sábado, 30 de janeiro de 2010

Johannes Brahms (1833-1897) - Sexteto para cordas em B flat major, Op. 18 e Sexteto para cordas em G major, Op. 36 - final

Finalizemos esta integral com postagens da obra camerística de Brahms. Foi uma caminhada de grandes hiatos, postergações, supressões e tudo mais. Mas, chegamos a bom termo. Brahms é daqueles compositores profundos, de música sensível, que exigem uma atenção demasiada. É preciso ouvi-lo mais de uma vez para que entremos em seu mundo. Há nesta postagem prova inquestionável dessa verdade. São dois sextetos para cordas. O primeiro é o opus 18, composto em 1860 e estreado em 1862. Possui quatro movimentos. É marcado por duas violas, dois violinos e dois violoncelos. E a outra peça é o sexteto para cordas opus 36, composto durante os anos de 1864-1865. Apesar de Brahms tê-lo composto na atmosfera solitária, calma de Baden-Baden, Alemanha, o sexteto foi tocado pela primeira vez nos Estados Unidos, mais precisamente em Boston. Segue a mesma marcação do primeiro sexteto, com duas violas, dois violinos e dois violoncelos. Fica aqui a certeza de dois trabalhos fantásticos. Boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - Sexteto para cordas em B flat major, Op. 18 e Sexteto para cordas em G major, Op. 36

Sexteto para cordas em B flat major, Op. 18 [33:25]
01. Allegro ma non troppo
02. Thema con Variazioni. Andante, ma moderato
03. Scherzo. Allegro molto - Trio. Animato
04. Rondo. Poco Allegretto e grazioso

Sexteto para cordas em G major, Op. 36 [38:55]
05. Allegro ma non troppo
06. Acherzo. Allegro ma non troppo - Presto giocoso - Tempo I
07. Poco Adagio
08. Poco Allegro

Amadeus Quartet
Cecil Aronowitz, viola II
William Pleeth, violoncelo II

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Mendelssohn - As Hébridas, Op. 26, Sibelius - Concerto para violino D menor, Op. 47 e Tchaikovsky - Sinfonia no. 6 em E menor, Op. 74 - "Patética"

Confesso que já ouvir esta gravação ao vivo umas dez vezes ou mais desde o início do ano. É um registro formidável. Outro dia enquanto voltava de Goiânia, ouvi duas vezes seguidas. A primeira peça - As Hébridas, de Mendelssohn - possui um início arrebatador. Segundo conta a história, Mendelssohn teria ido a uma caverna ou à Gruta de Fingal, na Escócia. Trata-se de uma região montanhosa, na qual a população vivia em vilarejos e tinha como atividade profissional a pesca. Mendelssohn após visitar esta região das highlands escocesas, sentiu-se estimulado e criou As Hébridas, que possuem uma das aberturas mais belas, instigadoras e misteriosas entre as que já foram compostas. Em seguida temos o Concerto em D de Sibelius, que já foi postado aqui com a ninfeta Hilary Hahn. É um dos concertos para violinos mais belos que conheço. E última gravação é Sinfonia no. 6 - Patética - de Tchaikovsky, uma daquelas peças que atordoam pelo seu aspecto soturno. Em suma: um excelente CD, que tem na condução Kurt Masur e a poderosa Filarmônica de Nova York. Uma boa apreciação!

Felix Mendelssohn (1809-1847) - A Abertura "As Hébridas" em E menor, Op. 26
01. A Abertura "As Hébridas" em E menor, Op. 26

Jean Sibelius (1865 - 1957) - Concerto para violino D menor, Op.47
2. Allegro moderato 17:20
3. Adagio di molto 8:36
4. Allegro, ma non tanto 7:16

Piotr Ilytch Tchaikovsky (1840-1893) - Sinfonia No. 6 in B minor, Op. 74 - "Patética"
05. Adagio – Allegro non troppo
06. Allegro con grazia
07. Allegro molto vivace
08. Finale
— Adagio lamentoso

New York Philharmonic
Sergey Khachatryan, violino
Kurt Masur, regente

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Antonín Dvorák (1841-1904) - Danças Eslavas Op. 46 e opus 72 - A Integral das Danças para piano a quatro mãos

Há alguns dias postei As Danças Eslavas de Dvorak para orquestra. Dessa vez, elas surgirão numa versão muito boa para piano a quatro mãos. Segue o texto extraído do encarte do CD, texto este escrito por Amaral Vieira: "As 21 Danças Húngaras compostas por Johannes Brahms para piano e a quatro mãos entre 1852 e 1869 foram um dos maiores sucessos editoriais de toda a carreira do grande compositor alemão. Ao tomar conhecimento das obras do compositor checo Antonin Dvorák (1841-1904), Brahms, muito entusiasmado, recomendou o jovem compositor ao editor Simrock, e este sugeriu ao músico a criação de uma obra de fácil assimilação como as Danças Húngaras. Dvorák escreveu uma coletânea de oito Danças Eslavas para o piano a quatro mãos, inspirando-se em danças típicas checas, conhecidas como furiant, susedska e skona, e que estão presentes em várias outras obras do compositor. As Danças Eslavas opus 46, publicadas por Simrock, tornaram-se em pouco tempo muito populares e Dvorak imediatamente orquestrou a coleção. Oito anos mais tardes, Simrock encomendou ao compositor checo uma nova série de Danças Eslavas, mas o músico mostrou-se relutante em aceitar a tarefa, afirmando ser "diabolicamente díficil compor duas vezes a mesma coisa", mas acabou por fim cedendo ao convite. É importante ressaltar que entre as duas coletâneas, Dvorák escreveu algumas de suas mais importantes obras, como o Sexteto para cordas opus 48, o Trio opus 65, as Sinfonias no. 6 e 7 e o notável oratório St. Ludmila. A segunda série de Danças Eslavas utiliza como fonte de inspiração danças próprias de outros países eslavos, como a Polônia, Sérvia e Eslováquia. Na realidade, Dvorák não utilizou temas previamente existentes, mas criou, de modo genial, magníficas melodias que contêm as características mais marcantes da música folclórica daquelas regiões. Também esta segunda coletânea foi instrumentada mais tarde pelo próprio autor. As Danças Eslavas devem sua propularidade à força comunicativa de seus temas, à clareza e objetividade das idéias musicais apresentadas e à densidade do conteúdo expressivo, que tornam as duas séries importantes produções no vasto catálogo de obras do compositor checo". Uma boa audição e apreciação!

Antonín Dvorák (1841-1904) - Danças Eslavas Op. 46 e opus 72 - A Integral das Danças para piano a quatro mãos

Danças Eslavas, Op. 46 [35:44]
01. Nr. 1 em C maior - Presto
02. Nr. 2 em E minor - Allegretto scherzando - Allegro vivo
03. Nr. 3 em A flat maior - Poco allegro
04. Nr. 4 em F maior - Tempo di minuetto
05. Nr. 5 em A maior - Allegro vivace
06. Nr. 6 em D maior - Allegro scherzando
07. Nr. 7 em C menor - Allegro assai
08. Nr. 8 em G menor - Presto

Danças Eslavas, Op. 72 [33:11]
09. Nr. 9 em B maior - Molto vivace
10. Nr. 10 em E menor - Allegretto grazioso
11. Nr. 11 em F maior - Allegro
12. Nr. 12 em D flat maior - Allegretto grazioso
13. Nr. 13 em D flat maior - Poco adagio - Vivace
14. Nr. 14 em B flat maior - Moderato, qusi menuetto
15. Nr. 15 C maior - Presto
16. Nr. em flat maior - Lento grazioso, quasi tempo di valse

Tempo Total: 69:02

Peter Toperczer, piano
Marian Lapsansky, piano

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sonata para piano números 16, 17 ("Tempestade"), 18 e 19 - CD 5

Apesar do tempo que faz desde que postei o último CD com as sonatas de Beethoven, sigamos o itinerário. Surgem mais quatro importantes sonatas - as de número 16, 17, 18 e 19. Todas com aquela marca típica do mestre Beethoven. A sonata em Beethoven ganha um novo tipo de fisionomia. Ela passa a transmitir muitos dos humores do mundo interior do próprio compositor. Há técnica, genialidade e paixão. Com Beethoven, todos os caminhos conduzem ao belo, ao sublime, ao inefável. No mundo de Beethoven deflagra-se o solar e o noturno. E esses pólos estão presentes em suas obras. O artista é um herói a ser contemplado por aquilo que cria. A criação é o resultado dos elementos trágicos que pervagam a interioridade do artista. Da ebulição desses mundos incotidos, irrompe a beleza inevitável. Mar. Tumulto e fúria. Mas por que não beleza tecida no bojo da tragédia!? Beethoven encarnou o sublime. Agarrou o destino pela garganta e decidiu interpretá-lo desvendar os seus segredos. Isso por intermédio da arte. Ouvir Beethoven é descobrir-se mais humano. Boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sonata No. 16 in G major Op. 31 No. 1, Sonata No. 17 in D minor Op. 31 No. 2 'Tempestade', Sonata No. 18 in E flat major Op. 31 No. 3 e Sonata No. 19 in G minor Op. 49 No. 1

Sonata No. 16 in G major Op. 31 No. 1
01. Allegro vivace
02. Adagio grazioso
03. Rondo, Allegretto

Sonata No. 17 in D minor Op. 31 No. 2 'Tempestade'
04. Largo - Allegro
05. Adagio
06. Allegretto

Sonata No. 18 in E flat major Op. 31 No. 3
07. Allegro
08. Scherzo, Allegretto vivace
09. Minuetto, Moderato e grazioso
10. Presto con fuoco

Sonata No. 19 in G minor Op. 49 No. 1
11. Andante
12. Rondo, Allegro

Wilhelm Kempff, piano

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Georg Philipp Telemann (1681-1767) - Suite em A menor, Concerto em F maior, Concerto em C maior e Sinfonia em F maior

Georg Philipp Telemann foi um daqueles casos geniais. Sua aptidão para aprender era impressionante. Aos dez anos já sabia tocar vários instrumentos. Um caso verdadeiramente curioso. Aos 21, assumiu a direção musical da ópera de Leipzig. Compôs em todos os estilos e formas existentes em sua época. Tornou-se respeitado. Um dos principais nomes do seu tempo. Era contemporâneo de Handel e Bach, mas o caráter de sua música era inconfundível. Seu estilo era claro, leve e de uma fluidez suave. Esse aspecto coloca a música de Telemann um pouco à frente da do seu tempo. Pode-se afirmar que ele é um daqueles que contribuíram para fazer surgir o período clássico. "Dentre seu catálogo se encontram 1.700 cantatas eclesiásticas, 27 Paixões, 6 oratórios, 17 missas, 9 óperas, canções, música instrumental, e muito mais. Como se não bastasse, escrevia ao estilo italiano, ao estilo francês (novo estilo), e ao estilo germânico, mais austero (velho estilo), do qual saíram compositores como Bach, Mozart, Beethoven e Brahms". Estima-se que Telemann tenha sido um dos compositores mais prolíficos de todos os tempos. Acredita-se que tenha escrito mais de 3.000 composições. Um assombro! Muitas dessas composições foram destruídas durante a Segunda Guerra Mundial. Uma pena! Vai aqui um pouco do estilo claro e suave desse grande músico. Bo apreciação!

Georg Philipp Telemann (1681-1767) - Suite em A menor, Concerto em F maior, Concerto em C maior e Sinfonia em F maior

Suite em A menor [30:15]
01. Ouverture
02. Les Plaisirs
03. Air a I'talien
04. Menuet 1&2
05. Rejouissance
06. Passpied
07. Polonaise

Concerto em F maior [13:44]
08. Affettuoso
09. Allegro
10. Adagio
11. Menuet 1&2

Concerto em C maior [14:47]
12. Allegretto
13. Allegro
14. Andante
15. Tempo di Minuet

Sinfonia em F maior [6:57]
16. Alla breve
17. Andante
18. Vivace

The Parley Of Instruments
Peter Holman, diretor

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

J. Brahms - Trio para piano, clarinete e violoncelo em A menor, Op. 114 e Quinteto para clari., 2 violinos, viola e violoc. em B menor, Op. 115 - CD4

Vamos ao penúltimo CD com a série sobre a obra camerística de Brahms. Concomitantemente eu estava postando as sonatas de Beethoven, porém verifiquei um certo influxo de indisciplina, o que fez com que eu parasse quase que completamente o material de Ludwig com o Kempff. Como pretendo terminar essa série com Brahms o mais rápido possível, poderei dedicar uma maior atenção ao mestre Beethoven. Esta semana me encontro bastante atarefado, os textos sairão parcos, mirrados. O que tenho a dizer é que são duas peças de grande sensibilidade e beleza. Algo típico da fase madura do velho Brahms. Boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1807) - Trio para piano, clarinete e violoncelo em A menor, Op. 114 e Quinteto para clarinete, 2 violinos, viola e violoncelo em B menor, Op. 115

Trio para piano, clarinete e violoncelo em A menor, Op. 114
01. Allegro
02. Adagio
03. Andante grazioso
04. Allegro

Karl Leister, clarinete
Georg Donderer, violoncelo
Christopher Eschenbach, piano

Quinteto para clarinete, 2 violinos, viola e violoncelo em B menor, Op. 115
05. Allegro
06. Adagio
07. Andantino - Presto non assai, ma con sentimento
08. Con moto

Amadeus Quartet
Karl Leister, clarinete

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 5 em D, Op. 47 e Sinfonia No. 9 em E flat, Op. 70

Segunda-feira. Estou de passagem apenas para postar este magnífico CD. Após ouvi-lo me sentir estimulado a postá-lo. Uma jóia! A Sinfonia n0. 5 é uma das obras mais incríveis que foram compostas no século XX. Acredito que seja a quarta postagem desta sinfonia aqui em O SER DA MÚSICA - Pletnev, Rostropovich, Jansons e Gergiev. É sintomático avisar que o maestro Valery Gergiev à frente de sua competente Kirov Orchestra está numa fase de grande maturidade. Outro aspecto é interessante é a colocação no CD da sinfonia no. 9, uma espécie de trabalho da ironia feito pelo Shosta. Não percebemos a priori as intenções da peça. Esta se mostra bastante satirizante, zizagueante, com motivos um tanto burlescos. Talvez Shosta estivesse direcionando as ironias da arte contra o venerável líder Stálin, dono da União Soviética, cultor da pesonalidade. É ouvir para entender. Uma boa apreciação!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 5 em D, Op. 47 e Sinfonia No. 9 em E flat, Op. 70

Sinfonia No. 5 em D, Op. 47
01. Moderato [16:25]
02. Allegretto [5:13]
03. Largo [14:44]
04. Allegro non troppo [11:33]

Sinfonia No. 9 em E flat, Op. 70
05. Allegro [5:54]
06. Moderato [6:47]
07. Presto [2:43]
08. Largo [3:47]
09. Allegretto [6:31]

Na Amazon

Kirov Orchestra
Valéry Gergiev, regente

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sábado, 23 de janeiro de 2010

Igor Stravinsky (1882-1971 ) - Violin Concerto in D major e Bela Bartók (1881-1945 ) - Violin Concerto (No. 2) in B minor, Sz. 112, BB 117

Um CD para ninguém botar defeito. Analisando-o não há como não se entusiasmar. Trata-se de uma jóia da música do século XX. Algo para ser ouvido, re-ouvido e apreciado, sem nenhuma parcimônia. A riqueza das duas obras é um imperativo para que ouçamos muitas e muitas vezes. Viktoria Mullova está na sua melhor fase. Sua técnica se ajusta com perfeição às exigências dos dois concertos. A moça passa no texto com muita desenvoltura e competência. As duas peças apesar de possuírem complexidade técnica, são de grande sensibilidade. Possuo uma relação de respeito para com Stravinsky e Bartok (e devo inserir Schoenberg). Raras são as vezes que coloco algo para ouvir deles. Mas quando isso ocorre, não escuto apenas uma vez. É uma experiência única. É música para aturdir. É ouvir e se deleitar! Boa apreciação!

Igor Stravinsky (1882-1971 ) - Violin Concerto in D major

01. No. 1, Toccata
02. No. 2, Aria I
03. No. 3, Aria II

Bela Bartók (1881-1945 ) - Violin Concerto (No. 2) in B minor, Sz. 112, BB 117

04. I. Allegro con troppo
05. II. Andante tranquillo
06. III. Allegro molto

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Los Angeles Philharmonic New Music Group
Esa-Pekka Salonen, regente
Viktoria Mullova, violino

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Johann Sebastian Bach - Concerto in E major, BWV 1042, Concerto in D minor, BWV 1043, Concerto in A minor, BWV 1041 e Concerto in C minor, BWV 1060

Hilary Hahn é uma daquelas personalidades promissoras. do mundo artístico. Começou a tocar violino aos quatro anos de idade. Sua ascensão tem sido rápida. Já tocou nas principais salas de concertos dos Estados Unidos. Fora dos EUA, já esteve com Maazel tocando junto a Orquestra da Radio da Baviera, Orquestra Sinfônica de Londres e até mesmo a Orquestra Sinfônica da Singapura. Um fenômeno indiscutível. Hahn, com 30 anos de idade, afirmou que já tocou Bach mais do que qualquer outro artista desde os oito anos de idade. E repetiu esse hábito todos os dias. Isso autentica com prerrogativas positivas o CD que ora postamos. Percebe-se aqui o trabalho sério de uma jovem concertista em uma trilha ascendente. É ouvir e apreciar!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Concerto in E major, BWV 1042, Concerto in D minor, BWV 1043, Concerto in A minor, BWV 1041 e Concerto in C minor, BWV 1060

Concerto in E major, BWV 1042
01. Allegro
02. Adagio
03. Allegro assai

Concerto in D minor, BWV 1043
04. Vivace
05. Largo ma non tanto
06. Allegro

Concerto in A minor, BWV 1041
07. Allegro moderato
08. Andante
09. Allegro assai

Concerto in C minor, BWV 1060
10. Allegro
11. Adagio
12. Allegro

Los Angeles Chamber Orchestra
Jeffrey Kahane, diretor
Hilary Hahn, violino

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Felix Mendelssohn - Violino Concerto in E minor, Op.64, Piano Trio No.1 in D minor, Op.49 e Sonata para Violino e Piano in F major

PQP andou a fazer elógios a Anne-Sophie Mutter - alguns encômios saíram até picantes, excessivamente picantes. PQP é uma figura histriônica - claro, no bom sentido! Não pude deixar de me manifestar nesse sentido. Afinal de contas, pela senhora Mutter eu nutro duas paixões: uma de ordem física e outra de ordem artística. Com relação à primeira colocação, teria a dizer que ela é simplesmente uma das minhas musas. Acho-a muito bela. Uso aqui um termo bem típico de Paulo Freire para afirmar que a "boniteza" da moça me atrai. Há outros nomes no mundo da música que chamam a atenção - e, atualmente, há muitos nomes que se destacam nesse quesito - Mullova, Jansen, Batiashvili, Grimaud, Hann, a maravilhosa da Anna Netrebko, Cecilia Bartoli e até mesmo a Julia Fischer. Estas foram as que eu conseguir lembrar. Sei lá! O fato é que o mundo da música erudita está cheio de beldades. Mas, em minha exclusividade, penso que nenhuma sobrepuje a senhora Mutter. Ela possui uma peculiaridade que me atrai. Atualmente está com 47 anos. Madura. Plena. É casada com Andre Previn, que já está na casa dos 80 anos. E em segundo lugar, Anne Sophie-Mutter é uma das mais respeitadas musicistas do mundo. Ela atingiu a maturidade. Possui rigor artístico. Em matéria de execução ao violino, ela é imbatível. Escolhi o opus 64 de Mendelssohn pela virtuosidade que a "música exige do músico". Este concerto para violino é um dos mais famosos que já foram escritos até hoje na história da música. Somente alguém com a competência da Mutter para dar-lhe o trato, o cuidado e o colorido sério e equilibrado que a música exige. Boa apreciação!

*Pequeno trecho do Op. 64 de Mendelssohn com Mutter no YOUTUBE.
*Página oficial de Anne Sophie-Mutter - AQUI.

Felix Mendelssohn (1809 - 1847) - Violino Concerto in E minor, Op.64, Piano Trio No.1 in D minor, Op.49 e Sonata para Violino e Piano in F major (1838) (without opus number)

Violino Concerto in E minor, Op.64
01. 1. Allegro molto appassionato [12:19]
02. 2. Andante [7:15]
03. 3. Allegretto non troppo - Allegro molto vivace [6:15]

Gewandhausorchester Leipzig
Kurt Masur, regente
Anne-Sophie Mutter, violino

Piano Trio No.1 in D minor, Op.49
04. 1. Molto allegro agitato [9:01]
05. 2. Andante con moto tranquillo [6:52]
06. 3. Scherzo (Leggiero e vivace) [3:38]
07. 4. Finale (Allegro assai appassionato) [8:10]

Anne-Sophie Mutter, violino
André Previn, piano
Lynn Harrell, violoncelo

Sonata para Violino e Piano in F major (1838) (without opus number)
08. 1. Allegro vivace [11:25]
09. 2. Adagio [7:14]
10. 3. Assai vivace [5:23]

Anne-Sophie Mutter, violino
André Previn, piano

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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Georges Bizet (1838-1875) - L'Arlesienne, Suites Nos.1 e 2 e Carmen, Suites Nos. 1 e 2

Estou com certa pressa e a minha passagem por aqui é somente para postar esse CD de extraordinária beleza. Contém As Arlesianas e as duas suítes da ópera Carmen. Dizer que é IMPERDÍVEL é, simplesmente, desnecessário. Além do que, eu sou apaixonado pelas peças desse CD. As Arlesianas foram compostas originalmente como música incidental para uma peça teatral de Alphonse Daudet, o romancista e dramaturgo naturalista francês. O fato é que As Arlesianas são de uma beleza notável. Penso que esse CD é para ser ouvido diversas vezes. Bizet era aficcionado pela perfeição. Inúmeras foram as peças que ele somente rabiscou, mas não acabou por justamente buscar aquele burilamento excepcional. Deixou mais de quarenta óperas inacabadas. Mas aquilo que conseguiu concluir, está vestido da mais alta dignidade. Até mesmo Nietzsche se impressionou com o aspecto singular das composições de Bizet. Ele inicia assim O Caso Wagner: "Ouvi ontem - podem acreditar? - pela vigésima vez a obra-prima de Bizet. Mais uma vez com suave recolhimento perseverei até o fim, uma vez mais não empreendi fuga. Essa vitória sobre minha paciência me surpreende. Como semelhante obra nos torna perfeitos! Nós próprios chegamos a nos tornar uma "obra-prima". - E realmente cada vez que ouvi Carmen, me senti mais filósofo, melhor filósofo do que habitualmente me sinto: tão indugente, tão feliz, tão indiano, tão seguro... Cinco horas sentado: primeira etapa da santidade! - Seria errado dizer que a orquestração de Bizet é das poucas que ainda posso suportar? Todo outro estilo de orquestração que ora está voga, o wagneriano, ao mesmo tempo brutal, artificial e "ingênuo" e que assim fala a um tempo aos três sentidos da alma moderna - como é nociva esta orquestração de estilo wagneriano! Chamo-a siroco. Ela me provoca desagradáveis suores. Acaba com meu bom tempo! Essa música [a de Bizet] me parece perfeita. Vem vindo leve, suave, com toda a delicadeza. É amável, não transpira. "É bom aquilo que é leve, tudo o que é divino se move com pés delicados": primeiro princípio de minha estética"[grifo meu]. Palavras sábias de um homem que amava a beleza não-afetada. Sei que já postei As Arlesianas, mas essa versão com Dutoit me motivou a trazê-las à tona mais uma vez. Boa apreciação!

Georges Bizet (1838-1875) - L'Arlesienne, Suites Nos.1 e 2 e Carmen, Suites Nos. 1 e 2

L'Arlesienne, Suite No.1 [17:53]
01. Prelude
02. Minuetto
03. Adagietto
04. Carillion

L'Arlesienne, Suite No.2 [18:16]
05. Pastorale
06. Intermezzo
07. Menuet
08. Farandole

Carmen, Suite No.1 [12:14]
09. Aragonaise
10. Intermezzo
11. Segeudille
12. Les Dragons d'Alcala
13. Les Toreadores

Carmen, Suite No.2 [23.53]
14. Marche des Contrebandiers
15. Habanera
16. Nocturne
17. Chanson de Toreador
18. La Garde montante
19. Danse Boheme

Orchestre Symphonique de Montréal
Charles Dutoit, regente

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Johannes Brahms (1833-1897) - String Quintet in F major, Op. 88 e String Quintet in G major, Op. 111 - CD 3

Dizer o quê? Comentar o quê? Não há necessidade nem disso nem daquilo. A obra camerística de Brahms é uma das coisas mais belas que já foram escritas em toda a história da música. É a mistura da melancolia correta com a técnica exata. Destaca-se neste CD o opus 111. É uma obra tardia do velho Brahms. Uma curiosidade: conta-se que após ter escrito esse Quinteto, Brahms decidiu parar de compor e até preparou um testamento. Entrementes, alguém como ele não poderia ficar parado. Esse fato teria se dado lá pelos anos de 1890. O que acontece é que após ter encontrado o clarinetista Richard Mülhfeld, e, encantado com o instrumento para sopro, resolve escrever inúmeras obras para o clarinete. Sorte a nossa! Resta-nos apreciar essas maravilhas. Seguem dois quintetos neste registro - o opus 88 e o opus 111. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - String Quintet in F major, Op. 88 e String Quintet in G major, Op. 111

String Quintet in F major, Op. 88
01. I. Allegro non troppo ma con brio
02. II. Grave ed appassionato-Allegretto vivace-Tempo I - Presto
03. III. Finale. Allegro energico

String Quintet in G major, Op. 111
04. I. Allegro non troppo, ma con brio
05. II. Andante, un poco Adagio
06. III. Scherzo. Allegro - Trio
07. IV. Finale. Poco sostenuto

Amadeus Quartet

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Concerto No. 5 para piano e orquestra in E flat, Op. 73 - "Imperador" e Piano Variations

Vamos ao último concerto para piano e orquestra de Beethoven com o Gilels. É uma beleza! O concerto número 5 de Beethoven é conhecido também como "Imperador". Essa designação não foi dada pelo próprio Beethoven. Um certo Johann Baptist Cramer teria sido o responsável por assim denominá-lo. Ficou primeiramente conhecido com esse epíteto nos países de língua inglesa e logo em seguida tornou-se comum chamar ao concerto de "Imperador". Certo mesmo é que a obra foi escrita entre os anos de 1809 e 1811 em homenagem ao arquiduque Rodolfo, mecenas e aluno de Beethoven. O concerto número 5 é uma peça possuidora daquela beleza idealista de Beethoven. Nele percebemos os sonhos, esperanças e reflexões do grande mestre. Aparecem ainda três variações impelidas pelas mãos geniais de Emil Gilels.

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Concerto No. 5 para piano e orquestra in E flat, Op. 73 - "Imperador", 32 Variations in C minor on an Original Theme, Wo080, 12 Variations in A on Russian Theme from Wranitzky's 'Das Waldmädchen', Wo071 e 6 Variations in D on a Turkish March from "The Ruins of Athens", Op. 76

Concerto No. 5 para piano e orquestra in E flat, Op. 73 - "Imperador"
01. I - Allegro
02. II - Adagio un poco mosso
03. III - Rondo, Allegro

Cleveland Orchestra
Geroge Szell, regente
Emil Gilels, piano

32 Variations in C minor on an Original Theme, Wo080
04. 32 Variations in C minor on an Original Theme, Wo080

12 Variations in A on Russian Theme from Wranitzky's 'Das Waldmädchen', Wo071
05. 12 Variations in A on Russian Theme from Wranitzky's 'Das Waldmädchen', Wo071

6 Variations in D on a Turkish March from "The Ruins of Athens", Op. 76
06. 6 Variations in D on a Turkish March from "The Ruins of Athens", Op. 76

Emil Gilels, piano

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domingo, 17 de janeiro de 2010

Johannes Brahms, Sergei Rachmaninov, Franz Schubert, Maurice Ravel - Nelson Freire e Martha Argerich

Um CD de rara e delicada beleza. A parceria Nelson Freire - Martha Argerich já é conhecida pelos frutos que tem produzido. Neste registro suave, excelente, extraordinário para aqueles momentos em que a alma quer sossegar e o corpo pede bolachas com chá, esse CD torna-se pertinente. Claro que estou a fazer uma brincadeira. O fato é que após ter ouvido ontem no final da tarde, próximo do ocaso, percebir que a noite surgiu diferente. Não deixe de ouvir e apreciar a seleção e a transcrição feita para o piano de peças de Brahms, Rachmaninov, Schubert e Ravel por dois músicos que alcançaram a plenitude naquilo que fazem. Boa apreciação!

Johannes Brahms (1833 - 1897) -
Variações sobre um tema de Joseph Haydn, Op. 56b - Versão para dois pianos


01. Chorale St. Antoni. Andante
02. Var I. Antoni Andante
03. Var II. Vivace
04. Var III. Con moto
05. Var IV. Andante
06. Var V. Poco presto
07. Var VI. Vivace
08. Var VII. Grazioso
09. Var VIII. Poco presto
10. Finale. Andante

Sergei Rachmaninov (1873-1943) -
Danças Sinfônicas, Op. 45 - Versão para dois pianos

11. I Non Allegro
12. II Andante con moto
13. III Lento assai - Allegro vivace

Franz Schubert (1797-1828) -
Rondo em A maior, D. 951 - Grande Rondeau - Para piano a quatro mãos

14. Rondo in A major D 951 'Grand Rondeau'

Maurice Ravel (1875-1937) -
La Valse - Versão para dois pianos

15. La Valse

* Gravado ao vivo no Salzburg Festival

Martha Argerich, piano
Nelson Freire, piano

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sábado, 16 de janeiro de 2010

Antonín Dvorak - Sinf. No. 7 em D menor, Op. 70, Carnival Overt, Op. 92, Sinf. No. 8 em G maior, Op. 88 e Sinf. No. 9 em E menor, Op. 95 - Novo Mundo

Há quem diga que Antonín Dvorak seja um romântico "pálido", sem expressão. Quem assim se posiciona com relação ao compositor checo precisa aprender a ouvi-lo. Dvorak é um compositor que seguiu com bastante reverência os temas folclóricos de sua terra. Que soube construir peças com beleza e aquele "humor" típico das grandes obras. Geralmente, as melodias dos seus trabalhos reproduzem temas populares da Morávia e da Boémia. A importância de Dvorak, enquanto este estava vivo, foi reconhecida na Inglaterra - local para onde fez diversas viagens - e nos Estados Unidos. Neste último país, Dvorak foi convidado a se tornar o dirigente do Conservatório de Nova York. Nos Estados Unidos, o compositor escreveu peças importantes como a Sinfonia no. 9 - "Do Novo Mundo". No entanto, a saudade de sua terra fez com que retornasse ao seu país para reassumir o antigo cargo de professor. Com relação às suas sinfonias, conseguimos notar que nas 9 que compôs, Dvorak conseguiu inserir um belo colorido orquestral; outro fator importante é o conjunto melódico. Dvorak não foi um grande extrapolador de convenções como o foi Beethoven. Em Ludwig percebemos uma reinvenção a cada trabalho. Dvorak não foi tão longe. Ele, na verdade, foi um grande "idealizador da ideia musical". Ou seja, ele sabia como criar música melódica, cativante e absoluta. Boa apreciação!

Antonín Dvorak (1841-1904) - Sinfonia No. 7 em D menor, Op. 70, Carnival Overture, Op. 92, Sinfonia No. 8 em G maior, Op. 88 e Sinfonia No. 9 em E menor, Op. 95 - "Do Novo Mundo"
Disco 1

Sinfonia No. 7 em D menor, Op. 70
01. I. Allegro maestoso
02. II. Poco Adagio
03. III. Scherzo Vivace - Poco Meno Mosso
04. IV. Allegro

"Carnival" Overture, Op. 92
05. Carnival Overture, Op. 92

Disco 2

Sinfonia No. 8 em G maior, Op. 88
01. I. Allegro con Brio
02. II. Adagio
03. III. Allegretto Grazioso
04. IV. Alegro ma non Troppo

Sinfonia No. 9 em E menor, Op. 95 - "Do Novo Mundo"
05. I. Adagio - Allegro Molto
06. II. Largo
07. III. Scherzo - Molto Vivace - Poco Sostenuto
08. IV. Allegro con Fuoco

Wiener Philharmoniker
Lorin Maazel, regente

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Concertos para piano e orquestra números 1, 2, 3 e 4

Que me perdoem a compulsão, mas quem visita o blogger O SER DA MÚSICA com regularidade, pode observar a minha paixão pela música de Beethoven. E o que dizer dos concertos para piano e orquestra escritos pelo compositor alemão? Eles possuem uma linguagem que me envolve, segredam-me coisas grandes e ocultas. É música plena, absoluta. Não wagneriana (risos!). São o resultado da genialidade do mestre. Se não estou enganado ou me trai a memória, esta é a quarta postagem desses concertos aqui no blogger - Solti-Ashkhenazy, Abbado-Pollini, Van Kempen-Kempff e agora surge o extraordinário Gilels, sendo acompanhado por Szell. É assim: cai em minhas mãos a gravação, escuto, e a posto para a devida comparação. Esta gravação com o Gilels é formidável. Não chega, em minha opinião singela, a ser melhor que a do Pollini com o Abbado. Afirmo isso por uma questão de preferência. É que sou aficcionado pelo trabalho do Maurizio. Mas fica aqui a certeza de uma gravação imponente do Emil Gilels com George Szell. Vão os primeiros quatro concertos. O concerto número 5 - "Imperador" - está num CD em separado. Um bom deleite!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Concertos para piano e orquestra números 1, 2, 3 e 4

Disco 1

Concerto para piano e orquestra No. 1 em C, Op. 15
01. I - Allegro con brio
02. II - Largo
03. III - Rondo (Allegro scherzando)

Concerto para piano e orquestra No. 2 em B flat, Op. 19
04. I - Allegro con brio
05. II - Adagio
06. III - Rondo (Molto allegro)

Disco 2

Concerto para piano e orquestra No. 3 em C menor, Op. 37
01. I - Allegro con brio
02. II - Largo
03. III - Rondo (Allegro-Presto)

Concerto para piano e orquestra No. 4 em G, Op. 58
04. I - Allegro moderato
05. II - Andante con moto
06. III - Rondo Vivace

Cleveland Orchestra
George Szell, regente
Emil Gilels, piano

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 1 em F menor, op. 10 e Sinfonia No. 7 em C maior, op. 60 - "Leningrado"

Já fazia algum tempo que eu tencionava postar este CD com duas das sinfonias de Shostakovich, um dos meus compositores favoritos. É uma grande gravação com o Bernstein. Podemos ver duas versões de Shostakovich neste post: primeiro a do jovem que compõe a sinfonia número 1; habitado por aspirações intelectuais e sonhos de mocidade; e, segundo, a do compositor maduro que compôs a sinfonia número 7, alcançando o domínio da arte da composição sinfônica. Para alguns, a sinfonia número 7 - juntamente com a 8 - são as grandes obras de Shosta. Incluiria em minha humildade as de número 5, 11 e 14. Lauro Machado Coelho diz que "Foi em Kúbishev que a Sétima estreou, em 5 de março de 1942, transmitida pelo rádio para todo país, sob a regência de Samossúd. A orquestra do Bolshói, que também fora evacuada, teve que ser aumentada com vários músicos extras, trazidos da frente de batalha. Foi um acontecimento político cercado de divulgação mais intensa. E em 22 de março, tendo podido retornar a Moscou, Samossúd e a orquestra do Bolshói, reforçada pela Vsiosoyúznaia Radio Orkiestra (a Orquestra da Rádio União), a executaram na capital". O mais surpreendente no relato do Lauro Machado é a inclusão do depoimento do musicólogo Geórgui Shnêirson que descreve como se deu a execução da obra: "Antes do início do quarto movimento, o responsável pela defesa antiárea surgiu, de repente, ao lado do maestro. Ergueu a mão e anunciou, num tom calmo, para não semear pânico, que o alarme de ataque aéreo tinha soado. Ninguém abandonou seu assento e a sinfonia foi tocada até o fim. O seu poderoso finale, que anuncia a vitória sobre o inimigo, criou uma atmosfera inesquecível, que não deixou ninguém indiferente. O homem uniformizado apareceu de novo e repetiu as palavras que, naqueles dias, as pessoas já se tinham acostumado a ouvir: "Um alarme antiaéreo acaba de soar". As pessoas responderam: "Nós já sabemos!" e a interminavel ovação continuou". A Sétima Sinfonia está vinculada à guerra. Nasceu para ser eternizada. Ela fez nascer um sentimento nacionalista no povo soviético. Não deixe de ouvir esse relevante documento artístico fecundado no século XX, mas imortalizado como evento do mais alto valor para a arte. Boa apreciação!

Dmitri Shostakovich (1906-1975) - Sinfonia No. 1 em F menor, op. 10 e Sinfonia No. 7 em C maior, op. 60 -"Leningrado"

Disco 1

Sinfonia No. 1 em F menor, op. 10
01. I. Allegretto [08:58]
02. II. Allegro, Meno Mosso [04:52]
03. III. Lento, Largo [10:19]
04. IV. Allegro Molto [10:50]

Sinfonia No. 7 em C maior, op. 60 -"Leningrado"05. I. Allegretto [31:43]

Disco 2
01. II. Moderato [14:54]
02. III. Adagio [19:25]
03. IV. Allegro Non Troppo [18:51]

Chicago Symphony Orchestra
Leonard Bernstein, regente

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sonatas for piano Nos. 12, 13, 14(Moonlight) e 15 - CD 4

Beethoven compôs ao todo 32 sonatas. Estas obras constituem uma das mais maavilhosas expressões do sentir humano. Quantos não são os pianistas e estudantes que já se debruçaram, que se debruçam ou que se debruçarão no intuito de desvendá-las?! Ou quantos não são os apreciadores dessas composições?! A sonata já existia à época de Beethoven, mas as suas composições imprimiram um novo estilo, uma fundamentação nova a essa forma musical. Beethoven parece destoar daquelas características utilizadas por Mozart e Haydn na composição de sonatas. Ele imprime aspectos existenciais de sua personalidade forte nas sonatas que compõe. Ouvir as sonatas de Beethoven é uma experiência ímpar. A sonoridade parece se plasmar em nossa memória poética, produzindo efeitos que se grudam aos sentimentos. Podemos perceber este fato na Sonata ao Luar (presente neste post). O primeiro movimento é uma evocação misteriosa, triste, angustiada, mas de uma beleza solitária que nos amarra. Mesmo que não se esteja ambientado à música erudita ou clássica como queiram chamar, afirmo que ninguém permanece o mesmo ao ouvir o adagio sostenuto do primeiro movimento. É música meditativa, de uma delicadeza que chegar a nos assustar. Mas paremos por aqui e ouçamos o CD com o Kempff na condução do piano. E a próposito: aparecem neste registro as sonatas nos. 12, 13, 14 e 15. Boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sonata No.12 in A flat major, Op.26, Sonata No.13 in in E flat major, Op.27 no.1, Sonata No.14 in C sharp minor, Op.27 no.2 - Sonata ao Luar e Sonata No.15 in D major, Op.28 - Pastoral

Sonata No.12 in A flat major, Op.26
01. I. Andante con Variazioni
02. II. Scherzo. Allegro molto
03. III. Marcia funebre sulla morte d'un Eroe
04. IV. Allegro

Sonata No.13 in in E flat major, Op.27 no.1
05. I. Andante - Allegro - Tempo I - attacca
06. II. Allegro molto e vivace - attacca
07. III. Adagio con espressione - attacca
08. IV. Allegro vivace

Sonata No.14 in C sharp minor, Op.27 no.2 - Sonata ao Luar
09. I. Adagio sostenuto - attacca
10. II. Allegretto - attacca
11. III. Presto agitato

Sonata No.15 in D major, Op.28 - Pastoral
12. I. Allegro
13. II. Andante
14. III. Scherzo. Allegro vivace
15. IV. Rondo. Allegro, ma non troppo

Wilhelm Kempff, piano

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W. A. Mozart - Conc. for violino No. 4 em D, K. 218, Conc. for violino no. 5 em A, K. 219- "Turco", Rondo em B flat, K. 269, Rondo em C, K. 373 e etc

Uma postagem para que o dia se torne agradável e prepare o ambiente para uma semana de esperança. Os concertos para violino de Mozart são notáveis pela beleza simples que evoca. É possível ouvi-los muitas vezes seguidamente. Não se trata de uma postagem qualquer. O mitológico violinista David Oistrakh nos conduz por esse mundo de poesia afável e de beleza límpida. Não deixe de ouvir esse registro. É digno de um imperdível! Boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart(1756-1791) - Concerto para violino No. 4 em D, K. 218, Concerto para violino no. 5 em A, K. 219- "Turco", Rondo em B flat, K. 269, Rondo em C, K. 373 e Adagio em E, K. 261

Concerto para violino No. 4 em D, K. 218
01. Allegro
02. Andante cantabile
03. Rondeau (Andante grazioso - Allegro ma non troppo)

Concerto para violino no. 5 em A, K. 219- "Turco"
04. Allegro aperto
05. Adagio
06. Rondeu (Tempo di menuetto)

Rondo em B flat, K. 269
07. Rondo em B flat, K. 269

Rondo em C, K. 373
08. Rondo em C, K. 373

Adagio em E, K. 261
09. Adagio em E, K. 261

Berliner Philharmoniker
David Oistrakh, violino, diretor

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sábado, 9 de janeiro de 2010

Mikhail Ivanovich Glinka e Alexander Alexandrovich Alabiev - Trio Pathétique

A importância de Glinka para a música clássica russa é indiscutível. Muitos o reputam como o pai da música clássica naquele país. Suas composições foram de capital influência sobre a geração de compositores que o sucederam. De ascendência nobre, Glinka foi iniciado na música pelo tio. Sua educação foi inclinada para que desse continuidade aos negócios da família. A música, apesar de ser uma grande paixão, preenchia a vida do moço apenas nos intervalos. Verifica-se um aspecto diletante da vida musical de Glinka. Numa viagem que fez à Itália em 1830, Glinka buscou aprofundar sua formação musical, estudando contraponto. Ele chegou ainda a fazer duas viagens, uma à Viena e outra a Berlim para efetuar essa ação, mas o seu mundo, suas preocupações e sua inspiração estava na Rússia. Somente mais tarde voltaria a empreender novas viagens. À Espanha, Paris e Berlim, onde morreria no ano de 1857. Importante mesmo é a sua influência sobre o Grupo dos Cinco, formado por Borodin, Cui, Mussorgsky, Korsakov e Balakirev. Antes que o Grupo buscasse criar uma produção essencialmente russa, fugindo de um certo 'eurocentrismo', Glinka já buscava criar a partir de temas russos. Este CD traz um pouco da beleza da produção de Glinka. Aparece ainda um certo Alabiev, que não conhecia, vindo daqueles rincões russos distantes. Uma boa apreciação!

Mikhail Ivanovich Glinka (1804-1857) -

Trio Pathétique in D minor
01-I. Allegro moderato
02-II. Scherzo: Vivacissimo - Trio: Meno mosso
03-Largo
04-Allegro con spirito - Alla breve, ma moderato

The Lark, arragend for piano by Balakirev
05-Andante quasi recitativo - Andantino

Viola Sonata in D minor
06-Allegro moderato
07-Larghetto ma non troppo (Andante)

Waltz-Fantasia
08-Waltz-Fantasia

Variations on a theme by Alabiev (The Nightingale)
09-Variations on a theme by Alabiev (The Nightingale)

Alexander Alexandrovich Alabiev (1787-1951)

Violin sonata in E minor
10-Allegro con brio
11-Adagio cantabile
12-Rondo: Allegretto scherzando

Adrian Chandler, violino
Norbert Blume, viola
Colin Lawson, clarinete
Alberto Grazzi, basson
Olga Tverskaya, pianoforte

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Antonín Dvorak (1841-1904) - Danças Eslavas, Op. 46 e 72

Como avisei outro dia, pretendo direcionar uma maior atenção a Dvorak, "negligenciado" aqui em O SER DA MÚSICA. Gosto bastante do compositor e não devo mais preteri-lo. Resolvir, no dia de hoje, postar mais um CD do moço. E não se trata de qualquer CD. Resolvir postar as suas famosas Danças Eslavas. Para isso, vai um texto explicando essas canções deliciosas, retiradas do mundo geográfico do compositor; potencializadoras de momentos de descontração e leveza. Segue o texto que pode ser encontrado AQUI: "Na verdade, há duas coletâneas de danças, com oito danças cada (a primeira, opus 46, de 1878; e a segunda, opus 72, de 1886), escritas para piano e orquestradas posteriormente. Encomendadas pelo editor Simrock, a quem Brahms recentemente recomendara Dvorák, as Danças Eslavas foram elaboradas tendo em mente as Danças Húngaras. O sucesso da primeira coletânea, de 1878, fez com que Simrock se animasse a encomendar a segunda. Contudo, já mais estabelecido e famoso, Dvorák não aceitou com facilidade, argumentando que era "diabolicamente difícil escrever duas vezes a mesma coisa." A primeira coletânea, que se situa na fronteira do período conhecido como eslavo do compositor, trabalha apenas danças tchecas (furiant, skocna, susedska), presentes em outras obras de Dvorák. Já a segunda coletânea merece bem o título da obra, pois trabalha danças de outros países eslavos, como a Polônia e a Sérvia, e não apenas da Tchecoslováquia. Dvorák trabalhou suas danças de forma diversa ao modo como Brahms compôs as Danças Húngaras. Enquanto Brahms utilizou verdadeiras melodias populares húngaras, Dvorák não usou temas autênticos, mas imitações extremamente fiéis, inspiradas no folclore morávio". Na regência desse CD agradável nós temos o respeitado Nikolaus Harnoncourt. Não deixe de apreciar!

Antonín Dvorak (1841-1904) - Danças Eslavas, Op. 46 e 72

Danças Eslavas, Op.46
01. No.1 - Furiant- Presto
02. No.2 - Dumka- Allegretto scherzando
03. No.3 - Polka- Poco Allegro
04. No.4 - Sousedská- Tempo di minuetto
05. No.5 - Skocná- Allegro vivace
06. No.6 - Sousedská- Allegretto scherzando
07. No.7 - Skocná- Allegro assai
08. No.8 - Furiant- Presto

Danças Eslavas, Op.72
09. No.1 - Odzemek- Molto vivace
10. No.2 - Starodávný- Allegretto grazioso
11. No.3 - Skocná- Allegro
12. No.4 - Dumka- Allegretto grazioso
13. No.5 - Spacirka- Poco adagio
14. No.6 - Starodávný- Moderato, quasi minuetto
15. No.7 - Srbske Kolo- Allegro vivace
16. No.8 - Sousedská- Lento grazioso, quasi tempo di valse

Chamber Orchestra of Europe
Nikolaus Harnoncourt, regente

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Johann S. Bach - Sonata para piano e violino No. 4, L. van Beethoven - Sonata para piano e violino No. 10 e Schoenberg - Fantasia para violino...

Há combinações que são excelentes pelos efeitos incríveis que proporcionam. Essa frase me veio gratuita. Não tinha outra em mente. Ela brotou com naturalidade. Entrementes, acredito que sirva com precisão para classificar a parceria Yehudi Menuhin-Glenn Gould encontrada neste CD. O que afirmar? Simplesmente dois grandes músicos, reputados entre os maiores em seus instrumentos. Menuhin goza de um prestígio e uma reputação conclamada em todo o mundo da música. Gould, por sua vez, é um dos maiores - em minha opinião - intérpretes de Bach do século XX. Neste CD há a junção da técnica apropriada com a beleza da música de Bach, Beethoven e da "insensibilidade" de Schoenberg. Perdoem-me a palavra "insensibilidade". É um CD para ouvir diversas vezes e em várias ocasiões. Não deixe de ouvir esta parceria incrível. Boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) - Sonata para piano e violino No. 4 in C menor, BWV 1017
01. I. Siciliano. Largo [3:16]
02. II. Allegro [4:37]
03. III. Adagio [3:51]
04. IV. Allegro [3:08]

Ludwig van Beethoven (1770-1827) - Sonata para piano e violino No. 10 em G maior, Op. 96
05. I. Allegro moderato [7:14]
06. II. Adagio espressivo [5:33]
07. III. Scherzo. Allegro-Trio [1:48]
08. IV. Poco allegretto - Adagio espressivo - Tempo I - Allegro - Poco Adagio - Presto [7:56]

Arnold Schoenberg (1874-1951) - Fantasia para violino e piano acompanhado, Op. 47
09. I. Grave [7:03]
10. II. Scherzando [2:51]

Glenn Gould, piano
Yehudi Menuhin, violino

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Franz Schubert - Quinteto para piano, violino, viola, cello e contrabaixo em A maior, D. 667 ("A Truta") e Quarteto Movemento in C menor, D. 703

Tenho uma paixão toda especial pela obra de Schubert, principalmente por sua obra camerística. Em minha simplicidade, penso que Schubert, Beethoven, Brahms e Mozart compuseram peças inigualáveis nesse sentido. Os quartetos de cordas Rosamunde e A Morte da Donzela (já postadas aqui) são exemplo de música profunda e, incrivelmente, simples. O que encanta é justamente essa segunda característica. Mas penso que é no Quinteto ("A Truta"), que Schubert alcança vôos imensamente altos. Ele escreveu esse famoso Quinteto em 1819, aos 22 anos de idade. Era jovem ainda, mas possuía uma maturidade artística de impressionar. O nome A Truta deriva do terceiro movimento, pois Schubert realizou variações sobre um dos seus lieds que possuía a mesma denominação. É uma música habitada por um frescor agradável. Por isso, resta apenas a minha frase típica: boa apreciação!

Franz Schubert (1797-1828) - Quinteto para piano, violino, viola, cello e contrabaixo em A maior, D. 667 ("A Truta") e Quarteto Movemento in C menor, D. 703

Quinteto para piano, violino, viola, cello e contrabaixo em A maior, D. 667 ("A Truta")01. I. Allegro vivace
02. II. Andante
03. III. Scherzo - Presto
04. IV. Thema - Andantino - Variazioni I-V - Allegretto
05. V. Allegro giusto
Emil Gilels, piano
Norbert Brainin, violino
Peter Schidlof, viola
Martin Lovett, violoncelo
Rainer Zapperitz, contrabaixo

Quarteto Movemento in C menor, D. 70306. Allegro assai
Amadeus Quartett
Norbert Brainin, 1. violino
Siegmund Nissel, 2. violino
Peter Schidlof, viola
Martin Lovett, violoncelo

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Francesco Geminiani (1687-1762) - Concerti Grosso, Op. 2, No.1-6, Op.3, Nos. 1-4

Separei este CD para postar desde o mês de julho de 2009. Somente agora, depois de tempo considerável, ele está vindo à tona. Apesar da correria e das necessidades que sempre surgem, procuro ouvir disciplinadamente aquilo que posto. Nunca me permito não realizar essa ação. Às vezes posto e somente depois de ter postado, escuto aquilo que postei. Por exemplo, o CD que ora torna disponível, foi ouvido hoje à tarde enquanto estuidava. Ainda não conhecia a música de Geminiani. É um excelente atrativo para se viver bons momentos. Permitiu que bebericasse frases, sentenças, sistemas de minha leitura. A tarde foi de calor pegajoso, como naquelas descrições firmes e nuas de Aluísio Azevedo em O Cortiço ou Casa de Pensão. Ao fundo, a música era dissipadora, agradável, como se fosse uma baforada de vento. Francesco Geminiani não é muito conhecido. Poucas foram as obras que restaram desse compositor italiano dos séculos XVII e XVIII, aluno de Corelli, que possivelmente Rameau, Vivaldi e Bach devem ter apreciado. Não numa tarde de sol como a minha, claro! Bom deleite!

Francesco Geminiani (1687-1762) - Concerti Grosso, Op. 2, No.1-6, Op.3, Nos. 1-4

Concerto Grosso in C minor, Op. 2 No. 1
01. Andante
02. Allegro
03. Adagio
04. Allegro

Concerto Grosso in C minor, Op. 2 No. 2
05. Adagio
06. Allegro
07. Adagio
08. Allegro

Concerto Grosso in D minor, Op. 2 No. 3
09. Presto
10. Adagio
11. Allegro

Concerto Grosso in D major, Op. 2 No. 4
12. Andante
13. Allegro
14. Andante
15. Allegro

Concerto Grosso in D minor, Op. 2 No. 5
16. Adagio
17. Allegro
18. Andante
19. Allegro

Concerto Grosso in A major, Op. 2 No. 6
20. Andante
21. Allegro-Grave
22. Allegro

Concerto Grosso in D major, Op. 3 No. 1
23. Adagio
24. Allegro
25. Adagio
26. Allegro

Concerto Grosso in G minor, Op. 3 No. 2
27. Largo e staccato
28. Allegro
29. Adagio
30. Allegro

Concerto Grosso in E minor, Op. 3 No. 3
31. Adagio e staccato
32. Allegro
33. Adagio
34. Allegro

Concerto Grosso in D minor, Op. 3 No. 4
35. Largo e staccato
36. Allegro
37. Largo
38. Vivace

Capella Instropolitana
Jaroslav Krecek, diretor

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Anton Dvorak - Mass for soloists, Mixed Chorus and Orchestra, Biblical Songs for Voice and Orchestra, Te Deum for Soloists, Mixed Chorus and Orchestra

Dada à quantidade de opções e ao cronograma que estabeleço para postar, tenho notado que não tenho dado a atenção devida a alguns compositores que muito estimo. Posso citar dois deles - Mahler e Dvorak. Já tive a oportunidade de postar algumas sinfonias de Mahler aqui no blogger com o Kubelik. Mas sei que o Gustav, dada a sua grandeza, deve ser melhor promovido. Algo que pretendo solucionar em breve com a integral de suas sinfonias e lieds mais importantes. Ainda vou escolher o regente. O outro compositor - Anton Dvorak - nos quase 10 meses de O SER DA MÚSICA apareceu somente uma vez. É uma quantidade - sei - pequena, insuficiente, para a importância do compositor tcheco. Resolvir me redimir postando este CD com obras sacras. O registro traz uma missa, 5 das 10 canções bíblicas do compositor e o Te Deum. É um post curioso, pois nos permite apreciar esse lado pouco explorado de Dvorak. Boa contemplação!

Anton Dvorak (1841-1904) - Mass for soloists, Mixed Chorus and Orchestra in D maior, Op. 86, Biblical Songs for Voice and Orchestra, Op. 99 - Nos. 1 - 5 e Te Deum for Soloists, Mixed Chorus and Orchestra, Op. 103

Mass for soloists, Mixed Chorus and Orchestra in D maior, Op. 86 [39:14]
01. Kyrie
02. Gloria
03. Credo
04. Sanctus (att)
05. Benedictus
06. Agnus Dei

Biblical Songs for Voice and Orchestra, Op. 99 - Nos. 1 - 5[14:05]
07. Darkness and thunderstorm are round about him
08. Lord, my shield
09. Hear o hear my prayer
10. Oh my shepherd is my lord
11. Songs of gladness

Te Deum for Soloists, Mixed Chorus and Orchestra, Op. 103 [19:00]
12. Allegro moderato, maestoso
13. Lento maestoso
14. Vivace
15. Lento

Prague Symphony Orchestra
Marcela Machotková, soprano (1,6)
Stanislava Skatulová, contralto (1,6)
Oldrich Lindauer, tenor (1, 6)
Dalibor Jedlicka, bass (1,6)
Jindrich Jindrak, barítono (7-11)
Maria Helenita Olivares, soprano (12,15)
Gianni Mafeo, barítono (13, 15)
Jaroslav Tvrzsky, órgão (2, 5)
Václav Smetácék, regente

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domingo, 3 de janeiro de 2010

Johannes Brahms (1833-1897) - String Quartet in B flat major, Op. 67 e Quinteto for piano, 2 violins, viola e violoncello in F menor, Op. 34 - CD2

O primeiro domingo do ano está bastante ensolarado aqui na Capital Federal. Durante toda a semana a chuva esteve presente de forma contumaz e constante. Todavia, hoje, o dia está pleno de ensolação. Uma ocasião perfeitamente propícia para apreciar o belo. Baseado nesse fato, resolvir dá continuidade às postagens com as peças camerísticas de Brahms. Ou seja, nesta ocasião teremos o Quarteto in B flat maior, Op. 67 e o o famoso Quinteto para dois pianos, dois violinos, viola e violoncelo em F menor, Op. 34. Para um dia como este é uma música agradavelmente adequada. Os comentários são dispensáveis. Que a música forneça suas explicações. Boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) - String Quartet in B flat major, Op. 67 e Quinteto for piano, 2 violins, viola e violoncello in F menor, Op. 34

String Quartet in B flat major, Op. 67 [32:13]
01. 1.Vivace
02. 2. Andante
03. 3. Agitato(Allegretto Non Troppo)
04. 4. Poco Allegretto Con Variazioni

Quinteto for piano, 2 violins, viola e violoncello in F menor, Op. 34 [41:21]05. 1. Allegro Non Troppo
06. 2. Andantem, Un Poco Adagio
07. 3. Scherzo.Allegro-Trio
08. 4. Finale.Poco Sostenut


Amadeus Quartet

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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Franz Joseph Haydn (1732-1809) - Die Jaherszeiten - As Estações

É emblemático que se comece 2010 com a postagem de um oratório. Nada melhor que assim seja. Anuncia o espírito sacral que o momento exige. Na verdade, estava inclinado a dá continuidade às postagens dos quartetos de cordas de Brahms, mas após ouvir este maravilhoso oratório de Franz Joseph Haydn, resolvir redirecionar as minhas intenções. Historicamente o libreto de As Estações foi fornecido pelo entusiasta Gottfried van Swieten, patrono de outros compositores, no caso, nada mais nada menos do que Mozart e Beethoven. O barão Gottfried van Swieten já fornecera o libreto de A Criação. Outra importante obra de Haydn. Daí, percebemos a importância desse mecenas. O processo de composição de As Estações foi imensamente díficil para Haydn. Sua saúde debilitada fez com que levasse dois anos para concluir o trabalho. Entendo que a magnitude do trabalho também contribuiu para a dificultação do empreedimento. A estréia em 1801 foi um sucesso pleno. Não igualou ao de A Criação. Mas a importância das obras se equivalem. Um fato curioso com relação As Estações é que, apesar de ser um oratório, não tem por tema central elementos da religião cristã, nem da mitologia clássica. A peça trata em sua essência da vida cotidiana, dos fatos e eventos que acometem os homens em sua contidianidade. As Estações é composta em quatro partes. Cada uma das partes é composta por uma das estações - Primavera, Verão, Outono e Inverno. Sendo assim, convido a todos que visitam este blogger a iniciarem o ano com a audição desse oratório belíssimo, que dignifica o homem, o trabalho, a luta pela existência em cada momento de nossas vidas. A versão é a excelente gravação feita por René Jacobs. Uma boa apreciação!

Franz Joseph Haydn (1732-1809) - Die Jaherszeiten (As Estações)

CD 1

1. “Seht, wie der strenge Winter flieht!”
2. Komm, holder Lenz!
3. Vom Widder strahlet jetzt
4. Schon eilet froh der Ackersmann
5. “Der Landmann hat sein Werk vollbracht”
6. “Sei uns gnädig, milder Himmel!”
7. “Erhört ist unser Flehn”
8. O wie lieblich ist der Anblick
9. “Ewiger, mächtiger, gütiger Gott”
10. Im grauen Schleier rückt heran
11. “Der munt’re Hirt versammelt nun”
12. Sie steigt herauf, die Sonne
13. “Nun regt und bewegt sich”
14. Die Mittagssonne brennt jetzt
15. “Dem Druck erliegt die Natur”
16. Willkommen jetzt, o dunkler Hain
17. Welche Labung für die Sinne
18. O seht! Es steiget in der schwülen Luft
19. Ach, das Ungewitter naht
20. “Die düst’ren Wolken trennen sich”

CD 2

1. Was durch seine Blüte
2. Den reichen Vorrat führt er nun
3. So lohnet die Natur den Fleiß
4. Seht, wie zum Haselbusche dort
5. “Ihr Schönen aus der Stadt”
6. Nun zeiget das entblößte Feld
7. Seht auf die breiten Weisen hin
8. Hier treibt ein dichter Kreis
9. Hört, das laute Getön
10. Am Rebenstocke blinket jetzt
11. Juchhe, der Wein ist da
12. Einleitung
13. “Nun senket sich das blasse Jahr”
14. Licht und Leben sind geschwächet
15. Gefesselt steht der breite See
16. Hier steht der Wandrer nun
17. Sowie er naht, schallt in sein Ohr
18. Knurre, schnurre, knurre
19. Abgesponnen ist der Flachs
20. “Ein Mädchen, das auf Ehre hielt”
21. Vom dürren Osten dringt
22. Erblicke hier, beetörter Mensch
23. “Die bleibt allein und leitet uns”
24. Dann bricht der große Morgen an

Freiburger Barockorchester
RIAS Chammerchoir

Marlis Petersen, soprano
Werner Güra, tenor
Dietrich Henschel, barítono
René Jacobs, regente

BAIXAR AQUI CD1
BAIXAR AQUI CD2


Have Joy!

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