sábado, 4 de agosto de 2018

Astor Piazzolla (1912-1992) - Oblivion

"Em 1929, Astor Piazzolla, então um garoto de oito anos, ganhou do pai um bandoneón. Tomou-se de amores pelo instrumento e, em 1933, aos 12, começou a tomar aulas de piano com Bela Wilde, um húngaro que havia sido discípulo de Rachmaninoff. Na sequência, em Nova York, onde se mantinha entregando jornais, conheceu o lendário Carlos Gardel, que já era um astro na Argentina e filmava, nos EUA, El Dia Que Me Quieras. Foi um encontro decisivo e o tango entrou, de forma definitiva, na vida do jovem Piazzolla. Mas sua vocação nunca foi o tango tradicional. Houve outro encontro importante, e foi com a diretora de orquestra francesa, Nadia Boulanger, com quem estudou harmonia. Sua formação erudita levou-o a subverter cânones. Piazzolla incorporou jazz e música erudita em suas criações. Aos que lhe diziam que não fazia tango, ele retrucava que era a música contemporânea de Buenos Aires". Uma boa apreciação!

Daqui

Astor Piazzolla (1912-1992) - Oblivion

01. OBLIVION
02. ESCUALO
03. MILONGA EN RE
04. INTRODUCCION AL ANGEL
05. REVIRADO
06. MILONGA SIN PALABRAS
07. FINALE
08. TRES MINUTOS CON LA REALIDAD
09. RECORDANDO _SUITE PER ARCHI_

Orchestra da Camera Italiana
Salvatore Accardo, violino e direção

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3 comentários:

Wellington Mendes disse...

Lindo! grato!

Anônimo disse...

Thank you.

Anônimo disse...

Thank you.