domingo, 28 de abril de 2013

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) - Symphony No. 3 "Pastoral", Symphony No. 4, Symphony No. 5, Norfolk Rhapsody #1 e The Lark Ascending (CDs 3 e 4 de 7)

Estou desde cedo ouvindo Rauph Vaughan Williams. E qual a característica proeminente do compositor? A beleza. Creio que essa palavra explique bem os seus trabalhos. Ouvi a bela Sinfonia no. 3 ("Pastoral"), um hino expressivamente delicado. Fiquei extasiado com a fantástica número 5. E com a beleza triste da Rapsódia no. 1 e do The Lark Ascendig. A estética de Williams fala de uma eteridade, de uma espiritualidade fina; de uma forte transcendência. Música de uma singeleza única. Williams foi um compositor que buscou traduzir o folclore e a alma inglesa. E o fez. Mais dois extraordinários discos. Não deixe de ouvir. Uma boa pareciação!

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) - 

DISCO 01

Symphony No. 3 "Pastoral"
01. I - Molto moderato
02. II - Lento moderato
03. III - Moderato pesante
04. IV - Lento – Moderato Maestoso

Symphony No. 4
05.  I. Allegro
06. II. Andante Moderato
07. III. Scherzo (Allegro Molto)
08. IV. Finale con Epilogo Fugato

DISCO 02

Symphony No. 5
01. I_ Preludio (moderato)
02. II_ Scherzo (Presto)
03. III_ Romanza (Lento)
04. IV_ Passacaglia (Moderato)

Norfolk Rhapsody #1
05. Norfolk Rhapsody #1

The Lark Ascending
06. The Lark Ascending

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London Philharmonic Orchestra
Lonon Philharmonic Choir
Bernard Haitink, regente

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sábado, 27 de abril de 2013

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - The Complete Piano Trios

Mozart é exato demais! Enquanto escuto esses trios para piano, fico a pensar como ele é sempre "redondo". Sua música possui excesso de beleza; excesso de virtude - se é que estou conseguindo me expressar. Não sei se os anjos enjoam de serem anjos; se deus enjoa de ser deus. Não sei se o sublime se cansa de ser sublime. O que estou querendo dizer é que a blandícia pode fazer cansar. Alguém ao andar por uma rua reta pode desejar uma curva; um intervalo para quebrar a regularidade da paisagem. Mozart é regular por demais. Sua música é perfeitamente bela. Toda matematicamente exata. Singela. E ouvi-lo por demais pode nos fazer cansar da paisagem. Atualmente prefiro as paisagens irregulares. Os grandes ideais. Os dramas mahlerianos; ou a angústia pessimista e irônica de Shostakovich. Mas sigamos ouvindo esse belo disco com os trios para piano. As paisagens são sempre belas. Ainda não sei se os anjos cansam de serem anjos... Uma boa apreciação desse disco fantástico com o Beaux Arts Trio

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 

DISCO 01

Piano Trio in E major, K.542
01. 1. Allegro
02. 2. Andante grazioso
03. 3. Allegro

Piano Trio in B-flat major, K.502
04. 1. Allegro
06. 2. Larghetto
05. 3. Allegretto

Piano Trio in G major, K.564
06. 1. Allegro
08. 2. Andante. Thema mit Variationen
09. 3. Allegretto

Piano Trio in C major, K.548
10. 1. Allegro
12. 2. Andante cantabile
11. 3. Allegro

DISCO 02

Piano Trio in B-flat major, K.254
01. 1. Allegro assai
02. 2. Adagio
03.  3. Rondeau. Tempo di menuetto

Piano Trio in G major, K.496
04. 1. Allegro
05. 2. Andante
06. 3. Allegretto. Tehma mit Variationen

Trio for piano, clarinet and viola in E-flat, K.498 'Kegelstatt'
07. 1. Andante
08. 2. Menuetto
09. 3. Rondeau...

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Beaux Arts Trio
Stephen Kovacevich, piano
Patrick Ireland, viola
Jack Brymer, clarinete


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Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893)- Sinfonia no. 6 em B menor, 74 - "Patética", Francesca da Rimini, op.32; Dmtri Shostakovich (1906-1975) - Symphony No. 5 in D minor, Op. 47 etc

Não preciso falar que gosto bastante de Mravinsky. Tenho uma admiração profunda por esse regente russo. Suas gravações são sempre bem cuidadas. Impressiona como ela sabia tirar de cada instrumento a sonoridade apropriada para tornar a música exata. O conjunto era fantástico. Postei o primeiro disco dessa caixa com quatro CDs, no dia 6 de abril. Demorei a postar os outros dois discos. Sei. Faço-o hoje. As gravações são bastante antigas - 1938, 1940, 1949 etc. Gravações em mono. Uma sonoridade diferente. Maiores informações no encarte. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!  Mravinsky e Filarmônica de Leningrado estiveram em um casamento de mais de 50 anos. Impressionante.

DISCO 01

Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893)- 

Sinfonia no. 6 em B menor, 74 - "Patética"
01. I. Adagio - Allegro non troppo
02. II. Allegro con grazia
03. III. Allegro molto vivace
04. IV. Finale. Adagio lamentoso

USSR State Symphony Orchestra (1949)
Evgeny Mravisnky, regente

Francesca da Rimini, op.32
05. Francesca da Rimini, op.32

Moscow Philharmonic Orchestra (1940)
Evgeny Mravisnky, regente
 
DISCO 02

Dmtri Shostakovich (1906-1975) - 

Symphony No. 5 in D minor, Op. 47 
01.  Moderato 
02. Allegretto (Scherzo) 
03. Largo
04. Allegro non troppo 
Leningrad Philharmonic Orchestra (1938)
Evgeny Mravisnky, regente 

Louis Hector Berlioz (1803-1869) -

Symphonie fantastique, op. 14
05.  2. Un bal
USSR State Symphony Orchestra (1949)
Evgeny Mravisnky, regente
 
Carl Maria von Weber (1786-1826) - 

Invitation to the Dance 
06. Invitation to the Dance

Oberon, Overture
07. Oberon, Overture

Leningrad Philharmonic Orchestra (1951)
Evgeny Mravisnky, regente  

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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - The Keyboard Concertos - vols. 1 & 2 - Angela Hewitt


Um disquinho duplo para arrematar o final de noite. Trago-vos o "grande pai" - Johann Sebastian Bach - sendo bem executado por essa monstruosa pianista chamada Angela Hewitt. Momentos imensamente delicados e de técnica excelente. São dois discos - volumes 1 e 2. Resolvi soltá-los num único post. Não devemos ficar esperando pelo belo. Não deixe de ouvir. Estou ouvindo o segundo disco. Sinceramente, estou achando o segundo disco melhor que o primeiro. Não é só o repertório. É tratamento que Hewitt dá a esses belos trabalhos de Bach. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) -

DISCO 01

01. Allegro
02. Adagio
03. Allegro
04. (First Movement)
05. Andante
06. Allegro Assai
07. Allegro
08. Affettuoso
09. Allegro
10. Allegro
11. Adagio Ma Non Tanto E Dolce
12. Tempo Di Alla Breve

DISCO 02

01. Allegro
02. Larghetto
03. Allegro Ma Non Tanto
04. (First Movement)
05. Adagio E Piano Sempre
06. Allegro
07. (First Movement)
08. Siciliano
09. Allegro
10. Allegro
11. Adagio
12. Presto
13. (First Movement)
14. Andante
15. Allegro Assai

Australian Chamber Orchestra
Angela Hewitt, piano

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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Antonín Dvorák (1841-1904) - Piano quintet in A major, op. 5 e Piano quintet in A major, op. 81

Disco excelente. Ouvi-o há alguns dias atrás e voltei a fazê-lo hoje à noite. Música de câmara expressa com muita beleza e sensibilidade. A música é um pouco lenta e apresenta momentos de grandes reflexões. Vale mencionar, ainda, a excelente perfomance de Sviatoslav Richter. O grande pianista sabe alternar com o restante dos instrumentos, o que dá ao disco uma qualidade notável.  Um dos momentos mais belos do disco é o segundo movimento do opus 81. Richter prova nesse segundo movimento o porquê de ter sido um dos grandes pianistas do século XX. Momento de grande beleza. Tocante. Suave. Onírico. Uma boa apreciação!

Antonín Dvorák (1841-1904) - 

Piano quintet in A major, op. 5

01. Allegro ma non troppo
02. Andante sostenuto
03. Finale (Allegro con brio)

Piano quintet in A major, op. 81
04. Allegro, ma non Tanto
05. Dumka (Andante con moto)
06. Scherzo (Furiant) (Molto vivace)
07. Finale (Allegro)

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Borodin Quartet
Sviatoslav Richter, piano

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Richard Strauss (1864-1949) - Symphonia domestica, op.53 e Le burgeois gentilhomme - Suite, Op.60

Após dois dias afastado por causa do excesso de trabalho, voltamos a postar. Nos últimos dois dias eu saí de casa às 6 da manhã e voltei por volta das 11 da noite - com as forças completamente dilaceradas. Hoje cedo, resolvi postar este excelente disco do selo Sony/RCA. Este discos são muito bons. A gravação geralmente é primorosa. Os regentes são espetaculares. E o resultado é sempre um grande registro. Dessa vez, a Sinfonia Doméstica de Richard Strauss. Força. Grandeza. Uso dos recursos da orquestra. Sensbilidade. Aquele eco wagneriano soprando em cada momento do trabalho. Mas o resultado é sempre muito agradável, como constatamos nos poemas sinfônicos de Richard Strauss. Gravação do ano de 1956,  com uma sonoridade perfeita. Uma boa apreciação!

Richard Strauss (1864-1949) - 

Symphonia domestica, op.53
01.Bewegt
02.Scherzo
03.Wiegenlied - Cradle Song
04.Adagio
05. Finale

Le burgeois gentilhomme - Suite, Op.60

06. Abertura
07. Minuet
08. O Mestre de Esgrima
09.  Entrada e Dança dos Alfaiates
10. Entrada de Cleonte
11. Prelude to Act II (Intermezzo)
12. Suite, Op.60: The Dinner

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Chicago Symphony Orchestra
Fritz Reiner, regente


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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Johannes Brahms (1833-1897) - Sonata No.1 In F Minor For Clarinet And Piano Op. 120 No.1, Sonata No.2 In E Flat Major For Clarinet And Piano Op. 120 No.2 e Trio In A Minor For Clarinet, Piano And Cello Op.114

Que disco bonito, meus amigos! Trata-se de uma música eivada de sentimentos, beleza e muita delicadeza. Aqui temos o velho Brahms destilando lirismo. Brahms compôs esse ciclo de peças para clarinete quando era um ermitão, já na fase final de sua vida. Interpretação belíssima dessas doces obras tão deliciosas quanto um caqui maduro. Hoje pensava sobre a eternidade. Existem pessoas que passam a vida inteira pensando em uma vida depois da morte e se esquecem de viver a eternidade a partir daqui. A eternidade começa aqui. Há muitos que esperam para vivê-la, para usufruí-la num mundo vindouro e se esquecem dessa realidade. Penso que a eternidade está próxima de nós: em um beijo apaixonado; em um abraço caloroso; no sexo gostoso que fazemos com quem amamos; no sorriso de uma criança; na alegria de um cachorro feliz ao ver o seu dono; em um campo florido; na sensação do vento que bate em nós; no balançar das folhas de uma árvore frondosa; a brisa gelada de uma manhã de outono; na música de Brahms, de Bach ou Beethoven. A eternidade é um convite a olhos sensíveis. Como dizia William Blake: "um tolo olha para uma árvore e ver apenas uma árvore; o sábio olha para árvore e ver um poema". E eu acrescentaria: "O sábio olha para a árvore e ver a eternidade". Ouvir este disco é ser invvadido por esta beleza tão funda, humanizante e eterna. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - 

Sonata No.1 In F Minor For Clarinet And Piano Op. 120 No.1
01. I. Allegro Appas...
02. II. Andante Un Poco Adagio
03. III. Allegretto Grazioso
04. IV. Vivace

Sonata No.2 In E Flat Major For Clarinet And Piano Op. 120 No.2
05.  I. Allegro ...
06. II. Allegro Appassionato
07. II. Andante Con Moto
08. IV. Allegro

Trio In A Minor For Clarinet, Piano And Cello Op.114
09.  I. Allegro
10. II. Adagio
11. III. Andantino Grazioso
12. IV. Allegro

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Martin Fröst, clarinete
Roland Pöntinen, piano
Torleif Thedéen, cello


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domingo, 21 de abril de 2013

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Concerto in D minor, BWV 596, Concerto in A minor, BWV 593, Concerto in C, BWV 594 e Fugue in B minor, BWV 579

A música de Bach é um consagrado mistério. Ela fala tão loquazmente, que ouvi-la é sempre um motivo para reflexões profundas. Tudo em Bach é exato. Poussui a matemática do divino. Quando Bach toca é como se estivéssemos ouvindo a voz do próprio criador. Sua música é uma grande catedral na qual entramos e experimentamos o inaudito. Hoje, ouvi este disco em duas ocasiões - pela manhã e agora à noite. Minha esposa me chamou para ir à igreja e eu disse que não iria. Ficaria em casa. Faria o meu culto doméstico, privativo. Ainda bem que ela me compreendeu. Afinal, ouço Bach e tenho a eternidade me invadindo por completo. Maiores informações sobre o disco estão no encarte. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 

Concerto in D minor, BWV 596
01. - . Grave. Fuga. Largo e spiccato. -

Concerto in A minor, BWV 593
02. -
03. Adagio
04. Allegro

Concerto in C, BWV 594
05. -
06. Recitativo
07. Allegro

Fugue in B minor, BWV 579
08. Fugue in B minor, BWV 579

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Daniel Chorzempa, órgão

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Franz Liszt (1811-1886) - Piano Concerto No.1 in E flat, Piano Concerto No.2 in A e Sonata in B minor

Franz Liszt foi um músico fascinante. Talvez, ele tenha sido, na história, o primeiro astro pop com todos os implicativos que conhecemos hoje. Suas apresentações chamavam atenção. Dominava o piano como ninguém. Já que ele possuía toda essa intimidade com o instrumento, era de se esperar que ele produzisse obras chamativas, convincentes. É o que acontece, por exemplo, com os dois concertos para piano que aparecem aqui. Existe uma fluidez em sua linguagem; melodias, simplesmente, arrebatadoras. Tudo muito bonito e sensível. Além disso, chamo atenção para o fato de que temos na condução, Kondrashin e, ao piano, Sviatoslav Richter. Ou seja, é para despertar, ao menos, a curiosidade. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Franz Liszt (1811-1886) - 

Piano Concerto No.1 in E flat
01.  I. Allegro maestoso
02.  II. Quasi adagio 
03.  III. Allegretto vivace - Allegro animato
04.  IV. Allegro marziale animato

Piano Concerto No.2 in A
05. I. Adagio sostenuto assai - Allegro agitato ...
06. II. Allegro moderato
07. III. Allegro deciso - Marziale un poco meno ...
08. IV. Allegro animato

Sonata in B minor
09.  I. Lento assai - Allegro energico
10.  II. Andante sostenuto
11.  III. Allegro energico - Andante sostenuto - Lento ...

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London Symphony Orchestra
Kirill Kondrashim, regente
Sviatoslav Richter, piano

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sábado, 20 de abril de 2013

Karol Szymanowsky (1882-1937) - Nine Preludes, Op.1, Variations in B flat, Op.3, Mazurkas Op.50, Tow Mazurkas, Valse Romantique e Sonata No. 3, Op. 36 - Vol. 4

A obra de Karol Szymanowsky é o resultado de muita singularidade. O polonês foi um compositor formidável sob vários aspectos. Sua obra pianística, gravada pela Naxos e interpretada pelo pianista inglês Martin Roscoe, é de alto valor como se pode atestar nestes quatro volumes. Dos quatro discos, este, o volume 4, foi o que menos gostei. Mas de qualquer forma, não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Karol Szymanowsky (1882-1937) -

01. Nine Preludes, Op.1 / 1 - Andante ma non troppo
02. Nine Preludes, Op.1 / 2 - Andante con moto  
03. Nine Preludes, Op.1 / 3 - Andantio  
04. Nine Preludes, Op.1 / 4 - Andantio con moto   
05. Nine Preludes, Op.1 / 5 - Allegro molto impetuoso  
06. Nine Preludes, Op.1 / 6 - Lento mesto   
07. Nine Preludes, Op.1 / 7 - Moderato  
08. Nine Preludes, Op.1 / 8 - Andante ma non troppo   
09. Nine Preludes, Op.1 / 9 - Lento mesto  
10. Variations in B flat, Op.3 / Tema Andantino tranquillo e semplice 
11. Variations in B flat, Op.3 / I: L'istesso  
12. Variations in B flat, Op.3 / II: Agitato   
13. Variations in B flat, Op.3 / III: Andante quasi tempo di mazuka   
14. Variations in B flat, Op.3 / IV: Con moto   
15. Variations in B flat, Op.3 / V: Lento dolce   
16. Variations in B flat, Op.3 /VI: Scherzo: vivace molto  
17. Variations in B flat, Op.3 / VII: Allegro agitato ed energico   
18. Variations in B flat, Op.3 /VIII: Meno mosso:Mesto  
19. Variations in B flat, Op.3 / IX: Tempo di valse:Grazioso   
20. Variations in B flat, Op.3 / X: Andantio   
21. Variations in B flat, Op.3 / XI: Andantio dolce affettuoso  
22. Variations in B flat, Op.3 / XII:Allegro con fuoco  
23. Mazurkas Op.50, Nos. 17-20 / Moderato   
24. Mazurkas Op.50, Nos. 17-20 / Vivace: agitato  
25. Mazurkas Op.50, Nos. 17-20 / Poco vivace   
26. Mazurkas Op.50, Nos. 17-20 / Allegramente con brio  
27. Tow Mazurkas, Op. 62 / Allegretto grazioso  
28. Tow Mazurkas, Op. 62 / Moderato  
29. Valse Romantique   
30. Sonata No. 3, Op. 36 /Presto   
31. Sonata No. 3, Op. 36 /Adagio Mesto   
32. Sonata No. 3, Op. 36 / Assai vivace scherzando
33. Sonata No. 3, Op. 36 /Fuga  

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Martin Roscoe, piano

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

César Franck (1822-1890) - Simphony in D minor, Variation symphoniques, Prelude, choral et fugue, Piano Quintet in F minor e Violin Sonata in A

Cesar Franck foi um extraordinário, talentoso, compositor - um dos maiores do século XIX. Um dos grandes nomes da música do seu século. Penso que ele não alacançou maior notoriedade por viver
em um momento singular da história. Em sua época, imperava o estilo wagneriano. Apesar de se encontrar em suas obras um pouco de Liszt e um pouco de Wagner, Franck possuía uma linguagem muito sua. Era um grande romântico. Nos anos finais de sua vida, conseguiu certa notoriedade por causa da Sinfonia em Ré menor e as Variações Sinfônicas. Este disco duplo traz importantes obras de Franck. Vale a pena audição. Boa apreciação!

César Franck (1822-1890) -

DISCO 01

Simphony in D minor
01. I. Lento - Allegro non troppo
02. II. Allegretto
03. II. Allegretto

Variation symphoniques
04. Variation symphoniques

Prelude, choral et fugue
05. I. Prelude
06. II. Choral
07. III. Fugue

Orchestre du Capitole de Toulouse
Michel Passon, regente (1-4)
Jean-Philippe Collard, piano (4-7)

DISCO 02

Piano Quintet in F minor
01. I. Molto moderato quasi lento - Allegro
02. II. Lento, con molto sentimento
03. III. Allegro non troppo, ma con fuoco

Violin Sonata in A
04. I. Allegretto ben moderato
05. II. Allegro
06.  III. Recitativo-Fantasia (ben moderato)
07.  IV. Allegretto poco mosso

Quartuor Muir (1-3)
 Augustin Dumay, violino (4-7)
Jean-Phippe Collard, piano

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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Flute Quartets

Disco sensacional que faz com que, desde a primeira nota, queiramos ouvi-lo até o fim. Em primeiro lugar temos Mozart e sua musicalidade fácil, com melodias sensíveis e arrebatadoras. O austríaco era alguém para a qual fazer música era algo imensamente fácil. Isso ficou provado pela sua breve vida e pela obra erigida por ele. Um segundo aspecto fica por conta da interpretação de Emmanuel Pahud, com certeza, o maior flaustita da atualidade. Aqui a música de Mozart ganha em clareza e em contornos cristalinos. Disco belíssimo que já estava comigo há três anos. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!


Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) -

Quartett em D für Flöte, Violine, Viola und Violoncello, KV 285
01. Allegro
02. Adagio
03. Rondeau - Allegretto

Quartett in G für Flöte, Violine, Viola und Violoncello, KV 285a
04. Andante
05. Tempo di Menuetto

Quartett in C für Flöte, Violine, Viola und Violoncello, KV Anh.171 (285b)

06. Allegro
07. Thema - Andantino
08. Var. I
09. Var. II
10. Var. III
11. Var. IV
12. Var. V
13. Var. VI

Quartett In A Für Flöte, Violine, Viola Und Violoncello, Kv 298
14. Thema - Andante
15. Var. I
16. Var. II
17. Var. III
18. Var. IV - Thema
19. Menuetto - Trio - Da Capo Menuetto
20. Rondeau - Allegretto Grazioso, Ma Non Troppo Presto, Però Non Troppo Adagio. Così-Così Con Molto Garbo Ed Espessione

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Emmanuel Pahud, flauta
Christoph Poppen, violino
Hariof Schlichtig, viola
Jean-Guihen Queyras, cello


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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Paul Hindemith (1895-1963) - Quartet for Clarinet and Piano Trio, Clarinet Sonata, 3 Leichte Stucke, Clarinet Quintet

Mais um CD formidável da Naxos. Mais música de câmara. Mais um disco com peças para clarinete. E, dessa vez, as músicas me fizeram lembrar as obras de clarinete de Johannes Brahms, que eu amo profundamente. As obras aqui presentes revelam um Hindemith repleto de humor, de qualidades leves, de vivacidade e encanto. Pronto. Gostei. Disco que merece ser ouvido com toda atenção. São obras charmosas, que revelam um Hindemith leve, bem humorado e com um profundo senso de delicadeza. Não deixe de ouvir. Uma boa pareciação!

Paul Hindemith (1895-1963) -

Quartet for Clarinet and Piano Trio
01. I. Massig bewegt   
02. II. Sehr langsam    
03. III. Massig bewegt    

Clarinet Sonata
04. I. Massig bewegt    
05. II. Lebhaft    
06. III. Sehr langsam    
07. IV. Kleines rondo, gemachlich   

3 Leichte Stucke - No. 1. 
08. Massig schnell, munter   
09. No. 2. Langsam    
10. No. 3. Lebhaft   

Clarinet Quintet, Op. 30
11  I. Sehr lebhaft   
12. II. Ruhig    
13. III. Schneller Landler    
14. IV. Arioso, sehr ruhig 
15. V. Sehr lebhaft   

Spectrum Concerts Berlin

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Krzysztof Penderecki (1933-) - Sextet for clarinet, horn, violin, viola, cello & piano, Clarinet Quartet, Three Miniatures for Clarinet and Piano, Divertimento for Solo Cello e Prelude for Solo Clarinet

Muito bom este disco com obras camerísticas do polonês Krzysztof Penderecki, que este ano faz 80 anos. O instrumento em evidência é o clarinete. A principal obra do disco é o Sexteto para clarinete cuja escrita se deu no ano de 2000, ou seja, algo bem recente. Gerlamente, em matéria de música classíca, as composições são antigas. Na verdade, elas são cristalizações daquilo que melhor o gênio humano produziu. Todavia, uma obra como o Sexteto, do mais alto nível de complexidade, que ora nos faz lembrar os humores shostakovichanos, impressiona por ter sido escrita há tão pouco tempo. Talvez, ela seja uma das grandes peças escritas nesse início de século XXI - embora que sua escrita ainda tenha se dado em pleno século XX. As outras obras também são muito boas. Revelam uma faceta do polonês que eu ainda não conhecia. Já estou ouvindo o disco pela segunda vez. Uma boa apreciação!

Krzysztof Penderecki (1933-) - 

Sextet for clarinet, horn, violin, viola, cello & piano (2000)
01. I. Allegro
02. II. Larghetto

Clarinet Quartet (1993)
03  I. Notturno - Adagio  
04. II. Scherzo - Vivacissimo  
05. III. Serenade - Tempo di Valse  
06. IV. Abschied - Larghetto  

Three Miniatures for Clarinet and Piano (1956)
07. I. Allegro 
08. II. Andante cantabile   
09. III. Allegro ma non troppo

Divertimento for Solo Cello (1994) 
10. I. Sarabande  
11. II. Serenade   
12. III. Scherzo  
13. IV. Notturno  

Prelude for Solo Clarinet (1959) 

14. Prelude for Solo Clarinet (1959)  

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terça-feira, 16 de abril de 2013

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Réquiem, KV 626

Ontem, fiz uma post em homenagem a Sir Colin Davis. Postei Vaughan Williams sendo regido por Sir Andrew Davis. Hoje, apresento o próprio Colin Davis regendo o belo e comovente Réquiem de Mozart. Ouvi há pouco e gostei da interpretação. A obra me pareceu mais solene, mais evocativa com Davis. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 

Réquiem, KV 626
01. I. Introitus Requiem aeternam
02. II.Kyrie
03. III. Sequentia Dies irae
04. Tuba mirum
05. Rex Tremendae majestatis
06. Recordare
07. Confutatis
08. Lacrimosa
09. IV. Offertorium Domine Jesuc Christe
10. Hostias
11. V. Sanctus
12. VI. Benedictus
13. VII. Agnus Dei
14. VIII. Communio Lux aeterna

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BBC Symphony Orchestra
Sir Colin Davis, regente

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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) - Fantasia on a theme by Thomas Tallis, Job - A Masque for Dancing, Serenade to Music e Symphony No.9 in E minor

Fiquei sabendo, ontem, pelos manos do PQP Bach que o regente inglês Sir Colin Davis morreu aos 85 anos de idade. Lamentável. Davis foi um dos maiores regentes Terra da Rainha de todos os tempos. Há quem goste do Barbirolli com maior força - meu caso - ou de Sir Adrian Boult. Mas Davis fez uma bela contraparte. Resolvi fazer uma homenagem ao grande regente com este broadcasting, gravado no Royal Albert Hall, Londres, em 26 de agosto, de 2008. O registro ao vivo traz outro regente inglês, Sir Andrew Davis, conduzindo o também bretão compositor Ralph Vaughan Williams - muito querido por este que escreve. Pelo menos duas das obras aqui postadas, a bela "Fantasia sobre um tema de Thomas Tallis" e a "Serenata à música", estão entre as obras mais belas escritas por um compositor no século XX. Simplesmente capaz de fazer chorar. A música possui uma mística inebriante. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!
des maestro inglês e trazer este belo

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) - 

Fantasia on a theme by Thomas Tallis
01. Fantasia on a theme by Thomas Tallis

Job - A Masque for Dancing
02. Job - A Masque for Dancing

Serenade to Music
03. Serenade to Music

Symphony No.9 in E minor
04. Symphony No.9 in E minor

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BBC Symphony Orchestra
Sir Andrew Davis, regente
Sarah Tynan, Elizabeth Atherton, Sophie Bevan, Rachel Nicholls, sopranos
Allison Cook, Louise Poole, Julia Riley, Catherine Hopper, mezzo-sopranos
Ed Lyon, Joshua Ellicott, Peter Wedd, Nicholas Sharratt, tenors
Mark Stone, Darren Jeffery, George von Bergen,Tim Mirfin, basses

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domingo, 14 de abril de 2013

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - The Sonatas for piano anda Violin

Para muitos, esta interpretação das sonatas para violino e piano de Beethoven com Arthur Grumiaux e Clara Haskil, é uma das melhores que já foram realizadas. E isso se dá tanto no plano estético da qualidade da interpreção, quanto no quesito duo. Certamente, Grumiaux e Haskil formaram uma dupla antológica. O som do piano de Haskil e a sonoridade do violino de Grumiaux possuem uma mística, uma clareza, uma beleza únicos. Essa elegância interpretativa não se deu apenas com Beethoven. Se deu também com Mozart. O fato é que com a dupla, a musicalidade de Beethoven é realçada. O lirismo do compositor de Bonn se torna mais claro. Quem aprecia de uma boa gravação tem aqui um excelente motivo para gostar desse CD. Não deixe de ouvir. Uma boa pareciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -

DISCO 01

Sonatas (3) para violino e piano, op. 12
01. No. 1 in D major. 1. Allegro con brio
02. No. 1 in D major. 2. Tema con variazioni: Andante con moto
03. No. 1 in D major. 3. Rondo: Allegro
04. No. 2 in A major. 1. Allegro vivace
05. No. 2 in A major. 2. Andante più tosto allegretto
06. No. 2 in A major. 3. Allegro piacevole
07. No. 3 in E flat major. 1. Allegro con spirito
08. No. 3 in E flat major. 2. Adagio con molt'espressione
09. No. 3 in E flat major. 3. Rondo: Allegro molto

Sonata for violin & piano No. 4 in A minor, Op. 23

10. 1. Presto
11. 2. Andante scherzoso, più allegretto
12. 3. Allegro molto

DISCO 02


Sonata for violin & piano No. 5 in F major ("Spring"), Op. 24
01. 1. Allegro
02. 2. Adagio molto espressivo
03. 3. Scherzo: Allegro molto
04. 4. Rondo: Allegro ma non troppo

Sonatas (3) for violin & piano, Op. 30
05. No. 6 in A major: 1. Allegro
06. No. 6 in A major: 2. Adagio
07. No. 6 in A major: 3. Allegretto con variazioni
08. No. 7 in C minor: 1. Allegro con brio
09. No. 7 in C minor: 2. Adagio cantabile
10. No. 7 in C minor: 3. Scherzo: Allegro
11. No. 7 in C minor: 4. Finale: Allegro

DISCO 03


Sonatas (3) for violin & piano, Op. 30
01. No. 8 in G major: 1. Allegro assai
02. No. 8 in G major: 2. Tempo di minuetto, ma molto moderato e grazioso
03. No. 8 in G major: 3. Allegro vivace

Sonata for violin & piano No. 9 in A major ("Kreutzer"), Op. 47
04. 1. Adagio sostenuto - Presto
05. 2. Andante con variazioni
06. Variation 1
07. Variation 2
08. Variation 3
09. Variation 4
10. Coda: Molto adagio
11. 3. Finale: Presto

Sonata for violin & piano No. 10 in G major ("The Cockcrow"), Op. 96
12. 1. Allegro moderato
13. 2. Adagio espressivo -
14. 3. Scherzo: Allegro
15. 4. Poco allegretto

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Arthut Grumiaux, violino
Clara Haskil, piano


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sábado, 13 de abril de 2013

Rafael Kubelik conducts Great Symphonies - Robert Schumann (1810-1856) - Symphonies 3 e 4, Ouverture Manfred; Anton Bruckner (1824-1896) - Symphonies 3 & 4; e Richard Wagner (1813-1883) - Siegfried-Idyll (CDs 5, 5 e 7 de 7 - final)

Vamos aos três últimos CDs dessa caixa com sinfonias regidas por Rafael Kubelik. Os três últimos CDs trazem três compositores românticos - três bons românticos. Com certeza que o mais chatinho deles é o Wagner. Schumann e Bruckner são expressões bem agradáveis desse momento tão especial da história da música. Em matéria de monumentos sinfônicos, Bruckner foi bem maior que Schumann. Não há o que argumentar ou discutir. Mas o alemão possui a sua importância. O disco 5 traz a sua bela Sinfonia no. 3, "Renana". De Anton Bruckner, destaco a fantástica Sinfonia número 4, "Romântica". Não deixe e ouvir. Uma boa apreciação!

DISCO 01

Robert Schumann (1810-1856) -  


Sinfonie Nr. 3 in Es-Dur, Op. 97 "Rheinische"
01.  1. Lebhaft
02.  2. Scherzo. Sehr m..ig
03. 3. Nicht schnell
04. 4. Feierlich
05. 5. Lebhaft

Sinfonie Nr. 4 in d-Moll, Op. 120
06. 1. Ziemlich langsam - Lebhaft -
07. 2. Romanze. Ziemlich langsam -
08. 3. Scherzo. Lebhaft -
09.  4. Langsam - Lebhaft

Manfred Ouvertüre, Op. 115 in Es-Dur
10. Manfred Ouvertüre, Op. 115 in Es-Dur

DISCO 02


Anton Bruckner (1824-1896) -

Sinfonie Nr. 3 in d-Moll
01.  I. Mehr langsam, Misterioso
02. II. Adagio, bewegt, quasi Andante
03. III. Ziemlich schnell
04. IV. Allegro

Richard Wagner (1813-1883) -

Siegfried-Idyll
05. Siegfried-Idyll

DISCO 03

Anton Bruckner (1824-1896) -
 
Sinfonie Nr. 4 in Es-Dur "Romantische"
01. I - Bewegt, Nicht Zu Schnell
02. II - Andante Quasi Allegretto
03. III - Scherzo_ Bewegt; Trio
04.  IV - Finale_ Bewegt, Doch Nicht Zu Schnell

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Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunks
Rafael Kubelik, regente

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Gabriel Fauré (1845-1924) - Pelléas et Mélisande, Op.80, Après un Rêve op.7, no.1, Pavane, Op.50, Elégie, Op.24 e Dolly, Op.56

Pensei em postar este disco ontem à noite, mas o cansaço me derrubou. Volto agora, revigorado, para fazê-lo. Neste disco temos a obra-prima do francês Gabriel Fauré. O compositor pode ter antecipado a modernidade em muito com a sua linguagem suave, impressionista e agradável. É curioso como Fauré consegue combinar, em sucessão, melodias tão belas. Fauré é música para a beatitude; para a contemplação de paisagens idílicas, suavemente idílicas. Ozawa à frente da Sinfônica de Boston, dá-nos uma excelente gravação. Aqui ele mostra uma faceta de sua carreira que eu ainda não conhecia - conduzir música suave. Sempre o vi regendo música marcial - Bruckner, Mahler, Beethoven, Tchaikovsky. Ozawa com este CD nos prova a sua versatilidade. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Gabriel Fauré (1845-1924) -

Pelléas et Mélisande, Op.80*
01. 1. Prélude. Quasi Adagio
02  2. Fileuse. Andantino quasi Allegretto
03. Chanson de Mélisande
04. 4. Sicilienne
05. 6. Molto adagio

Après un Rêve op.7, no.1**
06. Après un Rêve op.7, no.1

Pavane, Op.50
07. Pavane, Op.50

Elégie, Op.24**
08. Molto adagio

Dolly, Op.56
09. 1. Berceuse
10. 2. Mi-A-Ou
11. 3. Le Jardin de Dolly
12. 4. Kitty-Valse
13. 5. Tendresse
14. 6. Le pas Espagnol

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Boston Symphony Orchestra
Tanglewood Festival Chorus
(chorus master: John Oliver)
Seiji Ozawa, regente
Lorraine Hunt, Soprano*
Jules Eskin, Cello**

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Alexander Glazunov (1865-1936) - The Complete Solo Piano Music - vol. 2

Vamos a mais um CD, do total de quatro, dessa caixa agradável. Aqui temos um Glazunov bem romântico. O que deve ser ressaltado no disco é a perfomance de Stephen Coombs. Fantástica! Torna a música do russo mais clara, límpida e fresca como um regato. Glazunov faz juz ao epíteto de "Brahms russo". Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Alexander Glazunov (1865-1936) - 

Three Études, Op. 31
01. Allegro
02. Allegro
03. Noite: Allegretto Quasi Andantino


Two Pieces, Op. 22
04. Barcarola
05. Novela

Trois Morceaux, Op. 49
06. Prelúdio
07. Caprice-Impromptu
08. Gavota
 
Nocturne op. 37
09. Nocturne op. 37

Miniatura Em C
10. Miniatura Em C

Sonata Fácil
11. Sonata Fácil

Sonatina
12. Sonatina
 
Two prelude-improvisations
13. Lento patetico - Andantino Quasi Allegretto
14. Andante Mesto

Theme and variations, Op. 72
15. Tema: Andante
16. Variação 1: Piu Mosso
17. Variação 2: L'istesso Tempo
18. Variação 3: Andante
19. Variação 4: Piu Poco Mosso
20. Variação 5: Sostenuto Andante
21. Variação 6: Largo
22. Variação 7: Allegro
23. Variação 8: Vivo
24. Variação 9: Tranquillo Adagio
25. Variação de 10: Allegro Assai
26. Variação 11: Allegretto
27. Variação 12: Sostenuto Andante
28. Variação 13: Allegro
29. Variação 14: Andante Tranquillo
30. Variação 15: Finale - Allegro Moderato

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Stephen Coombs, piano

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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Johannes Brahms (1833-1897) - Cello Sonata No.1 in E minor Op.38, Cello Sonata No.2 in F major Op.99, Antonín Dvorak (1841-1904) - Waldesruhe Op.68 No.5 etc e Josef Suk (1874-1935) - Ballade in D minor Op.3 No.1

Excelente disco. Traz três compositores de tradição essencialmente romântica - Brahms, Dvorak e Suk. O destaque fica por conta das sonatas números 1 e 2 de Brahms para piano e cello. Simplesmente, duas das obras mais belas e delicadas do repertório brahmsiano. A primeira, por exemplo, como era de praxe, Brahms levou três anos para compor - 1862 a 1865. A segunda, por sua vez, foi escrita mais de 20 anos depois, em 1886. Brahms era assim: matutava, adiava, burilava aquilo que escrevia. Era módico. Mas quando "a coisa" ficava pronta era, simplesmente, a exatificação da perfeição. Vale mencionar que a Sonata número 2 é de uma beleza indescrítivel. O celista é Stephen Isserlis, um dos melhores da atualidade - maduro, experiente, exato. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - 

Cello Sonata No.1 in E minor Op.38
01. I. Allegro non troppo
02. II. Allegretto quasi menuetto
03.  III. Allegro

Antonín Dvorak (1841-1904) - 

Waldesruhe Op.68 No.5
04. Waldesruhe Op.68 No.5

Rondo in G minor Op.94
05. Rondo in G minor Op.94

Josef Suk (1874-1935) - 

Ballade in D minor Op.3 No.1
06. Ballade in D minor Op.3 No.1

Serenade in A major Op.3 No.2
07. Serenade in A major Op.3 No.2

Johannes Brahms (1833-1897) -

Cello Sonata No.2 in F major Op.99
08. I. Allegro vivace
09. II. Adagio affettuoso
10. III. Allegro passionato
11. IV. Allegro molto

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Steven Isserlis, cello
Stephen Hough, piano

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Johannes Brahms (1833 - 1897) - Violin Concerto in D, Op.77 e Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 4, Op. 43

Dois broadcastings muito bons! No primeiro, temos Brahms - sempre essencial. Um dos compositores que sempre afirma algo a mais para mim. O compositor alemão é uma necessidade desse melômano diletante. Aqui temos o seu belo, lírico e sublime concerto para violino. A outra obra é a raivosa Sinfonia no. 4, de Shostakovich. Enquanto Brahms nos insere em um mundo de linguagem romântica, Shostakovich nos coloca ante o conflito. A Sinfonia no. 4 foi escrita na década de 30 do século XX, período em que a União Soviética vivia os "expurgos stalinistas". O compositor experimentara um período de dissabor por causa da estreia de sua ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtzensk.  O camarada Stálin a reprovara. Shosta não ficou inamovível diante disso. Escreveu esse trabalho tão direto em sua mensagem. Não deixe de ouvir. A regência fica a cargo de Valery Gergiev. Uma boa pareciação!

Johannes Brahms (1833 - 1897) - 

Violin Concerto in D, Op.77
1. 1. Allegro non troppo
2. 2. Adagio
3. 3. Allegro giocoso, ma non troppo vivace - Poco più presto

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - 

Sinfonia No. 4, Op. 43
04. I. Allegretto poco moderato-Presto-(
05. II. Moderato con moto
06. III. Largo-Allegro

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Vienna Philharmonic Orchestra
Valery Gergiev, regente
 Nikolaj Znaider, violino


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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Sergei Rachmaninov (1873-1943) - Symphonic Dances, Op. 45, The Isle of the Dead · Die Toteninsel, Op.29 e The Rock · Der Fels, Fantasy Op.7

Disquinho prazeroso. Traz duas das peças "ouvíveis", ao meu modo de ver, do repertório rachmaninoviano. Não vou falar mal do compositor. Ele possui os seus méritos. Era um grande pianista. Possui obras de fino trato e grande delicadeza. É o caso de sua Sinfonia no. 3, que gosto bastante e os seus belos Prelúdios para piano. Mas neste disco, temos duas belas obras orquestrais - as Danças Sinfônicas e o poema sinfônico A ilha dos mortos. A regência fica a cargo do jovem maestro Vasily Petrenko. Disco com 5 estrelas na Amazon. Bom sinal! Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Sergei Rachmaninov (1873-1943) -

Symphonic Dances, Op. 45
01.  I. Non allegro
02. II. Andante con moto
03. III. Lento assai

The Isle of the Dead · Die Toteninsel, Op.29
04. The Isle of the Dead · Die Toteninsel, Op.29

The Rock · Der Fels, Fantasy Op.7
05. The Rock · Der Fels, Fantasy Op.7

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Royal Liverpool Philharmonic Orchestra
Vasily Petrenko, regente


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terça-feira, 9 de abril de 2013

Louis Hector Berlioz (1803-1869) - Symphonie fantastique, op. 14 e Franz Liszt (1811-1886) - Les Prédudes

Não sou um admirador da música de Hector Berlioz. Acho-o sem atrativos, embora tenha sido um importante compositor da tradição romântica. Abro uma exceção para o seu trabalho mais conhecido, a Sinfonia Fantástica, que possui atrativos e qualidades. Mais atraente, ao meu modo de ver, é a obra de Liszt, Os Prelúdios, encontrada aqui também. Possui um colorido e uma força impressa por uma vazão orquestral muito bonita. O regente é Sir Georg Solti. Simplesmente, um dos maiores regentes do século passado. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Louis Hector Berlioz (1803-1869) -

Symphonie fantastique, op. 14

01. 1. Revenes
02. 2. Un bal
03. 3. Scène aux champs
04. 4. Marche au supplice
05. 5. Songe d'une nuit du sabbat

Franz Liszt (1811-1886) -

Les Prédudes
06. Les Prédudes


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Chicago Symphony Orchestra
Sir George Solti, regente

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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Gustav Mahler (1860-1911) - Symphony No. 1 in D major - "Titã"

As sinfonias de Mahler são aqueles eventos singulares, sempre a nos convidar para algo grandioso. E o que dizer de sua Titã? Certamente um dos mais fascinantes trabalhos que já foram escritos até hoje. É curioso e apaixonante perceber como o trabalho começa - tão grávido, tão latentemente desesperado pela vida; trazendo grandes expectativas. E aos poucos uma paisagem repleta de sátiros e bufões ganha a cena. Mas, aos poucos, aquela expectativa de triunfo e força retorna. E aí tem início o fantástico quarto movimento - força, agonia, desespero, tempestades, grandeza. Adoro este trabalho. É a minha sinfonia preferida entre as que Mahler compôs, juntamente com a número 5. A interpretação com Evgeny Svetlanov é muito boa. Svetlanov e a Russian State Symphony Orchestra fizeram excelentes gravações. Aqui temos mais uma. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Gustav Mahler (1860-1911) - 

Symphony No. 1 in D major
01. I. Langsam, schleppend
02. II. Kraftig, bewegt
03. III. Feierlich und gemessen, onhe zu schleppen
04. IV.Sturmich, bewegt

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Russian State Symphony Orchestra
Evgeny Svetlanov, regente


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