quinta-feira, 31 de maio de 2012

Zoltán Kodaly (1882-1967) - Peacock Variations, Dances of Marosszék, Concerto for Orchestra, Symphony

Não sou muito de atender pedidos, mas uma vez ou outra, acabo cedendo porque ninguém é de ferro! Dessa vez, resolvi postar Zoltan Kodaly, esse húngaro importante para a música de seu país e do século XX - e que nunca havia aparecido por aqui. Kodaly foi um importante pesquisador musical. Segundo o compositor, as emoções e o intelecto podem ser trabalhados por intermédio dessa dimensão tão importante, a saber, a música. Por conta disso, Kodaly entendia que a música deveria estar acessível a todos sem que perdesse, claro, a qualidade. Ou seja, tratava-se de produzir música de qualidade para que todos pudessem ouvir. Por conta disso, o compositor empreendeu uma importante pesquisa musical que tinha por base a música folclórica do seu paí. Neste CD duplo, temos as principais obras orquestrais do compositor. Algo verdadeiramente de boa qualidade. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Zoltán Kodaly (1882-1967) - Peacock Variations, Dances of Marosszék, Concerto for Orchestra, Symphony

DISCO 01

01. Háry János / Prelude: The Fairy Tale Begins   
02. Háry János / Viennese Musical Clock   
03. Háry János / Song    
04. Háry János / The Battle and Defeat of Napoleon    
05. Háry János / Intermezzo    
06. Háry János / Entrance of the Emperor and his court    
07. Dances of Galánta / Lento - Andante Maestoso    
08. Dances of Galánta / Allegretto moderato - Andante maestoso  
09. Dances of Galánta / Allegro con moto, grazioso - Andante maestoso    
10. Dances of Galánta / Allegro - Poco meno mosso  
11. Dances of Galánta / Allegro vivace - Andante maestoso - Allegro molto vivace   
12. The Peacock / Theme: Moderato  
13. The Peacock / Variations I - VI    
14. The Peacock / Variations VII - X   
15. The Peacock / Variations XI - XII  
16. The Peacock /  Variations XIII - XVI   
17. The Peacock / Finale: Vivace  
18. Dances of Marosszék  

DISCO 02

01. Theatre Ouverture    
02. Concerto for Orchestra   
03. Summer Evening    
04. Symphony in C -I- Allegro    
05. Symphony in C -II- Andante moderato   
06. Symphony in C -III- Vivo   

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Philharmonia Hungarica
Antal Dorati, regente


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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908) Scheherazade, op. 35 e Capricho Espanhol, Op. 34

Rimsky-Korsakov foi um extraordinário orquestrador. Poucos compositores souberam criar obras de maneira tão elegante quanto ele. Ele explora um determinado efeito em suas obars orquestrais que nos passa a impressão de que um massa sonora vem de encontro ao nosso peito. Sua Scheherazade está entre as obras mais belas que existem. Korsakov apesar de possuir dentro de si toda aquela dimensão particular do homem russo, captou de maneira genial aquela carga sui generis da cultura árabe quando escreveu Scheherazade. A outra obra é o Capricho Espanhol, obra cuja beleza também deve ser relevada. Korsakov gostava desses colóquios culturais. Que bom! Graças a isso, nós que apreciamos uma boa música, podemos nos inebriar com tamanhas produções. A regência fica a cargo de Vladimir Fedoseyev, um excelente maestro daqueles rincões russos misteriosos. Gravação extraordinária! Abraços musicais!

Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908) 

Scheherazade, op. 35
01. The Sea and Sindbad's Ship
02. The Story of the Kalender Prince
03. The Young Prince and the Young Princess
04. Festival at Baghdad, The Sea, The Sh...

 Capricho Espanhol, Op. 3405. Alborada
06. Variazioni
07. Alborada
08. Scena e canto gitano
09. Fandango asturiano

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The USSR TV and Radio Large Symphony Orchestra
Vladimir Fedoseyev, regente


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Bela Bartok - Rhapsodies Nos.1 & 2, Andante, Piano Quintet

Ainda não conhecia essas peças de Bartok. Ouvi enquanto trabalhava aqui no computador ainda há pouco. São peças que possuem todo aquela versatilidade típica do compositor húngaro. Obras que expressam a paixão do compositor pela sua terra. Trata-se de obras folclóricas. Mas traz uma linguagem complexa, densa, de grande beleza. E a próposito: Béla Bartok tem aparecido com certa recorrência por aqui nos últimos dias. E esperem que, com certeza, muita coisa boa do compositor ainda vai brotar nos próximos dias. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Bela Bartok - Rhapsodies Nos.1 & 2, Andante,  Piano Quintet

Rhapsody No.1
01. I. Prima parte "Iassu"- Moderato  
02. II. Seconda Parte "friss"- Allegretto moderato 

Rhapsody No.2
03. I. Prima parte "lassu"- Moderato 
04. Seconda parte "friss"- Allegro moderato
   
Andante (1902)   
05. Andante (1902)   

Piano Quintet*
06. I. Andante  
07. II. Vivace (Scherzando)
08. III. Adagio  
09. IV. Poco a poco piu vivace 

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Kodaly Quartet*
György Pauk, violin
Jenó Jandó, piano

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terça-feira, 29 de maio de 2012

Johann Sebastiam Bach (1685-1750) - 4 Orchestral Suites

Maravilhoso CD este que acabo de postar. Traz a música mágica, re-energizante de um dos humanos mais geniais e incríveis que já existiram. Ouvir Bach é ser remetido aos momentos mais fecundos que a vã espécie humana já pode conceber. Lido todos os dias com pessoas: há aquelas que são maravilhosas e outras que são completamente dispesáveis; há os que nos fazem rir e há aqueles que são ásperos e insensíveis por natureza. No fundo eu sei que todos eles são homens e quando lidamos com os homens chegamos à conclusão de Marx: "Nada que vem do homem deve nos impressionar". Ou seja, do homem tudo é possível - desde a solidariedade mais profunda à arrogância mais descabida. Mas Bach, esse gigante, esse misto de deus com hoemens, prega-nos uma peça. Deixa-nos com aquela impressão de que tudo que vem do homem é realmente bom. Hoje foi um dia cansativo, opressivo, após dez aulas extenuantes e após pegar para casa um metrô lotado e que estragou no meio do caminho, restou-me a desolação e a irritação. Cheguei à minha casa com o ânimo arrefecido. Mas decidi ouvir Bach, pois sei que ouvi-lo é, em linguagem bíblica, "repousar em pastos verdejantes"; em águas tranquilas e de horizontes amplos. A gravação realmente primorosa é realizada por Nikolaus Harnoncourt, um dos maestros da atualidade que mais admiro. Boa apreciação energizante!

Johann Sebastiam Bach (1685-1750) - 4 Orchestral Suites

DISCO 01

01. Suite (Overture) No. 1 In C Major, BWV 1066: Ouverture
02. Suite (Overture) No. 1 In C Major, BWV 1066: Courante
03. Suite (Overture) No. 1 In C Major, BWV 1066: Gavotte l – Gavotte ll
04. Suite (Overture) No. 1 In C Major, BWV 1066: Forlane
05. Suite (Overture) No. 1 In C Major, BWV 1066: Menuet l – Menuet ll
06. Suite (Overture) No. 1 In C Major, BWV 1066: Bourree l – Bourree ll
07. Suite (Overture) No. 1 In C Major, BWV 1066: Passepied l – Passepied ll
08. Suite (Overture) No. 2 In B Minor, BWV 1067: Ouverture
09. Suite (Overture) No. 2 In B Minor, BWV 1067: Rondeau
10. Suite (Overture) No. 2 In B Minor, BWV 1067: Sarabande

DISCO 02


01. Suite (Overture) No. 3 In D Major, BWV 1068: Ouvertüre
02. Suite (Overture) No. 3 In D Major, BWV 1068: Air
03. Suite (Overture) No. 3 In D Major, BWV 1068: Gavotte I – Gavotte II
04. Suite (Overture) No. 3 In D Major, BWV 1068: Bourree
05. Suite (Overture) No. 3 In D Major, BWV 1068: Gigue
06. Suite (Overture) No. 4 In D Major, BWV 1069: Ouverture
07. Suite (Overture) No. 4 In D Major, BWV 1069: Bourree I – Bourree II
08. Suite (Overture) No. 4 In D Major, BWV 1069: Gavotte
09. Suite (Overture) No. 4 In D Major, BWV 1069: Menuet I – Menuett II
10. Suite (Overture) No. 4 In D Major, BWV 1069: Rejouissance

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Concetus Musicus Wien
Nikolaus Harnoncourt, regente

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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Richard Strauss (1864-1949) - Also Sprach Zarathustra e Ein Heldenleben

É muito bom ouvir Richard Strauss. Seus poemas sinfônicos estão para além de qualquer compreensão. São belos. Densos. Trágicos. Tira-nos da inércia e nos colocam num mundo no qual os ideais passam a ser a grande objetivo da existência. Gosto de Strauss ainda por conta dessa força que brota da tradição wagneriana e constrói um universo orquestral suntuoso. Neste post temos uma gravação primorosa com o grande regente Fritz Reiner. O CD traz dois dos seus poemas sinfônicos mais expressivos - Assim falou Zaratustra e Vida de Herói, um das obras do compositor que mais aprecio. Vale a pena ouvir. Gravação impecável! Boa apreciação!

Richard Strauss (1864-1949) - Also Sprach Zarathustra e Ein Heldenleben

01. Introduction
02. Of the inhabitans of the unseen world
03. Of the great longing
04. Of joys and passions
05. Dirge
06. Of sience
07. The convalescent
08. Dance Song and Night Song
09. Night Wanderer`s Song
10. The hero
11. The hero`s adversaries
12. The hero`s companion
13. The hero`s battlefield
14. The hero`s works of peace
15. The hero`s retreat from the world and fulfillment

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Chicago Symphony
Fritz Reiner, regente


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domingo, 27 de maio de 2012

Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony No.3 in F, Op.90 e Alto Rhapsody, op. 53 (CD 3 de 4)

A Terceira Sinfonia de Brahms é uma das coisas mais espantosas que conheço. Os acordes iniciais do primeiro movimento são de uma explosão, de um profundo acento de seriedade trágica. Esse trabalho é do ano de 1883, seis anos após o compositor alemão ter terminado a maravilhosa Segunda Sinfonia. Brahms não se preocupava muito em compor em larga escala como se dera com Haydn ou Mozart. Parece que nesse hiato temporal, Brahms reservava energia e a concentrava em paroxismos sinfônicos, em obras densas e atordoantes. A Primeira Sinfonia é do ano de 1857 e a sua Quarta é do ano de 1885. Ou seja, o sujeito levou quase trinta anos para compor quatro sinfonias. Cada uma de suas sinfonias é capaz de destruir com os humores que possui uma galáxia inteira tal é a energia armazena e a força que dispensa. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony No.3 in F, Op.90

01. 1. Allegro con brio - Un poco sostenuto - Tempo I
02. 2. Andante
03. 3. Poco allegretto
04. 4. Allegro

Alto Rhapsody, op. 53
05. Alto Rhapsody, op. 53

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Philadelphia Orchestra
Riccardo Muti, regente

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Bela Bartok (1881-1945) - Violin Concerto No. 1, BB 48a, Violin Concerto No. 2, BB 117 e Viola Concerto, BB 128 (Completed By Tibor Serly, 1949)

Fenomenal CD com três peças de Béla Bartok, um dos maiores compositores de todos os tempos. Os dois concertos para violino e orquestra são de grande visceralidade. O número 2 provoca arrepios na espinha. Há neste CD um conjunto fantástico de músicos jovens, mas com grande habilidade e um profundo senso de responsabilidade para com obras grandiosas e de difícil execução. O maestro italiano Noseda tem realizado boas gravações à frente da BBC Philharmonic. Também gostei de James Ehnes no violino e na viola. Maravilhoso trabalho! Bartok não é compositor fácil. É preciso saber ouvi-lo. Mas que música, meus amigos!!!

Bela Bartok (1881-1945) - Violin Concerto No. 1, BB 48a, Violin Concerto No. 2, BB 117 e Viola Concerto, BB 128 (Completed By Tibor Serly, 1949)

Violin Concerto No. 1, BB 48a
01. I. Andante Sostenuto
02. II. Allegro Giocoso

Violin Concerto No. 2, BB 117
03. I. Allegro Non Troppo
04. II. Andante Tranquillo
05. III. Allegro Molto

Viola Concerto, BB 128 (Completed By Tibor Serly, 1949)
06. I. Moderato
07. II. Adagio Religioso
08. III. Allegro Vivace

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BBC Philharmonic
Gianandrea Noseda, regente
James Ehnes, viola e violino


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sábado, 26 de maio de 2012

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Concertos para piano e orquestra Nos. 24, 25, 26 e 27 (CDs 8 e 9 de 9 - final)

Chegamos finalmente ao fim de mais uma caixa fenomenal com os concertos de Mozart para piano e orquestra. Algo realmente sensacional. Apesar dos percalços, logramos êxito com o empreendimento. Pretendo repostar os outros CDs que estão com os links inativos o mais rápido possível. Decidi a partir de hoje variar os links. Rebri uam conta no Mediafire. Postarei também no Jumbofiles e Filepost; deixarei links em torrents para quem quiser baixar. Peço apenas para que quando você baixar o link em torrent, não tire o arquivo de maneira rápida do seu computador. Isso permitirá que o link permaneça ativo por mais tempo e outras pessoas possam baixar sem maiores delongas. Sigamos com o nosso empreedimento um tanto quixotesco e viciante. Abraços!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 

DISCO 01

Piano Concerto No. 24 in C minor, k. 491
01. Allegro 
02. Larghetto
03. Allegretto

Piano Concerto No. 25 in C major, K. 503
04. Allegro maestoso
05. Andante
06. Allegretto

DISCO 02

Piano Concerto No. 26 in D major, K. 537 "Coronation"
01. Allegro 
02. Larghetto
03. Allegretto

Piano Concerto No. 27 in flat major, K. 595
04. Allegro
05. Alrghetto
06. Allegro

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Camerata Academica des Mozarteums Salzburg
Sándor Végh, regente
András Schiff, piano


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sexta-feira, 25 de maio de 2012

The Pollini Edition - Arnold Schoenberg (1874-1951) - The solo piano music e Piano Concerto; Anton Webern (1883-1945) - Variations, Op. 27 (CD 11 de 13)

Mais um CD pollinizante. E este é um baita CD. Traz peças de uma profundidade e de um tom etéreo notável. E o maravilhoso concerto para piano de Schoenberg, uma das obras que mais admiro. Outro compositor é Webern, que foi discípulo do mesmo Schoenberg. Com o último problema que tivemos, tentarei re-upar os links perdidos. Por enquanto, não deixe de ouvir este baita CD. Uma boa apreciação!

Arnold Schoenberg (1874-1951) -

01 - Three Piano Pieces Op.11 -I- Masig
02 - Three Piano Pieces Op.11 -II- Masige Achtel
03 - Three Piano Pieces Op.11 -III- Bewegt
04 - Six Little Piano Pieces Op.19 -I- Leicht, zart
05 - Six Little Piano Pieces Op.19 -II- Langsam
06 - Six Little Piano Pieces Op.19 -III- Sehr langsame Viertel
07 - Six Little Piano Pieces Op.19 -IV- Rasch, aber leicht
08 - Six Little Piano Pieces Op.19 -V- Etwas rasch
09 - Six Little Piano Pieces Op.19 -VI- Sehr langsam
10 - Five Piano Pieces Op.23 -I- Sehr langsam
11 - Five Piano Pieces Op.23 -II- Sehr rasch
12 - Five Piano Pieces Op.23 -III- Langsam
13 - Five Piano Pieces Op.23 -IV- Schwungvoll
14 - Five Piano Pieces Op.23 -V- Walzer
15 - Suite for Piano Op.25 -I- Praludium - Rasch
16 - Suite for Piano Op.25 -II- Gavotte. Etwas langsam
17 - Suite for Piano Op.25 -III- Musette. Rascher
18 - Suite for Piano Op.25 -IV- Gavotte da capo
19 - Suite for Piano Op.25 -V- Intermezzo
20 - Suite for Piano Op.25 -VI- Menuetto. Moderato
21 - Suite for Piano Op.25 -VII- Gigue. Rasch
22 - Piano Piece Op.33a - Masig
23 - Piano Piece Op.33b - Masig langsam
24 - Concerto for Piano and Orchestra -I- Andante
25 - Concerto for Piano and Orchestra -II- Molto allegro
26 - Concerto for Piano and Orchestra -III- Adagio
27 - Concerto for Piano and Orchestra -IV- Giocoso (moderato

Anton Webern (1883-1945) -

28 - Variations for Piano Op.27 -I- Sehr masig
29 - Variations for Piano Op.27 -II- Sehr schnell
30 - Variations for Piano Op.27 -III- Ruhig fliessend

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Berliner Philharmoniker
Claudio Abbado, regente
Maurizio Pollini, piano

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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Bela Bartok (1881-1945) - The 6 String Quartets

Os quartetos de cordas de Bartok são uma das coisas mais espantosas que já foram compostas em todos os tempos. Gosto bastante desses quartetos e é algo que deve constar na musicoteca de qualquer amante da boa música. É um dos eventos que marcaram a música do século XX. Talvez estes quartetos se insiram naquela categoria alta dos últimos quartetos de cordas de Beethoven, com toda aquela capacidade etérea e de linguagem ríspida e fulminante. Bartok restaura ou mantem viva aquela tradição dos grandes compositores de quartetos de cordas: Beethoven, Brahms, Schubert e até mesmo Mendelssohn. O compositor constrói genialmente uma galáxia de sons e possibilidades interestelares nessas seis obras. Lamento-me muito, pois já deveria ter postado alguma versão desses quartetos. A melhor gravação dos quartetos de Bartok para muitos é a realizada pelo Tákacs Quartet. Mas a interpretação do Emerson também é muito boa. Está entre aquelas gravações de ponta. Não deixe de ouvir. Bartok suspende-nos no ar. Arrebata-nos com essa musicalidade diferente de tudo o que há.

Bela Bartok (1881-1945) - The 6 String Quartets

DISCO 01

String Quartet No.1 Op.7, Sz40
01. I. Lento - attacca    
02. II. Poco a poco accelerando all'Allegretto    
03. III. Allegro vivace  

String Quartet No.3, Sz85
04. I. Prima parte   
05. II. Seconda parte    
06. III. Coda. Allegro molto  

String Quartet No.5, Sz102
07. I. Allegro  
08. II. Adagio molto  
09. III. Scherzo. Alla bulgarese    
10. IV. Andante    
11. V. Finale. Allegro vivace  

DISCO 02

String Quartet No.2, op.17 (1915-7) 
01.  1. Moderato   
02.  2. Allegro molto capriccioso   
03.  3. Lento   

String Quartet No.4 (1928)
04. 1. Allegro   
05. 2. Prestissimo, con sordino   
06. 3. Non troppo lento    
07. 4. Allegretto pizzicato   
08. 5. Allegro molto  

String Quartet No.6 (1939) 
09. 1. Mesto - Più mosso, pesante - Vivace    
10. 2. Mesto - Marcia    
11. 3. Mesto - Burletta  
12. 4. Mesto   

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Emerson String Quartet


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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Gustav Mahler (1860-1911) - Symphony No. 5 in C sharp minor

Como sou apaixonado por Mahler e por sua Sinfonia no. 5, restou-me postar com o máximo possível de incentivo  à audição. Gravação primorosa. Regente espetacular e uma sinfonia que fala, fala muito. Eloquentemente assustadora. Há conflito. Tensão. Um senso constante do trágico e um expectativa profunda de redenção na parte final do trabalho. Devo possuir para mais de 30 versões dessa Sinfonia no. 5. Não me canso de ouvi-la. De me embrigar com seus efeitos profundos. Ela é uma metáfora da saga épica da vida. Não deixe de ouvir. Boa apreciação!

Gustav Mahler (1860-1911) - Symphony No. 5 in C sharp minor
 
Part I

01.  I. (1) Trauermarsch. In gemessenem
02.  I. (2) Plötzlich schneller. Leiden
03.  I. (3) Movement I_ Tempo I
04.  II. (1) Stürmisch bewegt, mit größ
05.  II. (2) Langsam, aber immer 2_2
06.  II. (3) Nicht eilen

Part II - 

07.  III. (1) Scherzo. Kräftig, nicht
08.  III. (2) Etwas ruhiger
09.  III. (3) Molto moderato
10.  III. (4) A tempo I
11.  III. (5) Tempo I (subito)

Part III 

12.  IV. Adagietto. Sehr langsam
13.  V. (1) Rondo-Finale. Allegro
14.  V. (2) Nicht eilen. A tempo
15.  V. (3) Grazioso

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Vienna Philharmonic Orchestra
Lorin Maazel, regente


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Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Symphony No. 9 in D minor Op. 125 e Fidelio - Overture, Op. 72c

Recomeçamos, pacientemente, mais uma vez. São mais de 930 posts. Todos mortos. Apagados. Inanimados. Peço paciência àqueles que estiverem procurando algo em especial. Tentarei revalidar o maior número possível os links desativados - claro, dentro das minhas possibilidades de trabalhador que não descansa (sou professor!). Ampliei o número de posts na lista de "Links restaurados" no canto superior direito do blog. Agradeço o apoio de todos aqueles que tiveram a sensibilidade de deixar um comentário em sinal de apoio - e aqueles que não o fizeram, mas que acompanham diariamente a história do blog. Obrigado a todos vocês! Para príncipio de conversa, nessa second mile, trazemos emblematicamente a Nona Sinfonia de Beethoven e sua ode triunfal à alegria. Apesar da última colisão fatídica do nosso barco no iceberg da ganância, velejamos por mares de alegria e nosso destino é a beleza. Aonde ela existir, para lá velejaremos. Abraços a todos! 

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -

Symphony No. 9 in D minor Op. 125
01. I. Allegro ma non troppo
02. II. Molto vivace
03. III. Adagio molto e cantabile
04. IV. Presto - Allegro assai -
05. Recitative - Allegro assai

Fidelio _ Fidelio Overture, Op. 72c
06. 06. Fidelio _ Fidelio Overture, Op. 72c

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Cleveland Orchestra
Cleveland Orchestra Choir
George Szell, regente
Adele Addison, soprano
Jane Hobson, mezzo-soprano
Richard Lewis, tenor
Donald Bell, barítono


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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Endurecemos, mas não perdemos a ternura


Estudando a possibilidade de enviar os arquivos para torrents longíquos na Sibéria. Vou procurar um tutorial e me informar a respeito. A compulsão desse melômano que vos fala não permitirá o surgimento de órfãos. Por exemplo, nesse exato momento estou ouvindo Miles Davis & John Coltrane ("Round Midnight"). Privar alguém de ouvir algo assim é o maior dos crimes. A arte é um bem comum da humanidade.

Ontem à noite enviei alguns arquivos para o Filepost. Abri uma conta no servidor dos caras. Estudarei por um momento os movimentos desse servidor. Não desistirei, senhores! Como disseram alguns dos nossos egrégios visitantes: há muita imundície na rede e a ganância não pode bloquear as flores que nascem no chão de pedra da virtualidade. 

Logo mais à noite voltaremos mais fortes (como a fênix mitológica que renasce das cinzas cada vez que é detida). Estou trabalhando nesse momento (preparando uma prova).

Abraços gerais!

domingo, 20 de maio de 2012

Avisos críticos II !!!

Acabei de receber um informe na minha caixa de e-mail que a minha conta no Mediafire foi suspensa. Ou seja, todo o material do blog agora está inacessível. Os novos posts que foram agregados desde janeiro sumiram - e os mais antigos também. É o segundo golpe que tomamos em menos de 6 meses: primeiro o Megaupload e, agora, o Mediafire. Com isso, cogito sinceramente a possibilidade de encerrar os trabalhos desse blog que atua na disseminação de uma cultura musical de boa qualidade desde 2009.

Quando li o informe do Mediafire ri para mim mesmo. Já esperava por isso. Agora, pensaremos sobre o que vamos fazer.

É possível que o blog saia do ar nas próximas horas.

Abraços musicais (desolados)!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Concertos para piano e orquestra Nos. 20, 21, 22 e 23 (CDs 6 e 7 de 9)

Continuamos com nossas postagens mozartianas de final de semana. A partir do vigésimo concerto, ao meu modo de ver, Mozart inaugura uma série fenomenal de obras imortais. O que dizer, por exemplo, do concerto no. 20? O segundo movimento é um dos mais belos momentos da história da música já produzida pelo homem. É doce. Belo. Singelo. Envolventemente triste. Possui um tom leve de pessimismo. Uma galáxia enorme com estrelas cintilantes de belezas infantis. Ou o concerto no. 21, com o seu segundo movimento com uma reflexão suave, porém triste; como se o mundo ficasse, de repente, em suspenso. Ou o segundo movimento do concerto no. 22 e sua cadência de rio com movimento marulhante; de águas invisíveis que trazem notícias longíquas, em sua velocidade silenciosa. Ou ainda reflexão dura, intimista, abandonada do segundo movimento do concerto no. 23. Mozart conseguia fazer uma espécie de música que não é complexa. Muito pelo contrário! É a brincadeira de uma criança. Não possuia desespero. Não vocifera contra o infinito. Não questiona determinados momentos da vida. A música de Mozart é uma manhã ensolarada. Deixemos as metáforas e ouçamos András Schiff. Uma boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 

DISCO 01

Concerto para piano e orquestra No. 20 in D menor, K. 466
01. Allegro
02. Romance
03. Allegro assai

Concerto para piano e orquestra No. 21 in C major, K. 467
04.  Allegro maestoso
05. Andante
06. Allegro vivace assai

DISCO 02

Concerto para piano e orquestra No. 22 in E flat major, K. 482
01. Allegro
02. Andante
03. Andante

Concerto para piano e orquestra No. 23 in A major, K. 488
04. Allegro 
05. Adagio
06. Allegro assai

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Camerata Academica des Mozarteums Salzburg
Sándor Végh, regente
András Schiff, piano


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sábado, 19 de maio de 2012

Mozart (1756-1791) - Don Giovanni K527: Overture, Bruckner (1824-1896) - Symphony No. 7 in E major, Haydn (1733-1809) - Symphony No. 88 in G major, Tchaikovsky (1840-1893) - Francesca da Rimini Op. 32 e Glazunov (1865-1936) - Symphony No.5 in B flat major, Op. 55

Estive com uma vontade enorme de ouvir um CD que faz inclinar a cabeça em sinal de reverência. Há determinadas gravações que se mostram assim - seja pelos artistas ali escupidos, seja pelo regente que conduz as obras. No caso aqui em questão, temos o magistral Yevegny Mravinsky, um dos meus regentes favoritos. Alguém que possuía todas as prerrogativas para ser um bom regente - fibra, força e reverência àquilo que se propunha a conduzir. Ao longo de 50 anos, Mravinsky reinou absoluto à frente da Filarmônica de Lenenigrado. Aqui temos a oportunidade de ouvi-lo executando Mozart, Bruckner, Haydn, Tchaikovsky e Glazunov. Destaco aqui o Bruckner de Mravinsky que é verdadeiramente uma das coisas mais espantosas. A gravação da obra de Tchaikovsky também enche os olhos de beleza - demonstração de força também. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

DISCO 01

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - 

Don Giovanni K527: Overture
01. Don Giovanni K527: Overture

 Anton Bruckner (1824-1896) -

Symphony No. 7 in E major
02. I. Allegro moderato
02. II. Adagio (Sehr feierlich und sehr langsam)
03. III. Scherzo (Sehr schnell) & Trio (Etwas langsamer)
04. IV. Finale (Bewegt, doch nicht schnell)

DISCO 02

Josef Haydn (1733-1809) -
Symphony No. 88 in G major
01. First movement: Adagio - Allegro
02. Second movement: Largo
03. Third movement: Menuetto (Allegretto) & Trio
04. Fourth movement: Finale (Allegro con spirito)

Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893)

Francesca da Rimini Op. 32
05. Francesca da Rimini Op. 32

Alexander Glazunov (1865 - 1936) - 

Symphony No.5 in B flat major, Op. 55
06. I Moderato - Maestoso - Allegro
07. II Scherzo. Moderato
08. III Andante
09. IV Allegro maestoso

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Leningrad Philharmonic Orchestra
Yevegny Mravinsky, regente


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Josef Haydn (1733-1809) - Concerto for Oboe, Hob VIIg-C1, Concerto for Trumpet, Hob VIIe-1 e Concerto for Harpsichord, Hob XVIII-11

Ouvi este CD hoje cedo enquanto trabalhava aqui em casa. Trata-se de um CD com belíssimas obras de Haydn. O compositor mostra aqui o motivo por que é considerado um dos maiores compositores de todos os tempos. Música fácil, risonha e repleta de beleza. O mestre Trevor Pinnock faz uma bela interpretação. Penso que Pinnock poderia ter colocado um pouco mais de velocidade e clareza na interpretação. Achei-a um pouco lenta. De qualquer forma, o CD é muito bom. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Josef Haydn (1733-1809) -

Concerto for Oboe, Hob VIIg-C1
01. I. Allegro spirituoso
02. II. Andante
03. III. Rondo- allegretto

Paul Goodwin, oboé

Concerto for Trumpet, Hob VIIe-1
04. I. Allegro
05. II. Andante
06. III. Finale- allegro

Mark Bennett, keyed trumpet

Concerto for Harpsichord, Hob XVIII-11
07. I. Vivace
08. II. Un poco adagio
09. III. Rondo all'Ungarese- Allegro assai

Trevor Pinnock, cravo

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The English Concert
Trevor Pinnock, cravo e regência

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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony No.2 in D, Op.73 e Academic Festival Overture, Op. 90 (CD 2 de 4)

Ando num ciclo brahmsiano. Que ótimo! Separei algumas versões das quatro sinfonias de Brahms para postar. Não sei se darei cabo ao projeto. Estou cansado. Trabalhando demais! Quase não me sobra tempo para ouvir música. Escuto geralmente à noite! E segue aquela lógica: uma vez que eu ouço, acabo postando. Vamos observar o que acontece. Por enquanto estou ouvindo Brahms. Assustando-me com suas sinfonias que dizem, dizem e dizem muito. Dessa vez surge a número 2 com seu mundo no qual caminhamos para compreender, mas quanto mais caminhamos, mais nos bestificamos e o silêncio é o único remédio admirativo. Não deixe de ouvir e caminhar com Brahms. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - 

 Symphony No.2 in D, Op.73
01. 1. Allegro non troppo
02. 2. Adagio non troppo - L'istesso tempo, ma grazioso
03. 3. Allegretto grazioso (Quasi andantino) - Presto ma non assai
04. 4. Allegro con spirito

Academic Festival Overture, Op. 90 
05. Academic Festival Overture, Op. 90 

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Philadelphia Orchestra
Ricardo Muti, regente
  
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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Pollini Edition - Igor Stravinsky (1882-1971) - Tree Movements from 'Petrushka'; Bela Bartok (1881-1945) - Concerto for Piano and Orchestra No. 1 e Concerto for Piano and Orchestra No. 2 (CD 10 de 13)

Continuemos a "pollinizar" o blog com mais um CD dessa fenomenal caixa. Queria apenas dizer que se trata de um CD de magnânima qualidade. Ouço neste instante. Há algum tempo atrás fiz uma postagem com  interpretação dos dois concertos para piano e orquestra, aqui presentes, de Bartok. Não faz mal ouvi-los mais uma vez. Bartok é um compositor que deve ser apreciado por vários ângulos. Isso nos dá uma ideia de sua genialidade e técnica. Não deixe de ouvir! Boa apreciação!

Igor Stravinsky (1882-1971) -

Tree Movements from 'Petrushka'
01. Danse russe. Allegro giusto
02. Chez Petrouchka
03. La semaine grasse. Con moto - Allegretto-Tempo giusto-Agitato

Bela Bartok (1881-1945)  -

Concerto for Piano and Orchestra No. 1
04. Allegro moderato - Allegro
05. Andante - Allegro
06. Allegro molto

Concerto for Piano and Orchestra No. 2
07. Allegro
08. Adagio - Presto - Adagio
09. Allegro molto - Presto

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Chicago Symphony Orchestra
Claudio Abbado, regente
Maurizio Pollini, piano

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Marin Marais (1656-1728) - Piéces de Viole du Second Livre, 1701 etc

Marin Marais foi um importante compositor francês. Dizem aqueles que gostam de fomentar quimeras que Marais era um virtuose da viola da gamba. O sujeito aprendeu tão rápido o instrumento que em seis meses sobrepujou o mestre. História curiosa essa. Mas deixando de lado essa suspeição, o francês é conhecido pela técnica apurada e pela estrutura soberba dos seus arranjos. Viveu à época de Luís XIV, aquele désposta, que possuía mania de grandezas, principalmente, sendo precursor dos sonhos de muitos políticos personalistas. Marais se estabeceu como maestro principal da Ópera Real. Viveu momentos faustosos, mas também teve dissabores. Escreveu inúmeras peças: aproximadamente 600 somente para viola da gamba e inúmeras outras de boa qualidade. Vale o destaque. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Marin Marais (1656-1728) - Piéces de Viole du Second Livre, 1701 etc

01. Suite en Mi mineur_ I. Prelude, II. 96
02. II. Fantasie, II. 97
03. III. Allemande, II. 98
04. IV. Courante, II. 99
05. V. Sarabande, II. 100
06. VI. Sarabande a l'Espagnol, II. 101
07. VII. Gigue, II. 102
08. VIII. Gigue la badine, II. 103
09. IX. Rondeau Champetre, II. 104
10. X. Passacaille, II. 105
11. XI. Gavotte, II. 106
12. XII. Menuet, II. 107
13. XIII. Menuet, II. 108
14. XIV. Tombeau po' Mr de Ste Colombe, II. 109
15. Suite en Si mineur_ I. Prelude, II. 83
16. II. Petitte fantasie, II. 84
17. III. Allemande, II. 85
18. IV. Alemande, II. 86
19. V. Courante, II. 87
20. VI. Sarabande, II. 88
21. VII. Sarabande, II. 89
22. VIII. Gigue, II. 90
23. IX. Gigue, II. 91
24. X. Menuet, II. 92
25. XI. Gavotte, II. 93
26. XII. Menuet, II. 94
27. XIII. Tombeau por Mons. de Lully, II. 94

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Jordi Savall, basse de viole 
Rolf Lislvand, Xavier Diaz-Latorre, théorbes, guitarres
Philippe Pierlot, basse de viole
Pierre Hantaï, clavecin


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terça-feira, 15 de maio de 2012

Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony No.1 in C minor, Op.68 e Variations on a Theme by Joseph Haydn, Op. 56a

Após ter postado o primeiro CD, da caixa com 4 discos de Johannes Brahms, interpretado por Ricardo Muti, decidi trazer uma outra versão da primeira sinfonia do compositor alemão. Dessa vez com Istvan Kertesz, o famoso maestro húngaro, um dos grandes nomes da regência do século passado. Kertesz na interpretação das duas obras bramhsianas aqui postadas, mostra uma alegria, um brilho eloquente e um senso. A interpretação da belíssima Variações sobre um tema de Joseph Haydn é famosa. Está entre uma das maiores já realizadas. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony No.1 in C minor, Op.68 e Variations on a Theme by Joseph Haydn, Op. 56a


Symphony No.1 in C minor, Op.68
01. 1. Un poco sostenuto - Allegro - Meno allegro
02. 2. Andante sostenuto
03. 3. Un poco allegretto e grazioso
04. 4. Adagio - Piu andante - Allegro non troppo, ma con brio - Piu allegro

Variations on a Theme by Joseph Haydn, Op. 56a 
05. Chorale 
06. I. Poco pui animato
07. II. Piu vivace
08. III. Con moto
09.  IV. Andante con moto
10. V. Vivace
11. VI. Vivace
12. VII. Grazioso
13.  VIII. Presto non troppo
14.  Finale. Andante
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Wiener Philharmoniker
Istvan Kertesz, regente


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segunda-feira, 14 de maio de 2012

George Freiedrich Handel (1685-1759) - Music for the Royal Fireworks e Water Music Suite

Já fazia um bom tempo que eu não postava um bom CD de música barroca aqui no blog. Sendo assim, decidi trazer à tona o CD do alemão mais inglês que já exisiu. Acredito que Os fogos de artifício e A música  aquática estejam entre aquelas peças mais belas existentes de toda a música barroca. Sir Neville Marriner nos conduz por essa jornada elegantemente bela. Não deixe de ouvir. Uma boa pareciação!

George Freiedrich Handel (1685-1759) - Music for the Royal Fireworks e  Water Music Suite

01 - Music for the Royal Fireworks_ Ouverture
02 - Music for the Royal Fireworks_ Bourrée
03 - Music for the Royal Fireworks_ La Paix
04 - Music for the Royal Fireworks_ La Réjouissance
05 - Music for the Royal Fireworks_ Minuet and Trio
06 - Water Music Suite in G major_ Minuet and Trio
07 - Water Music Suite in G major_ Rigaudon I and II
08 - Water Music Suite in G major_ Gigue
09 - Water Music Suite in D major_ Prelude
10 - Water Music Suite in D major_ Hornpipe
11 - Water Music Suite in D major_ Minuet
12 - Water Music Suite in D major_ Lentement
13 - Water Music Suite in D major_ Bourrée
14 - Water Music Suite in F major_ Ouverture
15 - Water Music Suite in F major_ Adagio e staccato
16 - Water Music Suite in F major_ Hornpipe and Andante
17 - Water Music Suite in F major_ Jig
18 - Water Music Suite in F major_ Air
19 - Water Music Suite in F major_ Minuet
20 - Water Music Suite in F major_ Bourrée and Hornpipe
21 - Water Music Suite in F major_ Gavotte

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Academy of St Martin-in-the-Filds
Sir Neville Marriner, regente
Colin Tilney, harpsichord continuo

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domingo, 13 de maio de 2012

Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony No.1 in C minor, Op.68 e Variations on a Theme by Joseph Haydn, Op. 56a (CD 1 de 4)

Decidi iniciar a postagem dessa caixa com quatro CDs de um dos meus compositores diletos - o alemão Johannes Brahms, um sujeito para qual a solidão era motivos para a inspiração. Suas quatro sinfonias são verdadeiras galáxias. Nelas encontramos nebulosas, quasares, sistemas inteiros, sóis e explosões com fortes energias filósoficas. O maestro italiano Ricardo Muti é um dos maiores autoridades no assunto. Muti é um dos maiores regentes vivos da atualidade. Belíssima interpretação o sujeito faz das sinfonias de Brahms. Segue o primeiro CD! Não deixe de ouvir. Boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony No.1 in C minor, Op.68 e Variations on a Theme by Joseph Haydn, Op. 56a


Symphony No.1 in C minor, Op.68
01. 1. Un poco sostenuto - Allegro - Meno allegro
02. 2. Andante sostenuto
03. 3. Un poco allegretto e grazioso
04. 4. Adagio - Piu andante - Allegro non troppo, ma con brio - Piu allegro

Variations on a Theme by Joseph Haydn, Op. 56a
 05. Variations on a Theme by Joseph Haydn, Op. 56a 

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Philadelphia Orchestra
Ricardo Muti, regente


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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Piano Concerto No. 18 in B flat major, K 456 e Piano Concerto No. 19 in F major, K. 459 e Rondo in A major, K386(CD 5 de 9)

Vamos a mais um CD dessa deliciosa e inspiradora caixa com as obras de Mozart para piano e orquestra.  Mais uma interpretação de bom gosto e qualidade de Schiff. Os dois concertos que aparecem, os de número 18 e número 19, são de uma beleza marcante. Não estão ainda entre os grandiosos do repertório mozartiano, mas são belos e elegantes. Não deixe de ouvi-los. Boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) - Piano Concerto No. 18 in B flat major, K 456 e Piano Concerto No. 19 in F major, K. 459 e Rondo in A major, K386

Piano Concerto No. 18 in B flat major, K 456
01. Allegro vivace
02.  Andante un poco sostenuto
03. Allegro vivace

Piano Concerto No. 19 in F major, K. 459
04. Allegro
05. Allegretto
06.  Allegro assai

Rondo in A major,K386
07. Rondo in A major,K386

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Camerata Academica des Mozarteums Salzburg
Sándor Végh, regente
András Schiff, piano

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sábado, 12 de maio de 2012

Giuseppe Verdi (1813 - 1901) - Messa da Requiem para coro, solista e orquestra

A missa de réquiem que faz parte do culto católico, geralmente, possui elementos de profunda reflexão e idílio. Citemos, por exemplo, os réquiens de Fauré ou Mozart. O primeiro alcança uma sublimidade das mais belas que já foram produzidas em toda a história da música. O réquiem de Mozart, apesar de toda a carga trágica e pessimista, é também algo de uma beleza indescritível. Já o réquiem de Verdi é um assombro. Composto no ano de 1868 em homenagem à morte de Rossini, esta obra foi composta para ser apresentada por uma grande orquestra. Verdi constrói uma estrutura sólida na qual utiliza ritmos vigorosos, melodias tocantemente sublimes e contrastes que oscilam entre o sério e o dramático, produzindo efeitos profundos e graves. Impossível ouvir esta obra sem que sejamos fisgados por sua estrutura suntuosa e intensa. Descreve com dramaticidade o caminho da alma ao juízo divino. As palavras de contrição e misericórdia que são proferidas em sinal de súplica por aquele que se apresenta ao juízo, ("Livrai-me, Senhor, da morte eterna!"), produzem um clima teatral patético. O ideal cristão da vida após a morte é descrito de maneira magistral. Esta versão com Leonard Bernstein é de uma beleza incrível. Possui leveza. Mas Bernstein consegue nos elevar a níveis de reflexões intensas. A voz de Domingos, somada à de Arroyo, comove-nos pela beleza e pela atmosfera celeste que nos instila. Resultado: uma excelente gravação. Há algum tempo eu postei uma gravação com Claudio Abbado e, após ouvir a gravação com Bernstein, noto que a gravação de Bernstein é repleta de maviosidades dramáticas, enquanto a gravação do Abbado é mais dura. Ou seja, Bernstein apostou no drama suave para criar a atmosfera de céu; e, Abbado, no drama duro para focar na condução do juízo, talvez aí resida o aspecto "grave" de sua interpretação. Claro, trata-se de uma visão desse que vos fala. Não deixe de ouvir e tirar suas próprias conclusões. Boa apreciação!

Giuseppe Verdi (1813 - 1901) - Messa da Requiem

DISCO 01

01. Requiem
02. Dies Irae (Coro)
03. Tuba Mirum
04. Liber Scriptus
05. Quid Sum Miser
06. Rex Tremendae
07. Recordare
08. Ingemisco
09. Confutatis
10. Lacrymosa

DISCO 2

01. Offertorio
02. Sanctus
03. Agnus Dei
04. Lux Aeterna
05. Libera Me

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London Symphony Orchestra & Chorus
Leonard Bernstein, regente
Martina Arroyo, soprano
Josephine Veasey, mezzo-soprano
Plácido Domingo, tenor
Ruggero Raimondi,  baixo


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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 7 em E minor e Anton Bruckner (1824-1896) - Sinfonia No. 9 em Ré menor

Uma postagem capaz de levantar os mortos e adormecer as crianças. Como se aqueles instintos adormecidos viessem à tona e as feições mais simpáticas serenassem. Eis aqui dois dos meus compositores favoritos - ou pelo menos dois dos sinfonistas mais extraordinários que existiram, em dois trabalhos que estão entre as aquelas produções gigantes, enormes. O primeiro é Mahler e sua Sinfonia no. 7, repleta de mistérios e eclipses; povoada por um senso trágico; emocionalmente investigativa, questionadora; envolventemente capaz instilar pessimismo, mas capaz de provocar crenças redentivas. Ou seja, aquele universo espiritual e filósofico que não deixa de orbitar o mundo dos trabalhos mahlerianos. E a segunda é a Sinfonia no. 9 de Bruckner - é uma reflexão densa. É último trabalho sinfônico do compositor. Habitado por suspetições e premonições, Brucker escreve um trabalho duro - creio eu que o mais trágico do compositor. Se na Sinfonia no. 8 somos convidados ao Paraíso, na Sinfonia No. 9, Bruckner parece desdizer aquilo que afirmara. John Barbirolli faz uma excelente interpretação. Belíssima interpretação. Ele prova o porquê de ter sido um dos maiores regentes do século XX. Não deixe de ouvi-lo. Boa apreciação!

DISCO 01

Gustav Mahler (1860-1911) -

Sinfonia No. 7 em E minor
01. I. Langsam (Adagio)
02. II. Nachtmusik - Allegro moderato
03. III. Scherzo - Schattenhaft
04. IV. Nachtmusik - Andante amoroso

DISCO 02

01. V. Rondo-Finale - Allegro ordinario

Anton Bruckner (1824-1896) -

 Sinfonia No. 9 em Ré menor
01. I. Feierlich, Misterioso
02. II. Scherzo. Bewegt, lebhaft - Trio. Schnell
03. III. Adagio. Langsam, Feierlich

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Hallé Orchestra
Sir John Barbirolli, regente


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Claude Debussy (1862-1918) - Etudes pour Piano Pierre Boulez (1925-) - Second sonata for Piano (CD 9 de 13)

Um belo disco que exige atenção, disciplina e ouvido cuidadoso. Voltando a pollinizar o blog com outro extraordinário CD. O problema não está na interpretação (se é que devo chamar de problema). Talvez resida no fato de que ainda não me acostumei à obra pianística de Debussy - afora, com certeza, a inspiradora Suíte Bergamesque. Prefiro os trabalhos orquestrais e as obars de câmara do francês. Nada contra ele. Debussy é daqueles compositores que você precisa ser portador de determinado estado de espírito para digerí-lo. Gostei das peças interpretadas por Pollini, mas preciso ouvi-las mais vezes. O outro grande, enorme desafio, é Pierre Boulez. Sendo assim, não deixe de ouvir este "desafiante" CD. Boa apreciação!

Claude Debussy (1862-1918) -

Etudes pour Piano
01. For the 'five finger'
02. In thirds
03. In fourths
04. In sixths
05. In octaves
06. For the eight fingers
07. In chromatc figuration
08. In ornaments
09. In repeated notes
10. In contrasting sonorities
11. In compound arpeggios
12. In chords

 Pierre Boulez (1925-)

 Second sonata for Piano
13.  Extrement rapide
14.  Lent
15.  Modere presque vif
16.  Vif

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Maurizio Pollini, piano


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terça-feira, 8 de maio de 2012

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Symphony No. 3 in E-flat major, op. 55 'Eroica', Symphony No. 8 in F major, op. 93

O mestre Beethoven nunca mais havia comparecido por aqui. Resolvi ouvi-lo hoje à noite e mostrá-lo bem interpretado pela batuta de George Szell. Duas de suas sinfonias mais queridas por este que vos fala. Primeiramente a número 3, aquela cuja idealização é a própria alma de Ludwig van Beethoven. Ou seja, uma sinfonia que possui o peso e a fibra moral daquele que foi um dos maiores compositores de todos os tempos. O outro trabalho é a sinfonia no. 8. Apesar de não ser um dos trabalhos mais aplaudidos do mestre, trata-se de uma obra belíssima e bem escrita. O primeiro movimento é de uma clareza e de uma alegria que é uma afirmação da vida. Beethoven nunca nega a vida. Sempre a afirma - mesmo em face dos piores dissabores. Não deixe de ouvir esta belíssima gravação de dois dos trabalhos mais significativos do mestre de Bonn. Boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -

Symphony No. 3 in E-flat major, op. 55 'Eroica'
01.  1. Allegro con brio
02.  2. Marcia funebre
03.  3. Scherzo
04.  4. Finale

Symphony No. 8 in F major, op. 93

05. 1. Allegro vivace e con brio
06. 2. Allegretto scherzando
07. 3. Tempo di Menuetto
08.  4. Allegro vivace

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Cleveland Orchestra
George Szell, regente

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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Karol Szymanowski (1882-1937) - Symphony No 3 'Song Of The Night', Op. 27, Symphony No 4 'Symphonie Concertante',Op. 60 e Concert Overture, Op .12

Szymanowski foi um importante compositor e pianista polonês. Nascido em uma família abstada, Szy se deidicou à música ainda muito jovem. Fato intrigante é que o compositor apesar de possuir uma obra sólida, ainda é pouco conhecido. Suas composições são modernas. O compositor em sua terra é considerado um inovador, já que em sua época havia uma forte influência chopiniana. Observando-se a textura e a linguagem de suas composições, percebe-se com muita clareza que ele destoa bastante do Romantismo. Neste post aparecem três peças - duas de suas 4 sinfonias e Concert Ouverture, Op. 12. Vale a pena ouvir este importante compositor polonês, homossexual assumido; um ícone expressivo da música das décadas de 20 e 30 do século XX. Boa apreciação!

Karol Szymanowski (1882-1937) - Symphony No 3 'Song Of The Night', Op. 27, Symphony No 4 'Symphonie Concertante',Op. 60 e Concert Overture, Op .12

Symphony No 3 'Song Of The Night', Op. 27
01. Symphony No 3 'Song Of The Night', Op. 27

Symphony No 4 'Symphonie Concertante',Op. 60
02. Moderato
03. Allegro non troppo

Concert Overture, Op .12
04. Concert Overture

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Polish State Philharmonic Orchestra
Karol Stryja, regente
Wieslaw Ochman, tenor
Tadeusz Zmudzinski, piano


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domingo, 6 de maio de 2012

Claude Debussy (1862-1918) - Suite bergamasque, Estampes, Images, Book 1: No. 1. Reflets dans l'eau, L'isle joyeuse; Maurice Ravel (1875-1937) - Sonatine, Miroirs: No. 5. La vallee des cloches; Robert Schumann (1810-1856) - Kreisleriana, Op. 16

Curioso é que gosto bastante da Suite Bergamasque de Debussy e em mais de 3 anos de existência desse blog, eu não a houvesse postado ainda. Apareceu aqui certa vez apenas um movimento em um CD interpretado por Nelson Freire (o link sumiu com o Megaupload). Preciso atualizar o link! O fato é que essa Suite é uma das peças mais belas do repertório debussyniano. Há quem não goste de Debussy, mas seja apaixonado por essa Suite. Aparece ainda Ravel e seu mundo repleto de sonhos mágicos e Schumann e sua bela Kresleriana. O pianista Walter Wilhelm Gieseking nasceu na França, mas foi filho de pais alemães e isso explica o nome. Entre as curiosidades sobre a vida de Gieseking, existe aquela que conta que ele foi colecionador de borboletas e mariposas. Mas Gieseking era um especialista em Debussy, Ravel e Mozart. Foi um dos primeiros a gravar toda a obra de Debussy. Boa apreciação!

Claude Debussy (1862-1918) -

Suite bergamasque
01. I. Prelude
02. II. Menuet
03. III. Clair de lune
04. IV. Passepied

Estampes
05. No. 1. Pagodes
06. No. 2. La soiree dans Grenade (Evening in Granada)

Images, Book 1: No. 1. Reflets dans l'eau

07. Images, Book 1: No. 1. Reflets dans l'eau

L'isle joyeuse
08. L'isle joyeuse

Maurice Ravel (1875-1937) -


Sonatine
09. I. Modere
10. II. Mouvement de Menuet
11. III. Anime

Miroirs: No. 5. La vallee des cloches

12. Miroirs: No. 5. La vallee des cloches

Robert Schumann (1810-1856) -


Kreisleriana, Op. 16
13. I. Ausserst bewegt
14. II. Sehr innig und nicht zu rasch - Intermezzo I: Sehr lebhaft - Intermezzo II: Etwas bewegter - Langsamer (Tempo I)
15. III. Sehr aufgeregt
16. IV. Sehr langsam
17. V. Sehr lebhaft
18. VI. Sehr langsam
19. VII. Sehr rasch
20. VIII. Schnell Und Spielend

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Walter Wilhelm Gieseking, piano


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