sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Carl Nielsen (1865-1931) - The Simphonies (complete)

Curiosamente, eu não conhecia, ainda, com certa intimidade, as sinfonias de Carl Nielsen. Fiquei impressionado com a qualidade do trabalho do dinamarquês. Tive a oportunidade de escutá-las hoje à tarde enquanto trabalhava. Notei um certo "crescendo", uma gradação, uma evolução no material sinfônico de Nielsen. As três primeiras estão bem próximas. Mas, em compensação, as sinfonias de número 4 e 5 são verdadeiras obras primas. A número 4, por exemplo, é de uma sofisticação orquestral inacreditável. O nível de dramaticidade nos posiciona diante de um dilema. Há cintilações da obra de Sibelius, notavelmente. Trata-se de uma obra escrita durante a Primeira Grande Guerra. Portanto, representa a crença de Nielsen na vida. É um dos trabalahos mais populares do compositor. Já a Quinta Sinfonia é, no dizer de Augustos dos Anjos, "um monstro de escuridão e rutilância"; um duelo entre as forças da ordem e do caos; o apolíneo e o dionísiaco, em menção nietzscheniana. A percussão que impele uma espécie de marcha, cria uma atmosfera de guerra, como se as forças do caos avançassem titanicamente. A insistência do instrumento de sopro é visceral, mas do outro lado há a percussão com o seu agravo. Tudo cresce e torna-se numa grande tensão. Num mundo sacudido pela Guerra (a Quinta foi composta nos anos de 1921 e 1922), pelas Revoluções, a sinfonia no. 5 parece ser uma metáfora filósofica do mundo. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Carl Nielsen (1865-1931) - The Simphonies (complete)

DISCO 01

Symphony No. 1 in G minor
01. I. Allegro Orgoglioso
02. II. Andante
03. III. Allegro Comodo
04. IV. Finale

Symphony No. 6
05. I. Tempo Giusto
06. II. Humoreske - Allegretto
07. III. Proposta Seria - Adagio
08. IV. Tema Con Variazioni - Allegro

DISCO 02

Symphony No. 2 'The Four Temperaments'
01. I. Allegro collerico
02. II. Allegro comodo e flemmatico
03. III. Andante malincolico
04. IV. Allegro sanguineo

Symphony No. 3 'Espansiva'
05. I. Allegro espansivo
06. II. Andante pastorale
07. III. Allegretto Un Poco
08. IV. Finale - Allegro

DISCO 03

Symphony No. 4 'The Inextinguishable'
01. I. Allegro
02. II. Poco Allegretto
03. III. Poco Adagio Quasi Andante
04. IV. Con Anima, Allegro

Symphony No. 5, Op. 50
05. I. Tempo Giusto
06. II. Adagio Non Troppo
07. III. Allegro
08. IV. Presto
09. V. Andante Un Poco Tranquillo
10. VI. Allegro

* Não consegui localizar esse CD na Amazon. Achei um similar na Amazon Inglesa.

San Francisco Symphony
Herbert Blomstedt, regente

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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Schubert - Symphony No. 8 in B minor, D. 759, Ravel - Jeux d'enfants e Daphnis et Chloe Suite No. 2, Sibelius - Symphony No. 7 in C major, Op. 105

Foi por causa da Sinfonia no. 8 de Schubert, "Inacabada", que o mundo mágico da grande música se abriu para mim. É um dos trabalhos sinfônicos que mais admiro - em decorrência de uma duplicidade: (1) pelo aspecto que acabei de mencionar. Ou seja, ela está na gênese, no ponto fundador da minha trajetória de melômano. (2) pelo trabalho em si que é, simplesmente, uma das coisas mais trágicas e belas que já foram escritas. Fico pensando, sempre, que A Sinfonia no. 8 de Schubert tivesse 3 movimentos, não seria tão bela e atordoadora o quanto é. Ela é necessária do tamanho que é. Gostei imensamente desse CD. Essas gravações históricas são sempre um atrativo. Aparecem ainda no post Ravel e Sibelius. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828) -

Symphony No. 8 in B minor, D. 759
01. I. Allegro moderato
02. II. Andante con moto

Maurice Ravel (1875-1937) -

Jeux d'enfants (Children Games)
03. No. 1. Marche
04. No. 2. Berceuse
05. No. 3. Impromptu
06. No. 4. Duo
07. No. 5. Galop

Daphnis et Chloe Suite No. 2
08. I. Lever du jour
09. II. Pantomime
10. III. Danse generale

Philharmonia Orchestra
Sir Adrian Boult, regente

Jean Sibelius (1865-1857) -

Symphony No. 7 in C major, Op. 105
11. Symphony No. 7 in C major, Op. 105

Royal Philharmonic Orchestra
Sir Adrian Boult, regente

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Anton Bruckner (1824-1896) - Symphony No. 5 in B flat ("Tragic"; "Church of Faith"; "Pizzicato"), WAB 105

Vamos a algo que foge ao entedimento do senso comum. A algo que é grande; que possui o peso de várias existências; as indagações que suplantam a eternidade - ou seja, a música de Beuckner. Bruckner, tua voz é um trovão. E o que dizer da Sinfonia no. 5, possuída por "desalinhos" existências, mas eivada por uma fé que sustenta e impele "para o alvo", em linguagem paulina. Ouvir Bruckner é ser participante de uma apoteose. É ser transfigurado por nuvens celestiais. Esta versão da Quinta com o Sinopoli é uma das melhores que já ouvi. Ela possui força, limpidez e um respeito impressionante para com a obra de Bruckner. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Anton Bruckner (1824-1896) - Symphony No. 5 in B flat ("Tragic"; "Church of Faith"; "Pizzicato"), WAB 105

01. 1. Introduction: Adagio - Allegro
02. 2. Sehr langsam
03. 3. Scherzo: Molto vivace - Trio
04. 4. Finale: Adagio - Allegro molto

Edition: Leopold Nowak

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Staatskapelle Dresden
Giuseppe Sinopoli, regente

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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonias Nos. 5, 7, 6, 8 e 9 (CDs 3, 4 e 5 - final)

Vamos aos três últimos CDs dessa caixa antológica. As gravações estão em ótimo estado. Nenhuma palavra a mais a declarar. Após ouvir, tire suas próprias conclusões. Bom deleite!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonias Nos. 5, 7, 6, 8 e 9

DISCO 03

Symphony No.5 in c, Op.67
01. I. Allegro Con Brio
02. II. Andante Con Moto
03. III. Allegro
04. IV. Allegro - Presto

Symphony No.7 in A, Op.92
05. I. Poco Sostenuto - Vivace
06. II. Allegretto
07. III. Presto - Assai Meno Presto
08. IV. Allegro Con Brio

DISCO 04

Symphony No.6 in F, Op.68, 'Pastoral
01. I. Awakening Of Pleasant Feelings Upon Arriving In The Country...
02. II. Scene At The Brook (Andante Molto Mosso)
03. III. Peasant's Merrymaking (Allegro)
04. IV. Storm And Tempest (Allegro)
05. V. Shepherds' Song. Happy And Thankful Feelings After The Storm...

Wiener Philharmoniker
Wilhelm Furtwangler, regente

Symphony No.8 In F, Op.93
06. I. Allegro Vivace E Con Brio
07. II. Allegro Scherzando
08. III. Tempo Di Menuetto
09. IV. Allegro Vivace

Stockholm Philharmonic Orchestra
Wilhelm Furtwangler, regente

DISCO 03

Symphony No.9 in d, Op.125 'Choral'
01. I. Allegro Ma Non Troppo, Un Poco Maestoso
02. II. Molto Vivace - Presto
03. III. Adagio Molto E Cantabile - Andante Moderato - Adagio
04. IV. Presto - Allegro Ma Non Troppo - Allegro Assai - Presto

Bayreuth Festspiale Orchester and Chor
Wilhlem Furtwangler, regente
Elisabeth Hongen, contralto
Hans Hopf, tenor
Otto Edelman, baixo

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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Krzysztof Penderecki (1933-) - Concerto for cello and orchestra No. 1 , Concerto for cello and orchestra No. 2 e Concerto for viola and chamber orches

Acredito que Penderecki seja um dos compositores vivos mais renomados da atualidade. Esse respeito não se deve a espectos gratuitos, mas a uma qualidade não encontrável em muitos compositores contempôraneos. Fiquei impressionado com a qualidade desse CD. Traz os dois concertos para cello e o concerto para violia e orquestra de câmera. É notável como o compositor polônes consegue produzir um tipo de música pessimista, com cintilações macabras; como se uma esponja estivesse apagando o céu; como se unhas invisíveis estivessem dilacerando os nossos ouvidos. É o que senti, por exemplo, quando estava ouvindo o concerto no. 1 para Cello. Olhe, esse é um dos melhores Cds que postei nos últimos tempos. Exige audácia e um entusiasmo blindado para quem quiser ouvi-lo. Não deixe de ouvir. Uma aboa apreciação!

Krzysztof Penderecki (1933-) - Concerto for cello and orchestra No. 1 , Concerto for cello and orchestra No. 2 e Concerto for viola and chamber orchestra

Concerto for cello and orchestra No. 1 (1967_1972)
01. Concerto for cello and orchestra No. 1

Concerto for cello and orchestra No. 2 (1982)
02. Concerto for cello and orchestra No. 2

Concerto for viola and chamber orchestra (1983)
03. Concerto for viola and chamber orchestra
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Sinfonia Varsovia
Krzysztof Penderecki, regente
Arto Noras, cello

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domingo, 25 de setembro de 2011

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Violin Sonata Op. 134 e Viola Sonata Op. 147

Eu ia concluir as sinfonias de Beethoven por Furtwangler, que comecei a postar a semana passada. Mas o Milton Ribeiro me fez lembrar que hoje comemoramos 105 anos do nascimento de uma das minhas paixões, Dmitri Shostakovich. E aí, eu acabei por direcionar a minha postagem. É um post para homenagear aquele que é um universo semântico; aquele conseguiu resistir a opressão por intermédio da arte. As duas sonatas aqui aprsentadas possuem ressonâncias trágicas e melancolia agonizante e tonalidades incivelmente secas, o que nos dá uma sensação de asfixia. A beleza é típica do Shosta. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Violin Sonata Op. 134 e Viola Sonata Op. 147

Violin Sonata Op. 134
01. I. Andante
02. II. Allegretto
03. III. Largo

Viola Sonata Op. 147
04. I. Moderato
05. II. Allegretto
06. III. Adagio

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Kremerata Baltica
Gidon Kremer, violino e direção
Yuri Bashmet, viola
Andrei Pushkarev, percussão

Gravação ao vivo em St. Petersburgo e Moscou, em outubro de 2005

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sábado, 24 de setembro de 2011

Beethoven - Ouverture Cariolan, Poulenc - Stabat Mater, Mendelssohn - Concerto para violino e orquestra em Mi menor, Op. 64 e Ravel - La Valse

Sei. Poestei um broadcasting parecido com este há alguns dias atrás. Não faz mal. Gosto tanto dessas gravações que não vejo problema em postá-los mais de uma vez. Postei novamente pela qualidade da gravação. Essas gravações ao vivo sempre me deixam com o desejo de ouvir os aplausos no final da apresentação. Confere um charme a mais à gravação. Neste post aparecem Beethoven, Poulenc, Mendelssohn e Ravel. Ainda não conhecia o Stabat Mater de Poulenc. É curioso ouvir um Stabat Mater de um compositor da música contemporânea. O estilo me pareceu meio neoclássico. A peça possui um caráter sombrio, mas é entremeado por uma luz frouxa, lívida, o que sugere o etéreo. Possui doze movimentos e foi composto em 1950. Poulenc foi uma figura curiosa - um misto de monge medieval e poeta maldito. É a primeira vez que ele aparece por aqui. Surgem ainda o maravilhoso concerto para violino de Mendelssohn, uma das peças que mais admiro e La Valse, de Ravel. Não deixe de ouvir. A condução fica sob a batuta de Mariss Jansons.

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -

Ouverture Cariolan
01. Ouverture Cariolan

Francis Poulenc (1899-1963) -

Stabat Mater
02. Stabat Mater Dolorosa
03. Cujus animam gementem
04. O quam tristis
05. Quae moerebat
06. Quis est homo
07. Vidit suum
08. Eja mater
09. Fac ut ardeat
10. Sancta mater
11. Fac ut portem
12. Inflammatus et accensus
13. Quando corpus

Felix Mendelssohn (1809-1847) -

Concerto para violino e orquestra em Mi menor, Op. 64
14. Allegro molto appassionato
15. Andante
16. Allegretto non troppo

Maurice Ravel (1875-1937) -

La Valse
17. La Valse

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Bavarian Radio Symphony Orchestra
Bavarian Radio Chorus
Mariss Jansons, regente
Genia Kühmeier, sopranoItálicoSarah Chang, violino

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Martinu (1890-1959) - Conserto for Two Pianos & Orchestra e Schnittke (1934-1998) - Conserto fo four-hands and Chamber Orchestra, Homage à Grieg etc

A música contempôranea é como uma zona perigosa. Às vezes, eu vou lá, tomo um susto e depois volto. Geralmente, os sustos são positivos. Se insisto em tornar a ir é, porque, a música que lá escuto, provoca sensações graúdas, lapsos enormes, estesias amargas e ásperas, mas não deixo de ouvir. Foi por causa dessa descrição, que resolvi postar esse excelente CD. Ele traz dois nomes importantes da música do século XX - Martinu e Schnittke. Sendo assim, convido você a penetrar comigo nessa zona com timbres e nuances singulares, mas não menos belos e satisfatórios. Uma boa apreciação!

Bohuslav Martinu (1890-1959) -
Conserto for Two Pianos & Orchestra
01. Allegro non troppo
02. Adagio
03. Allegro

Alfred Schnittke (1934-1998) -

Conserto fo four-hands and Chamber Orchestra
04. Conserto fo four-hands and Chamber Orchestra

Homage à Grieg
05. Homage à Grieg

Polyphonicher Tango
06. Polyphonicher Tango

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Radio-Philharmonie Hannover des NDR
Eiji Oue, diretor
Duo Genova & Dimitrov, piano


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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mily Balakirev (1837-1910) - Symphonies. 1 and 2, Russia, Tamara, Ouverture on Three Russian Themes

Mily Balakirev é um importante nome para a música russa. Sua relevância se complementa à de Mikhail Glinka, no processo de constituição da identidade do nacionalismo russo. Ele ficou mais conhecido por ter liderado o Grupo dos Cinco - Cui, Mussorgsky, Borodin, Korsakov e ele mesmo, Balakirev. Ouvindo, hoje à tarde, este CD duplo que ora posto, é impossível não reconhecer elementos muito próximos das composições de Mussorgsky. Um exemplo é o Poema Sinfônico Russo, encontrado no primeiro CD; em outros momentos, o colorido e a força marcial da orquestra que aproxima Balakirev de Rimsky-Korsakov; em outros, ainda, notamos a linguagem de Borodin; ou algo que mais tarde viria a ser trabalhado por Glazunov. Fiquei imensamente satisfeito com estes trabalhos. O CD já estava comigo há uns dois anos, mas foi somente hoje que tencionei postá-lo e ei-lo. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Mily Balakirev (1837-1910) - Symphonies. 1 and 2, Russia, Tamara, Ouverture on Three Russian Themes

DISCO 01

Symphony No. 1 in C major
01. I. Largo - Allegro vivo
02. II. Scherzo Vivo - Poco meno mosso
03. III. Andante
04. IV. Finale Allegro moderato - Tempo di Polacca

Symphonic Poem Russia
05. Symphonic Poem Russia

DISCO 02

Overture on Three Russian Themes
01. Overture on Three Russian Themes

Symphonic Poem Tamara
02. Symphonic Poem Tamara

Symphony No. 2 in D minor
03. I. Allegro ma non troppo
04. II. Scherzo alla Cosacca
05. III. Romanza Andante
06. IV. Finale Tempo di Polacca

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The Philharmonia
Yevgeny Svetlanov, regente

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Franz Schubert (1797-1828) - Sinfonia No. 3 em Ré maior, D.200 e Sinfonia No. 6 em Dó maior, D. 589

Schubert foi um compositor prolífico. Em sua breve vida, nunca deixou de produzir. Apesar dessa prodigalidade, a obra de Schubert não é "pequena". Muito pelo contrário; fato este que apenas atesta as suas qualidades de extraordinário compositor. Como não poderia deixar de ser, as suas sinfonias são graciosas, dignas do espírito vienense clássico. Gosto de todas as 9 sinfonias do compositor - embora eu tenha ouvido umas mais, outras menos. Mas, se fosse para eu eleger um ranking, eu dispo-las-ia assim: primeira, terceira, quarta, quinta, sexta, oitava e nona - sendo que a oitava é um dos motivos por que eu escuto música erudita. As gravações que aqui aparecem não são das melhores. São lentas. Falta uma certa dinamicidade e profundidade à interpretação. Das duas sinfonias, a número 3 possui uma luminosidade de impressionar. Mas este espírito é negligenciado por esta interpretação. Mas de qualquer forma trata-se de Schubert. Embora a gravação seja "menor", mesmo assim é bom ouvi-la. Ao fim de tudo isso existe um pouco do gênio febricitante de Schubert. Uma boa pareciação!

Franz Schubert (1797-1828) - Sinfonia No. 3 em Ré maior, D.200 e Sinfonia No. 6 em Dó maior, D. 589

Sinfonia No. 3 em Ré maior, D.200
01. Adagio maestoso - Allegro con brio
02. Allegretto
03. Menuetto: Vivace
04. Presto Vivace

Sinfonia No. 6 em Dó maior, D. 589
05. Adagio - Allegro
06. Andante
07. Scherzo: Presto
08. Allegro moderato
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Failoni Orchestra, Budapest
Michael Halász, regente

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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Benjamin Britten (1913-1976) - Four Sea Interludes , Op. 33A e Concerto para violino em D menor, Op. 15 e Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia # 5

A meia dúzia de visitantes do blog sabe o quanto eu estimo Benjamin Britten. O compositor foi um dos maiores nomes da música do século XX. Outro importante nome que me embala os sonhos e expectativas é Dmitri Shostakovich, o maior compositor russo no século XX. Britten e Shosta formam uma dupla sem oponentes. Vale ressltar que os dois foram grandes amigos. Estabeleceram uma relação de muito fidelidade. Sendo assim, este broadcasting é sugestivo, direcionador. A reunião de Britten e Shostakovich acaricia o meu ego. Estabelece o projeto de pessoalidade, de admiração. Satisfaz a mim. Deixa-me muito feliz nessa noite de terça-feira. Cheguei tão cansado que desabei no sofá. Após ter durmido mais de uma hora, voltei para retomar a postagem. A qualidade da gravação é execepcional. Reúne nomes como Jansons, Zimmerman e a Bavarian Radio Sinfônica Orchestra. Como é bom ouvir algo assim, minha meia dúzia de visitantes. Um abraço a todos! Boa apreciação!

Benjamin Britten (1913-1976) - Four Sea Interludes , Op. 33A
01. 1-Dawn
02. 2-Sunday Morning
03. 3-Moonlight
04. 4-Storm

Benjamin Britten (1913-1976) - Concerto para violino em D menor, Op. 15
05. I. Moderato con moto-Agitato-Tempo
06. II. Vivace-Animando-Largamente-Cadenza
07. III. Passcaglia. Andante lento

Dmtri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 5 em Ré menor, Op. 47
08. Moderato
09. Allegretto
10. Largo
11. Allegro non troppo

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Bavarian Radio Symphony Orchestra
Mariss Jansons, regente
Frank Peter Zimmermann, violino

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - 9 Sinfonias (Nos. 1, 3, 2 e 4) - Furtwangler (CDs 1 e 2 de 5)

Como não sigo agendamentos ou programações daquilo que vou postar - embora, não me contradizendo, possua diversas coisas em minhas intenções - decidi por postar essa integral das sinfonias de Beethoven com o Furtwangler. Para aqueles pouco afeitos às gravações realizadas nas décadas de 40 ou 50 e que achem esse tipo de trabalho como anacrônico, desnecessário; de sonoridade "cinzenta", "gasta", "sem brilho", já que foram feitas em mono, posso afirmar que ouvir Beethoven ou qualquer outro compositor torna-se um desafio à percepção nessas condições. Mas, ao final, descortina-se uma experiência gratificadora. Furtwangler foi um dos maiores regentes de todos os tempos e sua ligação com Beethoven é significativa. Por isso não deixe de ouvir esse trabalhos sugeridos. Das quatro sinfonias que sairão primeiro, a número 2 é que apresenta a sonoridade mais deficiente. Trata-se de uma gravação ao vivo. As demais apresentam uma boa sonoridade, principalmente a número 4 que escuto neste instante. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - 9 Sinfonias (Nos. 1, 3, 2 e 4) - Furtwangler

DISCO 01

Sinfonia No.1 in C, Op.21
01. I. Adagio Molto - Allegro Con Brio
02. II. Andante Cantabile Con Moto
03. III. Menuetto (Allegro Molto E Vivace) & Trio
04. IV. Adagio - Allegro Molto E Vivace

Sinfonia No.3 in E flat, Op.55, 'Eroica'
05. I. Allegro Con Brio
06. II. Marcia Funebre (Adagio Assai)
07. III. Scherzo (Allegro Vivace) & Trio
08. IV. Finale (Allegro Molto - Poco Andante - Presto)

DISCO 02

Sinfonia No.2 in D, Op.36
01. I. Adagio Molto - Allegro Con Brio
02. II. Larghetto
03. III. Scherzo (Allegro) & Trio
04. IV. Allegro Molto

Sinfonia No.4 in B flat, Op.60
05. I. Adagio - Allegro Vivace
06. II. Adagio
08. III. Menuetto (Allegro Vivace) & Trio (Un Poco Meno Allegro)
08. IV. Allegro Ma Non Troppo

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Wiener Philharmoniker
Wilhelm Furtwangler, regente

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domingo, 18 de setembro de 2011

J. S. Bach, W. A. Mozart - Violin Concertos - Jascha Heifetz

Jascha Heifetz foi um dos grandes violinistas do século XX. Diria que ele se encontra naquele panteão de divindades composto por Menuhin, Oistrakh, Pearlman, Szeryng entre outros. Fico impressionado como o violino do Jascha Heifetz possui um tipo de sonoridade diferente. Não sei se possui algum relação com a época em que a música foi gravada; ou se os timbres sonoros são resultado de um instrumento especial; ou, ainda, de uma técnica própria do intérprete. Mas o fato é que torna a sonoridade especial, única. Ouvir Bach e Mozart dessa forma nos dá uma experiência de encanto. As gravações encontradas neste post são dos anos de 1951 e 1953. Enquanto trabalho nessa noite de domingo, ouço essa música doce, lamentosa, queixosa, saída do violino de Jascha Heifetz. Não deixe de ouvir. Um boa apreciação!

Johannes Sebatian Bach (1685-1750) -

Violin Concerto in A minor, BWV 1041
01. I. Allegro 00:03:45
02. II. Andante 00:06:24
03. III. Allegro assai 00:03:51

Violin Concerto in E major, BWV 1042
04. I. Allegro 00:07:32
05. II. Adagio 00:05:34
06. III. Allegro assai 00:02:42

Los Angeles Philharmonic
Alfred Wallenstein, regente

Concerto for 2 Violins in D minor, BWV 1043
7. I. Vivace 00:03:36
8. II. Largo ma non tanto 00:06:31
9. III. Allegro 00:04:46

RCA Victor Chamber Orchestra
Franz Waxman, regente

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) -

Violin Concerto No. 5 in A major, K. 219, "Turkish"
10. I. Allegro aperto - Adagio - Allegro aperto (cadenza by Joseph Joachim) 00:09:41
11. II. Adagio (cadenza by Joseph Joachim) 00:09:52
12. III. Tempo di menuetto 00:06:35

London Symphony Orchestra
Malcolm Sargent, regente

Jascha Heifetz, violino
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Richard Strauss (1864-1949) - Tod und Verklarung Op.24, Sinfonia Domestica Op.53 e Tanz Der Sieben Schleier

Tive um problema com o meu computador na útima semana. Esse fato me contrariou. Meu trabalho encalhou. Estou com algumas provas para preparar. O meu computador anterior era um LG. As configurações eram boas. Mas tive dois problemas com ele em menos de 1 mês. Por isso, decidi comprar um outro na sexta-feira. Dessa vez comprei um Dell. Espero que não venha a dar problemas tão cedo. O blog andou meio parado estes últimos dias em decorrência disso. Agora vamos à postagem. Tenho ouvido este CD do Richard Strauss desde a última sexta-feira. Gosto bastante da orquestração do Strauss. As massas sonoras são densas. Ele parece utilizar todos os recursos que a orquestra pode proporcionar. Nesse sentido ele se aproxima de Mahler, Bruckner, herdeiros do encantamento wagneriano. Para que o seu domingo se torne mais aprazível, não deixe de ouvir este CD. Uma boa apreciação!

Richard Strauss (1864-1949) - Tod und Verklarung Op.24, Sinfonia Domestica Op.53 e Tanz Der Sieben Schleier

Tod und Verklarung Op.24
01. Tod und Verklarung Op.24

Cleveland Orchestra
George Szell, regente

Sinfonia Domestica Op.53
02. Thema I, II, III
03. Scherzo
04. Adagio
05. Finale

Tanz Der Sieben Schleier
06. Tanz Der Sieben Schleier

Philadelphia Orchestra
Eugene Ormandy, regente

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Joseph Haydn - Trios para piano, violino, violoncelo (completos) - (CDs 7, 8 e 9 - final) - REUPAGEM

Postado, inicialmente, em arquivo único. Agora, resolvi repostar, com a divisão devida das faixas.

Postagem feita em 23/05/2009

Seguem os três últimos CDs com os trios para piano de Haydn. Os nove CDs chegam a aproximadamente 10 horas 34 minutos e 20 segundos de boa música. Como diz o outro: "Música aos borbotões!" O fato é que esses trios são belíssimos, muito agradáveis. Ouvi-los é uma experiência prazerosa. Encerro por aqui, pois começarei a postar as 12 últimas sinfonias compostas por Haydn - conhecidas como "Sinfonias Inglesas"(de 93 a 104), compostas como o nome sugere, quando o compositor esteve na Inglaterra. O dia 31 de maio está chegando, dia este em que a história registrará 200 anos da morte de Franz Joseph Haydn, figura necessária para a História da Música.

Franz Joseph Haydn (1732 -1809) - Trios para piano, violino e violoncelo

CD 7

Hob. XV:20 in B flat
Hob. XV:21 in C
Hob. XV:22 in E flat
Hob. XV:23 in D minor

CD 8

Hob. XV:24 in D
Hob. XV:25 in G
Hob. XV:26 in F sharp minor
Hob. XV:31 in E flat

CD 9

Hob. XV:30 in E flat
Hob. XV:27 in C
Hob. XV:28 in E
Hob. XV:29 in E flat

Beaux Arts Trio
Menahem Pressler, piano
Isidore Cohen, violino
Bernard Greenhouse, violoncello

BAIXAR CD 7
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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Robert Schumann (1809-1856) - Pollini plays Schumann

Decidi, hoje à noite, ouvi uma melodia doce, em quadros minúsculos. Os universos sinfônicos são extensos demais para esta noite. Quero retratos minúsculos. Devaneios. Por isso, desejei apreciar a música de Robert Schumann com mago do piano Maurizio Pollini. Adjetivos são dispensáveis para algo assim. Sempre penso que existe um intervalo de silêncio na música de Schumann. Essa desconfiança se confirma em Chopin, mas Schumann possui peças em que essa percepção se adensa - Kresleriana, Cenas Infantis, Cenas da Flresta, Carnaval etc. É uma linguagem carregada de sentimento e reflexão. Mas como estou bastante cansado esta noite, dispensarei os colóquios flácidos. Trabalhaei o dia todo e quase não consegui escrever esta palavra. Mas, ouçamos este baita CD com o Pollini. Uma boa apreciação!

Robert Schumann (1809-1856) - Pollini plays Schumann

DISCO 01

Davidsbündlertänze Op.6
01. I- Lebhaft
02. II- Innig
03. III- Etwas hahnbüchen
04. IV- Ungeduldig
05. V- Einfach
06. VI- Sehr rasch und sich hinein
07. VII- Nicht schnell und mit äußerst starker Empfindung
08. VIII- Frisch
09. IX- Crotchet = 126
10. X- Balladenmässig, sehr rasch
11. XI- Einfach
12. XII- Mit Humor
13. XIII- Wild und lustig
14. XIV- Zart und singend
15. XV- Frisch
16. XVI- Mit gutem Humor
17. XVII- Wie aus der Ferne
18. XVIII- Nicht schnell

Concert sans orchestre Op.14
19. I- Allegro brillante
20. II- Quasi Variazioni. Andantino de Clara Wieck
21. III- Prestissimo possible

DISCO 02

Allegro in B minor Op.8 (1831)
01. Allegro in B minor Op.8 (1831)

Kreisleriana Op.16
02. I- Äusserst bewegt
03. II- Sehr innig
04. III- Sehr aufgeregt
05. IV- Sehr langsam
06. V- Sehr lebhaft
07. VI- Sehr langsam
08. VII- Sehr rasch
09. VIII- Schnell und spielend

Gesänge der Frühe Op.133
11. I- Im ruhigen Tempo
12. II- Belebt, nicht zu rasch
13. III- Lebhaft
14. IV- Bewegt
15. V- Im anfange ruhges, im Verlauf beweg

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Maurizio Pollini, piano

BAIXAR AQUI CD01
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 6 em Lá Menor - "Trágica" e Sinfonia No. 8 in E flat major - "Sinfonia dos Mil" (CDs 7, 8 e 9 de 12)

Mais 2 sinfonias de Gustav Mahler. Surgem agora as colossais números 6 e 8. Estas duas sinfonias daria motivos para se escrever centenas de teses de doutorado pelo nível de complexidade. A Sexta, por exemplo, também chamada de "Trágica" é densa, de orquestração maciça e forte, é o resultado da angústia mahleriana frente à morte. O compositor descobrira que possuía um problema cardíaco e isso o levou a escrever este trabalho saturado de angústia. Já a número 8 é um trabalho que impressiona pelos números. Primeiro ela é conhecida como "Sinfonia dos Mil". É um trabalho em que notamos certa megalomania da parte do compositor. Ficou pronta em 1906. Um assomo de inspiração impregnou o compositor. A obra demorou apenas 3 meses para ficar pronta. Em execuções normais, chega a demorar mais de 80 minutos. Ou seja, uma hora e vinte minutos de uma viagem, baseada num poema medieval. Um coro gigantesco. Conforme informações, à primeira vez em que o trabalho foi executado, Mahler reuniu 1023 pessoas no coral. Algo impressionável. Nem mesmo Wagner pensou em algo assim! Sendo assim, não deixemos de ouvir estes dois fáusticos trabalhos! Boa apreciação!

Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 6 em Lá Menor - "Trágica" e Sinfonia No. 8 in E flat major - "Sinfonia dos Mil"

DISCO 07

Sinfonia No. 6 em Lá Menor - "Trágica"01. I. Allegro energico, ma non troppo
02. II. Scherzo
03. III. Andante moderato

DISCO 08

01. IV. Finale (allegro)

Chicago Symphony Orchestra
Claudio Abbado, regente

Sinfonia No. 8 in E flat major - Sinfonia dos Mil
02. Part I. Hymnus- Veni, creator spiritus

DISCO 09

01. Part II. Schluss-szene aus Faust

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Berliner Philharmoniker
Rundfunkchor Berlin Prager
Philharmonischer chor

Claudio Abbado, regente

*Maiores informações sobre solistas no último post

BAIXAR AQUIparte1
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Joseph Haydn - Trios para piano, violino, violoncelo - (CDs 5 e 6 de 9) - REUPAGEM

Postado, inicialmente, em arquivo único. Agora, resolvi repostar, com a divisão devida das faixas.

Postagem feita em 21/05/2009

Vão mais dois CDs da série de trios completos de Haydn. Confesso que ainda não os ouvi totalmente. Mas por aquilo que já pude apreciar, trata-se de uma espetacular interpretação desses deliciosos elementos artísticos. Haydn parecia ter uma fórmula que tornava capaz a produção de música de boa qualidade em séries frenéticas. Enquanto vivo, Haydn produziu exaustivamente. Mas por incrível que pareça as suas peças possuem uma regularidade de impressionar no que tange à qualidade. Neste instante estou ouvindo a sinfonia # 100, denominada Militar, que possui aspectos agradáveis. Postarei as 12 Sinfonias de Londres, assim que terminar esta série de trios. Por enquanto vão mais dois agradáveis CDs.

Franz Joseph Haydn (1732 -1809) - Trios para piano, violino e violoncelo

CD 5

Hob. XV:12 in E minor
Hob. XV:13 in C minor
Hob. XV:14 in A flat
Hob. XV:16 in D

CD 6

Hob. XV:15 in G
Hob. XV:17 in F
Hob. XV:32 in G
Hob. XV:18 in A
Hob. XV:19 in G minor

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Beaux Arts Trio
Menahem Pressler, piano
Isidore Cohen, violino
Bernard Greenhouse, violoncello

BAIXAR CD 5
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domingo, 11 de setembro de 2011

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 6 Partitas (Piano) - Vladimir Ashkenazy

O Grande Pai surge para embelezar e divinizar a nossa manhã de domingo. A seguir, uma sucinta explicação histórica a cerca dessas partitas tão especiais: "Em 1723, Bach já tinha estabelecido sua reputação de virtuoso tecladista quando ele foi apontado kantor da Igreja de São Tomás e diretor de música em Lípsia. Ele também era, igualmente, um compositor bem sucedido e muito hábil ao improvisar no órgão. Ele também já tinha provado que podia compor para vários estilos, de altamente complexas fugas à peças galantes como as suítes. Neste novo emprego, Bach pode ter querido impressionar os seus patrões, na ocasião, e mostrar que ele era mais do que capaz de manter a posição para qual fora chamado a assumir, pois para a comissão dos jurados na sua admissão ele apresentou uma série de trabalhos recentes que ele mesmo tinha preparado, noutrora, para alunos. Entre estes trabalhos, incluíam-se: "Invenções e Sinfonias" (1723), e "O Cravo Bem Temperado" (1722). O ocupante da cadeira que Bach iria assumir, até o último ano, era um compositor da mais alta reputação musical, Johann Kuhnau (1660-1722), este que tinha estabelecido as fundações da escola musical do cravo, na Alemanha. Bach já tinha também trabalhado com Kuhnau, em Halle, em 1716, examinando um órgão. Alem disto, o sobrinho de Kuhnau, Johann Andreas Kuhnau, era o copista das partes musicais das cantatas de Bach. Logo, era meio indicativo que Bach tinha que dar uma boa impressão aos seus novos empregadores e este legado da amizade entre os dois serviu para incentivar Bach a escrever as Seis Partitas. Era o outono de 1726, quando Bach finalmente publicou a primeira partita. Esta se seguiu com as: nº 2 e 3, em 1727, nº 4 em 1728, nº 5 e 6, em 1730. Em 1731 Bach juntou as seis e publicou mais uma vez como uma coletânea, pelo título de "Opus I". Ele poderia capitalizar mais ainda em trabalhos já preparados e publicados anteriormente e com o dinheiro dos ganhos durante as primeiras publicações investir em futuras produções.

Daqui

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - 6 Partitas (Piano) - Vladimir Ashkenazy

DISCO 01

Partita No. 1 in B flat major. BWV 825
01. I. Praeludium
02. II. Allemande
03. III. Corrente
04. IV. Sarabande
05. V. Menuet I
06. V. Menuet II
07. VI. Giga

Partita No. 2 in C minor, BWV 826
08. I. sinfonia Garev adagio - Andante - Allegro
09. II. allemande
10. III. Courante
11. IV. Sarabende
12. V. Rondeaux
13. VI. Capriccio

Partita No. 3 in A minor. BWV 827
14. I. Fantasia
15. II. Allemande
16. III. Corrente
17. IV. Sarabande
18. V. Burlesca
19. VI. Scherzo
20. VII. Gigue

DISCO 02

Partita No. 4 in D major, BWV 828
01. I. Ouverture
02. II. Allemande
03. III. Courante
04. IV. Aria
05. V. Sarabande
06. VI. Menuet
07. VII. Gigue

Partita No. 5 in G major, BWB 829
08. I. Preambulum
09. II. Allemande
10. III. Corrente
11. IV. Sarabande
12. V. Tempo di Minuetto
13. VI. Passepied
14. VII. Gigue

Partita No. 6 in E minor, BWV 830
15. I. Toccata
16. II. Alemande
17. III. Corrente
18. IV. Air
19. V. Sarabanda
20. VI. Tempo di Gavotta
21. VII. Gigue

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Vladimir Ashkenazy, piano

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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Alfred Schnittke (1934-1998) - Symphonic Prelude, Symphony No. 8 e For Liverpool

Confesso que ainda não possuo intimidade com a música de Alfred Schnittke. Ainda não ouvi muita coisa dele, infelizmente. Mas estou desejoso de dirimir esta ausência. Para isso, pretendo, futuramente, postar as suas 9 sinfonias, que são trabalhos elogiadíssimos. A obra de Schnittke ganhou destaque na segunda metade do século XX. É um compositor que possui uma influência marcante de Dmitri Shostakovich, principalmente nos trabalhos iniciais. Vale destaque a sua épica Sinfonia no. 1 e o Concerto Grosso No. 1. Então, apreciemos a música de Alfred Schnittke - Prelúdio Sinfônico, a Sinfonia no. 8 e a For Liverpool. Um bom desafio e deleite!

Alfred Schnittke (1934-1998) - Symphonic Prelude, Symphony No. 8 e For Liverpool

Symphonic Prelude

01. Symphonic Prelude

Symphony No. 8

02. I. Moderato
03. II. Allegro moderato
04. III. Lento
05. IV. Allegro moderato
06. V. Lento

For Liverpool
07. For Liverpool

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Norrkoping Symphony Orchestra
Lu Jia, regente

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Henryk Wieniawski (1835-1880) - Concerto for Violin and Orchestra No.1 in F-sharp Minor, Op.14, etc e Pablo Sarasate - etc

Que maravilha este CD! Estava separado há algum tempo para ser postado - se não me engano, desde o início do ano. Foi somente hoje à noite que resolvi trazê-lo à tona. Com certeza, que estes dois concertos para violino, após tê-los ouvido com apreço e atenção, estão entre as coisas mais belas que já foram escritas para o instrumento - na minha singela opinião. O primeiro concerto foi composto no ano de 1853 e, o segundo, no ano de 1862. O compositor polaco foi um exímio violinista. Os seus dois concertos para violino são obras difíceis, que exigem bastante do intérprete. Gil Shaham conduz estes dois concertos com leveza e agilidade. Interpretar Wieniewski é um desafio técnico, mas que Shaham desdobra com bastante desenvoltura. A sonoridade que ele tira do instrumento impressiona. Escute, por exemplo, o segundo movimento do concerto no. 2. Aparece ainda o compositor espanhol Pablo Sarasate, para quem as obras para violino são uma referência apaixonada. Não deixe de ouvir este belo CD. Boa apreciação!

Henryk Wieniawski (1835-1880) -

Concerto for Violin and Orchestra No.1 in F-sharp Minor, Op.14
01. I. Allegro moderato
02. II. Preghiera. Larghetto
03. III. Rondo. Allegro giocoso

Concerto for Violin and Orchestra No.2 in D Minor, Op.22
04. I. Allegro moderato
05. II. Romance. Andante non troppo
06. III. Allegro con fuoco

Légende in G Minor, Op.17
07. Andante - Allegro moderato - Tempo I

Pablo Sarasate (1844-1908) -
Zigeunerweisen, Op.20
08. Moderato - Lento - Un peu lent - Allegro molto vivace
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London Symphony Orchestra
Lawrence Foster, regente
Gil Shaham, violino

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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Johannes Brahms (1833-1897) - Sonata No.1 in G, Op.78, Sonata No.2 in A, Op.100 e Sonata No.3 in D minor, Op.108

Este CD é, simplesmente, divino. Traz aquela incondicionalidade da música de Brahms. O compositor alemão é um prodígio. Suas obras possuem silêncios guardados. Os silêncios sugerem mundos. Poesia é justamente isso: sugerir por meio da linguagem. No caso, a linguagem que Brahms nos alcança é a da música, que é expressiva. Acredito que esta gravação com as sonatas de Brahms - com Ashkenazy e Pearlman - é a melhor que eu já ouvi. Ela possui vivacidade e clareza. Os músicos conseguem ser diretos, o que resulta numa excelente gravação. Há algum tempo eu havia postado, principalmente a sonata no.1, estas mesmas sonatas com a Victoria Mullova. Mas a presente interpretação é eloquente e merece ser ouvida com toda a atenção. Ela faz jus à música de Brahms. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - Sonata No.1 in G, Op.78, Sonata No.2 in A, Op.100 e Sonata No.3 in D minor, Op.108

Sonata No.1 in G, Op.78
01. 1. Vivace ma non troppo
02. 2. Adagio
03. 3. Allegro molto moderato

Sonata No.2 in A, Op.100
04. 1. Allegro amabile
05. 2. Andante tranquillo - Vivace - Andante -
06. 3. Allegretto grazioso (quasi Andante)

Sonata No.3 in D minor, Op.108
07. 1. Allegro
08. 2. Adagio
09. 3. Un poco presto e con sentimento
10. 4. Presto agitato

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Vladimir Ashkenazy, piano
Itzhak Pearlman, violino

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Joseph Haydn - Trios para piano, violino, violoncelo (CDs 3 e 4 de 9) - REUPAGEM

Postado, inicialmente, em arquivo único. Agora, resolvi repostar, com a divisão devida das faixas.

Postagem feita em 19/05/2009

Seguem mais dois CDs da série de trios completos para piano de Joseph Haydn. Estou ouvindo neste instante o CD 3. Como são belos e terrivelmente encantáveis estes trios. Acredito que seja imprescindível a audição deles. Em vários momentos podemos perceber a presença de Mozart. É a música bonita, "redonda" de Viena. Boa para ouvir em todas as ocasiões.

Franz Joseph Haydn (1732 -1809) - Trios para piano, violino e violoncelo

CD 3

Hob. XV:fl in F minor
Hob. deest in D
Hob. XIV:Cl in C
Hob. XV:2 in F
Hob. XV:5 in G
Hob. XV:6 in F

CD 4

Hob. XV:7 in D
Hob. XV:8 in B flat
Hob. XV:9 in A
Hob. XV:10 in E flat
Hob. XV:11 in E flat

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Beaux Arts Trio
Menahem Pressler, piano
Isidore Cohen, violino
Bernard Greenhouse, violoncello

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domingo, 4 de setembro de 2011

Richard Wagner (1813-1883) - Tristão e Isolda (Tristan und Isolde), ópera em três atos, WWV 90

Tristan und Isolde ("Tristão e Isolda", em alemão) é uma ópera em três atos com música e libreto do compositor alemão Richard Wagner, baseada em uma lenda medieval narrada por Gottfried Von Strassburg. A estreia da obra foi em 10 de Junho de 1865, em Munique, no Teatro da Baviera, sob regência do maestro Hans von Bülow. A partitura de Tristan und Isolde é um marco importantíssimo da música erudita moderna por apontar para a dissolução da tonalidade, cuja consequência será o atonalismo do século XX.

Tristão e Isolda é uma história lendária sobre o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda (ou Iseu). De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas diferentes versões ao longo dos séculos. O mito de Tristão e Isolda tem provável origem em lendas que circulavam entre os povos celtas do norte da Europa, ganhando uma forma mais ou menos definitiva a partir de obras literárias escritas por autores normandos no século XII. No século seguinte a história foi incorporada ao Ciclo Arturiano, com Tristão transformando-se em um cavaleiro da távola redonda da corte do Rei Artur. A história de Tristão e Isolda provavelmente influenciou outra grande história de amor trágico medieval, a que envolve Lancelote e a Rainha Genebra. A partir do século XIX até os dias de hoje o mito voltou a ganhar importância na arte ocidental, influenciando desde a literatura até a ópera, o teatro e o cinema. O mito de Tristão e Isolda foi retratado de diferentes maneiras na Idade Média. Em linhas gerais a história pode ser descrita assim:

Tristão, excelente cavaleiro a serviço de seu tio, o rei Marcos da Cornualha, viaja à Irlanda para trazer a bela princesa Isolda para casar-se com seu tio. Durante a viagem de volta à Grã-Bretanha, os dois acidentalmente bebem uma poção de amor mágica, originalmente destinada a Isolda e Marcos. Devido a isso, Tristão e Isolda apaixonam-se perdidamente, e de maneira irreversível, um pelo outro. De volta à corte, Isolda casa-se com Marcos, mas Isolda e Tristão mantêm um romance que viola as leis temporais e religiosas e escandaliza a todos. Tristão termina banido do reino, casando-se com Isolda das Mãos Brancas, princesa da Bretanha, mas seu amor pela outra Isolda não termina. Depois de muitas aventuras, Tristão é mortalmente ferido por uma lança e manda que busquem Isolda para curá-lo de suas feridas. Enquanto ela vem a caminho, a esposa de Tristão, Isolda das Mãos Brancas, engana-o, fazendo-o acreditar que Isolda não viria para vê-lo. Tristão morre, e Isolda, ao encontrá-lo morto, morre também de tristeza.

Informações DAQUI e DAQUI

Richard Wagner (1813-1883) - Tristão e Isolda (Tristan und Isolde), ópera em três atos, WWV 90

DISCO 01

01. Vorspiel
02. Westwärts schweift der Blick
03. Brangäne, du? Sag - wo sind wir?
04. O weh! Ach! Ach, des Übels, das ich geahnt!
05. Frisch weht der Wind der Heimat zu
06. Mir erkoren, mir verloren
07. Hab acht, Tristan! Botschaft von Isolde
08. Darf ich die Antwort sagen?
09. Weh, ach wehe! Dies zu dulden!
10. Wie lachend sie mir Lieder singen
11. Von seinem Lager blickt' er her
12. O Wunder! Wo hatt' ich die Augen?
13. Da Friede, Sühn' und Freundschaft
14. O Süße, Traute! Teure! Holde! Goldne Herrin!
15. Ungeminnt den hehrsten Mann
16. Kennst du der Mutter Künste nicht?
17. Auf! Auf! Ihr Frauen!
18. Herrn Tristan bringe meinen Gruß
19. Nun leb wohl, Brangäne!
20. Langsam Listen
21. Begehrt, Herrin, was ihr wünscht
22. Da, du so sittsam, mein Herr Tristan
23. Nun will ich des Eides walten

DISCO 02

01. War Morold dir so wert
02. Ho! He! Ha! He! Am Obermast die Segel ein!
03. Du hörst den Ruf?
04. Auf das Tau! Anker los!
05. Tristan!... Isolde!
06. Was träumte mir von Tristans Ehre?
07. Schnell, den Königsschmuck!
08. Vorspiel
09. Hörst du sie noch?
10. Der deiner harrt - o hör mein Warnen!
11. O laß die warnende Zünde
12. Und mußte der Minne tückischer Trank
13. Isolde! Geliebte!... Tristan! Geliebter!
14. Das Licht! Das Licht!
15. Der Tag! Der Tag
16. In deiner Hand den süßen Tod
17. O nun waren wir Nacht-Gweihter!
18. O sink hernieder, Nacht der Liebe
19. Einsam wachend in der Nacht
20. Lausch, Geliebter!
21. Unsre Liebe? Tristans Liebe?

DISCO 03

01. Doch unsre Liebe
02. So stürben wir, um ungetrennt
03. Habet acht! Habet acht!
04. O ew'ge Nacht, süße Nacht!
05. Rette dich, Tristan!
06. Tatest du's wirklich?
07. Wozu die Dienste ohne Zahl
08. Dies wunderhehre Weib
09. Nun, da durch solchen Besitz mein Herz
10. O König, das kann ich dir nicht sagen
11. Wohin nun Tristan scheidet, willst du, Isold', ihm folgen?
12. Als für ein fremdes Land
13. Verräter! Ha! Zur Rache, König!
14. Hirtenreigen auf einer Schalmei
15. Kurwenal! He! Sag, Kurwenal!
16. Öd' und leer das Meer!... / Hirtenreigen auf einer Schalmei / Die alte Weise
17. Wo du bist? In Frieden, sicher und frei!
18. Dünkt dich das? Ich weiß es anders
19. Scene 1. Isolde noch im Reich der Sonne!

DISCO 04

01. Noch losch das Licht nicht aus
02. Mein Kurwenal, du trauter Freund!
03. Hirtenreigen auf einer Schalmei / Noch ist kein Schiff zu sehn!
04. Nein! Ach nein! So heißt sie nicht!
05. Der Trank! Der Trank! Der furchtbare Trank!
06. Mein Herren! Tristan! Schrecklicher Zauber!
07. Das Schiff? Siehst du's noch nicht?
08. Wie sie selig, hehr und milde
09. Hirtenreigen auf einer Schalmei / O Wonne! Freude! Ha! Das Schiff!
10. O diese Sonne! Ha, dieser Tag!
11. Ich bin's, ich bin's, süßester Freund!
12. Die Wunde? Wo? Laß sie mich heilen!
13. Kurwenal! Hör! Ein zweites Schiff
14. Sie wacht! Sie lebt! Isolde!
15. Mild und leise wir er lächelt
16. Heller schallend, mich umwallend

* As informações sobre os músicos intérpretes estão contidas no último disco.

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Philharmonia Orchestra
Chorus of the Royal Opera House, Convent Garden
Wilhelm Furtwangler, regente

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sábado, 3 de setembro de 2011

Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 4 em G e Sinfonia No. 5 em Dó Sustenido Menor (CDs 5 e 6 de 12)

Sigamos com a nossa caminhada. Mahler é o nosso guia. Dessa vez surgem dois dos trabalhos mais representativos do compositor austríaco. A Quarta é, das sinfonias mahlerianas, a mais simples, a mais direta, mas nem por isso, a menos inexpressiva. Muito pelo contrário. Ela é dadivosa. É uma expressão profunda da estética mahleriana. É a voz de uma criança sussurrando a visão que está tendo do paraíso. A número 5 é um divisor de águas entre as sinfonias do compositor. Nela insere sua genialidade para a orquestração. É um trabalho complexo sob vários aspectos. Mahler busca com música densa, aterradora, dramática, "desesperada" (em acepção kierkegaardiana) retratar os dramas filósoficos da existência humana - ou da sua mesmo (do compositor)? O fato é que conheci Mahler por intermédio dessa sinfonia. E desde o primeiro encontro, a Quinta e a Primeira têm sido as sinfonias que mais aprecio. Não descarto a beleza da Quarta. Mas as duas que citei são especiais. Não deixe de ouvir estas duas belos trabalhos com o Abbado. Um bom deleite!

Gustav Mahler (1860-1911) - Sinfonia No. 4 em G e Sinfonia No. 5 em Dó Sustenido Menor

DISCO 05
Sinfonia No. 4 em G
01. I. Bedächtig. Nicht eilen
02. II. In gemächlicher Bewegung. Ohne Hast
03. III. Ruhevoll
04. IV. Das himmlische Leben. Sehr behaglich

Wiener Philharmoniker Claudio Abbado, regente
Frederica von Stade, mezo-soprano
DISCO 06

Sinfonia No. 5 em Dó Sustenido Menor

01. 1. Trauermarsch
02. 2. Stürmisch bewegt. Mit grösster Vehemenz
03. 3. Scherzo - Kraftig, nicht zu schnell
04. 4. Adagietto - Sehr langsam
05. 5. Rondo - Finale - Allegro

Berliner Philharmoniker
Claudio Abbado, regente
 
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Joseph Haydn - Trios para Piano, violino e violoncelo (CDs 1 e 2 de 9) - REUPAGEM

Postado, inicialmente, em arquivo único. Agora, resolvi repostar, com a divisão devida das faixas.

Postagem feita em 16/05/2009

Tive dificuldades o dia inteiro com a minha conexão, o que impossibilitou postar qualquer coisa. Somente agora normalizou o funcionamento. O fato é que no dia 31 deste mês, maio, completam-se 200 anos da morte de Franz Joseph Haydn, um dos músicos mais importantes da história da música. POstarei algumas peças do velho Haydn, professor de Mozart e Beethoven - As 12 Sinfonias de Londres, Os Trios para piano (completos) e outras peças do mestre de Viena. Como já são mais de 11 da noite de sábado, estou me aprontando para dormir. Mas antes que o faça, postarei o primeiro e o segundo CD. Tive a oportunidade de ouvi-lo hoje à tarde. Confesso que fiquei emocionado Trata-se de música sensível, agradável, oportuna para todas as ocasiões. É para ouvir mais de uma vez! Aconselho que os senhores possam ouvi-lo, apreciá-lo, reverenciá-lo. Depois escreverei um texto mais detalhado sobre o homem. Há muito o que dizer dos 77 anos desse pródigo compositor.

P.S. Os arquivos se encontram ripados em bloco único, como num grande tijolo. Mas a qualidade do som é muito boa!

Franz Joseph Haydn (1732 -1809) - Trios para piano, violino e violoncelo

CD 1

Hob. XV:37 in F
Hob. XV: C1 in C
Hob. XVI: 6/XVI:6 in G
Hob. XV:39 in F
Hob. XV:1 in G minor

CD 2

Hob. XV:40 in F
Hob. XV:41 in G
Hob. XV:35 in A
Hob. XV:34 in E
Hob. XV:36 in E flat
Hob. XV:38 in B flat

Você pode comprar este CD na Amazon

Beaux Arts Trio
Menahem Pressler, piano
Isidore Cohen, violino
Bernard Greenhouse, violoncello

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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Richard Wagner (1813-1883) - Tannhäuser e o torneio de trovadores de Wartburg (Tannhäuser und der Sängerkrieg aus Wartburg)

Tannhäuser und der Sängerkrieg aus Wartburg (Tannhäuser e o torneio de trovadores de Wartburg, em alemão) é uma ópera em três atos com a música de Richard Wagner, e com o libreto do próprio compositor. Estreou no ano de 1845 na cidade Dresden, na Alemanha. Baseada numa lenda medieval, conta a história de Tannhäuser, um menestrel que se deixa seduzir por uma mulher mundana, de nome Vênus, contrariando assim a defesa do torneio dos trovadores a que ele pertence de que o amor deve ser sublime e elevado. Quando Tannhäuser defende deliberadamente o amor carnal de Vênus, é reprimido pelos trovadores e consolado apenas por Isabel, uma virgem que o ama muito. É-lhe dito que sua única chance de perdão é dirigir-se ao Vaticano e rogar o perdão do Papa.Tannhäuser segue, então, com o torneio até Roma, mas de maneira auto-punitiva: dormindo sobre a neve, enquanto os demais estão no alojamento; caminhando descalço sobre o chão quente, passando fome, e ainda com os olhos vendados, para não ver as belas paisagens da Itália. Ao chegar diante do papa, em vez de obter o perdão, ouve o papa dizer que é mais fácil o cajado que ele segura florescer do que ele obter o perdão dos pecados, tanto no céu quanto na terra. Odiando a igreja, Tannhäuser volta à Alemanha e Isabel sobe aos céus, rogando a Deus que interceda por ele. Os trovadores voltam com a notícia de que o cajado do papa floresceu, simbolizando que um pecador obteve no céu o perdão que não obteve na terra.

DAQUI


Richard Wagner (1813-1883) - Tannhäuser e o torneio de trovadores de Wartburg (Tannhäuser und der Sängerkrieg aus Wartburg)

DISCO 01

01. Overture

Act 1

02. "Naht euch dem Strande" (Venusberg Music)
03. "Geliebter, sag, wo weilt dein Sinn?"
04. "Dir töne Lob! Die Wunder sei'n gepriesen"
05. "Geliebter, komm! Sieh dort die Grotte!"
06. "Stets soll nur dir mein Lied ertönen!"
07. "Zieh hin, Wahnsinniger, zieh hin!"
08. "Frau Holda kam aus dem Berg hervor"
09. "Zu dir wall ich, mein Jesus Christ"
10. "Wer ist der dort in brünstigem Gebete?"
11. "Als du in kühnem Sange uns bestrittest"

DISCO 02

Act 2

01. "Dich, teure Halle, grüß ich wieder"
02. "Dort ist sie; nahe dich ihr ungestört!" - "Der Sänger klugen Weisen lauscht' ich sonst"
03. "Den Gott der Liebe sollst du preisen"
04. "Dich treff ich hier, in dieser Halle"
05. "Freudig begrüßen wir die edle Halle"
06. "Gar viel und schön"
07. "Blick ich umher in diesem edlen Kreise"
08. "Auch ich darf mich so glücklich nennen" - "Den Bronnen, den uns Wolfram nannte"
09. "O Walther, der du also sangest" - "Heraus zum Kampfe mit uns allen!" - "O Himmel, laß dich jetzt erflehen"
10. "Dir, Göttin der Liebe, soll mein Lied ertönen!"
11. "Was hör ich?"
12. "Der Unglücksel'ge, den gefangen"
13. "Weh! Weh, mir Unglücksel'gem!"
14. "Ein furchtbares Verbrechen ward begangen"
15. "Versammelt sind aus meinen Landen"

DISCO 03

Act 3

01. Introduction
02. "Wohl wußt' ich hier sie im Gebet zu finden"
03. "Beglückt darf nun dich, o Heimat, ich schauen" - "Dies ist ihr Sang"
04. "Allmächt'ge Jungfrau, hör mein Flehen!"
05. "Wie Todesahnung Dämmrung deckt die Lande"
06. "O du, mein holder Abendstern"
07. "Ich hörte Harfenschlag"
08. "Inbrunst im Herzen"
09. "Nach Rom gelangt' ich so"
10. "Da sank ich in Vernichtung dumpf darnieder" - "Halt ein! Unsel'ger"
11. "Willkommen, ungetreuer Mann" - "Der Seele Heil, die nun entflohn"
12. "Heil ! Heil! Der Gnade Wunder Heil!"

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Orchester der Deutschen Oper Berlin
Chor der Deutschen Oper Berlin
Otto Gerdes, regente
Birgit Nilsson
Horst Laubenthal
Friedrich Lenz
Dietrich Fischer-Dieskau
Klaus Hirte
Hans Sotin
Theo Adam
Walter Hagen-Groll

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