerto for Two Pianos and Orchestra, BWV 1061 - 1.  Allegro
11. Concerto for Two Pianos and Orchestra, BWV 1061 - 2. Adagio ouvero Largo
12. Concerto for Two Pianos and Orchestra, BWV 1061 - 3. Fuga

Sviatoslav Richter, piano

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

Sir Charles Hubert Parry (1848-1918) - Symphony No. 4 in E Minor, Proserpine e Suite moderne

"Sir Charles Hubert Hastings Parry foi um compositor, professor e historiador da música inglesa britânico. As primeiras grandes obras de Parry apareceram em 1880. Como compositor, ele é mais conhecido pela música coral “Jerusalém”, por sua composição musical para o hino de coroação “I was glad”, a composição para coral e orquestra “Bless Pair of Sirens” e a melodia do hino “Repton”, que define as palavras “Dear Lord and Father of Mankind”. Seus trabalhos orquestrais incluem cinco sinfonias e um conjunto de variações sinfônicas. Após as primeiras tentativas de trabalhar com seguros que, a pedido de seu pai, Parry foi contratado por George Grove, primeiro como colaborador do massivo Grove Dictionary of Music and Musicians, nas décadas de 1870 e 1890, depois como professor de composição e história musical no Royal College of Music, do qual Grove foi o primeiro diretor. Em 1895, Parry sucedeu Grove como diretor do colégio permanecendo no cargo pelo resto de sua vida. Ele foi simultaneamente professor de música na Universidade de Oxford, de 1900 a 1908. Ele escreveu vários livros sobre música e história da música, dentre um dos mais conhecidos é provavelmente seu estudo sobre Johann Sebastian Bach, de 1909". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Sir Charles Hubert Parry (1848-1918) - 

01. Symphony No. 4 in E Minor (Ed. J. Dibble): I. Allegro energico
02. Symphony No. 4 in E Minor (Ed. J. Dibble): II. Intermezzo. Allegretto semplice
03. Symphony No. 4 in E Minor (Ed. J. Dibble): III. Lento espressivo
04. Symphony No. 4 in E Minor (Ed. J. Dibble): IV. Scherzo. Allegro scherzoso
05. Symphony No. 4 in E Minor (Ed. J. Dibble): V. Finale. Allegro energico
06. Proserpine (Arr. J. Dibble for Choir & Orchestra)
07. Suite moderne (Arr. J. Dibble for Orchestra): II. Idyll. Moderato
08. Suite moderne (Arr. J. Dibble for Orchestra): III. Romanza. Lento
09. Suite moderne (Arr. J. Dibble for Orchestra): IV. Rhapsody. Vivace

BBC National Orchestra of Wales
Rumon Gamba, regente

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

domingo, 28 de julho de 2019

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Piano Concerto No. 4 in G Major, Op. 58 e Piano Concerto No. 5 in E-Flat Major, Op. 73, - "Emperor"

Um disco bastante interessante com dois dos concertos para piano e orquestra de Beethoven. Trata-se de uma linguagem bastante incomum dessas obras monumentais. Nunca havia escutado o nome da Insula Orchestra. Parece-me que é francesa e seu regente sênior é justamente Laurence Equilbey, que aqui aparece conduzindo os dois concertos. A leitura, por fim, não é das mais fabulosas da música de Beethoven. Todavia, nossa tarefa é estabelecer comparações. Ouvir sem preconceitos. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - 

01 Piano Concerto No. 4 in G Major, Op. 58- I. Allegro moderato (Live)
02 Piano Concerto No. 4 in G Major, Op. 58- II. Andante con moto (Live)
03 Piano Concerto No. 4 in G Major, Op. 58- III. Rondo. Vivace (Live)
04 Piano Concerto No. 5 in E-Flat Major, Op. 73, -Emperor- I. Allegro (Live)
05 Piano Concerto No. 5 in E-Flat Major, Op. 73, -Emperor- II. Adagio un poco mosso (Live)
06 Piano Concerto No. 5 in E-Flat Major, Op. 73, -Emperor- III. Rondo. Allegro ma non troppo (Live)

Insula Orchestra
Laurence Equilbey, regente
Nicholas Angelich, piano

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Violin Concertos Nos. 3, 4 & 5

"Todos os cinco concertos para violino de Mozart foram escritos durante o seu período extremamente difícil de engajamento como compositor com a orquestra da corte do Arcebispo Colloredo de Salzburgo. Não é certo se o conjunto foi destinado para seu próprio uso ou para o líder Antonio Brunetti da Orquestra do Tribunal  de Salzburg. Durante muitos anos, foi geralmente aceito que Mozart tivesse compostos todos os cinco concertos para violino em 1775, no entanto, é geralmente reconhecido que Mozart escreveu o Concerto de Violino No. 1 em Si bemol maior, K207 em 1773; quando ele tinha apenas dezessete anos". Belíssima a interpretação de Andrew Manze. Neste disco aparecem três dos cinco concertos. Ouvir Mozart em um dia como este é um privilégio. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 

01. Violin Concerto No. 3 in G major, K. 216 'Strassburg'_ I. Allegro
02. Violin Concerto No. 3 in G major, K. 216 'Strassburg'_ II. Adagio
03. Violin Concerto No. 3 in G major, K. 216 'Strassburg'_ III. Rondeau_ Allegro - Andante - Allegretto - Tempo primo
04. Violin Concerto No. 4 in D major, K. 218_ I. Allegro
05. Violin Concerto No. 4 in D major, K. 218_ II. Andante cantabile
06. Violin Concerto No. 4 in D major, K. 218_ III. Rondeau_ Andante grazioso - Allegro ma non troppo
07. Violin Concerto No. 5 in A major, K. 219 'Turkish'_ I. Allegro aperto - Adagio - Allegro aperto
08. Violin Concerto No. 5 in A major, K. 219 'Turkish'_ II. Adagio
09. Violin Concerto No. 5 in A major, K. 219 'Turkish'_ III. Rondeau_ Tempo di Menuetto - Allegro - Tempo di Menuetto

The English Concert
Andrew Manze, direção e violino

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI (Zippy)

BAIXAR AQUI (Media)

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

sábado, 27 de julho de 2019

Tobias Hume (c1579-1645) - Passion & Division

Um disco extremamente bonito e intenso desse compositor da Renascesça. Pouco se sabe sobre a sua vida. Hume fez uma carreira militar nos exércitos da Suécia e da Rússia. As poucas obras do compositor que chegaram até os nossos dias atestam que Hume era um compositor especialista em viola. Destacou-se no instrumento em um tempo em que o alaúde era o instrumento que mais fazia sucesso. Ele já havia aparecido por aqui em 2017, em um disco com vários compositores, interpretados por Jordi Savall. Vale a pena conhecer a obra desse soldado compositor. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Tobias Hume (c1579-1645) - 

01. Loves Pastime (6:55)
02. A Jigge (1:59)
03. Harke, harke (2:50)
04. Now I Come (2:15)
05. Rossamond (4:05)
06. Touch me Lightly (2:39)
07. The Duke of Holstones Almayne (2:24)
08. A Souldiers Resolution (5:28)
09. I am Melancholy (7:07)
10. Tickell, tickell (2:14)
11. A French Ayre (1:35)
12. Deth (7:30)
13. Life (1:52)
14. The Spirit of Gambo (3:45)
15. Tinckeldum, twinckeldum (1:58)
16. Captain Humes Pavan (9:03)
17. A Souldiers Galliard (1:44)
18. Loves Farewell (5:20)

Susanne Heinrich, viola da gamba

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

Piotr I. Tchaikovsky (1840-1893) - Violin Concerto in D major, Op. 35 e Félix Mendelssohn (

Acredito que estes dois concertos para violino e orquestra estejam entre os mais conhecidos da história. Já fizeram e fazem parte do repertório de uma infinidade de músicos. Curiosamente, escutamo-los e não cessamos nossa admiração. São obras de uma beleza e de uma complexidade técnica impressionante. Neste disco, encontramos mais uma boa interpretação das duas citadas obras. Desta vez, o jovem músico Fumiaku Miura nos conduz pela musicalidade bonita e imperecível das duas obras românticas por natureza. Trata-se de uma boa performance do jovem músico. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01 - Violin Concerto in D major work 35, I. Allegro moderato)
02 - Violin Concerto in D major work 35, II. Canzonetta(Andante))
03 - Violin Concerto in D major work 35, III. Finale(Allegro vivacissimo))
04 - Violin Concerto in E minor, Op 64, I. Allegro molto appassionato)
05 - Violin Concerto in E minor, Op 64, II. Andante)
06 - Violin Concerto in E minor, Op 64, III. Allegretto non troppo - Allegro molto vivace)

Deutsches Symphonieorchester Berlin
Hannu Lintu, regente
Fumiaki Miura, violino

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Nordic Music - Grieg, Berwald & Nielsen

Um bom disco! A proposta do disco é apresentar alguns compositores nórdicos. Há três nomes aqui - Grieg, Berwald e Nielsen. Então, pela ordem, encontramos Noruega, Suécia e Dinamarca. Faltou, claro, a Finlândia. Acredito que o menos conhecido deles é Franz Berwald. O compositor não gozou de muito prestígio enquanto viveu. Teve que buscar outras ocupações para conseguir se sustentar. Somente após a morte é que teve o reconhecimento devido. É considerado o maior compositor sueco do século XIX. O repertório do disco é bom. A obra mais conhecido é o belo e lírico Concerto para piano e orquestra de Grieg. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Piano Concerto in A Minor, Op. 16: I. Allegro molto moderato
02. Piano Concerto in A Minor, Op. 16: II. Adagio
03. Piano Concerto in A Minor, Op. 16: III. Allegro moderato molto e marcato
04. Lyric Pieces, Op. 68: No. 6, Bryllupsdag på Troldhaugen
05. Piano Concerto in D Major: I. Allegro con brio
06. Piano Concerto in D Major: II. Andantino
07. Piano Concerto in D Major: III. Allegro molto
08. Saul og David, FS 25, Act II: Prelude

Schleswig-Holsteinisches Sinfonieorchester
Peter Sommerer, regente
Ana-Marija Markovina, piano

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

Jazz - Late Night Jazz - Miles Davis, Sonny Rollins, Dizzy Gillespie, Nina Simone etc

Postagem jazzística de sexta-feira. Trata-se de uma coletânea de bastante fôlego, com obras de um variado espectro da história do jazz. Não sou muito simpático a esse tipo de disco, mas, acredito, que sirva para fornecer um bom panorama do que é esse movimento necessário. O jazz é a força, a energia, a dimensão mais primeva e genuína da alma humana. Há canções e nomes de todos os tipos neste disco - lentas, swingadas; bopes expressivos e muitas outras maravilhas. Vai de Miles Davis a Clifford Brow. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

DISCO 01

01. Round Midnight - Miles Davis Quintet
02. There Is No Greater Love - Sonny Rollins
03. Misty - Erroll Garner Trio
04. I’ve Got You Under Skin - Dizzy Gillespie
05. My Funny Valentine - Sonny Stitt with Quincy Jones
06. Laura - Barney Kessel
07. Summertime - Nina Simone
08. Easy Living - Clifford Brown Sextet
09. Every Time We Say Goodbye - Oscar Peterson Trio
10. That’s All - Ben Webster
11. Embraceable You - Bud Powell
12. Stella By Starlight - Charlie Parker with Strings
13. Nobody Else But Me - Stan Getz
14. I Got It Bad And That Ain’t Good - Johnny Hodges
15. Profile Of Jackie - Charles Mingus Jazz Workshop
16. These Foolish Things - Lester Young with the Oscar Peterson Trio
17. You Go To My Head - Art Pepper
18. Ask Me Now - Thelonius Monk
19. Moonlight Becomes You - Chet Baker
20. I Should Care - Dexter Gordon

DISCO 02

01. Petite Fleur - Sidney Bechet and his All Star Band
02. Day Dream - Johnny Hodges
03. Yesterdays - Stan Getz Quartet
04. Imagination - Erroll Garner
05. It Never Entered My Mind - Bud Powell
06. Cocktails For Two - Dizzy Gillespie Quintet
07. Tenderly - Ben Webster
08. Willow Weep For Me - Thelonious Monk
09. Someone To Watch Over Me - Coleman Hawkins
10. Stardust - Clifford Brown
11. Lover Man - Charlie Parker
12. She’s Funny That Way - Dizzy Gillespie
13. Lost In A Fog - Coleman Hawkins
14. My Funny Valentine - Ben Webster
15. Ruby My Dear - Thelonius Monk Trio
16. The Man I Love - Nat ‘King’ Cole Trio
17. Solitude - Johnny Hodges and his Orchestra
18. Don’t Worry ‘Bout Me - Erroll Garner Trio
19. You Don’t Know What Love Is - Sonny Rollins Trio
20. I Cover The Waterfront - Clifford Brown

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!


quinta-feira, 25 de julho de 2019

Franz Schubert (1797-1828) - Octet in F Major, D. 803 e Eine kleine Trauermusik, D. 79

Um disco com duas obras bastante emblemáticas de Franz Schubert - o Octeto, D. 803 e o Noneto, D. 79. O Octeto possui humores variados. Vai da alegria caudalosa do primeiro movimento a um tom excessivamente sério em alguns dos movimentos seguintes. A obra possui seis movimentos que alternam as cores. Já a segunda obra é o lúgubre Noneto, composto quando Schubert tinha tenros dezesseis anos. A obra é uma espécie de marcha fúnebre e demonstra o quanto, aos dezesseis anos, Schubert já era um compositor maduro. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828) - 

01. Octet in F Major, D. 803: I. Adagio - Allegro
02. Octet in F Major, D. 803: II. Adagio
03. Octet in F Major, D. 803: III. Allegro vivace - Trio
04. Octet in F Major, D. 803: IV. Andante
05. Octet in F Major, D. 803: V. Menuetto. Allegretto
06. Octet in F Major, D. 803: VI. Andante molto - Allegro
07. Eine kleine Trauermusik, D. 79

 Consortium Classicum

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

Enrique Granados (1867-1916) - Goyescas - "Los majos enamorados"

Belíssima capa! "[Granados] Estudou piano com Joan Baptista Pujol e composição com Felipe Pedrell. Em 1883, com 16 anos, apresenta-se como pianista virtuoso, tocando a Sonata nº2 de Schumann. Em 1887, viaja para a França e, em Paris, conhece Debussy, Ravel e Saint-Saëns. Seu primeiro sucesso como compositor foi a ópera "Maria del Carmen" (1898). Sua maior obra é a suíte para piano "Goyescas" (1911), que faz referência a alguns quadros de Goya. Nesta obra, muito influenciada por Liszt, Granados parece atingir sua mais elevada inspiração. Em 1916, é apresentada em Nova Iorque sua Ópera Goyescas, [que aparece neste disco] que é uma adaptação da versão original para piano da suíte Goyescas. É autor também de canções para voz e piano, além de várias obras para piano, incluindo as conhecidas Danças EspanholasSua morte ocorreu em condições trágicas. Devido ao torpedeamento do navio em que viajava, ele e sua esposa pereceram afogados nas águas do Canal da Mancha". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Enrique Granados (1867-1916) - 

01 Goyescas, Cuadro 1, Escena 1: El pelele "Aquí como allá" (Majas) 04:58
02 Goyescas, Cuadro 1, Escena 2: La calesa "¡Esa chiquilla parece en sí llevar más sal" (Majos) 03:19
03 Goyescas, Cuadro 1, Escena 3: Los requiebros "El sitio y la hora son" (Rosario) 04:39
04 Goyescas, Cuadro 1, Escena 4: "Juntos iremos al baile" (Fernando) 01:31
05 Goyescas, Cuadro 1: Intermezzo 05:29
06 Goyescas, Cuadro 2, Escena 5: El baile del candil "Siempre fue lindo el pie" (Majos y Majas) 04:21
07 Goyescas, Cuadro 2, Escena 6: "Si lo que os trajo no fue la danza" (Paquiro) 04:08
08 Goyescas, Cuadro 2: "¡Qué cosas dice a veces un pie!" (Majos) 03:09
09 Goyescas, Cuadro 3: Interludio 04:15
10 Goyescas, Cuadro 3, Escena 7: La maja y el ruiseñor "¿Por qué entre sombras el ruiseñor" (Rosario) 05:45
11 Goyescas, Cuadro 3, Escena 8: Dúo de amor en la reja "¿Me esperas?" (Rosario, Fernando) 07:26
12 Goyescas, Cuadro 3, Escena 9: El amor y la muerte "¡Es un sueño!" (Rosario) 10:27

BBC Symphony Orchestra
BBC Singers
Josep Pons, regente
Nancy Fabiola Herrera, soprano (Rosario)
Gustavo Pena, tenor (Fernando)
Lidia Vinyes Curtis, mezzo-soprano (Pepa / A Voice)
José Antonio López, baritone (Paquiro)

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Glauco Venier Miniatures - Music For Piano And Percussion

Um bonito disco com músicas de Glauco Venier. Procurei no Spotify outros discos do pianista italiano e percebi que suas músicas são sempre tocadas em parceria com outros artistas. Este é o seu primeiro disco solo. Segue uma pequena nota encontrada na Amazon e traduzida pelo Google: "As quinze miniaturas desta gravação com título modesto incluem novas músicas do pianista italiano Glauco Venier, bem como adaptações de Gurdjieff, Komitas, Dufay e muito mais. Este é o primeiro álbum solo de Venier para ECM e, como em seu trabalho exemplar com Norma Winstone nos aclamados álbuns Distances, Stories Yet To Tell e Dance Without Answer, seu pianismo disciplinado sempre atende às necessidades das peças. Miniatures é um disco quieto e pensativo, no qual o piano solo é aumentado pela percussão sutil e discreta. Além de seu principal instrumento, Glauco toca gongos, címbalos e sinos e esculturas sonoras criadas pelos artistas Harry Bertoja e Giorgio Celiberti, os metais levemente esculpidos criando um ambiente atraente, como sinos de vento na brisa". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. Ritual
02. Tiziano's Painting
03. Asian Songs and Rhythms No. 40
04. Byzantine Icon
05. Serenity
06. Abstractio
07. Prayer
08. Gunam
09. Madiba
10. The Temple - War - Litanies
11. Krunk
12. Ave Gloriosa
13. Visible Spirit
14. Deep and Far
15. Ce jour de l'an

Glauco Venier, piano, gongs, bells, metals

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

terça-feira, 23 de julho de 2019

Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony No.3 in F major, Op.90 e Symphony No.4 in E minor, Op.98

Um disco, simplesmente, imperdível! Ele reúne duas das sinfonias mais bonitas da história, regidas por alguém que sabia das coisas. Evgeny Mravinsky é considerado um dos maiores regentes do século XX. Esteve à frente da mítica Orquestra Filarmônica de Leningrado, cidade também mítica da antiga União Soviética, por cinquenta anos. Viu a guerra assolar o seu país. Enfrentou anos difíceis. Manteve amizade com artistas e compositores. E realizou um trabalho extraordinário. Quem olha para a sua fisionomia, fica impressionado com as feições duras; a boca a denunciar uma sisudez que era filha da disciplina. Seu Brahms é caudaloso; pesado como uma onda na tempestade, mas é suave como um vento airoso numa manhã de primavera. É só ouvir, por exemplo, os dois primeiros movimentos da Sinfonia no. 3. Do Allegro con brio para o Andante, muda-se o cenário de forma vertiginosa.  Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - 

01. Symphony No.3 in F major, op.90 (71.11.30) - I. Allegro con brio
02. Symphony No.3 in F major, op.90 (71.11.30) - II. Andante
03. Symphony No.3 in F major, op.90 (71.11.30) - III. Poco allegretto
04. Symphony No.3 in F major, op.90 (71.11.30) - IV. Allegro
05. Symphony No.4 in E minor, op.98 (73.4.28) - I. Allegro con brio
06. Symphony No.4 in E minor, op.98 (73.4.28) - II. Andante
07. Symphony No.4 in E minor, op.98 (73.4.28) - III. Poco allegretto
08. Symphony No.4 in E minor, op.98 (73.4.28) - IV. Allegro

The Leningrad Philharmonic Orchestra
Evgeny Mravinsky, regente

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI (Zippy)

BAIXAR AQUI (Media)

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

Antonin Dvorak (1841-1904) - Piano Quartet No. 2 in E-flat major, Op. 87 e Piano Quartet No. 1 in D major, Op. 23

Um belo disco com dois quartetos de cordas para piano de Dvorak. O disco revela a beleza das melodias da música do checo. Dvorak foi um compositor que inseriu temas do folclore do seu país. Isso fica claro em seus trabalhos. Aqui não poderia ser diferente. Trata-se de um disco em que há um visível romantismo nas obras. Há quem não goste. Mas, no mínimo, é um disco de grande qualidade, tendo o selo interpretativo do Beaux Arts Trio. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Antonin Dvorak (1841-1904) - 

01. Piano Quartet No. 2 in E-flat major, op. 87 - I. Allegro con fuoco
02. II. Lento
03. III. Allegro moderato grazioso
04. IV. Finale. Allegro ma non troppo
05. Piano Quartet No. 1 in D major, op. 23 - I. Allegro moderato
06. II. Andantino, con vairazioni
07. III. Finale. Allegretto scherzando

Beaux Arts Trio

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Symphony No.40 in G Minor K.550 e Symphony No.41 in C Major K.551 - 'Jupiter'

"Mozart escreveu a sua primeira sinfonia em 1764, aos oito anos de idade, e a última, a magnífica “Júpiter” n.º 41 em Dó maior, três anos antes de falecer. Foi composta em conjunto com as Sinfonias n.º 39 (Mi bemol maior) e n.º 40 (Sol menor), num inimaginável curto período de apenas nove semanas, no Verão de 1788, pouco depois da estreia de Don Giovanni. Todavia, estas três obras sinfônicas colocaram-se e permanecem, até hoje, no patamar seletivo das obras-primas referenciais do repertório sinfônico. Não há registo de terem sido estreadas em vida do compositor: apenas se assinala a apresentação de uma “grande sinfonia” de Mozart na Tonkünstler Sociatät em Abril de 1791; como a “Júpiter” inclui trompetes e tímpanos – o que a define como uma “grande” sinfonia – talvez possa ter sido, de facto, interpretada nessa altura. A designação de “Júpiter” é atribuída a Johann Peter Salomon, violinista e empresário alemão radicado em Londres (responsável pelas encomendas a Joseph Haydn das Sinfonias de Londres), e surge mais tarde e apenas na primeira edição impressa da Sinfonia, já no século XIX. Na verdade, tomar o título do mais poderoso deus do mundo romano parece fazer sentido para a Sinfonia que, para alguns, fez revelar justamente a existência de Deus, graças à sua supremacia formal e perfeição anímica. Nikolaus Harnoncourt sugeria que as três últimas sinfonias seriam, na verdade, um ciclo. A ser assim, a “Júpiter” dará continuidade à n.º 40; se na Sinfonia anterior se evocam dúvidas, aqui convocam-se certezas". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

01. No.40 in G Minor K.550 1 Allegro Molto
02. No.40 in G Minor K.550 Andante
03. No.40 in G Minor K.550 Menuetto-Allegretto
04. No.40 in G Minor K.550 Finale-Allegro Assai
05. No.41 in C Major K.551 ('Jupiter') Allegro vivace
06. No.41 in C Major K.551 ('Jupiter') Andante Cantabile
07. No.41 in C Major K.551 ('Jupiter') Menuetto-Allegretto
08. No.41 in C Major K.551 ('Jupiter') Finale-Molto allegro

Bavarian Radio Symphony Orchestra
Rafael Kubelik, regente

Você pode comprar este disco na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante. Ela ajuda a manter o nosso blog vivo!