domingo, 5 de agosto de 2012

Alfred Schnittke (1934-1998) - Sinfonia No. 1

Para quem está acostumado com a ordem e com os arroubos românticos, ouvir um trabalho como a Sinfonia no. 1 de Alfred Schnittke é um grande, incomensurável desafio. A impressão que nos dá é que todas as sonoridades foram prensadas em um liquidor e o resultado é um mundo aleatório, caótico, no qual faltam ordem e lógica. O russo parece fazer uma viagem musical pela tradição do Ocidente - ou pelo menos parece brincar com esta ideia. Faz referência a Beethoven, Tchaikovsky, Chopin, Johann Strauss; e até mesmo ao jazz. A anarquia sonora parece desafiar ou ironizar (ou quem sabe elogiar) tudo aquilo que já foi feito, mas quem sabe busca fazer uma crítica à ordem da tradição clássica. O certo é que não temos nesse trabalho a beleza propugnada por uma estética que nos conduza a um bem-estar. Pelo contrário, temos o feio, o informe, a demência, o insulto, sujeira, a esquizofrenia. Talvez resida nesse fato o nome da Sinfonia do russo - "Esquizofrênica". A Sinfonia no. 1 estreou em 1974 sob a condução de Gennady Rozhdestvensky. Mais tarde, Rozhdestvensky fez outra gravação (esta que vos apresento). Curiosamente, o trabalho se encontra em um único bloco, o que ajuda ainda mais a efetivar o efeito solapante. Ao ouvir a Primeira Sinfonia de Alfred Schnittke, lembrei daquela francesa do simbolista francês Arthur Rimbaud: "Uma noite, sentei a Beleza no meu colo. - E a achei amarga. - E a insultei." Uma boa tentativa de apreciação!

Alfred Schnittke (1934-1998) - Sinfonia No. 1

01 - Senza tempo. Moderato. 2. Allegretto. 3. Lento. 4. Lento. Allegro

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USSR Ministry of Culture Symphony Orchestra
Gennady Rozhdestvensky, regente


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sábado, 4 de agosto de 2012

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - The ten celebrated Strings Quartets - KV 387, KV 421, KV 458 e KV 465 (CDs 1 e 2 de 5)

Esta caixa com cinco 5 discos traz uma seleção com dez dos quartetos de cordas escritos por Wolfgang Amadeus Mozart. A sonoridade de tudo aquilo que Mozart escreveu foi boa. E como tal, esses quartetos exibem um Mozart lancinante - às vezes alegre, outras vezes sério e outras vezes, simplesmente, sublime. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - The ten celebrated Strings Quartets - KV 387, KV 421, KV 458 e KV 465

DISCO 01

String Quartet No. 14 KV 387
01. Allegro vivace
02. Menuetto. Allegro
03. Andante cantabile
04. Molto Allegro

String Quartet No. 15  KV 421
05. Allegro moderato
06. Andante
07. Menuetto. Allegretto
08. Allegretto ma non troppo

DISCO 02

String Quartet No. 17 KV 458 - "Hunt Quartet"
01. Allegro vivace assai
02. Menuetto. Moderato
03. Adagio
04. Allegro assai

String Quartet No. 19 KV 465 - "Dissonance Quartet"
05. Adagio -
06. - Allegro
07. Andante cantabile
08. Menuetto. Allegro
09. Allegro Molto

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Leipziger Streichquartett


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Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 5 em Ré menor, Op. 47 e Symphony No. 9 in E flat major, op. 70

Dmitri Shostakovich foi uma personalidade enigmática. Viveu, como é sabido, em um momento muito especial do século XX, em um país cujo nível de tensão e censura para com os artistas sobrepujou, talvez, outros momentos da história. Shosta encontrou uma forma de externar suas sensações, já que um homem como ele não poderia enterrar saus ideias e paixões. Por isso, suas sinfonias se tornaram depositárias de seus sentimentos. Ouvi-lo é perceber - ou pelo menos vislumbrar - o que era a União Soviética do camarada Stálin. A Sinfonia no. 5, um dos seus trabalhos mais populares, coloca-se como um trabalho cujos humores - tensão, protesto, ironia, fascínio, grito de liberdade são percebidos com nitidez. Já a Sinfonia número 9 que aparece neste CD é um trabalho aparentemente sem nexo, todavia, nele, notamos como Shostakovich gostava de chistes, apesar daquela carranca no qual a seriedade vivia estampada. A regência fica a cargo de Vasily Petrenko. Não deixe de ouvir. 

Dmitro Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 5 em Ré menor, Op. 47 e Symphony No. 9 in E flat major, op. 70


Sinfonia No. 5 em Ré menor, Op. 47
01. Moderato
02. Allegretto
03. Largo
04. Allegro non troppo

Symphony No. 9 in E flat major, op. 70
03. I. Allegro
04. II. Moderato
05. III. Presto
06. IV. Largo
07. V. Allegretto - Allegro

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Royal Liverpool Philharmonic Orchestra
Vasily Petrenko, regente


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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Symphony No.7 in A, Op.92 e Symphony No.8 In F, Op.93 (CD 5 de 6)

Sigamos com essa série de sinfonias do mestre Beethoven. Vamos ao penúltimo CD, cuja audição estou fazendo neste instante. Traz duas sinfonias das mais belas entre aquelas que o alemão compôs - a de número 7 e a de número 8. São obras de um "humor" muito positivo. Elas evolam alegria, felicidade, bom humor, uma sensação de que a existência é sempre afirmativa. O segundo movimento, claro, da Sétima é uma reflexão tão característica do mundo beethoveano. Aquele senso profundo (quase de marcha fúnebre) a espargir uma reflexão tão dura e pungente quanto agradável. A número 8 é a menor Sinfonia do mestre, mas possui, nessa condensação, aqueles mundos tãos costumeiros do gênio beethoveano. Convido você a ouvir e apreciar. Bom deleite!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -  

Symphony No.7 in A, Op.92
01. I. Poco Sostenuto - Vivace
02. II. Allegretto
03. III. Presto - Assai Meno Presto
04. IV. Allegro Con Brio 

Symphony No.8 In F, Op.93
05. I. Allegro Vivace E Con Brio
06. II. Allegro Scherzando
07. III. Tempo Di Menuetto
08. IV. Allegro Vivace

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New York Philharmoniker
Leonard Bernstein, regente

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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Franz Schubert (1797-1828) - Symphony No. 8 in B minor, D. 759, "Unfinished" e Felix Mendelssohn (1809-1847) - Sinfonia No. 4 em A menor, Op. 90 - "Italiana"

Eis aqui as duas sinfonias que se apresentaram para mim e disseram: "Você nunca mais será o mesmo após ouvir-nos". E desde que ouvi, nunca mais fui o mesmo conforme a promessa. A música deixou de ser apenas um prazer inconsequente e tornou-se religião. Abandonei aquele voluntarismo para tudo que surgia e me tornei alguém apaixonado pela ordem que existe na beleza. São dois trabalhos da escola Romântica, com dois de seus principais expoentes - Schubert e Mendelssohn. Apresentam linguagens bem diversas. A Sinfonia de Mendelssohn é trágica, densa, eivada por uma angústia infinita. Como se os últimos momentos da vida estivessem sendo abraçados sorvidos com muita força. Já o trabalho de Mendelssohn é airoso. O alemão acostumado à seriedade alemã, ao fazer uma viagem à Itália no início da década de 30 do século XIX, voltou de lá fascinado. O vento marítimo. As planícies ensolaradas. Os camponeses trabalhando a terra. Aquele senso de festa por todos os lados, fizeram com que Mendelssohn concebesse esta quase bucólica sinfônia número 4. A regência fica a cargo de Sinopoli. Não deixe de ouvir esta baita interpretação. Boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828) -

Symphony No. 8 in B minor, D. 759, "Unfinished"
02. I. Allegro moderato
03. II. Andante con moto

Felix Mendelssohn (1809-1847) -

Sinfonia No. 4 em A menor, Op. 90 - "Italiana"
01. Allegro vivace
02. Andante con moto
03. Con moto moderato
04. Saltarello

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Philharmonia Orchestra
Giuseppe Sinopoli, regente


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George Friedrich Handel (1685-1759) - English Arias

Ouvi este CD no dia de ontem enquanto meditava sobre algumas páginas do livro O fim da terra e do céu do brasileiro Marcelo Gleiser. Percebi que houve um mutualismo nessa ação: as páginas se tornaram mais belas e, a música, por causa das páginas, também se tornou mais bela. Handel foi um dos maiores mestres musicais da história. Nessa compilação de árias, denominada como Árias Inglesas, realizadas pelo The King's Consort, notamos o nível de beleza do compositor teuto-inglês. Não é para menos que após ter da saído da Alemanha e se radicado na Inglaterra, Handel tenha se tornado uma celebridade neste país. Recordo-me que há alguns dias atrás, quando a rainha Elizabeth II completou 60 anos de reinado, a música que embalou um dos momentos do evento foi Os fogos de artifício. Não é para menos ainda, Handel está enterrado em um dos principais cartões postais da Inglaterra - A Abadia de Westminster. Sua música faz parte da ilha da rainha. Não deixe de ouvir essas belas árias. Boa apreciação!

George Friedrich Handel (1685-1759) - English Arias

01. Yet, can I hear that dulcet lay (The choice of Hercules)
02. How can I stay, when love invites (Esther)
03. O fairest of ten thousand fair (Saul)*
04. Great God! who, yet but darkly known (Belshazzar)
05. The raptur'd soul (Theodora)
06. Father of Heav'n (Judas Maccabaeus)
07. Overture to Esther
08. O Lord, whose mercies numberless (Saul)
09. What though I trace each herb (Solomon)
10. Martial Symphony and Destructive War (Belshazzar)
11. Welcome as the dawn of day (Solomon)*
12. Kind Heaven, if virtue be thy care (Theodora)
13. Almighty pow'r (Solomon)
14. Tune your harps (Haman and Mordecai)

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The King's Consort
Robert King, diretor
James Bowman, contratenor
With Susan Gritton, soprano


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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Claude Debussy (1862-1918) - Fantasia para piano Orquestra, Maurice Ravel (1875-1937) - Concerto para piano e orquestra em Sol e Concerto para mão esquerda para piano e orquestra; e Jules Massenet (1842-1912) - Deux Impromptus etc

Baita disco! Bavouzet é um estupendo pianista. Certamente, seja um dos melhores da atualidade. É um daqueles discos com frescura e sabor franceses. Destaco aqui o Concerto em Sol e um dos Concertos para piano que mais gosto - O concerto para mão esquerda, uma das obras mais extraordinárias e poderosas que foram escritas no século XX. Obra valorosa, poderosa. Repleta de melodias fantásticas, típicas do mestre Ravel. O ponto baixo do CD é a peça de Debussy. Não me agradou. Pareceu-me por demais vaga. Talvez eu precise ouvi-la com mais atenção. A qulidade do audio é muito boa. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Claude Debussy (1862-1918) -

Fantasia para piano Orquestra
01.  I. Andante ma non troppo
02.  II. Lent - tres expressif
03. III. Allegro molto

Maurice Ravel (1875-1937) - 

Concerto para piano e orquestra em Sol
04.  I. Allegramente
05.  II. Adagio assai
06.  III. Presto

Concerto para mão esquerda para piano e orquestra
07. Concerto para mão esquerda para piano e orquestra

Jules Massenet (1842-1912) - 

Deux Impromptus 
08. I. Eau Dormante
09. II. Eau Courante

Toccata
10. Toccata

Deux Pièces pour piano
11.  I. Papillons Noirs
12.  II. Papillons Blancs

Valse Folle
13. Valse Folle (1898)

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BBC Symphony Orchestra
Yan Pascal Tortelier, regente
Jean-Efflam Bavouzet, piano
Anna Colman, leader


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20th Century String Music - Bartok, Britten, Walton, Stravinky

Saindo para trabalhar, mas antes de sair deixarei um baita CD. Trata-se nada mais nada menos do que um daqueles espetaculares CDs da Naxos traçando um panorama com nomes relevantes que fizeram a música do século XX. Neste post temos os nomes de Bartok, Britten, Walton e Stravinsky. Como estou com certa pressa, fiquem com o CD e colham suas próprias impressões. Uma boa apreciação!

Bela Bartok (1881-1945) - 

Divertimento
01. Allegro Non Troppo  
02.Molto Adagio  
03. Allegro Assai
 
Benjamin Britten (1913-1976) - 

Simple Symphony
04. Boisterous Bourrée  
05. Playful Pizzicato  
06. Sentimental Saraband  
07. Frolicsome Finale  

William Walton (1902-1983) - 

2 Pieces From Henry V
08.  Passacaglia: Death Of Falstaff  
09. Touch Her Soft Lips And Part 

Igor Stravinsky (1882-1971) - 

Concerto In D
10. Vivace  
11. Arioso  
12. Rondo  

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Bournemouth Sinfonietta
Richard Studt, regente

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domingo, 29 de julho de 2012

Franz Schubert (1797-1828) - Sonata in A menor, D.821 (Arpeggione), Robert Schumann (1810-1856) - Märchenbilder, Op.113 e Adagio & Allegro, Op.70, Max Bruch (1838-1920) - Kol Nidrei, Op.47 e Georges Enesco (1881-1955) - Konzertstück

Essa série de CDs com obras para viola e piano, tendo como violista Yuri Bashmet, é simplesmente espetacular. São interpretações eivadas por um senso de vaguidão e uma beleza sincera, lancinante. Aqui neste post temos quatro peças com quatro compositores diversos - Schubert, Schumann, Bruch e Enesco. Estava ouvindo há pouco e me senti na obrigação de compartilhá-lo. Vale a pena a audição! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828) - 

Sonata in A menor, D.821 (Arpeggione)
01. I Allegro moderato
02. II Adagio
03. III Allegretto

Robert Schumann (1810-1856) - 

Märchenbilder, Op.113
04. I Nicht Schnell
05. II Lebhaft
06. III Rasch
07. IV Langsam, mit melancholischem Ausdruck

Adagio & Allegro, Op.70
08. Adagio & Allegro, Op.70

Max Bruch (1838-1920) - 

Kol Nidrei, Op.47
08.  Kol Nidrei, Op.47

Georges Enesco (1881-1955) - 

Konzertstück
09. Konzertstück

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Yuri Bashmet, viola
Mikhail Muntian, piano


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sábado, 28 de julho de 2012

Pyotr I. Tchaikovsky (1840-1893) - Piano Concerto No.1 in B flat minor, Op.23, Concert Fantasy For Piano & Orchestra, Op. 56, Concerto para piano No.2 in G, Op.44 e Concerto para piano No.3 in E flat, Op.75

Baita CD. Reúne os três concertos para piano e orquestra de Tchaikovsky. Reputo o Concerto no. 1 para piano de Tchai uma das coisas mais belas que já foram escritas. O primeiro movimento é o parto do eterno em plena temporalidade. É o infinito dentro do efêmero. Aqueles colóquios selvagens do piano - a exigir a técnica mais refinada do executante - com a orquestra a explodir numa melodia arrebatadora, coloca esse concerto entre o que de mais importante já foi escrito para a obra pianística. Curiosamente a estreia desse maravilhoso concerto se deu nos Estados Unidos, no ano de 1875. A versão com Richter ou Martha Argerich (um pouco mais rápida) é a que mais gosto. Essa gravação com Fedoseyev e Pletnev é boa, clara, mas fica aquém daquela. Os outros dois concertos para piano do russo vêm na sequência. São obras importantes, mas não são tão conhecidos quanto o número 1, que é um dos mais populares concertos de todos os tempos. Não deixe de ouvir. Uma boa apresentação!

Pyotr I. Tchaikovsky (1840-1893) - Piano Concerto No.1 in B flat minor, Op.23, Concert Fantasy For Piano & Orchestra, Op. 56, Concerto para piano No.2 in G, Op.44 e Concerto para piano No.3 in E flat, Op.75

DISCO 01

Piano Concerto No.1 in B flat minor, Op.23
01. I.llegro non troppo e molto maestoso-Allegro con sp
02. II.Andantino semplice
03. III.Allegro con fuoco

Concert Fantasy For Piano & Orchestra, Op. 56
04. I. Quasi Rondo
05. II. Contrastes

DISCO 02

Concerto para piano No.2 in G, Op.44
01. Allegro brillante
02. Andante non troppo
03. Allegro con fuoco

Concerto para piano No.3 in E flat, Op.75
04. Allegro brillante

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The Philharmonia
Vladimir Fedoseyev, regente
Mikhail Pletnev, piano


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sexta-feira, 27 de julho de 2012

George Gershwin (1898-1937) - Rhapsody in blue (Jazz Band Version)*, Catfish Row (Symphonic Suite), Concerto in F for piano and orchestra e Rialto ripples

Sou apaixonado pela Rhapsody in Blue de George Gershwin. E, com certeza, essa é uma das melhores versões que já ouvi para esta peça. A presença da Jazz Band realçou ainda mais os timbres jazzísticos que a música já possui. Disco simplesmente imperdível. Afirmo isso, porque sou suspeito para falar de Gershwin. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

George Gershwin (1898-1937) - Rhapsody in blue (Jazz Band Version)*, Catfish Row (Symphonic Suite), Concerto in F for piano and orchestra e Rialto ripples

Rhapsody in blue (Jazz Band Version)*
01. Rhapsody in blue (Jazz Band Version)

Catfish Row (Symphonic Suite)
02. Catfish Row
03.  Porgy sings
04.  Fugue
05.  Hurricane
06. Good mornin' Sistuh!

Concerto in F for piano and orchestra
07.  Allegro
08. Adagio - Andante con moto
09.  Allegro agitato

Rialto ripples
10. Rialto ripples

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Gewandhausorchester
Ricardo Chailly, regente
Stefano Bollani, piano*

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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Alban Berg (1885-1935) - Wozzeck - Opera in three acts after Georg Büchner (CD 8 de 8 - final)

Vamos ao último CD dessa monumental caixa com obras de Alban Berg. Berg é um dos grandes representantes da Segunda Escola de Viena - formada ainda por Webern e Schoenberg. O que é importante de ser ressaltado em Berg é que ele trouxe um lado mais humano ao dodecafonismo. Suas obras são dramáticas - e até expressionistas. Quando abordamos a relevância, percebemos que Wozzeck é uma das mais importantes obras do século XX. Aqui aparecem mais algumas cenas dessa monumental obra repleta de loucura e alienação da personagem principal. Assim sendo, finalizo por aqui as postagens. Eis que surge o CD número 8. Uma boa apreciação!

Alban Berg (1885-1935) - Wozzeck - Opera in three acts after Georg Büchner

1 - 2 - ACT I

3 - 7  -ACT II

8 - 13 - ACT III

Wiener Staatsopernchor 
Wiener Philharmoniker
Claudio Abbado, regente

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Béla Bartok (1881-1945) - Piano Concerto No. 1 in A major, Sz. 83, BB 91, Piano Concerto No. 2 in G major, Sz. 95, BB 101 e Piano Concerto No. 3 in E major, Sz. 119, BB 127 (completed by Tibor Serly)

Gravação de altíssimo nível dos três concertos para piano de Béla Bartok. As três obras não são fáceis para um iniciado em música erudita. Bartok não é um compositor fácil. Mas isso não é um motivo para que não o encaremos e percebamos o seu jogo musical. O concerto número é belíssimo e de grande sensibilidade. A mistura do piano com o instrumento de percussão constrói uma textura e uma penumbra de efeito que causa grande impacto. É uma música noturna, que parecee "quicar", cair a gotas contadas. O segundo movimento, por exemplo, do concerto no. 2 é uma das coisas mais belas que Bartok compôs. Aquele aspecto soturno, eclipsado é extraordinário. Bartok foi um grande mestre - um dos maiores que já existiram. E este CD é um grande motivo de louvor à sua obra. Achei a gravação um pouco baixo. Não sei se se trata de um problema com a minha gravação. Fica aqui a recomendação de um grande post. Uma boa apreciação!

Béla Bartok (1881-1945) - Piano Concerto No. 1 in A major, Sz. 83, BB 91,  Piano Concerto No. 2 in G major, Sz. 95, BB 101 e Piano Concerto No. 3 in E major, Sz. 119, BB 127 (completed by Tibor Serly)

Piano Concerto No. 1 in A major, Sz. 83, BB 91
01. I: Allegro Moderato - Allegro - Allegro Moderato
02. II: Andante
03. III: Allegro Molto

Piano Concerto No. 2 in G major, Sz. 95, BB 101
04. I: Allegro
05. II: Adagio - Presto - Adagio
06. III: Allegro Molto

Piano Concerto No. 3 in E major, Sz. 119, BB 127 (completed by Tibor Serly)
7. I: Allegretto
8. II: Adagio Religioso - Poco Piu Mosso - Tempo I
9. III: Allegro Vivace

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City of Birmingham Symphony Orchestra
Simon Rattle, regente
Peter Donohoe, piano



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Josef Haydn (1732-1809) - The Natural Horn

Josef Haydn foi um dos maiores compositores de todos os tempos - tanto no quesito quantidade de obras, quanto na relevância das obras. O compositor austríaco recebeu alguns epítetos dignos e imortalizadores - "pai da sinfonia", "pai do quarteto de cordas", etc. Foi professor de gigantes como Mozart e Beethoven e de tantos outros compositores menores. Alguns números alcançados pelo compositor são impresisonantes como, por exemplo, as 104 sinfonias e grande extensão de sonatas, cantatas, etc. Haydn compunha aos borbotões. Era uma produção que fluía como as águas de uma catadupa, ou seja, em torrente. Aqui está um cedezinho doce, melífluo, delicado, com obras para chifre, mais conhecido como trompa. São obras de marcação clássica, que têm por finalidade, despertar aqueles prazeres costumeiros. Uma boa apreciação!

Josef Haydn (1732-1809) - The Natural Horn

Cassatio in D major for 4 Horns & String Trio, Hob. deest.
01. I. Allegro moderato
02. II. Menuet-Trio
03.  III. Adagio
04.  IV. Menuet-Trio
05. V. Finale (Allegro)

Divertimento in E-flat major for 2 Horns & String Quartet, Hob. II21
06. I. Allegro molto 
07. II. Menuet-Trio
08. III. Adagio
09.  IV. Menuet (Poco allegro)-Trio
10. V. Finale (Presto)

Concerto for Horn in D major, Hob. VIId3
11. I. Allegro
12.  II. Adagio
13.  III. Allegro

Divertimento a tre in E-flat major, Hob. IV5
14.  I. Moderato assai (Thema con
15.  II. Finale (Allegro di molto)

Divertimento in D major for 2 Horns & String Quartet, Hob.II22
16. I. Presto
17. II. Menuet-Trio
18. III. Largo
19. IV. Menuet-Trio
20.  V. Finale (Allegro molto)

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L'Archibudelli

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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Anton Bruckner (1824-1896) - Symphony No. 4 in E-flat major - "Romântica"

Recebemos diariamente os mais ternos cumprimentos por esse trabalho, quiçá, mal feito por este que vos fala. Mas também recebemos palavras alquebradoras. Tento de certa forma ser razoável. Tenho o direito de gostar ou não gostar de determinado compositor. Busco ser respeitoso com todos os visitantes do blog. Nunca faltei com educação ou agi com prepotência. Não escondo que não sou músico. Sou apenas um ouvinte curioso. Em outras palavras: um diletante. Alguém que engatinha por essas sendas musicais infinitas. A música caminha com pés delicados. Penso que o que deve afastar muita gente da música clássica é a prepotência de determinados seres que julgam que esse tipo de produção pertence a alguns eleitos. Àqueles que conseguem enxergar "a roupa invisível do rei". E essa dicotomia estabelece uma sepração entre aqueles que podem ouvir e aqueles que não podem. Sempre foi assim na história da música. Estou lendo uma biografia sobre Anton Bruckner escrita por Lauro Machado Coelho e é curioso como o compositor austríaco foi mal recepcionado no século XIX. Alguns diziam que ele não sabia compor; que seus trabalhos eram obscuros; sem sentido; que não havia organicidade em suas obras. Certo crítico chamado Hanslick foi um ardoroso combatente de Bruckner. Mas esse dito "eleito" que sabia enxergar "o coração" da música apenas ficou no rodapé da história como um "criticozinho". Se ele hoje é lembrado é porque existe alguém grandioso como Bruckner. As críticas vindas daqueles que são "doutorado em filosofia e especialista em filosofia da música", ou seja, "um eleito", torna-nos suscetíveis a um grande desânimo. Já postei bastante no PQP Bach, mas foi por causa de críticas cruéis e desabilizadoras que me proporcionaram um ímpeto a reduzir drasticamente as postagens naquele sítio. Admiro cada um dos componentes do PQP Bach. Damo-nos muito bem. Temos uma boa comunicação. Não somos especialistas. O que nos aproxima é a música. Mas, sinto-me meio "inseguro" a postar por aqueles lados. Acredito que os que visitam essa página o fazem motivados pela música e não por aquilo que escrevo. Reitero: a função dessa página não é me exibir de nenhuma forma; ou emitir juízos especializados. Trata-se apenas de impressões que vamos colhendo à medida que escutamos aqui e ali. E como escutamos! Ouço música a maior parte do meu dia. Quando estou em casa sou capaz de ouvir música por oito horas a fio sem titubear, simplesmente, porque música não é somente técnica. Música para mim é religião. Quando vou a um restaurante não estou interessado em saber como o chefe preparou o prato - embora tendo conhecimento de como foi preparado me der uma ideia do sabor. Mas, simplesmente, interesso-me pelo sabor da comida. Naquele sabor existe um sentimento que me liga, incodicionalmente, a memórias, a sensações, prazeres que não se encontram nos utensílios de preparação. Deixo os utensílios para os especialistas. Fico apenas com o alimento, embora leia uma vez ou outra sobre a arte de preparar pratos. Ora, por que escrevo isso? Simplesmente porque estou bastante triste. Recebi uma mensagem bastante altiva (e que não divulgo por escrúpulos) de um alguém "entendido" - o "doutorado em filosofia e especialista em filosofia da música". Criticou o nome do blog, meu ponto de vista sobre Rachmaninov, minha cultura musical e me alistou no exército dos ignorantes. Não é fácil ouvir essas coisas. Todos nós temos brios. Mas buscamos estar preparados para isso. Por isso, postarei esse CD como uma tentativa de solicitar aos deuses da música que apaziguem o meu coração com a espiritualidade da música de Bruckner. Com esse hino triunfal de um dos maiores compositores de todos os tempos e que desejava expressar seu sentimento de devoação ao seu Deus. E, eu, incrédulo que sou, busco apenas converter algumas pessoas à boa música. Tornar a existência de alguns visitantes benquistos.

P.S. Não posso silenciar a ninguém, mas não deprecie um trabalho que é feito com tanto esforço e a custa de tanto tempo. Não ganho nada em com este espaço. Meu maior lucro é a gratidão dos visitantes. A se continuar com esse tipo de discurso, não vejo outra saída a não ser prometer o ocaso desse espaço. Ademais, esse não é um espaço para eruditos, mas para amantes do "ser da música". Abraços (melancólicos) musicais!

Anton Bruckner (1824-1896) - Symphony No. 4 in E-flat major - "Romântica"

01 - I - Bewegt, nicht zu schnell
02 - II - Andante quasi Allegretto
03 - III - Scherzo. Bewegt - Trio. Nicht zu schnell. Keinesfalls schleppend
04 - IV - Finale. Bewegt, doch nicht zu schnell

Ed. Robert Haas

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Berliner Philharmoniker
Hebert van Karajan, regente


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sábado, 21 de julho de 2012

Ludwig van Bethoven (1770-1827) - Symphony No. 6, Op. 68 'Pastorale' in F Major, 'The Consecration of the House' - Overture Op. 124 e 'Leonore No. 3' - Overture Op. 72a (CD 4 de 6)

Postei de forma avulsa este CD em 10 de maio de 2012, mas como gostei dessa caixa, resolvi trazer à baila os demais CDs. Agora, este que havia sido o primeiro CD se integra aos demais.  Vale mencionar que o link foi invalidado pelo Mediafire. Resolvi "reuploudear" o arquivo. Iria postar Shostakovich e Mussorgsky, mas estou sem tempo agora. Estou em Gramado e vou sair daqui a pouco com a minha esposa para um restaurante. Boa apreciação beethoveana!

Estava com uma vontade imensa de ouvir a Sinfonia Pastoral de Beethoven. Passei o dia trauteando o primeiro movimento. A Sexta Sinfonia está arraigada em minha história de melômano. Sua musicalidade alegre, repleta de canto de pássaros, de humores climáticos, instila um sentimento de admiração à natureza e me faz lembrar de dias que já foram. Ela e, por extenso, um idílio ao natural e uma pastora capaz de arrebanhar os sentimentos e saudades mais desgarrados. Esta versão com Bernstein é extraordinária. Uma das melhores gravações que já ouvi. É leve. Delicada. Aparecem ainda duas outras importantes obras de Beethoven. Vale a pena ouvir. Não deixe de fazê-lo. Uma boa apreciação!

Ludwig van Bethoven (1770-1827) - Symphony No. 6, Op. 68 'Pastorale' in F Major, 'The Consecration of the House' - Overture Op. 124 e 'Leonore No. 3'  - Overture Op. 72a

Symphony No. 6, Op. 68 'Pastorale' in F Major
01. I. Allegro ma non troppo
02. II. Andante molto moto
03. III. Allegro
04. IV. Allegro
05. V. Allegretto

'The Consecration of the House' - Overture Op. 124
06. 'The Consecration of the House' - Overture Op. 124

'Leonore No. 3'  - Overture Op. 72a
07. 'Leonore No. 3'  - Overture Op. 72a

Disco não localizado na Amazon

New York Philharmoniker
Leonard Bernstein, regente


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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Benjamin Britten (1913-1976) - Four Sea Interludes , Op. 33A, Sergei Rachmaninov (1873-1943) - Symphony No. 3 in A minor, Op. 44 e Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Cello Concerto No. 1 in E Flat Major, Op. 197

Poderia chamar esse post de 3 menos 1: simplesmente, pois aqui há três compositores importantes, mas somente dois, particularmente, Britten e Shostakovich sejam diletos para mim. Rachmaninov sempre me gera grande desconfiança. Britten surge aqui com o seu genial Quatro Interlúdios marinhos da ópera Peter Grimes. Essa poderia ser a obra que vai consolar a tristeza em meu velório. Acho-a simplesmente imbatível. O terceiro movimento é uma das coisas mais belas compostas no século XX. Aquela cadência leve, que impele a uma reflexão profunda é bastante inspiradora. Deve haver para mais de 10 gravações aqui no blog dessa obra. A outra obra é Terceira Sinfonia de Rachmaninov que nos faz navegar em nuvens de algodão de forma despropositada. Penso que Rach seja um compositor inoportuno, deslocado, que compôs determinadas obras que ninguém mais queria ouvir em determinado momento da história da música. Mas deixemos o sujeito de mãos grandes e ímpetos dubitáveis para lá. A Terceira Sinfonia parece uma noite gelada, de um céu sem estrelas. Possui momentos interessantes - até escutáveis (o segundo movimento é aceitável), mas apenas isso. E a outra obra é Concerto para cello de um dos meus compositores preferidos - Shostakovich. O concerto para cello inicia com aquela ironia tão costumeira nas obras do russo. Todavia, aos poucos vai ganhando uma textura densa, tensa, trágica. E diz, num crescendo espetacular, toda a comunicabilidade típica das obras artísticas de Shosta - que viveu num período singular da história do século XX, na União Soviética do camarada Stálin. A regência fica a cargo do finlandês Osmo Vanska. Não deixe de ouvir esse delicioso e extraordinário broadcasting. Bom deleite!

Benjamin Britten (1913-1976) -

Four Sea Interludes , Op. 33A
01. 4 Sea Interludes, Op. 33A - 1-Dawn
02. 4 Sea Interludes, Op. 33A - 2-Sunday Morning
03. 4 Sea Interludes, Op. 33A - 3-Moonlight
04. 4 Sea Interludes, Op. 33A - 4-Storm

Sergei Rachmaninov (1873-1943) -  

Symphony No. 3 in A minor, Op. 44
05. Lento - Allegro moderato
06. Adagio ma non troppo
07. Allegro

Dmitri Shostakovich (1906-1975) -
Cello Concerto No. 1 in E Flat Major, Op. 197
08. 1. Allegretto
09. 2. Moderato
10. 3. Cadenza
11. 4. Allegro con moto

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Cleveland Orchestra
Osmo Vänskä,regente
Clemens Hagen, cello

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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Concerto for Flute & Harp in C major K.299 e Sinfonia Concertante in E flat major K.297

Ouvi este CD, mas me pareceu meio doce em demasia. Mais um pouco e eu me tornava em uma "rapadura". Gosto de Mozart. Sua música é sempre um motivo para alegria. Ouvir Mozart  é ser convidado para um banquete em torno do belo. Mas ultimamente ando com predileção pelos ventos mais fortes - um Shostakovich, um Mahler ou um Bruckner. Ademais, esta é a milésima postagem do blog. Um marco verdadeiramente importante. Em pouco mais de três anos conseguimos chegar a um número significativo de postagens. Já estive na iminência de "deletar" o blog. Já fui assaltado pelos mais distintos imprevistos. Mas existe uma força importante que nos estimula a continuar - ou seja, aqueles que de uma forma ou outra oferecem carinho. Por isso é significativo que postemos Mozart nessa milésima registro. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Concerto for Flute & Harp in C major K.299 e Sinfonia Concertante in E flat major K.297

Concerto for Flute & Harp in C major K.299
01. I. Allegro
02. II. Andantino
03. III. Rondeau Allegro

Sinfonia Concertante in E flat major K.297
04.  I. Allegro
05. II. Adagio
06. III. Andantino con variazione

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Philharmonia Orchestra
Giuseppe Sinopoli, regente


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terça-feira, 17 de julho de 2012

Robert Schumann (1810-1856) - Piano Quartet in E flat major, Op. 47, Johannes Brahms (1833-1897) - Piano Quartet No. 1 in G minor, Op. 25 e Piano Quartet No. 3 in C minor ('Werther'), Op. 60

Cedezinho delicioso. Amo a obra camerística de Schumann. Possuída por aquele devaneio romântico peculiar, ela nos dá a oportunidade de bons momentos de refrigério. E o que dizer da obra camerística de Brahms? Sem palavras. O que dizer do opus 25? Shcumann e Brahms são dois romanticões. Eram dois amigos. Conhecidos. Schumann se foi mais cedo - década de 50. E Brahms estendeu a sua existência até perto do século XX. Do ponto de vista da relevância, prefiro Brahms. Mas Schumann era um melodista imbatível. Fica aqui a certeza de um baita CD. Vale a pena conferir. Estou de saída! Vou assistir a um filme aqui em Gramado-RS. Boa apreciação!

Robert Schumann (1810-1856) -

Piano Quartet in E flat major, Op. 47
01. Sostenuto assai - allegro ma non troppo
02. Scherzo. Molto vivace
03. Andante cantabile
04. Finale. Vivace

Johannes Brahms (1833-1897)  

 Piano Quartet No. 1 in G minor, Op. 25
05. Allegro
06. Intermezzo. Allegro ma non troppo
07. Andante con moto
08. Rondo alla Zingarese. Presto

Piano Quartet No. 3 in C minor ('Werther'), Op. 60

09. Piano Quartet No. 3 in C minor ('Werther'), Op. 60

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Mozart Piano Quartett

BAIXAR AQUI


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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Ludwig van Beethoven (1770-1828) - Symphony No. 4 in B flat major Op. 60 e Symphony no.5 in C minor, Op.67 (CD 3 de 6)

É curioso, mas se existe uma peça que vive comigo é a poderosa e popular Quinta Sinfonia de Ludwg van Beethoven, meu poeta das composições perfeitas. Parece piegas, todavia é o que sinto por Beethoven. A Quinta é um evento para a eternidade. Beethoven construiu um dos motes mais "pegajosos" e geniais da história. Aquele "tan-tan-tan" possui uma força descomunal sobre o nosso cerébro. Uma musicalidade afirmativa e um tema fácil. Beethoven parece sugerir com essa música a surpresa, o mistério, o inolvidável, o não sugestionável. E ela possui fibra, uma paixão lancinante; e muita alegria e até certa jocosidade. Beethoven é tudo isso - energia, força, mistério e alegria. Continuemos nossa viagem pelas sinfonias do alemão sendo regidas por Leonard Bernstein. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1828) - Symphony No. 4 in B flat major Op. 60 e Symphony no.5 in C minor, Op.67


Symphony No. 4 in B flat major Op. 60
01. Adagio - Al
02. 2. Adagio
03. 3. Allegro vivace
04. 4. Allegro ma

Symphony no.5 in C minor, Op.6705. I. Allegro con brio
06. II. Andante con moto
07. III. Allegro
08. IV. Allegro
 
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New York Philharmonic
Leonard Bernstein, regente


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