quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Georges Bizet (1838-1875) - Complete Piano Works

Este disco está comigo desde a fundação do blog - talvez até mesmo antes disso. Infelizmente, nunca o ouvi. Fi-lo hoje. Quando falamos em Bizet, imaginamos o homem da ópera. O todo-poderoso compositor da Carmen, uma das obras mais populares de todos os tempos. Lindíssima. A obra cuja beleza encantou Nietzsche. O francês era um poeta sensível. E se aventurou, também, pelo campo pianístico. Sua música é doce e agradável. Fez-me lembrar do Chopin. Vai aqui o conteúdo com a obra completa para piano do compositor francês. Uma boa apreciação!

Georges Bizet (1838-1875) -

DISCO 01

01. 1st Nocturne In F Major
02. Variations Chromatiques
03. 1st Caprice En Ut Dieses Mineur
04. 2nd Caprice In Ut Majeur
05. La Chasse Fantastique
06. Romance Sans Paroles
07. Theme
08. Valse En Ut Majeur
09. Trois Esquisses Musicales

DISCO 02

01. Grand Valse De Concert
02. Marine
03. Nocturne
04. Magasin Des Familles
05. Les Chants Du Rhin
06. Quatre Preludes

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Setrak, piano


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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Franz Schubert (1797-1828) - Piano Trio No.1 em B bemol, Op.99 D.898 e Piano Trio No. 2 em Mi bemol, D.929 Op.100

Schubert foi um compositor de aguda percepção estética e artística. Produziu com uma prodigalidade incrível. Viveu pouco. Isso é um fato. Mas a obra que produziu foi suficiente para preencher uma vida de 70 ou 80 anos. A qualidade de suas obras são inquestionáveis. Escrevia como um exercício de melhoramento. Cada obra escrita parecia trazer o gérmen para uma próxima. Havia dentro dele uma sensibilidade e um requinte genial. Schubert é aquilo que podemos chamar de verdadeiro prodígio, de gênio. Imagine se tivesse vivido 70 ou 80 anos como o seu patrício Joseph Haydn! Tinha feito "estragos" artísticos embasbacantes. Este disco que ora posto é de uma beleza incomum. As peças são executadas com dinamismo e sensibilidade. O time de intérpretes é de alto nível. Resultado: um Schubert como Scubert deve ser tratado. Uma boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828)  - 


DISCO 01

Piano Trio No.1 em B bemol, Op.99 D.898
01. 1. Allegro moderato
02. 2. Andante un poco mosso
03. 3. Scherzo (Allegro)
04. 4. Rondo (Allegro vivace)

DISCO 02

Piano Trio No. 2 em Mi bemol, D.929 Op.100
01. 1. Allegro
02. 2. Andante con moto
03. 3. Scherzo. (Allegro moderato - Trio)
04. 4. Allegro moderato

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Vladimir Ashkenazy, piano
Pinchas Zukerman, violino
Lynn Harrell, cello

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terça-feira, 29 de outubro de 2013

Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 4 em G major

Belíssima interpretação da poderosa e delicada Sinfonia no. 4 de Mahler, por Fritz Reiner. Vale ressaltar que as gravações dessa série são belíssimas. Como estou caindo de sono pelas tabelas por ter acordado às cinco e meia da manhã, ter trabalhado o dia todo e está acordado, mesmo assim resolvi fazer a postagem. Após ter ouvido o registro de grande beleza, eu resolvi compartilhar. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Gustav Mahler (1860-1911) - 

Sinfonia No. 4 em G major
01. I. Bedächtig. Nicht eilen
02. II. In gemächlicher Bewegung. Ohne Hast
03. III. Ruhevoll
04. IV. Sehr behaglich

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Chicago Symphony Orchestra
Fritz Reiner, regente
Lisa Della Casa, soprano

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Ernest Chausson (1855-1899) - Poéme de l'amour et de la mer, Maurice Ravel (1875-1937) - Une barque sur l'océan e Claude Debussy (1862-1918) - La Mer

Este disco possui um frescor e um aroma francês. É atravessado por um tema: o mar. Traz três importantes compositores da música da França - Debussy, Chausson e Ravel. Admiro a música daquele país. Dos três, o que menos ouvi foi Chausson. Sua obra retratada neste disco me soou bastante bonita e exaladora de boas impressões. A obra de Ravel não me era, também, conhecida. Já, por sua vez, a obra de Debussy é um verdadeiro deleite. La Mer é uma das minhas obras favoritas. Debussy rouba a cena neste disco. A obra me pareceu mais colorida e fluída sob a regência de Muti; e caminha para um final belíssimo. O que me deixa feliz ao ouvir La Mer é parte final, quando parece que o mar despeja toda a sua força para terminar em puro silêncio. Excelente. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ernest Chausson (1855-1899) - 

Poéme de l'amour et de la mer
01. I. La Fleur Des Eaux
02. II. Interlúdio 
03. III. La Mort De L'amour

Maurice Ravel (1875-1937) - 

Une barque sur l'océan 
04. Une Barca Sur L'ocean

Claude Debussy (1862-1918) -

La Mer
05. I. De L'Aube A Midi Sur La Mer
06. II. Jeux De Vagues
07. III. Diálogo du Vent Et De La Mer

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The Philadelphia Orchestra
Riccardo Mut, regente


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domingo, 27 de outubro de 2013

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - The Complete String Quartets (CDs 3, 4 e 5 de 5 - final)

Finalizamos aqui mais esta sensacional caixa com os quartetos de cordas de Shostakovich, uma das minhas admirações - infelizmente com um grande hiato entre a primeira e esta postagem de agora.  Como nos primeiros discos, o Quatuor Danel não deixa a bola cair. Senti apenas que nos dois últimos discos, as gravações perderam um pouco a qualidade. Ficaram um pouco mais baixas. Todavia, os humores shostakovichianos estão lá com todo o "azedume" e gravidade a ele inerente. Vale a pena ouvir. Uma excelente apreciação!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) -

DISCO 03

Quartet Nr. 14 in F-sharp major op. 142 (1970)
01. I. Allegretto  
02. II. Adagio  
03. III. Allegretto   

Quartet Nr. 8 in C minor op. 110  (1960)
04. I. Largo  
05. II. Allegretto molto  
06. III. Allegretto  
07. IV. Largo 
08. V. Largo 

Quartet Nr. 12 in D-flat major op. 133 (1968)
09. I. Moderato  
10. II. Allegretto 

DISCO 04

Quartet Nr. 4 in D major op. 83 (1949)
01. I. Allegretto  
02. - II. Andantino  
03. - III. Allegretto  
04. - IV. Allegretto  

Quartet Nr. 11 in F mnor op. 122 (1966)
05. I. Introduction (Andantino)  
06. - II. Scherzo (Allegretto)  
07. - III. Recitative (Adagio)  
08. - IV. Etude (Allegro) 
09. - V. Humoresque (Allegro) 
10. - VI. Elegy (Adagio)  
11. - VII. Finale (Moderato) 

Quartet Nr. 9 in E-flat major op. 117 (1964)
12.  I. Moderato con moto  
13. - II. Adagio  
14. - III. Allegretto  
15. - IV. Adagio  
16. - V. Allegro  

DISCO 05

Quartet No. 1 in C major op. 49 (1938)
01.  I. Moderato  
02. II. Moderato  
03. III. Allegro molto  
04. IV. Allegro   

Quartet No. 10 in A-moll major op. 118 (1964)
05. I. Andante  
06. II. Allegretto furioso  
07. III. Adagio 
08. IV. Alllegretto 

Quartet No. 15 in E-flat minor op. 144 (1974)
09. I. Elegy (Adagio) 
10. II. Serenade (Adagio)   
11.  III. Intermezzo (Adagio)  
12. IV. Nocturne (Adagio)
13. V. Funeral march (Adagio molto)
14. VI. Epilogue (Adagio)  

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Quatuor Danel 
Mare Danel, violino 1
Gilles Millet, violino 2
Tony Nys, viola
Guy Danel, cello

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Johannes Brahms (1833-1896) - Piano Concerto No. 1 in D minor, Op. 15, Juchhe, Op. 6 No. 4, Wiegenlied, Op. 49 No. 4, etc, Ein deutsches Requiem, Op. 45 (CDs 3 e 4 de 4 - final)

Caminhemos para a postagem dos dois últimos discos dessa caixa, regidos por James Levine. Verdadeiramente, os dois primeiros discos causaram um grande impacto admirativo em mim. Todavia, os dois últimos, não. Todo aquele contágio de força, entusiasmo e emoção ficaram obscurecidos. Quero entender que, talvez, isso tenha se dado em decorrência do caráter das obras, que são mais intimistas nos dois últimos discos. Até mesmo o poderoso Réquiem de Brahms não causou grande admiração.  De qualquer forma, não deixe de ouvir e apreciar estes dois últimos CDs. Uma boa degustação!

Johannes Brahms (1833-1896) - 

DISCO 03

Piano Concerto No. 1 in D minor, Op. 15
01. I. Maestoso
02. II. Adagio
03. III. Rondo. Allegro non troppo

Juchhe, Op. 6 No. 4
04. Juchhe, Op. 6 No. 4

Wiegenlied, Op. 49 No. 4
05. Wiegenlied, Op. 49 No. 4

Das Madchen spricht, Op. 107 No. 3
06. Das Madchen spricht, Op. 107 No. 3

Heimweh II - 'O wusst ich doch den Weg zuruck', Op. 63 No. 8
07. Heimweh II - 'O wusst ich doch den Weg zuruck', Op. 63 No. 8

Junge Lieder I - 'Meine Liebe ist qrun', Op. 63 No. 5
08. Junge Lieder I - 'Meine Liebe ist qrun', Op. 63 No. 5

Von ewiger Liebe, Op. 43 No. 1
09. Von ewiger Liebe, Op. 43 No. 1

Wir wandelten, Op. 96 No. 2
10. Wir wandelten, Op. 96 No. 2

Nachtwandler, Op. 86 No. 3
11. Nachtwandler, Op. 86 No. 3

DISCO 04

Ein deutsches Requiem, Op. 45
01. I. Selig sind, die da Leid tragen
02. II. Denn alles Fleisch es ist wie Gras
03. III. Herr, lehre doch mich
04. IV. Wie lieblich sind deine Wohnungen
05. V. Ihr habt nun Traurigkeit
06. VI. Denn wir haben hie keine bleibende Statt
07. VII. Selig sind die Toten

Chicago Symphony Orchestra & Chorus
James Levine, regente
Emmanuel Ax, piano
Kathleen Battle, soprano
Hakan Hagegard, barítono

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sábado, 26 de outubro de 2013

Antonio Salieri (1750-1825) - Requiem in C minor, Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Meeresstille und gluckliche Fahrt, Op. 112 e Franz Schubert (1797-1828) - Offertory: Intende voci in B flat major, D. 963

Antonio Salieri permanece uma figura controversa. Foi pintada uma caricatura negativa de sua pessoa. Salieri foi marginalizado. Ficou na periferia. Desenharam a sua imagem como sendo um sujeito invejoso, mesquinho e de capacidade duvidosa. Essa construção se deve ao - em muito - ao filme Amadeus. Todavia, Salieri foi um sujeito imensamente competente. Aos poucos, constatamos a beleza e a profundidade de seu trabalho. Se não fosse assim, Salieri não teria sido o prestigiado compositor da corte de José II, da Áustria. Aqui, temos o belíssimo Réquiem em Dó menor. Escutei-o com uma grande admiração. Enquanto o ouvia, lembrava-me de Verdi. Salieri opta pela força. E utiliza, ao máximo, os recursos das vozes. Cria certos efeitos, enfatizando o drama tão costumeiro em réquiens. Aparece ainda neste disco, Beethoven e Schubert. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Antonio Salieri (1750-1825) -

Requiem in C minor
01. Introitus - Kyrie
02. Sequence
03. Offertory
04. Sanctus
05. Benedictus
06. Agnus Dei - Communio
07. Libera me, Domine

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - 

Meeresstille und gluckliche Fahrt, Op. 112
09. Gluckliche Fahrt
08. Meeresstille

Franz Schubert (1797-1828) - 

Offertory: Intende voci in B flat major, D. 963
10. Offertory: Intende voci in B flat major, D. 963

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Coro Gulbenkian
Orquestra Gulbenkian
Lawrence Foster


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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Gabriel Fauré (1845-1924) - Piano Quartet No.1, Op.15, Piano Quartet No.2, Op.45 e Nocturne No.4, Op.36

Belo disco com o material camerístico de Fauré - mais um! Um disco bastante refinado. Gabriel Fauré era poeta sensível, capaz de produzir belas paisagens musicais. Sua obra mais conhecida é o Réquiem. Mas Fauré era um artista de muitas facetas. Aqui temos dois belos pianos quartetos. A gravação não me agradou tanto. Todavia, o disco deve ser considerado. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Gabriel Fauré (1845-1924) - 

Piano Quartet No.1, Op.15
01. I. Allegro molto moderato
02. II. Scherzo. Allegro vivo
03. III. Adagio
04. IV. Allegro molto

Piano Quartet No.2, Op.45
05. I. Allegro molto moderato
06. II. Allegro molto
07. III. Adagio non troppo
08. IV. Allegro molto - Più mosso

Nocturne No.4, Op.36
09. Andante molto moderato

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The Hermitage String Trio

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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Jesús Villa-Rojo (1940 - ) - Music for Cello - Sonata 2, Lamento (version B), Oracion serena e Expresiones

Jesus Villa-Arrojo é um dos nomes mais proeminentes da música espanhola atual. Villa-Arrojo é multi-instrumentista. Fundou o famoso Laboratório de Interpretação de Música. Suas obras chegam a quase duas centenas. As experiências com múltiplas sonoridades colocam o compositor como produtor de música aleatória, mas as suas obras atingem também uma expressividade refinada. O presente disco é belíssimo. Vale ressaltar o belíssimo Lamento, cujo vídeo pode ser visto no Youtube. Muito bom! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Jesús Villa-Rojo (1940 - ) - 

Sonata 2
01. I. Allegro impetuoso
02. II. Lento
03. III. Allegro scherzando

Lamento (version B)
04. Lamento (version B)

Oracion serena
05. Oracion serena

Expresiones
06. I. Mis sentidos suspendia
07. II. Con alegria y amor
08. III. En el corazon ardia
09. IV. En la noche dichosa
10. V. Cuan manso y amoroso
11. VI. Con su mano serena
12. VII. Desnudez y libertad del espiritu

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Asier Polo, Cello
Amaia Zipitria, piano
Rafael Romero 'El Gallina', vocals
Gerardo López Laguna, piano


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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - The English Suites, BWV 806-811

As Suítes Inglesas de Bach são um conjunto de seis peças. O nome das Suítes Inglesas é derivada da opinião do biógrafo do compositor. Segundo Johann Nikolaus Forkel, essas suítes poderiam ter sido escritas para um nobre inglês. A presente gravação é uma gravação de referência. Glenn Gould é o intérprete. Isso já é um motivo a mais para se ouvir o disco. Não deixe de fazê-lo. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 

DISCO 01

01     English Suite No.1 BWV806 I. Prelude                        
02     English Suite No.1 BWV806 II. Allemande                    
03     English Suite No.1 BWV806 III. Courante 1                    
04     English Suite No.1 BWV806 IV. Courante 2                     
05    English Suite No.1 BWV806 V. Double 1                         
06     English Suite No.1 BWV806 VI. Double 2                         
07     English Suite No.1 BWV806 VII. Sarabande                     
08     English Suite No.1 BWV806 VIII. Bourree 1                    
09     English Suite No.1 BWV806 IX. Bourree 2 Bourree   
10     English Suite No.1 BWV806 X. Gigue                         
11     English Suite No.2 BWV807 I. Prelude                         
12     English Suite No.2 BWV807 II. Allemande                     
13     English Suite No.2 BWV807 III. Courante                     
14     English Suite No.2 BWV807 IV. Sarabande Les Agrements De La Meme Sarabande     
15     English Suite No.2 BWV807 V. Bourree 1                        
16     English Suite No.2 BWV807 VI. Bourree 2 Bourree           
17     English Suite No.2 BWV807 VII.Gigue                         
18     English Suite No.3 BWV808 I. Prelude                         
19     English Suite No.3 BWV808 II. Allemande                     
20     English Suite No.3 BWV808 III. Courante                     
21     English Suite No.3 BWV808 IV. Sarabande Les Agrements De La Meme Sarabande     
22     English Suite No.3 BWV808 V. Gavotte 1 Ou La Musette                 
23     English Suite No.3 BWV808 VI. Gavotte 2 Gavotte           
24     English Suite No.3 BWV808 VII. Gigue                        

DISCO 02

01     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Prelude                     
02     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Allemande                 
03     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Courante                 
04     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Sarabande                 
05     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Menuett I                 
06     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Menuett II - Menuett I da capo         
07     Suite No.4 In F Major, BWV809 - Gigue                     
08     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Prelude                 
09     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Allemande                 
10     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Courante                 
11     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Sarabande                 
12     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Passepied I (En Rondeau)         
13     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Passepied II   
14     Suite No. 5 In E Minor, BWV 810 - Gigue                 
15     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Prelude                 
16     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Allemande                 
17     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Courante                 
18     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Sarabande                 
19     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Double                 
20     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Gavotte I                 
21     Suite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Gavotte II - Gavotte   
22     uite No. 6 In D Minor, BWV 811 - Gigue    

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Glenn Gould, piano


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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 6 em Lá Menor - "Trágica"

Baita disco! Excelente interpretação de Georg Solti, que quase sempre conseguiu sucesso com aquilo que gravou. Mahler exatificado em sua densidade. Trata-se de uma interpretação pouco sentimentalóide, cravada na força e no drama. Muito bom. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Gustav Mahler (1860-1911) -  

Sinfonia No. 6 em Lá Menor - "Trágica"
01. I. Allegro energico, ma non troppo
02. II. Scherzo
03. III. Andante moderato
04. IV. Finale (allegro)
 
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Chicago Symphony Orchestra
Sir Georg Solti


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domingo, 20 de outubro de 2013

Tomás Luis de Victoria (1548-1611) - Officium Defunctorum

Victoria, Palestrina, Lassus e Montervedi foram compositores singulares. Suas produções se inscreveram numa tradição imensamente bela. Victoria é um dos mais célebres compositores do Renascimento e se estabeleceu como um dos compositores mais relevantes de sua terra, a Espanha. Suas composições possuíam uma estilo avançado, o que o fez antecipar o Barroco. Tenho uma admiração profunda pela música desses compositores e Victoria é um dos preferidos. Por  isso, não cesso de postá-los - sempre que posso. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Tomás Luis de Victoria (1548-1611) -

01. Lectio secunda ad matutinum - Taedet animam meam
02. Missa pro defunctis - Introitus
03. Missa pro defunctis - Kyrie
04. Missa pro defunctis - Graduale
05. Missa pro defunctis - Offertorium
06. Missa pro defunctis - Sanctus & Benedictus
07. Missa pro defunctis - Agnus Dei
08. Missa pro defunctis - Communio
09. Motectum - Versa est in luctum
10. Absolutio - Libera me
11. O Domine Iesu Christe
12. Domine, non sum dignus
13. Salve Regina
14. Vadam et circuibo civitatem

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Collegium Vocale Gent
Philippe Herreweghe, regente


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Anton Dvorak (1841-1904) - Sonatina in G major, Op.100, Rondo in G minor, Op.94, Silent Woods, Op.68 No.5, Songs My Mother Taught Me, Op.55 No.4 etc

Que disco delicioso! Outra questão importante: a capa do disco é tão bela quanto o elemento imaterial que está lá dentro. Ou seja, a beleza desse disco começa pela capa, que bem traduz o espírito da música de Dvorak. Simplesmente não entendi por que este disco aparece apenas com três estrelas na Amazon. O disco nos traz um colorido criativo todo especial, revelando as qualidades poéticas da música do compositor checo. Uma maviosidade lírica delicada. É um disco para se ouvir em muitas ocasiões. É, acima de tudo, algo que faz bem. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Anton Dvorak (1841-1904) - 

Sonatina in G major, Op.100
01. I. Allegro risoluto
02. II. Larghetto
03.  III. Scherzo
04. IV. Finale

Rondo in G minor, Op.94
05. Rondo in G minor, Op.94

Silent Woods, Op.68 No.5
06. Silent Woods, Op.68 No.5

Songs My Mother Taught Me, Op.55 No.4
07. Songs My Mother Taught Me, Op.55 No.4

Good Night, Op.73 No.1
08. Good Night, Op.73 No.1

Polonaise in A major, Op. posth
09. Polonaise in A major, Op. posth

Larghetto in G minor, Op.75a No.4
10. Larghetto in G minor, Op.75a No.4

Song to the Moon from 'Rusalka', Op.114
11. Song to the Moon from 'Rusalka', Op.114

Lasst mich allein, Op.82 No.1
12. Lasst mich allein, Op.82 No.1

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Christian Poltéra, cello
Kathryn Stott, piano


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sábado, 19 de outubro de 2013

Igor Stravinsky (1882-1971) - Complete Music for Piano & Orchestra

Excelente disco! Tive a oportunidade de ouvi-lo por duas vezes. É um disco que se propõe a trazer a obra completa para piano e orquestra de Stravinsky. O disco foca na fase neo-clássica do grande bruxo. O brilho da interpretação é significativo. Steven Osborne se adequa muito bem às exigências da música de Stravinsky. Mais um belo disco da Hyperion. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Igor Stravinsky (1882-1971) -

01. Song of the Volga Boatman de sopro e percussão
02. Largo-Allegro-Maestoso (Concerto para piano e instrumentos de sopro)
03. Larghissimo
04. Allegro-Agitato-Lento-Stringendo
05. Presto (Capriccio para piano e orquestra)
06. Andante rapsodico
07. Allegro ma capriccioso ritmo giusto
08. 1/8th = 110 (movimentos para piano e orquestra)
09. 1/8th = 52
10. 1/8th = 72
11. 1/8th = 80
12. 1/8th = 104
13. Vivace (Concerto em D para orquestra de cordas)
14. Arioso: Andantino
15. Rondo: Allegro
16. Canon (em uma canção popular russa)

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BBC Scottish Symphony Orchestra
Ilan Volkov, regente
Steven Osborne, piano


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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Alexander Glazunov (1865-1936) - Violin Concerto in A minor Op 82 e Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Violin Concerto No 1 in A minor Op 77

Excelente disco! Surpreendi-me com o Concerto para violino e orquestra de Glazunov. Mostra uma beleza incomum. O lirismo impressiona. O dinamismo produz uma elegância extraordinária. O russo o concluiu em 1904. A outra obra do disco é mais conhecida do que o concerto de Glazunov. Refiro-me ao Concerto para violino no. 1, de uma dureza e um pessimismo acachapantes de Shostakovich. Gennady e Sasha Rozhdestvensky posicionam-nos diante de algo belo e que nos faz imaginar coisas grandes, belas, mas também amargas. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Alexander Glazunov (1865-1936) - 

Violin Concerto in A minor Op 82
01. Moderato Cadenza Allegro

Dmitri Shostakovich (1906-1975) -

Violin Concerto No 1 in A minor Op 77
02.  Nocturne Moderato
03. Scherzo Allegro
04. Passacaglia Andante Cadenza
05. Burlesque Allegro con brio Presto

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State Symphony Capella of Russia
Gennady Rozhdestvensky, regente
Sasha Rozhdestvensky, violino

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Anton Bruckner (1824-1896) - Sinfonia No. 7 em Mi Maior

As Sinfonias de Bruckner passaram por gradações, rumo a um crescendo extraordinário. Penso que Bruckner "engrene" a partir da Quarta, embora a Terceira - "Wagner" - já possua os gérmenes da grandiosidade que se seguiriam nos trabalhos futuros. A Sétima em específico é uma apoteose. Ela consagra a grandiosidade de Bruckner. Do conjunto das nove sinfonias, penso que a Quarta, a Sétima e a Oitava sejam as mais expressivas, vindo em seguida a Nona, a Quinta e a Sexta. Aqui temos a Sétima regida por Wilhelm Furtwangler. Trata-se de uma gravação realizada em 1951, em Roma. É uma gravação antiga. Percebemos isso ao longo da execução. Mas Furtwangler nos transmite determinados matizes que tornam o trabalho bruckeneriano mais belo. Uma boa apreciação! 

Anton Bruckner (1824-1896) -

Sinfonia No. 7 em Mi Maior 
01. I. Allegro moderato
02. II. Adagio (Sehr feierlich und sehr langsam)
03. III. Scherzo (Sehr schnell) & Trio (Etwas lang
04. IV. Finale (Bewegt, doch nicht zu schnell)
 
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Berliner Philharmoniker
Wilhelm Furtwangler, regente
 
 
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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Flute Concerto No. 1 in G, KV 313, Concerto for Flute and Harp in C, KV 299 e Clarinet Concerto in A, KV 622

Tenho uma relação profundamente existencial e saudosista toda as vezes que escuto os  concertos para flauta de Mozart. Aqui temos o Concerto para flauta no. 1. A flauta em si é um instrumento evocador e doce. Mozart impingiu uma delicadeza invulgar nestas obras. Trata-se de um disco imensamente suave. Emmanuel Pahud atualmente é o grande nome da flauta. A regência fica a cargo de Claudio Abbado. Apesar de ter um time de primeira, a Amazon deu apenas 3 estrelas. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) -

Flute Concerto No. 1 in G, KV 313
01. Allegro maestoso
02. Adagio ma non troppo
03. Rondo (Tempo di Menuetto)

Concerto for Flute and Harp in C, KV 299
04. Allegro
05. Andantino
06. Rondeau (Allegro)

Clarinet Concerto in A, KV 622
07. Allegro
08. Adagio
09. Rondo (Allegro)

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Berliner Philharmoniker
Claudio Abbado, regente
Emmanuel Pahud, flauta
Marie-Pierre Langlamet, harpa
Sabine Meyer, clarinete

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Carl Nielsen (1865-1931) - Symphony No. 2, FS 29 "The Four Temperaments" e Ralph Vaughan Williams (1872-1958) - Symphony no. 2 (A London Symphony)

Adoro estas gravações ao vivo. Elas possuem charme. Fornece-nos a experiência incomum - em certo ponto - de estar em uma sala de concerto. Ouvimos rumores estranhos; manifestações variadas; respirações ofegantes e pigarros não identificados. Neste disco que reúne dois importantes compositores do século XX, Nielsen e Vaughan Williams, temos dois importante trabalhos regidos por Osmo Vanska, esse baita regente de origem finlandesa. O destaque fica a cargo da extraordinária Sinfonia No. 2 - "Londres" - do compositor inglês Vaughan Williams. Gosto da estética impressionista de Williams, um dos maiores compositores ingleses de todos os tempos. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Carl Nielsen (1865-1931) -

Symphony No. 2, FS 29 "The Four Temperaments"
01.  I. Allegro collerico
02. II. Allegro comodo e flemmatico
03. III. Andante malincolico
04. IV. Allegro sanguineo

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) - 

Symphony no. 2 (A London Symphony)
05. 1-Lento - Allegro risoluto
06. 2-Lento
07. 3-Scherzo [Nocturne]_ Allegro vivace
08. 4-Andante con moto-Maestoso alla marcia-Allegro
 
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BBC Scottish Symphony Orchestra
Osmo Vanskä, regente


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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Johannes Brahms (1833-1896) - Symphony No.1 in C minor, Op.68, Symphony No.4 in E minor, Op.98, Symphony No.3 in F, Op.90 e Symphony No.2 in D, Op.73 (CDs 1 e 2 de 4)

Esse é um fenômeno interessante: quantas versões das sinfonias de Brahms são necessárias para que conformemos a nossa sede de Brahms? Não há resposta, obviamente - pelo menos para mim. O fato é que deve existir uma necessidade em nossa dimensão interior e que somente é preenchida pela música de Brahms. Ouvi as quatro sinfonias seguidamente e fiquei com a impressão de que esta versão com James Levine é uma melhores que pude apreciar ultimamente. Levine juntou sensibilidade e força na interpretação e tornou o registro das sinfonias bastante emocionante. Acredito que isso consiga fazer jus à beleza profunda da música de Brahms. Sendo assim, não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1896) - 

DISCO 01

Symphony No.1 in C minor, Op.68
01. I. Un poco sostenuto, Allegro
02  II. Andante sostenuto
03  III. Un poco allegretto e grazioso
04  IV. Adagio non troppo ma con brio

Symphony No.4 in E minor, Op.98
05.  I. Allegro non troppo
06. II. Andante moderato
07. III. Allegro giocoso, poco meno presto
08. IV. Allegro energico e passionato, P
DISCO 02

Symphony No.3 in F, Op.90
01.  I. Allegro con brio
02  II. Andante
03  III. Poco allegretto
04  IV. Allegro

Symphony No.2 in D, Op.73
05. I. Allegro non troppo
06. II. Adagio non troppo
07. III. Allegretto grazioso (Quasi Andantino)
08. IV. Allegro con spirito

Chicago Symphony Orchestra
James Levine, regente

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Orlando de Lassus (1532-1594) - Masses for five voices e Infelix ego

Orlando de Lassus foi um mago da composição. É ao lado de Palestrina um dos nomes mais importantes da escola romana de composição. Lassus, assim como Palestrina, é um dos maiores representantes do estilo polifônico. Sou simplesmente apaixonado por esses compositores - Lassus, Victoria e Palestrina. Penso que com a grandiosidade de suas composições, eles inscreveram seus nomes na imortalidade. Lassus foi um católico convicto por toda a vida, mesmo durante o momento histórico em que viveu: o período da Reforma e da Contra-Reforma. Essa condição histórica determinou suas intenções para criar. O presente disco é belíssimo. É para ouvir com muita atenção. Ele inspira. Uma boa apreciação!

Orlando de Lassus (1532-1594) - 

01. Missa Entre vous filles - Kyrie
02. Missa Entre vous filles - Gloria
03. Missa Entre vous filles - Credo
04. Missa Entre vous filles - Sanctus
05. Missa Entre vous filles - Agnus Dei
06. Infelix ego
07. Missa Susanne un jour - Kyrie
08. Missa Susanne un jour - Gloria
09. Missa Susanne un jour - Credo
10. Missa Susanne un jour - Sanctus
11. Missa Susanne un jour - Agnus Dei

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Oxford Camerata
Jeremy Summerly, condutor

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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Johannes Brahms (1833-1896) - String Quartet in C minor, Op. 51 No. 1, String Quartet in A minor, Op. 51 No.2 e String Quartet in B flat, Op. 67; Anton Dvorak (1841-1904) - Amerikanisches Qurtett in F major, Op. 96

Que belo disco, meus amigos! O conjunto é formado por três obras camerísticas de Brahms e o imortal "Quarteto Americano", de Dvorak. Não dá para dizer que se trata de uma gravação definitiva, mas o Amadeus Quartett nos aproxima da sublimidade exigida pela música de Brahms e pelo aludido quarteto de Dvorak. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

DISCO 01

Johannes Brahms (1833-1896) -

String Quartet in C minor, Op. 51 No. 1
01. Allegro
02. Romanze. Poco Adagio
03. Allegretto molto moderato e comodo
04. Allegro

String Quartet in A minor, Op. 51 No.2
05. Allegro non troppo
06. Andante moderato
07. Quasi Minuetto, moderato
08. Finale. Allegro non assai

DISCO 02

String Quartet in B flat, Op. 67 
01. Vivace
02. Andante
03. Agitato (Allegretto non troppo)
04. Poco Allegretto con Variazioni

Anton Dvorak (1841-1904) -

Amerikanisches Qurtett in F major, Op. 96
05. Allegro ma non troppo
06. Lento
07. Molto vivace
08. Finale. Vivace, ma non troppo

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Amadeus Quartett


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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Felix Mendelssohn (1809-1847) - Octuor A Cordes En Mi Bémol Majeur, Op. 20 e Sextuor En Ré Majeur, Opus 110

Disquinho maravilhoso com duas obras deliciosas de Mendelssohn. Adoro Mendelssohn. As duas obras revelam a genialidade do compositor alemão, que ainda muito jovem, escreveu o seu famoso Octeto, uma das obras camerísticas mais belas que conheço. O Prazak Quartet, juntamente com Kocian Quartet, conseguem fazer tudo direitinho. O resultado é um belo disco de performance irretocável. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Felix Mendelssohn (1809-1847) -

Octuor A Cordes En Mi Bémol Majeur, Op. 20 
01. Allegro Moderato
02. Andante
03. Scherzo, Allegro Leggierissimo
04. Presto

Sextuor En Ré Majeur, Opus 110
05. Allegro, Vivace
06. Adagio
07. Minuetto
08. Allegro Vivace

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Prazak Quartet
Kocian Quartet


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domingo, 13 de outubro de 2013

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - St Matthew Passion, BWV 244

Ontem, postei A Paixão Segundo São João com Herreweghe - uma gravação muito bonita. Hoje, decidi trazer outra obra de Bach com o mesmo Herreweghe. Dessa vez, a poderosa Paixão Segundo São Mateus, uma das obras-primas já produzidas no mundo ocidental. A obra é mais extensa de Bach, possuindo mais de duas horas e meia de duração. Em algumas conduções chega a ter três horas. Um verdadeiro monumento musical. Um verdadeiro desafio para qualquer intérprete ou conjunto de músicos que se arvorem a trabalhá-la. O BWV 244, como é classificado, só poderia ter saído do gênio de Bach. A intenção da obra é retratar, pintar um quadro do sofrimento e morte de Jesus Cristo, segundo o evangelho escrito por Mateus, um dos discípulos de Cristo, conforme é aludido na Bíblia. Os textos foram extraídos dos capítulos 26 e 27 do já comentado evangelho. A narrativa bíblica já daria motivos para uma grande produção com todos os requintes de dramaticidade, mas Bach revestiu-a de uma profunda beleza capaz de deixar todo aquele que escuta esse oratório com a impressão de que presenciou o evento da morte de Cristo. Os estudiosos datam a obra de Bach no ano de 1727. A gravação ora postada é excelente. Vale a pena a audição. Não deixe de fazê-lo. 

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - St Matthew Passion, BWV 244

DISCO 01

01. Kommt, ihr Toechter, Helft mir Klagen
02. Da Jesus diese Rede vollendet hatte
03. Herzliebster Jesu, foi hast du verbrochen
04. Da versammleten sich die Hohenpriester / Ja nicht auf das fest / Da nun Jesus guerra zu Bethanien / Wozu dienet dieser Unrat / Da das Jesus merkete
05. Du Lieber Heiland du
06. Buss und Reu
07. Da ging hin der Zwoelfen einer
08. Blute nur, du liebes Herz
09. Aber sou ersten Tage der Suessen Brot / Wo willst du, dass wir dir bereiten / Er sprach: Gebet ihn in die Stadt / Un sie wurden sehr betrubt / Herr, ich bin de
10. Ich bin, ich sollte buessen
11. Er antwortete und sprach:
12. Wiewohl mein Herz em Traenen schwimmt
13. Ich willdir mein Herzegovina schenken
14. Und da sie den Lobgesang gesprochen Hatten
15. Erkenne mich, mein Hueter
16. Petrus aber antwortete
17. Ich will hier bei dir stehen
18. Da kam Jesus mit Ihnen zu einem Hofe
19. O Schmerz! hier zittert das gequaelte Herz
20. Ich will bei meinem Jesu wachen
21. Und ging hin ein wenig
22. Der Heiland faellt vor seinem Vater nieder
23. Gerne vontade ich mich bequemen
24. Und er kam zu seinen Juengern
25. Foi mein Gott vontade, das g'scheh 'allzeit
26. Und er kam und fand aber sie schlafend
27. Então ist mein Jesus nun gefangen / Sind Blitze, sind Donner em Wolken verschwunden
28. Und siehe, einer aus Denen
29. O Mensch, bewein 'dein Suende bruto

DISCO 02

01. Ach! freira ist mein Jesus hin
02. Die aber Jesum gegriffen Hatten
03. Mir hat die Welt trueglich gericht't
04. Wiewold und viel falsche Zeugen herzutraten
05. Mein Jesus schweigt zu falschen Luegen stille
06. Geduld, Geduld!
07. Und der Hohepriester antwortete / Er ist des Todes Schuldig / Da speieten sie aus em sein Angesicht / Weissage uns, Christe
08. Wer hat dich tão geschlagen
09. Petrus aber sass draussen im Palast / Wahrlich, du bist auch von einer Denen
10. Erbarme dich
11. Bin ich Gleich von dir gewichen
12. Das Morgens aber heilten Hohenpriester alle / foi gehet uns das an / Und er Warf die Silberlinge em den Tempel
13. Gebt mir meinen Jesum wieder
14. Sie heilten aber einen Rat
15. Befiehl du deine Wege
16. Auf das Fest aber hatte der Landpfleger / Lass em kreuzigen!
17. Wie wunderbarlich ist doch diese Strafe
18. Der Landpfleger sagte
19. Er hat uns allen wohlgetan
20. Aus Liebe vontade mein Heiland sterben
21. Sie schrieen aber noch mehr / Lass em kreuzigen! / Da aber Pilatus Sahe / Sein Blut komme uber uns / Da gab er Ihnen Barrabam los
22. Erbarm es Gott
23. Koennen Traenen meiner Wangen

DISCO 03

01. Da nahmen Kriegsknechte / Gegruesset seist du, Judenkoenig / Und speieten ihn um
02. O Haupt voll Blut und Wunden
03. Und da sie ihn verspottet Hatten
04. Ja! freilich vontade em uns das Fleisch und Blut
05. Komm, suesses Kreuz
06. Und da sie an die Staette kamen / Der du den Tempel Gottes zerbrichst / Desgleichen auch die Hohenpreister / andern chapéu er geholfen / Desgleichen schmaeheten ihn
07. Ach, Gólgota, unsel'ges Golgatha
08. Sehet Jesus chapéu morrer mão
09. Und von der sechsten Stunde / Der rufet dem Elias / Und careca Lief unter einer Ihnen / Halt, moça sehen / Aber Jesus schriee abermals Laut
10. Wenn ich einmal soll scheiden
11. Und siehe da, der Vorhang im Tempel zerriss / Wahrlich, dieser ist Gottes Sohn gewesen / Und es Waren viel Weiber da
12. Am Abend da es kuehle guerra
13. Mache dich, mein Herzegovina, rédea
14. Und Joseph nahm den Leib / Herr, wir haben gedacht / Pilatus sprach zu Ihnen
15. Nun ist der Herr zu Ruh gebracht
16. Wir setzen uns mit Traenen nieder

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Collegium Vocale Gent
Philippe Herreweghe, regente
Sybilla Rubens, soprano
Andreas Scholl, alto
Ian Bostridge, ténor
Franz-Josef Selig, baixo
Werner Gura, tenor
Dietrich Henshel, baixo

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Johannes Brahms (1833-1896) - German Requiem, Op. 45

Uma gravação realizada por Nikolaus Harnoncourt sempre desperta uma certa curiosidade. Ele sempre acerta. Sua competência é inquestionável. Como não poderia deixar de acontecer, o inclassicável Réquiem de Brahms também passou por suas mãos hábeis. O resultado não foi dos mais impressionantes. Existem gravações mais chamativas.  O coro é bom. O barítono e a soprano, idem. Mas acredito que falte um pouco de força e drama nesta versão. O Réquiem Alemão de Brahms é uma das maiores realizações da música de todos os tempos. É, simplesmente, a negação da possibilidade de descanso da alma, já que a missa de réquiem tem por finalidade entregar a alma daquele que morreu ao eterno. Pelo contrário, o Réquiem de Brahms gera angústia e uma expectativa profunda por uma resposta que intriga a todos aqueles que param para questionar o sentido da vida. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1896) - 

German Requiem, Op. 45
01. Selig Sind, Die Da Leid Tragen
02. Denn Alles Fleisch, Es Ist Wie Gras
03.  Herr, Lehre Doch Mich
04.  Wie Lieblich Sind Deine Wohnugen
05.  Ihr Habt Nun Traurigkeit
06.  Denn Wir Haben Hie Keine Bleibende Stat
07.  Selig Sind Die Toten
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Wiener Philharmoniker
Arnold Schoenberg Chor
Nikolaus Harnoncourt, regente
Genia Kühmeier, soprano
Thomas Hampson, barítono


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sábado, 12 de outubro de 2013

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Johannes Passion

Esta gravação da Paixão Segundo São João, realizada por Philippe Herreweghe, é uma das quatro versões existentes da famosa obra Bach. Esta versão é do ano de 1725. O regente fez algumas subtrações para imprimir dramaticidade, lirismo e chuva torrencial de sensibilidade. Quis fazer desabrochar um halo espiritual bastante refinado. O coro do Collegium Vocale é excelente. O que a Paixão Segundo são Mateus possui de grandiosidade e suntuosidade, a Paixão Segundo São João possui em sublimidade, de dramaticidade e uma beleza tocante. Não deixe de ouvir. Estou de saída para uma confraternização, mas antes de sair resolvi deixar este presente. Boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 

DISCO 01

01. I. Choral_ 'O Mensch, bewein' dein Sunde gross'
02. III. Choral_ 'O grosse Lieb'
03. IV. Evangelist 'Auf dass das Wort erfullet wurde'
04. V. Choral 'Dein Will gescheh, Herr Gott, zugleich'
05. VI. Evangelist 'Die Schar aber und der Oberhauptmann'
06. VII. Aria (Alt) 'Von der Stricken meiner Sunden'
07. VIII. Evangelist 'Simon Petrus aber folgete Jesu nach'
08. IX. Aria (Sopran) 'Ich folge dir gleichfalls'
09. X. Evangelist 'Derselbige Junger war dem Hohenpriester bekannt'
10. XI. Choral 'Wer hat dich so geschlagen'
11. XI+. Aria (Bass)_ 'Himmel reisse, Welt erbebe'
12. XII. Evangelist 'Und Hannas sandte ihn gebunden' 
13. XIII. Aria (Tenor) 'Zerschmettert mich, ihr Felsen und ihr Hugel'
14. XIV. Choral 'Petrus, der nicht denkt zuruck'

DISCO 02

01. XV. Choral 'Christus, der uns selig macht'
02. XVII. Choral 'Ach grosser Konig, gross zu allen Zeiten'
03. XVIII. Evangelist 'Da sprach Pilatus zu ihm'  
04. XIX. Aria (Tenor) 'Ach windet euch nicht so'
05. XXII. Choral 'Durch dein Gefangnis, Gottes Sohn'
06. XXIV. Aria (Bass) mit Chorus_ 'Eilt, ihr angefochtnen Seelen'
07. XXV. Evangelist 'Allda kreuzigten sie ihn' 
08. XXVI. Choral 'In meines Herzens Grunde'
09. XXVII. Evangelist 'Die Kriegsknechte aber
10. XXVIII. Choral 'Er nahm alles wohl in acht'
11. XXIX. Evangelist 'Und von Stund an nahm sie der Junger zu sich'
12. XXX. Aria (Alt) 'Es ist vollbracht'
13. XXXI. Evangelist 'Und neiget das Haupt und verschied'
14. XXXII. Aria (Bass) mit Choral 'Mein teurer Heiland, lass dich fragen'
15. XXXIII. Evangelist 'Und siehe da'
16. XXXIV. Arioso (Tenor) 'Mein Herz, indem die ganze Welt'
17. XXXV. Aria (Sopran) 'Zerfliesse, mein Herze, in Fluten der Zahren'
18. XXXVI. Evangelist 'Die Juden aber, dieweil es der Rusttag war'
19. XXXVII. Choral 'O hilf, Christe, Gottes Sohn'
20. XXXVIII. Evangelist 'Darnach hat Pilatum'
21. XXXIX. Chorus 'Ruht wohl, ihr heiligen Gebeine'
22. XL. Choral 'Christe, du Lamm Gottes'

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Collegium Vocale Gent
Philippe Herreweghe, regente
Sybilla Rubens, soprano
Andreas Scholl, Alto
Mark Padmore, tenor
Sebastian Noack, baixo
MIchael Volle, baixo


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Krysztof Penderecki (1933-) - Piano Concerto 'Resurrection' e Concerto for Flute and Chamber Orchestra

Excelente disco do compositor polonês Krysztof Penderecki. É curioso ouvir Penderecki. Sempre que o escuto fico com a impressão de que se trata de um alquimista de sons. Ele consegue misturar instrumentos variados e produzir uma sonoridade tempestuosa. Tudo é bastante arrojado em Penderecki. O piano Concerto (Ressurreição) é do início da década de 2000, tendo passado por uma revisão em 2007. É obra mais expressiva do disco. Vale a pena a audição! Não deixe de apreciar.

Krysztof Penderecki (1933-) - 

Piano Concerto 'Resurrection'
01. Allegro molto sostenuto
02. Adagio
03. Allegro moderato molto
04. Adagio
05. Allegretto capriccioso
06. Grave
07. Allegro sostenuto molto
08. Andante maestoso
09. Allegro molto sostenuto (Tempo dell'inizio)
10. Adagio
 
Concerto for Flute and Chamber Orchestra 
11. Andante
12. Più animato
13.Andante
14. Allegro con brio
15. Vivo

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Warsaw Philharmonic Orchestra
Antonio Wit, regente
Barry Douglas, piano
Lukasz Dlugosz, flauta

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