sexta-feira, 4 de junho de 2010

Camille Saint-Saens (1835-1921) - Danse Macabre, Phaéton, Le rouet d'Omphale e etc


Um CD indispensável, imperdível, para quem quer conhecer a orquestração enxuta de Saint-Säens. A Danse Macabre ou Dança Macabra em português foi composta em 1871, sendo inicialmente composta para voz e piano. Mais tarde, Saens transformou em poema sinfônico, substuindo a voz por um violino. Outras duas peças que gosto desse CD é a Marche Héroique e a maravilhosa Havanaise, esta composta em 1887. É uma peça belíssima. O tema inicial do violino nos faz arrepiar. Uma evocação triste surge e vai ganhando corpo até a orquestra tomar as devidas proporções e violino ganhar conotações nervosas, sensitivas e ziguezagueantes. Lembro-me que tinha essa gravação numa fita K-7. Ouvia e ouvia muito essa peça. Até que um dia a fita começou a apresentar problemas. Fiquei triste. Mas até que encontrei esse CD e tive a minha alegria restaurada. Nesse CD, tudo é muito bom. O regente é bom, as duas orquestras idem e o violinista não faz feio. Boa apreciação!

Camille Saint-Saens (1835-1921) - Danse Macabre, Phaéton, Le rouet d'Omphale e etc

Danse macabre, symphonic poem in G minor, Op. 40*
01. Danse Macabre

Phaéton, symphonic poem in C major, Op. 39*
02. Pháeton

Le Rouet d'Omphale, symphonic poem in A major, Op. 31*
03. Le rouet d'Omphale

Introduction and Rondo Capriccioso, for violin & orchestra in A minor, Op. 28**
04. Introduction et Rondo capriccio

Havanaise, in E major for violin & piano (or orchestra), Op. 83**
05. Havanaise

La jeunesse d'Hercule, symphonic poem in E flat major, Op. 50*
06. La Jeunesse d'Hercule

Marche héroïque, for orchestra in E flat major, Op. 34*
07. Marche héroique

Na Amazon

Royal Philharmonic Orchestra**
London Philharmonia Orchestra*
Charles Dutoit, regente
Kyung Wha Chung, violino

BAIXAR AQUI (Mega)

BAIXAR AQUI (One)

*Se possível, faça um comentário! Sua participação é importante!

Frédéric Chopin (1810-1849) - Polonaises (6 e 7 de 13)

Mais dois CDs do franco-polaco Frédéric Chopin. Dessa vez surgem as ondulantes polonaises escritas pelo compositor. As “Polonesas” ou “Polacas”, ou melhor, Polonaises são danças de sua terra natal, a Polônia. Acredito que uma das mais famosas dessas peças, seja a Polonaise No. 3 - “Militar”. Boa apreciação!

Frédéric Chopin (1810-1849) - Polonaises

Disco 06

01 - Polonaise No.1 in C sharp minor, Op.26 No.1
02 - Polonaise No.2 in E flat minor, Op.26 No.2
03 - Polonaise No.3 in A, Op.40 No.1 (Military)
04 - Polonaise No.4 in C minor, Op.40 No.2
05 - Polonaise No.5 in F sharp minor, Op.44
06 - Polonaise No.6 in A flat, Op.53 (Heroic)
07 - Polonaise No.7 in A flat, Op.61 (Polonaise-Fantaisie)

Disco 07

01 - Polonaise No.8 in D minor, Op.posth.71 No.1 (BI 11)
02 - Polonaise No.9 in B flat, Op.posth.71 No.2 (BI 24)
03 - Polonaise No.10 in F minor, Op.posth.71 No.3 (BI 30)
04 - Polonaise in B flat minor, Op.posth.P1 No.5 (BI 13) (La Gazza Ladra)
05 - Polonaise in G flat, Op.posth.P1 No.8 (BI 36)
06 - Polonaise in G minor, Op.posth.S1 No.1 (BI 1)
07 - Polonaise in B flat, Op.posth.P1 No.1 (BI 3)
08 - Polonaise in A flat, Op.posth.P1 No.2 (BI 5)
09 - Polonaise in G sharp minor, Op.posth.P1 No.3 (BI 6)

Na Amazon

Vladimir Ashkenazy, piano


*Se possível, deixe um comentário! Sua participação é importante!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Orlando Gibbons (1583-1625) - Choral and Organ Music

Hoje, a cristandade católica celebra o dia de Corpus Christi (Corpo de Cristo). A data sempre acontece numa quinta-feira. A instauração da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta o século XIII. A Igreja sentiu a necessidade de realçar a presença real do "Cristo presente" no pão consagrado na Eucaristia. A Festa foi instituída pelo papa Urbano IV com a Bula "Transiturus" de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes. "O Papa Urbano IV foi o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège na Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, que exigiam uma festa da Eucaristia no Ano Litúrgico. Conta a história que um sacerdote chamado Pedro de Praga, de costumes irrepreensíveis, vivia angustiado por dúvidas sobre a presença de Cristo na Eucaristia. Decidiu então ir em peregrinação ao túmulo dos apóstolos Pedro e Paulo em Roma, para pedir o Dom da fé. Ao passar por Bolsena (Itália), enquanto celebrava a Santa Missa, foi novamente acometido da dúvida. Na hora da Consagração veio-lhe a resposta em forma de milagre: a Hóstia branca transformou-se em carne viva, respingando sangue, manchando o corporal, os sangüíneos e as toalhas do altar sem no entanto manchar as mãos do sacerdote, pois, a parte da Hóstia que estava entre seus dedos, conservou as características de pão ázimo. Por solicitação do Papa Urbano IV, que na época governava a igreja, os objetos milagrosos foram para Orviedo em grande procissão, sendo recebidos solenemente por sua santidade e levados para a Catedral de Santa Prisca. Esta foi a primeira procissão do Corporal Eucarístico. A 11 de agosto de 1264, o Papa lançou de Orviedo para o mundo católico através da bula Transiturus do Mundo o preceito de uma festa com extraordinária solenidade em honra do Corpo do Senhor. A festa de Corpus Christi foi decretada em 1264. O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o Papa morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada desde antes de 1270. A procissão surgiu em Colônia e difundiu-se primeiro na Alemanha, depois na França e na Itália. Em Roma é encontrada desde 1350. A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse: ‘Este é o meu corpo...isto é o meu sangue... fazei isto em memória de mim’. Porque a Eucaristia foi celebrada pela 1ª vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre numa quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade. Corpus Christi é celebrado 60 dias ápos a páscoa". O aspecto solene e místico da religião é algo que sempre me impressionou. Desagrada-me o dualismo existente na religião, que desemboca consequentemente num enfeiamento da vida. A religião cria uma metafísica do carrasco. Pune tudo aquilo que se aproxime do natural, por fugir em sentido platônico do mundo físico, o mundo das aparências. Estar no mundo é uma tarefa malquista pelo religioso, que ver na na realidade contingente, imperfeição, feiúra e um halo de pecado envolvendo todas as coisas. Não precisamos morrer para viver, pois morre-se muitas vezes enquanto se vive. A arte tira a alma do homem do caos. Sentença nietzschiniana: "Na arte, o ser humano frui a si mesmo enquanto perfeição". Boa apreciação desse belíssimo CD repleto de mística, poética e sentidos de vida, de Orlando Gibbons.

P.S. O texto é uma mescla de palavras minhas e da Wikipédia. Informações AQUI sobre o compositor.

Orlnando Gibbons (1583-1625) - Choral and Organ Music

01. O clap your hands
02. Great Lord of Lords
03. Hosanna to the son of David
04. Prelude in G Major
05. Out of the deep
06. See, see, the word is incarnate
07. Prelude in D minor
08. Lift up your heads
09. Almighty and everlasting God
10. Magnificat ( 2nd Service)
11. Nunc dimittis (2nd Service)
12. Fantazia of four parts
13. Magnificat (Short Service)
14. Nunc dimittis (Short Service)
15. O God, the king of glory
16. O Lord, in thy wrath

Na Amazon

Oxford Camerata
Jeremy Summerly, condutor
Laurence Cummings, órgão

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário! Sua participação é importante!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Igor Stravinsky (1882-1971) - Pétrouchka e Le Sacre du Printemps - "A Sagração da Primavera"

Este é um daqueles CDs que você é obrigado a baixar, sentar e ouvir. Tudo nessa gradação. É a música do mago Igor Stravinsky regida por um especialista no repertório da composição conteporânea, Pierre Boulez. As duas obras desse post são expressivas e estão inscritas naquele rol de composições mais importantes e marcantes da história da música, assim como a Nona de Beethoven ou a Sinfonia Leningrado de Shostakovich. Trata-se de peças que foram responsáveis por mudar o conceito de composição de música no século XX. A primeira, Pétrouchka, é a história sobre um fantoche tradicional russo, que é feito da palha e com um saco de serragem como corpo que acaba por tomar vida e ter a capacidade amar, uma história que se assemelha superficialmente àquela de Pinocchio. Já Le Sacre du Printemps ou "A Sagração da Primavera" é uma extravagância. Não uso o termo em sentido depreciativo. Quero apenas informar que a obra é um exagero de arrojo e perfeição. "A Sagração da Primavera" é largamente conhecida como uma das maiores, mais influentes e mais reproduzidas composições da história da música do Século XX sendo um ícone de toda música erudita por ter sido considerada a obra que marca o início do modernismo . Considera-se que ela inovou em quase todos os aspectos músicais correntes na época : estrutura rítmica, orquestração, timbrística, forma, harmonia, uso de dissonâncias, e particularmente uma valorização da percussão acima da harmonia e melodia como nunca tinha ocorrido antes. Desafiando bom número de regras e contestando tudo que se conhecia até então a obra causou um escândalo memorável na capital francesa, em que a platéia, diante de tanta revolução artística, não aceitava o que ouvia e via. A rejeição se reforçou pelas inovações de linguagem que Nijinsky incorporou à coreografia, valorizando movimentos "rústicos" inspirado em hierógrafos e pinturas em pedras de homens da caverna. Durante a apresentação não faltaram vaias, e o próprio Diaghilev chegou a acender as luzes da platéia numa tentativa de conter um pouco o caos que se instalou. Não tendo surtido muito efeito, a agitação continuou e marcou tanto a estréia que até hoje a peça é considerada uma das mais internacionalmente conhecidas e controvérsas obras na história da arte".

A obra subdivide-se em duas partes principais:
1. A adoração da terra (8 seções);
2. O sacrifício (6 seções).

Por isso, não deixe de ouvir esse CD formidável. Bom deleite!

P.S. O texto acima é em sua maior parte extraído DAQUI e DAQUI

Igor Stravinsky (1882-1971) - Pétrouchka e Le Sacre du Printemps - "A Sagração da Primavera"

Pétrouchka
01. First Tableau
02. Second Tableau
03. Third Tableau
04. Fourth Tableau

Le Sacre du Printemps
05. Part 1 - L'Adoration de la Terre
06. Part 2 - Le Sacrifice

Na Amazon

The Cleveland Orchestra
Pierre Boulez, regente

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante!

Frédéric Chopin (1810-1849) - Estudos (CD 5 de 13)

Apesar do tempo que já faz desde que postei o último CD de Chopin, eu não esqueci do que havia iniciado. Surgem agora os maravilhosos Estudos do compositor. Boa apreciação!

Frédéric Chopin (1810-1849) - Estudos

01 - 12 Etudes, Op.10 No.1 in C
02 - 12 Etudes, Op.10 No.2 in A minor (Chromatique)
03 - 12 Etudes, Op.10 No.3 in E (Tristesse)
04 - 12 Etudes, Op.10 No.4 in C sharp minor
05 - 12 Etudes, Op.10 No.5 in G flat (Black Keys)
06 - 12 Etudes, Op.10 No.6 in E flat minor
07 - 12 Etudes, Op.10 No.7 in C
08 - 12 Etudes, Op.10 No.8 in F
09 - 12 Etudes, Op.10 No.9 in F minor
10 - 12 Etudes, Op.10 No.10 in A flat
11 - 12 Etudes, Op.10 No.11 in E flat
12 - 12 Etudes, Op.10 No.12 in C minor (Revolutionary)
13 - 12 Etudes, Op.25 No.1 in A flat (Harp Study)
14 - 12 Etudes, Op.25 No.2 in F minor
15 - 12 Etudes, Op.25 No.3 in F
16 - 12 Etudes, Op.25 No.4 in A minor
17 - 12 Etudes, Op.25 No.5 in E minor
18 - 12 Etudes, Op.25 No.6 in G sharp minor
19 - 12 Etudes, Op.25 No.7 in C sharp minor
20 - 12 Etudes, Op.25 No.8 in D flat
21 - 12 Etudes, Op.25 No.9 in G flat (Butterfly Wings)
22 - 12 Etudes, Op.25 No.10 in B minor
23 - 12 Etudes, Op.25 No.11 in A minor (Winter Wind)
24 - 12 Etudes, Op.25 No.12 in C minor

Na Amazon

Vladimir Ashkenazy, piano

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Jean Sibelius - Sinfonia No. 2 em Ré maior, Op. 43 e Luonnotar (The Spirit of Nature), tone poem for voice & orchestra, Op. 70 (CD 2 de 4)

A Sinfonia No. 2 é a que mais gosto de Jean Sibelius. É a primeira que ouvi do compositor e ela ficou marcada para sempre em minhas memória poética e de apresso. A toda uma epicidade que a torna encantável. Os dois primeiros movimentos são mágicos. Estou com certa pressa, o que me impede consequentemente de continuar a discorrer sobre a obra. Mas as Sinfonias de Sibelius são de uma grandiosidade impressionante. As impressões colhidas pelo compositor em sua terra foram transpostas para as obras sinfônicas que escreveu. De modo que ao escutar os trabalhos de Sibelius, eu sinto, vejo e tateio a sua terra fria, cheia de neve, de lagos azuis, florestas escuras e campos floridos. Boa apreciação!

Jean Sibelius (1865-1857) - Sinfonia No. 2 em Ré maior, Op. 43 e Luonnotar (The Spirit of Nature), tone poem for voice & orchestra, Op. 70

Sinfonia No. 2 em Ré maior, Op. 43
01. Allegretto
02. Tempo andante, ma rubato
03. Vivacissimo - (attacca:)
04. Finale. Allegro moderato

Luonnotar (The Spirit of Nature), tone poem for voice & orchestra, Op. 70
05. Luonnotar (The Spirit of Nature), tone poem for voice & orchestra, Op. 70

Na Amazon

New York Philharmonic
Leonard Bernstein, regente

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário! Sua participação é importante!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

The Segovia Collection - Rodrigo, Ponce e Boccherini (CD 1 de 4)

Havia separado este box com 4 CDs de peças interpretadas por Andrés Segovia desde o final do ano passado. A beleza dessas interpretações nos comove. Segovia é considerado por muitos estudiosos como o pai do violão erudito moderno. Muitos compositores escreveram para o espanhol. É o caso do nosso Villa-Lobos; Turina ou Tedesco. Neste CD, Segovia toca Rodrigo, Ponce e Boccherini. O destaque ao meu modo de ver fica com a Fantasía para un Gentilhombre de Rodrigo, peça de beleza delicada, ensolarada. A face comovente do trágico e de uma beleza silenciosa torna-se divisável na música de Joaquim. Sou apaixonado pela obra de Rodrigo. Fico a imaginar quais impressões devem ter tomado Rodrigo ao escrever essa fantasia, já que era cego. O que ele não via, desenhou em sua interioridade. Uma manhã com sol envelhecido. Uma estrada pequenina a se perder na distância. Uma igreja antiga a abrigar a sacralidade erigida pelo tempo. O silêncio. A calma. O vento airoso a soprar trazendo nacos de impressões passadiças. O regato que corre por sobre as pedras. A cercanias repletas de campos. Os olhos colhem o colorido da paisagem e, a alma grávida de sensibilidade, torna em som o quadro mística. A melodia infinita se prolonga. Sua alegria é fugaz e eterna, súbita e sem perdão. Boa apreciação!

P.S. Iglesia de la Vera Cruz, Segovia, Espanha

Joaquín Rodrigo (1901-1999) - Fantasía para un gentilhombre, for guitar & orchestra

01. Villano y Ricercar
02. Españoleta y fanfare de la caballería de Nápoles
03. Danza de las hachas
04. Canario

Manuel María Ponce (1882-1948) - Concierto del sur for guitar & orchestra
05. Allegro moderato
06. Andante
07. Allegro Moderato e festivo

Luigi Boccherini (1743-1805) - Concerto n°6 for violoncello and orchestra in D major
08. Allegro non tanto
09. Andante cantabile
10. Allegretto - più Mosso

Na Amazon

Simphony of the Air
Enrique Jorda, regente
Andrés Segovia, violão

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante!

domingo, 30 de maio de 2010

W. A. Mozart - Concerto para piano e orquestra No. 22 em Mi bemol maior, K. 482 e Ludwig van Beethoven - Concerto para piano e orquestra No. 3 em Dó

Para um CD como este, penso que as apresentações sejam dispensáveis. Por isso iremos com certa urgência à música. Uma excelente apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) -
Concerto para piano e orquestra No. 22 em Mi bemol maior, K. 482
01. Allegro
02. Andante
03. Allegro

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -
Concerto para piano e orquestra No. 3 em Dó menor, Op. 37
04. Allegro con brio
05. Largo
06. Rondo (Allegro)

Philharmonia Orchestra
Riccardo Muti, regente
Svjatoslav Richter, piano

Na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Maurice Ravel (1875-1937) - Concerto para piano e orquestra em D (para "mão esquerda"), Franz Liszt - Totentanz para piano e Orchestra e etc

Há dias em que o nosso ânimo é castrado. Ficamos com aquela cara bolorenta, macilenta. Com aquela fisionomia de espectro lânguido. Uma sexta-feira fria e inexpressiva lhe envolve. Você é visitado pela solidão e fica na sala olhando para a cara dela, enquanto ela mira lá no fundo dos seus olhos. Em silêncio, constragido, você olha para os lados, tenta fazer uma pose de importante. Têm 30 anos. Já leu alguns livros e julga-se privilegiado. As aspirações pequeno-burguesas estão represadas em caixas enfileiradas numa estante qualquer da sua alma. A sua visitante continua a mirá-lo com aquele olhar seco e libidinoso. Você discreteia. Lá fora você sabe que o mundo corre. Os bares estão cheios. Moças bonitas com pernas roliças, cheirosas, bem torneadas, estão ávidas. Os dentes claros. O sorriso fácil. O desejo impregnado nos poros. Mas "carnes frescas" femininas não são o elemento vital pela qual o existir anseia. Sua mente vagueia pensando em absurdos surreais. Sua visitante continua sentada, com o corpo fino, translúcido, impávida. Uma inapetência toma a você por completo. A mente não sente o corpo. É apenas uma consciência sem peias, desgarrada, como uma nave solta no éter. As pernas, os braços, o corpo, tudo é conjunto sem ressonância. A vida acontece. Vem à mente aquele pesonagem de Kafka que se tornou um inseto asqueroso - Gregor Samsa. Há homens que são baratas. Vivem escondidos para não serem pisoteados. Encondem-se em antros. Alimentam-se de porcarias e sujidades. Precisam viver incógnitos para não gerarem choques em outras crituras ditas sofisticadas. Sua amiga lhe sorrir. Distende os beiços. E aí lhe vem a impressão que existir é um fenômeno consciente. De que estou vivo. De que o rio continua fluindo. Tenho consciência de ques estou consciente. Sei lá porque escrevi isso. O fato é ouvi esta excelente gravação ao vivo e resolvi compartilhar. Boa apreciação!

Maurice Ravel (1875-1937) - Concerto para piano e orquestra em D (para "mão esquerda")
01. Lento
02. Allegro
03. Tempo I

Na Amazon

Franz Liszt (1811-1886) - Totentanz para piano e Orchestra
04. Totentanz para piano e Orchestra

Na Amazon

Sergei Rachmaninov (1873-1943) - Danças Sinfônicas, Op. 45
05. Non allegro
06. Andante con moto (Tempo di valse)
07. Lento assai - Allegro vivace

Na Amazon

Maurice Ravel (1875-1937) - La Valse
08. La Valse

Na Amazon

Chicago Symphony Orchestra
Charles Dutoit, regente
Jean-Yves Thibaudet, piano

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Franz Liszt (1811-1886) - 10 Hungarian Rhapsodies

Fiquei imensamente triste no dia de hoje. Devo dizer que se trata de um experiência de acúmulo. Dia a dia as postagens que tenho feito em O SER DA MÚSICA, têm sido "deletadas" pela DMCA. Recebo as informações por e-mail. A notícia é enviada pela Google. Acredito que nos últimos 30 dias, mais de 10 postagens que fiz foram "arrancadas". Geralmente eles tiram a postagem e deixam o arquivo como se fosse um "rascunho" na qual somente eu posso visualizar. E sempre apagam o link. Ou seja, tiram do servidor. Hoje à noite eu não ia postar nada, por conta da sensação de pesar que invade a minha alma, mas mesmo assim "cismarei" em fazer essa postagem com a Rapsódias Húngaras de Liszt. Ah! Ia esquecendo: baixe logo antes que a infame DMCA "extraia" o link, junto com a postagem. Boa apreciação!

Franz Liszt (1811-1886) - 10 Hungarian Rhapsodies

01 - Hungarian Rhapsody No. 2 in C sharp minor
02 - Hungarian Rhapsody No. 6 in D flat
03 - Hungarian Rhapsody No. 8 in F sharp minor
04 - Hungarian Rhapsody No. 9 in E flat
05 - Hungarian Rhapsody No. 10 in E
06 - Hungarian Rhapsody No. 11 in A minor
07 - Hungarian Rhapsody No. 12 in C sharp minor
08 - Hungarian Rhapsody No. 13 in A minor
09 - Hungarian Rhapsody No. 14 in F minor
10 - Hungarian Rhapsody No. 15 in A minor

Na Amazon

György Cziffra, piano

BAIXAR AQUI (Mega)


*Se possível, deixe um comentário! Sua participação é importante!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

John Coolidge Adams (1947-) - My Father Knew Charles Ives, The Wound-Dresser e Harmonielehre, for orchestra

O compositor americano John Adams é um dos grandes nomes da composição na atualidade. A música de Adams é geralmente classificada como minimalista ou pós-minimalista. Todavia, o compositor não segue à risca as técnicas do movimento. Deve-se enfatizar e salientar que Adams tem sido reconhecido internacionalmente e ganhado vários prêmios, entre eles o Pulitzer, Grammy Award, Medalha Havard de Artes, entre outros. Assim, este constitui-se um importante imperativo para que conheçamos o moço. As peças apresentadas neste post são regidas pelo próprio compositor. Trata-se de uma experiência bastante desafiadora. Uma boa degustação.

Mais sobre o compositor AQUI

John Coolidge Adams (1947-) - My Father Knew Charles Ives, The Wound-Dresser e Harmonielehre, for orchestra

My Father Knew Charles Ives
01. Concord
02. The Lake
03. The Mountain

Na Amazon

The Wound-Dresser*
04. The Wound-Dresser

Na Amazon
Harmonielehre, for orchestra
05. Part 1
06. Part 2: The Anfortas Wound
07. Part 3: Meister Eckhardt and Quack

Na Amazon

BBC Symphony Orchestra
John Adams, regente
*Eric Owens, bass

BAIXAR AQUI (Mega)

BAIXAR AQUI (Drive)

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Mozart, Haydn, Albinoni, Pachelbel, Boccherini e Beethoven

Um CD para apreciadores iniciais de música clássica. Explico: esse CD traz peças de forte fragrância popular. São obras de catálogo; ou daquelas coletâneas criadas por revistas com intuito de agradar a um público não conhecedor de música erudita. Mas não faz mal. Estas obras são imortais pela simplicidade que evocam. Quem nunca ouviu o primeiro movimento da Serenata em Sol maior ("O pequeno serão musical")? Ou o Canon de Pachelbel? Sendo assim, não deixe de ouvir este agradável CD! Boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Serenade in G major, K 525 "Eine kleine Nachtmusik"
01. Allegro
02. Romanze (Andante)
03. Menuett (Allegretto)
04. Rondo (Allegro)

Joseph Haydn (1732-1809) - Serenade from String Quartet in F, Op. 3/5
05. Andante cantabile

Tomaso Albinoni (1671-17151) - Adagio in G minor
06. Adagio in G minor

Johann Pachelbel (1653-1706) - Canon
07. Canon

Luiggi Boccherini (1743-1805) - Minuet from the String Quintet in E
08. Minuet from the String Quintet in E

Ludwing van Beethoven (1770-1827) - Minuet in G
09. Minuet in G

I Musici

Na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Franz Liszt (1811-1886) - Liszt - Live at La Scala e Giuseppe Verdi (1813-1901) - Verdi transcriptions

Daniel Barenboim tem se insinuado como um dos grandes nomes da música na atualidade. Nascido na Argentina, Barenboim atualmente vive em Berlim. Possui nacionalidade espanhola, israelense e palestina, alem da cidadania argentina. No início da carreira, Daniel dedicou-se ao repertório pianístico, gravando obras de Beethoven, Mozart, Chopin e Mendelssohn. Em companhia da sua primeira esposa Jacqueline du Pré, a famosa celista britânica, também gravou significativos trabalhos com música de câmera. Vale destacar o seu trabalho como regente que, particularmente, eu tenho uma grande admiração. Em sua carreira brilhante já fez gravações dignas de respeito de obras de Beethoven, Schumann, Mahler, Richard Strauss entre outras gravações consideráveis. Neste post temos o polivalente músico executando o piano, instrumento para o qual o "cidadão do mundo" Daniel Barenboim, tem bastante habilidade e técnica. A gravação a é ao vivo no extraordinário Teatro La Scala em Milão, Itália, construído em 1778 pela imperatriz Maria Teresa da Áustria. É um CD maravilhoso. Traz grandes peças de Liszt e transcrições para o piano de obras de Verdi interpretadas com grande desenvoltura e habilidade incontestes pelo pianista. Boa apreciação!

Franz Liszt (1811-1886) - Liszt - Live at La Scala

Tre Sonetti del Petrarca
01. Sonetto 47: Benedetto sia' l giorno
02. Sonetto 104: Pace non trovo
03. Sonetto 123: l' vidi in terra angelici costume

St. François d'Assise: La Prédication aux oiseaux - Légendes (2), for piano, S.175
04. St. François d'Assise: La Prédication aux oiseaux - Légendes (2), for piano, S.175

Après une lecture du Dante (Fantasia quasi sonata)
05. Après une lecture du Dante (Fantasia quasi sonata)

Giuseppe Verdi (1813-1901) - Verdi transcriptions

06. Aida: Danza sacra e duetto finale, transcription for piano (after Verdi), S. 436 (LW A276)
07. Miserere du Trovatore, transcription for piano (after Verdi) , S. 433 (LW A199)
08. Rigoletto: paraphrase de concert (after Verdi), for piano, S. 434 (LW A187)

Você pode comprar este CD na  Amazon
Daniel Barenboim, piano

*Recorded live at La Scala on 28 May 2007

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante!

sábado, 22 de maio de 2010

Alban Maria Johannes Berg (1885-1935) - Lulu Suite, Der Wein e Lyrische Suite

Talvez o fato de fazer esta postagem seja por causa de minha motivação surgida nos últimos dias com a música do século XX. Estou lendo o livro O Resto é Ruído, do escritor americano Alex Ross. Tenho devorado com uma avidez incontida as mais de 600 páginas do tijolo de papel. Ross já foi colunista do New York Times e atualmente é crítico musical da revista New Yorker. O Resto é Ruído faz uma viagem pela música do século XX, mostrando com detalhamentos clínicos certas especificidades que foram tão importantes para as mudanças que se perpetraram no mundo da música do século passado. O escritor de forma brilhante ansalisa com bastante habilidade "o diálogo que a música estabeleceu com a literatura, com o teatro e com o cinema, assim como a abolição das fronteiras entre o erudito e o popular que faz ressoar na cultura pop, dos Beatles ao hip-hop, conquistas e experimentos antes de reservados à teoria e à prática de uma pequena e isolada vanguarda"(da orelha do livro). Foi pensando nisso que eu resolvir fazer esta postagem desafiante de um dos grandes discípulos de Schoenberg, Alban Berg. Berg, Webern e o próprio Schoenberg formaram o "triunvirato" chamado Segunda Escola de Viena, sendo que a primeira foi formada por Haydn, Mozart e Beethoven. Assim sendo, a gravação se constitui num cartão de visita importante para descobrirmos, trazermos à tona a música singular de Berg. Para mim, amante devoto do Romantismo - Brahms, Beethoven, Mendelssohn, Schubert e as composições mahlerianas - ouvir essa música de estética áspera constitui um desafio. Mas devo afirmar: como é boa, maravilhosa e genial essa música que revela a vida, a realidade como ela é. Boa apreciação!

Alban Maria Johannes Berg (1885-1935) - Lulu Suite, Der Wein e Lyrische Suite

Lulu Suite - for soprano and orchestra
01. Rondo. Andante (Introduzione) Hymne sostenuto
02. Ostinato. Allegro
03. Lied der Lulu. Comodo
04. Variationen. Moderato
05. Adagio sostenuto

Der Wein - Concert aria for soprano and orchestra
06. Einlentung
07. Die Seele des Weines
08. Der Wein der Liebenden
09. Der Wein des Einsamen

Lyrische Suite - Three movements adapted for string orchestra
10. Andante amoroso
11. Allegro misterioso-Trio estatico
12. Adagio appassionato

Na Amazon

New York Philharmonic
Pierre Boulez, regente

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário! Sua participação é importante!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Mikhail Ivanovich Glinka (1804-1857) - Grande Sexteto em Mi bemol maior e Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908) - Quinteto em Si bemol maior

Os dois compositores que aparecem nesta postagem são deveras importante para a música russa. Podemos chamar Mikhail Glinka de "grande pai". Suas canções influenciaram os futuros compositores que surgiriam em seu país como, por exemplo, os membros do Grupo dos Cinco, composto por Mily Balakirev, César Cui, Modest Mussorgsky, Aleksandr Borodin e Nikolai Rimsky-Korsakov. Este último também aparece na postagem. Os maiores êxitos de Korsakov se deram com as óperas que compôs - quinze ao todo. Mas penso que as obras mais imponentes do compositor são as composições orquestrasis, principalmente o maravilhoso Capricho Espanhol, a abertura de A Grande Páscoa Russa e a extraordinária suíte sinfônica Scheherazade. Uma boa audição!

Mikhail Ivanovich Glinka (1804-1857) - Grande Sexteto em Mi bemol maior
01. Allegro - Maestoso
02. Andante
03. Allegro con spirito

Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908) - Quinteto em Si bemol maior
04. Allegro con brio
05. Andante
06. Rondo (Allegretto)

Na Amazon

Capricorn Emsemble
Elizabeth Perry, violino-----------Miles Golding, violino
Susie Mészáros, viola----------Timothy Mason, cello
Barry Guy, contrabaixo--------Philippa Davies, flute
Anthony Lamb, clarinete-------Jonathan Williams, horn
Felix Warnock, fagote---------Julian Jacobson, piano

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante!

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Sonatas para piano

Um maravilhoso CD com aquele "aroma" tão essencial da música de Mozart. Dois extraordinários pianistas a ministrarem com habilidade e técnica incondicionais a fluência das sonatas de Wolfgang. E notório que neste CD a execução é feita de modo mais "rápido", todavia de forma não menos maravilhosa. Mozart é assim: revela-se belo do início ao fim. Certa vez perguntaram a Érico Veríssimo, o escritor gaúcho de Cruz Alta, famoso pela sua literatura deliciosa, quais os compositores mais admirava. Ao que ele respondeu: "Bach, Beethoven e Mozart. Neles eu encontro tudo o que preciso em matéria de música". Também penso como o Érico. Esses três compositores são essenciais a qualquer indíviduo bem ajuizado. Boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Sonatas para piano

Sonata em Ré maior, K. 448 (375a) - para 2 pianos
01. Allegro con spirito
02. Andante
03. Allegro molto

Andante & 5 Variações em Sol maior, K. 501 - para 4 mãos
04. Andante & 5 Variações em Sol maior, K. 501

Sonata em Sol maior, K. 521 - para 4 mãos
05. Allegro
06. Andante
07. Allegretto

Sonata em Ré maior, K. 381 (123a)
08. Allegro
09. Andante
10. Allegro molto

Na Amazon

Martha Argerich, piano
Alexandre Rabinovich, piano

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário! Sua participacão é importante!

Anton Bruckner (1824-1896) - Sinfonia No. 8 em Dó menor, WAB 108

A fantástica Sinfonia No. 8 de Anton Bruckner foi a última obra sinfônica completada pelo compositor. Há duas versões - a de 1887 e a de 1890. Ela foi dedicada ao imperador Francisco José I da Áustria. Bruckner começou a trabalhar nessa obra no ano de 1884, ou seja, oito anos antes dela ser estreada em de 1892 pelo regente Hans Richter. A obra chega a quase uma hora e meia de duração (80 minutos). É um dos daqueles trabalhos sinfonicamente eloquentes típicos do compositor. É uma peça cheia de paisagens reveladoras, de caminhos de tranquilidade. Conseguimos vislumbrar a alma religiosa de Bruckner. O compositor é o homem dos mosteiros, das paisagens frias e alpinas. Um homem de devoção constante, que buscou "exatificar" a sua fé por meio de suas sinfonias. Confesso que mudei de opinião em relação a Bruckner. O trabalho de Bruckner já me foi bastante inamistoso. Todavia, hoje eu mudei de postura em relação ao compositor. Como é bom ouvi-lo. Permitir que a sonoridade densa e maciça nos encha a interioridade. É preciso certa disposição de alma para ouvi-lo. A regência deste fantástico trabalho fica por conta de Karl Böhm, numa gravação que dispensa comentários. Uma boa devoção!

Anton Bruckner (1824-1896) - Symphony No. 8 in C minor, WAB 108

01. I. Allegro moderato
02. II. Scherzo. Allegro moderato
03. III. Adagio. Feierlich langsam_ doch nicht schleppend
04. IV. Finale. Feierlich, nicht schnell

Na Amazon

Wiener Philharmoniker
Karl Bohm, regente

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante!

terça-feira, 18 de maio de 2010

César Franck (1822-1890) - String Quartet in D major e Gabriel Fauré (1845-1925) - String Quartet in E minor

Aqui temos dois importantes representantes da música francesa do final do século XIX e início do século XX. Fauré, especificamente, é mais conhecido pelo seu Réquiem, uma das páginas mais belas da história música, tanto pela pureza, quanto pela simplicidade da obra. O compositor francês é o dominado pelo senso de equilíbrio, de elegância, clareza, recato poético. Sua música possui uma fragrância inconfundível. César Franck também foi criador de um estilo bem singular no qual os atributos mais densos podem ser verificados em sua Sinfonia em D menor. Ou seja, nestes dois belos e tristes quartetos de cordas aqui apresentados, temos a oportunidade de descobrirmos um pouco do mundo artístico desses dois importantes compositores. Boa apreciação!

César Franck (1822-1890) - String Quartet in D major01. Poco lento - Allegro
02. Scherzo:Vivace
03. Larghetto
04. Allegro molto

Gabriel Fauré (1845-1925) - String Quartet in E minor
05. Allegro moderato
06. Andante
07. Allegro

Na Amazon

Dante Quartet
Krysia Osostowicz, violino
Giles Francis, violino
Judith Busbridge, viola
Bernard Gregor-Smith, violoncelo

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário! Sua participação é importante!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

J. S. Bach (1685-1750) - Violin Concerto No.1 in A minor, BWV 1041 e Violin Concerto No.2 in E, BWV 1042 e Sofia Gubaidulina (1931-) - In tempus prae

Um fabuloso CD com a minha musa Anne-Sophie Mutter. É um registro soberbo, magnífico. Talvez a minha admiração por Anne-Sophie Mutter e pela música de Bach, exacerbe os conceitos. Acredito que aquele que escute este CD com atenção tem tudo para se impressionar. Surpreendente ainda é a peça de mais de 32 minutos da compositora russa Sofia Gubaidulina. Uma peça que nos transmite uma carga de dramaticidade e angústia notáveis. Arrebata. Anne-Sophie consegue traduzir com beleza, suavidade, mas com uma tensão comovente as peças desse CD, principalmente a "Em praesens tempus", de Sofia Gubaidulina. Gubaidulina presenteou a senhora Mutter com a peça. Gergiev conduz a peça à frente da Sinfônica de Londres. Os resenhistas da Amazon foram unânimes em dar 5 estrelas para o CD. Preste a atenção no concerto de Gubaidulina. Boa apreciação incontida!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Violin Concerto No.1 in A minor, BWV 1041 e Violin Concerto No.2 in E, BWV 1042

Violin Concerto No.1 in A minor, BWV 1041
01. (Allegro Moderato)
02. Andante
03. Allegro assai

Violin Concerto No.2 in E, BWV 1042
04. Allegro
05. Adagio
06. Allegro assai

Trondheim Soloists
Anne-Sophie Mutter, violino e condução

Sofia Gubaidulina (1931-) - In tempus praesens - Concerto for violin and orchestra
07. In tempus praesens - Concerto for violin and orchestra

London Symphony Orchestra
Valery Gergiev, regente
Anne-Sophie Mutter, violino

Na Amazon

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário! Sua participação é importante!

domingo, 16 de maio de 2010

Anton Bruckner (1824-1896) - Quinteto de cordas em Fá maior, WAB 112 e Intermezzo em Ré menor, WAB 113

Bruckner era um compositor eminentemente religioso. Ele tornou-se mais conhecido pelas sinfonias, missas e motetos que compôs. Mas o compositor também se enveredou pela música de câmara. Escreveu 4 peças com esta característica - Quarteto de cordas em C menor, Quinteto em Fá maior, Intermezzo em Sol maior e Abendklänge. Neste post temos o Quarteto em F e o Intermezzo. O Quinteto em F foi composto em 1879 a pedido do regente e violinista austríaco José Hellmesberger. O Intermezzo foi composto também no mesmo ano de 1879. Aprecie! Uma boa fruição!

Anton Bruckner (1824-1896) - Quinteto de cordas em Fá maior, WAB 112 e Intermezzo em Ré menor, WAB 113

Quinteto de cordas em Fá maior, WAB 112
01. GemaBigt
02. Scherzo. Schnell-Langsamer-Schnell
03. Adagio
04. Finale. Lebhaft bewegt-Langsamer

Intermezzo em Ré menor, WAB 113
05. Intermezzo em Ré menor

Na Amazon

Melos String Quartet Stuttgart

BAIXAR AQUI

*Se possível, deixe um comentário. Sua participação é importante!