sábado, 3 de abril de 2010

Sergei Prokofiev (1891-1953) - Violin Concerto No. 1 in D, Op. 19, Violin Concerto No. 2 in G minor, Op. 63 e Violin Sonata No. 2 in D, Op. 94

Este extraordinário CD estava separado para ser postado desde o mês de janeiro. O tempo foi passando e eu acabei adiando ao máximo a postagem. Agora surgiu o imperativo, como obra do tempo, para que eu poste os concertos nos. 1 e 2 e a sonata no. 2 com David Oistrakh, um dos maiores violinistas do século XX. Confesso que ainda não sou um conhecedor pródigo da obra de Prokofiev. Mas estes dois concertos do russo são obras em que se deve baixar a guarda e proferir: "O cara era bom!". Por isso não deixe de apreciar este extraordinário CD. Boa fruição sem moderação!

Sergei Prokofiev (1891-1953) - Violin Concerto No. 1 in D, Op. 19, Violin Concerto No. 2 in G minor, Op. 63 e Violin Sonata No. 2 in D, Op. 94

Violin Concerto No. 1 in D, Op. 19
01. Andantino
02. Scherzo (Vivacissimo)
03. Moderato

London Symphony Orchestra
Lovro von Matacic, regente
David Oistrakh, violino

Violin Concerto No. 2 in G minor, Op. 63
04. Allegro moderato
05. Andante assai
06. Allegro, ben marcato

Philharmonia Orchestra
Alceo Galliera, regente
David Oistrakh, violino

Violin Sonata No. 2 in D, Op. 94
07. Moderato
08. Scherzo
09. Andante
10. Allegro con brio

Vladimir Yampolsky, piano
David Oistrakh, violino

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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) - Sinfonia No. 3 in D major, Op. 29 - "Polonesa" e Sinfonia Manfredo in B minor, Op. 58

Já havia enviado, subido, este arquivo há alguns no megaupload. Após tê-lo ouvido, senti que deveria compartilhar esta maravilha. Duas gravações ao vivo com Maazel. É uma interpretação primorosa da Sinfonia Manfredo feita pelo regente à frente da New York Philharmoniker. Aparece ainda a Sinfonia no. 3 - "Polonesa". Uma boa apreciação!

Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) - Sinfonia No. 3 em Ré maior, Op. 29 - "Polonesa" e Sinfonia Manfredo iem Si menor, Op. 58

Sinfonia No. 3 em Ré maior, Op. 29 - "Polonesa"
01. Introduzione e Allegro — Moderato assai (Tempo di marcia funebre) – Allegro brillante
02. Alla tedesca — Allegro moderato e semplice
03. Andante — Andante elegiaco
94. Scherzo — Allegro vivo
05. Finale — Allegro con fuoco (Tempo di polacca)

Sinfonia Manfredo em Si menor, Op. 58
06. Lento lugubre - Moderato con moto
07. Vivance con spirito
08. Andante con moto
09. Allegro con fuoco

New York Philharmoniker
Loren Maazel, regente

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quarta-feira, 31 de março de 2010

Franz Schubert (1797-1829) - Sinfonia No. 8 em B menor, D. 759 - "Inacabada" e Sinfonia No. 9 em C, D. 944 - "A Grande"

Franz Schubert é um dos compositores que mais admiro. Confesso que ainda preciso penetrar em sua música mais profundamente, assim como faço com Beethoven, Mozart ou Brahms - afirmo isso com humildade. Gosto muito do seu Romantismo. Sua existência curta, porém bastante prolífica, demonstra o homem que foi. Devemos chamá-lo de gênio por toda competência que possuía e pela obra que concebeu. Aqui temos duas sinfonias que não me canso de ouvir. Foi com a Sinfonia no. 8 que o mundo da música erudita surgiu para mim. É uma obra que não canso de ouvir. Apesar de chamar-se Inacabada, acredito que ela esteja "exata", "precisa"., "plena". Outro movimento a estragaria. Ela é a típica peça Romântica: possui todos os requintes trágicos, idealistas, povoada por sonhos soturnos. A outra obra de Schubert nesse registro é a Sinfonia no. 9. Hoje à tarde e eu a ouvir com Nevill Marriner e a Academic St. Martin in the Fields, uma ótima interpretação competente do maestro inglês. Trago uma versão histórica com Charles Munch e sua Boston Symphony. Não deixe de apreciar!

Franz Schubert (1797-1829) - Sinfonia No. 8 em B menor, D. 759 - "Inacabada" e Sinfonia No. 9 em C, D. 944 - "A Grande"

Sinfonia No. 8 em B menor, D. 759 - "Inacabada"
01. Allegro moderato
02. Andante con moto

Sinfonia No. 9 em C, D. 944 - "A Grande"
03. Andante; Allegro ma non troppo
04. Andante con moto
05. Scherzo: Allegro vivace
06. Finale: Allegro vivace

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Boston Symphony
Charles Munch, regente

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terça-feira, 30 de março de 2010

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Árias

Mozart compôs ao todo 22 óperas. Todas são trabalhos fenomenais. Não sou ligado à ópera, mas algumas das óperas de Mozart eu costumo escutar. Essas óperas possuem árias que se imortalizaram na história da música. Como, por exemplo, 'Voi che sapete che è amor", da ópera "As bodas de Fígaro", que aparece no registro que ora posto. Este CD consagra as árias das óperas mozartianas na voz da bela Magdalena Kozena. É um trabalho belíssimo. Kozena é casada com Simon Rattle, atual diretor da Filarmônica de Berlim. São atualmente dois importantes nomes do cenário da música erudita. Por mais que muitos não simpatizem com Rattle, o moço tem a sua competência. Boa apreciação dessas belíssimas árias.

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Árias

01. Le nozze di Figaro, K.492 / Act 4 - Giunse alfin il momento...Deh, vieni, non tardar...
02. Le nozze di Figaro, K.492 - with embellishments by Domenico Corri / Act 2 - Voi che sapete
03. Ch'io mi scordi di te... Non temer, amato bene, K.505
04. Così fan tutte ossia La scuola degli amanti, K.588 / Act 1 - "In uomini, in soldati"
05. Così fan tutte ossia La scuola degli amanti, K.588 / Act 2 - "Ei parte...Per pietà"
06. Così fan tutte ossia La scuola degli amanti, K.588 / Act 2 - "E amore un ladroncello"
07. La clemenza di Tito, K.621 / Act 2 - "Non più di fiori"
08. Idomeneo, re di Creta, K.366 / Act 1 - "Quando avran fine omai" - "Padre, germani, addio!"
09. Vado, ma dove? oh Dei!, K.583
10. Le nozze di Figaro, K.492 / Act 1 - "Non so più cosa son, cosa faccio"
11. Alma grande e nobil core, K.578
12. Le nozze di Figaro, K.492 / Act 3 - "Giunse alfin..." _ "Al desio di chi t'adora" (K.577)

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Orchestra of the Age of Enlightenment
Sir Simon Rattle, regente
Jos van Immerseel, pianoforte
Magdalena Kozena, mezzo-soprano

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segunda-feira, 29 de março de 2010

Johannes Brahms (1833-1897) - Sinfonia No. 2 in D major, op. 73 e Sinfonia Nº 3 in F Major, op. 90 - (CD 2 de 3)

Sigamos com mais duas obras dessa integral com as sinfonias de Brahms. Agora surgem as majestosas números 2 e 3. São densas. A número 2 em particular assume uma postura mais doce, menos trágica que a Primeira. Foi composta em 1877. Brahms segue os passos da composição clássica. Sua estrutura é grandiosa e eloquente. Já Sinfonia número 3 foi composta em 1883. À época da composição da Terceira, Brahms já era internacionalmente reconhecido como um dos maiores compositores da sua época. A Terceira confirmava o seu gênio. Hans Richter, o primeiro executor da Sinfonia, a denominou a "Eróica de Brahms", fazendo uma referência à Terceira de Beethoven, também conhecida como "Eróica", embora tal verossimilhança não seja tão exata. O primeiro movimento é esmagador, atordoante. Encurtemos a fala, fiquemos com estas duas fenomenais sinfonias. Acredito que dois dos mais importantes trabalhos compostos na história da música. Boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - Sinfonia No. 2 in D major, op. 73 e Sinfonia Nº 3 in F Major, op. 90

Sinfonia No. 2 in D major, op. 73
01. I. Allegro non troppo
02. II. Adagio non troppo
03. III. Allegretto grazioso (quasi andantino) - Presto ma non assai - Tempo I
04. IV. Allegro con spirito

Sinfonia Nº 3 in F Major, op. 90
05. I. Allegro con brio
06. II. Andante
07. III. Poco Allegretto
08. IV. Allegro

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Berliner Philharmoniker
Simon Rattle, regente

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Ralph Vaughan Williams (1872-1958) - Sinfonia No. 3, "Pastoral" e Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonia No. 6 em Fá maior, Op. 68 - "Pastoral

Duas sinfonias pastorais. Não preciso dizer que estão entre as minhas peças favoritas. Tenho uma paixão incondicional por essas duas peças. São demonstrações de grande sensibilidade e de uma relação de respeito contemplativo para com a natureza. A Sinfonia No. 3 de Williams ou Sinfonia Pastoral como também é conhecida foi composta entre 1921 e 1922. Vaugham Williams teria arranjado motivos para compô-la em homenagem aos mortos e feridos durante a I Guerra Mundial. Ela se constituiria, assim, numa meditação possível sobre os sons da paz. A Sinfonia Pastoral apesar do nome sugestivo não é programática como a Sinfonia Pastoral de Beethoven. Interessante é saber que Vaughan Williams afirmava que essa composição não tinha nada a ver com a paisagem campestre das charnecas inglesas. O compositor a inseria num contexto bélico, afinal ele servira na Primeira Grande Guerra. A peça tem um caráter bucólico. É como se o tempo estivesse parado. Como se as estações se sucedessem. Como se um carro de boi, típico na paisagem do campo, seguisse na distância e nós ficassêmos a olhar na imensidão, parados. A outra peça dispensa comentários. É a conhecida e aclamada Sinfonia Pastoral de Beethoven, peça para a qual não faço qualquer concessão. É uma das minhas favoritas. Não deixe de ouvir este CD, pastoralmente, imperdível. Boa apreciação!

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) - Sinfonia No. 3, "Pastoral"*

01. I. Molto moderato
02. II. Lento moderato
03. III. Moderato pesante
04. IV. Lento - Moderato maestoso

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonia No. 6 em Fá maior, Op. 68 - "Pastoral"

05. I. Allegro ma no troppo
06. II. Andante molto nosso
07. III. Allegro
08. IV Allegro
05. Allegretto

Royal Concertgebouw Orchestra
Sir Roger Norrington, regente
*Sibylla Rubens, soprano

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domingo, 28 de março de 2010

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Six Trio Sonatas

Mais um CD do "grande pai". É sempre bom ouvi-lo. Bach é uma maravilha, um prodígio que enobrece a humanidade. É uma experiência de grande satisfação e enriquecimento ouvir a sua música bem composta, bem arquitetada, mas de grande beleza e sublimidade. Nesse CD, verificamos a sua versatilidade. Para um final de domingo, enquanto estou solitário em casa, é uma excelente companhia. Aquece o nosso espiríto. Refreia nossas ansiedades; pacifica nossas emoções. Boa apreciação dessas peças tão agradáveis!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Six Trio Sonatas

Sonata in D minor, BWV 527
01. I. Andante
02. II. Adagio e dolce
03. III. Vivace

Sonata in G major, BWV 530
o4. I. Vivace
05. II. Lento
06. III. Allegro

Sonata in E minor, BWV 528
07. I. Adagio-Vivace
08. II. Andante
09. III. Poco Allegro

Sonata in C minor, BWV526
10. I. Vivace
11. II. Largo
12. III. Allegro

Sonata in C major, BWV529
13. I. Allegro
14. II. Largo
15. III. Allegro

Sonata in E flat major, BWV525
16. I. Allegro
17. II. Adagio
18. III. Allegro

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The King's Consort
Robert King, diretor

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Johannes Brahms (1833-1897) - Sonatas para piano e violino

Um CD de grande beleza e sensibilidade. Brahms viveu grande parte da sua vida de forma solitária. Ou seja, ele e a sua música. Possuía poucos amigos. Vivia como um monge. Essa realidade era motivo de grande inspiração. Era como se ele fizesse disso um alimento para produzir mais e melhor. Enquanto digito essas parcas palavras, ouço ao fundo o som deliciso desse CD. Maria João Pires não decepciona. Tem se mostrado como uma extraordinária pianista. Ela e Dumay - que já apareceram aqui interpretando Beethoven e Mozart - agora vão de Brahms. É um ótimo CD. Ouça sem moderação!

Johannes Brahms (1833-1897) - Sonatas para piano e violino

Sonata para piano e violino em G maior, Op. 78
01. I - Vivace ma non troppo
02. II. Adagio
03. III. Allegro molto moderato

Sonata para piano e violino em A maior, Op. 100
04. I - Allegro amabile
05. II - Andante tranquilo - Vivace - Andante
06. III - Allegretto grazioso (quasi Andante)

Sonata para piano e violino em D menor, Op. 108
07. Allegro
08. Adagio
09. Un poco presto e con sentimento
10. Presto agitato

Maria João Pires, piano
Agustin Dumay, violino

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sexta-feira, 26 de março de 2010

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Concerto For Piano, Trumpet And Strings In C Minor, Op. 35, Concertino For 2 Pianos In A Minor, Op.94 e etc

Um CD para ninguém botar defeito. O conjunto como um todo é extraordinário. Shostakovich, um dos meus compositores favoritos, surge aqui com o seu Concerto para piano, trompete e cordas, concerto pela qual nutro grande admiração. Ainda aparece para consagrar este CD fabuloso, o Quinteto para piano em Sol menor. Martha Argerich com todo o rigor técnico e habilidade indissociáveis aparece aqui executando estas obras de grande beleza. Uma boa fruição deste ótimo registro nesta noite de sexta-feira!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Concerto For Piano, Trumpet And Strings In C Minor, Op. 35, Concertino For 2 Pianos In A Minor, Op.94 e Quintet For Piano And Strings In G Minor, Op. 57 

Concerto For Piano, Trumpet And Strings In C Minor, Op. 35 
01. I. Allegro Moderato 
02. II. Lento 
03. III. Moderato 
04. IV. Allegro con brio Sergei Nakariakov, trumpet 

Concertino For 2 Pianos In A Minor, Op.94 
05. Adagio - Allegretto - Adagio - Allegro - Adagio - Allegretto Lylia Zilberstein, piano 

Quintet For Piano And Strings In G Minor, Op. 57 
06. I. Prelude: Lento 
07. II. Fugue: Adagio 
08. III. Scherzo: Allegretto 
09. IV. Intermezzo: Lento 
10. V. Finale: Allegretto 

Renaud Capuçon, violino 
Alissa Margulis, violino 
Lyda Chen, viola 
Mischa Maisky, cello 

Orchestra Della Svizzera Italiana 
Alexander Vedernikov, regente 
Martha Argerich, piano 

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quinta-feira, 25 de março de 2010

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Grande Missa em Dó Menor, K. 427 e Exsultate, Jubilate, K. 165

Há uma boa gravação aqui no blog da Grande Missa em C menor de Mozart com Raymond Leppard. É uma extraordinária obra. O Kyrie é de uma beleza única. Todavia, a obra que me chamou a atenção neste CD é a Exsultate, Jubilate, uma obra relativamente curta, mas de grande beleza. A regência é do inominável Nikolaus Harnoncourt, regente que repulto como um dos maiores da atualidade. Boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Grande Missa em Dó Menor, K. 427 e Exsultate, Jubilate, K. 165

Grande Missa em Dó Menor, K. 427
1. Kyrie [08:29]
2. Gloria in Excelsis [02:52]
3. Laudamus Te [04:53]
4. Gratis Agimus Tibi [01:30]
5. Domine Deus [02:52]
6. Que Tollis Peccata Mundi [06:27]
7. Quoniam Tu Solus Sanctus [04:17]
8. Jesu Crhistie [00:46]
9. Cum Sancto Spiritu [04:12]
10. Credo in Unum Deum [03:58]
11. Et Incarnatus Est [08:28]
12. Sanctus [02:03]
13. Osanna [02:16]
14. Benedictus [06:30]

Konzertvereinigung Wiener Staatsopernchor
Walter Hagen-Groll, Chorusmaster
Krisztina Láki, Zsuzsanna Dénes, soprano
Kurt Equiluz, tenor
Robert Holl, bass
Nikolaus Harnoncourt, regente

Exsultate, Jubilate, K. 165
15. Exsultate, Jubilate [4:51]
16. Fulget amica dies
17. Tu virginum corona [6:31]
18. Alleluja [2:42]

Concetus musicus Wien
Barbara Bonney, soprano
Nikolaus Harnoncourt, regente

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terça-feira, 23 de março de 2010

Alexander Konstantinovich Glazunov (1865-1936) - Symphony No. 7 in F Major, Op. 77 "Pastoral" e Symphony No. 8 in E-Flat Major, Op. 83

Finalizemos de uma vez por todas esta integral das sinfonias de Glazunov. O compositor russo escreveu nove sinfonias ao todo, mas postaremos somente 8. E por quê? A sua Nona Sinfonia ficou inacabada. Ele a teria escrito em 1910, mas não concluiu o trabalho. Ou seja, aqui estão dispostas apenas as sinfonias completas, terminadas por Glazunov. Iniciei essa integral por mera curiosidade. Pude verificar que o número de donwloads foi relativamente alto para as dimensões do blog. Talvez aqueles que baixaram estivessem querendo conhecer este compositor pela qual não se tem muita intimidade aqui no Brasil. Eu particularmente gosto muito dele. Fato relevante é saber que ele foi um dos professores de um dos meus compositores favoritos - Shostakovich. Claro, o aluno sobrepujou o mestre, mas o mestre merece ser ouvido - nem que seja por curiosidade. Mais uma vez: gosto de Glazunov. Ele é uma espécie de Brahms da Rússia. Sua música possui profundas emoções contidas e controladas, sofisticadas e sutis. Portanto, boa apreciação a essas duas sinfonias finais.

Alexander Konstantinovich Glazunov (1865-1936) - Symphony No. 7 in F Major, Op. 77 "Pastoral" e Symphony No. 8 in E-Flat Major, Op. 83

Symphony No. 7 in F Major, Op. 77 "Pastoral"
01. I.
Allegro moderato
02. II. Andante
03. III. Scherzo
04. IV. Finale, Allegro maestoso

Symphony No. 8 in E-Flat Major, Op. 8305. I. Allegro moderato
06. II. Mesto
07. III. Allegro
08. IV. Finale, Moderato sostenuto

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Moscow Radio Symphony Orchestra
Vladimir Fedoseyev, regente

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segunda-feira, 22 de março de 2010

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Flute Concertos

Ontem foi aniversário do nascimento de Johann Sebastian Bach, o pai da música ocidental. Exagero!? Claro que não! Bach é um dos maiores artistas de todos os tempos. A música do ocidente não seria a mesma depois dele. É preciso reverenciá-lo, tirar o chapéu para o seu gênio. Por isso, esta humilde homenagem surge para o "grande pai". O SER DA MÚSICA, na pessoa de seu fundador, traz à baila este extraordinário CD com obras para flauta. Tenho este CD há muito tempo, mas não estava conseguindo achá-lo em meio ao meu material. Somente ontem conseguir. Gosto muito dele. Por isso, ele será um símbolo de minha admiração por Johann Sebastian Bach. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Flute Concertos

Flute Concerto in B minor - reconstrucion by Francesco Zimei after BWV 209/1, BWV 173a/2, BWV 207/3
01. I. Allegro
02. II. Andante
03. III. Allegro

Triple Concerto in D major, BWV 1050a - early version of the Fifth "Brandenburg" Concerto
04. I. Allegro
05. II. Adagio
06. III. Allegro

Ouverture in B minor, BWV 1067
07. I. Ouverture
08. II. Rondeau
09. III. Sarabande
10. IV. Bourrée III
11. V. Polonaise - Double
12. VI. Menuet
13. VII. Badinerie

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Ensemble Aurora
Enrico Gatti, regente, violino
Marcello Gatti, traverso
Rossella Croce, violino
Joana Huszcza, viola
Judith-Maria Olofsson, cello
Ricardo Coelati, violone
Michele Barchi, cravo

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Frédéric Chopin (1810-1849) - Polonaises

A pianista russa Elisabeth Leonskaja é uma excelente intérprete de Chopin. Ela interpreta as memoráveis Polonaises do compositor. Polonaise é o termo que os franceses usam para denominar “polaco” (se não estou equivocado!) A Polonaise é uma dança lenta de origem polonesa. Mas Chopin soube imprimir feições pianísticas a essa dança da sua terra. Ouçamos mais este bom registro em homenagem aos 200 anos do nascimento de Chopin. Boa apreciação!

Frédéric Chopin (1810-1849) - Polonaises


Deux Polonaises Op. 26
01. No. 1 in C sharp minor - Allegro appassionato
02. No. 2 in E flat minor - Maestoso

Deux Polonaises Op. 40
03. No. 1 in A major - Allegro con brio
04. No. 2 in C minor - Allegro maestoso

Polonaise, Op. 44 in F sharp minor
05. Tempo di polacca doppio movimento, Tempo de mazurka - Tempo I

Polonaise, Op. 33 in A flat major
06. Maestoso

Polonaise-fantaisie, Op. 61 in A flat major
07. Allegro maestoso


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Elisabeth Leonskaja, piano


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sábado, 20 de março de 2010

Johannes Brahms (1833-1897) - Sinfonia No. 1 in C minor, Op. 68

Brahms é um dos meus compositores favoritos, sem qualquer titubeio. Tenho 6 compositores que não abro mão deles - Beethoven, Mozart, Bach, Mahler, Shostakovich e o meu querido Brahms. Brahms é um mundo de horizontes e cores. Suas obras são cordas grossas que se amarram no torno do ser da alma da gente. E como gosto de de suas Sinfonias. As quatro são verdadeiras enciclopédias de arte e beleza. As quatro possuem suas particularidades. Mas a que mais gosto é de número 1. Enquanto digito estas palavras, estou a ouvi-la (terceiro movimento). Já estou ouvindo pela terceira vez no dia de hoje. Esta versão com Rattle é muito boa. Ainda não conhecia. Devo ter para mais de 20 versões dessa sinfonia no. 1 e não me canso de ouvi-la e admirá-la. Resolvir iniciar hoje essa integral com as Sinfonias de Brahms, conduzidas por Simon Rattle, por causa do outono que sempre me inspira. É a melhor das estações. A mais poética das estações. E como acho que poesia e Brahms têm uma relação aproximada, acredito que essa integral das sinfonias de Brahms vem em boa hora. Havia separado duas outras integrais. Uma com Celibidache e outra com o Abbado, mas essa com o Rattle é especial, por isso vai ela mesma. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) -  

Sinfonia No. 1 in C minor, Op. 68

01. Un poco sostenuto-allegro-meno allegro
02. Andante sostenuto
03. Un poco allegretto e grazioso
04. Finale

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Berliner Philharmoniker
Simon Rattle, regente

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Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 5 em Dó Sustenido Menor

Este trabalho de Mahler é um dos poemas filósoficos mais belos que já foram compostos em toda história da humanidade sobre a saga misteriosa da vida. Mahler soube como ninguém retratar com densidade o cômico e o trágico da existência. Os dois primeiros movimentos são preenchidos por um desespero e por uma desolação que nos arranha os sentidos. Mahler, grande provocador, começa a sinfonia com uma marcha fúnebre. Impensável! Somente alguém como ele para sobrepujar possibilidades. Sentimos um cortejo de seres contritos e silenciosos a rumarem na escuridão. Apenas tochas tênues a revelarem faces angustiadas. No segundo movimento, Mahler parece criar uma contradição, pois o que impera é o o frenesi, a histeria, o embarafustamento. É uma ode ao niilismo. A contradição da vida parece nos amarrar e nos jogar num mar de profunda desolação e falta de sentido. Aos poucos, a Sinfonia parece nos convidar a que entremos em nós mesmos e façamos análises necessárias. Que reflitamos sobre os aspectos mais misteriosos e inacessíveis da existência humana. Isto fica enunciado no adagietto do quarto movimento. Uma reflexão da mais belas que já foram compostas na história da música. Cordas e harpas a nos conduzirem, a evocarem num remanso de pacificação interiorizada, aqueles sentimentos nobres, que estão para além da mediocridade que assola a vida e que tantas vezes nos domina. O quinto movimento é um momento em que os elementos dos andamentos anteriores são juntados e tudo estoura, explode, num grande clímax. A Quinta Sinfonia é uma das peças que mais gosto. Sou apaixonado por Mahler. Já perdir quantas versões eu tenho desta Sinfonia e das demais de Gustav Mahler. Ouvi-lo é sempre uma experiência grandiosa, envolvente, necessária. É preciso um ritual para ouvi-lo. Ele exige atenção, ouvidos como grandes captores. Escolhir esta versão de Dudamel para postar por ser excelente. O jovem maestro venezuelo dá um show de regência. Outro dia eu tive a oportunidade de assistir a alguns vídeos do maestro regendo a Sinfonia no. 3 de Beethoven - "A Heróica" - e fiquei impressionado com Dudamel. Ele estava à frente da Símon Bolivar Orchestra da Venezuela e os jovens músicos criavam uma sonoridade de gente grande, como Beethoven deve ser interpretado. Por enquanto, fiquemos com Mahler e isso basta. Uma boa apreciação!

Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 5 em Dó Sustenido Menor

01 - Trauermarsch
02 - Sturmisch bewegt. Mit groBter Vehemenz
03 - Scherzo (Kraftig nicht zu schnell)
04 - Adagietto (Sehr langsam)
05 - Rondo Finale (Allegro)

Símon Bolivar Youth Orchestra of Venezuela
Gustavo Dudamel, regente

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sexta-feira, 19 de março de 2010

Claude Debussy (1862-1918) - Sonata em G Minor para Violino e Piano, Sonata em D Menor para cello e Piano, Syrinx e Sonata para flauta, viola e harpa

Este CD estava desde o mês de janeiro selecionado para ser postado. Fi-lo subir no mediafire e ele lá ficou. A demanda é enorme. Serei direto: é um extraordinário CD. Daqueles que fazem bem à alma e à mente. Debussy é sempre bem-vindo em todas as ocasiões. Temos 3 sonatas maravilhosas - bem ao estilo debussyano. As três sonatas são um trabalho de um Debussy já maduro. Elas foram compostas entre os anos de 1915 e 1917 - no período da Primeira Guerra. Enunciam um Debussy já maduro. A Wikipédia afirma: "Também as três sonatas do seu período final foram construídas segundo princípios inteiramente diversos da sonata clássica vienense, mas por outros motivos. Foram compostas no período da guerra, e Debussy, nacionalista intransigente, rejeitou os princípios da sonata clássica vienense para recuperar a forma cíclica da sonata francesa. As três sonatas (1915-1917), parte de um ciclo que ficou incompleto, para instrumentos diversos, das quais a mais importante é a Sonata para piano e violino, são obras avançadas, com asperezas inéditas em sua música anterior". Aparecem ainda Syrinx, uma composição para flauta escrita em 1913, de uma beleza sóbria, de uma profundidade comovente. Não deixe de ouvir este extraordinário trabalho bem ao estilo Debussy. Boa apreciação!

Claude Debussy (1862-1918) - Sonata em G Minor para Violino e Piano, Sonata em D Menor para cello e Piano, Syrinx For Unaccompanied Flute e Sonata para flauta, Viola e Harpa


Sonata em G Menor para Violino e Piano

1. 1. Allegro Vivo
2. 2. Intermède (Fantasque Et Léger)
3. 3. Finale (Très Animé)

Sonata em D Menor para cello e Piano
4. 1. Prologue (Lent)
5. 2. Sérénade (Modérément Animé)
6. 3. Finale (Animé)

Syrinx For Unaccompanied Flute
7 . Syrinx

Sonata para flauta, Viola e Harpa
8. 1. Pastorale (Lento, Dolce Rubato)
9. 2. Interlude (Tempo Di Menuetto)
10. 3. Finale (Allegro Moderato Ma Resoluto)

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Cello - Maurice Gendron (tracks: 4 to 6)
Flauta - Roger Bourdin (tracks: 7 to 10)
Harpa - Annie Challan (tracks: 8 to 10)
Piano - István Hajdu (tracks: 1 to 3) , Jean Françaix (tracks: 4 to 6)
Viola - Colette Lequien (tracks: 8 to 10)
Violino - Arthur Grumiaux (tracks: 1 to 3)

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quinta-feira, 18 de março de 2010

Maurice Ravel (1875-1937) - Bolero, La Valse, Rapsodie espagnole e Claude Debussy (1862-1918) - Images For Orchestra

Ouvir este CD na tarde de hoje. Gostei, particularmente, da música de Ravel. São obras de grande expressividade. A versão de O Bolero é uma das melhores que já ouvir. E outras duas obras - La Valse e a portentosa Rapsódia Espanhola - dispensam apresentações. As obras de Debussy me deixaram confuso, com aquela sensação de incompletude, de vaguidão. Gosto de Debussy, mas aqui a coisa ficou meio "embaçada". Não quero atribuir culpa a Debussy, um dos grandes gênios da música ocidental nos últimos 150 anos, mas a mim. Fica assim! Pronto! Não deixe de ouvir este CD provocante. Boa apreciação!

Maurice Ravel (1875-1937) -

Bolero
01. Bolero

La Valse
02. La Valse

Rapsodie espagnole
03. 1-Prelude A La Nuit
04. 2-Malaguena
05. 3-Habanera
06. 4-Feria

Claude Debussy (1862-1918)

Images For Orchestra
07. 1-Gigues
08. 2A-Iberia-Par Les Rues Et Par Les Chemins
09. 2B-Iberia-Les Parfums De La Nuit
10. 2C-Iberia-Le Matin D'un Jour De Fete
11. 3-Rondes Du Printemps

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Boston Symphony Orchestra
Charles Münch, regente

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segunda-feira, 15 de março de 2010

Alexander Konstantinovich Glazunov (1865-1936) - Symphony No. 5 in B-Flat Major, Op. 55 e Symphony No. 6 in C Minor, Op. 53

Como iniciei a postagem das sinfonias de Glazunov, acho importante que demos continuidade a elas. Trabalho incompleto revela irresponsabilidade. Aparecem agora as de número 5 e 6. A primeira foi composta em 1895 e é támbém conhecida como "A Heróica". Estreou em 1896, sendo regida pelo próprio compositor. Fez uma grande sucesso. A platéia pediu para que a orquestra tocasse o scherzo mais uma vez ao fim da sinfonia quando esta foi apresentada pela primeira vez. Já a Sinfonia número 6 é do ano de 1896. Das duas, eu tenho uma admiração bem acentuada pela segunda - a número 6. É um trabalho de grande vigor e beleza, com momentos típicos da música russa. Faz-nos lembrar a musica de Rachmaninov. Não deixe ouvir mais este CD. Boa apreciação!

Alexander Konstantinovich Glazunov (1865-1936) - Symphony No. 5 in B-Flat Major, Op. 55 e Symphony No. 6 in C Minor, Op. 53

Symphony No. 5 in B-Flat Major, Op. 55
01. I. Moderato maestoso
02. II. Scherzo: Moderato
03. III. Andante
04. IV. Allegro maestoso

Symphony No. 6 in C Minor, Op. 53
05. I. Adagio - Allegro
06. II. Thema con Variazioni
07. III. Intermezzo
08. IV. Finale, Andante maestoso - Moderato

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Moscow Radio Symphony Orchestra
Vladimir Fedoseyev, regente

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domingo, 14 de março de 2010

Johannes Brahms (1833-1897) - Abertura Trágica, Op. 81, Concerto para violino e Cello in A minor, Op.102 e Sinfonia No. 2 in D major, op. 73

Recebi reclamações pesadas acerca do pretenso fim do blog. Minha namorada reclamou. E outras pessoas fizeram o mesmo acerca da decisão de encerrar as atividades de O SER DA MÚSICA. Um misto de pesar e dúvida me assomou. Por isso, uma vez ou outra, passarei por aqui para postar a fim de minorar as reclações dessas almas apaixonadas. Estou voltando atrás? Não necessariamente! Mas sei que há visitantes que gostam de O SER DA MÚSICA, embora nunca se manifestem. Vai aqui um consolo a essas almas ocultas, incógnitas. Continuarei a postar no PQP BACH, mas o SER é um ambiente de familiaridade. É por assim dizer a minha casa, o lar; o lugar no qual posso tirar os chinelos e caminhar descalço, desabotoar a camisa; colocar os pés em cima do sofá. Por conta disso, nesta noite trarei à tona uma postagem que já há alguns dias eu vinha pretendendo fazer. Um daqueles álbuns ao vivo com a música absoluta de Brahms. Na regência temos Loren Maazel. Uma boa apreciação!

P.S. A segunda peça apresenta uma pequena impropriedade no início, nada que possa comprometer o restante da gravação.

Johannes Brahms (1833-1897) - Abertura Trágica, Op. 81, Concerto para violino e Cello in A minor, Op.102 e Sinfonia No. 2 in D major, op. 73

Abertura Trágica, Op. 81
01. Abertura Trágica, Op. 81

Concerto para violino e Cello in A minor, Op.102
02. Allegro
03. Andante
04. Vivace non troppo - Poco meno allegro - Tempo I

Sinfonia No. 2 in D major, op. 73
05. I. Allegro non troppo
06. II. Adagio non troppo
07. III. Allegretto grazioso (quasi andantino) - Presto ma non assai - Tempo I
08. IV. Allegro con spirito

New York Philharmonic
Lorin Maazel, regente
Glenn Dicterow, violino
Carter Brey, cello

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sexta-feira, 12 de março de 2010

Aviso aos Navegantes!!!

O SER DA MÚSICA vem por intermédio desse comunicado, informar que as atividades do blog finalizam por aqui. Não é um acidente trágico! O blog está no ar a quase uma ano e conseguiu reunir uma quantidade não desimportante de visitantes. Vocês não ficarão órfãos. Calma! A partir de agora, informo, o fundador desse espaço passará a postar no blog do PQP BACH. Tornou-se o mais novo membro daquele espaço de profunda solidariedade, anarquia e relações profícuas. As postagens feitas nesse quase um ano, aos poucos serão migradas para o PQP BACH. Sendo assim, não se assustem ou lamentem, as postagens continuarão ativas. Seguirei com a mesma lógica e personalidade que empreendi às postagens aqui disponibilizadas - só que agora, no PQP BACH.

Abraço a todos!

Acesse ao sítio do PQP BACH AQUI ou AQUI. Seja bem vindo!

Carlinus.