quinta-feira, 31 de março de 2011

Robert Schumann - "Manfred" Overture, Op 115 e Symphony No. 1 in B-flat major, Op. 38 'Spring' e Felix Mendelssohn - Concerto para violino etc

Tenho uma imensa satisfação todas às vezes que escuto essas gravações feitas ao vivo. Este broadcasting (como são chamadas essas gravações), por exemplo, traz um trio maravilhoso. Primeiro Schumann que era um exímio poeta. Compunha com uma sensibilidade aflorada. Ele também aventurou-se pela orquestração. A Abertura Manfredo é um desses casos particulares. Obra pungente, muita bem escrita. A outra peça de Schumann é a Sinfonia No. 1, também conhecida como "Primavera". Gosto bastante dessa Sinfonia. Juntamente com a "Renana", a número 3, inscrevem-se entre as minhas favoritas. Em segundo lugar, temos Mendelssohn, um poeta de alma cândida, benfazeja. O compositor alemão sempre provoca em mim uma grande serenidade, uma espécie de acalanto. O seu concerto para violino e orquestra é uma das coisas mais belas que existem na música. Possui uma melodia arrepiante, capaz de nos fazer pensar em coisas grandes e profundas. O terceiro aspecto que ressalto desse post é a presença de Harnoncourt, um dos meus regentes favoritos. Harnoncourt esbanja habilidade, conhecimento e competência. Não deixemos de ouvir. Uma boa apreciação!

Robert Schumann (1810-1856) -

"Manfred" Overture, Op 115
01. "Manfred" Overture, Op 115

Felix Mendelssohn (1809-1847) -

Concerto para violino e orquestra em Mi menor, Op. 64
02. Allegro molto appassionato
03. Andante
04. Allegretto non troppo

Robert Schumann (1810-1856) -

Symphony No. 1 in B-flat major, Op. 38 'Spring'
05. I. Andante un poco maestoso-Allegro molto vivace
06. II. Larghetto
07. III. Scherzo: Molto vivace-Trio I: Molto piu vivace-Trio II
08. IV. Allegro animato e grazioso

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Royal Concertgebouw Orchestra
Nikolaus Harnoncourt, regente
Thomas Zehetmair, violin

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terça-feira, 29 de março de 2011

Mozart and Beethoven - Quintets for fortepiano & wind instruments

Estou tão cansado que o meu cerébro reclama descanso. Meus olhos estão pesados. Acordei às 5 da manhã e ainda me encontro de pé. Dei aula o dia todo. O meu corpo é um amontoado de matéria dormente. Preciso dormir. Antes de dormir resolvi fazer esta postagem. Traz dois dos meus compositores favoritos em peças nem sempre tão conhecidas. Não deixe de ouvir. Uma boa pareciação!

Wolfgang Amadues Mozart (1756-1791) -

Quintet for fortepiano and wind instruments in E flat major K452
01. I. Largo - Allegro
02. II. Larghetto
03. III. Allegretto

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -

Sonata for fortepiano and French Horn in F major, Op.17
0.4. I. Allegro moderato
05. II. Poco adagio, cuasi andante
06. III. Rondo Allegretto moderato

Quintet for fortepiano and wind instruments in E flat major, Op.16
07. I. Grave - Allegro,
08. II. Andante cantabile
09. III. Rondo Allegro,ma non troppo

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The Academy of Ancient Music Chamber Ensemble
Robert Levin, fortepiano
Frank de Bruine, oboé
Antony Pay, clarinete
Danny Bond, bassoon
Anthony Halstead, horn

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sábado, 26 de março de 2011

Bohuslav Martinü (1890-1959) - Violin Concerto No.1, H. 226 (recte 228/233), Violin Concerto No.2, H. 293 (1943) e Rhapsody-Concerto for viola and etc

Bohuslav Martinu foi um importante compositor checo. Há quem o considere mais brilhante do que o seu patrício Anton Dvorak. Quando falamos de música checa lembramos imediatamente de Dvorak. Esquecemos, com isso, de fazer referência a Janacek e Martinu, dois gigantes da grande música no século XX. Martinu, particularmente, foi um compositor prolífico. Escreveu mais de 400 peças. Suas obras possuem fragrâncias várias, resultado de suas muitas andanças. Martinu flertou com o jazz, expressionismo, neoclassismo; escreveu obras influenciado pelo folclore de sua terra, a Morávia, do barroco, além de outras características. São por essas e outras que devemos conferir esse maravilhoso CD. Bom deleite!

Bohuslav Martinü (1890-1959) - Violin Concerto No.1, H. 226 (recte 228/233), Violin Concerto No.2, H. 293 (1943) e Rhapsody-Concerto for viola and Orchestra, H. 337 (1952)
Violin Concerto No.1, H. 226 (recte 228/233)
01. I. Allegro Moderato
02. II. Andante
03. III. Allegretto

Violin Concerto No.2, H. 293 (1943)
04. I. Andante
05. II. Andante Moderato
06. III. Poco Allegro

Rhapsody-Concerto for viola and Orchestra, H. 337 (1952)
07. I. Moderato
08. II. Molto Adagio-Poco Allegro

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Czech Philharmonic Orchestra
Václav Neumann, regente
Josef Suk, violino, viola

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sexta-feira, 25 de março de 2011

Concerts and dances for harp - Xavier de Maistre

Contam os poemas sagrados que o rei Saul, monarca de Israel, andava atormentado por pensamentos malignos, perversos. Era acossado por uma carga nefasta de maus pensamentos ao ponto de enlouquecer. Os médicos foram chamados para acalmá-lo, mas ninguém era capaz de curar-lhe a demência. Até que acharam num vilarejo afastado um garoto franzino, ruivo, de aspecto agradável. O jovem era pastor, poeta e músico. Vivia pelos campos. Era um jovem bastante habilidoso. Davi era o seu nome. O jovem pastor foi levado à presença do rei e passou a servir o seu soberano. Quando a demência queria atingir a sanidade do rei, Davi tangia a sua harpa, um instrumento capaz de produzir uma musicalidade doce, quase mágica. Quando Saul ouvia a música tocada pelas mãos leves e hábeis de Davi, tinha sua alma pacificada. Aquilo fazia bem ao rei. De modo, que o jovem poeta logrou uma boa reputação perante o rei. Essa é uma história antiga, mas serve para ilustrar o poder encantador da harpa. Sempre achei a harpa um instrumento repleto de encantos misteriosos, quase de sonhos. Este é um CD com muitos encantos: primeiramente por possuir músicos de tradição espanhola; depois poderíamos mencionar a habilidade de Xavier de Maistre, o jovem harpista da Vienna Radio Symphony Orchestra; outro aspecto é a presença do Concerto de Aranjuez transcrito para a harpa. Ou seja, é um CD que nos acalma, que nos serena, que nos livra da demência. Boa apreciação!

Manuel de Falla
01. Spanish Dance No. 1 from the opera 'La vida breve'

Joaquín Rodrigo
02. Concierto de Aranjuez - 1. Allegro con spirito
03. Concierto de Aranjuez - 2. Adagio
04. Concierto de Aranjuez - 3. Allegro gentile

Francisco Tárrega
05. Recuerdos de la Alhambra

Enrique Granados
06. Valses poeticos. Preludio, Vivace
07. Valses poeticos. 1. Melódico
08. Valses poeticos. 2. Tiempo de Vals noble
09. Valses poeticos. 3. Tiempo de Vals lento
10. Valses poeticos. 4. Allegro humóristico
11. Valses poeticos. 5. Allegretto (Elegante)
12. Valses poeticos. 6. Quasi ad libitum (Sentimental)
13. Valses poeticos. 7. Vivo
14. Valses poeticos. 8. Presto - Andante - Tiempo de Vals

Alberto Ginastera
15. Harp Concerto, op. 25 - 1. Allegro giusto
16. Harp Concerto, op. 25 - 2. Molto moderato
17. Harp Concerto, op. 25 - 3. Kadenz
18. Harp Concerto, op. 25 - 3. Vivace

Alberto Ginastera
19. Milonga

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Vienna Radio Symphony Orchestra
Bertrand Billy, regente

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quinta-feira, 24 de março de 2011

Richard Strauss (1864-1949) - Till Eulenspiegel e Don Juan, Op. 20; Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 9 em E flat, Op. 70

Música graúda, com dois importantes compositores que escreveram o nome entre os grandes do século XX. Admiro bastante a obra de Richard Strauss. Ele conseguiu, por meio de duas composições volumosas, extrair efeitos impressionantes da música orquestrada. Nesse excelente CD, sob a regência de Sergiu Celibidache, encontramos duas peças importantes de seu repertório - Till Eulenspiegel e Don Juan. A outra peça do post é a obra de "espiríto brincalhão", "satirizante", de um dos meus compositores favoritos, Dmitri Shostakovich. Não deixe de ouvir. Tratam-se de obras representativas. Boa apreciação!

Richard Strauss (1864-1949) -

Till Eulenspiegel's Merry Pranks (Till Eulenspiegels lustige Streiche), Op. 28

01. Till Eulenspiegel's Merry Pranks (Till Eulenspiegels lustige Streiche), Op. 28

Don Juan, Op. 20
02. Don Juan, Op. 20
Dmitri Shostakovich (1906-1975) -

Sinfonia No. 9 em E flat, Op. 70
05. Allegro
06. Moderato
07. Presto
08. Largo
09. Allegretto

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Swedish Radio Symphony Orchestra
Sergiu Celibidache, regente

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segunda-feira, 21 de março de 2011

Jean Sibelius (1885-1957) - Concerto para violino e orquestra em Ré menor, Op. 47 e Aram Khachaturian (1903-1978) - Concerto para violino e etc

Um CD redondo, enxuto, com conteúdo de boa qualidade. Traz o fenomenal concerto para violino de Sibelius, um dos concertos mais belos que existem. Emocionante. Esses moços que têm surgido no meio erudito impressionam. O moço Sergey Khachatryan mostra desinibição, virtuosismo e faz um trabalho convicente. Surge ainda o concerto para violino do patrício de Josef Stálin, o venerado líder, Aram Khachaturian. Resta-nos ouvir e comprovar. Uma boa audição!

Jean Sibelius (1885-1957) - Concerto para violino e orquestra em Ré menor, Op. 47
01. I. Allegro moderato
02. II. Adagio di molto
03. III. Finale (Allegro ma non tanto)

Aram Khachaturian (1903-1978) - Concerto para violino e orquestra em Ré menor (1940)
04. I. Allegro moderato
05. II. Andante sostenuto
06. III. Allegro a battuta

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Sinfonia Varsovia
Emmanuel Krivine, regente
Sergey Khachatryan, violino

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domingo, 20 de março de 2011

Anton Bruckner (1824-1896) - Sinfonia No. 8 em Dó menor e Richad Wagner (1813-1883) - Lohengrin - Preludio Acto 1, Siegfried Idyll e Parsifal etc

Este é um CD implacável. Sério. Estou ouvindo a sua música atordoante desde às 8 e meia da manhã. Em meio ao pandemônio da preparação de provas, planejamento semanal, correção de exercícios. Desde o dia de ontem, encontro-me nesse torvelinho. Meu final de semana está sendo terrível. Amanhã recomeçará a roda-viva. O que me consola é a música poderosa de Bruckner. Entre as sinfonias do compositor, a sua número 8 me bota um sorriso bobo de espanto e contemplação. Como alguém como Bruckner conseguiu fazer algo assim? Mas, com certeza, tal aspecto apenas engrandece a fineza e a sensibilidade que lhe habitava o interior. A peça é uma viagem filósofica e religiosa. Um evento cartática, com transfiguração e redenção. As sinfonias de Bruckner, a partir da Terceira, constituem eventos notáveis, de perfeição exagerada, beirando o impossível. Esta versão com Hans Knappertbusch, gravada em 1963, é algo que impressiona e se estabelece como uma das melhores versões que já ouvi. Aparece ainda no post, Richard Wagner. Sei. É um post que causa uma impressão fundante. Saiam da frente que a música é grande, enorme, capaz de silenciar os homens e embalar o universo. Um bom deleite!

DISCO 01

Anton Bruckner (1824-1896) - Sinfonia No. 8 em Dó menor

01. I. Allegro moderato
02. II. Scherzo. Allegro moderato-Trio. Langsam
03. III. Adagio- Feierlich langsam, doch nicht schleppend

DISCO 02

01. IV. Finale- Feierlich, nicht schnell

*Versión 1892 de Bruckner y Joseph Schalk. Ed. Haslinger-Schlesinger-Lienau


Richad Wagner (1813-1883) -

Lohengrin - Preludio Acto 1
02. Lohengrin - Preludio Acto 1

Siegfried Idyll
03. Siegfried Idyll

Parsifal - Preludio Acto 1
04. Parsifal - Preludio Acto 1

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Münchner Philharmoniker
Hans Knappertbusch, regente

BAIXAR AQUI CD1
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sábado, 19 de março de 2011

Béla Bartók (1881-1945) - Piano Concerto No.1, BB 91, Sz. 83, Piano Concerto No.2, BB 101, Sz. 95 e Piano Concerto No.3, BB 127, Sz. 119

Simplesmente, a gravação dos concertos para piano e orquestra de Bartok, realizada por Fricsay e Anda, é coisa que impressiona. Trata-se de uma das coisas mais notáveis que já ouvi. Bartok é considerado um dos maiores compositores do século XX. O compositor húngaro não é para dileitantes. Pois, diante dele, ou o amamos ou o odiamos. O concerto número 1 é de 1926; o segundo concerto é de 1931; e, o terceiro, de 1945, quando já se aproximava a sua morte. Digira suavemente para não se engasgar. É música densa. Volumosa. Há uma outra boa interpretação desses mesmos concertos aqui no blog, realizada por Andras Schiff, outro trabalho de referência (aqui). Faça a comparação. Um bom deleite!

Béla Bartók (1881-1945) - Piano Concerto No.1, BB 91, Sz. 83, Piano Concerto No.2, BB 101, Sz. 95 e Piano Concerto No.3, BB 127, Sz. 119

Piano Concerto No.1, BB 91, Sz. 83
01 Allegro moderato - Allegro
02. Andante
03. Allegro molto

Piano Concerto No.2, BB 101, Sz. 95
04. Allegro
05. Adagio - Più adagio - Presto
06. Allegro molto

Piano Concerto No.3, BB 127, Sz. 119
07. Allegretto
08. Adagio religioso
09. Allegro vivace

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Radio Symphonie Orchester Berlin — Rias SO de Berlim
Ferenc Fricsay, regente
Géza Anda, piano

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quarta-feira, 16 de março de 2011

Franz Liszt (1811-1886) - Concerto para piano No. 1 in E flat major, S. 124, Concerto para piano No. 2 in A major, S. 125 e Totentanz (Danse macabre).

Há quem não goste de Liszt. Há quem o despreze e o julgue pretensioso. Mas, sei que não há como não admitir a importância dos dois concertos para piano escritos pelo húngaro. Exigem grande virtuosidade do intérprete. São belos, tocantes. Possuem aquelas qualidades encontradas na personalidade do compositor - são grandes, eloquentes, fortemente emocionais e místicos. A interpretação desses dois concertos fica a carga de Seiji Ozawa (regência) e Krystian Zimerman (piano). Ou seja, uma gravação, no mínimo, poderosa, que figura entre as grandes. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Franz Liszt (1811-1886) - Concerto para piano No. 1 in E flat major, S. 124, Concerto para piano No. 2 in A major, S. 125 e Totentanz (Danse macabre). Paraphrase on Dies irae

Concerto para piano No. 1 in E flat major, S. 124
01. I. Allegro maestoso
02. II. Quasi adagio - Alegretto vivace - Allegro animato
03. III. Allegro marziale animato - Presto

Concerto para piano No. 2 in A major, S. 125
04. I. Adagio sostenuto assai - Allegro agitato assai
05. II. Allegro moderato - Allegro deciso
06. III. Marziale un poco meno allegro
07. IV. Allegro animato - Stretto (molto accelerando)

Totentanz (Danse macabre). Paraphrase on Dies irae
08. Totentanz (Danse macabre). Paraphrase on Dies irae

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Boston Symphony Orchestra
Seiji Ozawa, regente
Krystian Zimerman, piano

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segunda-feira, 14 de março de 2011

Pachelbel: Kanon & Gigue, J.S. Bach, Handel e Vivaldi

Um extraordinário, belo CD, com quatro importantes nomes do Barroco - Pachelbel, Handel, Vivaldi e Bach. A gravação é suntuosa. Os instrumentos originais com os quais as obras são gravadas, infundem uma autoridade ímpar à interpretação. Das peças do post, eu tenho uma admiração toda especial pelo Canon de Pachelbel. Acho-o leve, sereno, com um forte sabor de elegância e bom gosto. A interpretação da Suite no. 2 de Bach é uma das melhores que já tive a oportunidade de ouvir. Uma boa apreciação!

Johann Pachelbel (1653-1706) -

Canon & Gigue in D major
01. Canon & Gigue in D major

George Frideric Handel (1685-1759) -

Trio Sonata in G major, Op. 5 no. 4, HWV 399
02. I. Allegro
03. II. A tempo ordinario
04. III. Passacaille
05. IV. Gigue. Presto
06. V. Menuet. Allegro moderato

Antonio Vivaldi (1678-1741)

Trio Sonata in D minor "La Folia", Op. 1 no. 12, RV 63
07. Trio Sonata in D minor "La Folia", Op. 1 no. 12, RV 63

Johann Sebastian Bach (1685-1750) -

Suite (Overture) no. 2 in B minor, BWV 1067
08. I. Ouverture
09. II. Rondeau
10. III. Sarabande
11. IV. Bourree I-II
12 V. Polonaise - Double
13. VI. Menuet
14. VII. Badinerie

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Musica Antiqua Köln
on authentic instruments
Reihard Goebel, diretor

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sábado, 12 de março de 2011

Arnold Schoenberg (1874-1951) - Quarteto n.2, Op. 10 e Verklärte Nacht, op. 4

Um CD em que se nos apresenta um pouco do rigor e da sensiblidade de Schoenberg. Duas obras que possuem a marca do compositor austríaco. O quarteto número 2 é famoso pela presença de uma voz feminina. Imagine! Um quarteto de cordas com a presença de uma soprano! Somente expectamos isso na música moderna. A outra obra do post é Verklärte Nacht, em português, "Noite Transfigurada", uma das peças mais conhecidas do compositor. Ela foi composta em 1899, ou seja, no limiar do século XX. É uma obra com um forte gosto romântico. Possui matizes brahnsianas e até diria wagnerianas. A obra é singela, cheia de efeitos nostálgicos e dramáticos. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Arnold Schoenberg (1874-1951) - Quarteto n.2, Op. 10 e Verklärte Nacht, op. 4

Quarteto n.2, Op. 10
01. I. Massig (Moderato)
02. II. Sehr Rasch (Tres Rapide)
03. III. ‘Litanei’ Langsam (Lent) - Dawn Upshaw
04. IV. ‘Entruckung’ Sehr Landsam (’Eloignement’ Tres Lent) - Dawn Upshaw

Verklärte Nacht, op. 4
05. Verklärte Nacht, op. 4

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Stockholm Chamber Orchestra
Esa-Pekka Salonen, regente
Faye Robinson, soprano

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sexta-feira, 11 de março de 2011

Janos Starker e Gyorgy Sebok - Chopin, Mendelssohn, Martinu, Debussy, Bartók e Weiner

Meu processo de postagem é extremamente lento. Vejo donos de blogs por aí que fazem cinco postagens por dia. Fico impressionado com isso. Inquiro estupidificado: "Como ele consegue?". Minhas postagens são lentas, ruminadas, pensadas. Não sigo scripts, sequenciamentos. O fato é que só posto aquilo que ouço. Assim, escuto antes (preferivelmente) o CD e logo em seguida o posto. Nesses dias de muita tarefa e tempo escasso é sempre um desafio postar. Faço um tremendo esforço para que os hiatos entre uma postagem e outra não sejam grandes. Gosto de premiar a meia dúzia de leitores (?), ouvintes ou curiosos que aparecem diariamente por aqui. As tarefas sempre surgem. Esse negócio de ensinar é complexo e cansativo. Rouba as nossas forças. Chego em casa quase sempre muito cansado. Mas, postar é, geralmente, uma atividade prazerosa e que descontrai. Deve ser por isso que sigo escrevendo textos mirrados, aporrinhando a paciência de vocês e divulgando a grande música. Abraços a todos! Bom deleite!

Frederic Chopin (1810-1849) -

Sonata in G Minor Op. 65
01. Allegro Moderato
02. Scherzo - Allegro con Brio
03. Largo
04. Finale - Allegro

Félix Mendelssohn (1809-1847) -

Variations Concertantes Op. 17
05. Variations Concertantes Op. 17

Bohuslav Martinu (1890-1959) -

Variations on a Theme of Rossini
06. Variations on a Theme of Rossini

Frederic Chopin (1810-1849) -

Polonaise Brillante Op. 3
07. Polonaise Brillante Op. 3

Claude Debussy (1862-1918) -

Sonata Nº 1 in D Minor
08. Prologue
09. Serenade et Finale
10. Finale

Béla Bartok (1881-1945) -

First Rhapsody
11. First Rhapsody

Léo Weiner (1885-1960) -

Hungarian Wedding Dance
12. Hungarian Wedding Dance

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Janos Starker, cello
Gyorgy Sebok, piano

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quarta-feira, 9 de março de 2011

Fréderic Chopin (1810-1849) - Nocturne - Transcriptions for cello and piano

Relutei por duas vezes em postar este CD. Não há explicações lógicas para isso. O fato é que inicie duas vezes os prepararos para postar, mas acabei não concluindo o trabalho. Hoje pela manhã, decidi cumprir a tarefa. É um CD belíssimo, com uma ternura tão massacrante que chega a nos suforcar. São transcrições para cello e piano de algumas das mais tocantes peças de Chopin. O polonês me comove sensivelmente. É um poeta de mão cheia. É sensível sem ser deprimente. Trulls Mork ao cello Kathryn Stott conseguem nos conduzir por momentos de belas paisagens e reflexões. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Fréderic Chopin (1810-1849) - Nocturne - Transcriptions for cello and piano

Nocturne op.72 no.1 arr. Taneyev
01. Nocturne op.72 no.1 arr. Taneyev

Prelude op.28 no.6
02. Prelude op.28 no.6

Cellosonata op.65 in G minor
03. Allegro moderato
04. Scherzo-Allegro con brio
05. Largo
06. Finale (Allegro)

Prelude op.28 no.4 arr. Truls MørkKathryn Stott
07. Prelude op.28 no.4 arr. Truls MørkKathryn Stott

Waltz op.34 no.2
08. Waltz op.34 no.2

Nocturne after nocturne in C sharp minor op. posth. arr. Truls MørkKa
09. Nocturne after nocturne in C sharp minor op. posth. arr. Truls MørkKa

Introduction et Polonaise brillante op.3 in C major
10. Introduction et Polonaise brillante op.3 in C major

Nocturne op.55 no.7
11. Nocturne op.55 no.7

Etude op.25 no.7 arr. Glazunov
12. Etude op.25 no.7 arr. Glazunov

Etude op.10 no.6 arr. Glazunov
13. Etude op.10 no.6 arr. Glazunov

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Trulls Mork, cello
Kathryn Stott, piano

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terça-feira, 8 de março de 2011

Dietrich Buxtehude (1637-1707) - Seven Sonatas, Op. 1

Estou já há algum tempo corrigindo redações dos meus alunos. Aqui em Brasília o clima anda indeciso, entre a chuva e o sol, o frio e o calor, a saber, com feições barrocas. Minha alma também anda barroca neste início de tarde. Arrimo-me em pedaços de dúvidas e desejos - sendo e não sendo. Escoro-me na máxima de Shaskepeare ("ser ou não ser"). Talvez aí resida a dialética da vida. O homem é um ponto entre o ser e não ser. A depender do momento em que situamos o nosso olhar, ele não mais é - ou passou a ser outra coisa. Pois na vida ou se é ou não é. Mesmo quando dizemos que não somos, já nos tornamos naquilo que dizemos não ser. Sei. Estou devaneando. Isso é filosofia barata. Como diz um colega meu: "Filosofia de buteco!". Então ouçamos o mestre Bux e o seu barroco alemão da melhor qualidade. Um bom deleite!

Dietrich Buxtehude (1637-1707) - Seven Sonatas, Op. 1

Sonata No I in F major - BuxWV252

01. Vivace - Lento
02.Allegro
03. Andante
04. Presto

Sonata No II in G major - BuxWV253
05. Lento - Vivace
06. Allegro
07. Arioso

Sonata No III in A minor - BuxWV254
08. Adagio
09. Allegro
10. Lento - Vivace
11. Presto

Sonata No IV in B flat major - BuxWV255
12. Vivace
13. Lento - Allegro

Sonata No V in C major - BuxWV256
14. Vivace
15. Solo
16. Allegro

Sonata No VI in D minor - BuxWV257
17. Grave - Allegro
18. Con discretione
19. Vivace
20. Poco presto

Sonata No VII in E minor - BuxWV258
21. Allegro
22. Presto
23. Vivace
24. Poco presto

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Elizabeth Wallfisch, violino
Richard Tunnicliffe, cello
Paul Nicholson, cravo

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domingo, 6 de março de 2011

Johannes Brahms (1833-1897) - Piano Concerto No.1 in D minor Op.15, Piano Concerto No.2 in B major Op.83 e Fantasias Op.116 (de 1 a 7)

Brahms é um dos meus compositores prediletos. Gosto bastante de sua música. Digo: sou apaixonado por sua música. Não há explicações claras e óbvias para isso. É uma espécie de paixão incontinenti, plena, abarcante. Sua música atinge-me fundo, nos interstícios do ser, nas regiões onde os desejos e segredos estão represados e escondidos. A natureza humana é misteriosa. Repleta de vozes quase ininteligíveis. De aspectos iluminados, mas repleta, também, de extensas regiões escuras. Consigo sentir e perceber e sentir muito do que é o ser humano quando escuto Brahms, o alemão que gostava da solidão. Seus dois concertos para piano são tocantes, dramáticos, principalmente, o primeiro. Estão entre o que de mais fino se produziu até hoje. Esse é um extraordinários post, figurando com facilidade entre os melhores que já disponibilizei nesse humilde blog. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - Piano Concerto No.1 in D minor Op.15, Piano Concerto No.2 in B major Op.83 e Fantasias Op.116 (de 1 a 7)

DISCO 01

Piano Concerto No.1 in D minor Op.15
01. 1. Maestoso
02. 2. Adagio
03. 3. Rondo. Allegro non troppo

DISCO 02

Piano Concerto No.2 in B major Op.83
01. 1. Allegro non tropo
02. 2. Allegro appassionato
03. 3. Andante
04. 4. Allegretto grazioso

Fantasias Op.116 No.1
05. Capriccio. Presto energico

Fantasias Op.116 No.2
06. Intermezzo. Andante

Fantasias Op.116 No.3
07. Capriccio. Allegro passionato

Fantasias Op.116 No.4
08. Intermezzo. Adagio

Fantasias Op.116 No.5
09. Intermezzo. Andante con grazia ed inimissimo sentimento

Fantasias Op.116 No.6
10. Intermezzo Andantino teneramente

Fantasias Op.116 No.7
11. Capriccio. Allegro agitato

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Berliner Philharmoniker
Eugen Jochum, regente
Emil Gilels, piano

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sábado, 5 de março de 2011

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - The Early String Quartets

Estes quartetos de cordas do mestre Ludwig van Beethoven estavam separados há muito tempo para serem postados. Não sei o porquê de não ter postado há mais tempo. O fato é que fui abandonando o empreendimento e uma certa omissão me tomou por completo. Mas como estou de bom humor no dia de hoje, resolvi-me por postar esta extraordinária caixa com os imortais quartetos do mestre de Bonn, tendo o Melos Quartett como porta voz. Na verdade, tratam-se de duas caixas, ambas com 3 CDs. A primeira chama-se The Early String Quartets e a segunda The Middle String Quartets. A primeira caixa sairá no dia de hoje e a segunda no próximo final de semana. Sobre os quartetos de cordas de Beethoven é importante dizer que estão entre as produções mais brilhantes e geniais do alemão. Sendo assim, comecemos a audição agora mesmo. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - The Early String Quartets

DISCO 01

String Quartet in F, op.18 No.1
01. I. Allegro con brio
02. II. Adagio affettuoso es appassionato
03. III. Scherzo. Allegro molto
04. IV. Allegro

String Quartet in G, op.18 No.2
05. I. Allegro
06. II. Adagio cantabile - Allegro - Tempo I
07. III. Scherzo. Allegro
08. IV. Allegro molto quasi Presto

DISCO 02

String Quartet in D, op.18 no.3
01. I. Allegro
02. II. Andante con moto
03. III. Allegro
04. IV. Presto

String Quartet in c, op.18 no.4
05. I. Allegro ma non tanto
06. II. Scherzo. Andante scherzoso quasi Allegretto
07. III. Menuetto. Allegretto
08. IV. Allegro - Prestissimo

DISCO 03

String Quartet in A, op.18 no.5
01. I Allegro
02. II Menuetto
03. III Andante canabile. Thema - Variationen I...
04. IV Allegro

String Quartet in B flat, op.18 no.6
05. I. Allegro con brio
06. II. Adagio ma non troppo
07. III. Scherzo. Allegro
08. IV. La Malinconia. Adagio - Allegretto ...

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Melos Quartett
Wilhelm Melcher, 1. violino
Gerhard Voss, 2. violino
Hermann Voss, viola (alto)
Peter Buck, Violoncello

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quinta-feira, 3 de março de 2011

L. v. Beethoven - Sinfonia No. 4 em Si bemol maior, Op. 60, Sinfonia No. 5 em Dó menor, Op. 67 e Sinfonia No. 9 em Ré menor, Op. 125 (CDs 4 e 5 de 5)

Chegamos ao final de mais essa ótima caixa. Não sei se ninguém percebeu, mas as faixas se encontram trocadas. Notei ontem enquanto ouvia. Todavia não é nada que contrarie a qualidade da gravação, que é assombrosa. Acertei quando escolhi essa caixa com Wand interpretando o meu compositor favorito. Certamente as sinfonias de Beethoven são verdadeiros tratados sobre a alma humana. Nestes dois últimos CDs da série encontramos três extraordinárias sinfonias - as de número 4, 5 e 9. O destino "bate à porta" na número 5 e nos sorri com bafejos de grande alegria na número 4 e exalta a existência na número 9. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sinfonia No. 4 em Si bemol maior, Op. 60, Sinfonia No. 5 em Dó menor, Op. 67 e Sinfonia No. 9 em Ré menor, Op. 125

DISCO 4

Sinfonia No. 4 em Si bemol maior, Op. 60
01. Adagio. Allegro vivace
02. Adagio
03. Menuetto:Allegro vivace
04. Allegro ma non troppo

Sinfonia No. 5 em Dó menor, Op. 67
05. Allegro con brio
06. Andante con moto
07. Allegro
08. Allegro

DISCO 5

Sinfonia No. 9 em Ré menor, Op. 125
01. Allegro ma non troppo, un poco maestoso
02. Molto vivace - Presto
03. Adagio molto e cantabile
04. Presto
05. Presto - O Freunde, nicht diese Tone! - Allegro assai

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NDR-Sinfonieorchester
Günter Wand, regente
Edith Wiens, soprano
Hildergard Hartwig, alto
Roland Hermann, bass

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terça-feira, 1 de março de 2011

Igor Stravinsky (1882-1971) - Oedipus Rex e Symphonie de Psaumes

Oedipus Rex foi escrito no período neoclássico de Stravinsky. O libreto da peça foi concebido por Jean Cocteau. A obra é baseada na tragédia homônima de Sofócles. Já a Sinfonia dos Salmos de Stravinsky, "composta em 1930, foi o resultado da encomenda que lha havia feito Sergei Koussevitzky para celebrar o 50º aniversario da Orquestra Sinfônica de Boston. Para evitar as conotações ligadas à tradição romântica, utilizou meios alheios ao gênero: coro infantil e masculino a quatro vozes e uma peculiar orquestra que incluia metal, madeira, dois pianos, percussão e uma secção de cordas reduzida, pois eliminou violinos e violas.

Uma estranha sonoridade de claros e nítidos perfis onde domina a instrumentação arcaica, acentuada pelos frequentes ostinati que articulam numerosos trechos. No uso do latim, na combinação de modelos ligados à tradição ocidental e ao âmbito cultural russo-ortodoxo, há um desejo de superar a interpretação pessoal-expressiva e de alcançar certa objetividade, projetos que se materializam numa das criações mais importantes da música religiosa de nosso século.


O começo é áspero, um seco acorde em Mi menor introduz a prece a Deus, omnipotente e distante. Fagotes e oboés são interrompidos pelo mesmo acorde que reaparecerá ao longo do movimento. O piano e a trompa os substituem e as cordas expõem o tema com que entrará o coro, “Exaudi orationem meam”, sobre o fundo das madeiras (fagotes, oboés, corno inglês). Este tema é retomado pelos contraltos, após uma breve passagem executada pelas flautas e oboés.

Reaparece o acorde e entram os tenores e sopranos, com o acompanhamento dos dois pianos. De novo o acorde e , então somente com os instrumentos de sopro, desenvolve-se uma seção que leva ao crescendo e ao qual se une o resto dos instrumentos.

Com as repetições de “remite mihi” o final discorre até o Sol. A parte central é um canto de esperança. O prelúdio, na seção de sopro, mostra as inauditas complexidades contrapontísticas que Stravinsky condensa neste movimento, construído como uma dupla fuga vocal e instrumental, em perfeito e denso equilíbrio, onde se combinam os mais estritos desenvolvimentos e inversões com tratamentos canônicos pessoais, registrados na estrutura polifônica.

Depois da introdução, o coro, num clima tranqüilo começa sua declamação, “Expectus expectavi dominus”. Após uma passagem a capella e outra instrumental, todos os integrantes se unem fortissimo, para piano sobre “Sperabunt in Domino”. O salmo 150 é a base do canto de louvor final. O Dó menor de “aleluia” é levado, numa rápida modulação, ao Dó maior.

As vozes entoam o primeiro versículo, criando, com suas repetições e com a trama instrumental, uma hipnótica sensação. A respeito do trecho seguinte, mais rápido, Stravinsky comentou que lhe fora sugerido “pela visão do carro de Elias subindo ao céu”. Esta vivaz seção, na qual ressalta um potente ostinati instrumental, guarda em seu centro uma passagem mais tranqüila, que preludia a coda final, num ritmo de três por dois, e constitui “um hino sublime, quase imóvel, onde o tempo da música se une ao da eternidade”. Fonte.

Igor Stravinsky (1882-1971) - Oedipus Rex e Symphonie de Psaumes

Oedipus Rex
01. Prologue. Acte I
02. Acte II. Epilogue

Symphonie de Psaumes
03. I. Exaudi orationem meam, Domine
04. II. Exspectans exspectavi Dominum
05. III. Alleluia, laudate Dominum

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Czech Philharmonic Chorus And Orchestra
Karel Ancerl, regente

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