domingo, 31 de julho de 2011

Richard Wagner (1813-1883) - Parsifal, ópera em 3 atos

Parsifal é uma ópera de três atos do com a música e libreto do compositor alemão Richard Wagner. Estreou no Bayreuth Festspielhaus em Bayreuth no mês de julho de 1882. A ópera se passa nas legendárias colinas do Monte Salvat, na Espanha, onde vive uma fraternidade de cavaleiros do Santo Graal. O mago negro Klingsor teria construído um jardim mágico povoado com mulheres que, com seus perfumes e trejeitos, seduziriam os cavaleiros e faria com que eles quebrassem seus votos de castidade, e teria ferido Amfortas, rei do Graal, com a lança que perfurou o flanco de Cristo, e todas as vezes em que Amfortas olha em direção ao Graal sente a ferida arder. Tal redenção só poderia ser realizada por um "inocente casto" (significado da palavra "Parsifal"). Este, em sua primeira aparição na ópera, surge ferindo um dos cisnes que purificavam a água do banho de Amfortas, e a todas as perguntas que os cavaleiros lhe fazem responde dizendo que não sabe de nada, nem ao mesmo seu nome. Parsifal atravessa o jardim mágico de Klingsor e é seduzido pela amazona Kundry, que ora é uma fiel serva do Graal, ora é escrava de Klingsor. Ao beijá-la, sente os estigmas das feridas que afligiam Amfortas e, quando Klingsor atira a lança contra ele, a lança dá a volta em seu corpo, e todo o castelo mágico é destruído. Tempos depois, tendo os cavaleiros se convencido de que ele é o "inocente casto" que faria a salvação, Parsifal cura as feridas de Amfortas e o destrona, assumindo a nova condição de rei do Graal.

DAQUI

Tradução do libreto

Richard Wagner (1813-1883) - Parsifal

DISCO 01

01 - Act 1. Vorspiel - Prelude
02 - Act 1. 'He! Ho! Waldhüter ihr' - Gurnemanz
03 - Act 1. 'Sehr dort, die wilde Reiterin!'
04 - Act 1. 'Recht so! - Habt Dank!' - Amfortas
05 - Act 1. 'He, du da! Was liegst du dort wie ein wildes Tier_'
06 - Act 1. 'Das ist ein andres' - Gurnemanz
07 - Act 1. 'Titurel, der fromme Held, der kannt' ihn wohl'
08 - Act 1. Vor allem nun_ der Speer kehr uns zurück!
09 - Act 1. 'Weh! Weh'
10 - Act 1. 'Du konntest morden, hier im heil'gen Walde' - Gurnemanz
11 - Act 1. 'Wo bist Du her _' - Gurnemanz
12 - Act 1. 'Den Vaterlosen gebar die Mutter' - Kundry
13 - Act 1. 'So recht! So nach des Grales Gnade' - Gurnemanz

DISCO 02

01 - Act 1. 'Vom Bade kehrt der König heim' - Gurnemanz
02 - Act 1. 'Nun achte wohl, und lass mich seh'n' - Gurnemanz
03 - Act 1. 'Mein Sohn Amfortas, bist du am amt' - Titurel
04 - Act 1. 'Nein! Lasst ihn unenthüllt!' - Amfortas
05 - Act 1. 'Nehmet hin meinen Leib' - Stimmen
06 - Act 1. 'Was stehst Du noch da_' - Gurnemanz

DISCO 03

01 - Act 2. Vorspiel - Prelude
02 - Act 2. 'Die Zeit ist da' - Klingsor
03 - Act 2. 'Erwachest du_ Ha!' - Klingsor
04 - Act 2. 'Jetzt schon erklimmt er die Burg' - Klingsor
05 - Act 2. 'Hier war das Tosen'
06 - Act 2. 'Iht schönen Kinder' - Parsifal
07 - Act 2. 'Komm, komm! Holder Knabe!'
08 - Act 2. 'Parsifal! - Weile' - Kundry
09 - Act 2. 'Ich sah das Kind an seiner Mutter Brust' - Kundry
10 - Act 2. 'Wehe! Wehe! was tat ich_' - Parsifal
11 - Act 2. 'Amfortas! - Die Wunde' - Parsifal
12 - Act 2. 'Grausamer! Fühlst du im Herzen' - Kundry
13 - Act 2. 'Auf Ewigkeit wärst Du verdammt' - Parsifal
14 - Act 2. 'Vergeh, unseliges Weib!' - Parsifal
15 - Act 2. 'Halt da! Dich bann ich mit der rechten Wehr!' - Klingsor

DISCO 04

01 - Act 3. Vorspiel - Prelude
02 - Act 3. 'Von dorther kam das Stöhnen' - Gurnemanz
03 - Act 3. 'Du tolles WEib! Hast Du kein Wort für mich_' - Gurnemanz
04 - Act 3. 'In düstrem Waffenschmucke' - Gurnemanz
05 - Act 3. 'Heil mir, dass ich dich wiederfinde!' - Parsifal
06 - Act 3. 'O Gnade! Höchstes Heil!' - Gurnemanz
07 - Act 3. 'Nicht so! . Die heil'ge Quelle selbst' - Gurnemanz
08 - Act 3. 'Du wuschest mir die Füsse' - Parsifal
09 - Act 3. 'Wei dünkt mich doch die Aue heut so schön' - Parsifal
10 - Act 3. 'Mittag. - Die Stund ist da' - Gurnemanz
11 - Act 3. 'Geleiten wir im bergenden Schrein' - Ritter
12 - Act 3. 'Ja, Wehe! Wehe! Weh über mich' - Amfortas
13 - Act 3. 'Nur eine Waffe taugt' - Parsifal

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Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunks
Rafael Kubelik, regente
Bernd Weikl, Amfortas
Kurt Moll, Gurnemanz
Matti Salminen, Titurel
James King, Parsifal
Franz Mazura, Klingsor
Yvonne Minton, Kundry

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sábado, 30 de julho de 2011

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Os Concertos de Brandenburgo, Suites nos. 1-4 e Triple Concerto

Como estou de saída e queria fazer uma grande postagem, decidi-me por postar os Concertos de Brandenburgo. Apenas enxertarei o texto auxiliador da wikipédia: "Os Concertos de Brandeburgo ou Concertos de Brandenburgo (mais raramente Brandemburgo) (BWV 1046-1051, título original: Six Concerts avec plusieurs instruments, em alemão: Brandenburgische Konzerte) são uma coleção de seis peças musicais composta por Johann Sebastian Bach entre 1718 - 1721, dedicados e apresentados ao margrave de Brandenburg-Schwedt, Christian Ludwig em 1721. São amplamente considerados como expoentes do barroco na música, além de estar entre os clássicos mais populares. Estes trabalhos foram esquecidos na biblioteca do margrave até sua morte em 1734 quando foram vendidos por poucos centavos. Os concertos foram descobertos em arquivos de Brandemburgo no século XIX sendo publicados em 1850". Esta interpretação dos Concertos de Brandenburgo com Karl Richter são uma das mais famosas e respeitadas que já foram feitas para esses concertos. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Os Concertos de Brandenburgo, Suites nos. 1-4 e Triple Concerto

DISCO 01

01. Brandenburg Concerto No.1 in F, BWV 1046: 1. (Allegro)
02. Brandenburg Concerto No.1 in F, BWV 1046: 2. Adagio
03. Brandenburg Concerto No.1 in F, BWV 1046: 3. Allegro
04. Brandenburg Concerto No.1 in F, BWV 1046: 4. Menuet - Trio - Polonaise
05. Brandenburg Concerto No.2 in F, BWV 1047: 1. (Allegro)
06. Brandenburg Concerto No.2 in F, BWV 1047: 2. Andante
07. Brandenburg Concerto No.2 in F, BWV 1047: 3. Allegro assai
08. Brandenburg Concerto No.3 in G, BWV 1048: 1. (Allegro)
09. Brandenburg Concerto No.3 in G, BWV 1048: 2. Adagio (BWV 1019a)
10. Brandenburg Concerto No.3 in G, BWV 1048: 3. Allegro
11. Brandenburg Concerto No.4 in G, BWV 1049: 1. Allegro
12. Brandenburg Concerto No.4 in G, BWV 1049: 2. Andante
13. Brandenburg Concerto No.4 in G, BWV 1049: 3. Presto
14. Brandenburg Concerto No.5 in D, BWV 1050: 1. Allegro
15. Brandenburg Concerto No.5 in D, BWV 1050: 2. Affetuoso
16. Brandenburg Concerto No.5 in D, BWV 1050: 3. Allegro

DISCO 02

01. Brandenburg Concerto No.6 in B flat, BWV 1051: 1. Allegro moderato
02. Brandenburg Concerto No.6 in B flat, BWV 1051: 2. Adagio ma non tanto
03. Brandenburg Concerto No.6 in B flat, BWV 1051: 3. Allegro
04. Suite No.1 in C, BWV 1066: 1. Ouverture
05. Suite No.1 in C, BWV 1066: 2. Courante
06. Suite No.1 in C, BWV 1066: 3. Gavotte I-II
07. Suite No.1 in C, BWV 1066: 4. Forlane
08. Suite No.1 in C, BWV 1066: 5. Menuet I-II
09. Suite No.1 in C, BWV 1066: 6. Bourree I-II
10. Suite No.1 in C, BWV 1066: 7. Passepied I-II
11. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 1. Ouverture
12. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 2. Rondeau
13. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 3. Sarabande
14. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 4. Bourree I-II
15. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 5. Polonaise
16. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 6. Menuet
17. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 7. Badinerie

DISCO 03

01. Suite No.3 in D, BWV 1068: 1. Ouverture
02. Suite No.3 in D, BWV 1068: 2. Air
03. Suite No.3 in D, BWV 1068: 3. Gavotte I-II
04. Suite No.3 in D, BWV 1068: 4. Bourree
05. Suite No.3 in D, BWV 1068: 5. Gigue
06. Suite No.4 in D, BWV 1069: 1. Ouverture
07. Suite No.4 in D, BWV 1069: 2. Bourree I-II
08. Suite No.4 in D, BWV 1069: 3. Gavotte
09. Suite No.4 in D, BWV 1069: 4. Menuet I-II
10. Suite No.4 in D, BWV 1069: 5. Rejouissance
11. Triple Concerto BWV 1044: 1. Allegro
12. Triple Concerto BWV 1044: 2 Adagio ma non tanto e dolce
13. Triple Concerto BWV 1044: 3. Tempo di Allabreve

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Münchener Bach-Orchester
Karl Richter, regente, cembalo
Aurèle Nicolet, flauta
Gerhart Hetzel, violino

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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 7 em C maior, op. 60 -"Leningrado" e Sinfonia No. 11 em G manor, Op. 103 - "O Ano de 1905"

Dois trabalhos que são descrições da complexidade e das facetas do nacionalismo de Shostakovich. Desde ontem que tenho ouvido este CD com características marciais. Apesar das pugnas de Shostakovich com Stálin, a Sinfonia no. 7 - Leningrado - é uma prova cabal das responsabilidades políticas de Shostakovich para com a União Soviética. O trabalho celebra o sentimento de resistência e entrega do povo russo contra as tropas nazistas. O povo conseguiu vencer a fome, a morte, o frio, o medo, as tropas alemãs e toda uma carga dramática de opositores imaginários e reais e se firmar como nação. Há algum tempo atrás eu assistir a um documentário que revalava o quanto a tática da homogeneidade e da paixão ardorosa pela pátria foi necessária à vitória contra as tropas de Hitler. Shostakovich soube revelar esses instantes angustiantes da guerra nesse trabalho que foi importante por fazer sublimar a paixão do povo. Já a Sinfonia no. 11 é uma das obras que mais admiro de Shosta. Os elementos programáticos da obra tornam tactéis os efeitos estéticos da audição, revelando as habilidades do compositor russo. São dois trabalhos "duros", de grande agonia e dramaticidade. O último movimento da Sinfonia no. 11 é consumador. Percebemos nesgas de esperança sendo semeadas. Advertências. O proletariado conforme descrito no quarto movimento daria o seu troco. A dialética da história seria aplicada. O "cabo-de-guerra" descrito por Marx no "Manifesto do Partido Comunista" estaria em grande distensão. A resposta se daria em 1917 com Lênin e a Revolução Russa. Não deixe de ouvir. Uma boa audição!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 7 em C maior, op. 60 -"Leningrado" e
Sinfonia No. 11 em G manor, Op. 103 - "O Ano de 1905"

DISCO 01

Sinfonia No. 7 em C maior, op. 60 -"Leningrado"
01. I. Allegretto
02. II. Moderato
03. III. Adagio
04. IV. Allegro Non Troppo

DISCO 02

Sinfonia No. 11 em G manor, Op. 103 - "O Ano de 1905"
01. The Palace Square
02. The Ninth of January
03. In Memoriam
04. The Tocsin

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Bournemouth Symphony Orchestra
Paavo Berglund, regente

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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Richard Wagner (1813-1883) - O Anel do Nibelungo - O Crepúsculo dos Deuses (Die Götterdämmerung) - (CDs 10, 11, 12 e 13 de 13 - final)

Chegamos, finalmente, à última postagem do ciclo do Anel do Nibelungo. A última é O Crepúsculo dos Deuses, cuja composição se deu entre os ano de 1869 e 1874. Sua estréia ocorreu no Bayreuth Festspielhaus, Bayreuth, em 17 de agosto de 1876, como parte da primeira apresentação completa da Saga do Anel. O título é uma tradução ao alemão do termo em nórdico antigo Ragnarök, que, na mitologia nórdica, se refere à guerra profetizada dos deuses que resulta no fim do mundo. Entretanto, assim como no restante da tetralogia, a interpretação de Wagner para esse apocalipse diverge significativamente das fontes nórdicas. A última cena do último ato é talvez uma mais difíceis direções de cena da história da ópera, quando o fogo consome todo o cenário e o rio Reno inunda o local, levando as ninfas consigo.

Informaçãoes extraídas da Wikipédia.

LinkRichard Wagner (1813-1883) - O Crepúsculo dos Deuses (Die Götterdämmerung)

DISCO 10

01. Act I_Prelude
02. 1st Norn_Welch Licht
03. 2nd Norn_Treu berath'ner Verträge
04. 3rd Norn_Es ragt die Burg
05. 1st Norn_Die Nacht weicht
06. Brünnhilde_ Zu neuen Thaten
07. Siegfried_ Lass'ich, Liebste, dich hier
08. Brünnhilde_ O heilige Götter!
09. Siegfried's Rhine Journey
10. Scene I_Gunther_Nun hör Hagen
11. Hagen_ Vor Neidhohle den Niblungenhort
12. Scene 2_ Hagen_Heil!Heil!Siegfried
13. Gunther_Begrüsse froh, o Held
14. Gutrune_Wilkomen, Gast

DISCO 11

01. Siegfried_Deinem Bruder
02. Siegfried_Blühenden Lebens
03. Hagen_Hier sitz'ich zur Wacht
04. Scene 3_ Beginning
05. Brünnhilde_Altgewhontes Geräusch
06. Waltraute_Höre mit Sinn
07. Brünnhilde_ Ha! Weisst du,
08. Siegfried_ Brünnhild! Ein Freier
09. Act II_ Prelude and Scene 1_Beginning
10. Alberich_ Schläfst du Hagen

DISCO 12

01. 01.Scene 2.Beginning
02. 02.Siegfried.Hoiho!Hagen!
03. 03.Scene 3.Hagen_Hoiho!
04. 04.Scene 4_Chorus of Men_Heil dir, Gunther!
05. 05.Brunnhilde_Einen Ring sah ich
06. 06.Brunnhilde_Heil'ge Gotter
07. 07.Siegfried_Helle Wehr
08. 08.Scene 5_Beginning
09. 09.Brunnhilde_Welches Unholds List
10. 10.Hagen_Und dort trifft ihn mein Speer!
11. 11.Gunther_Doch Gutrune,ach!
12. 12.Act III_Prelude and Scene I_Beginning
13. 13.The Three Rhine Maidens_Frau Sonne

DISCO 13

01. Siegried_ Ein Albe
02. Siegried_ Mein Schwert zerschwang einen Speer
03. Scene 2_ Hoiho!
04. Siegried_ Mime hiess ein mürrischer Zwerg
05. Siegried_ In Leid zu dem Wipfel
06. Siegried_ Brünnhilde, heilige Braut!
07. Funeral Music
08. Scene 3_ Gutrune_ War das sein Horn_
09. Hagen_ Hoiho! hoiho!
10. Brunnhilde_ Schweigt eures Jammers
11. Brunnhilde_ Starke Scheite
12. Brunnhilde_ Mein Erbe nun nehm ich zu eigen
13. Brunnhilde_ Fliegt heim, ihr Raben!

Bayreuth, 1956, live

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Bayreuth Festival Orchestra
Hans Knappertsbusch, regente

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Anton Bruckner (1824-1896) - Sinfonia No. 3 in D minor e Symphony No. 8 in C minor

Ouvi este baita CD há pouco e percebi que era fundamental compartilhá-lo. Percebo dois momentos da vida de Bruckner aqui escancarados: (1) A Sinfonia no. 3 é um trabalho repleto de "idealismos". Foi dedicada a Richard Wagner. Possui bons momentos; passagens daquilo que seria trabalhada a partir da Quarta Sinfonia - momento em que os grandes trabalhos se sucederiam numa progressão assustadora. (2) A poderosa Oitava Sinfonia, um dos trabalhos mais atordoadores de toda a história das composições sinfônicas, é uma marca do gênio de Bruckner. As sinfonias números 7, 8 e 9 de Bruckner são portais que nos levam ao paraíso. Acredito (sem exagero) que essas sinfonias serão tocadas na "Nova Jerusalém" - nomenclatura utilizada pelo livro de Apocalipese. Ultimamente tenho ouvido muita coisa com George Szell e me impressiona a qualidade desse regente. Boa apreciação!

Anton Bruckner (1824-1896) - Sinfonia No. 3 in D minor e Symphony No. 8 in C minor

DISCO 01

01. Mehr bewegt, misterioso
02. Andante. Bewegt, feierlich, quasi Adagio
03. Scherzo. Ziemlich schnell
04. Finale. Allegro

Symphony No. 8 in C minor, WAB 108

01. I. Allegro moderato

DISCO 02

01. II. Scherzo. Allegro moderato
02. III. Adagio. Feierlich langsam_ doch nicht schleppend
03. IV. Finale. Feierlich, nicht schnell

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Cleveland Orchestra
George Szell, regente

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Stravinsky (1882-1971) - The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in two parts), Suite from Firebird (1919 version) e Prokofiev (1891-1953) - etc

"A Sagração da Primavera", também comumente referida por seu título em Francês "Le Sacre du Printemps" é um balé em dois atos que conta a história da imolação de uma jovem que deve ser sacrificada como oferenda ao deus da primavera em um ritual primitivo, a fim de trazer boas colheitas para a tribo. Sendo a música de autoria do russo Igor Stravinsky, coreografia de Vaslav Nijinsky, e cenografia do arqueologista e pintor Nicholas Roerich, a obra teve a produção de Serge Diaghilev e estreou em 29 de maio de 1913 no Théâtre des Champs-Élysées, em Paris. Sua música é largamente conhecida como uma das maiores, mais influentes e mais reproduzidas composições da história da música do Século XX sendo um ícone de toda música erudita por ter sido considerada a obra que marca o início do modernismo . Considera-se que ela inovou em quase todos os aspectos músicais correntes na época : estrutura rítmica, orquestração, timbrística, forma, harmonia, uso de dissonâncias, e particularmente uma valorização da percussão acima da harmonia e melodia como nunca tinha ocorrido antes. Já o Pássaro de Fogo é um ballet de Igor Stravinsky de 1910 baseado nos contos populares russos sobre o pássaro mágico brilhante (ver Pássaro de Fogo) que é tanto uma bênção como uma perdição para o seu captor. A música foi pela primeira vez apresentada como ballet pelos Ballets Russes de Sergei Diaghilev, a primeira das suas produções feita com música especialmente composta para a companhia. O ballet tem significado histórico por ser a peça que deu a Stravinsky o primeiro grande êxito, e por ter sido o início de uma colaboração entre Diaghilev e Stravinsky de que iria também resultar Petrushka e Le Sacre du Printemps". O ballet de Stravinsky centra na jornada de seu herói, o príncipe Ivan, que entra no reino mágico de Katschei, o Imortal. Todos os objetos e criaturas mágicas de Katschei são aí representadas por um motivo cromático descendente, geralmente nas cordas. Enquanto passeia no jardim, Ivan vê e persegue o Pássaro de Fogo. Este, uma vez capturado por Ivan, implora por sua vida e finalmente concorda em ajudar Ivan em troca da liberdade, no futuro". Surge ainda Prokofiev, outro expoente do modernismo. Uma boa apreciação!

O texto foi montado com recortes da wikipédia - aqui e aqui

Igor Stravinsky (1882-1971) -

The Rite of Spring (Scenes of Pagan Russia in two parts)
01. Part 1 Introduction
02. Part 1 Harbingers Of Spring
03. Part 1 Mock Abduction
04. Part 1 Spring Rounds
05. Part 1 Games Of The Rival Tribes
06. Part 1 Procession Of The Wise Elder, Adoration Of The Ear
07. Part 1 Adoration Of The Earth, Dance Of The Earth
08. Part 2 Introduction
09. Part 2 Mystic Circles Of The Young Girls
10. Part 2 Glorification Of The Chosen Victim
11. Part 2 Evocation Of The Ancestors
12. Part 2 Ritual Action Of The Ancestors
13. Part 2 Sacrificial Dance

London Symphony Orchestra
Leonard Bernstein, regente

Suite from Firebird (1919 version)
14. Introduction
15. The Firebird & Its Dance
16. Variation Of The Firebird
17. The Princesses' Round
18. Infernal Dance Of King Kastchei
19. Lullaby
20. Finale

Sergei Prokofiev (1891-1953) -

Scythian Suite, op. 20
21. 1 Adoration Of Veles & Ala
22. 2 The Enemy God, Dance Of The Black Spirits
23. 3 Night
24. 4 The Glorious Departure Of Lolli

New York Philharmonic
Leonard Bernstein, conductor

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 5 em Ré menor, Op. 47 e Sinfonia No. 9 em E flat, Op. 70

Este CD estava comigo já há bastante tempo. Hoje, decidi postá-lo. Possui duas singularidades: (1) É um daqueles Cds charmosos da Naxos, com regentes cujas origens são completamente desconhecidas, mas com uma qualidade sonora agradável e respeitável; (2) A gravação não é a das melhores que já ouvi para a Quinta Sinfonia de Shostakovich. Há registros mais "agressivos" e, por isso, mais palatáveis ao meu gosto - Mravinsky, Bernstein, Kondrashin etc. A música de Shostakovich possui as cintilações dos raios e o poder dos trovões, por isso gosto da força marcial das interpretações. Todavia, as duas sinfonias aqui apresentadas são convicentes; mais lentas e menos expressivas, mas convicentes. Uma boa apreciação!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 5 em Ré menor, Op. 47 e Sinfonia No. 9 em E flat, Op. 70

Sinfonia No. 5 em Ré menor, Op. 47
01. Moderato
02. Allegretto
03. Largo
04. Allegro non troppo

Sinfonia No. 9 em E flat, Op. 70
05. Allegro
06. Moderato
07. Presto
08. Largo
09. Allegretto

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BRT Philharmonic Orchestra, Brussels
Alexander Rahbari, regente

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domingo, 24 de julho de 2011

Richard Wagner (1813-1883) - O Anel do Nibelungo - Siegfried (CDs 06, 07, 08 e 09 de 13)

Sigfried é a terceira parte da Tetralogia do Anel. A estréia se deu em 1876 no Festival de Bayreuth. Sigfried é um herói lendário da mitologia nórdica e personagem central da saga do Volsungos. É curioso ouvir Richard Wagner. Enfado-me com bastante recorrência. Suas óperas são um produto de sua arrogância. Em torno de Wagner não existe apenas o fato musical, mas um espécie de religiosidade que cristaliza eventos e sedimenta radicalismos. Mas deixemos o wagnerianismo e nos fixemos no Festival de Bayreuth. A wikipédia afirma sobre o Festival: "Há muito tempo Wagner sonhava com a construção de um teatro que fosse uma meca, um centro de peregrinação para os amantes de sua arte de todo o mundo. Luís II, que tinha paixão pela arquitetura e adorava construir majestosos castelos e suntuosos palácios, apoiava Wagner nesse projeto. Mas as finanças do reino estavam combalidas pela guerra, e havia forte oposição política a mais esse projeto nababesco. Houve, portanto, dificuldades de financiamento. Wagner recebeu propostas de Londres, Chicago, e até mesmo de Pedro II, imperador do Brasil, que lhe ofereciam ajuda e um local para a construção do teatro, mas no final ele acabou escolhendo Bayreuth. Vários motivos o levaram a fazer essa escolha. A cidade ficava na Baviera, mas próxima à fronteira norte, ocupando uma posição geográfica próxima ao centro do território alemão. Não havia lá nenhuma temporada teatral regular, nenhum spa ou centro turístico por perto; ou seja, nada para desviar a atenção ou concorrer com o seu festival. E as autoridades certamente apoiariam um projeto que traria novo comércio e daria nova vida ao local. O único defeito da cidade — mas isso Wagner só descobriria mais tarde — era ser demasiado chuvosa. Wagner bolou um sistema de financiamento em que ricos patrocinadores do mundo inteiro comprariam Patronatscheine, cédulas de patrocínio que dariam direito a poltronas durante o festival. Houve poucas vendas, e o esquema falhou. O projeto se arrastou por vários anos até que Luís II, juntamente com a Duquesa Helena da Rússia, o Sultão da Turquia e o Quediva do Egito vieram em socorro de Wagner. A 21 de novembro de 1874 Wagner colocou a dupla barra final na partitura de Götterdämmerung. A composição do Anel estava finalmente terminada. A 13 de agosto de 1876 teve início o primeiro Festival de Bayreuth. Uma verdadeira galáxia de celebridades do mundo inteiro se deslocou para Bayreuth para assistir ao evento. Entre eles, podemos citar: Guilherme I, Imperador da Alemanha; Pedro II, Imperador do Brasil; Luís II, Rei da Baviera; Friedrich Nietzsche e sua irmã Elizabeth; entre os compositores: Franz Liszt, Camille Saint-Saëns, Anton Bruckner, Pyotr Ilyich Tchaikovsky". Continuemos a saga do anel com essa gravação histórica. Uma boa apreciação!

Ler mais sobre a ópera


Richard Wagner (1813-1883) - Siegfried, opera, WWV 86c

DISCO 06

01. Act I_Prelude
02. Scene 1_Mime_Zwangvolle Plage!
03. Siegfried_Hoiho!
04. Mime_ Das ist nun der Liebe
05. Siegfried_Vieles lehrtest du, Mime
06. Siegfried_Es sangen die Vöglein
07. Siegfried_ Das Lügst du, garstiger, Gauch!
08. Mime_ Einst lag wimmernd ein Weib
09. Siegfried_ Aus dem Wald
10. Scene 2_ Der Wanderer_Heil dir
11. Der Wanderer_ Hier sitz' ich am Herd
12. Der Wanderer_ Auf wolkigen Hoh'n
13. Der Wanderer_ Was zu wissen dir frommt

DISCO 07

01. Der Wanderer_...nach eitlen Fernen Forschtest du
02. Scene 3_ Mime_Verfluchtes Licht!
03. Mime_Fühltest du nie
04. Siegfried_Hermit den Stücken
05. Siegfried_Nothung!Nothung!
06. Siegfried_Hoho!Hoho!Hohei!
07. Siegfried_Nothung!Nothung!
08. Act II_Prelude
09. Scene I_Alberich_In Wald und Nacht
10. Der Wanderer_ Fafner! Fafner!
11. Scene 2_Mime_Wir sind zur Stelle_
12. Siegfried_Dass der mein Vater Nicht ist
13. Siegfried_ Du holdes Vöglein

DISCO 08

01. (horn continued)
02. Siegfried_Ha ha! Da hätte mein Lied
03. Fafner_Wer bist du, kühner Knabe
04. Forest Bird_Hei! Siegfried gehört nun der
05. Scene 3_ Alberich_Wohin schleichst du eiling un schlau
06. Siegfried_ Was ihr mir nützt
07. Siegfried_ Neides Zoll zahlt Nothung
08. Siegfried_ Heiss ward mir von der harten Last
09. Forest Bird_Hei! Siegfried erschlug nun
10. Act III_Prelude
11. Scene 1_Das Wanderer_ Wache, Wala!
12. Mein Schlaf ist Traumen
13. Das Wanderer_Du bist nicht
14. Scene 2 beginning

DISCO 09

01. Siegfried_ Mein Voglein schwebte mir fort!
02. Das Wanderer_Zieh'! hin!
03. Scene 3 Beginning
04. Siegfried_ Selige Oede auf Wonniger Höh'!
05. Siegfried_DAs ist kein Mann!
06. Brünhilde_ Heil dir, Sonne!
07. Brünhilde_ Siegfried!Siegfried! seliger Held,
08. Brünhilde_Dort sch' ich Grane
09. Brünhilde_Ewing war ich
10. Siegfried_Dich lieb' ich

Bayreuth, 1956, live

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Bayreuth Festival Orchestra
Hans Knappertsbusch, regente

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sábado, 23 de julho de 2011

Anton Webern (1883-1945) - Works for String Quartet; String Trio, op. 20

Anton Webern é um compositor austríaco pertencente à chamada Segunda Escola de Viena, liderada por Arnold Schoenberg, cujo estilo e poética musical foi chamada de música dodecafônica, Música expressionista ou Música pontilhista. Ele se tornou conhecido e admirado entre os músicos pós-modernos pelas inovações rítmicas, timbrísticas e dinâmicas que formariam o estilo musical conhecido como serialismo.Nascido Anton Friedrich Wilhelm von Webern, nunca usou seus nomes intermediários e descartou o von em 1918. Ingressou na Universidade de Viena em 1902. Estudou musicologia com Guido Adler e composição com Arnold Schoenberg, escrevendo sua Passacaglia op. 1 como peça de graduação em 1908. Schoenberg, Webern e Alban Berg, que Webern conheceu tempo depois, revolucionariam a música do século XX nas décadas seguintes com a produção dodecafônica. Como maestro, passou por Ischl, Teplitz, Danzig, Stettin e Praga antes de voltar a Viena. Conduziu a Orquestra Sinfônica dos Trabalhadores de Viena entre 1922 e 1934. Anton Webern morreu em Mittersill, Salzburgo, morto por um soldado norte-americano durante a invasão dos Aliados durante um incidente que envolveu o seu genro, suspeito de actividades de mercado negro.

DAQUI


Anton Webern (1883-1945) - Works for String Quartet; String Trio, op. 20

01.Slow Movement (Langsam, mit bewegtem Ausdruck), for string quartet
02.Movements (5) for string quartet, Op. 5: No. 1, Heftig bewegt
03. Movements (5) for string quartet, Op. 5: No. 2, Sehr langsam
04. Movements (5) for string quartet, Op. 5: No. 3, Sehr bewegt
05. Movements (5) for string quartet, Op. 5: No. 4, Sehr langsam
06. Movements (5) for string quartet, Op. 5: No. 5, In zarter Bewegung
07. String Quartet (1905) Listen
08. Bagatelles (6) for string quartet, Op. 9: No. 1, Massig
09. Bagatelles (6) for string quartet, Op. 9: No. 2, Leicht bewegt
10. Bagatelles (6) for string quartet, Op. 9: No. 3, Ziemlich fliessend
11. Bagatelles (6) for string quartet, Op. 9: No. 4, Sehr langsam
12. Bagatelles (6) for string quartet, Op. 9: No. 5, Ausserst langsam
13. Bagatelles (6) for string quartet, Op. 9: No. 6, Fliessend
14. Rondo for string quartet
15. Movement for string trio, Op. posth
16. Pieces (3) for string quartet: I Mäbig, Op 09 No 01
17. Pieces (3) for string quartet: II Schmerz, immer blick nach oben
18. Pieces (3) for string quartet: III Fließend, Op 09 No 06
19. String Trio, Op. 20: Sehr Langsam
20. String Trio, Op. 20: Sehr Getragen Und Ausdrucksvoll

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Emerson String Quartett

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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Isaac Albéniz (1860-1909) - Orchestral Music

Albéniz foi uma das figuras mais importantes da história musical da Espanha. Ele contribuiu para criar um idioma nacional e uma escola nativa de música para piano. Estudou no Conservatório de Bruxelas e com Liszt, Dukas e d´Indy; outras influências importantes foram Felipe Pedrell (que o inspirou para voltar-se a música folclórica espanhola), a música pianística de salão do séc.XIX e a harmonia impressionista. Mas não se limitou a ser um seguidor da escola francesa, apesar de manter contatos com Debussy e Ravel em Paris. A maioria de suas muitas obras é para piano solo, sendo a mais conhecida a Suíte Ibéria (1906-8), que se distingue por sua técnica complexa, sua harmonia audaciosa e seus efeitos instrumentais evocativos. Também escreveu uma ópera notável, Pepita Jiménez (1896). Foi um pianista virtuose com um estilo personalíssimo.

DAQUI

Isaac Albéniz (1860-1909) - Orchestral Music

Iberia Suite
01. Evocacion
02. El corpus en Sevilla
03. Triana
04. El puerto
05. El albaicin

Navarra
06. Navarra

London Symphony Orchestra
Enrique Bátiz, regente

Piano concerto No. 1
07. I. Allegro ma non troppo
08. II. Presto
09. III. Allegro

Royal Philhamonic Orchestra
Enrique Bátiz, regente
Aldo Ciccolini, piano

Catalonia - Suite Populaire
10. Catalonia - Suite Populaire

Mexico City Philharmonic Orchestra
Enrique Bátiz, regente

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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Tchaikovsky - Concerto para piano no.1 e O Quebra Nozes

Link consertado!

Postagem feita inicialmente em 11-05-2009.

Entusiasmei-me com esta interpretação soberba do concerto número 1 de Tchaikovsky e do quebra nozes. Segundo a Wikipédia "o Concerto para piano e orquestra Nº 1 em Si bemol menor, op. 23, foi escrito pelo compositor Piotr I. Tchaikovsky entre novembro de 1874 e fevereiro de 1875, revisto pela primeira vez em 1879 e pela segunda vez em dezembro de 1888. A versão original teve sua estréia em Boston, Estados Unidos da América, dia 25 de outubro de 1875, regida por Benjamin Johnson Lang e com Hans von Bülow no piano. Tchaikovsky dedicou seu primeiro concerto para piano a Hans von Bülow. Tchaikovsky também escreveu um arranjo para dois pianos em dezembro de 1884, e revisou a obra em dezembro de 1888". Já por sua vez, "o balet[O Quebra Nozes] conta uma história onde a fantasia e magia, típicas de um romantismo, contam as aventuras de um quebra-nozes de aparência humana, vestido como um soldado, mas que tem as pernas e a cabeça de tamanho desmensurado. A heroína, Clara, gostava tanto da sua aparência que o pediu como presente de natal ao seu padrinho. Assim o padrinho Herr Dosslmeyer fabricante de relógios disse "Era precisamente para ti", logo em seguida Clara experimenta-o e vê que ele quebra as nozes sempre sem perder o seu sorriso e também com grande eficácia. Seu irmão Fritz, que tinha visto como o quebra-nozes funcionava, também quis usá-lo, mas escolhe as nozes maiores que havia no cesto. Então o quebra-nozes, sendo usado grosseiramente pelo irmão dela, acaba por se quebrar, com vários dentes perdidos e as mandíbulas desencaixadas. Diante das reclamações da pobre Clara, seu pai o juiz Stahlbaun, entrega à filha o seu quebra-nozes como propriedade exclusiva, tendo Fritz que sair para brincar com os seus brinquedos. Logo em seguida Clara pega no chão os dentes do quebra-nozes e o consola abraçando-o em seus braços até ele dormir e Clara também dormir. Com o adormecimento Clara sonha... Clara volta ao esconderijo onde havia colocado o seu quebra-nozes, mas encontra o salão cheio de ratazanas enormes que o seu padrinho Dosselmeyer criou. A casa desapareceu e no lugar onde ficavam os móveis estavam árvores gigantescas. Não foi só isso que mudou; o Quebra-Nozes de Clara agora é um soldado de carne e osso e que tem às suas ordens um pelotão de soldados como ele. Começa uma batalha entre as ratazanas e o pelotão do Quebra-Nozes. Jogando enormes sapatos até às ratazanas, os soldados vencem a batalha, e com isso o rei das ratazanas e também as suas ratazanas fogem rapidamente. O bosque se transforma numa linda estufa de inverno. E o Quebra-Nozes transforma-se num lindo príncipe que leva Clara até o Reino das Neves, onde apresenta ao rei a rainha a menina e dançam juntos. Fim do 1º Acto. No início do 2º acto Clara e o príncipe Quebra-Nozes despedem-se e seguem para o Reino dos Doces pelo Caminho da Limonada, onde pastéis de todos os reinos do mundo dançam com os dois. Depois deste sonho tão mágico e fantástico Clara acorda e percebe que havia sonhado,ficando triste por isso. Deste modo, vai se despedir do padrinho mago, que tinha ido para casa na companhia do sobrinho. Então, para surpresa de Clara, o tal sobrinho é na verdade o príncipe Quebra-Nozes. Assim acaba o 2º Acto". É um extraordinário registro que vale ser ouvido e apreciado. Enquanto escrevo estas palavras, estou ouvindo o segundo movimento do concerto no.1. Traz-me a lembrança uma ocasião em que lia O Morro dos Ventos Uivantes, livro este da escritora inglesa Emily Brontë. As charnecas inglesas se fazem presente. E a intriga familiar, também. O gênio terrível de Heathcliff contrasta com a beleza do livro. Fiquemos com Abbado e com Argerich. Boa audição!

Peter Ilyich Tchaikovsky (1840-1893) - Concerto para piano no.1 e o Quebra Nozes

1. Allegro non troppo e molto maestoso – Allegro con spirito
2. Andantino semplice – Prestissimo
3. Allegro con fuoco
4. The Nutcracker Op.71a - I. Ouverture Miniature - Allegro Giusto
5. The Nutcracker Op.71a - II. Danses Caracteristiques - A. Marche - Tempo Di Marcia Viva
6. The Nutcracker Op.71a - II. Danses Caracteristiques - B. Danse De La Fee Dragee - Andante Non
7. The Nutcracker Op.71a - II. Danses Caracteristiques - C. Danse Russe Trepak - Molto Vivace
8. The Nutcracker Op.71a - II. Danses Caracteristiques - D. Danse Arabe - Allegretto
9. The Nutcracker Op.71a - II. Danses Caracteristiques - E. Danse Chinoise - Allegro Moderato
10. The Nutcracker Op.71a - II. Danses Caracteristiques - F. Danse Des Marlitons - Moderato Assai
11. 10 The Nutcracker Op.71a - III. Valse De Fleurs - Tempo Di Valse

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Berliner Philharmoniker
Claudio Abbado, regente
Martha Argerich, piano
The Nutcracker, op. 71a
Martha Argerich, piano I
Nicolas Economou, piano II


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quarta-feira, 20 de julho de 2011

George Frideric Handel (1685-1759) - "O Messias" - Messiahn (1751 version)

Sei que estou em dívida com a música barroca. Preciso ouvir mais aquela sonoridade suave, crivada de beleza e elegância. Entre as peças do repertório barroco, posso dizer que se existe uma que eu possuo familiriadade é O Messias de Handel. Nos últimos dez anos foi uma das peças que mais ouvi. Pareço conhecer cada curva da musicalidade do oratório mais famoso de Handel. A peça por si só é produto da genialidade do compositor alemão, radicado na Inglaterra. A composição se deu no ano de 1741. O tempo de duração da obra impressiona - mais de duas horas e vinte minutos. Mas, curiosamente, ao tempo em que nos detemos a ouvir, não nos enfadamos de maneira alguma. A música vai nos burilando, purificando, acrisolando, extraindo impurezas, até que estejamos mais serenos e pacificados. Penso que o homem moderno deveria ouvir mais oratórios como O Messias. Ele alargaria uma maior possibilidade de paz; de encontro de si mesmo; de tolerância; de esperança em melhores dias; de crença na beleza. Messias para os cristãos é identificado como a pessoa de Jesus Cristo. O oratório é dividido em três partes: (1) a anunciação profética de Jesus; (2) seu nascimento, vida e morte; (2) e a ascensão. Possui 51 movimentos entremeados de árias, recitativos, duetos, presença firme do coral etc. A sinfonia de abertura nos remete a uma experiência de reverência. É como se estivéssemos no deserto e de repente fossêmos surpreendidos por um daqueles antigos profetas hebreus. Sua presença insólita seria notada por todos pelo clamor solitário: "Confortai o meu o meu povo. Ide ao coração de Jerusalém e apregoai que o tempo de escravidão já cessou". Pois é isso que diz o recitativo com tenor do segundo movimento (Comfort ye my people). Não deixe de ouvir. Essa gravação da Naxos é um charme. Convidou-me a postar. Bom deleite!

George Frideric Handel (1685-1759) - "O Messias" - Messiahn (1751 version)

DISCO 01

01 - Part I- Sinfonia
02 - Part I- Aria- Every valley shall be exalted (T)
03 - Part I- Aria- Every valley shall be exalted (T)
04 - Part I- Chorus- And the glory of the Lord
05 - Part I- Acc.Rec- Thus saith the Lord of Hosts (B)
06 - Part I- Aria- But who may abide the day of His coming (CT)
07 - Part I- Chorus- And He shall purify
08 - Part I- Rec- Behold, a virgin shall conceive, and bear a son (CT)
08 - Part I- Rec- Behold, a virgin shall conceive, and bear a son (CT)
08 - Part I- Rec- Behold, a virgin shall conceive, and bear a son (CT)
11 - Part I- Aria- The people that walked in darkness (B)
12 - Part I- Chorus- For unto us a Child is born
13 - Part I- Pifa
14 - Part I- Acc.Rec- There were shepherds abiding in the field (A)
15 - Part I- Chorus- Glory to God in the highest
16 - Part I- Aria- Rejoice greatly, O daughter of Zion (T)
16 - Part I- Aria- Rejoice greatly, O daughter of Zion (T)
18 - Part I- Aria- He shall feed His flock like a shepherd (CT,A)
19 - Part I- Chorus- His yoke is easy, His burthen is light
20 - Part II- Chorus- Behold, the Lamb of God
21 - Part II- Aria- He was despised and rejected of men (CT)

DISCO 02

01 - Part II- Chorus- Surely He hath borne our griefs and carried our sorrows
02 - Part II- Chorus- And with His stripes we are healed
03 - Part II- Chorus- All we like sheep have gone astray
04 - Part II- Acc.Rec- All they that see Him, laugh Him to scorn (T)
05 - Part II- Chorus- He trusted in God that He would deliver Him
06 - Part II- Acc.Rec- Thy rebuke hath broken His heart (T)
07 - Part II- Aria- Behold, and see if there be any sorrow like unto His sorrow (T)
08 - Part II- Acc.Rec- He was cut off out of the land of the living (A)
09 - Part II- Aria- But thou didst not leave His soul in hell (A)
10 - Part II- Chorus- Lift up your heads, O ye gates
11 - Part II- Rec- Unto which of the angels said He at any time (T)
12 - Part II- Chorus- Let all the angels of God worship Him
13 - Part II- Aria- Thou art gone up on high (CT)
14 - Part II- Chorus- The Lord gave the word
15 - Part II- Aria- How beautiful are the feet of them that preach the gospel of peace (A)
16 - Part II- Chorus- Their sound is gone out into all lands
17 - Aria- Why do the nations so furiously rage together (B)
18 - Part II- Chorus- Let us break their bonds asunder
19 - Part II- Rec- He that dwelleth in heaven shall laugh them to scorn (T)
20 - Part II- Aria- Thou shalt break them with a rod of iron (T)
21 - Part II- Chorus- Hallelujah
22 - Aria- I know that my redeemer liveth (A)
23 - Chorus- Since by man came death
24 - Part III- Acc.Rec- Behold, I tell you a mystery (B)
25 - Part III- Aria- The trumpet shall sound (B)
26 - Part III- Rec- Then shall be brought to pass the saying that is written (CT)
27 - Part III- Duet- O death, where is thy sting (CT,T)
28 - Part III- Chorus- But thanks be to God
29 - Part III- Aria- If God is for us, who can be against us (CT)
30 - Part III- Chorus- Worthy is the Lamb that was slain
31 - Part III- Chorus- Amen

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Academy of Ancient Music
Choir os New College Oxford
Edward Higginbottom, regente

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Sergei Prokofiev - Concertos para piano 4 & 5 - parte 2

Link consertado!

Postado inicialmente em 07-05-2009.

Com esta postagem eu finalizo a "publicização" dos 5 concertos para piano de Sergei Prokofiev. Confiram. Vale a pena! O registro é muito bom! Ouvi hoje no princípio da noite e verifiquei a qualidade.

Sergei Prokofiev (1891 - 1953) - Concertos para Piano 3 & 4


1. Piano Concerto No. 3 In C Major, Op. 26: 1. Andante — Allegro
2. Piano Concerto No. 3 In C Major, Op. 26: 2. Terna con variazioni
3. Piano Concerto No. 3 In C Major, Op. 26: 3. Allegro, ma non troppo (31'45")

4. Piano Concerto No. 4 In B Flat Major, Op. 53: 1. Vivace
5. Piano Concerto No. 4 In B Flat Major, Op. 53: 2. Andante
6. Piano Concerto No. 4 In B Flat Major, Op. 53: 3. Moderato
7. Piano Concerto No. 4 In B Flat Major, Op. 53: 4. Vivace (28'00'')

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Radio-Sinfonie-Orchester Frankfurt
Dmitri Kitaenko, regente.
Vladimir Krainev, piano

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Sergei Prokofiev - Concertos 1, 4 & 5 - parte 1 - REUPLOAD

Link consertado!

Postagem realizada inicialmente em 06-05-2009!

Após ouvir esta boa gravação dos concertos para piano do grande Sergei Prokofiev, eu resolvi compartilhá-la. Confesso que não tenho muita intimidade com Prokofiev. Tenho aprendido a reverênciá-lo, assim como se deu com outro compositor daqueles rincões russos, Shostakovich. O talento musical de Sergei começou muito cedo. Aos nove anos compôs uma ópera, O Gigante. Foi encorajado por Glazunov a ingressar no Conservatório de São Petersburgo, isso lá pelos idos de 1904. Teve a oportunidade de estudar com Rinsky-Korsakov. Quando vivo, Prokofiev era visto como um grande excêntrico. A grande questão é que Prokofiev é caracterizado por muitos como um dos maiores compositores do século XX. Essa valorização do gênio de Prokofiev não é fortuita. Trata-se de música de qualidade, entusiasmadora. Primeiramente disponibilizarei os concertos 1, 4 e 5; e logo em seguida, postarei os concertos 4 e 5. A gravação com Dmitri Kitaenko é muito boa. O registro é muito bom. Vladimir Klainev conduz o som pianístico.

Curiosidade: Prokofiev morreu no mesmo dia em que Stálin faleceu.

P.S. O arquivo com os concertos é único. A qualidade é muito boa!

Quem quiser saber mais sobre Prokofiev: AQUI

Sergei Prokofiev (1891 - 1953) - Concertos para Piano 1, 2 & 5

1. Piano Concerto No. 1 In D Flat Major, Op. 10: 1. Allegro brioso
2. Piano Concerto No. 1 In D Flat Major, Op. 10: 2. Andante assai-
3. Piano Concerto No. 1 In D Flat Major, Op. 10: 3. Allegro scherzando (15':01")

4. Piano Concerto No. 4 In B Flat Major, Op. 53: 1. Vivace
5. Piano Concerto No. 4 In B Flat Major, Op. 53: 2. Andante
6. Piano Concerto No. 4 In B Flat Major, Op. 53: 3. Moderato
7. Piano Concerto No. 4 In B Flat Major, Op. 53: 4. Vivace (24':29")

8. Piaon Concerto No. 5 In G Major, Op. 55: 1. Allegro con brio
9. Piaon Concerto No. 5 In G Major, Op. 55: 2. Moderato ben accentuato
10. Piano Concerto No. 5 In G Major, Op. 55: 3. Toccata: Allegro con fuoco
11. Piano Concerto No. 5 In G Major, Op. 55: 4. Larghetto
12. Piano Concerto No. 5 In G Major, Op. 55: 5. Vivo (23':10")

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Radio-Sinfonie-Orchester Frankfurt
Vladimir Krainev, piano
Dmitri Kitaenko, regente.


Total: 62'58"

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terça-feira, 19 de julho de 2011

Johannes Brahms (1833-1897) - The piano concertos e "Haydn" and "Handel" Variations

Estava desejoso por ouvir a música de Brahms e fui buscar logo este CD com os seus dois concertos para piano, com ninguém menos do que Haintik (regência) e Ashkhenazy (piano). Eu pareço ser repetitivo, mas é que a objetividade da língua não é capaz de captar, traduzir, descrever aquele suspiro mais íntimo da alma. Brahms é mais do que um compositor para mim. É a possibilidade da redenção. Seu romantismo não é piegas. Toca as amoções certas. O concerto no. 1 para piano e orquestra é de uma aspereza incomum, mas de um sonho e de uma expectativa redentiva inominável. Foi composto por um Brahms jovem. O alemão possuía apenas 25 anos ao compô-lo, mas a obra possui uma técnica equilibrada, o que levou Brahms a ser chamado de conservador. Reside aí o mistério na música de Brahms. Sua técnica é precisa, pura, honrando a tradição clássica. Num momento histórico em que a música de Liszt e Wagner dominava o mundo, Brahms constituiu-se numa contraparte - e o fez muito bem. O concerto no. 2 foi composto mais de vinte anos após o primeiro (1878). É menos áspero do que o primeiro, mas nem por isso menos denso, menos acrisolante. Aparecem ainda duas belas variações - uma sobre um tema de Haydn e outra sobre um tema de Handel. Trata-se de um belo e poético post. Não deixe e ouvir.

Johannes Brahms (1833-1897) - The piano concertos e "Haydn" and "Handel" Variations

DISCO 01

Piano Concerto No.1 in D minor Op.15
01. 1. Maestoso
02. 2. Adagio
03. 3. Rondo. Allegro non troppo

Variations and Fugue on a Theme by Handel, Op.24
04. Variations and Fugue on a Theme by Handel, Op.24

DISCO 02

Piano Concerto No.2 in B major Op.83
01. 1. Allegro non tropo
02. 2. Allegro appassionato
03. 3. Andante
04. 4. Allegretto grazioso

Variations on a Theme by Haydn, Op. 56a
05. Variations on a Theme by Haydn, Op. 56a

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Amsterdam Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink, regente
Vladimir Ashkenazy, piano

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Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony No. 1 in C minor, Op. 68 e Tragic Overture, Op. 81 - REUPLOAD

Link consertado!

Post feito inicialmente em 17-04-2009

Resolvi postar esta obra pela boa gravação. Ouvia-a e me entusiasmei. Sobre a obra orquestral de Brahms é importante saber que
o compositor alemão "hesitou muito antes de tentar escrever uma sinfonia. Preparou o terreno da arte orquestral com as Variações sobre um tema de Haydn (1873), em que encerrou com surpreendentes artes contrapontísticas. Veio, depois, a Sinfonia n.º 1 em dó menor (1876), que Hans von Bülow considerava digna de ser chamada "a décima de Beethoven". Foi seguida pela Sinfonia n.º 2 em ré maior (1877) e Sinfonia n.º 3 em fá maior (1883). Grandes sinfonias em que se destaca um instrumento solista também são o Concerto para violino em ré maior Op. 77 (1878) e o Concerto para piano n.º 2 em si bemol maior (1881)". O ensusiamo de Brahms com a obra de Beethoven era tão grande que muitos afirmam que esta primeira sinfonia seja a décima de Ludwig. Mera especulação. Todavia, o que deve ser evidenciado é que a sinfonia # 1 é grandiosa, profunda, como grande e profunda é a obra de Johannes. Brahms é um compositor essencial. Suas quatro sinfonias são profundas, densas de lirismo e melodia encantáveis. "O pessimismo de Brahms, menos filosófico mas mais intransigente que o de Wagner, o folclorismo do mestre e o inconfundível fundo romântico de sua forma severa bastam para desmentir a interpretação errada de sua arte como burguesa. No entanto, depois da morte de Brahms, essa opinião errônea prevaleceu, principalmente graças ao wagnerismo da crítica musical francesa. Durante muitos anos foi a música de Brahms recusada pelo público (menos na Inglaterra). Mas, nos últimos decênios, sua arte venceu. Brahms é hoje um dos compositores mais executado nos concertos, e isso no mundo inteiro. Esse fato é de grande importância: pois se trata de um caso de arte extremamente séria, sem concessões ao público, e já se disse que a popularidade (ou não) da música de Brahms é um índice da capacidade de sobrevivência da civilização".

Alguns dados extraídos DAQUI.

Johannes Brahms (1833-1897) - Symphony No. 1 in C minor, Op. 68 e Tragic Overture, Op. 81

Symphony No. 1 in C minor, Op. 68
01. 1 Un Poco Sostenuto, Allegro
02. 2 Andante Sostenuto
03. 3 Un Poco Allegretto E Grazioso
04. 4 Adagio, Piu Andante, Allegro Non Troppo, Ma Con Br

Tragic Overture, Op. 81

05. Tragic Overture, Op. 81

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Filarmônica de Viena
Sir John Barbirolli, regente

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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Richard Wagner (1813-1883) - O Anel do Nibelungo - As Valquírias (Die Walküre) - Bayreuth 1956 (CDs 3, 4 e 5 de 13)

O primeiro esboço da Cavalgada das Valquírias foi feito em 23 de julho de 1851; os esboços do restante da obra data a partir de meados de 1852. Entretanto, somente a partir de 28 de junho de 1854 que Wagner começou a transformar tais esboços em uma esboço completo de todos os três atos. Essa versão preliminar (Gesamtentwurf) foi completada em 27 de dezembro de 1854, escrita à lápis. Tinha grande elaboração orquestral, diferente do esboço correspodente de Das Rheingold. Logo em janeiro do ano seguinte, Wagner passou a compor a partitura completa sem se preocupar com esboços instrumentais intermediários, como no passado. Ele logo se arrependeu da decisão, já que diferentes interrupções tornaram a tarefa da orquestração extremamente trabalhosa. Entre tais interrupções estão uma visita de quatro meses a Londres, em que conduziu oito concertos da Sociedade Filarmônica Real, a revisão de sua Abertura de Faust e a supervisão de uma produção de Tannhäuser. Ele percebeu que houvesse um período muito grande entre os primeiros rascunhos e o esboço completo, ele já não se lembraria das intenções originais da orquestração. Consequentemente, algumas passagens tiveram que ser compostas novamente do início. Contudo, Wagner persistiu em seu projeto e a partitura estava completa em 20 de março de 1856. A cópia havia sido começada em 14 de julho de 1855, em Seelisberg, onde o compositor passou um mês com sua esposa. Ela foi completada em Zurique em 23 de março de 1856, três dias após o término da partitura completa.

Ler mais AQUI

Richard Wagner (1813-1883) - As Valquírias (Die Walküre), opera, WWV 86b

DISCO 03Link
01. Prelude
02. Scene 1_Siegmund_Wes Herd dies auch sei
03. Siegmund_Kühlende Labung
04. Siegmund_Gering sind sie
05. Scene 2_Sieglinde_Müd am Herd fand ich den Mann
06. Siegmund_Friedmund darf ich nicht heissen
07. Siegmund_Ein starkes Jagen auf uns
08. Siegmund_Ein trauriges Kind
09. Hunding_Ich weiss ein wildes Geschlecht
10. Scene 3_Siegmund_Ein schwert verhiess
11. Sieglinde_Schläfst su Gast_
12. Sieglinde_De Männer Sippe sass hier im Saal
13. Siegmund_Dich selige Frau
14. Siegmund_Winterstürme wichen den Wonnemond
15. Sieglinde_Du bist der Lenz
16. Sieglinde_O lass in Nähe
17. Sieglinde_Wehwalt heisst su fürwahr_
18. Siegmund_Siegmund heiss ich
19. Act II_Scene 1_Prelude
20. Wotan_Nun zäume dein Ross
21. Hojo to ho!Hojo to jo! Hei a ha!
22. Wotan_Der alte Sturm, dei alte Müh'!
23. Wotan_Heut'-hast du's erlebt!
24. Fricka_So ist es denn aus
25. Wotan_Nichts lertnest du

DISCO 04

01. Fricka_Mit tiefem Sinne wilst du micht tauschen
02. Wotan_Was verlangst du_
03. Fricka_Deiner ew'gen Gattin
04. Scene 2_ Brunnhilde_Schlimm, furcht' ich, schloss der Streit
05. Wotan_Als junger Liebe
06. Wotan_Ein andres ist's
07. Brunnhilde_O sag, Kunde
08. Wotan_Ha Freche du!
09. Brunnhilde_So sah ich Siegvater nie
10. Scene 3_ Siegmund_Raste nun hier
11. Sieglinde_Hinweg! Hinweg!
12. Sieglinde_Horch, die Horner!
13. Scene 4_ Brunnhilde_Siegmund! Sieh auf mich
14. Siegmund_Der dir nun folgt
15. Brunnhilde_Du sahst der Walkure schrenden Blick
16. Brunnhilde_So wenig achtest du
17. Brunnhilde_ Halt ein! Walsung'!
18. Scene 5_ Siegmund_Zauberfest bezahmt ein Schlaf
19. Siegmund_Der dort mich ruft
20. Hunding_Wehwalt! Wehwalt!
21. Wotan_Geh hin, Knecht!

DISCO 05

01. Act III_ Prelude
02. Scene 1_ Walkuren_Hojotoho!
03. Brunnhilde_Schutz mich, und helft
04. Sieglinde_Nicht sehre dich Sorge um mich
05. Brunnhilde_Fort denn eile, nach Osten gewandt!
06. Scene 2_ Wotan_Wo ist Brunnhild, wo die Verbrecherin
07. Brunnhilde_Hier bin ich, Vater_ gebiete die Strafe!
08. Wotan_Hortet ihr nicht
09. Scene 3_ Brunnhilde_War es so schmahlich
10. Brunnhilde_Nicht weise bin ich
11. Brunnhilde_Weil fur dich im Auge das eine ich hielt
12. Wotan_So tatest du, was so gern zu tun ich begehrt
13. Brunnhilde_Wohl taugte dir nicht die tor'ge Maid
14. Wotan_Nicht streb, o Maid, den Mut mir zu storen!
15. Wotan_Leb wohl, du kuhnes, herrliches Kind!
16. Wotan_Der Augen leuchtendes Paar
17. Wotan_ Loge, hor! Feuerzauber

Bayreuth, 1956, live

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Bayreuth Festival Orchestra
Hans Knappertsbusch, regente

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sábado, 16 de julho de 2011

Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908) - Orchestral Works

No início da era cristã havia um debate firme sobre a presença da filosofia como ferramenta para se entender a fé. Havia aqueles que defendiam o diálogo entre a fé e a filosofia grega. Estes eram denominados de helenistas. Do outro lado, por sua vez, havia aqueles que afirmavam que a fé prescindia da filosofia. Não admitiam o possível diálogo. Entre os defensores dessa segunda posição havia o teólogo Tertualiano ( de 160 a 220 d.C), um conservador, ardoroso defensor da ortodoxia; combatente das heresias que grassavam contra a estrutura da fé, que precisava de esclarecimento e uma apologia engajada. É célebre uma frase dita por ele: " O que tem a ver Atenas com Jerusalém". Para o ilustre teólogo, a experiência da fé não permitia o colóquio com as investigações da filosofia. Mas por que fiz essa pequena divagação? Justamente para tentar explicar as impressões que me vêm à mente quando escuto o poema sinfônico Scheherazade de Korsakov. O que tem a ver a Rússia com o Oriente? Ou em outras palavras: Como Korsakov conseguiu transpor para a música as emoções da mítica história de As mil e uma noite, sendo que faz parte de uma tradição cultural que não se vincula aos elementos do Oriente Médio? Parafraseio Fernando Pessoa: "O artista é um fingidor". O poema sinfônico Scheherazade é um dos mais belos poemas sinfônicos que conheço. O primeiro movimento é arrebatador. O presente post traz as principais peças do compositor russo. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Nikolai Rimsky-Korsakov (1844-1908) - Orchestral Works

DISCO 01

1 - 4 Scheherazade, op. 35


5 - La Grande Pâque Russe, ouverture


6 - 10 - Capriccio Espagnol

Philharmonia Orchestra
Lovro von Matacic, regente (1-5)
André Cluytens, regente (1-10)

DISCO 02

1 - Le vol du bourdon

2 - 4 - Tsar Saltan, suite d'orchestre


5 - 8 - Le Coq d'or, suite d'orchestre

9 - 12 - Snegourotchka, suite d'orchestre

13 - Doubinouchka

14 - La Nuit de mal, ouverture


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Philharmonia Orchestra
André Cluytens, regente (1)
Paul Kletzki, regente (2-4)
Efrem Kurtz, regente (5-13)
Constatine Silvestri, regente (14)

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Johann Sebastian Bach (1685-1750) - A Paixão Segundo São João, BWV 245 (REUPLOAD)

Segue a reupagem dos arquivos após inúmeros pedidos! Aí está! Bom proveito!

Postagem realizada inicialmente em 11/04/2009.

Dando continuidade ao ciclo de obras que celebram a Paixão de Cristo, segue agora uma das grandes obras de Bach, A Paixão Segundo São João. Tinha por intento inicialmente disponibilizar a Paixão Segundo São Mateus, obra de referência no repertório para vozes da música de Bach. Mas por questão de preferência pessoal, postarei a Paixão Segundo São João.

Há informações que atestam que "na liturgia luterana, era habitual cantar-se, na Semana Santa, a narrativa bíblica da Paixão de Cristo segundo o texto de cada um dos quatro evangelistas e foi assim que Bach compôs música para as quatro Paixões, dedicando-se em especial aos textos de São Mateus, para o Domingo de Ramos, e de São João, para a Sexta-Feira Santa". Este é um forte elemento probatório para que se poste esta importante obra da história da arte.

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - A Paixão Segundo São João, BWV 245

DISCO 01


01. No.1 Herr, Unser Herscher
02. No.2a Jesus Ging Mit Seinen Jungern/No.2b Jesum Von Nazareth/No.2c Jesus Spricht Zu Ihnen/No.2d Jesum Von Nazareth/No.2e Jesus Antwortet
03. No.3 O GroBe Lieb
04. No.4 Auf Dass Das Wort Erfullet Wurde
05. No.5 Dein Will Gescheh, Herr Gott, Zugleich
06. No.6 Die Schar Aber Und Der Oberhauptmann
07. No. 7 Von Den Stricken Meiner Sunden
08. No.8 Simon Petrus Aber Folgte Jesum Nach
09. No.9 Ich Folge Dir Gleichfalls
10. No.10 Derselbige Junger War Dem hohenpriester Bekannt
11. No.11 Wer Hat Dich So Geschlagen
12. No.12a Und Hannas Sandte Ihn Gebunden/No.12b Bist Du Nicht Seiner Junger Einer?/No.12c Er Leugnete Aber Und Sprach
13. No.13 Ach, Mein Sinn
14. No.14 Petrus, Der Nicht Denkt Zuruck

DISCO 02

01. No.15 Christus, Der Uns Selig Macht
02. No.16a Da Fuhreten Sie Jesum/No.16b Ware Dieser Nicht Ein Ubeltater/No.16c Da Sprach Pilatus Zu Ihnen/No.16d Wir Durfen Niemand Toten/No.16e Auf Dass Erfullet Wurde
03. No.17 Ach, GroBer Konig
04. No.18a Da Sprach Pilatus Zu Ihm/No.18b Nicht Siesen, Sondern Barrabam/No.18c Barrabas Aber War Ein Morder
05. No.19 Betrachte, Meine Seel
06. No.20 Mein Jesu, Ach!
07. No.21a Und Die Kriegsknechte Flochten/No.21b Sei GegruBet, Lieber Judenkonig!/No.21c Und Gaben Ihm Backenstreiche/No.21d Kreuzige, Kreuzige!/No.21e Pilatus Sprach Zu Ihnen/No.21f Wir Haben Ein Gestez/No.21g Da Pilatus Das Wort Horete
08. No.22 Durch Dein Gefangnis, Gottes Sohn
09. No.23a Die Juden Aber Schrien/No.23b Lassest Du Diesen Los/No.23c Da Pilatus Das Wort Horete/No.23d Weg, Weg Mit Dem/No.23e Spricht Pilatus Zu Ihnen/No.23f Wir Haben Keinen Konig/No.23g Da Uberantwortete Er Ihn
10. No.24 Eilt, Ihr Angefocht’nen Seelen
11. No.25a Allda Kreuzigten Sie Ihn/No.25b Schreibe Nicht: Der Juden Konig/No.25c Pilatus Antwortet
12. No.26 In Meines Herzens Grunde
13. No.27a Die Kriegsknechte Aber/No.27b Lasset Uns Den Night Zerteilen/No.27c Auf Dass Erfullet Wurde Die Schrift
14. No.28 Er Nahm Alles Wohl In Acht
15. No.29 Und Von Stund An Nahm Sie
16. No.30 Es Ist Vollbracht
17. No.31 Und Neigte Das Haupt Und Verschied
18. No.32 Mein Teurer Heiland
19. No.33 Und Siehe Da, Der Vorhang Im Tempel Zerriss
20. No.34 Mein Herz, In Dem Die Ganze Welt
21. No.35 ZerflieBe, Mein Herze
22. No.36 Die Juden Aber, Dieweil Es Der Rusttag War
23. No.37 O Hilf, Christe, Gottes Sohn
24. No.38 Darnach Bat Pilatum Joseph Von Arimathia
25. No.39 Ruht Wohl, Ihr Heiligen Gebeine
26. No.40 Ach Herr, Lass Dein’ Lieb’ Englelein


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Taverner Consort, Taverner Players, Tolz Boys Choir Members

Andrew Parrot, regente


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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Anton Bruckner (1824-1896) - Sinfonia No. 7 em Mi Maior

Todas as vezes que quero sentir coisas grandes e com uma densidade espiritual sobrecomum, recorro costumeiramente às sinfonias de Anton Bruckner. Seu estilo não é fácil de suportar quando nos defrontamos com ele pela primeira vez. Recordo que assim que comecei a ouvi-lo julgava os seus trabalhos desnecessários e extravagantes. Ficava a evitá-lo. Questionava em outros momentos: "Para quê tudo isso?" "Ele não poderia ter simplificado nessa parte". "Aonde ele está indo?" E, de fato, Bruckner parece incansável. Vai cada vez mais longe. Eleva-se a galáxias distantes. E tornamo-nos seus passageiros nessa viagem. Mas após ouvi-lo com calma, percebi que não se trata de exagero. É o seu modo de reverenciar a Deus. Suas sinfonias são confissões espirituais. São sacramentos da alma. Era o modo que ele utilizava para se relacionar com o seu Deus. A voz velada de sua interioridade. A intimidade do seu ser. A Sinfonia de No. 7 é aquela a qual o compositor conseguiu seu maior sucesso. Ela fois escrita entre os anos de 1881 e 1883 e foi dedicada a Ludwig II da Baviera. No presente post, temos Karajan. É uma grande interpretação, repleta do espírito alemão. A edição é a Haas, de 1944. Uma boa viagem espiritual.

Anton Bruckner (1824-1896) - Sinfonia No. 7 em Mi Maior

01. I. Allegro moderato
02. II. Adagio (Sehr feierlich und sehr langsam)
03. III. Scherzo (Sehr schnell) & Trio (Etwas lang
04. IV. Finale (Bewegt, doch nicht zu schnell)

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Berliner Philharmonic
Herbert von Karajan, regente

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Johann Sebastian Bach (1685-1750) - O Cravo Bem Temperado (Livros I e II)

O Cravo bem Temperado é uma das obras musicais mais importantes da música ocidental, de grande envergadura, profundidade, diversidade musical, estética e psicológica e de grande complexidade que demonstrou tanto tecnicamente como por meio de sua grandiosidade, o potencial musical dos temperamentos musicais circulares. Tais temperamentos, permitiram infinitas modulações em tonalidades bastante diferentes, estabelecendo a base harmônica da música clássica de Bach em diante. Embora a obra de Bach não fosse a primeira composição pan-tonal (utilizando todas as tonalidades), de longe foi a mais influente. Beethoven, que fazia das modulações remotas o núcleo de sua música, foi tremendamente influenciado por O Cravo Bem Temperado, desde sua juventude quando a interpertação de peças dos dois volumes de Bach, em concertos, foi em parte responsável por sua fama e reputação. A possibilidade de modular até regiões harmônicamente remotas e, portanto, de criar efeitos psicológicos e estéticos que foi amplamente desenvolvida no período romântico e pós romântico, finalmente levou à dissolução do próprio sistema tonal na obra de Schoemberg e outros compositores atonais do início do século XX. Além do uso de todas as tonalidades, O Cravo Bem Temperado também é único quanto à grande variedade de técnicas e modos de expressão utilizados por Bach nas fugas. Nenhum outro compositor produziu obras tão ponderosas e características na forma de fuga que freqüentemetne foram consideradas exercícios teóricos. Muitos compositores posteriores estudaram a obra de Bach para melhorar sua própria escrita da forma fuga. Até mesmo Verdi achou-a útil para seu último trabalho, ao ópera Falstaff. A primeira gravação integral do Cravo bem Temperado foi feita por Edwin Fischer entre 1933 e 1936.

Daqui


Johann Sebastian Bach (1685-1750) - O Cravo Bem Temperado (Livros I e II)

DISCO 01

01 Prelude and Fugue in C, BWV 846
02 Prelude and Fugue in C minor, BWV 847
03 Prelude and Fugue in C sharp, BWV 848
04 Prelude and Fugue in C sharp minor, BWV 849
05 Prelude and Fugue in D, BWV 850
06 Prelude and Fugue in D minor, BWV 851
07 Prelude and Fugue in E flat, BWV 852
08 Prelude and Fugue in E flat minor D sharp minor, BWV 853
09 Prelude and Fugue in E, BWV 854
10 Prelude and Fugue in E minor, BWV 855
11 Prelude and Fugue in F, BWV 856
12 Prelude and Fugue in F minor, BWV 857

DISCO 02

01 Prelude and Fugue in F sharp, BWV 858
02 Prelude and Fugue in F sharp minor, BWV 859
03 Prelude and Fugue in G, BWV 860
04 Prelude and Fugue in G minor, BWV 861
05 Prelude and Fugue in A flat, BWV 862
06 Prelude and Fugue in G sharp minor, BWV 863
07 Prelude and Fugue in A, BWV 864
08 Prelude and Fugue in A minor, BWV 865
09 Prelude and Fugue in B flat, BWV 866
10 Prelude and Fugue in B flat minor, BWV 867
11 Prelude and Fugue in B, BWV 868
12 Prelude and Fugue in B minor, BWV 869

DISCO 03

01 Prelude and Fugue in C, BWV 870
02 Prelude and Fugue in C minor, BWV 871
03 Prelude and Fugue in C sharp, BWV 872
04 Prelude and Fugue in C sharp minor, BWV 873
05 Prelude and Fugue in D, BWV 874
06 Prelude and Fugue in D minor, BWV 875
07 Prelude and Fugue in E flat, BWV 876
08 Prelude and Fugue in D sharp minor, BWV 877
09 Prelude and Fugue in E, BWV 878
10 Prelude and Fugue in E minor, BWV 879
11 Prelude and Fugue in F, BWV 880
12 Prelude and Fugue in F minor, BWV 881
13 Prelude and Fugue in F sharp, BWV 882

DISCO 04

01 Prelude and Fugue in F sharp minor, BWV 883
02 Prelude and Fugue in G, BWV 884
03 Prelude and Fugue in G minor, BWV 885
04 Prelude and Fugue in A flat, BWV 886
05 Prelude and Fugue in G sharp minor, BWV 887
06 Prelude and Fugue in A, BWV 888
07 Prelude and Fugue in A minor, BWV 889
08 Prelude and Fugue in B flat, BWV 890
09 Prelude and Fugue in B flat minor, BWV 891
10 Prelude and Fugue in B, BWV 892
11 Prelude and Fugue in B minor, BWV 893

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Andras Schiff, piano

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